VIOMUNDO

Alckmin “vende” até 25% dos leitos do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs

12 de julho de 2011 às 11h05

Para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs, Alckmin apela para venda de leitos hospitalares.

do blog SeaRádioNãoToca

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB),  através do decreto  nº 57.108, publicado em 6 de julho de 2011, regulamenta a lei de 2010, do ex-governador Alberto Goldman (PSDB) e aprovada pela Assembleia Legislativa, que permite vender até 25% dos leitos do SUS. Nesta regulamentação, fica claro que se transfere para as Organizações Sociais de Saúde (OSs) a prerrogativa de fazer contratos com planos de saúde e pacientes particulares.  Dessa forma, o Estado não receberá estes recursos — em torno de R$ 450 milhões –, tornando extremamente difícil o controle público sobre eles.

O artigo 3º do decreto não deixa dúvidas sobre isso:

“Artigo 3º – A Secretaria da Saúde não celebrará contrato ou qualquer ajuste de natureza obrigacional com os pacientes particulares e os planos de saúde privados de que trata o artigo 2º deste decreto, cumprindo exclusivamente às respectivas organizações sociais de saúde a adoção das providências necessárias à percepção do pagamento devido pelo tratamento”.

O absurdo é pensar que vários hospitais poderão adotar este modelo, que servirá para tentar reduzir o rombo de R$ 147 milhões em 18 hospitais públicos paulistas, tal como foi denunciado pelo site Viomundo. Ou seja, para reduzir rombo nas Organizações Sociais de Saúde se ampliará à exclusão dos mais pobres, indo contra a Constituição Federal, e com isso se destrói o próprio SUS. Reproduzimos abaixo matéria do Viomundo sobre o projeto de Lei que permite a ampliação da privatização na saúde e que, agora, foi regulamentada por Geraldo Alckmin.

Governador paulista quer “vender” 25% dos leitos hospitalares do SUS

por Conceição Lemes

A saúde pública no Estado de São Paulo está sendo privatizada a passos largos, em larga escala.

Na última quinta-feira, o governador Alberto Goldman (PSDB) tinha certeza de que acrescentaria novo capítulo a essa história: aprovar na Assembleia Legislativa o projeto de lei 45/10, que altera a lei das Organizações Sociais (OSs), de 1998, permitindo que vendam a planos de saúde e clientes particulares até 25% dos leitos hospitalares (entre outros serviços) do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A nova lei das OSs reduzirá mais o já precário atendimento hospitalar da população pobre”, denuncia ao Viomundo o deputado estadual Adriano Diogo (PT), da Comissão de Higiene e Saúde da Assembleia Legislativa. “É a expansão da ‘quarteirização’ dos serviços públicos de saúde no Estado de São Paulo.”

A tentativa da quinta-feira fracassou. Além de aproximadamente  40% dos deputados não terem conseguido a reeleição (e estão faltando às sessões), o tema é impopular.

Resultado: na primeira votação, obteve apenas 35 votos favoráveis. Como é um projeto de lei complementar, necessita de 48 votos para aprovação. Hoje haverá nova votação. O projeto foi encaminhado pelo governador paulista à Assembleia Legislativa, em 1º de dezembro, em regime de urgência.

PROJETO 45/10: DUPLA PORTA E MAIS RECURSOS PARA OS DA SAÚDE

Teoricamente as OSs são entidades filantrópicas. Só que, na prática, funcionam como empresas privadas, pois o contrato é por prestação de serviços.

A lei de OSs, de 1998, estabelecia que apenas os novos hospitais públicos do estado de São Paulo poderiam passar para a administração das OSs.  Porém, uma lei de 2009, do então governador José Serra (PSDB), derrubou essa ressalva. Ela permite transferir às  OSs o gerenciamento de todos os hospitais públicos do estado. É o caminho para a terceirização completa.

Agora, o novo projeto do governador Alberto Goldman e  tenta avançar sobre os serviços desses hospitais públicos privatizados. Ele quer é que esses serviços não sejam destinados exclusivamente aos pacientes SUS. O projeto permite as OSs venderem até 25% dos seus serviços aos planos de saúde e particulares. É o aprofundamento da  “quarteirização”, uma vez que atualmente as OSs (que são as terceirizadas) já contratam hoje em dia alguns serviços.

Na prática, o projeto 45/10 institucionaliza a dupla porta, de iniciada no sistema público de São Paulo e hoje disseminada por muitos estados, considerada por vários especialistas uma ilegalidade.

Pela “porta 1”, entram os usuários do SUS. Pela “porta 2”, apenas os conveniados e particulares.  O argumento dos defensores da dupla-porta é que o pagamento dos serviços ajudaria a pagar a conta dos doentes do SUS.

A questão é que, nas mesmas instituições públicas, pacientes SUS têm diagnóstico e tratamento mais tardios do que conveniados ou particulares para males idênticos. E aí está x do problema, até porque esses hospitais foram construídos com recursos do SUS.

