VIOMUNDO

Professor manda estudante “voltar à África” e “clarear sua cor”

02 de julho de 2011 às 10h53

CARTA ABAIXO-ASSINADO

Nós, estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão/UFMA, matriculados na disciplina Cálculo Vetorial, informamos que o professor Cloves Saraiva vem sistematicamente agredindo nosso colega de turma Nuhu Ayuba humilhando-o na frente de todos os alunos da turma. Na entrega da primeira nota o professor não anunciou a nota de nenhum outro aluno, apenas a de Nuhu, bradando em voz alta que “tirou uma péssima nota”; por mais de uma vez o professor interpelou nosso colega dizendo que deveria “voltar à África” e que deveria “clarear a sua cor”;em um outro trabalho de sala o professor não corrigiu se limitando a rasurar com a inscrição “está tudo errado” e ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão “no cu”; disse que o colega é péssimo aluno por que “somos de mundos diferentes” e que “aqui diferente da África somos civilizados” inclusive perguntando “com quantas onças já brigou na África?”. Nuhu não retruca nenhuma das agressões e está psicologicamente abalado, motivo pelo qual solicitamos que esta instituição tome as providências que a lei requer para o caso.

Favor divulgar em todas as redes pois o que está acontecendo aqui é comum em outras Instituições.

Cristina Miranda

Coordenadora do CEN/MA

O abaixo-assinado está aqui.

O professor Cloves Saraiva e o estudante Nuhu Ayuba, que é nigeriano e está há três meses em São Luís. Segundo o Jornal Pequeno/Blog do John Cutrim, Nuhu Ayuba veio para o Brasil por meio do Programa de Estudantes – Convênio de Graduação (PEC-G), administrado pelos ministérios  das Relações Exteriores e da Educação, em parceria com instituições de Ensino Superior em todo o país.


Leia aqui a retratação pública do professor Cloves Saraiva.

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Luis Marcelo Saraiva Jr.

24/08/2012 - 15h17

além de manchar a própria imagem o sujeito acaba por sujar tbm o povo maranhense!!! relmente um vergonha; ainda + pro nosso povo!:(

Responder

abimael de souza santos

10/08/2012 - 16h22

triste sua situação

Responder

abimael de souza santos

10/08/2012 - 16h21

esse professor precisa clarear sua mente,para não cometer racismo

Responder

Tereza Farias

09/09/2011 - 23h37

Caso perdido de cabotinismo.Cabotino profissional, uma praga para a sociedade. Atitude desprezível para um brasileiro legítimo. Este senhor não merece ser um professor.Desonra a profissão que tem.Toda minha consideração a um aluno que vem de terras longínquas, estudar.Deveria estar melhor amparado pela lei brasileira.

Responder

Cícera

27/07/2011 - 12h16

Ao ler essa denúncia me sentir em plena 2ª Guerra Mundial "heil hitler" . É vergonhoso saber que em nosso país onde se discute tanto sobre democracia, o respeito as diferenças, nos deparemos com professores "UNIVERSIDADE" que deveriam se preocupar em formar cidadão criticos e conscientes do seu papel na sociedade, e contribuir para que as pessoas "estudantes" tenham uma melhor qualidade de vida, tenham atitudes tão preconceituosas de desrespeito ao "ser humano". Pensava que essas questões tão fortimente vivenciadas no passado fosse pagina rasgada, mas como vemos está mais do que vivo na mente doente de algumas pessoas. É lamentavel que em nossas universidades esses tipos de sujeitos que se julga EDUCADORES!

DIGA NÃO AO PRECONCEITO.

Responder

Dandara UFRN

23/07/2011 - 09h51

É "doloroso" ver esse tipo de documentário!
É incrível acreditar que essa pessoa, ainda esteja em sala de aula
Essa é a prova que a educação em nosso país está sucateada.
Como um infeliz desse se forma professor?
E nós pedimos justiça, por nossos irmãos de luta, de raça!

Responder

sonia

12/07/2011 - 17h36

ainda essa criatura é chamada de professor,q idiota q ele é belo exemplo q esta dando para nossos jovens e mais o nosso brasil ja tem preconceito até demaisele q vai branquear sua mente q ja esta escura demais e cadeia nele…

Responder

Kelly

12/07/2011 - 12h24

e ainda o tal professor tem direito de resposta??!! … cadeia nele!!!

Responder

Dinha

12/07/2011 - 12h08

Meu Deussssssssssss !!!
S e m p a l a v r a s . . .

Responder

kelly

07/07/2011 - 23h46

ele é professor? duvido, mas sim ignorante. não adinta ter formação e não compartilhar com os outros eu simplesmente chamo ele de burro.

Responder

naty

07/07/2011 - 15h05

E esse professor é "Branco" ? rsrsrsrsrrs…. só se for no Inferno.

Responder

Las

06/07/2011 - 19h53

Primeiro o professor deve entender que o referido aluno saíu dum país de colónia inglesa, Nigéria neste caso, é natural rapaz passar dificuldades, uma vez que ele não dominou a lingua portuguesa. A lingua oficial de Nigéria é inglesa, o professor não sabe disso por ser ignorante. É triste, nojento, lamentável, cruel atitude desse ignorante e arrogante professor. Os que estão do lado do professor, são pessoas infelizes feito o próprio professor. Não existe superioridade racial a nível intelectual dos brancos em relação aos negros, os que continuam acreditando nisso são infelizes e burros. Fico triste ao saber que ainda no século XXI existe preconceito racial; a humanidade avançou muito, mas não tem controle dos assuntos humanos, pois, continua excluindo boa parte das pessoas (por meio da discriminação, racismo, repressão, exclusão, desprezo por causa de estratos sociais…). Agora pergunto, como podemos cessar hostilidades, frustrando, humilhando os outros? Será que os ditos civilizados não são responsáveis pela crueldade, matanças, guerras, fabricação das bombas que a cada dia matam inocentes (deixando muitas crianças orfãos, mulheres viúva).
Enfim, convido todas as pessoas a pensarem nos danos causados pelos ditos civilizados e se isso pode ser compensado pelos bens promovidos por eles.

Responder

    Comé?

    06/07/2011 - 21h52

    Revoltada Las, você, “sem querer ou querendo” (como diria o Chaves), me chamou de infeliz. Não errou, porque não sou feliz o tempo inteiro, tem hora que estou tristinho. Portanto, devo esclarecer que:

    Eu estou do lado do professor porque ele é, na verdade, a parte mais fraca nesta história, e pode está sendo vítima de uma campanha mais que covarde, devido a doidice de um povo ‘estourado’ e que não está acostumado a parar para pensar e julgar as pessoas, vai nas ondas da mídia, das novelas… Um povo que só ver a cor sem dá importância as posições dos indivíduos.

