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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Mariel: PSDB e direita demonstraram atraso, ignorância e preconceito

17 de dezembro de 2014 às 18h57

Da Coluna do Ricardo Setti (vídeo acima), em Veja, que titulou:Vídeo para refrescar a memória: A profunda ternura de Dilma pela ditadura de Cuba

Do senador Aécio Neves, durante a campanha eleitoral, fazendo coro com as denúncias da extrema-direita: “O seu governo optou por financiar a construção de um porto em Cuba, gastando R$ 2 bilhões do dinheiro brasileiro, enquanto os nossos portos estão aí esperando”.

Do blog do Reinaldo Azevedo:

Captura de Tela 2014-12-17 às 18.21.50

Dos deputados Fernando Francischini (Solidariedade-PR) e Rubens Bueno (PPS-PR): O líder oposicionista [Bueno] entende que só se pode presumir a existência de irregularidades no empréstimo para o porto cubano e beneficiar as campanhas eleitorais dos aliados do governo de Dilma Rousseff. “São negócios escusos para arrecadar dinheiro para azeitar a máquina do PT”, acusou. Francischini concorda com ele. “Não é possível ter investimento fora do país, sem interesse nacional e com falta de transparência envolvendo dinheiro público, com juros subsidiados, com investimentos do Tesouro”, criticou. A explicação se houve escolha com critérios técnicos [da Odebrecht] para a construção do porto é escondida, na opinião dele, porque não existiram esses tipos de parâmetros. “Não tem critério. O critério é quem doa mais para a campanha do PT”, disparou.

Do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), em entrevista ao Canal Rural: “Esse caso do porto é de estarrecer”, denunciando empréstimos do BNDES a outros paises e afirmando que no caso de Mariel a geração de empregos seria “lá em Cuba”.

Nota oficial do PSDB a respeito: “Os brasileiros acompanham, indignados, mais um périplo da presidente Dilma ao redor do mundo. Especial indignação causa saber que dinheiro dos brasileiros foi empregado para erguer um moderno porto em Cuba. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) financiou mais de 70% de um empreendimento de quase R$ 1 bilhão em Mariel, nas proximidades de Havana”.

Rodrigo Constantino, em seu blog: “O governo Dilma fez sua escolha: o porto cubano é mais importante do que nossa própria infraestrutura. Continuaremos convivendo com enormes filas para escoar nossa produção, com um custo elevado de logística afetando a produtividade da nossa economia. Mas Fidel e Raúl, a dupla de tiranos assassinos, terão um porto novo em folha graças aos recursos brasileiros, para exportar sabe-se lá o quê”.

2011. Crédito: COI/Divulgação .Obras no Porto de Mariel, a 43km de Havana (Cuba).

Do Viomundo (trechos):

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, desconstruiu nesta terça-feira (27) durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, vários argumentos de cunho eleitoreiro da oposição acerca do financiamento, pelo banco, de serviços brasileiros de engenharia para a realização de obras em outros países. Primeiramente, conforme explicou por meio de esquema gráfico, o BNDES não repassa dinheiro a governo algum onde a obra será realizada. Os recursos financiam, em moeda nacional, as empresas brasileiras que ganharam a licitação da obra no país estrangeiro. Essa informação, por si só, já desmonta o principal argumento da oposição, segundo o qual o governo brasileiro estaria deixando de investir no Brasil para “doar” ou “mandar” dinheiro para Cuba.

Coutinho mostrou que, antes de tudo, trata-se de um procedimento que gera empregos no Brasil e movimenta uma vasta cadeia produtiva nacional de bens e serviços, envolvendo também uma infinidade de outras pequenas empresas brasileiras que se beneficiam com a transação. O presidente do BNDES explicou ainda que, como pagamento do dinheiro repassado àquelas companhias nacionais que ganharam a licitação, o país onde será construída a obra paga em dólar ao Brasil. Ainda, segundo Coutinho, as linhas de crédito para apoiar serviços de engenharia no exterior são um mercado “concorridíssimo” e são praticadas por todos os países que têm bancos de fomento. Disse também que a modalidade praticada pelo Brasil ainda é “conservadora” se comparada às dos países desenvolvidos e da China. “Eles financiam, inclusive, gastos locais”, informou.

