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Cartas de Minas
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Lira Alli: Camisinha Prudence faz apologia ao estupro

29 de julho de 2012 às 12h47

por Lira Alli, do Levante Popular da Juventude

A propaganda da empresa Prudence, que vende preservativos, é inadmissível.

A peça é machista e trata o estupro de forma corriqueira, como uma “brincadeirinha a dois”.

Estupro não é sexo. E uma marca de preservativos não deveria ligar sua imagem ao desrespeito às mulheres.

Não é só homem que compra camisinha ou gosta de sexo, Prudence!

Por isso já denunciei o caso ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Se você concorda, denuncie também.

Clique em “reclamações” na parte de cima do site e preencha o formulário.

Pode escrever o que quiser, nossa sugestão:  “a propaganda faz apologia clara ao estupro e reforça estereótipos machistas”.

Denuncie também na Safernet e na Polícia Federal (PF).

Espalhem nas redes sociais a arte abaixo, que denuncia a postura da empresa.

Leia também:

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70 Comentários escrever comentário »

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Antonio

10/08/2012 - 09h49

Mais uma da Prudence agora com o apoio da Editora Abril, anúncio na revista SUPER INTERESSANTE tem ilustrações do Kama Sutra, degradação da mulher, apologia a armas e o texto classificando o sexo como pura diversão.
Esse anúncio não deveria ter sido publicado em uma revista destinada ao público infanto juvenil. Considero uma afronta e uma grande irresponsabilidade da DKT, da agência de publicidade e da editora abril em veicular tal anúncio nessa revista.

Responder

    Carlos

    06/09/2012 - 21h28

    AI PAI, me poupe! Mais uma baboseira prá jogar pedra… se ocupe!

Bule Voador » O Estupro da Prudence e o que nós aprendemos com ele

03/08/2012 - 16h13

[…] ficou em silêncio durante todo o sábado e todo o domingo. O texto feito pro Bule foi postado no Viomundo, o que ajudou a tirar a denúncia do Facebook. E de repente, com só um pouquinho de organização, […]

Responder

Blogagem Coletiva: Mais respeito às pessoas no marketing e publicidade brasileiros

01/08/2012 - 16h12

[…] Lira Alli: Camisinha Prudence faz apologia ao estupro […]

Responder

Rafael

31/07/2012 - 21h42

Publicitários que desconhecem como é uma relação saudável entre homem e mulher não me surpreende.

Responder

Roberval

31/07/2012 - 11h52

Seja prudente, não use Camisinha PRUDENCE. Eles fazem apologia ao estupro.

Responder

Wilson

31/07/2012 - 10h19

Se o namorado ou um amigo de sua filha, ou de sua irmã, despi-la e apalpá-la, sem seu consentimento, talvez até “apanhando dela”, você dirá que é uma brincadeirinha saudável? Ou dirá que isso é classificado em Lei como estupro? Como pode a Empresa estimular uma situação limite entre a brincadeira e o abuso, sem infringir a lei e a ética?

Ora, meus amigos, a própria Prudence já admitiu que se trata de uma brincadeira de muito mau gosto, que não adverte que, na relação sexual o consentimento deve existir sempre, sob pena se constituir estupro. Por isso, já cancelou a campanha.

As pessoas adoram rotular todo aquele que discorda: chamam de xiita, de feminista e outros “istas”. Só vale ficar neutro, em cima do muro. Isto até o momento em que o babado oocorrer em sua jurisdição.

Responder

demetrius

31/07/2012 - 10h02

tiraram do ar http://www.useprudence.com.br/ultimas/noticia/comunicado-prudence

conseguiram, parabéns

Responder

Rafael

31/07/2012 - 09h59

Bobagem, a propaganda não faz apologia ao estupro,como disse o colega acima, como um estuprador vai querer dormir abraçadinho?Achar o ponto g?Isso é patrulhamento imbecil, enquanto isso, mulheres são espancadas, verdadeiramente estupradas, passam fome e sede, trabalham em locais degradantes, não tem onde deixar os filhos, e as feministas de monitor preocupadas com bobagem!

