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Apoiado pelo PSDB e líder nas pesquisas, Greca fala sobre os pobres: “Eu vomitei por causa do cheiro”; veja vídeo

23 de setembro de 2016 às 11h24

Da Redação

O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, atualmente no PMN, lidera a corrida eleitoral à Prefeitura da cidade.

Na última pesquisa Ibope, ele tinha 45% das intenções de voto contra 16% do prefeito Gustavo Fruet (PDT), candidato à reeleição.

Para viabilizar a candidatura, Greca coligou-se com seis partidos, entre os quais, o PSDB do governador Beto Richa.

Nessa quinta-feira (22/09), em sabatina na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), ele falou sobre “os pobres”. Veja o vídeo acima.

Leia também:

Gaudêncio Frigotto: Reforma de Temer legaliza o apartheid social no Brasil 

 

15 Comentários escrever comentário »

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RONALD

30/09/2016 - 15h09

Pode ter certeza que esse Greca exala um odor fétido de suas entranhas corrompidas. Um fedor que nem o melhor perfume francês é capaz de esconder !!!!!

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FrancoAtirador

24/09/2016 - 08h20

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Esse Curitibano Cheiroso Deve Ser o Predilecto da Madame Cantanhêde.
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Responder

Robson

24/09/2016 - 00h30

Cada povinho tem o governante lixo que bem merecem, e no caso de Curitiba essa máxima é ainda mais válida

Responder

Nelson

23/09/2016 - 20h22

Quer dizer que quase a metade dos curitibanos estão querendo votar nesta coisa espúria? É de pasmar.

Boa parte dos curitibanos se gaba de que mora em uma cidade moderna, civilizada, que está bem à frente da maioria das outras cidades grandes do país, se não de todas. Como é, então, que querem um cara desses para prefeito?

Os gaúchos também nos gabamos de sermos o povo mais politizado do país. Isto não impediu de já elegermos dois governadores e de termos dois senadores lá em Brasília, todos puro-sangue da RBS-Zelotes.

Responder

FrancoAtirador

23/09/2016 - 20h10

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OLJ (OC-PPP) QUER ELEGER JOHN DÓLAR JR. NO 1º TURNO

MPF opina em favor da Continuação de Ação Popular
contra o Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)

STF fatia delação de Sérgio Machado
e abre Apuração sobre Citações
a Temer, Renan e Sarney

Procedimento Preliminar Aberto no STF
trata do Termo que Sergio Machado
cita Pedido de Doação de Temer p/ Chalita

Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki fatiou nesta sexta-feira (22)
a delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e determinou a abertura
de apurações preliminares na Lava Jato no tribunal.

Entre as novas frentes estão os depoimentos que citam o presidente Michel Temer,
a suposta tentativa de um acordo para frear a Lava Jato costurada por integrantes
da cúpula do PMDB, além de doações da JBS para PT e PMDB.

Com o aval do ministro, a Procuradoria vai avaliar se há ou não indícios
nos depoimentos que justifiquem o pedido de abertura de inquérito ao STF
contra os políticos.

A decisão do STF vem três meses depois de a delação ter sido tornada pública.

Na delação, Machado afirmou que Temer negociou com ele, em 2012, o repasse
de R$ 1,5 milhão de Propina para a Campanha de Gabriel Chalita, então Candidato
do PMDB à Prefeitura de São Paulo. O Presidente Michel Temer nega.

Machado afirmou que o acerto do repasse ocorreu em setembro daquele ano
e foi pago por meio de doação eleitoral pela empreiteira Queiroz Galvão,
contratada da Transpetro.

Segundo o delator, Temer pediu ajuda
porque a campanha de Chalita
estava com dificuldades financeiras.

A conversa teria ocorrido numa sala reservada da base aérea de Brasília.

“Michel Temer então disse que estava com problema no financiamento
da candidatura do Chalita e perguntou se o depoente poderia ajudar;
então o depoente disse que faria um repasse através de uma doação oficial”,
diz o documento de sua delação.