O dirigente mostrou dados que revelam o grau de investimento de outras nações em obras de engenharia fora de seus territórios. A China desembolsou entre 2008 e 2012 um total de US$ 45,2 bilhões; os Estados Unidos, 18,6 bilhões; a Alemanha, US$ 15,6; e a França, US$ 14,6 bilhões. No mesmo período, o Brasil financiou US$ 2,24 bilhões, ocupando a oitava colocação na tabela apresentada, atrás ainda da Índia, do Japão e do Reino Unido.

Da CartaCapital (trechos):

O porto de Mariel é um colosso. Ele é considerado tão sofisticado quanto os maiores terminais do Caribe, os de Kingston (Jamaica) e de Freeport (Bahamas), e terá capacidade para receber navios de carga do tipo Post-Panamax, que vão transitar pelo Canal do Panamá quando a ampliação deste estiver completa, no ano que vem. A obra, erguida pela Odebrecht em parceria com a cubana Quality, custou 957 milhões de dólares, sendo 682 milhões de dólares financiados pelo BNDES. Em contrapartida, 802 milhões de dólares investidos na obra foram gastos no Brasil, na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros. Pelos cálculos da Odebrecht, este valor gerou 156 mil empregos diretos, indiretos e induzidos no País.

A obra “se pagou”, mas o interesse do Brasil vai além disso. Há quatro aspectos importantes a serem analisados.

O primeiro foi exposto por Dilma no discurso feito em Cuba. O Brasil quer, afirmou ela, se tornar “parceiro econômico de primeira ordem” de Cuba. As exportações brasileiras para a ilha quadruplicaram na última década, chegando a 450 milhões de dólares, alçando o Brasil ao terceiro lugar na lista de parceiros da ilha (atrás de Venezuela e China). A tendência é de alta se a população de Cuba (de 11 milhões de pessoas), hoje alijada da economia internacional, for considerada um mercado em potencial para empresas brasileiras.

Esse mercado só será efetivado, entretanto, se a economia cubana deixar de funcionar em seu modo rudimentar atual. Como afirmou o subsecretário-geral da América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antonio José Ferreira Simões, o modelo econômico de Cuba precisa “de uma atualização”. O porto de Mariel é essencial para isso, pois será acompanhado de uma Zona Especial de Desenvolvimento Econômico criada nos moldes das existentes na China. Ali, ao contrário do que ocorre no resto do país, as empresas poderão ter capital 100% estrangeiro. Dono de uma relação favorável com Cuba, o Itamaraty está buscando, assim, completar uma de suas funções primordiais: mercado para as empresas brasileiras. Não é à toa, portanto, que o Brasil abriu uma nova linha de crédito, de 290 milhões de dólares, para a implantação desta Zona Especial em Mariel.

Aqui entra o terceiro ponto, a localização de Mariel. O porto está a menos de 150 quilômetros do maior mercado do mundo, o dos Estados Unidos. Ainda está em vigor o embargo norte-americano a Cuba, mas ele é insustentável a longo prazo. “O embargo não vai durar para sempre e, quando cair, Cuba será estratégica para as companhias brasileiras por conta de sua posição geográfica”, disse à Reuters uma fonte anônima do governo brasileiro. Tendo em conta que a população cubana ainda consistirá em mão de obra barata para as empresas ali instaladas, fica completo o potencial comercial de Mariel.

Leia também:

Patrícia Campos Mello: O golaço do Brasil em Mariel

 

43 Comentários escrever comentário »

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João Filho

31/12/2014 - 16h40

O Porto de Mariel só faz sentido se, de fato, entrar em operação a zona industrial de processamento de exportações. Trata-se de uma tradição ao trabalhador brasileiro,pois vai roubar-lhe empregos de forma desleal, com trabalhadores cubanos escravizados, pagos pelo governo cubano com salários vis!

