VIOMUNDO
O VIOMUNDO só é possível também através de anunciantes, e detectamos que você utiliza um AdBlock, bloqueador de anúncios.
Por favor considere ajudar o VIOMUNDO desativando o bloqueador para este site.

Advogado diz que morte de modelo tem ligação com mensalão tucano

22 de dezembro de 2013 às 00h01

Dino, em foto publicada na CartaCapital

Advogado acusa réu do mensalão tucano de ser mandante da morte de modelo

Por Lúcia Rodrigues, em Belo Horizonte*

Um homem acuado e com medo de morrer. É assim que o advogado Dino Miraglia se define.

Até 21 de agosto ele advogava para Nilton Monteiro, o delator do mensalão tucano, que está preso no complexo penitenciário de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, acusado de ser falsário.

Nilton tinha intimidade com o ninho tucano em Minas Gerais. Participou de esquemas. Para figurões do PSDB, trata-se de um chantagista que decidiu ganhar dinheiro com informação, o que ele contesta.

[Leia aqui a entrevista exclusiva de Nilton Monteiro ao Viomundo]

O advogado Miraglia deixou a defesa de Nilton Monteiro após ter a residência invadida por um grupo de dez delegados da Polícia Civil de Minas Gerais que buscavam, segundo ele, um documento falso. O episódio lhe custou um casamento de décadas, 26 anos de união e seis, de namoro. Assustadas com a operação policial, que envolveu até helicóptero, mulher e filha resolveram se afastar dele.

A esposa já o havia advertido diversas vezes para recusar ações que atingissem políticos mineiros. Dino não ouviu os conselhos e continuou advogando para o delator do mensalão tucano.

A invasão da polícia para cumprimento de mandado de busca e apreensão foi a gota d’água para a família. Antes disso, ele já havia sido ameaçado de morte várias vezes devido à atuação nessas causas.

Apesar de não citar o nome de quem o ameaçou com uma pistola ponto 40, o advogado deixa transparecer que se trata de Márcio Nabak, delegado-chefe do Departamento Estadual de Operações Especiais, o Deoesp, de Minas Gerais.

O policial seria aliado de políticos denunciados no mensalão tucano, segundo o delator do esquema, Nilton Monteiro.

O advogado diz que a invasão policial teve forte impacto psicológico na família.

Ele descreve a cena que viu:

Cristiana, a modelo

“Mula” da corrupção tucana

No currículo profissional, Dino acumula ainda a defesa da família da modelo Cristiana Aparecida Ferreira assassinada, em agosto de 2000, nas dependências de um flat no centro de Belo Horizonte, por um ex-namorado, Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho.

É um caso bizarro. Inicialmente a morte da modelo foi considerada “suicídio”.

Vejam aqui, no texto da revista Época.

Isso apesar desta descrição do corpo de Cristiana:

Quando nova perícia foi feita, a polícia passou a dizer que Cristiana foi vítima de crime passional.

Mas o advogado Dino sustenta que tratou-se de queima de arquivo.

Segundo ele, Cristiana tinha papel central no esquema de corrupção do PSDB em Minas Gerais.

Era ela quem transportava o dinheiro das transações do mensalão tucano.

Na linguagem popular, Cristiana era “mula” do esquema de corrupção.

O advogado acusa o ex-ministro do Turismo e das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia, um dos réus do mensalão tucano, de ser o mandante do crime.

De acordo com ele, Walfrido teria mandado matar Cristiana porque ela “sabia demais”.

“A morte da modelo foi encomendada”, frisa.

No julgamento do acusado de matar Cristiana, o ex-ministro e ex-vice-governador de Minas (no mandato de Eduardo Azeredo, 1995-1999) foi convocado a depor como testemunha, mas não compareceu. Alegou que estava em viagem aos Estados Unidos.

Acusado pelo crime, Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho, um ex-namorado da vítima, está solto até hoje, apesar de ter sido condenado por júri popular a 14 anos de prisão e de a segunda instância ter ratificado a decisão.

“Nunca vi corno de garota-de-programa” que mata dois anos depois do fim do relacionamento, diz o advogado.

Segundo Dino, o assassino está em liberdade graças a um habeas corpus concedido de ofício pela ministra do STJ, o Superior Tribunal de Justiça, Laurita Vaz.