Tem mais. Na prática, o projeto do governador paulista cria uma nova fonte de financiamento para as OSs. Ele prevê que o dinheiro arrecadado com a prestação desses serviços seja repassado diretamente às OS e não ao poder público, que as financia como manda a lei. Além de o Estado não ter ressarcimento, o recurso não será contabilizado na receita e na despesa pública, criando uma ilegalidade. Afinal, a Lei Estadual 9.058/94  já prevê que haja o ressarcimento para o Estado do gasto de usuários de planos de saúde se forem utilizados equipamentos públicos. Também as normas fixadas pela Lei Federal 9.656/ 1998 já prevêem o ressarcimento para o poder público.

E quem controla isso? Que garantia o Estado tem de que serão “vendidos” 25% e não 30% ou 40%, por exemplo? O próprio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo reconhece que é difícil esse controle.

HOSPITAIS ADMINISTRADOS POR  OS CUSTAM 50% MAIS

Por que então o governador quer aprovar o projeto de lei 45/10, autorizando o uso de até 25% dos leitos da rede estadual por convênios e particulares?

A explicação é simples. O custo do gerenciamento dos hospitais públicos pelas OSs é alto, ao contrário do que alardeiam os defensores desse sistema de administração.

O cruzamento de dados dos relatórios das OSs com informações do Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do Estado de São Paulo (SIGEO) comprova isso.  Em 2008, os 13 hospitais públicos geridos na ocasião por OSs receberam R$ 872 milhões.  Um gasto médio, portanto, de R$ 67 milhões. Já os 33 hospitais administrados diretamente pelo Estado gastaram R$ 1,49 bilhão.  Um gasto médio de R$ 45,4 milhões.

Resultado: em 2008, os hospitais geridos pelas OSs custaram, em média, 50% mais do que os hospitais públicos geridos diretamente pelo poder público.

Em 2009, isso repete.  Os hospitais públicos geridos por OSs receberam R$ 1,35 bilhão.  Um gasto médio de R$ 71 milhões. Já os hospitais administrados pelo Estado gastaram R$ 1,64 bilhão.  Um gasto médio de R$ 48,2 milhões. Ou seja, o gasto médio com os hospitais geridos pelas OSs  ficou 47% mais caro.

A mesma tendência em 2010. Ainda com dados provisórios, os hospitais geridos por OSs receberam R$ 1,6 bilhão. Isso representa um custo médio de R$ 76,3 milhões. Já os hospitais geridos pelo Estado gastaram até o momento, a quantia de R$ 1,45 bilhão, representando um custo médio anual de R$ 42,8 milhões.

Outro dado revelador. De 2006 a 2009, os gastos com as OSs na Saúde saltaram de R$ 910  milhões para R$ 1,96 bilhão.  Um pulo de 114%. No mesmo período, o orçamento do Estado cresceu 47%. Ou seja, as despesas do Estado de São Paulo com a terceirização da saúde cresceram mais que o dobro do aumento do orçamento público.

Só que a sociedade não têm acesso a esses dados. O próprio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo reconhece, insistimos, que o controle social sobre os gastos das OSs é muito baixo.

ENTIDADES DE SAÚDE SÃO CONTRA

“Na verdade, a terceirização dos serviços de saúde, via OSs, é uma forma de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal quanto ao gasto com pessoal”, faz outra denuncia ao Viomundo o deputado Adriano Diogo. “Enquanto ao poder público só é permitido gastar, no máximo, permite 46,5% da sua receita corrente líquida com pessoal, nas OSs não há limite. Algumas gastam 70% com pessoal. Monta-se, assim, um sistema de contratação indireta de pessoal, sem nenhum limite. E o que é pior. Sem qualquer controle social.”

Não à toa as entidades de saúde são contrárias ao projeto de lei 45/10. Confira.

Maria do Carmo Cabral Carpintero, presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo: Há um equívoco básico no projeto: não podemos tratar uma patologia com um remédio fatal. Faltam recursos no sistema de Saúde, mas não iremos resolver o problema, diferenciando os pacientes que não têm convênio. Eles não podem ser tratados como cidadãos de segunda categoria. Isso fere o princípio da equidade, estabelecido pelo SUS.

Renato Azevedo Júnior, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp): Faltam leitos na rede pública. Não podemos vendê-los. Embora a dupla porta não esteja prevista na lei, sabemos que na prática haverá duas filas para o atendimento nos hospitais públicos: dos pacientes do SUS e dos que têm plano de saúde. A solução para o setor está em aumentar os investimentos e melhorar a gestão do sistema público.

Rogério Giannini, presidente do Sindicato dos Psicólogos (SinPsi): Falta fiscalização na gestão das Organizações Sociais e o projeto vai estabelecer mesmo a dupla porta, uma entradinha para o SUS e outro para os convênios médicos. É uma proposta que vai causar fragilização do Sistema Único de Saúde.

Moacir Miniussi Bertolino Neto, representante do Conselho Regional de Psicologia: Estão privatizando o SUS em São Paulo. O projeto é inconstitucional, beneficia apenas empresários e instituições financeiras e vai aumentar ainda mais a espera por exames e procedimentos.