Responder

Luiz

23/12/2014 - 15h38

É praticamente impossível manter qualquer argumento lógico que justifique o financiamento com o dinheiro público de uma obra deste porte em um outro país. A não ser por pena, a construção do porto não fez nenhum sentido. A menos que tenha havido algum outro interesse escuso na contratação de uma empreiteira que está supostamente envolvida em escandalos de corrupção.

Responder

leo

19/12/2014 - 13h04

Com Mariel, o Governo atual mirou no que viu e acertou no que não viu. E o rolo compressor econômico dos EUA vai passar por Cuba. Alguém tem cacife para entrar nessa disputa contra os estadunidenses?

Responder

José C. Filho

19/12/2014 - 09h42

Até o governo yankee vai lucrar com o porto de Mariel. O que pensam a direita raivosa e o PIG tupiniquim sobre o restabelecimento das relações diplomáticas Cuba/EUA.? – Obama virou comunista e bolivarizou.

Responder

    Carlos Cintra

    19/12/2014 - 11h54

    Vocês perderam o discurso e foram pegos de calça curta.

    Coitado do Maduro, não?

FrancoAtirador

18/12/2014 - 22h54

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MANADA DE MUARES FASCISTAS

JÁ PERDEU O TERCEIRO TURNO.

AGORA SE PREPARA PRO QUARTO.

BRASÍLIA (Reuters) – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, disse nesta quinta-feira que a eleição presidencial deste ano é “página virada” para a Justiça Eleitoral e que “não há espaço para um terceiro turno”.

“As eleições de 2014, concluídas no dia 26 de outubro deste ano,
para o Poder Judiciário Eleitoral é uma página virada”,
disse Toffoli em discurso durante a cerimônia de diplomação de Dilma.

“Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral”, garantiu Toffoli.

“Que os especuladores se calem.
Já conversei com a Corte e é essa a posição, inclusive,
do nosso corregedor-geral eleitoral, com quem conversei,
e de toda a composição.
Não há espaço, repito, para terceiro turno
que possa vir a cassar o voto destes 54.501.118 eleitores”,
acrescentou Toffoli, referindo-se ao número de votos
dados a Dilma no segundo turno.

(http://br.reuters.com/article/newsOne/idBRKBN0JW2QI20141218)
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Responder

Elton

18/12/2014 - 21h27

Na visão do PSDB o aeroporto de Claudio é mais importante do que o porto de Cuba!

Responder

    Regina Braga

    26/12/2014 - 14h53

    Muito mais mesmo…kkkkkkkkkkk.Direita continua cega mesmo com olho operado!

Paulinho

18/12/2014 - 17h31

Outra coisa, nossas exportações para os EUA não passam por Cuba.

Não entendo como um porto construido por nós seja entregue a uma empresa se Cingapura possa nos ter alguma utilidade.

Responder

Paulinho

18/12/2014 - 17h29

O porto de Mariel foi entregue a uma empresa de Cingapura.

Em que esse porto ajuda o Brasil?

Nós apenas construimos a fundo perdido – segundo o próprio governo – e nada mais.

Responder

Edgar Rocha

18/12/2014 - 16h46

imprensa PIG cada vez mais desacreditada… Já estou sentido cheiro de bacon, ou melhor, toicinho defumado, como dizem em bom português.
Ainda estou tentando entender este bota-fora do Obama, em fim de gestão. Primeiro, o apoio à regularização de imigrantes ilegais, depois encostou a CIA na parede com a questão da tortura, agora, reaproximação com Cuba. Tudo isto, com o Parlamento atuando em massa contra ele, com previsão de piora pro ano que vem.
Das duas, uma: o isolamento interno de Obama por parte tanto de democratas e republicanos o força a ir pro ataque e garantir sua imagem no fim do mandato. Ou, Obama não é tão santo assim e estas atitudes são só uma compensação pra atos absolutamente questionáveis do ponto de vista ético, que serão apoiadas por ele na política internacional e na política interna. Como dizem no truco, é caixa ou é caixão.