Responder

31/07/2012 - 09h57

Por favor: me digam quando um estuprador usou camisinha?? Feministas, machistas ou outros, tem mais coisas acontecendo por aí e vcs. estão perdendo tempo discutindo quem nasceu primeiro. A apologia ao estupro só está na cabeça de vcs. Da mesma forma que alguns dizem que games fazem apologia à violência e por aí vai. Procurem algo para ocupar a mente e, aos mais aguerridos em suas teses, façam sexo, que o mundo vai parecer mais suave.

Responder

Wildner Arcanjo

31/07/2012 - 03h12

Dê um martelo para um carpinteiro e ele constrói uma casa…
Dê o mesmo martelo para um homicida e ele matará o seu desafeto…
Um mesmo objeto, dois usos distintos.

De qual forma vocês usariam o martelo?

Responder

Carlos

30/07/2012 - 23h26

@Carolina
Por ‘condescendente’, então sou uma pessoa que cede de boa-vontade; por ‘mal-intencionado’, essa vontade não é boa. Carolina, você precisa se decidir.
Se não cabe a mim determinar seja lá o que for desse ‘movimento’ (num blog de Internet, pasmem!), quem é você para dizer a quem cabe o quê? E sobre o que uma mulher deveria reinvidicar?
Talvez sobre o café (http://www.gopetition.com/famous-petitions-in-history/232/the-women-s-petition-against-coffee-1674.html)? Ou álcool (http://www.photobasement.com/poor-choice-of-spokeswomen/)?
A postagem da autora banaliza estupro, ao tentar achar algum nexo entre a propaganda e uma suposta ‘indução’ à prática. É possível que pessoas perturbadas consigam achar isso (o que não quer dizer necessariamente que quem ache seja pessoa perturbada). Só faltou ela dizer: “Veja só, encontrei as letras ‘E’, ‘S’, ‘T’, ‘U’, ‘P’, ‘R’ e ‘O’, nessa ordem, ao longo da propaganda. Só pode ser mensagem subliminar!”. Parafraseando você, quem é você pra saber que tipo de mensagem passa pela cabeça de um homem ao ver uma propaganda como essa? Todo esse escarcéu e ‘mimimi’ é pura projeção de muitos (e muitas) que pensam como você pensa.
Não, Carolina, você não vê e não quer enxergar, nem boa nem má-fé. Machismo não aprova estupro. A grande maioria das pessoas, homens e mulheres, que querem e sabem viver em sociedade, não aprovam estupro. É estuprador que aprova estupro; é ‘piriguete’ em reality show da Globo, supostamente estuprada, diz que foi, depois volta atrás no que disse, que aprova estupro; é o pai da ‘piriguete’, que apóia a filha permanecer no tal reality show, que aprova estupro.
Em resposta ao comentário de Patty, que ela fez de forma cordial e bem-intencionada (o que não se pode dizer de você, diga-se de passagem), comento: parte da propaganda, parte importante, é o contexto dela. Você mesma possui a capacidade de identificar que existem itens independentes, mas é incapaz de interpretar o todo, o nexo que une todos os itens. Prefere ver “SEM CONSENTIMENTO = APOLOGIA AO ESTUPRO”. Muito razoável…
E você ainda tem a cara-de-pau de afirmar que vou gastar meu tempo ocioso para convencer “pessoas intelectualmente menos privilegiadas” disso ou daquilo em blog de Internet. Você então se acha intelectualmente mais privilegiada que a maioria? Deve achar, mas não parece. O que parece é projeção: você talvez faça isso o tempo todo; quiçá adore acusar os outros de fazer exatamente aquilo que você mesma não tem culhões (ops) de admitir. Mas divirjo, novamente.
O que parece unir a grande maioria das pessoas que acompanham esse blog é o desejo de compartilhar ideias, de informar a notícia (que não seria passada na mídia) e deixar cada um decidir por si próprio, de questionar o discurso padrão formatado, de debater ideias. Vi comentário de alguém sugerindo que todos os posts deveriam ser identificados; ele teve pelo menos um pingo de discernimento de dizer “correndo o risco de ser chamado de policialesco”; outro foi fuçar em perfil do Facebook para caçar alguma coisa que pudesse comprometer. Por que e para que será, cara-pálida? Seria mais apropriado ver isso no site do ‘Cerra’, mas vi isso no Viomundo! É exatamente a mesma coisa que o ‘Cerra’ quis fazer contra o Conversa Afiada do PHA, usando a Justiça, e não conseguiu. É a mesma atitude demonstrada vezes sem conta pelo feminismo, brasileiro (que é uma cópia pobre do americano) ou geral: não admite controvérsias. Opiniões contrárias, e seus donos, tem que ser derrubados sem discussão tão cedo surjam. O que (lhe) interessa é a promoção da agenda feminista, doa a quem doer (ou doar), o patrulhamento ideológico, a gritaria por problemas inexistentes, a reinvidicação de direitos sem deveres e outras merdas. Sob esse aspecto, feminismo hoje tem mais semelhanças com o PSDB, nazismo e a política higienista da cidade de São Paulo do que com igualdade de direitos.
Mas vamos supor por apenas um momento que você não queira promover nada para “pessoas intelectualmente menos privilegiadas” (quase dá pra entender “gente diferenciada” nessa frase sua, mas divirjo novamente), que você realmente deseje “encontrar a verdade”, que por meio do debate talvez alguns participantes consigam extrair alguma informação nova e melhor sobre o que está sendo discutido. Assim, sugiro fortemente a você mostrar a propaganda original a alguns amigos homens e perguntar, de maneira tão imparcial quanto possível, o que eles acham da propaganda. Mas você não demonstra ter coragem pra enfrentar a verdade de frente. Ou tem?