    Eu não considerei a cor de Nuhu Ayuba, mas a sua posição social. Ele não é um pobre coitado, filho de uma doméstica com um catador de papelão, morador de um barraco na favela. Ele tem boa posição em sua pátria, é filho de uma psicóloga que faz jornalismo. Poderia estudar no Brasil e ou na Inglaterra se quisesse, mas preferiu pegar a vaga de um pobre seu conterrâneo para estudar num país que tem uma educação tão fraca quanto a de sua terra.
    Aqui, cai nas baladas, não estuda e quando o professor, na hora da raiva, lhe fala alguma coisa, ele se aproveita de uma lei sacana, do Brasil, e se vinga do professor promovendo uma campanha difamadora e tão covarde como esta.

    Racismo é muito sério para ficar usando em pendengas pessoais.

    Ele, Nuhu Ayuba, se fosse honesto e bonzinho, teria deixado a vaga no Brasil para um conterrâneo pobre e ido estudar na Inglaterra. Não foi por quê? Por que não tem estudo? Quer o que aqui? Comprar o diploma? Ou porque achou que nossas universidades têm o seu nível?

    Professor, processe esse aluno elitista e todos que assinaram o abaixo-assinado sacana; cobre uma boa indenização por difamação e se mantenha firme. Fuja, não!

    Nuhu Ayuba, pegue o seu banquinho e vai saindo de mansinho!

    Comé?

    Débora

    08/07/2011 - 15h57

    Caro Comé, você provavelmente deve estar inserido no ambiente universitário e sabe muito bem que em uma universidade pública o professora nunca é a parte mais fraca. Ele sempre terá autonomia para ferrar com a vida dos alunos e estes, por sua vez, se se sentirem ofendidos tem de entrar com um processo administrativo que normalmente não dá em nada. Já que nossos amados professores, competentes ou não, são concursados e se acham acima do bem e do mal.
    O professor se aproveita de todo esse seu poderzinho (coisa de gente fracassada que só consegue ter o controle na sala da aula) para humilhar um aluno e você ainda acha que ele é a parte fraca quando outros alunos decidem se unir contra ele?
    Se ele foi beneficiado com o programa do governo ele foi e pronto, ele já foi selecionado, não cabe a você decidir quem está apto ou não para ingressar no programa. Se você acha que está errado, vá mandar uma carta para o governo federal e não descontar em alguém que conseguiu a vaga. Aliás, se você tivesse visto sobre o PEC-G saberia que não tem como pessoas absolutamente carentes fazerem parte, visto que o estudante precisa se manter no Brasil, esse não é um programa de bolsa-miséria!
    E outra,você, com seu pensamento superior, acha que o estudante que veio da África tem de se comportar como um pobre coitado que está ganhando esmola no Brasil e, por isso, não pode sair de casa, frequentar festas e etc?

    Comé?

    09/07/2011 - 00h49

    Perdoe-me, amada Débora (eu amo o próximo, mesmo sem levar em conta a imposição bíblica e dos direitos humanos). Eu jamais ficaria contra o aluno e a favor de privilegiado professor público (que tem mais recessos que os políticos), se não fosse à acusação de RACISMO usado contra um professor que não é racista (todos nós sabemos)

    RACISMO É MUITO SÉRIO e o brasileiro não conhece RACISTA. Esse não vive por ai. Um racista não conseguiria ministrar aulas em escolas onde haja misturas de raças.

    O brasileiro é gaiato mesmo! Acaba se confundido e usando tudo que aprendeu na gaiatice em suas brigas, mas na hora da raiva. Passou a raiva até se arrepende. Não é difícil assistirmos um brasileiro (até pai) dizer para o filho mais claro: “Saia daqui seu branco azedo, senão eu te mato!” ou, para o mais escuro: “Suma tissão, senão te arrebento!” Isso não é racismo. E o filho não vai usar esse estouro, se aproveitando de uma lei sacana (para nós brasileiros), para se vingar do pai ‘caxias’. Não tem cabimento. Tem filhos que se aproveita, mas esse não merece consideração, principalmente dos bons juízes.

    O mesmo entendimento nós devemos ter e aplicar nas pendengas em salas de aulas. O racista branco nem se dirigiria ao negro, e o negro idem. Advertir, suspender e ou ‘processar’ o professor nervosinho, sim! Mas por agressão verbal, ofensas, discriminação e ou preconceito individual… RACISMO, NÃO!

    Por outro lado, o professor poderia até ter se preocupado em demasia com a falta de interesse do aluno e extrapolado em sua advertência. Qual o bom professor que aceita o fracasso do aluno? Somente aquele que não está nem ai com a educação e que não se preocupa com a evolução dos seus discípulos, não é? Um professor RACISTA – se conseguisse ministrar aulas em escolas públicas – certamente adoraria e nem se dirigiria a ele ou a outro que entenda ser inferior e, portanto, indigno de sua atenção.

    Mas até as leis contra o racista é idiota. Ele tem direito de existir, se achar superior… Só não pode é se infiltrar no Brasil, entre nós (maioria mestiça), e vir nos agredir. O racista que fique em seu lugar! Que procure sua turma! Mas querer modificá-lo é burrice, e investir para prendê-lo, torturá-lo e ou matá-lo não é ação humanitária.

    Entenda. O professor Cloves Saraiva não é racista, idiota sim, racista, não! Processá-lo com base no preconceito racial é errado e um juiz sério chamará atenção do advogado também idiota.

    É isso!

    Portanto, me perdoe, se errei em não elucidar minha opinião de forma bem explicadinha.

    Comé?

    fabiana

    07/07/2011 - 17h02

    Isso é uma vergonha,principalmente vindo de "educador" são nessas mãos que está o futuro dos estudantes do Brasil

Rafael

06/07/2011 - 17h57

Se tudo isso é verdade e há tantas testemunhas, o que o professor ainda faz fora da cadeia?

Responder

Diferença

06/07/2011 - 13h25

O que será que diria a nossa querida professora Amanda Gurgel a este senhor, que destaca-se por seu racismo inconsequente e ultrapassado.
Amanda Gurgel mulher guerreira, nos orgulha por seu valor humano de lutar por educação de qualidade para os alunos do Brasil e por melhores condições de salário e trabalho.E nós abraçamos esta causa justa.

Responder

Luci

06/07/2011 - 13h20

Professor Cloves o senhor terá muito tempo para refletir sobre seu racismo durante sua preparação para defesa com seus processos na Justiça e na Universidade. Se quer entender sobre a realidade e novas relações sociais das sociedades , leia o Vi o Mundo, o senhor poderá reconhecer que os blogs sociais são a nova ferramenta de grupos sociais secularmente e historicamente marginalizados, sua ação racista está divulgada no mundo. Os jovens alunos da Universidade do Maranhão demonstraram que a solidariedade social resulta da comunhão de atitudes e de sentimentos, e que eles querem um novo mundo, com respeito às diferenças e que emergirá uma nova ordem mundial que não irá considerar cidadãos como estranjeiros em qualquer parte do mundo.
Professor Cloves visite um analista o senhor perdeu a capacidade de amar.