Pra não queimar a língua, não vou soltar fogos nem descer a lenha. Vou esperar um pouco. As coisas estão esquisitas demais pra se tirar alguma conclusão.

Responder

Eduardo Lima

18/12/2014 - 15h06

O que mais precisa de reforma neste país, depois da mídia, é a “justiça”. É preciso reduzir o número de recursos, acelerar os processos judiciais, eliminar as manobras jurídicas, confinar os juízes a seus papéis, restringir sua ação aos autos. Juízes, promotores e procuradores devem ser punidos severamente se atuarem de forma seletiva, atrasarem ou impedirem investigações. Toda essa sensação de impunidade, discriminação e seletividade que emanam da “justiça” brasileira atinge em cheio a Classe C e mudar isso é um dos passos que mais vai garantir a reconquista dessa parcela da população pelo governo. É sobre isso a nossa reflexão desta semana no link abaixo.

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR6.html

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SILOÉ-RJ

18/12/2014 - 13h46

Nem o PAPA nem o CANADÁ. Quem deu o 1º passo para essa distensão, foi o BRASIL, através da visão política e estratégica de LULA/DILMA.que mesmo com a oposição ignorante nos seus calcanhares bancaram esse grandioso projeto.
Isso agora faz com que vários países, incluindo os EUA, diante dessa grande sacada se questione:
Porque não eu???

Responder

    leo

    19/12/2014 - 13h17

    Ignorância é quem acha algum pensamento geopolítico nas cabeças de Lula e Dilma! Por favor! O Lula ainda deve achar que o relacionamento entre Cuba e Brasil é uma relação Norte-Sul. Só rindo!

FrancoAtirador

18/12/2014 - 13h11

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As dificuldades de uma Mídia Cucaracha

Em países com imprensa desenvolvida,
os jornais ajudariam a discutir os aspectos
da estratégia diplomática, as perdas e ganhos
de cada opção no campo internacional e comercial.

Por Luís Nassif, no GGN

Não há nada de mais “cucaracho” no Brasil do que os grupos de mídia.

Espelham-se nas técnicas, no aspecto gráfico dos países desenvolvidos,
mas reproduzem, em todo seu subdesenvolvimento,
seus congêneres sul-americanos, especialmente os venezuelanos.

Nasceram para ser Hearst (*), não Pullitzer.

Quando um país alcança determinada posição internacional, a diplomacia e a geopolítica tornam-se peças intrínsecas no seu planejamento estratégico.
E o chamado jornalismo de opinião participa com discussões aprofundadas da elaboração e refinamento das estratégias.
[…]
A lógica da diplomacia comercial é fria e objetiva.
Críticas e apoio devem levar em conta essa dimensão
e não essa bobagem de considerar que apoio a determinados países signifique que endosse a todas suas práticas.

Um país estabelece afinidades diplomáticas com outros.

O passo seguinte é transformar a afinidade
em relações comerciais e estratégias geopolíticas.
É quando a mera afinidade começa a render frutos.
O peso de um país, na diplomacia internacional,
é diretamente proporcional ao número de países
que consegue influenciar.

Nos últimos anos, o governo Dilma abandonou [aparentemente] a ofensiva diplomática.
Mas o Brasil já havia conseguido estender sua influência sobre a América Latina, África e Oriente Médio e com bons frutos comerciais.

A Venezuela tornou-se a maior compradora de produtos brasileiros, aumentaram as exportações para o Oriente Médio e empreiteiras e agronegócio brasileiros começaram a entrar na África.

Em países com imprensa desenvolvida,
os jornais ajudariam a discutir os aspectos
da estratégia diplomática, as perdas e ganhos
de cada opção no campo internacional e comercial.

Essa estratégia ficou congelada.
Da parte do governo Dilma, pela [aparente] indiferença em relação ao tema;
do lado da mídia, para poder explorar até o último limite o padrão Murdok
de produto jornalístico..

