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Spiegel: A aliança entre a NSA e 80 corporações globais

01 de julho de 2013 às 13h11

Do verde para o vermelho, os países do mundo onde a espionagem dos Estados Unidos recolheu maior número de informações (gráfico publicado no diário britânico Guardian)

As alianças da Agência de Segurança Nacional com mais de 80 corporações globais

da revista alemã Der Spiegel, sugerido por Eduardo Prestes

Por Laura Poitras, Marcel Rosenbach, Fidelius Schmid, Holger Stark e Jonathan Stock

Os chefes destas companhias negaram terminantemente que a Agência de Segurança Nacional [dos Estados Unidos, NSA] tenha tido acesso direto a seus dados. Mas há sinais de que, fora do programa Prism, dúzias de companhias trabalharam junto com a agência de inteligência dos Estados Unidos.

De acordo com documentos vistos pela Spiegel, um parceiro particularmente valioso é uma companhia que é ativa nos Estados Unidos e tem acesso a informação que cruza o país em todas as direções. Ao mesmo tempo, esta companhia, por conta de seus contatos, oferece “acesso único a outras telecoms e empresas de internet”.

A companhia está “envolvida agressivamente em dirigir o tráfico de forma a revelar sinais de interesse para nossos monitores”, de acordo com um documento secreto da NSA. A cooperação existe desde 1985, segundo o documento.

Aparentemente, não é um caso isolado. Outro documento claramente demonstra que um número de diferentes companhias também colabora. Existem “alianças com mais de 80 corporações globais apoiando ambas as missões”, diz um documento marcado top secret. No jargão da NSA, “ambas missões” se refere a defender as redes nos Estados Unidos, de um lado, e monitorar as redes no exterior, de outro. As empresas envolvidas incluem firmas de telecomunicações, fabricantes de infraestrutura de rede, companhias de software e de segurança.

Esta cooperação é uma questão extremamente delicada por causa das empresas envolvidas. Muitas delas prometeram a seus clientes confidencialidade de informações nos termos de adesão. Além disso, elas são obrigadas a seguir as leis dos países nas quais fazem negócios. Assim, os acordos de cooperação com a NSA são secretos. Mesmo em documentos internos da NSA, as empresas são citadas apenas com o uso de códigos.

Faz tempo existem relações bem próximas e bem secretas entre muitas empresas de telecomunicações e a NSA, explica [James] Bamford, o especialista em NSA. Cada vez que as parcerias são reveladas, segundo ele, são terminadas por um curto espaço de tempo e retomadas logo depois.

A importância desta forma peculiar de parceria público-privada foi enfatizada recentemente pelo general [Keith] Alexander, o chefe da NSA. Num simpósio sobre tecnologia em Washington, em maio, ele disse que a indústria e o governo precisam trabalhar bem próximos. “Não podemos fazê-lo sem sua ajuda”, ele disse. “Não podemos cumprir nossa missão sem a grande ajuda de todas estas grandes pessoas presentes”. Se considerarmos os documentos, na audiência provavelmente estavam vários especialistas de companhias que tinham fechado acordo de cooperação com a NSA.

Nas próximas semanas, detalhes da colaboração entre a alemã BND [agência de inteligência alemã] e a NSA serão o foco de um comitê parlamentar de inquérito em Berlim, responsável pelo monitoramento de serviços de inteligência. O governo alemão enviou cartas aos Estados Unidos com pedidos de informação. As questões a serem tratadas são graves. Pode um estado soberano tolerar uma situação em que meio bilhão de dados são roubados de seu território por mês por um país estrangeiro? E isso pode acontecer especialmente quando este país identifica o estado soberano como “parceiro externo” e, assim, o espiona a qualquer tempo, como agora está claro que aconteceu?

Até agora, o governo alemão não fez nada mais que perguntas educadas. Mas os dados que estão sendo revelados certamente vão aumentar a pressão na chanceler Angela Merkel e em seu governo. As eleições, afinal, estão há apenas três meses e os alemães — como Merkel sabe — são particularmente sensíveis quando se trata de privacidade.

A Biblioteca de Babel da NSA

Num conto do escritor cego Jorge Luis Borges, a Biblioteca de Babel é apresentada como talvez o mais secreto de todos os labirintos: um universo repleto de estantes conectados por uma escada espiral que não tem começo ou fim. Os que estão dentro procuram na biblioteca o livro dos livros. Envelhecem sem encontrá-lo.

