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Cartas de Minas
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Shell deita e rola nos eventos de Brasília, depois de lobby denunciado por diário britânico

10 de fevereiro de 2018 às 13h16

Como os participantes do jantar com Cármen Lúcia não estão identificados nas fotos divulgadas do evento do Poder360,  virou uma caçada estilo Wally descobrir quem são os três da Shell. Para facilitar, os circundamos na cor laranja. Em primeiro plano, à esquerda, Flávio Ofugi Rodrigues, chefe de Relações Governamentais. Ao seu lado, todo sorridente, ainda que meio escondidoo presidente André Araújo. À direita, logo na frente, Tiago de Moraes Vicente, Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

por Conceição Lemes

Desde 20 de junho de 2017, quando lançou o Poder360-Ideias, dois dos sete eventos que o Poder360 realizou tiveram a presença de petroleiras.

Tais eventos são jantares promovidos para executivos, empresários, investidores e jornalistas.

Segundo o portal, “são uma extensão do jornalismo praticado pelo Poder360, com os mesmos valores, qualidade, precisão e credibilidade”

O primeiro, em 17 de julho de 2017, teve como convidado o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Na ocasião, Parente disse aos jornalistas presentes que a privatização da estatal não fazia parte da agenda da empresa:

“Não acho que a sociedade queira a privatização. Não está na agenda agora”.

DESFAÇATEZ, DEBOCHE? CINISMO?

Desde setembro de 2016, quando anunciou o seu plano de “desinvestimento” — na verdade, a venda de ativos importantes da Petrobrás –, Parente já entregou às petroleiras internacionais por mixarias, sem licitação, várias joias da coroa brasileira, dentre as quais:

*Campos de petróleo de pós-sal em águas profundas de Tartaruga Verde (50%) e Baúna (100%)

*100% do Complexo Petroquímico de Suape e Citepe

*Campos de petróleo terrestres de Sergipe (Siririzinho e Riachuelo), Ceará (Fazenda Belém), Rio Grande do Norte (Riacho da Forquilha e Macau), Bahia (Buracica e Miranga) e Espírito Santo (Fazenda São Jorge, Cancã, Fazenda Cedro e Lagoa Parada)

*Campos de petróleo em águas rasas de Sergipe (Caioba, Camorim, Dourado, Guaricema e Tatuí) e Rio Grande do Norte (Curimã, Espada, Atum e Xaréu)

*Nova Transportadora do Sudeste (NTS)

* Oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora (BR)

*Liquigás

*Termobahia – Usinas térmicas Celso Furtado e Rômulo de Almeida

*Campo de Maromba, na Bacia de Campos

*Cinco conjuntos de campos terrestres (totalizando 19 concessões), localizados nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe.

*Três conjuntos de campos terrestres (totalizando 50 concessões),localizados nos estados do Rio Grande do Norte e Bahia

*Sete conjuntos de campos em águas rasas (totalizando 30 concessões), localizados nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo campos importantes como Enchova, Pampo, Badejo, Linguado e Merluza

*Campo de gás de Azulão

*Campo de gás de Juruá

*Transportadora Associada de Gás (TAG)

Isso sem falar nos leilões de campos de pré-sal, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que estão sendo feitos com base no modelo de partilha deixado pela presidenta Dilma Rousseff.

Os preços são superiores às vendas de Parente. Mas, politicamente falando, é o futuro do Brasil que está indo embora.

Desde 2017, já foram vendidos os seguintes campos de pré-sal:

*Carcará (em águas profundas)

*Sul de Gato do Mato

*Entorno de Sapoinhoá

*Norte Carcará

*Peroba

*Alto de Cabo Frio Oeste

*Alto de Cabo Frio Central

Efetivamente, diante disso tudo, não dá para chamar Pedro Parente de mentiroso quando ele diz que não vai privatizar a Petrobrás.

Na verdade, Parente está doando. Depois que ele e Michel Temer entregarem às multinacionais todos os ativos importantes da Petrobrás, só vai ficar uma casca vazia da petroleira brasileira, que não vai valer nem preço de banana.

O jantar com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, em 29 de janeiro de 2018, foi o segundo evento do Poder360 com a presença de petroleira.