A lógica dos grupos de mídia é eminentemente comercial.
Vale para a chamada imprensa sensacionalista
e vale para o jornalismo de opinião.

Ao contrário de países desenvolvidos,
eles não se sentem co-partícipes
na construção de políticas públicas.

Cada tema é analisado como “produto” comercial para entrega imediata.

Embrulham o tema em retórica de fácil aceitação para seu público.

Se o público engoliu a história da “bolivarização”
que lhes seja entregue o produto,
da mesma maneira que jornais sensacionalistas
entregam mulheres peladas na capa.

Foi assim com a estratégia brasileira para Cuba.

Desde o início, o objetivo foi explicitado:
conquistar espaço na reconstrução da economia cubana,
assim que o embargo econômico fosse levantado.

Agora, saúda-se o tirocínio brasileiro.

O efeito-manada ordena que seja louvado por alguns dias.
Depois, toca a retomar o tema da bolivarização novamente.

(*) http://www.mariosousa.se/MentirassobreahistoriadaUniaoSovietica.html

http://jornalggn.com.br/noticia/o-embargo-de-cuba-e-as-dificuldades-de-uma-midia-cucaracha

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

18/12/2014 - 12h53

Parabéns ao heroico povo cubano!

https://www.facebook.com/lafaiete.spinola.3

Responder

    Zanchetta

    19/12/2014 - 16h24

    Parabéns mesmo! Aguentar aqueles tiranos por 50 anos não é pra qualquer um… Mas, logo, logo, vem uma Comissão da Verdade por lá… vão desenterrar o Fulgêncio Batista para ver se ele não foi envenenado, etc…

Tomudjin

18/12/2014 - 11h35

Que tal uma “Norte-Sul” cortando toda a América Latina?

http://blog.planalto.gov.br/ao-vivo-inauguracao-da-ferrovia-norte-sul-trecho-anapolis-palmas/

Responder

José Souza

18/12/2014 - 09h54

A turma de rola-bosta da direita deve estar tomando calmante e tentando achar um site onde possam pedir o impeachment de Obama. Quando Raul Castro e Obama desligaram o telefone foi a ultrapassada direita brasileira quem perdeu mais um discurso.

Responder

    Sta. Catarina

    19/12/2014 - 11h14

    Daqui a pouco eles irão abrir uma petição no Avaaz pedindo o impeachment do Obama.

    A direita está inconsolável. Precisa relaxar um pouquinho. Vá surfar, direita!

Fabio Silva

18/12/2014 - 09h48

Direita – Ignorância – Preconceito – Ódio

Esse é o mistério da política. Eles são quatro. Mas são um só.

Responder

O Mar da Silva

18/12/2014 - 08h56

A visão da oposição nacional é do colonizador-explorador. E parte da população segue esses sem buscar outras fontes de informação. O interesse do país que se lixe para esses coxinhas. Mas ainda bem, o Brasil ainda conta com um mínimo de coragem e visão de futuro capaz de empreitadas como essa do Porto em Cuba.

Responder

Objete

18/12/2014 - 06h42

Os fatos estão aí pra comprovar o acerto das posições da ilha. Novos tempos virão pra confirmar as perspectivas da Dilma. O Brasil foi bem incluído nesse contexto.

Responder

abolicionista

18/12/2014 - 02h39

Nossa direita padece de indigência mental. Não temos uma direita capitalista, temos uma direita escravocrata, a direita brasileira chama medidas liberais de comunismo. Vide os comentários de gente como o tal Lukas e outros netiotas pagos pelo pig…

Responder

    Daniel

    18/12/2014 - 08h19

    A nossa “elite” está travada na Idade Média. Eles acham que têm títulos de nobreza e que os “vassalos” (nós, povão) lhes devemos obediência absoluta e sem questionamentos. O Brasil neste ponto é um país amaldiçoado, porquê enquanto nos países ditos “desenvolvidos” essa corja foi eliminada em revoluções ou guerras civis aqui ela continua firme e forte atrasando o desenvolvimento social do país.