P.S.: Talvez não venha ao caso, mas em uma coisa pelo menos eu preciso lhe dar razão: dá muita vergonha alheia ler a palavra (?) ‘HIPOCRIA’. Concordo mais ainda com o que você disse em seguida:
“Todo mundo usa a torto e a direito, sem saber bem o que significa, só pelo efeito que dá.”
Pois é, e tem gente que, além de não saber o que significa, não entende o efeito, inventa defeito e, não satisfeita (perdoe), também não sabe sequer escrever a palavra direito. “HipocriSIa é mato! [+1]”. Mesmo.

Responder

Carlos

30/07/2012 - 23h18

@Jaqueline:
Non sequitur. Incrível sua capacidade de extrapolar comportamento pessoal a partir de apenas algumas linhas postadas num blog de Internet. Bastou eu apresentar um argumento contrário ao que você acredita para que, em vez de rebatê-los, começasse a tecer comentários a meu respeito, vomitando estereótipos a partir do nada. Com esse tipo de argumento ‘ad-hominem’, você somente prova que eu possa estar certo, já que não possui capacidade para argumentar sobre o que está sendo discutido.

Uma coisa que você não se atinou ainda, porque já deve estar condicionada como quase todo o rebanho de ‘boizinhos de presépio’ que prefere o discurso padrão e não aceita questionamentos de qualquer ordem, é sobre a diferença entre estupro de mulheres e de homens: o primeiro aparece na primeira página do jornal; o segundo, só na seção de humor (quando aparece).

E pra fechar, vamos terminar com definições: uma ‘definição’ pode ser uma explicação clara (geralmente, breve) sobre um termo ou conceito. O que você fez foi uma comparação. Mas divirjo.

Responder

Carlos

30/07/2012 - 23h16

@Patty:
Patty, parte da mensagem da propaganda (desta e de quase todas) é seu contexto. Nesse exemplo, a mulher comendo o morango, os itens da dieta, a quantidade de calorias gastas, etc, todo o contexto da propaganda sugere sexo consensual. E sobre a reinvidicação de direitos, iguais (diga-se de passagem), é uma causa muito nobre. Mais nobre ainda se, junto com os direitos, aceitassem sem protestar os deveres respectivos, mas esses o feminismo e as feministas não querem. Só pra exemplificar: um policial supostamente bem-intencionado sugere o uso de roupas menos ‘ousadas’ para minimizar o risco de violência sexual; vem um monte de mulher fazendo ‘marchas das vadias’ (termo usado por elas, com suposto orgulho) para falar que tem todo o direito de vestir como quiserem e nada lhes ocorrer. Então tá, seguindo essa lógica, qualquer um tem todo o direito de entrar num bairro perigoso à noite, balançando no ar uma carteira cheia de grana; uma consequência, lógica, é que, se ele (ou ela) tem todo o direito de fazer isso, ela (ou ele) também tem todo o direito de se f*der e ser assaltado.