Responder

ALESSANDRA SANTOS

06/07/2011 - 10h44

SE O ALUNO SAIU PRA BALADA À NOITE, OU NÃO ENTREGOU AS DEVIDAS TAREFAS DESIGNADAS AOS ALUNOS DA SALA DO QUAL ELE FAZ PARTE, EU ACHO QUE É PROBLEMA DELE. SE O PROFESSOR VIU ISSO ERA PRA ELE TER CONVERSADO COM O ALUNO EM PARTICULAR, E NADA MAIS. MAS ELE FOI INFELIZ E INJUSTO: CHAMOU A ATENÇÃO DELE NA FRENTE DE TODOS E AINDA DISCRIMINOU-O. FOI PURA DISCRIMINAÇÃO ETNICA E INSTITUCIONAL. ELE DEVE SER PROCESSADO POR DANOS MORAIS E POR DISCRIMINAÇÃO. PEDE AO ALUNO CLAREAR A PELE, PORQUE ELE TEM O TOM DE PELE MAIS ESCURA QUE ELE??? O QUE É ISSO??? O PROF. É NEGRO DO MESMO JEITO QUE ELE, POIS DE ACORDO COM O IBGE PRETOS E PARDOS SÃO CLASSIFICADOS COMO NEGRO AQUI NO BRASIL. OFENDEU SUAS ORIGENS PROFESSOR, CUIDADO COM SEUS ANCESTRAIS…

Responder

caty

05/07/2011 - 21h02

Sem contar que o tal professor também é semianalfabeto e sequer sabe conjugar os verbos corretamente.

Na sua retratação, temos: "Em conversa particular, referir-me ao Prêmio Nobel Nigeriano W. Soyinka sobre a frase 'UM TIGRE NÃO DEFINE TIGRITUDE. UM TIGRE SALTA!'" e "Já referir-me em classe que “ser universitário é muita responsabilidade” e é costume dos alunos novatos (calouros) usarem as dependências da Universidade para outros fins fora do contexto educacional."

ReferiR-ME???? Saia do orkut, prof!

Responder

Clístenes Dalton

05/07/2011 - 20h35

lembro bem desse professor. Clovis Saraiva, foi meu professor de algebra liner I na ufma. Ele caracteristicamente inibia os alunos que tiravam notas baixas em suas provas, q era a maioria, falava em voz alta as notas baixas afirmando que deveriam melhorar suas notas. E constantemente utilizava metáforas para suas criticas referentes às notas baixas! Merece ser punido… pra servir de exemplo pra outros instiuições que vivem a mesma realidade no Brasil td!

FORA SARAIVA!

Responder

Julio Pacca

05/07/2011 - 20h14

AOS ALUNOS E COLEGAS DO ESTUDANTE CITADO

Sem entrar no mérito da discussão, penso que os alunos devem processar e denunciar o professor às autoridades legais do país e à reitoria da Universidade. Cabe a realização de processos administrativo e legal. Sem mais discussão e outros comentários que poderiam ser tão ofensivos e discriminatórios quanto os deste professor – até contribuindo para dispersar a essência da discussão. Ou seja, um estudante sofrendo Racismo – não importando a procedência, a nacionalidade nem a cor do humilhado.

Responder

Comé?

05/07/2011 - 17h26

Neste caso, eu estou do lado do professor. RACISMO É MUITO SÉRIO PARA SER USADO EM PENDENGAS PESSOAIS.

Por outro lado, este aluno é realmente muito fraco e, neste quesito, nem merecia a vaga. É muito novo (21 anos) podendo está perdido nas baladas no Brasil.

Nuhu Ayúba, pegue o seu banquinho e vai saindo de fininho!

Fora! Aqui já temos muitos ‘espertos’, não precisamos de mais malandros, das ‘zelites”.

Responder

Skiller

05/07/2011 - 17h01

O "Professor"! Lembra o que aconteceu com aquelas crianças no colégio? Aquilo foi injusto, mas com vc será mais do que justo. Aguarde!

Responder

Bruna

04/07/2011 - 14h54

Esse idiota, que se diz professor, como uma pessoa formada, deveria muito bem saber que ONÇAS são animais encontrados APENAS na América do Sul. Na África são OUTROS FELINOS, tais quais TIGRES e LEÕES. Uma pessoa que não sabe nem do que é composta uma FAUNA e ainda pergunta com quantas ONÇAS o rapaz brigou, deveria ser cassado o diploma dele. Ele pode ser "ENGENHEIRO" e não "BIÓLOGO", mas com certeza fez a 4ª série. :)
Burrice, a gente se vê por aqui.

Responder

Alexandre Felix

04/07/2011 - 11h57

Professores racistas, mulheres machistas, gays no armário homofóbicos, mestiços skin heads…

o Brasil seria cômico…se não fosse trágico.

A solução para estes problemas é a educação. Apesar de um idiota como esse se dizer professor, há milhares que superam suas dificuldades para formar gente de bem…um abraço a todos os professores.

Responder

Fernanda

04/07/2011 - 10h19

Caso semelhante ocorreu no curso de Direito da UFRN. A Universidade foi processada e condenada ao pagamento de indenização por danos morais. O professor afastou-se durante um semestre, mas já voltou a "lecionar". O aluno foi o conluinte mais aplaudido durante a colação de grau. http://amarocavalcanti.wordpress.com/2010/04/10/uhttp://www.dnonline.com.br/app/noticia/cotidiano/

Responder

Racismo no Brasil e na academia - Milfont Consulting

04/07/2011 - 09h04

[…] post por mais que pareça offtopic [e é] será apenas para indexar um tópico e principalmente esse artigo antes de escrever sobre cotas e políticas afirmativas. O artigo é tão surreal que até […]

Responder

Jorge Braúna

04/07/2011 - 00h14

A retratação deste "professor" denota a condição anti-profissional em que ele se encontra, pois expôs desnecessariamente os problemas de notas do aluno sendo que estes problemas podem, muito provavelmente, terem sido ocasionados pela própria postura racista do professor.
Esta situação denota também a precariedade pedagógica destes professores, que concebem que estão ali para lançar informações e cobrar trabalhos, sem sequer se preocupar com os problemas por quais passam seus alunos. Mas também, isso é querer demais de um cara desses…

Responder

    Julio_De_Bem

    04/07/2011 - 11h55

    Peraí, o professor expôs o comportamento do rapaz em aula, isso até pode ser questionado. Mas quem tornou público tudo isso foram ele e seus colegas. O rapaz vem de fora do País, pra vagabundear e não dar a menor satisfação em aula. Ele ta tirando a vaga de um outro nigeriano que poderia estar ali estudando com afinco. Estudei a 6 anos atras com 4 nigerianos e 1 cara de cabo verde (que até zoavamos que era o príncipe de cabo verde por causa da classe que se vestia e jóias que usava). Somente um deles se importava com as matérias. O resto só queria futebol e café segredo (balada de porto alegre). Não vou condenar as festas (participei de quase todas, sou amigo deles até hoje), mas eles sempre reclamavam que eram tratados com diferença. Como eu era do grupo deles também era tratado com certa diferença, mas era, pelo menos o que eu percebia, pq não estávamos muito interessados em mecânica de aviões entre outras coisas. Queriamos voar e festear, sem teoria. Hoje eu sei que foi erro nosso não dar bola pra essas aulas. Eu não posso exigir um tratamento diferenciado de um professor se não me dedico a matéria.

