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Bia Barbosa: Sem uma única crítica à operação, Jornal Nacional dedicou 85% do tempo a acusações contra Lula

05 de março de 2016 às 18h03

Captura de Tela 2016-03-05 às 18.02.19

Imprensa

Operação Aletheia e a nova aula global de manipulação midiática

Associação Judiciário-PF-mídia foi essencial para constranger ilegalmente Lula, enfraquecer o PT e o governo e fortalecer os protestos pró-impeachment

publicado 05/03/2016 09h40

Por Bia Barbosa*

Não é à toa que democracias consolidadas possuem mecanismos de regulação do setor de comunicações para garantir o que os padrões internacionais definem como “discurso pluralista e democrático”. Quem preza pelo Estado de Direito sabe que uma esfera pública midiática dominada por uma única empresa e que um jornalismo que não respeita o mínimo equilíbrio de vozes podem ser destrutivos para qualquer nação.

Nesta sexta-feira 4, em que o País parou para acompanhar o desfecho da operação da Polícia Federal que levou o ex-presidente Lula coercivamente para depor, o Brasil, uma vez mais, presenciou uma aula de manipulação da opinião pública pela Rede Globo.

Não precisamos recuperar aqui a história das Organizações Globo neste campo. Ela é bastante conhecida. Mas, em momentos de crise política como o que vivemos, em que princípios constitucionais são ameaçados diariamente, mostra-se fundamental jogar luz em como tem se dado o processo de “informação” e formação da opinião dos brasileiros.

Não se trata aqui de defender o ex-presidente Lula e o PT, tampouco de negar a importância que um fato como este deve ter para os meios de comunicação. Mas o que se espera de uma concessionária do serviço público de radiodifusão, num momento como este, é objetividade – até porque a “isenção e imparcialidade” que Bonner afirma a Globo ter, não existem.

O que se viu, entretanto, ao longo de uma hora e vinte minutos no principal telejornal do país, está muito distante disso.

Não precisamos entrar na análise do discurso das matérias veiculadas nesta sexta peloJornal Nacional, aquele que se arvora o papel de fazer a síntese do dia, “para que o cidadão esteja sempre bem informado”. Vamos aos fatos, como a Globo gosta, e deixar cada um tirar suas conclusões.

1 — Primeiro bloco do JN: 21 minutos de matérias, e nada mais que cinquenta segundos (25 vezes menos) com a posição da defesa. Na matéria de seis minutos e dez segundos sobre os pagamentos que o Instituto Lula e a LILS receberam por palestras feitas pelo ex-presidente, somente a PF falou.

2 — Segundo bloco: mais 15 minutos de matérias. Vinte segundos com a posição do ex-presidente e 20 com uma fala de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula.
A defesa dos empresários acusados de envolvimento nas obras do sítio de Atibaia foi lida pelos apresentadores na bancada, totalizando pouco mais de um minuto e meio.
Na matéria sobre o tríplex do Guarujá, sete segundos para citar a nota do Instituto Lula em 2 minutos e cinquenta segundos de reportagem.

3 — Quase quarenta minutos desde o início do JN tinham se passado quando foi ao ar aprimeira fala de Lula, na matéria sobre a declaração que ele fez à imprensa e à militância na sede do Diretório Nacional do PT. Lula teve voz por sete minutos e meio. Um minuto e quinze de Dilma criticando a operação vieram na sequência.
Rui Falcão, presidente do partido, teve direito a dezesseis segundos. Na matéria sobre as repercussões no Congresso, um minuto para a oposição e 30 segundos para o PT – e mais dois do repórter divulgando informações de como a direita pretende paralisar o Parlamento até o impeachment sair.

4 — Na matéria sobre os atos que aconteceram pelo País, o mesmo número de citações para os atos pró e contra Lula, independentemente da gritante diferença entre o número de pessoas que eles mobilizaram. Depois, mais um minuto só para mostrar as pessoas que, atendendo ao chamado da oposição, bateram panelas ou aplaudiram o início da transmissão do Jornal Nacional.

Do outro lado, mais de dois minutos mostrando militantes do PT hostilizando repórteres da Globo.

Durante a tarde, na GloboNews, a empresa já tinha batido várias vezes na tecla de que “o PT está inflando a militância para o confronto”, desconsiderando totalmente a legitimidade de quem está sendo atacado se defender também nas ruas.