Benedito Augusto de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde (SindSaúde): Não há como regulamentar essa separação de leitos ou dizer a uma pessoa doente que ela ficou além da cota prevista pelo projeto. Isso é um crime. A proposta de privatização dos leitos antes que Alckmin assuma o Governo demonstra o interesse econômico e político do projeto.

Maria Ademilda Mastelar, do Conselho Estadual de Saúde (representante dos usuários): Faltam vagas para os pacientes do SUS em São Paulo, seja para internação ou exames. Não dá para pensar em qualquer proposta que possa reduzir ainda mais a oferta.

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Estado vai repassar conta de hospitais a planos de saúde

Unidades gerenciadas por OSs vão cobrar diretamente dos convênios

Medida entra em vigor em 30 dias; governo de SP diz que pacientes de planos particulares não serão privilegiados

Claudia Colluci e Talita Bedinelli, na Folha de S. Paulo

Hospitais estaduais paulistas gerenciados por OSs (Organizações Sociais) passarão a cobrar diretamente dos planos de saúde o atendimento feito a seus conveniados.

Esses hospitais, porém, não poderão reservar leitos ou dar tratamento diferenciado a pacientes particulares.

É o que diz o decreto do governador Geraldo Alckmin (PSDB), publicado no “Diário Oficial” do Estado na última quinta, que regulamenta lei que permite a oferta de até 25% dos atendimentos a doentes particulares.

O governo deve publicar ainda uma resolução em que identificará as unidades de saúde que poderão firmar contratos com os convênios. A lei passa a valer em 30 dias.

Levantamento da Secretaria Estadual da Saúde aponta que um em cada cinco pacientes atendidos em hospitais estaduais na capital paulista têm algum tipo de convênio ou plano de saúde. Mas quem paga essa conta, avaliada em R$ 468 milhões anuais, é o SUS.

Um exemplo é o Instituto do Câncer do Estado Octavio Frias de Oliveira. Hoje, 18% dos pacientes atendidos no hospital têm planos de saúde, que nada pagam.

Há uma legislação federal que já permite o ressarcimento ao SUS. Mas o governo estadual alega que a lei entrou em vigor antes de o modelo de OSs ser implantado, o que inviabiliza a sua aplicação nessas unidades.

A advogada Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado, contesta: “Hospitais administrados pelas OSs continuam sendo SUS. A lei federal poderia estar sendo usada em São Paulo para esse ressarcimento.”

Segundo ela, os planos de saúde poderão contestar na Justiça a constitucionalidade da nova lei porque só uma legislação federal pode agir sobre os seguros-saúde.

O secretário estadual da Saúde, Giovanni Cerri, não acredita nessa hipótese. “Pelo contrário, alguns planos até já nos procuraram para estabelecer contratos e convênios.” Segundo ele, a ideia é cobrar dos planos de saúde após o atendimento.

“Temos um grande número de pessoas que pagam o plano de saúde e, em várias situações, acabam sendo atendidas pelo SUS. O que nós queremos é que esses planos paguem pelo atendimento. É uma questão de justiça social.”

Procurada, a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) informou em nota que não cabe a ela avaliar “atos de competência dos poderes públicos, sejam eles de âmbito federal, estadual ou municipal, até a sua plena efetividade”.

ACESSO

Para especialistas das áreas de saúde, a lei não especifica como será o acesso de pacientes privados aos hospitais públicos e abrirá espaço para que o atendimento aos particulares seja priorizado (leia mais abaixo).

O secretário garante que não haverá distinção. “O procedimento será o mesmo para todos os pacientes. Isso vale também para os casos de urgências, quando um paciente sofre algum acidente, por exemplo, e tem de ir direto para o pronto-socorro.”

Promotor diz que decreto cria a “dupla porta” nos atendimentos

Para o promotor da área de saúde Arthur Pinto Filho, o decreto que regulamenta a cobrança aos planos de saúde contraria a regra do SUS (Sistema Único de Saúde), que determina que o atendimento público de saúde deve ser igualitário para todos.

A cobrança, segundo ele, criará nos hospitais públicos uma “dupla porta” -onde pacientes de convênios terão atendimento mais rápido.

“Isso viola a lógica do Sistema Único de Saúde. São Paulo não pode ter um SUS diferente do resto do Brasil. Quem vai pagar vai querer furar a fila. Estão entregando o patrimônio público às operadoras de plano de saúde”, diz o promotor, que entrará com uma ação civil pública contestando o decreto.
Segundo ele, cerca de 50 entidades de saúde e de defesa do consumidor enviaram uma representação ao Ministério Público contra a lei.

Entre elas, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que também diz acreditar que haverá uma fila de espera exclusiva para pacientes de convênios.

Para a advogada Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado, a lei não deixa claro como será o acesso dos pacientes privados aos hospitais públicos.

“Será por telefone, como acontece no InCor [Instituto do Coração], ou vão ter que esperar na fila mais de seis meses, como o paciente SUS?”, questiona.

Na avaliação do pesquisador da USP Mário Scheffer, especialista em saúde pública, o decreto usa termos genéricos que dão margem a diferentes interpretações.

“Ele fala que a OS deve “abster-se de proceder à reserva de leitos, consultas e atendimentos”. Mas a OS pode não “reservar”, e mesmo assim facilitar o acesso [de pacientes conveniados] à marcação e ao agendamento.”