Agora, atente à lista dos executivos e respectivas empresas que desfrutaram do jantar com a ministra Cármen Lúcia e a sua assessora Mariangela Hamu:

* André Araújo, presidente da Shell no Brasil

*Flávio Ofugi Rodrigues, chefe de Relações Governamentais da Shell

*Tiago de Moraes Vicente, Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell

*André Clark, presidente da Siemens no Brasil

* Wagner Lotito, vice-presidente de Comunicação e Relações Institucionais da Siemens na América Latina

* Victor Bicca, diretor de Relações Governamentais da Coca-Cola Brasil

*Camila Amaral, diretora jurídica da Coca-Cola Femsa

*Júlia Ivantes e Delcio Sandi, Relações Institucionais da Souza Cruz

*Camila Tápias, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Telefônica Vivo

* Marcello D’Angelo,  representante da Estre Ambiental

Resultado:

Shell, 3

Siemens, 2

Coca-Cola, 2

Souza Cruz, 2

Vivo, 1

Estre Ambiental, 1

Além do provável  encanto do Poder360 pelo setor petrolífero, o placar acima evidencia também seu interesse especial pela Shell.

Coincidentemente, foi nesse jantar que Cármen Lúcia investiu contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que o STF não reanalisaria a prisão a partir da segunda instância, que o beneficiaria.

Pautar o assunto em função de um caso específico seria “apequenar o Supremo”, ela disse.

Uma afirmação sinfônica para os ouvidos dos três executivos da Shell, uma vez que Lula, caso eleito em 2018, já se comprometeu a anular a MP 795/2017, conhecida como a MP da Shell, profundamente lesiva ao Brasil.  Ela vai beneficiar não só a Shell mas todas as petroleiras estrangeiras. 

Mas, uma coisa é certa: a Shell foi flagrantemente privilegiada pelos organizadores do evento.

1) Tinha maior número de executivos no jantar.

2) O seu presidente foi estrategicamente posicionado à mesa. Ao lado esquerdo, era o mais próximo da presidente do STF, Cármen Lúcia.

Sua imagem está circundada por laranja. Do mesmo lado, também marcado de laranja, quatro cadeiras atrás, Flávio Ofugi Rodrigues, chefe de Relações Governamentais da Shell.

À direita, na mesma posição que André Araújo, da Shell , estava André Clark, circundado de azul que assumiu a presidência da Siemens do Brasil, em novembro de 2017.

Diga-se de passagem, Clark bisou no jantar-evento do Poder360. Ele participou também do rega-bofe que teve como convidado Pedro Parente.

Na ocasião, era presidente da unidade da espanhola Acciona para Brasil, Bolívia, Uruguai e Paraguai.

O fato é que os executivos da Shell, especialmente o seu presidente no Brasil, estavam feitos pinto no lixo, de tão felizes.

Para vocês mesmos avaliarem, pesquisamos as imagens dos três executivos da Shell na internet. Depois, comparamos com as imagens do jantar.

Como os participantes não estão identificados nas fotos publicadas do jantar do Poder360, virou uma caçada estilo Wally descobrir quem são os três executivos da Shell.

Para facilitar, fizemos um círculo em volta na cor laranja. As fotos, de Sérgio Lima, fazem parte de um conjunto de 20 imagens de divulgação do evento. Acompanhe-nos.

Onde Cármen Lúcia estava, o presidente da Shell, André Araújo, estava por perto, sempre risonho

André Araújo, presidente da Shell, estrategicamente posicionado à mesa. Ao lado esquerdo, era o mais próximo da presidente do STF, Cármen Lúcia. Quatro cadeiras depois, Flávio Ofugi Rodrigues, chefe de Relações Governamentais 

Os três Wally da Shell sentaram-se do lado esquerdo da mesa. De trás para frente, Tiago de Moraes Vicente (Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios), Flávio Ofugi Rodrigues (chefe de Relações Governamentais) e André Araújo (presidente)

Em primeiro plano, Tiago de Moraes Vicente, seguido de Flávio Ofugi Rodrigues 

O presidente da Shell, André Araújo, era o próprio pinto no lixo de tal feliz com a fala da ministra Cármen Lúcia

A ação dos três no jantar seria lobby descarado, como o feito, em março de 2017, pelo ministro do Comércio Exterior do Reino Unido, Greg Hands, junto ao governo brasileiro, que beneficiou a própria Shell e as demais petroleiras estrangeiras?

Relembrando: de acordo com telegrama obtido pelo Greenpeace, cujo conteúdo foi publicado pelo diário britânico Guardian, Hands esteve no Rio, Belo Horizonte e São Paulo. Ele se encontrou com Paulo Pedrosa, do Ministério das Minas e Energia, fazendo lobby para reduzir os impostos e as licenças ambientais das petroleiras britânicas Shell e BP.

Menos de seis meses depois, o governo Temer deu R$ 1 trilhão (Veja PS do Viomundo) em isenções fiscais às empresas de petróleo durante os próximos 23 anos. A Folha gritou fake news e tentou desqualificar o cálculo, mas Carlos Rittl, do Observatório do Clima, observou no próprio diário conservador paulistano que é um absurdo fazer tal concessão ao mesmo tempo em que se prioriza cortar a aposentadoria dos brasileiros.