Gerson Camarotti entrou pela internet do aeroporto de Congonhas para dizer: “O que estamos vendo em Congonhas é uma amostra do que o PT está deflagrando hoje”, numa absurda inversão dos fatos.

5 — O JN trouxe ainda uma matéria sobre “os destaques negativos” na imprensa internacional, por mais dois minutos. E informou que o mercado reagiu positivamente aos fatos, com alta na Bolsa de São Paulo e queda no valor dólar. Totalizando, foram 64 minutos de matérias acusando Lula e publicizado os argumentos e informações da PF, dos quais menos de 13 com o outro lado.

6 — Um dos principais assuntos em discussão ao longo do dia, a legalidade da condução coercitiva de Lula e de mais dez investigados, não mereceu a atenção do Jornal Nacional. Nem mesmo a opinião dos quatro especialistas em direito penal que foram chamados pela GloboNews ao longo do dia e que, de forma unânime, falaram que tal condução não tinha fundamento legal convenceram o JN.

Alguma menção à declaração contundente de dois ministros do STF que consideraram a ação da PF arbitrária? Nada. À Folha de S.Paulo, Marco Aurelio Melo disse que “o atropelamento não conduz a coisa alguma. Só gera incerteza jurídica para todos os cidadãos. Amanhã constroem um paredão na praça dos Três Poderes”. E criticou o argumento utilizado pelo juiz Sergio Moro para embasar a condução coercitiva de Lula: “Será que ele queria essa proteção? Eu acredito que na verdade esse argumento foi dado para justificar um ato de força (…) Isso implica em retrocesso, e não em avanço.”

Mas a Globo não achou importante ouvir o STF neste caso. Pelo contrário, colocou declarações da OAB e de associações de magistrados e procuradores que defenderam a ação da PF.

Para além da edição desta sexta do Jornal Nacional, a cobertura deste “dia histórico”, como afirmaram os comentaristas da Globo, contou com vários aspectos condenáveis. Um deles foi o discurso claro de que a economia só vai melhorar quando o governo mudar.

Outro, a acusação de que Lula está, “uma vez mais”, dividindo o país, fazendo um discurso de “perseguição e orquestração”. A comentarista política da Globo News, Cristiana Lobo, chegou a falar em “síndrome de perseguição”. Às 20h, o canal por assinatura da empresa fez um “resumo das declarações do dia”. Nenhuma foi crítica à operação.

Não é muito difícil, portanto, concordar com a definição de orquestração. Sobretudo quando se sabe que jornalistas de diferentes veículos tomaram conhecimento da operação Aletheia antes mesmo dos advogados dos acusados.

A associação Judiciário-Polícia Federal-meios de comunicação se mostrou essencial para os objetivos do dia serem alcançados: constranger ilegalmente o ex-presidente Lula, desmoralizar o PT, enfraquecer o governo e fortalecer os protestos pró-impeachment agendados para o dia 13 de março.

Não há coincidência nos acontecimentos do período recente. Da divulgação da delação de Delcídio aos vazamentos seletivos, passando pelo silenciamento da imprensa diante das denúncias de desvio dos recursos públicos pelo também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pela tentativa de censura contra os blogueiros que denunciaram o esquema da mansão dos Marinho em Paraty.

Reconhecer isso é forçoso, independentemente dos indícios apresentados pela PF contra Lula ou do que ficará efetivamente provado ao final das investigações.

Da mesma forma, é forçoso reconhecer que parte significativa desta crise é resultado direto da ausência de enfrentamento à vergonhosa concentração dos meios de comunicação no País, nos 13 anos de governo petista. Aqui, se está colhendo o que se deixou de plantar.

Mas quando as regras do jogo são rasgadas com tamanha facilidade; quando parcela das instituições que devem zelar pelo respeito às leis são guiadas por fatores políticos; quando a mídia nega o direito da população a uma informação plural, acusa e condena previamente; e quando se vê a maioria da população comprando esta narrativa e aplaudindo a espetacularização do justiçamento a todo custo, não é a biografia do Lula, os feitos de seu governo ou o projeto do PT que estão em risco. É a nossa democracia.

* Bia Barbosa é jornalista, especialista em direitos humanos e integrante da coordenação do Intervozes.

 

28 Comentários escrever comentário »

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Guilherme Soares Pinto

07/03/2016 - 17h19

E as 2 horas de transmissão ao vivo do discurso do Lula?
.
Não conta nessa “estatística”?

