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Juiz que barrou posse de Lula apagou perfil no Facebook, mas quer dólar barato para ir a Miami

17 de março de 2016 às 13h02

grandeCaptura de Tela 2016-03-17 às 13.00.04 Captura de Tela 2016-03-17 às 13.00.20

Da Redação

O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto tentou agir rapidamente.

Segundo internautas, apagou seu perfil no Facebook.

Porém, os navegantes foram mais rápidos e conseguiram registros das postagens dele.

Mostram que o juiz que barrou liminarmente a posse de Lula na Casa Civil é um ativista pró-impeachment que comparece às manifestações com assiduidade.

No dia 31 de outubro de 2015, Dia das Bruxas nos Estados Unidos, ele acrescentou ao seu perfil montagem com Dilma vestida de bruxa e escreveu: “Hoje é o dia dela”.

Itagiba é aparentado da advogada Beatriz Catta Preta, que representou delatores da Lava Jato e mudou-se para Miami alegando que sofria ameaças.

Recentemente, no 7 de março, o juiz federal escreveu: “Ajude a derrubar a Dilma e volte a viajar a Miami e Orlando. Se ela cair o dólar cai junto”.

As imagens deste post foram capturadas no twitter, especialmente através do perfil do Jornalismo Wando.

Vários colegas jornalistas que trabalham para emissoras que apoiam a derrubada do governo também colaboraram.

Leia também:

Golpes começam assim, diz Dilma ao empossar Lula

 

38 Comentários escrever comentário »

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Marinho

17/03/2016 - 22h40

O tal juiz tem que ser rápido e voar para Miami e Orlando já! vai que o Trump vença a eleição para presidente dos EUA.

Responder

Mailton Cézar

17/03/2016 - 21h13

Essa crise politica… Esta acabando… Com tudo… E um querendo engolir… O outro… Outros querendo entrar na marra…
Bando de antiéticos… Ladrões corruptos… Mais todos… Todos mesmo…
O certo era outra geração. Pq… Esses ai nao estao com nada…

Responder

    José Silvério Lage Martins

    10/05/2016 - 13h07

    Meu saudoso avô costumava se referir aos políticos comparando-os a uma seva (ou chiqueiro): “os porcos que estão dentro ficam logo gordos e os que estão fora querem entrar para engordar”. São poucos os patriotas. Já pensou a enorme economia de recursos se reduzirmos para 2 senadores e, no máximo, 6 deputados por estado? Sobraria espaços nos anexos construídos e em expansão no Congresso. Façam a conta dos gastos com cada parlamentar: salário, verbas de representação, transportes, moradia, carros, verba Palitó (imagine só) e quase 100 mil por mês de verba para assessorias (quem não trem competência que não se candidate não é mesmo?). Enfim cada parlamentar custa cerca de 160 a 200 mil por mês ou seja, mais de 2 milhões por ano, incluindo o 13º salário. Essa redução de 351 deputados e 27 senadores somariam 378 cargos eliminados, economia anual de R$756 milhões que multiplicados por mandato de 4 anos a economia seria de 3 bilhões 24 milhões. Essa redução do número de parlamentares iria fazer falta? Parece que não se levarmos em conta o pequeno número que realmente mostram trabalho e eliminaríamos bom número de quem não tem condições de debater assuntos em plenário. Se houver união do povo essa reforma será viável, mas não com os atuais congressistas financiados em boa parte por empresas a quem devem subserviência.

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 19h30

…”Oia” gente, como essa gente IMUNDA é “cheirosa”!

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

(…)
Olha quem é o juiz da liminar:
Breve histórico de decisões do juiz Catta Preta, que tentou impedir a nomeação de Lula ao Ministério:
– Impediu o governo de rever pensões indevidas a oficiais da aeronáutica
– Concedeu liminar contra médicos de Bolívia, Paraguai e Chile no Mais Médicos
– Foi ele que decidiu que seriam os cidadãos, e não as geradoras, que pagariam os custos adicionais de geração de energia nas termelétricas
– Livrou as teles de pagarem imposto sobre produtos audiovisuais
– Livrou procuradora acusada de contrabando
– Livrou a Camargo Corrêa de pagar FGTS
– Reverteu decisão do CADE contra cartel de laboratórios e aplicou multa ao Estado
– Foi o juiz do caso Francenildo
(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://jornalggn.com.br/noticia/stf-nega-tentativa-de-impedir-lula-no-ministerio

Responder

Adriano

17/03/2016 - 18h56

Não sei se é fake, mas parece que o site voltou ao ar. Caso seja real revela uma militancia politica aguerrida e direcionada; não que ele não tenha esse direito.
https://www.facebook.com/itagiba.cattapretaneto?fref=ts

Responder

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 18h36

O DEMoTUCANO JUIZECO IMORAL ITAGIBA CA(PE)TTA PRETA teve que se enrolar todo para não se explicar porra nenhuma, agora há pouco, na BAND(IDA)NEWS!