    Iuri Freire

    04/07/2011 - 14h36

    O "professor" chamar a atenção do aluno juntamente com o coordenador do curso ou diretor da instituição de ensino é uma coisa, mas fazer o que esse "professorZINHO" está fazendo não dá pra engolir.
    Casos como esse não podem ficar na impunidade.
    Justiça seja feita.

    rodolfo

    04/07/2011 - 16h23

    MESMO que ele esteja vagabundeando, ou nao estando nem ai para o curso, que direito tem um professor de ser racista com alguem, preconceituoso ele não ?? Ja nao temos mais lugar para este tipo de comportamento em nosso pais. Ja paro para pensar de como somos uma mistura das grande por aki ??? Fora racistas de uma figa.

    Amadou

    04/07/2011 - 17h10

    Eu acho nao valer a pena responder a tua "divagaçao". RACISMO é um ato ou açao de "vagabundo", ja que vc gosta desta palavra e merece a cadeia. Estamos num mundo onde os seres humanos devem se dar a mao e nao criar este fosso que nao rima a evoluçao da humanidade. Nao se pode justificar um ato racista por estas beiteiras que vc esta dizendo. Na realidade dos fatos, Vc nao é e nunca foi amigo destes africanos, vc se aproximou deles somente para algum "benef" e nao esta falando com crianças!!! Aquele abraço bem africano

    Lombox

    04/07/2011 - 23h07

    Primeiramente,o senhor fica falando das coisas que nem sabe como são feito as seleções para participar nesse convenio com o brasil…Se hoje,o Brasil continua mantendo esse convenio porque isso ajuda o país apagar menos custo na UNESCO,para te informar se não sabia…E,segundo lugar,se não tiver alguma coisa para fazer ou ficar apoiando racismo é muito triste mesmo..O que tem se uma pessoa que veio para estudar gostar de futeball,sair para balada,ou até namorar? Como vocês brasileiros,não somos escravos dos estudos,porque há tempo para estudar,sair,festejar etc…Então,pode parar com seu discurso ridículo…Vendo o que os jogadores africanos enquanto brasileiro que sofram do ato de racismo na Europa não ensinou vc ha nada???
    Se ele quer mandar alguém para clarear a pele,que ele e os mais imbecil vão na lama…Imbecil.

    Julio_De_Bem

    05/07/2011 - 00h25

    Nunca ví tanto retardado de braço dado. Quando falei vagabundeando, era sobre não fazer absolutamente nada em aula, e querer só curtir o país como uma colônia de férias como meus amigos faziam (e eu junto, tenho muita culpa nisso pq eu os guiava). Usei exemplos dos meus amigos por que vivi essa experiencia com esse pessoal bacana pra caramba. Não tolero e não aceito o racismo. Imbecil de cima, burro cego de viseira de baixo, a minha opinião é essa e não tem nada de racista nisso, idiotas. Eu particularmente não acreditei que o professor teve uma atitude racista mais pela foto onde está claramente demonstrado que ele é pardo, então eu na minha cabeça imaginei que não poderia vir dele tal atitude. Eu não estou defendendo FDP nenhum, porém essa cultura de um ser santo e outro demônio é de uma burrice sem tamanho.

    Lary

    05/07/2011 - 06h21

    ah seu imbECIL!!!!! Lá vem um idI OTA generalizando e e dizendo que o cara ´ta vagabundeando……… vai tomar, seu tolo!!! nem coinhecer o cara vc conhece, antes de vir aqui cagar pela boca.

    Julio_De_Bem

    05/07/2011 - 12h34

    Vc é burro? não sabe ler o topeira?

    Leia sobro o interesse do santo aluno vitima eterna na aula. É sobre isso que falei. tosco

    @freddydattoli

    05/07/2011 - 17h24

    Julio, não questiono sobre sua opinião quanto ao comportamento do aluno. Se isso acontece, então cabe a Universidade junto ao Minsitério das Relações Exteriores tomarem providências sobre o assunto.
    Todavia, o questionado aqui é a postura racista daquele que se julga um educador. Não importa o caráter do aluno, nada justifica uma atitude racista. Este cara tem que ser punido por esta atitude, e por também apresentar preconceito para com os africanos. Aqui em Salvador – BA, também tive colegas de lá, sendo dois angolanos e três da África do Sul, todos ótimos alunos.
    Não devemos admitir preconceitos.
    Saudações!

    Sr. Indignado

    05/07/2011 - 08h40

    Concordo. Quem tornou público foi a própria turma, até então estava restrito à sala de aula e lá que deveria ser resolvido.
    Mas cá entre nós, qual é a motivação deles? Luta pelo que é certo e honrado?
    Não.
    Está claro que eles lutam como forma de substituir o estudo (e ter mais tempo para festa, é claro).
    Está óbvio que a motivação não tem nada de nobre e ético, é pura bucha dar qualquer apoio.
    Começaram mal a carreira de engenharia.

Urbano

03/07/2011 - 23h29

Inclusive, pelo que se observa na foto, o professorzinho tem um biótipo pra lá de ariano…

Responder

    Rogerio Portugal

    05/07/2011 - 10h47

    Não é? Achei que o cara era até alemão, de tão branco… risos Racismo não se justifica, mesmo que o cara esteja "vagabundeando"… temos a terrível mania de achar que um erro justifica (ou anula) o outro. Simples: Tá vagabundeando? Corta os privilégios! Tá sendo racista? Demite e denuncia. Assim, teremos o justo para os dois casos e ponto final. Estou errado?

Antero

03/07/2011 - 19h46

Cuidado com a armadilha de acreditar em tudo que denunciam.
Podem servir de inocentes úteis ao denunciante de má-fé.

Responder

Inclusão Já!

03/07/2011 - 14h59

Racismo é crime no Brasil. E também o aluno passou por forte assédio moral, pelo o que narra o texto do abaixo-assinado. E há testemunhas, o que é mais importante. É preciso não só fazer um abaixo-assinado, isso não tem efeito nenhum. O aluno precisa procurar a defensoria pública, recolher provas e processar o professor. Só há como esclarecer e punir (caso ele realmente seja culpado) mediante uma medida judicial. Pode-se começar com uma queixa-crime na delegacia e, depois, encaminhar à justiça. De outra forma, caso não haja provas contra ele, ele pode, inclusive, processar por danos morais aqueles que fizeram o abaixo-assinado. Acho louvável a atitude dos colegas, mas crime se combate com leis.