Responder

Lukas

06/03/2016 - 08h02

E mesmo com tudo que foi mostrado os “bucha de canhão” estão aqui defendendo o milionário?

E, pelo que parece, de graça.

Responder

josé

06/03/2016 - 07h29

Não nos esqueçamos de cobrar a investigação contra a lista de furnas do PSDB e de aécio. http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-nomes-e-valores-da-lista-de-furnas

Responder

Antônio

06/03/2016 - 03h51

O cinismo de um juiz maquiavélico

O “convite” do Dr. Moro: “Quer vir espontaneamente agora, Lula? Não. Mas vai, desgraçado!”

Por Fernando Brito · 05/03/2016, no Tijolaço

http://tijolaco.com.br/blog/o-convite-do-dr-moro-quer-vir-espontaneamente-agora-lula-nao-mas-vai-desgracado/comment-page-1/#comment-259893

Recebi o despacho do juiz Sérgio Moro sobre o pedido de condução coercitiva de Lula.

É um prodígio!

Funciona assim: ele defere “parcialmente” o mandado de condução coercitiva.

Como assim? Seria acaso conduzir um pedaço de Lula? Porque não é possível conduzir “parcialmente” uma pessoa e, claro o Dr. Moro logo explica o que é o “parcialmente”.

É assim: a PF chega lá na casa dele e pergunta: “quer vir conosco agora, já?”

Pelo mandado de Moro, se Lula disser: “Não, agora não, pode ser daqui a duas horas? Poxa, são seis da manhã, acabei de acordar”. Então a resposta, com o aval de Moro é: “não quer, mas vai, teje conduzido!”

Mude os personagens: o delegado para os meganhas: “vocês vão lá e tragam aquele fdp pra delegacia”. “E se ele não quiser vir, doutor”. “Ué, tragam assim mesmo”.

Inacreditável.

As desculpas de Moro sobre a “segurança” que queria garantir seriam todas elas desnecessárias se determinasse que, querendo, o ex-presidente depusesse em seu apartamento. Mesmo não sendo um triplex, não duvido que faltem três cadeiras e uma mesa para colocar um laptop.

Sérgio Moro produziu um despacho cínico, onde dá o que a sede de sangue da Força Tarefa do MP quer, mas diz: cuidado, rapazes, não deixem cair comida no chão e usem guardanapo.

Mas a “condução-não-quer-mas-vai” é seu maior prodígio.

“O senhor está convidado a depor nos próximos cinco minutos, caso contrário será conduzido sob vara”.

Não, Moro não se intimidou com a “reação popular” às seis e meia da manhã.

Isso faz parte das suas preocupações desde o início de tudo o que planejou.

Monta-se a matilha e ele surge de moderado.

Mordam, mas não estraçalhem.

Pior do que um fanático explícito, só um dissimulado.

Não há um pingo de verdade nas palavras de Moro quando diz que não há “antecipação de culpa”.

Lula é culpado muito antes de a Lava Jato começar.

Moro apenas baila o balé das formalidades.

Que os tolos se enganem.

Responder

Antônio

06/03/2016 - 03h45

O terrorismo midiático (Globo à frente) aterroriza muitos ministros da suprema corte

Trecho da matéria de Luis Nassif “a lava jato atravessou o rubicão”, com destaque para o último parágrafo desse trecho.

http://jornalggn.com.br/noticia/a-lava-jato-atravessou-o-rubicao

Peça 5 – Lula pagando para ver.
Ao reagir à Lava Jato e anunciar que percorrerá o país em campanha, Lula deu xeque, estreitando as jogadas de Moro.

Há duas possibilidades em jogo: ou a prisão de Lula ou o recuo da Lava Jato e operações correlatas. Não há meio termo, não há mais espaço para esse lusco-fusco de palavras amenas respaldando a perseguição.

E aí dependerá da chamada consciência jurídica do país, a capacidade das figuras referenciais ficarem acima do jogo político, do medo, dos interesses pessoais, analisarem os desdobramentos do próximo passo da Lava Jato e se posicionarem. E terem a hombridade de externalizar sua indignação. A história cobrará não apenas dos que insuflaram esses conflitos, mas dos que abriram mão da biografia e se eximiram de defender a democracia.

Nesses momentos de catarse, há um claro clima de intimidação.