Se um prédio de verdade um dia se aproximar desta biblioteca imaginária, é a estrutura atualmente em construção nas montanhas de Utah, perto da cidade de Bluffdale. Lá, na rua Redwood, existe uma placa de letras negras numa rodovia recém pavimentada. “Área restrita, sem acesso”. Em documentos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, número 1391, página 134, os prédios atrás da placa recebem a denominação de projeto 21078. Referem-se ao Centro de Dados de Utah, quatro grandes galpões cheios de servidores que custaram um total de U$ 1,56 bilhão.

Construídos por 11 mil trabalhadores, os prédios servem como depósito para tudo o que é capturado pela rede de espionagem dos Estados Unidos. Sua capacidade em breve vai ser medida em yottabytes, ou seja, 1 trilhão de terabytes ou um quadrilhão de gigabytes. Os discos rígidos padrão vendidos nas lojas tem capacidade de cerca de 1 terabyte. Quinze deles podem armanezar todo o conteúdo da Biblioteca do Congresso.

O homem que primeiro tornou públicas informações sobre o arquivo de Utah — provavelmente quem mais sabe sobre a NSA —  é James Bamford. Ele diz: “A NSA é a maior, mais cara e mais poderosa agência de inteligência do mundo”.

Desde os ataques de 11 de setembro, a força de trabalho e o orçamento da NSA tem crescido constantemente. A Spiegel teve acesso a dados confidenciais da NSA em documentos de Snowden. Estatísticas de 2006. Naquele ano, 15.986 militares e 19.335 civis trabalhavam para a NSA, que tinha um orçamento anual de U$ 6,115 bilhões. Estes números e estatísticas mais recentes são oficialmente confidenciais.

Em outras palavras, existe uma boa razão para que o chefe da NSA, Keith Alexander, seja chamado de “Imperador Alexandre”. “Keith consegue tudo o que quer”, diz Bamford.

Ainda assim, Bamford não acredita que a NSA cumpra totalmente a missão para a qual foi destacada. “Não tenho dados demonstrando que o monitoramento vastamente expandido da NSA tenha evitado atividades terroristas”, ele diz. Existe algo, no entanto, que a NSA foi capaz de prever perfeitamente: onde estão as maiores ameaças para seus segredos. Em documentos internos, a agência identifica terroristas e hackers como ameaças em potencial. Mais ameaçador ainda, dizem os documentos, seria se algum funcionário decidisse denunciá-la.

Alguém como Edward Joseph Snowden.

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07/07/2013 - 22h18

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Luís Carlos

02/07/2013 - 12h03

A “democracia” estadunidense solapa os direitos civis, liberdade de imprensa e liberdade de comunicação, ao livre acesso a informações. O fascismo, autoritarismo, violência e fundamentalsimos estadunidenses têm sido “oferecido” como alimento às democracias do munto todo, e às ditaduras também, pois seu fim é ter controle absoluto. Além do Big Brother escrito por Orwell, vale a pena conhecer o texto de Foucault sobre o panoptismo, no livro Vigiar e Punir.

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Julio Silveira

02/07/2013 - 09h25

Na minha visão a fragilidade que países, como o nosso, tem em relação aos States é merecida. Que isso não soe como apoio aos yankes. É mais como uma critica a países como o nosso, que querem agir aderindo, parasitariamente, esperando pela criatividade que vem de lá, isso tem preço em nossa sociedade humana. Se engana quem quer pensar o contrário. Quando se abdica da vontade de possuir autonomia, quando a própria criatividade é pouco estimulada, quando não se respeita a própria soberania, esperando generosidades inacreditáveis, compartilhamento sincero, mesmo civilidade ou irmandade, vinda de uma sociedade que vem sendo construída com base na afirmação da força e da violência, o que pensar? Para mim é não querer olhar para dentro de si, do próprio país.
Nada nessa informação me surpreende, a única coisa que posso pensar como brasileiro vai traduzida num desejo, tomara que os países como o nosso acordem e valorizem mais sua soberania, buscando produzir meios de se tornarem independentes dessas tecnologias vindas de fora (principalmente dos States hoje nosso e de muitos países principal fomentador de mortes por interesse), que nos fragilizam. Que passemos, como eles, a dar aos facilitadores internos desse domínio sem cuidados o tratamento de traidores, como eles costumam dispensar aos que fogem da sua rota pré-determinada para dominação ultra nacional convergente aos seus interesses.

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Jorge

01/07/2013 - 23h44

Se entendi o gráfico, o Brasil está no mesmo patamar da Rússia.
A diferença é que a Rússia tem algumas bombinhas.