No início do movimento, antes de Betty Friedan, pode até ser que a busca pela igualdade fosse genuína. Mas hoje, pelos atos do movimento, é fácil perceber que o objetivo não é a igualdade entre os sexos: o que se quer é a supremacia do feminino sobre o masculino. E, lógico, que com esse objetivo em mente, só vai dar merda…

P.S.: Se tiver curiosidade, assista esse trecho de entrevista com um pesquisador brasileiro a respeito de porque não temos disponível uma pílula anticoncepcional masculina no Brasil nos dias de hoje:
http://www.youtube.com/watch?v=JymN5yu-K_o

P.S.2: Sobre saber ser tratado como inferior pelo gênero, acho que não sei, mesmo não; mas pela grana (ou falta dela), aí já são outros quinhentos…

Responder

Marcio Leandro

30/07/2012 - 22h06

Nossa, as feministas xiitas são tão chatas quanto os machistas e só atraem antipatia para suas reivindicações.

Responder

lucy

30/07/2012 - 21h38

Olá, Lira,

O texto publicado no site é de minha autoria, e foi feito para a página do Bule Voador no Facebook: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=481131845248113&set=a.451542874873677.115268.246250552069578&type=1

Gostaria de pedir que a fonte original fosse citada. Caso você não queira fazer isso, tudo bem também. A denúncia é muito mais importante que a autoria.

Atenciosamente,

Lucy

Responder

Fabricante de camisinha tira anúncio polêmico do ar « Viomundo – O que você não vê na mídia

30/07/2012 - 18h23

[…] Nesse domingo 29, publicamos a denúncia feita por Lira Alli, do movimento Levante Popular da Juventude: Camisinha Prudence faz apologia ao estupro. […]

Responder

Ferraz

30/07/2012 - 14h59

Eu sou totalmente a favor de que o uso da palavra “consentimento” e o exemplo da mulher tentando se livrar da situação através da força (o que demonstra descontentamento com a situação) foram infelizes. Infelizes até demais. Mas o mais engraçado é que este texto nem é da Prudence, a galera que brinca de fazer a comunicação deles nas redes sociais (brinca, afinal, é só olhar a página dos indivíduos no Facebook para entender o quão é ruim) copiou de algum lugar e fez uma edição menos pior. O que é ainda mais amador.

No entanto, devemos ter mais cuidado ao utilizar o termo “apologia”. Apologia vem de apoiar ou endossar alguma coisa e acho muito difícil (apesar de todo o machismo presente na página do Facebook da Prudence) que essa tenha sido a intenção da Prudence (pode até ser do texto, mas não talvez da Prudence, já que não teve capacidade de criar sua própria estratégia de marketing). Ela (como pudemos perceber ao deixar passar isso), assim como muitos de nossos cidadãos, não prestam atenção (por não saber ou por estarem acostumados a ignorar qualquer coisa que não lhe diz respeito) na carga de significados presentes em algumas expressões, e por isso não creio que a palavra apologia esteja sendo empregada da melhor maneira também (até por que o texto da Lira, apesar de informativo, tem pouca explicação para os não-feministas e expectadores da Globo entenderem o porquê o texto da Prodeunce ser tão perigoso).

Assim, sugiro que continuem denunciando, que continuem debatendo, mas sempre provendo o máximo de informação possível para que a mensagem seja entendida também por aqueles que não estão habituados às discussões feministas (ou pelo menos mais sensatas). A grande massa não provê isso e não temos como exigir de todos, mas podemos educar, explicando, por mais repetitivo que nos pareça – ou continuará parecendo para alguns uma simples histeria.

Responder

    Willian

    30/07/2012 - 15h43

    Eu sempre peço o consentimento da parceira em duas vias, com firma reconhecida.

    Xexéu

    30/07/2012 - 22h06

    Não adianta choro nem vela, prudence não rola mais, vão precisar de pedido de desculpas e reciclagem, isso para não falar em indenizações…

Thaís Polidoro

30/07/2012 - 14h51

o machismo é tão naturalizado que até uma frase nitidamente violenta, que sim, está fazendo apologia ao estupro é veiculada e ainda tem gente pensando que é normal, uma mera brincadeira pra deixar as coisas mais excitantes e bláblábla! triste e cansativo ter que deparar – se com esse tipo de coisa todos os dias, de várias formas.