“Só saberemos o quanto a lei vai subtrair do SUS quando for assinado o primeiro convênio com os planos.”

 

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A política do mercador Alckmin na saúde vai nos matar e encher as burras privadas de dinheiro público | Maria Frô

09/04/2014 - 09h31

[…] urgentes de UPAs, mas precisamos igualmente de um governo do estado que não privatize  o SUS (Alckmin “vende” até 25% dos leitos do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs), que piora as condições de trabalho do pouco que a cidade oferece, precisamos que o MS fiscalize […]

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“Façamos exatamente o contrário do que a Globo e outros inimigos desejam” « Viomundo – O que você não vê na mídia

31/03/2013 - 18h16

[…] Alckmin “vende” até 25% dos leitos do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs […]

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LuisCPPrudente

12/08/2011 - 18h48

Na reunião anual dos pássaros do mundo, um pássaro brasileiro estava se sentindo muito mal, pois todas as vezes que o seu nome era anunciado, a maioria dos demais pássaros olhava desconfiado para ele e colocava suas asas no bolso para ver se não faltava nada. Desgostoso este pássaro pediu uma audiência com Deus e solicitou do mesmo a mudança de nome, pois ele não queria ser mais chamado daquele nome. Ele explicou que no Brasil um grupo de pessoas utilizou o seu nome, no início ele achou que era uma boa, mas com o passar dos anos ele percebeu que perdeu valor e passou a ser sinônimo de coisa ruim. Assim, dessa forma, começou a bulinagem geral com ele, onde ele passava, os demais animais e pássaros conferiam se não faltava nada nas suas casas. O gato e a raposa passaram a ter mais crédito do que ele, tudo isto só por causa das ações de um grupo de pessoas que se reuniram no distante ano de 1988, que chegaram ao poder e disseram que ficariam mais uns vinte anos no mesmo. Este pássaro disse que nem mesmo as criancinhas gostavam mais de sonhar com ele, pois sonhar com ele significa faltar alimentos, piorar o nível das escolas, aumentar o número de pedágios pelas estradas, tornar particular para uns poucos o que era público e acessível à maioria.

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Ministro Padilha, até quando vai dar dinheiro do SUS para SP entregar aos planos privados? « Rádio da Juventude – rádio livre!

11/08/2011 - 23h25

[…] MAIS Alckmin vende até 25% dos leitos hospitalares do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs Share this:TwitterFacebookEmailPrintLike this:LikeBe the first to like this […]

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MP-SP vai à Justiça contra a lei para OSs: A forma mais cruel para capitalizar a saúde | Viomundo - O que você não vê na mídia

11/08/2011 - 15h07

[…] Alckmin vende até 25% dos leitos hospitalares do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSS […]

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tuinha

29/07/2011 - 19h14

Quero dizer enfim não vou repetir os que os meus caros leitores já falaram, mas podemos resumir as entidades de classes, sindicatos, igrejas, conselhos de saúde; associações de moradores de bairro em fim todos que diz que trabalha fazendo politicas publicas, direitos dos cidadãs, hoje tem o dever de informar a sociedade vamos acordar e esta na hora de fazer um panfleto bem pequeno com numero de lei e um titulo bem chamativo " usuario ou contribuente acorda estão pegando a sua vaga" e vamos distribuir para todos a união faz a força, aproveitamos a televisão que não seja tucana e que apenas adora colocar a boca no tombrone e isto moçada acima representada é para ontem olha ai a Conferência Estadual e Nacional de Saúde este ano vamos todos lá presente e fazer um abaixo assinado para levar aos juizes do SUPREMO FEDERAL para colocar um basta nisto. A voz do povo derruba Lei………………

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Área “Vip” em hospitais? « CartaCapital

14/07/2011 - 13h19

[…] declaração ao site Vi o Mundo, o presidente do SindSaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde), Benedito Augusto de […]

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xicobarreto

13/07/2011 - 14h16

Oras vamos deixar de lenga lenga.
Quem tem plano de saude privado, é problema dele, se quizer usa, se não quiser não usa, é uma decisao particular.
Se deseja utilizar a rede publica se submete as regulações da legislação pertinente
Se desejar ser atendido por entidades conveniadas com o seu plano que a utilize a seu bel prazer. quem irá pagar pelo atendimento será o seu respectivo plano de saúde.
O que não se pode admitir é o Estado querer tirar proveito dos planos de saúdes privados em detrimento da população que não pode ter um plano de saúde privado.
A não ser que a rede de assistencia medica estatal ou púplica, queira priorizar o atendimento aos detentores de plano se saúde privado, ai são outros quinhentos, deve ser desvio de função, sei lá. Ou simples incompetência gerencial. hehehe ou mesmo o odor que exalam destas pessoas que não tem o privilégio de um bom plano de saúde privado, fazer oque?
A razão da existencia de um Estado soberano é o controle de suas riquezas, se ele abdicar delas estará a ser desmantelado num certo dado momento da existencia da nação.