Responder

Ronald

03/07/2011 - 14h06

PERAÊ!!! Observem o cabelo do professor para ele mandar alguém de volta à África…tem palhaço pra tudo nesse mundo!

Responder

    Rouse

    03/07/2011 - 17h46

    Peraiiiiiii quem está praticando esse racismo é esse branco de olhos azuis e óculos?? o bichim precisa se tratar é quase da cor do aluno kkk.Avaaaaaaaaaa professor em pleno século 21 ter racismo,vai se tratar doente pseudo intelectual kkk

    Mariele

    03/07/2011 - 20h25

    Só brancos podem ser racistas?

    Valdeci Elias

    04/07/2011 - 09h49

    Quem disse que ele é branco ?

    Marco

    04/07/2011 - 12h02

    Não que só brancos possam ser racistas, mas qual o sentido de uma pessoa desvalorizar uma pessoa que lhe é igual?

Jairo_Beraldo

03/07/2011 - 13h44

E também como sofrem discriminação nas UNIESQUINAS alunos mais velhos, de cor e de opção religiosa KARDECISTA…e se faz uma reclamação ao MEC, dizem para mudar de instituição. Por isso chegou a este ponto…

Responder

Tina

03/07/2011 - 11h17

Não são só os governos que comprometem a Educação com os baixos salários pagos aos professores de todas as áreas e níveis.
Também o faz, o elemento humano de baixa (nesse caso, baixíssima) qualidade, quando está em posição de educador.

Responder

    Romilda Raeder

    04/07/2011 - 07h38

    Um sujeito como esse NÃO PODE SER CHAMADO DE EDUCADOR!

Rui

03/07/2011 - 10h45

Em tempo: se em um país que dispõem de leis que punem a discriminação "racial", vemos ainda um professor de uma instituição PÚBLICA superior dar-se ao direito de exercer sua intolerância social e sua xenofobia direcionada ( será que mandaria um yankee que tirasse zero de volta para Idaho?) de forma tão aviltante, imaginem se o rapaz fosse homossexual. Digo isso porque vejo parlamentares cristãos brigando loucamente pelo direito de continuarem a fazer com os homossexuais o mesmo ou pior do que se fez ao jovem estudante.
E se Deus criou e ama a todos, mas teria dito aos "eleitos" (sem votos) que os homossexuais são aberrações ( e ,no passado, que não havia problema teológico em explorar o próximo por meio da escravidão), então alguém está mentindo. Será que Deus faria isso? Que feio, Deus, se o Senhor tivesse pai e mãe, eu iria iria dizer a Eles.
Preconceito é um câncer. Brasil em metastase.

Responder

    Abelardo

    03/07/2011 - 14h33

    E lá vem a esperteza homossexual de plantão. Estamos falando de preconceito (mesmo!), de racismo, xenofobia… A conversa não chegou no campo da indecência, da imoralidade. Será possível que querem nos empurrar de goela abaixo que uma coisa tem tudo a ver com outra? Por quê será que a corda só arrebenta para o lado mais frágil do ser humano que tem o azar, a infelicidade de ser um uma pessoa hétera, cheia do desprezível hormônio testoterona? Tenho amigos homossexuais e nem se percebe isso; talvez porque eles também abominam a mania da Globo e seus (suas) asseclas em querer que todo mundo tenha essa experiência.
    Pro inferno com essa besteira!
    IMORAL: Oposição aos princípios da moral: Ex: imoralidade de um livro.
    Qualidade do que é imoral. Coisa imoral.
    Devassidão, desonestidade, indecência.
    PRECONCEITO RACIAL: O preconceito racial é caracterizado pela convicção da existência de indivíduos com características físicas hereditárias, determinados traços de caráter e inteligência e manifestações culturais superiores a outros pertencentes a etnias diferentes. O preconceito racial, ou racismo, é uma violação aos direitos humanos, visto que fora utilizado para justificar a escravidão, o domínio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que ocorreram ao longo da história.
    E aí ENXERTARAM homossexualismo neste conceito – teremos que ser holandês, na marra..
    Cada um com seu qual, caramba!

    Sofia

    04/07/2011 - 07h40

    Se você não considera homofobia como crime, sinto muito, você não entendeu NADA!

    McGee

    04/07/2011 - 09h53

    Arauto dos bons costumes, mas só onde lhe concém. Hipocrisia também é tão deprimente quanto racismo.

Rui

03/07/2011 - 10h27

Trabalhei um semestre em São Luís e lá pude conhecer um dos estados mais racialmente preconceituosos do Brasil. O que é uma desperdício cultural, já que muito do que há de interessante lá veio por meio da influência africana. E eu achava "os brancos" de Salvador discriminadores, mas São Luís deu de dez. Embora me considere pardo (?), lá me tomavam por "branco" , assim sendo tive chance de ouvir e ver muita barbaridade. E quando eu reclamava, achavam que eu estava surtando.
Não me surpreende, mas me irrita, tal notícia.

Responder

vanderson

03/07/2011 - 09h10

O dificil não é ter que observar esse tipo de postura preconceituosa,mas entender como uma universidade desse porte atura ''professores'' como esse.

Responder

Junior

03/07/2011 - 08h48

Inaceitável e no mínimo um ultrage…. Em se tratando de um estado onde grande parte da população é negra, descendente de escravos e a julgar pelos traços do professor em epígrafe, este jamais poderia tecer tais comentários por ser um formador de opinão e por ser um afro-descendente. O Estado e a instituição deveriam tomar as devidas sanções cabíveis. E por falar nisso, onde estão os representantes dos direitos humanos para tomar partido do estudante?? Há lembrei, provavelmente devem estar defendendo algum marginal nas portas de cadeia……

Responder

Claudio Tavares

03/07/2011 - 07h28

Olha, minha gente da escola Myriam Rios de Tolerância Católica Plena, achei a atitude desse professor muito normal. Se a orientação sexual dele é ser branco, ele pode sim, tratar o irmão africano dessa forma.

Responder

Dina

02/07/2011 - 22h25

Me espanta as pessoas escreverem:

"esse professor é o Príncipe Ludwig da Baviera? Ou o Príncipe Hamlet da Dinamarca… Perdeu o espelho e a noção do ridículo. "

"E o professor é de uma brancura,uma alvura que cega os os olhos!!! "

Quer dizer que se fosse branco poderia xingar?
Lamentável….