Responder

demetrius

30/07/2012 - 14h05

arrumar o que fazer alguém pensa?

Responder

Ariel

30/07/2012 - 14h00

Mulheres, boicotem a prudence, exijam sexo sem camisinha…

Responder

Fabio Passos

30/07/2012 - 13h26

sem consentimento é estupro.
Tem de haver investigação criminal.

péssimo o nível da propaganda… quase tão ruim quanto o nível dos comentaristas que acham graça na “piada” estúpida.

Responder

Nadja

30/07/2012 - 12h27

Tá, eu estou vendo muitos comentários por aí dizendo que é uma brincadeira e bla bla bla. Então tá, que seja. Pergunto eu: Quantas calorias será que as mulheres vão perder tentando colocar um vibrador no parceiro sem o consentimento dele?

Se é “brincadeirinha” abrir o sutian SEM O CONSENTIMENTO da mulher e ainda apanhando, como está na propaganda (“brincadeirinha”)Creio eu que não vai fazer mal a brincadeira com os rapazes que assim pensam do uso do vibrador neles sem consentimento.

Desculpem a violência do comentário mas quem sabe essas criaturas pensando no seu próprio dito CUjo passem a ter mais respeito e não achar engraçadinho apologia a violência.

Responder

    Jaqueline

    30/07/2012 - 13h33

    Analogia perfeita!

    Willian

    30/07/2012 - 15h48

    Nadja, aí vai depender da orientação do rapaz. Tem uns que vão fazer um docinho só e vão deixar. Para estes, a perda calórica da parceira não vai chegar a 50 calorias. Outros, cujo caminho seja de mão única, a perda calórica pode chegar a 1000 calorias, sem êxito.

    Nadja

    03/08/2012 - 13h27

    Willian
    Independente da orientação do cara, ele pode gostar, ele pode amar um vibrador… Quero saber SEM CONSENTIMENTO como diz na propaganda.

    Mas a violência é tão natural que ninguém percebe e as pessoas que querem ser donas dos próprios corpos e das próprias vontades e são rotuladas de antiquadas, radicais, feminazis e por aí vai…

    mai mai…

Vinicius Garcia

30/07/2012 - 12h11

Se fosse só mal gosto daria para entender, o problema é querer fazer graça com ato violento, o “publicitário” deve ser um verdadeiro “Jênio” (com j mesmo), ou não se deu por conta de como repercurtiria a campanha do produto, muitos evitarão o uso do mesmo (eu evitaria), fazendo campanha inversa a pretendida, que era de aumentar as vendas.

Responder

Patty Kirsche

30/07/2012 - 10h04

E nem é só a apologia ao estupro, mas colocar “explicar pra ela porque virou de lado” como algo altamente excitante é lamentável…

Responder

    EU

    06/08/2012 - 15h16

    VC tem um blog e não sabe de eles copiaram esse texto??

    kkkkkkkkkkkkk

    mais alienada que os donos da maioria dos comentários.

Alexandre Felix

30/07/2012 - 09h52

A propaganda é bizonha! Horrorosa, de péssimo gosto!
É muito triste ver que em pleno século XXI há pessoas que banalizem uma monstruosidade dessas…apologia ao estupro, à violência contra a mulher.
Triste!

Responder

Rudá

30/07/2012 - 07h49

Carolina, vc nocauteou o Carlos.
Ele deve estar até agora buscando uma maneira inútil de te rebater.

Acho que o caso tem que sair apenas do CONAR. Isso é caso de Ministério Publico.
Apologia ao crime é crime? Ou não?

Abs
Rudá
Blog Observatório 74

Responder

Andre

30/07/2012 - 01h15

Concordo com a Lira que a propaganda claramente é machista e banaliza o estupro. Mas já a apologia fica por conta da interpretação da autora. Quem disse que queimar muitas calorias é melhor? Do ponto de vista biológico é até desvantajoso. E acredito que muitos podem ter feito a mesma interpretação da autora, já que a sociedade é tendencialmente um tanto anoréxica. De toda forma é uma publicidade de muito mau gosto, mas o fato é que não irá ser penalizada por agencias de regulamentação por apologia. Nos consumidores podemos puni-lá.
p.s. Também não gosto do Rafinha bastos

Responder

Juliano

30/07/2012 - 00h10

Pega-se duas frases de um propaganda, retira-se o contexto no qual elas estão inseridas e lança para o bando trolls do “politicamente correto” se regojizarem. Se as duas frases forem lidas isoladamente é claro que são entendidas como apologia ao estupro, mas basta ter um pingo de capacidade de interpretação de texto para compreender que as ditas frases significam nada mais que as preliminares, jogos de charme e sensualidade (consensuais).