Dois meses depois, Shell e BP, empresas em nome das quais o ministro britânico fez lobby, dominaram os leilões para exploração do pré-sal.

Com esse histórico, faria sentido a presidente do Supremo Tribunal Federal escolher justamente um jantar com a presença de executivos da Shell para dar uma estocada em Lula, que promete acabar com o bem-bom da petroleira no principal ativo dos brasileiros, o pré-sal?

Na maioria dos países da Europa Ocidental, onde a magistratura é toda de carreira, certamente seria algo absolutamente escandaloso Cármen Lúcia participar desse tipo de evento e mandar recado a um ex-presidente da República.

Na Inglaterra seria inimaginável um Law Lord, ou seja, um dos integrantes da mais alta corte do Reino Unido (desde 2005, Supreme Court of the United Kingdom)  fazer o que a presidente do Supremo brasileiro fez.

Aqui, pode não ser ilegal, mas não há a menor dúvida de que é contra as regras da moralidade e da ética.

Encontros como esse colocam Cármen Lúcia sob suspeição para julgar ações envolvendo não apenas a Petrobrás e as petroleiras estrangeiras, mas todas as empresas com interesses bilionários no STF. Ou não?

Com a palavra os leitores do Viomundo.

PS do Viomundo: Após a matéria ser publicada, conversei com Paulo César Ribeiro Lima, que foi quem estimou as perdas de arrecadação decorrentes da MP 795/2017 (nota técnica, na íntegra abaixo) em R$ 1 trilhão.

Paulo César observa:”A potencial renúncia fiscal de R$ 1 trilhão é para uma produção de 40 bilhões de barris. Estimo que serão produzidos em cerca de 25 a 30 anos”.

Nota técnica sobre as perdas de arrecadação decorrentes da MP 795/2017 by Conceição Lemes on Scribd

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12 Comentários escrever comentário »

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RONALD

21/02/2018 - 14h53

Quando nós chutarmos a BUNDA de temer, vai ser necessário encher as instalações do Congresso e do Lupanário Jaburu com armadilhas para serpentes, pois atualmente é tudo que se vê lá. Vade retro satanás !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Eduardo

15/02/2018 - 11h01

Perfeita a análise! Se alguém tiver dúvida pergunte a algum auditor independente, algum analista de investimentos, algum investidor ou consultor de investidores internacionais. Em último caso, pergunte aos analistas do Bacen, do CADE, ou ao Superintendente da RFB, se pagar bem terá a resposta correta! Mas nunca pergunte ao Henrique Meirelles porque ele tentará explicar que Pedro Parente é um homem que só pensa no Brasil e seu povo! Na verdade Pedro Parente é um caixeiro que não precisa viajar, pois os grandes investidores do mundo vêm aqui para que comprar! É tudo excelente e a longo prazo sai de graça! Tolos como Carmem Lúcia recebem, jantares, homenagens inexplicáveis ou de duvidoso merecimento ou explicação! O Brasil está à mercê de Vampiros, bruxas, vendilhōes da pátria, politicos corruptos, todos submissos aos abutres financeiros que ao final do mundo comerão a si mesmos!

de um Mercado formado de abutres

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Messias Franca de Macedo

12/02/2018 - 17h11

Fux, Huck, FHC e os homens sem honra
Por Aldo Fornazieri – professor da Escola de Sociologia e Política (FESPSP)
12 de fevereiro de 2018

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: https://jornalggn.com.br/noticia/fux-huck-fhc-e-os-homens-sem-honra-por-aldo-fornazieri

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Julio Silveira

12/02/2018 - 13h56

E assim vai caminhando o Brasil mudando-se para o Brazil. Paîs da santa ignorancia coxinha, que se imbecializa e se desnacionaliza a um ritmo alucinante, cheios de lorotas patrioticas e loroteiros hipocritas e promiscuos.

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RaulCapablanca

11/02/2018 - 17h35

Esta é a pinguela para o futuro. Estamos em desespero e não temos a quem recorrer, a guardiã da constituição está contra o Brasil.
A convulsão social pode vir a tomar conta desta parada com sangue derramado no campo de batalha. Sabendo que o exercito vai atirar no povo e portanto o enfrentamento tradicional não pode levar a nada além da perda de vidas.

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Jair Fonseca

11/02/2018 - 10h17

Felizes como pinto no lixo. Coube muito bem a esse lixo de pessoas que estão no STF.