Há dúvidas se Temer pode ser investigado enquanto estiver no cargo.
Isso porque a Constituição prevê que o Presidente da República
não pode ser responsabilizado por “atos estranhos” ao exercício do mandato.
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Responder

roberta

23/09/2016 - 17h43

Quero ver ele vomitar todas as promessas quando descobrir que tudo que ele quer fazer vai ter que enfrentar a lei, quando foi prefeito ele mandava e desmandava porque ninguém cobrava, agora não será mais assim.

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Serjão

23/09/2016 - 15h40

Essa fala, verdadeira fala que muitos só assumem em seus pequenos círculos e bem longe dos microfones e holofotes, remete a tantos: Waack, Marta, Dória, Pondé, Joice Hasselman (sic), Serra, Olavo de Carvalho, Caiado, Villa, Aécio, FHC, Danusa Leão, Anastasia, Casoy, Caco Antibes (hehe), Reinaldo Azevedo, todos os lá do globo news, …e são tantos……….

Responder

Serjão

23/09/2016 - 14h07

Tem o nosso respeito. Não é hipócrita e diz às claras a quem e o que representa. Um digníssimo capataz da casa-grande brasileira.

Responder

    RONALD

    30/09/2016 - 15h11

    Capataz bem ordinário, sujo, diga-se de passagem !!!!

Nai

23/09/2016 - 13h54

Como curitibana digo: dai a Curitiba o que é de Curitiba!
E Curitiba, pelo conjunto da obra, merece, infelizmente, um Greca!

Responder

Edgar Rocha

23/09/2016 - 13h36

Sincericídio. Fazer o quê? Tão podendo. Já não é mais preciso esconder nada. Trata-se da descriminalização do preconceito, da discriminação de classe e de raça. Pra ser sincero, há quanto tempo eu gostaria de ouvir isto assim, na lata, na cara mesmo. Este tipo de coisa sempre passou pelo filtro do reducionismo da “minimalização” do ódio ao nível de, no máximo, uma piada de péssimo gosto. Esta era a defesa dos que sempre odiaram neste país. O incomodado é que é chato, ignorante. Daqui pra frente, a tolerância, seja ela social, institucional, privada ou pública, não poderá ser definida de outra forma senão de indignidade, covardia, falta de amor próprio.
Muitos pobres na república do Paraná irão votar nisto aí, mesmo assim. Muitos brasileiros hão de sublimar atitudes reveladoras como estas, prescindindo da demagogia e da mentira ao estilo Maluf de fazer política. Esta é uma questão que extrapola a consciência de classe. “Valores” da política nacional hão de justificar tal atitude: o pragmatismo, a possibilidade de se beneficiar do tipo de sociedade forjada por estes setores, a certeza de que sempre há de sobrar alguma migalha aos cachorrinhos, a identificação ideológica com este tipo de gente, a despeito de saber-se pobre. O sonho capitalista de poder fazer com o outro aquilo que fazem consigo, invertendo a chamada regra de ouro universal em benefício da tão sonhada conquista de seu espaço. Aliás, pra muita gente, a melhoria de vida implica não noutra coisa senão o direito de tripudiar sobre os “perdedores”, sentir-se parte dos que mandam e não dos que obedecem e poder ostentar isto afirmando que “ninguém sabe o que passei pra chegar aqui”, “eu lutei muito pra ter o que tenho”, “tô pagaaaano”.
Eis o mais cruel patrimônio político deixado pela política de inclusão através do consumo. É o preço por ostentar (!) ao mundo a passagem da classe trabalhadora para a classe média, ao invés de afirmar o direito do trabalhador, do brasileiro mediano de melhorar de vida sem ter que aceitar os mesmos valores da classe que historicamente nunca engoliu nenhum modelo de inclusão social.
Não tenho dúvida, a luta continua. Estamos vivos, ué, então não tem jeito. Mas, que este discurso precisa ser revisto urgentemente, não há dúvidas.

Responder

    Nai

    23/09/2016 - 16h16

    Excelente! Best comentário ever!
    Lacrou!

    Nai

    23/09/2016 - 16h18

    Excelente! Best comentário ever!

Pedro

23/09/2016 - 12h36

A cada dia fica mais claro que existe um processo de tirar os pobres (leia-se povo, brasileiro-médio, a base da pirâmide e etc) daquele centro de tomada de decisão no qual as administrações Lula os colocarão, principalmente a partir de 2006, no “pós-mensalão”.

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