Logo, estamos ferrados.

Responder

Christiano Almeida

01/07/2013 - 23h13

1984. George Orwell. Comunistas. Grande Irmão. E aí, cara pálida que esticou o dedo e afirmou: Os soviets, os comunas, os grandes olhos a nos observar? Londres. O Eric Arthur Blair,gargalha. Diuturnamente. Os anglo-saxões já sabiam e previam. O sonho americano se concretiza: senhores do mundo, senhores do ódio. O Grande irmão. O big brother. Nu e cru, tal qual nasceu.

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Roger

01/07/2013 - 21h58

Pois é, quando eu falava de Echelon, muita gente virava a cara rindo, pensando: “mais uma teoria da conspiração”…

Responder

    Mário SF Alves

    01/07/2013 - 22h47

    Tem razão, Roger. Ainda assim você há de convir que tem muito lixo circulando por aí. Muita cortina de fumaça intencionalmente produzida unicamente para desviar a atenção e desmobilizar o potencial de reação dos incautos social, política e economicamente excluídos.
    ________________________________________

    Roger

    02/07/2013 - 12h04

    Mário,

    Concordo. É difícil separar o joio do trigo.
    O critério que uso é responder as perguntas:

    “alguém ganhara dinheiro com isso, de alguma forma? Quem e como?”
    “alguém seria capaz de fazer isso por dinheiro?”

hc

01/07/2013 - 21h37

DIVAGANDO….

Que tal roubar idéias e executa-las na China, onde se vende a ideia do falso produto.

Responder

Fabio Passos

01/07/2013 - 21h26

É a ditadura ianque espionando a tudo e a todos.

O avanço totalitário é sinal claro de que o regime não tem mais qualquer vínculo de representatividade com cidadãos. São as corporações capitalistas que governam o mundo e estão destruindo o planeta e a humanidade… para maximizar lucros.

A mídia-lixo-corporativa é a máquina de propaganda do regime. E quando falha… o regime recorre a armas e promove banhos de sangue.

Já passou da hora de derrubar este regime podre.

Responder

    Mário SF Alves

    01/07/2013 - 22h53

    Então? Chame-se o Anonymous Brasil! Ou… Anonymous PQP, sei lá.

lulipe

01/07/2013 - 19h42

Informação é poder, o Brasil deveria fazer o mesmo.

Responder

    Luís Carlos

    02/07/2013 - 11h53

    Devemos copiar Estados facistas? Não, obrigado!

FrancoAtirador

01/07/2013 - 19h34

.
.
O LADO ESCURO DO IMPÉRIO DOS UNITED STATES OF AMERICA

EXPOSTO POR UM JORNAL BRITÂNICO E UMA REVISTA ALEMÃ

Ééé!

The Emperor vai ter de desembolsar alguns trilhões de dólares,

para fazer frente a esse Lobby Anglo-Germânico…

Nada que não se resolva entre um cafezinho colombiano e outro

ao redor da mesa da Organização Terrorista do Atlântico Norte.
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    01/07/2013 - 22h58

    Como é que é isso?!! Se entendi bem, os trilhões se diluirão em pizza. É isso?

Hudson Lacerda

01/07/2013 - 18h50

Quem colabora com o FBI no Brasil é o TSE:
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/urnas-b2.htm

Responder

Liz Almeida

01/07/2013 - 18h12

Se os EUA espionam constantemente a União Européia, o que não deve fazer no Brasil, que vem se tornando uma tremenda ‘pedra no sapato’ dos americanos.

Ó Céus, protegei-nos!

Responder

Urbano

01/07/2013 - 18h01

Até aproveitando o “80 corporações globais”, seria ótimo que vocês vissem, e depois divulgassem o máximo possível, os dois vídeos do Alex Collier, cujo link do primeiro é” http://www.youtube.com/watch?v=kAuCJ7VIZ_c “.
É como eu sempre digo que o babaca são aqueles que não acreditam, crendo que nós da superfície terrena somos os únicos possíveis da Competência de Deus.

Responder

    Urbano

    01/07/2013 - 18h04

    Sim! E se apercebam do que os donos do mundo são capazes.

Regina Braga

01/07/2013 - 18h00

Se o texto não é de um paranóico qualquer, somos mais usados do que massa de modelar.O número de agentes ultrapassa os 11 mil,computando todas as agências são 120 mil pessoas que trabalham para o Alexandre o Grande.Barak que se cuide pois o poder da turma é maior do que ele pode controlar – Pçim-Plim.