Ainda que a âncora da hora da BAND(IDA)NEWS tenha aliviado para ele, por exemplo, ao não perguntar ao tal “juiz emplumado e de bico grande e sujo” por que mandou o recato do cargo às favas postando mensagens acompanhadas de montagens apresentando a honrada presidente Dilma Rousseff paramentada de bruxa.
Viu estropício energúmeno militante?!
Descompreendido!
Nojento!
Tchan!

Responder

tiao

17/03/2016 - 17h56

O nosso judiciário é um Lixo Só.

Responder

FrancoAtirador

17/03/2016 - 16h23

.
.
EMPRESÁRIO É TÃO BONZINHO
.
“FIESP oferece Filé Mignon” aos Patinhos Zumbis
.
que fizeram “Vigília Noturna” na Avenida Paulista.
.
(https://youtu.be/4rkr4kTo9nY)
.
(http://www.viomundo.com.br/denuncias/as-15-familias-que-somam-renda-superior-a-de-14-milhoes-de-brasileiros.html)
.
.

Responder

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 15h37

ACABOU!

O GOLPE JURÍDICO-MIDIÁTICO ESTÁ, DEFINITIVAMENTE, DADO!

“O [mega]SORTUDO supremo ‘Gilmar Beiços do Cão Dantas Mendes’ é, último suspiro, o sorteado para exonerar o ministro Lula e mandá-lo, enfim, para a prisão perpétua na ‘Guantánamo do Paraná'”!

Responder

lulipe

17/03/2016 - 14h56

“O ex-presidente, nas gravações reveladas por sua voz conhecida, dizia que o STJ estava acovardado. Com a devida vênia, não estamos acovardados. E nunca estivemos. E não estamos acovardados porque colocamos o dedo na ferida para investigar todos aqueles que se dispuseram a praticar atos ilícitos e criminosos. Essa Casa não é uma Casa de covardes, é uma Casa de juízes íntegros, que não recebe doação de empreiteiras. Não se alinha a ditaduras da América do Sul, concedendo benefícios a ditadores e amigos políticos que estrangulam as liberdades. Ontem devia ter saído uma nota desta Casa manifestando sua posição. Mas como não saiu tomo a liberdade de fazê-lo.

É estarrecedor a ironia, o cinismo dos que cometem o delito e querem se esconder atrás de falsa alegada violação de direitos. Não se nega os fatos e porque não tem como negar o que está gravado. Essa Casa tem o perfil de homens isentos, decentes, e se alguns foram indicados por este ou aquele presidente, a eles nenhum favor deve. É estarrecedor ouvir o que ouvi ontem. Não me envergonho de ser brasileiro. Me envergonho de ter algumas lideranças políticas que o país tem. Jamais poderia me calar diante de uma acusação tão grave. Mostra a pretensão ditatorial, o caráter, a arrogância de quem pronunciou tais palavras.

A atitude do juiz Moro, gostem ou não, certa ou errada, revelou a podridão que se esconde atrás do poder. Se alguns caciques do Judiciário se incomodam ou invejam, lamento. Moro não é famoso porque está na imprensa, mas porque julgou uma causa que tinha como partes autoridades brasileiras. O Brasil precisa de muitos Moros e nós do Judiciário temos que garantir a justiça de 1º grau. Pena que a liderança do Judiciário brasileiro tenha se omitido ou está se omitindo na defesa da justiça de 1º grau. É uma crise de liderança que permite este tipo de ataque. A nós cabe a tarefa de garantir a prevalência da ordem jurídica, processando e condenando todos que efetivamente se mostrarem culpados. Nenhum sigilo que se estabelece no processo é em beneficio do réu, e sim da ordem pública, da investigação. E não é o fato deste ou daquele cidadão ter ocupado cargo de presidente da República ou ser ministro que justifique tratamento diferenciado.