Responder

    Michael Xavier

    03/07/2011 - 00h44

    Será mesmo que este professor falou todas estas coisas, tendo plena conciência das consequências? Sinto um enigma no ar, pois dando atenção ao fato do professor ser de "Cálculo Vetorial" não é muito difícil que a turma o odeie, tendo em vista o peso da disciplina no curso, sem contar que é notável a origem negra do professor ele não falaria isto se auto denominando de cor prada. Vamos ter cuidado com que a mídia diz. Quanto ao "Fábio revoltado" espero que ele reconheça que para enfrentar algum tipo de preconceito racista não se utiliza de violência, uma vez que se iguala ao racista ao praticá-la. Isto é coisa para bárbaros!

    Jorge Braga

    03/07/2011 - 09h49

    Michael, pelo que eu entendi vejo, o professor pode ser pardo, mas tá bem longe de ser negro. A questão não é de ascendência e sim de cor. Muitos racistas usam o fato de terem alguma ascendência africana para dizer que não cometeram crime de racismo. Além disso, boa parte da discriminação em questão não vem só do fato da cor, como também da origem. Qualquer um sabe que a mesma discriminação que os europeus praticam com os brasileiros, os brasileiros praticam com os africanos. E é isso que tem de ser extinto.

Fabio revoltado

02/07/2011 - 20h39

Peraê… e esse professor é o Príncipe Ludwig da Baviera? Ou o Príncipe Hamlet da Dinamarca… Perdeu o espelho e a noção do ridículo.
Só me pergunto o porquê de um ser desses não falar isso comigo… seria amor aos próprios dentes?

Responder

    Sofia

    04/07/2011 - 07h43

    Lamentável que você pense em responder a uma violência moral com outra violência – a física! Precisa repensar suas posições.

Jorge dos Santos

02/07/2011 - 20h05

Não gostei da retratação deste Cloves Saraiva, que se diz Professor, pois se Nuhu Ayuba tem dificuldades, ele como verdadeiro professor deve orienta-lo e conduzi-lo para supera-las, pois ser professor é como um sacerdócio nesta tão maravilhosa missão de ajudar a descobrir saberes e conhecimentos e não a fomentar agressões e discriminações. A Universidade Federal do Maranhão/UFMA dever melhor selecionar seu corpo docente, pois são pagos por nóis contribuintes e eleitores.

Responder

    isac galvao

    02/07/2011 - 22h54

    Como se diz na Espanha: "poderia ter dito mais alto, mas não mais claro". É isso ai.

operantelivre

02/07/2011 - 19h33

Esta é uma notícia que eu não queria ter lido.

Responder

Maria Amélia

02/07/2011 - 16h55

Acabei de assinar o abaixo-assinado, vamos divulgar e colocar esse professor na cadeia por crime de racismo e que ele perca o emprego.

Brasília,2/7

Responder

    Jorge Braga

    03/07/2011 - 09h50

    Eu acho errado as pessoas de fora assinarem, já que não sabem da veracidade do ocorrido.

vera oliveria

02/07/2011 - 16h50

vem cá,esse aí que tá na foto é que é tal professor racista???ele conhece espelho??

Responder

    Luci

    06/07/2011 - 13h20

    Vera espelho ele deve ter, o que não tem é educação em Direitos Humanos.
    Ele é o professor do "direito e avesso". Diante do espelho ele é "não branco" e na sala de aula ele se acha branco. O estudante Nuhu Ayuba, aprendeu uma lição que o mundo condena, o racismo destrutivo adotado por quem deveria comandar sua eliminação.
    Mas aprendeu uma lição valiosa de seus colegas que julgaram a ação como racista e adotaram ação correta de enfrentamento para que a justiça adote as medias necessária de enfrentamento ao racismo
    do senhor Cloves.

G.Silva

02/07/2011 - 16h35

Inaceitável que isto possa acontecer nesta Universidade ou em qualquer canto de nosso querido Brasil.
Merece sim, punição este professor "metido, preconceituoso e racista".

Responder

ZePovinho

02/07/2011 - 16h29

E o professor é de uma brancura,uma alvura que cega os os olhos!!!

Responder

    Ana

    02/07/2011 - 23h12

    E se fosse? Isso dava direito dele ser racista? Independente da cor dele, o que está em questão é o ato racista, não a cor do professor!

    Nadja

    04/07/2011 - 16h27

    Ana,
    Não tenho nenhuma procuração para defender o Zé Povinho mas acho que foi apenas uma ironia… é no mínimo esquisito. Por exemplo; eu sou nordestina, já pensou eu xingar e ter preconceito com outra pessoa só porque essa pessoa é nordestina tipo: mandar voltar pro Nordeste e xingar de paraíba bugre… O preconceito, que já não tem nenhum sentido, dessa forma consegue ficar mais ridículo do que já é. Qualquer coisa como os neonazistas pardos …

Luci

02/07/2011 - 16h05

Nós estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão, é maravilhoso saber que o estudante Huhu Ayuba, tem o apoio e solidariedade dos jovens estudantes e colegas do curso.
O que era individual transformou-se em ofensa coletiva.
Cloves Saraiva busque sua árvore genealogica para certificar-se que o senhor não é descendente de nigerianos e liberte-se deste cancer que é o racismo.Esta ação demonstra o atraso, o desrespeito à dignidade humana.O bom exemplo é a solidariedade dos alunos que devem imediatamente dar umas aulas de Direitos Humano9s e cidadnia ao professor que precisa aprendr urgentemente a reconhecer e respeitar as diferenças.

Responder

Luci

02/07/2011 - 15h54

Cumprimento o Vi o Mundo pela publicidade, para que possamos entender como o racismo se manifesta, se mantém vigoroso neste país, causando sérios problemas psíquicos e psicológicos às vitimas da ignorância.
Dra. Fátima Oliveira o que é que podemos explicar sobre o racismo deste maranhense?
Este "professor" não tem espelho em casa?
Passou a vida estudando o eurocentrismo e surtou, será que ele acredita que é branco?
Nuhu Ayuba é um estudante bolsista de convênio do governo brasileiro, o professor deverá ser ouvido pela Polícia Federal. E tenho certeza qu7e o embaixador da Nigéri tomará providências para proteção dos ataques racistas seculares e históricos, que envergonha-nos por estar impregnado no espaço público de uma universidade.É o retrocesso em pleno século XXI.

Responder

Beduschi

02/07/2011 - 15h34

QUE ABSURDO! EM PRIMEIRO LUGAR NÃO HÁ REFERÊNCIA DE COR, INEXISTE COR EM PESSOAS E SIM ETNIAS, EM SEGUNDO LUGAR TIRANDO A PELE, TODO SER HUMANO É IGUAL. INEXISTE DIFERENÇAS DE RAÇAS, COR, CREDO. PENA QUE EM PLENO 2011 AINDA NOS DEPARAMOS COM ESSE TIPO DE ATITUDE! PEGA LEVE TEACHER! EU SOU DESCENDENTE DE EUROPEUS E ACHO QUE A ETNIA NEGRA É MUITO MAIS SUPERIOR EM ESTRUTURA FÍSICA. QUE POR SINAL SOU APAIXONADO POR BEONCÈ!