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vladimir lacerda

13/07/2011 - 12h54

No entanto e apesar disto paulistas e paulistanos irão reelegêlo ou pior lhe dá uma grande votação para presidente em 2014.Das duas uma ou o povo é otário ou estão satisfeitos mesmo.Lembre=se tucanos não perdem em são Paulo a 24 anos.

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    Aline C Pavia

    13/07/2011 - 19h59

    Na Bahia o carlismo acabou. A idiotice do tucanismo em SP em breve será apenas uma página triste, lenta, parada, constrangedora, patética, corrupta, burra, sem saúde, sem segurança, amasiada com o PCC e pagando religiosamente o dízimo do pedágio.

ADILSON SANTOS

13/07/2011 - 11h34

Este é mais um dos grandes projetos Tucanalhas para a Nação . Privatizar Leitos de Hospitais que por Lei seriam dos SUS . O Psdbunda ( De onde só sai M… ) , continua a sua Saga de Roubos, Corrupções ( Ativa e Passiva ), Traições e agora cumplicidade em Genocídio .

Pois muitas pessoas que teriam direito a um Leito do SUS, não serão atendidos e certamente morrerão , graças ao desvio de Carater Tucanalha , que Vende o que não lhes pertence e embolsa polpudas comissões que depositam alegremente na Suiça .

Pratica de Genocídio , não é um crime contra a Humanidade ?

A Tucanalha e o PsdBunda ( De onde só sai M… ) seguem impávidos com seu plano de destruição ao Brasil e aos Brasileiros , apoiados pelos Baronetes Golpistas da Pior Midia do Mundo e De um Ministério Público leniente e Nazista.

Sei que não irão publicar o comentário , mas não me importo , já que para mim é até um elogio !

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Mauro A. Silva

13/07/2011 - 11h26

Decreto do Kassab “autoriza” Guarda Municipal a prender comerciantes.
Paulo Garcia, diretor da Associação dos Comerciantes da Santa Ifigênia, denuncia o Decreto Municipal 52.432/2011, no qual o prefeito paulistano Gilberto Kassab “autoriza” (sic) a Guarda Civil Metropolitana (GCM) a fechar uma loja suspeita de comercializar produtos sem nota fiscal, impedindo a freqüência dos fregueses ao estabelecimento, e também “autoriza” a GCM a prender o comerciante e conduzi-lo ao distrito policial.

Ouça aqui a denuncia feita no Programa tribuna da Cidade, do Eufrázio Meira (Rádio Terra AM 1330kHz, diariamente das 18h às 19h, http://www.tribunadacidade.ning.com).
http://tribunadacidade.ning.com/profiles/blogs/de

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Dourado

13/07/2011 - 11h00

comentario OFF

viu algo parecido, Azenha?

a Prefeitura de Teresina (Piauí) está implantando esta excelente ferramenta para o acompanhamento da coleta de lixo, via GPS
http://www.teresina-pi-gov.com.br/acompanhamento-

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Antonio

13/07/2011 - 10h56

É constitucional a atrocidade que o Xuxu está fazendo em São Paulo? O Ministério Público Federal não se manifesta? As pessoas que já morriam à míngua, vão ficar com menos 25% dos leitos nos hospitais públicos porquê o Xuxu quer tentar cobrir o rombo da corrupção do PSDB no Estado de São Paulo na área da Saúde.

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    Paulo Roberto

    13/07/2011 - 11h21

    MP de SP? Qual, aquele que absolveu o promotor que assassinou, a sangue frio, um jovem porque entendeu que o rapaz havia mexido com sua namorada?

Sr. Indignado

13/07/2011 - 10h09

Qual a pergunta?
Como eles podem fazer isto?
Porque o MP não se manifesta? .. ou o Tribunala de Contas?

A pergunta certa é:
Porque as pessoas não se revoltam e vão as ruas brigar pelos seus direitos?
– esperam que alguém faça isso por elas;
– estão manipuladas em algum grau;
– o problema não é delas, até que precisem de um hospital;
– não acreditam que alguma coisa (ou qualquer coisa) resolva ou
– esperam simplesmente morrer em alguma fila sem atendimento.

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GilTeixeira

13/07/2011 - 09h55

Como disse Dr,Lula ao Dr. Alkimim num debate: Eles vendem tudo!
E a anta do eleitor do meu estado ainda vão continuar a votar nesses calhordas!

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Avelino

13/07/2011 - 09h43

Caro Azenha
Tucanos não tem rombos, tem aplicaçãoa a ser recuperada.eheheheheheheheheheheh
Saudações

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Mariela Teixeira

13/07/2011 - 07h49

E vai ficar por isso mesmo? Não tem presidenta esse país?

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    Paulo Roberto

    13/07/2011 - 11h23

    Mariela, pelamordedeus! O que tem a Presidenta do Brasil a ver com o governo(?) de SP. Vc está propondo uma intervenção federal no estado?

MAURICIO DOS PASSOS

13/07/2011 - 01h45

SO FALTA PRIVATIZAR O PALACIO DOS BANDEIRANTES E SO O QUE RESTA

Responder

Rildo França

13/07/2011 - 01h33

Esse é o conhecido e já famoso "jeitinho tucano de governar"…

Responder

João PR

13/07/2011 - 00h43

Não sou jurista, mas deve estar acontecendo algo de podre nesta atitude.
Crime???? Não sei, mas cadê o Ministério Público?? Será que todas as instâncias em São Paulo estão dominadas pelo psdb?????