O Brasil é maior que todos estes indivíduos, que todos os partidos políticos, que todos os presidentes da República. [Temos que ] saudar o juiz Moro pela coragem e bravura. Que os juízes Federais têm demonstrado a mesma bravura. E continuemos com a coragem de pôr a mão naqueles que denigrem a imagem do Brasil e cometem delitos. Lutamos para que o rico, criminoso, não se torne ministro desta República.”

Ministro João Otávio de Noronha, presidente da 3ª turma do STJ.

Responder

    Kelly

    17/03/2016 - 19h18

    Aécio, Eduardo Cunha, Bolsonaro, FHC e demais corruptos com processos berm mais avançados serão julgados e tratados da mesma maneira? Por que não por a público todas as provas, escutas etc? Se o ex-presidente é culpado pelos seus atos, ele tem que pagar, com certeza. Mas não vejo o mesmo tratamento dado aos outros políticos. Isso é, no mínimo, para se desconfiar, não é mesmo? Cadê o povo clamando contra seus vereadores corruptos, prefeitos, governadores. Cade o Fora Cunha? Cade o grampo ilegal sendo divulgado em rede nacional do Aécio? É para desconfiar, não é mesmo?

    André

    17/03/2016 - 20h44

    Essa ai é o tipo de juiz louvável?

    Juìza que de 2ª liminar contra posse de Lula fazia parte de quadrilha de venda de sentenças mudou de nome e quer virar justiceira:

    https://justicarepulsiva.wordpress.com/2011/11/17/engavetamento-r-100mil-voto-600mil-trf-2-rejeita-denuncia-contra-tres-juizes-estelionado-do-fgts-bandidosdetoga/

    Engavetamento R$ 100mil voto 600mil – TRF-2 rejeita denúncia contra três juízes – estelionado do FGTS @bandidosdetoga

    Publicado em 17/11/2011 por justicarepulsiva

    TRF-2 rejeita denúncia contra três juízes

    Por Marcelo Auler

    O Pleno do Tribunal Regional Federal da 2ª Região rejeitou a denúncia contra
    três juízes federais, três advogados e dois peritos acusados, em
    dezembro de 2007, de formarem uma quadrilha que através de decisões
    judiciais inusitadas provocaram grande prejuízo à Caixa Econômica
    Federal no final da década de 90. O julgamento aconteceu no dia 6 de
    outubro e foi mantido sob segredo de Justiça….

    Entre os próprios juízes federais
    do Rio causou surpresa a rejeição da denúncia contra Regina Coeli e o
    advogado Franco da Silva Oliveira. A juíza foi pega pelos grampos
    telefônicos discutindo com Franco Oliveira como agir em um processo do
    interesse da Macon Distribuidora de Petróleo, que obtivera liminares. O
    advogado da ação era Paiva Ribeiro. Em alguns momentos, de acordo com a
    denúncia, Regina Coeli apareceu falando em pressionar colegas e
    assumindo papel como parte no processo como ocorreu em um diálogo com
    Franco da Silva Oliveira, ocasião em que criticou a postura de Paiva
    Ribeiro, por ela chamado de “gordinho”.

    “O idiota do nosso amigo gordinho,
    você sabe de quem estou falando, ele fez idiotamente, sem autorização de
    São Paulo, uma petição semana passada pedindo suspensão do julgamento
    por conta, fez uma grande confusão, a gente queria, primeiro a gente não
    gostaria sequer que essa petição fosse apreciada, ela não tem nada a
    ver, em segundo lugar, gostaríamos de um encaminhamento no sentido de um
    julgamento sim, que nos favorece (…).”

    Há ainda a transcrição de uma
    conversa entre Franco da Silva Oliveira e o perito Peixoto, então marido
    de Regina Coeli, em que este último anuncia que houve instruções para
    que, caso um julgamento não transcorresse como o grupo desejava, o
    processo fosse tirado para vista. No dia 9 de setembro de 2002, o
    Processo 2001.02.01.006965-3, de interesse da Macon, entrou na pauta,
    mas a juíza federal convocada Regina Coeli pediu vistas do mesmo.

    Pargendler, por sua vez, considerou
    que a acusação tinha “um defeito formal (inépcia) e outro material
    (atipicidade)” e explicou: “No primeiro caso, porque a denúncia devia
    ter descrito quais as condutas da denunciada que implementaram o tipo
    penal de quadrilha, de estelionato e de peculato; o uso de palavras
    contidas no tipo, tão somente, caracteriza a inépcia da denúncia.”