Responder

    Conceição Lemes

    02/07/2011 - 18h26

    Beduschi, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. É um dos critérios do Viomundo para liberar os posts. abs

    Leonardo Câmara

    03/07/2011 - 23h22

    Prezada Conceição, por falar nisso, há comentários em tom desrespeitoso aí abaixo e em maiúsculas. Creio que não seja parte dos critérios do Viomundo liberar comentários com este tipo de tratamento ofensivo. Eu gosto de colaborar com as discussões, mas gosto mais ainda de respeito. Abraços.

    Mcgee

    04/07/2011 - 10h03

    Amigo, seu comentário é raso e bobo. Diferenças existem sim, e é importante enfatizar e respeitar eate fato para que não aconteça esse tipo de coisa. Ser igual é bom, ser diferente também. E não tem essa de superioridade pra nenhum lado, isso ainda é preconceito. Os dois ou mais lados são compostos por indivíduos, e a gama de combinações é muito grande e variada pra qualquer generalização. Celebre a diversidade, e não uma aparente superioridade.

Barros

02/07/2011 - 15h25

Mas o Ali Kamel falou que aqui não existe racismo.

Responder

Arthur Schieck

02/07/2011 - 15h17

Este é um caso exemplar de racismo, e não a tal injúria racial que serve pra livrar o racista de um crime inafiançavel.
Me chama a atenção a aparência nórdica, caucasiana, quase escandinava do professor.

Responder

    Julio Pacca

    05/07/2011 - 20h20

    De novo, não acho que um bom ou mau argumento seja sobre a pretensa cor/raça do professor. Racismo é crime independentemente dos atributos daquele que o proferiu. Assim, não só no seu comentário mas como o de muitos outros, parece que se ele fosse Dinamarquês, tal racismo seria mais aceitável… Eu entendo a tentação de magoar o professor da mesma maneira com que ele fez ao aluno. Mas o mais emblemático é tê-lo julgado e, se comprovado o racismo, preso pelo maior período possível devido ao nível de constrangimento causado.

    O que me chama a atenção é ninguém aqui disse para os ALUNOS processarem o referido professor. Pior, além de escrever neste site, os alunos deveriam ir à Delegacia de polícia e Minist;ério Público (pois se trata de professor de uma universidade pública e, então, servidor público).

Raquel C.

02/07/2011 - 14h56

Este homem tem de ter processado e preso por crime de racismo! Tal conduta é vergonhosa e inadmissível em qualquer instância da sociedade, sobretudo no ambiente educacional!

Responder

Zegutti

02/07/2011 - 14h54

Se for verdadeira esta estória, cadeia nele!
De tão nojenta, parece inacreditável!!!!

Responder

Ronaldo

02/07/2011 - 14h53

Deve ser verdade isso mesmo.

Estudei numa Escola Técnica Federal e me graduei numa Universidade Federal.

Tem uma minoria de professores que trata os alunos assim mesmo.

Fazem o terror e quem quiser que se dane.

Sabem que não serão punidos mesmo.

Responder

Miguel

02/07/2011 - 14h46

Quando vi a foto do professor pensei que fosse o técnico Joel Santana com mais cabelo rsrsrsrsr

Responder

Retratação pública do professor Cloves Saraiva | Viomundo - O que você não vê na mídia

02/07/2011 - 14h41

[…] Leia aqui o abaixo-assinado dos colegas do estudante Nuhu Ayuba, acusando o professor Cloves Saraiva…   […]

Responder

Ralf Rickli

02/07/2011 - 14h36

A lei é inequívoca: CADEIA NELE JÁ. A lei já o prevê, e vindo da sua posição é ainda mais inaceitável. Não se pode deixar por menos: PROFESSOR DA UFMA CLOVES SARAIVA NA CADEIA JÁ!

Responder

Tarcio

02/07/2011 - 14h24

É cômico. E o cara ainda se chama SARAIVA.

Responder

Alberto

02/07/2011 - 14h13

Penso que trata-se de um doente mental esse professor…

Responder

    Romilda Raeder

    04/07/2011 - 07h48

    Na-na-ni-na-não… Conheci vários doentes mentais e NENHUM deles era racista!

Luci

02/07/2011 - 14h06

Professor Cloves Saraiva demonstra que sua mentalidade escravocrata e seu ódio contra negros. São palavras de intolerância e ódio dentro de uma universidade. Os alunos reconehcera, a sordidez da atitude deste professor.

Responder

Hsilva

02/07/2011 - 13h43

Como é que uma praga destas é professor de Universidade Federal. Cadeia neste imprestável, racista.

Responder

Pedro Germano Leal

02/07/2011 - 13h40

O mesmo já aconteceu com um grande amigo meu na UFRN. A instituição se fez de cega, e nada se resolveu. Uma vergonha.

Responder

jose

02/07/2011 - 13h37

Cadê o judiciário e a polícia? Racismo é crime inanfiáçavel!

Responder

M. S. Romares

02/07/2011 - 13h36

O referido "professor" ministra a disciplina de Cálculo Vetorial? É de se perguntar se isso são "módulos" de tratar um ser humano. Mas acho que se trata mesmo de vetor nulo. Uma sonora nulidade.

Responder

Professor manda estudante “voltar à África” e “clarear sua cor” » O Recôncavo

02/07/2011 - 13h20

[…] Professor manda estudante “voltar à África” e “clarear sua cor” Do Viomundo […]

Responder

Leonardo Câmara

02/07/2011 - 13h20

O caso é de solicitar ao diretor da unidade à qual o professor está vinculado a abertura de uma sindicância interna para apurar os fatos. Caso sejam confirmado, há toda uma gama possível de punições administrativas, sem prejuízo de uma possível ação junto ao ministério público federal para as devidas providências.

Responder

    tulio

    02/07/2011 - 18h10

    UMA SINDICANCIA????TAIS BRINCANO NÉ COLEGA? SINDICANCIA É O C%#&%#!!!!! ELE COMETEU UM CRIME INAFIANCAVEL E TEM QUE IR EM CANA, XADREZ, XILINDRÓ, SINDICANCIA É O C@$%$!!!!

    Leonardo Câmara

    03/07/2011 - 23h12

    Você viu o crime, tem provas disso? Essa é a forma legal e civilizada de agir. Na sequência cabe o processo administrativo, cível e criminal. E mais respeito nas próximas manifestações, eu não tenho colegas mal educados.

Uélintom

02/07/2011 - 12h59

Digitei Clovis Saraiva no Google imagens e vi a foto do professor ao lado do aluno agredido. Sinceramente, ainda que ele jamais concordasse com isso, por seu fenótipo, esse professor seria considerado negro.

Responder

Roby Reis

02/07/2011 - 12h56

Pelo primeiro parágrafo da carta, quem assina se declara testemunha. Azenha, já averiguou a veracidade do fato?