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aurica_sp

12/07/2011 - 23h37

Aqui em SP é uma @#$%& só. Governador vende tudo o que resta, escolas vão de mal a pior não fazem nada para melhorá-las já pensando na privatização ( velada), conheço muita gente que corta um dobrado para pagar escola particular para os filhos. A saúde então nem se fala quem começou com toda essa safadeza foi o Mario Covas, quem é da zona oeste de SP capital conhece o Hospital Sorocaba, eles acabaram com esse hospital, ai que começou as famosas duas portas. A particular com segurança privada e cancelas, e a porta do SUS passa só um cidadão por vez, é um absurdo. Sinceramente SP está fadado ao caos. É Governador vendendo leito de hospital público, Prefeito que aumenta salário na calada da noite, vereadores sem vergonha jogando nosso dinheiro pelo ralo e nada acontece. O pior de tudo é que MP(SDB) finge que não vê, ou não quer ver mesmo, vai lá saber né? Acho que vou embora pra Pasárgada….

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Scan

12/07/2011 - 23h15

E o sr. Jonas Donizette do PSB de Campinas, deputado estadual, votou a favor dessa mutreta, fazendo coro com a escumalha PSDBista Célia Leão.
Tem algo de muito podre neste partido de aluguel.

Responder

Nelson Menezes

12/07/2011 - 23h05

Publicado no Imprensa Livre em 22 de junho de 2011

Desabafo –

"Há 22 anos, tomei uma grande decisão. Deixei São Paulo e vim morar no Litoral Norte. Estudei muito e fiz residência em saúde geral comunitária, pois sabia que viria para uma região que necessitava de profissional médico com vivências em todas as áreas básicas, embora ginecologia e obstetrícia fosse a minha melhor formação.
Acertei na decisão. Aqui conheci meu marido _ estamos juntos há 18 anos _, fiz minha casa, ganhei uma filha linda, tenho grandes amigos e conquistei meu espaço profissional.
Nestes 22 anos, muitas coisas mudaram para melhor: o acesso ao litoral, nossas estradas, a travessia s urbanizadas, novas escolas, entretenimento, shows, eventos gastronômicos e culturais _ ainda temos muitos problemas, mas, sem dúvida, viver aqui é bom.
Sinto, porém, que a beleza do mar, toda a natureza exuberante que nos cerca e o preparo constante para a “temporada”, tem nos tornado apáticos, indiferentes e paralisados diante de um grande problema.
Posso afirmar, sem medo de ser injusta, que São Sebastião encontra

Responder

    Nelson Menezes

    13/07/2011 - 20h29

    Continuação desabafo -2__hoje, no seu único hospital, um “desserviço” à população, pois ali está sua única saída numa emergência ou num procedimento médico qualquer. Reajam, cidadãos de São Sebastião! __Não é possível que uma cidade maravilhosa como esta, com um dos maiores orçamentos do maior e mais rico Estado da nação, que recebe turistas de todos os níveis, tenha como única estrutura hospitalar o Hospital de Clínicas de São Sebastião. __Trata-se de um prédio construído há mais ou menos 80 anos, com acomodações arcaicas, onde as enfermarias mais parecem um deposito humano (grandes salões com várias camas e um único banheiro), contrariando todas as normas técnicas sanitárias e de privacidade do paciente e seus familiares. __Nestes 22 anos que aqui estou, e há 18 anos trabalhando neste hospital, vejo a cada dia sua decadência, sua degeneração e seu atraso a passos largos. _————————————————————————–____

    Nelson Menezes

    13/07/2011 - 21h06

    DESABAFO -3 A UTI, que foi o grande e último avanço, hoje está sucateada, trabalhando sempre em sua capacidade máxima. Apesar do esforço de seus profissionais, que, vez ou outra, perdem seu mentor, o médico que a montou, por ser uma pessoa polêmica, está demitido por fofocas e maledicências, nunca levando em consideração a perda da qualidade do serviço.
    Saiu a Solus, saiu a Acqua, deixando um rastro de calote. O PSF não recebe salário (abril ainda não foi pago), a Solus não entrega nossa declaração de rendimentos, atrasa o faturamento do hospital, não se credenciou nos convênios, atrasou os repasses aos médicos. Não investiu em nada no hospital (fui passar visita num apartamento e o marido da minha paciente que pagou pelo parto estava dormindo no chão), temos serviço de hotelaria zero.