Na semana passada estive no STF e me surpreendeu o clima de paranoia real e a inibição de um deles, figura referencial, devido a ataques baixos sofridos. Alguns juristas e Ministros do STF romperam a cortina do medo, mas são poucos.

Responder

Antônio

06/03/2016 - 03h22

O terrorismo midiático (Globo à frente) aterroriza muitos ministros da suprema corte

Trecho da matéria de Luis Nassif “a lava jato atravessou o rubicão”, com destaque para o último parágrafo desse trecho.

http://jornalggn.com.br/noticia/a-lava-jato-atravessou-o-rubicao

Peça 5 – Lula pagando para ver.

Ao reagir à Lava Jato e anunciar que percorrerá o país em campanha, Lula deu xeque, estreitando as jogadas de Moro.

Há duas possibilidades em jogo: ou a prisão de Lula ou o recuo da Lava Jato e operações correlatas. Não há meio termo, não há mais espaço para esse lusco-fusco de palavras amenas respaldando a perseguição.

E aí dependerá da chamada consciência jurídica do país, a capacidade das figuras referenciais ficarem acima do jogo político, do medo, dos interesses pessoais, analisarem os desdobramentos do próximo passo da Lava Jato e se posicionarem. E terem a hombridade de externalizar sua indignação. A história cobrará não apenas dos que insuflaram esses conflitos, mas dos que abriram mão da biografia e se eximiram de defender a democracia.

Nesses momentos de catarse, há um claro clima de intimidação.

Na semana passada estive no STF e me surpreendeu o clima de paranoia real e a inibição de um deles, figura referencial, devido a ataques baixos sofridos. Alguns juristas e Ministros do STF romperam a cortina do medo, mas são poucos.

Responder

Mariana

06/03/2016 - 03h04

http://www.nb4.org/nabuco/2016/03/06/lula-e-o-punho-cerrado/

Lula e o punho cerrado

Igor Gielow, na Folha:

Após o previsível “sacode”, Lula fez o que sabe melhor: envergou a armadura do oprimido por elites e partiu para o ataque, dobrando uma aposta cantada. Com direito a punho cerrado, imagem imortalizada pelos tresloucados comunistas alemães da década de 1920, aqueles cujo radicalismo ajudou a colocar os nazistas ao poder. Ah, e também dos mensaleiros condenados à prisão e afins.
O punho cerrado tem uma longa história e múltiplas interpretações possíveis. O gesto de Lula, portanto, pode ser relacionado a diversos momentos da história, mas Gielow listou apenas um — o qual, segundo ele, teria imortalizado a imagem.

Algumas questões:

1) Por que Gielow citou justamente esse momento da história? Parece até que ele o escolheu a dedo, unicamente a fim de estabelecer uma conexão negativa entre Lula e os “tresloucados comunistas alemães”.

2) Por que Gielow diz que a imagem foi “imortalizada” pelos comunistas alemães? Há algum tipo de consenso entre historiadores a respeito disso, ou é apenas uma conclusão rasa — em outras palavras, chute? O uso do punho cerrado pelo Partido Comunista da Alemanha foi indubitavelmente importante, mas afirmar que foi isso que imortalizou o gesto me parece no mínimo questionável.

As escolhas de Gielow ficam ainda mais estranhas quando consideramos que, em fevereiro de 2014, ele escreveu um texto contando um pouco da história do punho cerrado. Nele, o jornalista reconhecia não ser “fácil precisar historicamente a criação do gesto” e relatava diversos momentos em que a imagem foi utilizada.

Será que Gielow explicitaria essa relação do punho com os comunistas (que não eram apenas comunistas, mas “tresloucados”) — e só com eles — se o tema da coluna fosse Nelson Mandela ou o futebolista Sócrates? Ou seria mais um caso de dois pesos, duas medidas? Não quero comparar Lula a esses dois personagens, apenas lembrar que eles também usavam o gesto.

O bom jornalismo é, em geral, crítico ao poder. Mas é necessário tomar cuidado para que, no afã de ser crítico, não seja injusto ou desnecessariamente maldoso.

Responder

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 02h14

DENÚNCIA GRAVÍSSIMA – A segurança nacional está cada vez mais em risco iminente!