Responder

Gerson Carneiro

29/07/2012 - 20h33

Outra propaganda machista: “Desodorante AXE – use e acumule mulheres”.

http://www.youtube.com/watch?v=PizZfu7SQVg

Responder

    Willian

    30/07/2012 - 08h56

    Tem a do AVanço também: Você usa e elas avançam! Que absurdo, né?

mfs

29/07/2012 - 19h10

Não sou publicitário, piadista e nem mesmo recebi encomenda da empresa. Mas, bolas, se queriam fazer graça com um suposto obstáculo para o sexo, por que não puseram algo como “a possibilidade de os sogros chegarem na varanda a qualquer momento” ou então “a pressa para fazer antes que o intervalo da aula termine”?
A violência sugerida na publicidade realmente ficou muito ruim. O pior é que tudo isso pode ter sido malandragem da agência para conseguir publicidade expandida. Ou seja, obter benefícios com a mensagem de valor duvidosíssimo. Por isso mesmo, com maior razão ainda, a punição severa deve ser levada em conta.

Responder

Vlad

29/07/2012 - 18h37

Pense antes de comentar. Pensar não dói nada.

Responder

Amanda

29/07/2012 - 17h55

Lembrando que transar contra a vontade com seu próprio marido caracteriza-se estupro da mesma maneira!

Responder

Júlio De Bem

29/07/2012 - 16h30

Não sei quais são os mais idiotas: Os machistas ou as feministas.

Eu acho que até em ser mais imbecil ambos disputariam.

Responder

Carlos

29/07/2012 - 15h57

Que denúncia burra e que gente hipócrita… quando esse texto era veiculado como uma piadinha de revista, todo mundo replicava dando risada e se divertindo.. agora essa papagaiada..ah VÃO TOMAR NOS SEUS RESPECTIVOS CÚS HIPÓCRITAS!

Responder

    Tiago

    29/07/2012 - 16h47

    olha eu não sei você mas eu nunca repliquei essa piada porque nunca achei sexo não consensual divertido. porque, sabe, sexo não consensual é tecnicamente estupro e tal.

    Rafael

    29/07/2012 - 18h06

    perfeito

    é sempre assim, pessoas fora essas minorias olha e acha graça, essas minorias fazem todo esse drama

    lamentável

    ORLY

    29/07/2012 - 18h22

    Então, se eu entendi corretamente, se alguém tirar suas calças e penetrar teu ânus sem o teu consentimento é ~resistência de mentira~? OK then…

    Carlos

    31/07/2012 - 01h26

    Não, é ficção… (ow meu saco..)

Marianne

29/07/2012 - 15h14

Já que os rapazes acham tão engraçado, deveríamos sugerir à empresa que altere a propaganda, referindo-se a queima de calorias referente ao sexo sem consentimento, mas entre homens. As feministas ficariam satisfeiras e os rapazes também.

Responder

    Carolina

    29/07/2012 - 21h07

    As feministas ficariam satisfeitas? Quem são essas “feministas” com quem vc convive?

Roberto Locatelli

29/07/2012 - 15h12

Inacreditável! Os caras fazem apologia ao estupro, na cara dura!!

Responder

Yacov

29/07/2012 - 15h04

Esse merchand é a cara do RAFINHA BOSTAS, digo, BASTOS. Não tem graça nenhuma… Só faltou colocar na singela tabela: calorias gastas com ‘sexo não consentido’ com a mulher grávida, tanto. Se acertar o fiote do bebê, mais tanto. PELAMOR… Perderam totalmente a noção.

“O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glObo é um braZil para TOLOS”

Responder

Antonio

29/07/2012 - 15h02

Daqui há pouco ninguém vai poder conversar de sexo em público que será apologia ao estupro. Menos, galera, menos!