Roberto Locatelli

18/12/2014 - 00h52

Brasil e alguns outros países saíram na frente na relação econômica com Cuba. Agora Obama, pressionado pelo empresariado dos EUA, corre atrás do prejuízo.

Responder

    Julio Silveira

    18/12/2014 - 09h19

    É Locatelli, assim a direita tupinyanke acabará se sentindo orfã.

    Silvana Lopes

    18/12/2014 - 17h35

    O último bastião anti yanke no mundo caiu, e você ainda comemora???

    Flavio Duarte

    19/12/2014 - 15h45

    Coréia e Irã não caíram.
    Outra coisa: quem caiu foram os EUA, se renderam à têmpera cubana.

Mancini

17/12/2014 - 22h04

Deu mais cedo no Nassif e reproduzimos: O jeito Neves de controlar a mídia em Minas Gerais em http://refazenda2010.blogspot.com.br/; isso para as Montanhas e para o País é muito importante!

Responder

    Mancini

    17/12/2014 - 23h38

    Isso É MUITO importante… Desculpem! Acho que não tem ‘geito’…

Vlad

17/12/2014 - 21h12

Ah, bom.

E eu que pensei que fosse só mais um front para doar dinheiro do BNDES para a Odebrecht e, de quebra, umedecer a mão de uns e outros amigos do esquemão.

Ótemo, então.

Quando vier o “retorno” de tais magníficos investimentos, avisa lá o impoluto presidente Coutinho para começar a pagar os 300 bilhões que deve ao Tesouro Nacional.
E , de quebra, forneça os extratos bancários que o TCU está pedindo, pois caso não saiba, o BNDES é público, ao menos na teoria.

Responder

    El Cid

    18/12/2014 - 07h43

    Nesse momento tão difícil pra você, use e abuse:

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Mancini

17/12/2014 - 21h09

Menina e menino, colocar ra que diz que Cuba vendeu armas para o ‘imperador’ da CN é hilário, mas na verdade é trágico, pois muito tonto acredita! Não por aqui, é óbvio. Outro ponto: Não obstante a todo bombardeio negativo da VPm – Velha e Podre mídia, o jn, via ibope, mostraram agora que os índices da Presidenta ainda permanecem bons. Ainda bem!
http://refazenda2010.blogspot.com.br/

Responder

Marat

17/12/2014 - 20h56

Esses ignorantes do psdb e da direita em geral só gostam, mesmo, é de cair de 4 para o Tio Sam… Que prazer mais mórbido!!!

Responder

Euler

17/12/2014 - 20h39

Pois é, combatentes editores do Viomundo, mas nós temos que convir que o governo federal deu uma pequena grande ajuda à direita no seu natural esforço de desinformação. Êta governo que se comunica mal, não tem porta-voz para esclarecer os temas do cotidiano, não tem sequer a iniciativa de pagar uma nota de esclarecimento – inclusive nos blogs, por que não? Me ajuda aí, Dilma, e bota esse governo para funcionar na área da comunicação!

Responder

Julio Silveira

17/12/2014 - 20h22

A direita brasileira já deu demonstração que preferem derrubar o Brasil para manter suas prerrogativas intocadas. Não tem qualquer pudor de desvirtuar seus principios ideologicos baseados no capitalismo se isso significar abrir mão de seus hipocritas discursos de oposição, que pode chegar até ao cumulo de se oporem ao País, como acontece seguidamente para estarrecimento de do cidadão que percebe os avanços em sua cidadania. Inclusive nos aspectos que eles mais se baseiam, como a corrupção. São metamorfoses ambulantes.

Responder

FrancoAtirador

17/12/2014 - 20h09

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17.12.2014
DW.de (Deutsche Welle)
[Mídia Bolivariana da Alemanha]

Porto de Mariel indica que Brasil previa fim do isolamento cubano, dizem analistas
Para especialistas, megaprojeto em Cuba com financiamento do BNDES é sinal de que governo brasileiro apostava numa reaproximação entre Washington e Havana, antecipando-se a investidores americanos.