    Quanto à atipicidade, endossou a
    tese de Naves, e frisou: “O convencimento judicial não pode ser
    criminalizado.” O voto do relator foi acolhido à unanimidade.

    Segunda instância

    No Tribunal Regional Federal da 2ª Região, a chefe da
    Procuradoria Regional da República, Cristina Romanó, não insistiu no
    pedido de Ação Penal contra as juízas Simone Schreiber, hoje na 5ª Vara
    Federal Criminal, e Regina Coeli Medeiros de Carvalho Peixoto, hoje
    Regina Coeli Formisano, titular da 6ª Vara Cível Federal. Também as
    denúncias contra os advogados Geraldo Magela e Francisco das Chagas
    Paiva Ribeiro foram deixadas de lado.

    Julio Silveira

    18/03/2016 - 06h53

    Agora para mim vicê é cara, não mais cidadão como vinha te tratando, mas a sua insistência em cultuar esses ídolos que estão morrendo de overdose já foi longe demais. Cara você perdeu, aceite que dói menos, seus representados, inclusive do judiciário se provam castelos de cartas podres, caem um a um. Só sua teimosia, quase renitência, seu ódio, te impede de enxergar. Perdeu e perderá, se acostume qué vai doer menos. Você por seus ídolos já mostrou que é um perdedor, mesmo se ganhar,

    José Silvério Lage Martins

    10/05/2016 - 12h06

    Lulipe, nenhum reparo às suas considerações, ajoelhou tem que rezar e punição para todos os corruptos. Nas delações premiadas, em pelo menos quatro, houve denúncias de corrupção em Furnas envolvendo principalmente, ou exclusivamente, o PSDB e seus filiados e a Lista de Furnas, a verdadeira e não as fajutas criadas para confundir, aparece como principal beneficiado o Aécio Neves, José Serra, Alkmim e dezenas de outros políticos, todos da mesma Sigla PSDB e até agora não se tem conhecimento da edição de qualquer fase da Operação Lava Jato tratando desse desvio de recursos públicos, vale dizer dos impostos que pagamos. O Juiz Moro está devendo a emissão de uma fase sobre essa Lista a fim de eliminar as inúmeras acusações a ele de seletividade de suas apurações. Essa operação Lava Jato não pode parar enquanto houver pedra para rolar desse Muro da Corrupção. Cointamos com o seu patriotismo e coragem. Queremos aplaudir essa oportunidade de passar o País a limpo; doa a quem doer não é mesmo?

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 14h23

Catta Preta é o Moro do B

E chama Dilma de bruxa !

publicado 17/03/2016

Juiz que barrou posse de Lula apagou perfil no Facebook, mas internautas demonstram que ele chama Dilma de bruxa e quer dólar barato para ir a Miami

publicado em 17 de março de 2016 às 13:02

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.viomundo.com.br/denuncias/posse-de-lula-apagou-perfil-no-facebook-mas-internautas-demonstram-que-ele-chama-dilma-de-bruxa-e-faz-campanha-pelo-impeachment.html

Responder

    Messias Franca de Macedo

    17/03/2016 - 14h23

    SENSACIONAL &$ HILÁRIO

    O BRUXO CATTA PRETTA EM ‘ MORTAL COMBATE’

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 14h23

A Advocacia Geral da União vai recorrer. Por conspícuo e impávido jornalista Kiko Nogueira

LÁ VEM O MATUTO TIRADO A GAIATO “ATÉ NA HORA DA MORTE” (SIC)

Bom, “aí é onde mora todo o perigo”!

NOTA FÚNEBRE:
caso eu ainda não sido entendido, posso desenhar, “caso venha ao caso”, óbvio!

Risos

Responder

Messias Franca de Macedo

17/03/2016 - 14h19

ASSOMBRAÇÃO!(?)

MAIS UM [MEGA]ESCÂNDALO DENTRO DO HEDIONDO GOLPE JURÍDICO-MIDIÁTICO AINDA ORA EM CURSO!

Dileto(a) leitor(a), “aperte o cinto de segurança, coloque a máscara contra vírus e bactérias… Respire fundo: o mau cheiro que exalará é insuportável”!