Responder

    Roberto Locatelli

    29/07/2012 - 22h01

    De duas uma: ou você não leu o que está escrito nessa propaganda, ou voce é fã do Rafinha Bastos.

    Lu Witovisk

    30/07/2012 - 07h17

    Menos vc Antonio. Sexo não consentido não é sexo, é crime. Se vc gosta, bom, deixa eu te avisar: vc precisa de psiquiatra.

    lia vinhas

    30/07/2012 - 11h38

    “Daqui há pouco” ou “Daqui a pouco”? Primeiro, recomendo ao senhor Antonio que aprenda pelo menos o pçortugiuês básico para aparecer em público, segundo, acho a propaganada toda uma lixo, reflexo da banalização do sexo e do secular desrespeito a figura da mulhar, sempre considerada a parte inferior da relação, uma simples escrava do sexo, seja ela companheira eventual ou permanente do macho. Toda essa exacerbação das relações entre parceiros seja na mídia, na TV ou em outros veículos de “informação?” é apenas uma das armas para desviar a atenção das pessoas para o que acontece a sua volta, é a permanente investida do capitalismo para dominar os incautos, despolitizados, que são milhões no mundo, infelizmente. Nesse ponto, os animais são bem mais coerentes do que grande parte dos seres humanos. Denunciarei também essa calhordice toda!

Tiago

29/07/2012 - 14h55

amigos piadistas dos comentários acima eu não sei de que pedaço vocês são mas no código penal do meu país sexo sem consentimento é violação (também conhecido como estupro). algo que não se aplica apenas às mulheres, diga-se.

Responder

Leider Lincoln

29/07/2012 - 14h48

“Falta de humor [ou de amor, ou seja, mal-amada]”. ‘Delírio’ da AUTORA que ‘banaliza o estupro’. Aonde eu vomito? Azenha, não haveria um jeito de aceitar apenas postagens cujos autores pudessem ser identificados não? Eu gostaria muitíssimo de saber se, caso estes indivíduos pudessem ser identificados, coisas deste tipo seriam vomitadas em nós…

Responder

    Roberto Locatelli

    29/07/2012 - 22h35

    Pois é, Leider, eu também me pergunto se comentário de anônimo deveria ser publicado ou não. Correndo o risco de ser chamado de “policialesco”, estou começando a achar que só comentário de autor perfeitamente identificado deveria ser aceito.

    Lu Witovisk

    30/07/2012 - 07h15

    Apoiado Leider.

Adrina

29/07/2012 - 14h48

E é só homem que acha uma merda dessas engraçada.

Responder

    Lu Witovisk

    30/07/2012 - 07h19

    Diga-se só homem TOSCO, tosquíssimo.

Carlos

29/07/2012 - 14h13

Vixi! Feministas brasileiras estão ficando tão ou mais obtusas que as americanas! Até parece que nunca fizeram sexo com os namorados ou maridos criando uma ‘resistência de mentira’, durante as preliminares, pra provocar. Esse ‘delírio’ publicado pela autora, e não a propaganda da Prudence, é um exemplo de atitude equivocada do movimento feminista, em geral, e brasileiro, em particular. Ela, a autora do post, banaliza o significado de algo tão hediondo quanto o estupro, ao afirmar que a propaganda faz apologia a essa prática: é uma ofensa às suas vítimas, bem como aos parentes e amigos dessas vítimas. Na melhor das hipóteses, esse post da autora denota uma enorme ignorância sobre o tema; na pior, talvez, má fé e patrulhamento sobre o politicamente correto; com certeza, muita falta de humor (e de amor também).

Curioso que, seguindo a linha da propaganda como foi interpretada pela autora do post, todo “estuprador que se preze” vai “tentar encontrar o ponto G da parceira” ou “ficar na cama abraçadinho” — pontos descaradamente ignorados pela infeliz autora.

Como se diz pelas bandas de cá da razão: “hipocrisia é mato”!

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    Willian

    29/07/2012 - 14h39

    Piada agora precisa de bula.

    Pedro

    29/07/2012 - 14h51

    Ignorante é você que nem sequer sabe o significado da palavra consentimento. Pense antes de escrever tamanho impropério: se é uma “resistência de brincadeirinha” obviamente não se trata de algo não consentido. Sexo não consentido é estupro! Queria ver vc achar graça de alguém tirar a sua roupa e te penetrar sem seu consentimento.