    Nelson Menezes

    14/07/2011 - 00h38

    DESABAFO- 4Agora temos um interventor e um secretário de saúde que assumiram o hospital. São amigos de longos anos, companheiros. O secretário é meu colega, mas percebemos que não têm autonomia, não dispõe de recursos, não consegue implantar uma linha de gestão.
    Cenário de um plantão meu na maternidade: não havia luvas, faltavam fios, tesouras que não cortam, pinças que não pinçam, médico-obstetra fazendo 11 cesáreas num dia,ultrapassando todos os limites de desrespeito ao atendimento materno-fetal.
    No dia 15, dia de pagamento dos médicos, recebi $ 400 por um mês de trabalho porque os repasses do governo federal dos partos e cirurgias que fiz não chegaram à conta de quem trabalhou duro.
    Conclamo: vamos reagir! Vereadores, comerciantes, estudantes, médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, todos enfim, cidadãos de São Sebastião: vamos exigir uma solução técnica, decente e imediata para o nosso único hospital. Pergunto diariamente: afinal quem manda, quem decide neste hospital?

Panambi

12/07/2011 - 22h46

Cadê o EUNUCOSABIA, não vai comentar nenhuma bobagem neste post?

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Selma

12/07/2011 - 20h56

E tem mais: a Lei (9656 – artigo 32 – de 1998) determina que todos os procedimentos que usuários de planos de sáude fizerem no SUS devem ser ressarcidas pelas operadoras, de acordo com a tabela Tunep/2000, que, inclusive está desatualizada. Porém, em 2006, o TCU comprovou que as operadoras deram calote de quase 1 bilhão de reais no SUS, entre 2000 e 2004, sob às vistas da ANS… (acórdão 1146/2006). O que aconteceu de lá até hoje? Alguém, além dos usuários do SUS, pagou "o pato"?

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cesar

12/07/2011 - 20h25

Se os planos de saude vão pagar às "chamadas" Organizações Sociais, pelo atendimento dos seus associados, haverá pagamento mais de uma vez as OSs,pelo Estado,senão vejamos:
1)As Oss já trabalham em ambiente fisico construido, equipado e com grande parte dos funcionarios pagos pelo dinheiro publico- ou seja, as OSs(com menos gastos) ganham mais do SUS proporcionalmente que os hospitais proprios.Não teriam que dar muito lucro?
2)Quando os planos de saude repassam para as OSs,é em ultima analise o dinheiro do associado(privado) que "estaria" indo para as OSs(privado) quando na verdade é dinheiro publico que esta indo para as OSs, pois o que o associado paga anualmente aos planos lhe é ressarcido na declaração do Imposto de renda não é ???
3) Hospitais militares também tem manutenção de dinheiro publico, porque não entraram nas OSs???e pq não entram nessa venda de leitos para a inciativa privada?Que diferença é essa entre os cidadãos!!
VaMOS LEMBRAR DOAS DENUNCIAS NO RODOANEL, NA CONSTRUÇÃO DAS MARGINAIS,…oLHO ABERTO MP

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Fabio_Passos

12/07/2011 - 20h09

Inacreditável.

Privataria (roubalheira) na saúde em SP.

Resultado: Péssimo serviço e um rombo de R$ 147 milhões.

Solução do "governo"? Mais privataria e exclusão de atendimento para os carentes…

psdb / mídia-corrupta / dem
Isto é a direita afrikaaner do Brasil: Assassinos sociais!

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Regina Braga

12/07/2011 - 18h47

Já não mais choque de gestão…Mas choque de extinção…dos pobres.

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Bonifa

12/07/2011 - 18h15

Temos o dever de reconhecer as boas coisas que acontecem no Congresso Nacional. O Senador Pedro Simon acaba de fazer da tribuna do Senado um fortíssimo libelo contra a corrupção. Mais do que isso: A fala de Simon foi o mais sério discurso sobre a prática política no Brasil que já foi proferido nos últimos anos. Parabéns, Senador Simon!

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    Milton Rodrigues

    13/07/2011 - 13h21

    Moro aqui em Porto Alegre, e posso atestar que o "teu" senador só enxerga a corrupção que ele quer ver. Enquanto cinicamente faz discurso moralista em Brasília, costuma fechar os olhos para a mais descarada corrupção dos governos de seu partido(PMDB) e, ou de que participa no RS, como o da PSDBesta Yeda, que felizmente, na última eleição foi defenestrada pelas urnas. Estou até agora esperando por uma manifestação no Senado do ilustre orador sobre a fraude do Detran RS, que começou no governo do PMDbesta Rigotto, e continuou e foi descoberto no governo de Yeda.

    xicobarreto

    13/07/2011 - 14h28

    Ola.
    Alem de se aproveitar dos momentos ruins na vida de nossa Nação, para declamar seus irados discursos em pró de uma pseudo moralidade que só ele enxerga, me diga com todo o seu fevor de brasileiro e pergunto a todo gaúcho o que de positivo fez este senhor pelo nosso Brasil em todo o tempo que ocupou seu mandato de deputado federal, senador ou governador. Estou deveras ansioso pelas respostas.
    Ele só aparece em períodos de comoção, no meio de uma crise para ditar seus pensamentos de paladino da moralidade e de senador que quer só o bem mas naõ se compromente com nada, so com a Yeda cruz-credo e os cães da corrupções no RS, ele tem duas caras acho que tem duas personalidades tbem.
    Um já foi, pelo que sei faltam ainda uns quatros para seguir o caminho da eternidade, os suplentes de araque agradecem, ser não for um parente proximo com certeza foi o financiador da campanha, é a veçha historia, defeda meus interesses, na sua falta, vou eu mesmo. hehehe
    Este Brasil varonil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

NELSON NISENBAUM

12/07/2011 - 18h10

ONDE ESTÁ O MP? ONDE ESTÁ O PODER JUDICIÁRIO? MINISTRO MARCO AURÉLIO MELLO, VAI JULGAR OU NÃO VAI JULGAR A 9637/98?? GENTE, VAMOS PARA A RUA!!! NÃO PODEMOS SILENCIAR DIANTE DESTE ASSALTO À CIDADANIA!!!