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Rafael

10/02/2018 - 22h05

A presidente da supremo tribunal federal, a mais alta corte do poder judiciário brasileiro (que pode julgar ações contra essas empresas ESTRANGEIRAS) se reúne com seus principais executivos e neste evento dá declarações pedantes contra um ex-presidente da República e maior líder político do Brasil. É chocante o complexo de vira-lata de determinados brasileiros.
Esse tipo de gente não deveria servir nem para … no Brasil.
PÁTRIA LIVRE!

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Nelson

10/02/2018 - 21h56

Quanto à presença da dona Carmem Lúcia em um escancarado evento de corrupção – como podemos qualificar lobby senão como eufemismo para suborno?

Trata-se de mais uma prova de que os brasileiros somos vítimas de mais um golpe da elite. Um golpe midiático, empresarial, parlamentar e judicial. Ou seja, estão todos mancomunados na tarefa de consumar, em definitivo, de forma a não deixar espaço para uma reação, o extermínio dos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro em geral e o saqueio do patrimônio e das riquezas a nós pertencentes.

Uma prova cabal a mais de que o judiciário faz parte desse golpe e de que não podemos esperar que ele cumpra a sua função que é defender a Constituição.

Aliás, não há surpresas neste posicionamento do judiciário. Afinal, qual foi mesmo a sua postura perante o golpe de 1964 e perante as privatizações – doações – feitas por FHC na década de 1990?

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Nelson

10/02/2018 - 21h05

A guerra a Sadam Hussein nada teve a ver com o fato de ele ser um ditador, nada teve a ver com ADMs, até porque o Iraque não as tinha. O ataque a Sadam deve-se à teimosia dele em seguir um caminho de – a velha palavra, sinistra para aqueles que ousam dela fazer uso – soberania.

Os motivos reais da derrubada de Sadam são o fato de que ele estava preparando o país para escantear o dólar da negociação de seu petróleo e a negativa dele em privatizar as empresas públicas/estatais, exigência do duo FMI/Banco Mundial.

Esta última negativa também foi a razão da derrubada de outro presidente ao qual o gverno dos EUA e a mídia hegemônica se referiam, insistente e exaustivamente, como ditador, o primeiro mandatário da Sérvia, Slobodan Milosevic.

O ataque a Milosevic nada teve a ver com o suposto genocídio – até porque ele não existiu:a grande matança de kosovares foi inventada.

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Paulo Roberto Alvares de Souza

10/02/2018 - 13h36

Sucesso absoluto de Serra, e ainda cogitam de que um dia ele estará atras das grades!

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    leonardo-pe

    11/02/2018 - 16h57

    concordo contigo. eita povo inocente esse do brasil. não é a toa que nossa imprensa DEBOCHA DA NOSSA CARA TODOS OS DIAS.

jose carlos lima

10/02/2018 - 13h21

Essa implacável perseguição a Lula me faz lembrar do conluio midiático na invasão ao Iraque, com uma enxurrada de notícias fakes sobre armas de destruição em massa.

Ultimamente tenho pensado sobre a perseguição dos EUA ao Partido Baath que, como sabermos, era secularista e com pendor socialista. Destruido o baathismo, o espaço vazio foi ocupado pelo fundamentalismo islamico a ditadura teocrática.

É que vejo muita semelhança entre o modus operandi dos EUA no Oriente Medio, Africa(Libia, Nigéria..) para se apossar das riquezas deste pais e o que se passa no Brasil e América Latina….tais paises hoje continuam sendo produtores de riquezas mas nada que beneficie o povo: empregos e lucros servem apenas as matrizes das grandes corporações, enquanto o povo se digladia…e morre à míngua, sem merecer piedade por parte do mercado.

Com estas guerras, sejam elas de modo convencional com uso de misseis ou hibrida sob a desculpa de combate a corrupção, os EUA tem se dado muito bem, conforme blog O Cafezinho os EUA já fatuaram dezenas de bilhões de reais graças a Lava Jato, isso porque a Lava Jato levou ao poder um fantoche a serviços dos EUA e grandes corporações.

Assunto importante mas que não tem merecido a devida atenção, o assunto só veio a tona quando o FBI confessa que atuou na Lava Jato mas esse grave fato já caiu no esquecimento. Os EUA são mentores da Lava Jato….o juizeco é apenas operador….os brasileiros e Institituições e midia são operadores da inteligencia americana. Fato:

Somos mesmo um povo que não sabe de nada sobre sua propria realidade, conforme apontou pesquisa somos o segundo povo que menos sabe o que se passa na frente do seu proprio nariz, enfim, graças a Globo somos um pais fake, com Justiça fake…com governo fake…com imprensa fake…

Que tal um levantamento comparativo entre a perseguição dos EUA ao baathismo e ao lulismo, claro, guardadas as diferenças de cada caso e a realidade dos paises envolvidos…..

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