[Em tempo, a fonte: http://www.conjur.com.br/2011-dez-20/justica-federal-df-anula-decisao-cade-absolve-acusados-cartel

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

MOTIVOS SEM FATOS
Justiça anula decisão do Cade e absolve empresas

Por Pedro Canário – repórter da revista Consultor Jurídico.
20 de dezembro de 2011, 16h59

A Justiça Federal do Distrito Federal anulou decisão tomada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que condenou 21 laboratórios farmacêuticos, em 2005, por formação de cartel para impedir a entrada de remédios genéricos no mercado. Por conta da condenação, o juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Federal do DF, determinou que o órgão antitruste pague honorários de R$ 50 mil a cada empresa, o que ultrapassará R$ 1 milhão.
De acordo com a sentença, o Cade se baseou apenas em evidências circunstanciais, e não em fatos, para condenar as empresas. O próprio voto vencedor do Conselho, citado pelo juiz Catta Preta, diz que houve “potencialidade infrativa das condutas deflagradas, ainda que não tenha sido constatada a produção efetiva dos efeitos lesivos à ordem econômica”, mas não cita provas concretas.
(…)

Responder

    Messias Franca de Macedo

    17/03/2016 - 14h20

    URGENTE URGENTÍSSIMO

    Encaminhar a seguinte fotografia para os ministros do STF

    Messias Franca de Macedo

    17/03/2016 - 14h21

    … “Justiça de cartas [IMUNDAS] marcadas”, o jogo sórdido dos nazifascigolpistas!…
    A “Justiça” literalmente ‘desMOROlizada’, um dos legados dos criminosos (ir)responsáveis pela hedionda intentona contra a Soberania Nacional.

    Cadeia ‘nelles/as’!
    E JÁ passou da hora!

    Messias Franca de Macedo

    17/03/2016 - 14h21

    … MUITO ANTES DO [SELETIVO] “MAS, ISTO NÃO VEM AO CASO” DO “juiz” ‘mor(T)o’ JÁ HAVIA O “MOTIVOS NÃO BASTAM” DO CONGÊNERE RÁBULA PSICOPATA GOLPISTA ITAGIBA CATTA PRETA!
    Ou “a presunção absoluta de inocência das empresas trustes contrárias à comercialização de medicamentos genéricos para o povo trabalhador do Brasil”, segundo o mesmo juiz ‘Camisa Preta’ (sic) – perdão, ato falho -, juiz Catta Preta!
    [Cláudia] Cruz Credo [CU(nha)’]!

    Entenda um pouco acerca de mais esta ‘cabruagem’ [pseudo]jurídico-lesa-pátria!

    $$$$$$$$$$$$$$

    (…)
    No entendimento de Itagiba Catta Preta Neto, juiz da 4ª Vara Federal do DF, “motivos [das empresas condenadas] por si só não constituem condutas. Muitas pessoas têm motivos para cometerem ilícitos. No entanto, não se pode presumir que, exclusivamente por tais motivos, elas efetivamente os cometeram”. A sentença desqualifica a decisão do Cade afirmando que ela se baseou em mera intenção das empresas em cometer a suposta infração, e não em prova de que efetivamente foi cometida.
    (…)
    Sendo assim, aponta o juiz *Itagiba Catta Preta, o próprio Cade admite que “um feixe razoável de indícios é capaz de conduzir tranquilamente a uma condenação”. “Tal afirmação beira a arbitrariedade”, concluiu o juiz federal.
    (…)
    “As conclusões a que chegou o Cade foram exageradas e não correspondem à realidade”, escreveu Catta Preta. “Sem dúvida, é muito amador para que seja real.” [Conclusões “profissionais” devem ser as do “dotô” Moro, ‘né’ verdade, Catta Preta? Adendo nosso!]

    Agora ‘o bonzinho que só’, o generoso, o cauteloso, o cuidadoso e [ultra]compreensivo “juiz um dos cabos eleitorais do ‘impítim’” Catta Preta:
    “O Cade deve respeitar o direito de defesa e o devido processo legal, não podendo um mero indício ou presunção se transformar em fato como parece ter sido o caso desse processo nos termos em que reconhece a sentença”, disse.

    em
    Justiça anula decisão do Cade e absolve empresas
    MOTIVOS SEM FATOS

    Por Pedro Canário – repórter da revista Consultor Jurídico.
    20 de dezembro de 2011, 16h59

    FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.conjur.com.br/2011-dez-20/justica-federal-df-anula-decisao-cade-absolve-acusados-cartel#author

    Messias Franca de Macedo

    17/03/2016 - 14h22

    A Advocacia Geral da União vai recorrer. Por conspícuo e impávido jornalista Kiko Nogueira

    LÁ VEM O MATUTO TIRADO A GAIATO “ATÉ NA HORA DA MORTE” (SIC)

    Bom, “aí é onde mora todo o perigo”!