Eu resolvi vedar as narinas e colocar uma máscara, e fui zapear o esgoto da nazifascista revista ‘veja’ da Editora ‘Fechol’ da Marginal do DEMoTucano Geraldo Alckmin do MERENDÃO, DO TRENSALÃO e outras [mega]corrupções…
Não é que ao acessar o site do folhetim terrorista, eu me deparo com um anúncio publicitário criminoso!…

Bom, se a ABIN e o ministério da Justiça não tomar, IMEDIATAMENTE, as devidas providências Legais… Bom, aí, teremos que nos conformar: não existe mais executivo federal neste país em frangalhos…

https://tpc.googlesyndication.com/pagead/imgad?id=CICAgKDTt8jSzwEQARgBMgjb3Yd8eOFddA

Responder

Sérgio

06/03/2016 - 01h38

Recordando aqui quando a UNE em plena ditadura militar ¨pichou¨ em tudo que é muro e parede do País inteiro. Este espaço pode ser o nosso, já que nada será visto, não só na Globo, como nas outras emissoras de tv. Sobra muro e poste.
14 Bilhões da saúde do estado de Minas o sr Aécio deu sumiço!
Um helicóptero com 500 quilos do mais puro pó!
Furnas!
Muito dinheiro do BNDES liberados pelo sr FHC para a Globo!
Uma quadrilha manda no Rio de Janeiro há décadas.
Uma quadrilha tomou a câmara federal.
………
A Globo é o nosso maior câncer. Só lembrar um pouquinho da ditadura e das Diretas Já!

Responder

Sérgio Rodrigues

06/03/2016 - 01h11

Às ruas!…Abaixo dos golpistas….Fora Rede Globo!…

Responder

Julio Silveira

06/03/2016 - 00h14

A anos verificamos as manipulações Globais, a dissimulação para mimetizar com a cidadania e se fazer passar por gente do povo, mas a anos não conseguem mais enganar o que são. E nem vou citar o papel deseducador desse grupo para a consciência nacional. No plano político são golpistas, no plano econômico oportunistas, e no plano da cidadania são a mais completa inversão daquilo que se pode chamar de estímulos a brasilidade. São uma força, dissimulada, para enfraquecer o país. Difícil saber se são apenas instrumento de seus donos ou fazem parte de algum conluio enfraquecedor internacional.

Responder

Sérgio

05/03/2016 - 23h40

Não há mais nada a se discutir. Temos que ir para as ruas!!!

A rede Golpe tem que ser impedida de continuar manipulando as informações!!!

Tem que haver manifestações em frente ao MPF, STF, PF e MP e Judiciário de Curitiba (antro de Golpistas).

Responder

emerson57

05/03/2016 - 21h52

Acho que o golpe falhou.
Só uma coisa a lamentar: não será desta vez que verei a globobo queimar .

Responder

lulipe

05/03/2016 - 21h40

Não existe órgão de imprensa imparcial, a questão que aflige os petistas é que a Globo, SBT, Band, Record, Veja, Folha de SP, escolheram o outro lado, se estivessem escolhido o PT estariam aqui tecendo loas a todos. aceitem que dói menos e vamos deixar de mimimi!!!

Responder

Jair Fonseca

05/03/2016 - 21h17

A foto de Lula ao celular, acima, é de César Tralli, “por coincidência”, acho que foi a única foto de jornalista feita imediatamente após o interrogatório de Lula. Tralli, “por coincidência”, é o cara da Globo com contatos quentes na PF.

Responder

Machado

05/03/2016 - 21h10

Infelizmente, mas como sempre, o Brasil dos ricos declararam guerra contra o Brasil dos pobres. Vamos à luta.

Responder

Rubens

05/03/2016 - 20h18

Fora do post….
Documentário acerca de FURNAS está “bombando” na TVT…
Vejam lá…..

Responder

Marat

05/03/2016 - 19h57

Xi… descobriram… semana passada o Lula tomou um sorvete da Kibon e comeu churros… Aquele procurador com a cara lambida vai pedir enquadramento!

Responder

Marat

05/03/2016 - 19h55

Cadê a mão pesada da Justiça para FHC, Aécio, Serra, Beto Rixa, Demóstenes Torres, Carlinhos Cachoeira, Eduardo Azeredo et caterva?
Cadê a mão pesada da Justiça para os envolvidos no Escândalo HSBC?
Cadê a mão pesada da Justiça para os envolvidos no Escândalo do Trensalão?
Cadê a mão pesada da Justiça para os envolvidos no Escândalo do Merendão?
Cadê a mão pesada da Justiça para os golpistas que enfestam as redações?
Cadê a mão pesada da Justiça para os barões da mídia, que adoram grilar terrenos e ganhar isenções fiscais?
Cadê a mão pesada da Justiça para os empresários sonegadores?
Cadê a mão pesada da Justiça para os juristas corruptos e tendenciosos?
???
Ou para estes só vale a mão leve das confrarias?