O polêmico projeto do Porto de Mariel, em Cuba, indica que o Brasil estava prevendo o fim do isolamento imposto pelos Estados Unidos à ilha comunista e o relaxamento do embargo econômico, afirmaram especialistas ouvidos pela DW Brasil no início deste ano.

Meses depois da inauguração da primeira parte do porto, o presidente Barack Obama anunciou a retomada das relações diplomáticas com Havana nesta quarta-feira (17/12) e disse que pretende ter um “debate honesto e sério” com o Congresso sobre as perspectivas de um total levantamento do embargo comercial que já dura mais de meio século.

“O Porto de Mariel é visto como uma maneira de se antecipar aos investidores americanos”, disse Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, na ocasião da inauguração do porto, em janeiro.

O megaprojeto contou com financiamento do BNDES, e a presidente brasileira, Dilma Rousseff, foi à Cuba para a abertura da primeira parte do empreendimento.

Segundo Stuenkel, já se tinha no Brasil a concepção de que numa Cuba pós-Castro a liberalização da economia prosseguirá mais rapidamente e poderia levar ao levantamento do embargo americano.

Para o professor, o modo como os EUA lidavam com Cuba era visto em toda a região como “nada construtivo”.

O Brasil se preparava para entrar no lugar da Venezuela como o principal parceiro do regime cubano, considerou.

“A Venezuela não consegue mais transferir, em longo prazo, ajuda de grande porte a Cuba, porque luta internamente com seus próprios problemas econômicos.”

A agência de investimentos alemã GTAI também já apostava há um bom tempo no relaxamento do embargo a Cuba.

Peter Buerstedde, especialista da agência, observou no início do ano que, como Raúl Castro quer permanecer na presidência apenas até 2018, existiam indicações de mudança em médio prazo nos rumos da ilha.

“O Porto de Mariel poderá se tornar um centro de logística no Caribe quando os EUA levantarem o embargo”, previu em declarações à DW Brasil.

Relações de longa data
Brasil e Cuba mantêm uma cooperação especial, que se tornou mais intensa nos últimos anos.
Enquanto médicos cubanos desembarcam em território brasileiro, a ilha caribenha recebe produtos agrícolas.
E agora ambos trabalham juntos no megaprojeto do Porto de Mariel.

Há muito tempo, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro busca fortalecer os laços políticos com Cuba.

“As relações Brasil e Cuba atravessam excelente momento.
Por trás da cooperação existe uma visão compartilhada”,
afirmou o Itamaraty à DW, na época da inauguração do porto.

“Nossos governos acreditam que não basta crescer;
é preciso promover o desenvolvimento social
e melhorar as condições de vida dos mais necessitados.”

O Brasil se vê como um dos motores do desenvolvimento, ainda que lento, da economia cubana.
Em discurso na ilha caribenha por ocasião da inauguração do porto, Dilma não escondeu o desejo de reforçar a cooperação com o governo de Raúl Castro e chamou o bloqueio econômico a Cuba de “injusto”.

“Laços profundos unem os nossos países, um sentimento de amizade aproxima nossas sociedades.
O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba”,
afirmou a presidente.

“Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico.
Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe. […]
O Brasil quer tornar-se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba.”

Investimentos estratégicos
Não é coincidência que o Porto de Mariel, maior projeto de infraestrutura em andamento em Cuba, esteja a cargo de uma empreiteira brasileira, a Odebrecht.

O financiamento da obra também tem o governo brasileiro por trás: o BNDES aprovou empréstimos de 682 milhões de dólares para financiar a construção, que tem custo total de 957 milhões de dólares.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram o crescimento da parceria comercial entre os dois países.

As exportações do Brasil para Cuba aumentaram de 80 milhões de dólares em 2003 para 568 milhões em 2012.

De janeiro a setembro de 2013, o valor das exportações já atingia cifra próxima a 515 milhões de dólares.