    Jair Fonseca

    29/07/2012 - 16h11

    No dos outros (e das outras) é refresco?

    Carolina

    29/07/2012 - 22h02

    Carlos, seu comentário é o mais condescendente e mal-intencionado que já vi. Condescendente porque vem carregado de “dicas” sobre coisas que não são da sua alçada. Não cabe a você determinar quais atitudes o movimento feminista deveria ter, se você não faz parte dele. Você não sabe melhor que uma mulher do que ela precisa, e você não é mais qualificado que uma mulher para saber o que ela deveria reivindicar.

    O comentário é mal-intencionado porque você tenta convencer o leitor de que a autora é quem banaliza o estupro, e não a Prudence e você, usando um artifício desonesto, que é inverter a situação e acusar a autora de ofender as “verdadeiras” vítimas de estupro. Tirar a roupa de uma mulher sem o consentimento dela É estupro. Uma ofensa às vítimas é dizer que a propaganda não faz apologia ao crime. Eu tenho certeza de que esse tipo de argumentação malandra convence muita gente, mas eu vejo claramente sua má-fé. Você não vê problema na propaganda, mas não quer que te vejam como um machista que aprova o estupro. Então, pinta quem denuncia a propaganda como insensível.

    Aí você diz que a autora descaradamente ignorou alguns pontos da propaganda. Essa parte me deixou confusa, porque, pela forma como você escreve, não parece ter problemas de comunicação (o que inclui interpretação de texto). Talvez até seja burrice, mas eu aposto mais uma vez na má-fé. Os pontos que você mencionou foram ignorados porque não fazem apologia ao estupro. Simples assim. Seu raciocínio “seguindo a linha da propaganda como foi interpretada pela autora do post, todo “estuprador que se preze” vai “tentar encontrar o ponto G da parceira” ou “ficar na cama abraçadinho”” não faz o menor sentido. Na propaganda, os itens são claramente independentes, e eu duvido que você não tenha percebido isso. Tenho certeza de que mais uma vez você optou por utilizar um artifício desonesto para convencer pessoas intelectualmente menos privilegiadas.

    Aí você fecha com chave de ouro, apelando para o clichê da hipocria. Taí uma palavra que me dá vergonha alheia. Todo mundo usa a torto e a direito, sem saber bem o que significa, só pelo efeito que dá.

    Lu Witovisk

    30/07/2012 - 07h08

    Nossa, nessa vc se superou, resistencia de mentirinha… o “de mentirinha” fica por conta da SUA mente obtusa, não ter força fisica para resistir ate o fim não quer dizer que a mulher esteja brincando.

    Patty Kirsche

    30/07/2012 - 10h07

    Nada a ver, Carlos. Brincadeirinhas sexuais são consentidas. A propaganda usa a palavra “consentimento”. Se se trata de brincadeiras, teria que explicitar.

    É muito fácil ridicularizar o feminismo quando reivindicamos direitos que você sempre teve. Você não sabe o que é ser tratado como um ser inferior simplesmente pelo seu gênero.

    Jaqueline

    30/07/2012 - 13h43

    Vamos começar com as definições: “Consentimento” é diferente de “resistência de mentirinha”.

    Lembre-se que estupro pode ser realizado contra homens e tente imaginar algum homem mais forte que você tentando te penetrar com uma prudence.

    Você deve ser um daqueles caras que mexe com mulher na rua e confunde cara de nojo com desejo e fica se achando o máximo coçando o saco quando elas passam.

    Sobre os outros pontos que eu desejava comentar, lê de novo o post das outras meninas.

    augusto2

    30/07/2012 - 16h58

    Ninguem discorda que pra encantar nadjas vc precisa de muita técnica na flauta mas lembra daquele comercial (TV)asqueroso com uma generala brutalesca dando ordens que fez um sucesso danado entre as feminologistas da praça?
    Não rendeu nem um mísero CONAR daquela vez.
    Sem pretender analogia alguma, acho tambem uma violencia voce me obrigar ou ‘obrigar’ a usar a camisa sem meu consentimento. E com prudence pior ainda. Direito meu, pronto.

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