Responder

Guevara

05/03/2016 - 19h48

Além da vinculação com as oligarquias, a desta causa principal isto deriva, todo o poder da Globo está em sua audiência, em declínio; seu poder é também sua forma de destruição, seu calcanhar de aquiles. Pensem, se menos pessoas assistirem à Globo, ou de alguma forma não se vincularem à segmentos de seu conglomerado, seu império ruíra qual uma castelo de cartas. O vento somos nós diante de seus abusos e de sua opressão, o sopro é nosso anseio de nos livrarmos deste fardo para nossa nação; que cada um faça sua pequena parte para juntos sermos um gigante. Boicote nacional ao grupo Globo já , que cada um encontre forças para a resistência, que cada uma faça sua pequena parte!Lutemos contra a opressão! Declare-se guerra contra a audiência da Globo! Publicizem seus abusos e façam todos saber que, quando se assiste a Globo, se está a fortalecendo.Força Dilma Rousseff, uma mulher latina-americana sempre se fortalece na luta. Sem audiência, a Globo não terá poder para oprimir!

Responder

    Lenita

    05/03/2016 - 23h08

    Eu concordo que todos devem boicotar a Rede Esgoto. Eu ja deixei pra la ha muitos anos. Existem tantas fontes de informacao, alem do que as pessoas ja estao se dando conta. Seria bom Dilma aproveitar o momento e bater de frente.

Dan

05/03/2016 - 19h11

Ontem, em busca de notícias, acabei parando na globonews. Nenhum dos comentadores, com exceção de um professor de direito, condenou a ilegalidade da “condução coercitiva” sem intimação. Em determinado momento, uma apresentadora chegou a dizer que já estava na hora de um EXPURGO (referindo-se tacitamente à presidenta Dilma e ao PT). Porém, assistir a globonews foi um acidente de percurso. Há muito que a globo não entra na minha casa. Dá nojo.

Responder

marcio ramos

05/03/2016 - 19h08

Só ocupando a Globo mesmo…

Responder

Paulo Henrique Tavares

05/03/2016 - 18h59

Até agora não entendi vocês. O que vocês esperavam das organizações criminosas Globo: que eles falassem a “verdade”? eles falam a verdade deles. Precisamos também criar canais para falar a nossa verdade, um destes canais é a rua. O resto é perda de tempo.

Responder

roberto

05/03/2016 - 18h47

Agora é pra valer:
Ou a DILMA, corta totalmente a verba publicitária da Globo.
Ou a Globo corta o governo.
Vamos ver se ela gosta REALMENTE do Lula e do Brasil.

Responder

Fabio Nogueira

05/03/2016 - 18h34

Talvez eu tenha pouca imaginação, mas não consigo pensar numa saída para o impasse. A situação, me parece, está em: ou Lula é preso em meio a mais algumas acusações, ou a Globo e outras indústrias de notícias terão que engolir algum tipo de lei de mídia.
A Globo, junto com parte do judiciário, talvez tenha feito apenas um primeiro ensaio, mas sabe que este ensaio significou o início de uma guerra com muitas batalhas. Ela trouxe o foco para si de forma mais contundente do que vinha fazendo até agora.
Minha preocupação é: vendo que começaram uma guerra em que vão perder, quais opções a Globo, oposição e outros incomodados terão? A eliminação física do “problema”? Apostariam que depois dá para segurar o tranco atrás das trincheiras feitas por generais que odeiam os “comunistas”, e esperariam por longos anos a poeira baixar?
A Globo não vai se entregar. Espero que hajam republicanos em número suficiente em todas as esferas do poder, porque vamos precisar deles.

Responder

Sidnei Brito

05/03/2016 - 18h19

Cristiana Lobo disse que Lula tem mania de perseguição?
Pois é, deve ser paranoia dele, né?
Assim como deve ser delírio alguém falar que a Globo abusa da concessão pública de que dispõe e que a grande mídia é altamente concentrada e oligopolizada.
Magina!

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