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Silvio I

12/07/2011 - 17h52

Eu pergunto a quem me posa informa. O SUS e nacional, e Federal. Pode o estado, fazer essas modificações? O u SUS pode ser usado por os estados, como bem entender?

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    NELSON NISENBAUM

    13/07/2011 - 08h50

    Silvio, boa pergunta. E a resposta é: NÃO PODE. O SUS é provido pela constituição e pelas leis 8080 e 8142, que são muito claras quanto à competência federativa do sistema e de seus princípios. Cabe a provocação do judiciário e principalmente ação política, sem a qual, o judiciário não anda.

operantelivre

12/07/2011 - 17h06

Temos que reverter esse quadro de liquidação de parte do Brasil na justiça e nas urnas.

Ou recompramos nosso Estado e outros que estão sendo esquartejados e leiloados, ou as diferenças sociais, que levam décadas para serem aplainadas, nos colocarão, literalmente, como as próximas mercadorias nas bancas e vitrines dos arrematadores de Estados.

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Paulo Navarro

12/07/2011 - 17h06

Decreto de Alckmin abre oficialmente a dupla porta em São Paulo. Confiram matéria no Blog Saúde com Dilma. http://www.saudecomdilma.com.br/index.php/2011/07

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med

12/07/2011 - 17h02

e a SPDM enriquece…

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Regina Braga

12/07/2011 - 15h52

È criminoso o que estão fazendo…Na região de Sorocaba,nos hospitais psiquiátricos em quatro anos,houveram 465 mortes…não existe fiscalização…O dinheiro repassado para os hospitais vão continuar indo para os que PODEM PAGAR,mais uma vez, são os pobres que vão pagar pela inconsequência dos governantes.São Paulo,precisa reagir.

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Julio Silveira

12/07/2011 - 15h46

Se São Paulo fosse ao divã o analista verificaria um transtorno muito sério em sua personalidade.
E tem gente com tucanofilia que aplaudem essas gestões incompetentes, discricionárias e preconceituosas.
Tão brincando…com as vidas de inocentes.

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Zelão BSB

12/07/2011 - 14h08

O impoluto ex tucano e dem Arruda iniciou a implantação desse modelo de "administração" no serviço público de saúde no Distrito Federal. Pagaria R$ 220 milhões para uma OS administrar um hospital recém inaugurado e contruido com recursos integralmente públicos. O detalhe é que, com esse montante, poderiam erguer outro hospital. Esta prática nefasta tem sido muito comum em vários governos. A terceirização/privatização de serviços públicos essenciais, ao contrário do que apregoam os mascotes do neoliberalismo, provocam grandes prejuízos e sofrimento somente aos pobres. Ou "gente diferenciada", segundo a definição das "massas cheirosas".

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bissolijr

12/07/2011 - 13h38

fico espantado com isso. será que vai mesmo ser implantado? e o MP? e as entidades com assento nos conselho estadual e municipal de saude? sabemos do texto da lei 8080/90 e 8142/90: os artigos são claros se não bastasse a CF diz textualmente que saúde é direito de todos e dever do estado, sob comando único dos gestores. é uma inconstitucionalidade, é inadmissível. é motivo para que a sociedade se levante contra isso. vamos ver.

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    Silvio I

    12/07/2011 - 18h04

    bissolijr:
    Pode esperar sentado o povo nem está inteirado dessa mu treta. Já tive oportunidade de falar com muitas pessoas, e nenhuma está interada da lei, aprovada a toque de caixa, pelo legislativo ao apagar as luzes, do governo anterior, foi aprovada em 22 dias. Os médios de comunicação não divulgam essas informações, porque o povo, pode em algum momento reagir.

fátima mattos

12/07/2011 - 13h15

É uma pena que a família deste Senhor,não depende do SUS.Esses tucanos não gostam de pobre,eles querem é que os pobres morram mesmo.

Responder

Rogerio

12/07/2011 - 13h11

É o jeito tucano de lesar o povo.
Enquanto o PT usa métodos simples, de fácil divulgação, comprovação e compreensão da massa(mais amadores), o PSDB usa de artefatos mais elaborados (mais profissionais)para que a população não entenda como estão sendo lesados assim, nesse ponto levam vantagem.

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Celso

12/07/2011 - 12h48

O xoque de jestão dos tucanos só ferram o povão.

Responder

fátima mattos

12/07/2011 - 12h46

É uma pena que a família deste Senhor,não depende do SUS.Esses tucanos não gostam de pobre,eles querem é que os pobres morram mesmo.
Acorda,São Paulo!

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