Desde 1998, o BNDES garantiu empréstimos no total de 703 milhões de dólares a empresas brasileiras que investem em Cuba.

Em 2013, Cuba foi o terceiro maior destino de financiamentos do banco para exportação de bens e serviços do Brasil.

Para especialistas ouvidos pela DW, não há dúvida:
os investimentos são estratégicos.

Data 17.12.2014
Autoria Astrid Prange (rc/lpf)

(http://dw.de/p/1E6Wp)
.
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MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO

EUA e Cuba vão reatar relações após meio século
Obama anuncia fim de uma “abordagem ultrapassada”
e um “novo capítulo” nas relações com o país vizinho.
Anúncio é precedido de uma troca de prisioneiros. (17.12.2014)

Cuba anuncia vantagens tributárias a investidores estrangeiros
Nova legislação deve ser aprovada sem emendas.
Ela substitui a de 1995, posterior à queda da URSS,
e complementa reformas de Raúl Castro em busca de atrair capital.
Grande investidor na ilha, Brasil deverá se beneficiar.
(27.03.2014)

Brasil reforça influência em Cuba
Megaprojeto no Porto de Mariel confirma crescente interesse
de elevar cooperação econômica com a ilha caribenha,
como deixou claro Dilma em Havana.
Para especialistas, governo brasileiro já mira eventual fim do embargo.
(27.01.2014)

Cuba realiza reformas, mas não planeja afetar estrutura socialista do país
País entra em fase decisiva de reformas estruturais.
Concessão de empresa açucareira à brasileira Odebrecht
marcou abertura do agronegócio no país,
mas especialistas divergem sobre uma real mudança de filosofia.
(02.01.2013)

(http://www.dw.de/porto-de-mariel-indica-que-brasil-previa-fim-do-isolamento-cubano-dizem-analistas/a-18138027)
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(http://www.dw.de/about-dw/who-we-are/s-3325)
.
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Responder

Fabio Passos

17/12/2014 - 20h04

Este é o PiG/psdb. Um amontoado de reacionários mal instruídos. Um mais burro que o outro.
Perdedores… levaram de quatro de Lula e Dilma.

O sucesso do porto em Cuba deixa esta direita ignorante com a fuça estatelada no chão.

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Nicodaniel

17/12/2014 - 19h52

Que a direita coloque fotos de outros portos dizendo que é Mariel eu entendo, mas não dá para entender esse blog cair nessa armadilha. Mariel tem apenas quatro guindastes. Eles são pintados de verde com a pontinha amarela. Essa foto não é de Mariel! Deve ter alguma foto verdadeira disponível nas agências. Se não acharem, mandem mensagem.

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    Conceição Lemes

    17/12/2014 - 20h43

    Nicodaniel, obrigadíssima pelo alerta. Já substituímos pela imagem correta. Infelizmente, a anterior também estava identificada como porto de Mariel. Valeu, mesmo. abs

FrancoAtirador

17/12/2014 - 19h47

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17/12/2014 às 15:05
VEJA.com USAID
Washington Post
The New York Times
Wall Street Journal

Blog do Reinaldo Azevedo

EUA e Cuba trocam prisioneiros
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17/12/2014 às 18:30
VEJA.com

Coluna do Ricardo Setti

Obama anunciou a normalização
das relações diplomáticas
com a ilha dos irmãos Castro.
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17/12/2014 15h07 – Atualizado 18h31
Globo.com‎

Obama e Raúl Castro anunciam
retomada das relações de Cuba e EUA
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17/12/2014 13h09 – Atualizado às 14h53
Folha de S.Paulo

EUA e Cuba retomam relações diplomáticas
após mais de 50 anos
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17/12/2014 às 15h16
Valor [Globo+Folha]
com Associated Press e Bloomberg

EUA e Cuba retomam relações após 53 anos de embargo
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Manada de Muares
do Tea Party braZil
vai à loucura!

17/12/2014 18:21
UOL/Folha

Blog do Josias de Souza

Obama colhe em Cuba
fruto que já apodreceu
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