Responder

Marisa

01/07/2013 - 17h46

É nojento tudo isso! Essas ‘cabeças pensantes’ americanas são terroristas cruéis. A ficção fica muito longe da realidade.

Responder

jaime

01/07/2013 - 16h36

E a gente achava que a STASI era um absurdo; e suspiramos aliviados quando ela se dissolveu junto com o muro de Berlim. Eles se achavam grande coisa e não passavam de amadores.

Responder

    Marat

    01/07/2013 - 19h30

    Jaime disse tudo… e o pior, meu caro é que nós já sabíamos dessas coisas, mas, os inocentes úteis e os malandros sempre servirão aos dólares sujos de sangue do Tio Sam.

PPP

01/07/2013 - 15h04

Hollande prepara el terreno para dar un ‘hachazo’ a las pensiones
http://www.librered.net/?p=27823

Hollande prepara el terreno para dar un ‘hachazo’ a las pensiones
Lunes, julio 1, 2013, 12:049

El presidente francés, François Hollande, ha reconocido que está estudiando la imposición de nuevos recortes sociales en las administraciones y en los servicios públicos.

“En 2013, el gasto de la administración del Estado estará estrictamente controlada. No se gastará ni un euro más de lo que estaba previsto en el presupuesto”, subraya Hollande en una entrevista publicada este lunes en el diario Ouest France.

El mandatario dijo que “la recesión” se está traduciendo en menores ingresos y que eso entraña “el riesgo de un déficit más importante del previsto”.

Hollande advirtió que de cara a 2014-2015 se llevarán a cabo recortes ” y no únicamente en la administración del Estado, “sino también en las locales y en los gastos sociales”.

Otro de los aspectos que está generando mucha polémica es el recorte de las pensiones que prepara el Ejecutivo francés.

El Gobierno de François Hollande lo viene anunciando desde hace varios meses, preparando el terreno. El recorte de las pensiones será un tema central durante la segunda mitad de 2013. Los sindicatos ya han convocado una jornada de movilización a la vuelta del receso estival para defender las pensiones.

La patronal insiste en que la solución pasa por un aumento en la edad de la jubilación. La presidenta de los empresarios, Laurence Parisot, advirtió de que la única solución es una subida en la edad de la jubilación y rechazó rotundamente un aumento de las cotizaciones patronales.

El Gobierno de Hollande ya está planteando un aumento de los años de cotización necesarios para jubilarse que pasarían de 41,5 actualmente a 43 años en un primer momento y luego a 44 años. Además, con esta reforma las pensiones no se actualizarían acordes a la inflación, lo cual supondrá una pérdida de poder adquisitivo.

Responder

Mário SF Alves

01/07/2013 - 14h33

E o que é isso, senão fundamentalismo em estado mais puro? Aiatolás do dinheiro sujo! Nada muito distante do pretenso controle social exercido pelo monopólio da comunicações aqui.

Responder

    Marat

    01/07/2013 - 19h34

    Mário, isso é fundamentalismo de estado e fundamentalismo financeiro, num país onde o fundamentalismo religioso está cada vez mais forte. Acrescente-se a isso a destruição da cultura da paz paralelamente ao fomento de desestabilizações de governos e guerras… Hitler foi um ótimo professor para os mentores do Império do IV Reich, sediado em Washington!

    Mário SF Alves

    01/07/2013 - 22h32

    Sim. E é de causar arrepios.
    ___________________________________
    Aproveito a ocasião para me desculpar pelo uso indevido da expressão “aiatolás do dinheiro sujo”. Não gosto de aiatolás, mas gosto menos ainda daqueles que determinaram a consolidação do poder político dos aiatolás. Ou seja, gosto menos ainda dos filhotes ideológicos de Hitler que sequestraram o Estado nos USA.

    Luís Carlos

    02/07/2013 - 11h58

    A desestabilização da cultura de paz imposta por uma ideologia da violência exportada pelos EUA para todo mundo, aliás, como tem sido também exportado, o assustador e obscuro fundamentalismo religioso, vide Brasil e o nefasto projeto de “cura gay”.

Mardones

01/07/2013 - 13h18

Esqueçam todos os filmes de ficção científica. A realidade é muito mais interessante. E vigia o mundo inteiro.

Responder

    Mariano S. Silva

    01/07/2013 - 17h32

    Voltando a ficção científica, quem será que está por trás disto tudo?

    "Identificado com o Progressismo... e não com uma CIA de 'anonymous'."

    01/07/2013 - 23h15

    iluminatti???

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