    NOTA FÚNEBRE:
    caso eu ainda não sido entendido, posso desenhar, “caso venha ao caso”, óbvio!

    Risos

    Luiz

    17/03/2016 - 16h44

    Caramba. Ele não gosta da Receita mesmo. Vive derrubando as apreensões de muambas feitas nos portos.

Julio Silveira

17/03/2016 - 14h09

Se tem uma serventia tudo isso é que vai mostrando àqueles que procuram conhecer as causas dos problemas no Brasil, a origem de seus problemas. De forma visceral o país vai se desnudando ao povo mantido intencionalmente pouco esclarecido e ao mundo.
Esses caras de pau fizeram da ética, do respeito ao estado, as leis, uma ferramenta de oratória para uso em momentos apropriados de oportunismo barato, esses que querem dar lições de justiça e moral.
O Brasil segue ladeira abaixo, não naquilo que ficamos acreditando por conta da manipulação de grupos midiáticos corruptos e insidiosos, não por conta do governo, mas por conta de sua elite, feita de hipocrisia como esse hipócrita, que não fica sequer constrangido em se esconder para assumir sua preferencia e usar para isso uma prerrogativa emprestada que acabou usurpando. E ainda posar de defensor de lei. Fala sério, como conseguiram esconder por tanto tempo esses tipos? só mesmo a cumplicidade de gabinetes, os favores de classe, os acordos de cavalheiros do mal, para permitir que ficassem por tanto tempo ocultos do olhos do povo esses tipos, e crescerem com poder para superar e estremecer as estruturas das instituições da nação.

Responder

FrancoAtirador

17/03/2016 - 13h54

.
.
Entrementes…
.
O Probo e Casto Presidente da Câmara dos Deputados
.
Eduardo Cunha comanda o Processo de Impíxi na “Casa”.
.
.

Responder

M. K.

17/03/2016 - 13h49

Creio que o correto seria “é um ativista pró-impeachment” no lugar de “anti-impeachment”

Responder

joana

17/03/2016 - 13h49

Conselho Nacional de Justiça – Código de Ética da Magistratura Nacional:
http://www.cnj.jus.br/publicacoes/codigo-de-etica-da-magistratura

Art. 1ºO exercício da magistratura exige conduta compatível com os preceitos deste Código e do Estatuto da Magistratura, norteando-se pelos princípios da independência, da imparcialidade, do conhecimento e capacitação, da cortesia, da transparência, do segredo profissional, da prudência, da diligência, da integridade profissional e pessoal, da dignidade, da honra e do decoro.

Art. 8º O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito.

Responder

Italo

17/03/2016 - 13h40

Segundo coxinhas da globo, só o Eduardo Cunha merece ser julgado no STF, Lula deve ser julgado em Guantanamo no PR, pelo Juiz premiado. Paga pau pra golpista. Tô fora.

Responder

Alexandre

17/03/2016 - 13h35

Em “Mostram que o juiz que barrou liminarmente a posse de Lula na Casa Civil é um ativista anti-impeachment que comparece às manifestações com assiduidade.” não seria pró-impeachment?

Responder

Carlos

17/03/2016 - 13h33

Omitindo o crime da toga: tungar a república.

Responder

FrancoAtirador

17/03/2016 - 13h25

.
.
OS COVARDES SE ESCONDEM NO FEICIBUQUISTÃO
.
(https://twitter.com/zorzanelli/status/710481178818646016)
(https://twitter.com/zorzanelli/status/710483553985929227)
.
Tal como a Mídia Fascista Jabaculê do Mercado Financeiro
.
os Monocratas do Judiciário são tão iZentos e ImparSSiais:
.
No Cargo, convertem Vontade Política em Decisão Judicial.
.
.
No Estado de Exceção, Nazi-Fascista vira Celebridade na Mídia.
.
.

Responder

Rubens

17/03/2016 - 13h21

Um juiz de passeata!
Mais uma jaboticaba do judiciário tupiniquim.

Responder

Seu Zé

17/03/2016 - 13h18

Resumo: Judiciário é uma total esculhambação!!!

Responder

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