Responder

Lana

02/07/2011 - 12h54

O curioso é que o professor em questão, está longe de ser um 'escandinavo'…
Aqui a foto do racista e da vítima:
http://www.blogdodecio.com.br/wp-content/uploads/

Responder

Antonio Lopes

02/07/2011 - 12h33

Professor facista !!!!!!! e ai Azenha essa eh pauta para vc levar para a rede record………………….pau nele Azenha…………………….

Responder

vera oliveria

02/07/2011 - 12h31

JÁ ASSINEI E REPASSEI

Responder

Bonifa

02/07/2011 - 12h30

Bicho ignorante. Como é que um energúmeno desses vive no Maranhão, onde 60% da população é negra? E ainda mais, leciona, ou seja é um perigoso propagador de estupidez. Uma mula é mais inteligente.

Responder

aurica_sp

02/07/2011 - 12h25

Acho que esse professor, se é que pode chama-lo assim, deveria pegar seu conhecimento jogar na privada e dar descarga. Idiota…

Responder

Leonardo

02/07/2011 - 12h24

Falando em cor, esse blog nao vai dar um pio sobre a reviravolta no caso Strauss Kahn, em que ele foi preso antes mesmo da investigação, a imprensa caiu de pau em cima dele (inclusive aqui) porque a vítima era uma coitadinha e ele um "branco-europeu-rico-poderoso", e agora sabe-se que era tudo uma armação pra tirar grana do cara?

Responder

    Lucas

    02/07/2011 - 13h59

    Não sabe-se de nada ainda. Esse rebuliço todo me cheira a armação. Fizeram todo um dossiê na vítima, com direito até a ligações com o tráfico de drogas com o intuito de desacreditá-la (qual é a relevância se ela de fato tem ligações com tráfico? Traficante é inestuprável? O objetivo é assassinato de reputação). O fato é que a camareira não foi a única a acusar Strauss Kahn de assédio sexual, e mesmo se ficar comprovado que ela queria dar um golpe, existem outras.

Fernando

02/07/2011 - 12h07

“aqui diferente da África somos civilizados” …….pensa que mora nos eua……kkkkkkkkk

no mínimo tem que ser despedido isso não é comportamento de um professor universitario, que deferia dar exemplo de tolerância e educação!!!….aposto que é eleitor tucano!!!!!!!!

Responder

    Tainá

    02/07/2011 - 15h46

    E desde quando os americanos podem ser considerados mais civilizados que os africanos e os brasileiros? Isso é bastante relativo e discutível. O senhor tem uma visão tão deturpada quanto a dele.

    Sofia

    04/07/2011 - 07h53

    E desde quando os EEUU não são racistas??? Tá faltando um bocado de conhecimento… Entre os EEUU e o Brasil, Brasil sem qq sombra de dúvida!!! Nós SOMOS mais civilizados que eles.

    ...

    04/07/2011 - 15h02

    nós não somos mais civilizados que eles, nem um pouco! saia de seu mundo cor-de-rosa e enxergue que o brasil é tão atrasado que para punir um reles professor que cometeu um crime desses é necessário uma mobilização extraordinária à universidade, pq esta por si só é incapaz de resolver, e sabe-se lá se a justiça resolverá. caramba, somos muito mais civilizados mesmo. esse professor reflete, de forma extrema, o pensamento de muitos brasileiros, que acha que negro, nordestino (isso para as regiões sul e sudeste), homossexual, enfim, todas as pessoas que não se encaixam no padrão loiro-rico-sulista-heterossexual, como se fosse inferiores. inferior é quem pensa assim. o brasil é contraditório, pois tem tanta diversidade racial e cultural e ao mesmo tempo tem tanta gente que se comporta assim e, pior, mais gente ainda com o preconceito enrustido. a única diferença entre EEUU é que nós somos hipócritas.

Dinha

02/07/2011 - 11h48

Socializei essa pavorosa notícia./;*

Responder

ZePovinho

02/07/2011 - 11h47

Dessa vez vou ser grosseiro,Azenha.Me parece que esse professor foi corneado por algum negro brasileiro ou angolano.

Responder

Leider_Lincoln

02/07/2011 - 11h46

Além de assinar, enviei para meus contatos e copiei em meu próprio blogue. Uma pessoa paga com nossos impostos, trabalhando numa instituição federal, suje e desonre desta maneira nosso país e nosso povo.

Responder

Otto

02/07/2011 - 11h40

Por que este professor não está preso? Racismo não é um crime inafiançável?

Responder

    damastor dagobé

    02/07/2011 - 13h16

    adoro perguntas faceis de responder: ele não está preso pq, como todos sabem, e os juizes melhor que ninguem, no Brasil não tem racismo…nunca te contaram? ninguem foi condenado, em nosso país, por isso até hoje. por esta razão. Tudo não passa, sempre, de um mal entendido decorrente da excessiva sensibilidade de algumas pessoas mais suscetiveis. Quem disser o contrario so pode ser algum moreninho arruaceiro querendo tumultuar a notoria harmonia social em que vive a boa gente brasileira…e tem que entrar
    no porrete que é para aprender deixar de ser subversivo…

Humberto

02/07/2011 - 11h37

Absurdo !!!!!

Responder

O_Brasileiro

02/07/2011 - 11h14

Tenho pena… do professor, que de tão covarde se prevalece de sua posição para esconder sua própria vergonha!
Tenho pena… dos alunos, que precisam ter aulas com um professor tão medíocre!
Tenho pena… da UFMA, que tem nos seus quadros pessoas que podem até ter bons currículos, mas que não tem a envergadura moral para serem professores!

Responder

Wilson

02/07/2011 - 11h12

Isso é caso de polícia. Uma clara demonstração de racismo. Crime inafiançável. Pelo visto, tem várias testemunhas. Junte-as e façam a denúncia. Bem ou mal, nesse país ainda tem leis.

Responder

GilTeixeira

02/07/2011 - 11h09

Esse professor além de um anta ambulante é ignorante: não tem onça na Africa!

Responder

ZePovinho

02/07/2011 - 11h07

Depois tem gente que ataca os judeus,confundindo a extrema direita de Israel(os sionistas) com o povo de lá.Nós também temos nossos monstros,meus amigos!!!
Nós estamos no Paraíso;o inferno somos nós quem fazemos!!

[youtube hrfHWg42c1A http://www.youtube.com/watch?v=hrfHWg42c1A youtube]

Responder

    isac galvao

    02/07/2011 - 22h52

    Se retratar não é suficiente. Esse sujeito tem que perder o direito a lecionar alem de ir em cana.
    E concordo com "zé povinho".

    Walmick Vieira

    03/07/2011 - 19h53

    Mauro, por favor, mais respeito com os jumentos

    Sofia

    04/07/2011 - 07h57

    Ô, Mauro, o jumento é um bicho nobre. Faz isso com ele, não… Que tal uma… BARATA?

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