De acordo com o advogado, Cristiana aparece numa lista de pagamentos supostamente compilada pelo publicitário Marcos Valério, como beneficiária de mais de R$ 1,8 milhão.

Valério foi recentemente condenado pelo STF por conta do papel que desempenhou no mensalão petista: segundo a acusação, as empresas dele forjaram contratos de publicidade para encobrir desvio de dinheiro público em benefício do PT e de aliados.

O mesmo tipo de ação é atribuída a Valério no mensalão tucano, que é de 1998, quando Eduardo Azeredo fracassou na tentativa de se reeleger governador de Minas e FHC se reelegeu presidente.

Dino pediu o apensamento dos papéis nas quais a modelo é mencionada ao processo do mensalão tucano, que corre no STF e já inclui a chamada lista de Furnas.

Esta lista é uma relação detalhada de constribuições de campanha feitas com dinheiro que funcionários da estatal teriam arrancado de fornecedores da empresa.

Vários nomes se repetem nas duas listas — a de Valério e a de Furnas.

O objetivo da ação do advogado é mostrar a relação entre a morte da modelo e o esquema de corrupção tucano.

Segundo laudo da Polícia Federal, a lista de Furnas não foi forjada.

Já a lista de Marcos Valério, que Dino Miraglia encaminhou ao ministro Joaquim Barbosa para anexar ao processo do mensalão tucano, não tem laudo de autenticidade da PF.

O documento entregue a Barbosa seria uma cópia, o que impede perícia.

Medo no ar

Dino Miraglia relutou em conceder entrevista. Visivelmente assustado, lançou mão de subterfúgios para protelar o encontro, que ocorreu no começo da tarde do último dia 5.

O primeiro contato da reportagem ocorreu em 2 de dezembro, por meio de celular, e parecia normal.

Do outro lado da linha, o advogado informava que estava em São Paulo e que retornaria à capital mineira naquela noite. Marcou o encontro para o dia seguinte, às 10 horas da manhã, em seu escritório.

Pela porta de vidro opaco da sala de espera do gabinete de advocacia, vimos o vulto de um homem alto sair.

Minutos depois, a secretária recebeu um torpedo de Dino dizendo que não poderia comparecer ao escritório, porque teria de atender flagrante envolvendo um cliente.

Depois de várias outras tratativas telefônicas, quando já não contávamos com a entrevista, o advogado surpreendentemente concordou, questionando com voz de preocupação:  “Você pode vir aqui, agora (para o escritório)?”

O medo de Dino não é infundado. A política mineira é sui generis. Em nossa passagem por Belo Horizonte, constatamos situações que parecem justificar o receio. Alguns dos entrevistados só concordaram em falar em off (sem se identificar publicamente). No caso de uma das fontes, chegou às suas mãos, enquanto conversava conosco, um calhamaço de papéis com transcrições de diálogos de conversas grampeadas pela polícia mineira.

O monitoramento de adversários políticos em Minas faz lembrar o regime de exceção vivido durante a ditadura militar.

*A viagem da repórter a Minas Gerais, para fazer um balanço do mensalão tucano, foi financiada pelos leitores que contribuem com o Viomundo.

Ouça aqui a íntegra explosiva da entrevista:

Leia também:

Nilton Monteiro, delator do mensalão tucano, diz que é perseguido por Aécio Neves

Memória (reportagem da revista Época):

CRIME

E a farsa desmoronou

Novo laudo comprova que a morte de modelo não foi suicídio e promotores querem descobrir quem tentou abafar o caso

ROGER LIBÓRIO

Há crimes que, pela repercussão, geram um esforço de investigação impressionante – a ponto de, em poucos dias, serem elucidados. E há outros que só são apurados após muita insistência. O caso da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, morta em agosto de 2000 num flat em Belo Horizonte, em Minas Gerais, pertence à segunda categoria.

Passados dois anos e meio do assassinato, foi apenas na semana passada que se conheceu oficialmente a causa da morte — Cristiana foi sufocada com um objeto de pano, que pode ter sido um travesseiro ou um lençol enrolado.

Ela foi agredida e as marcas da violência foram registradas em seu corpo. Para chegar a essa conclusão foi preciso reanalisar as fotos da vítima, exumar o cadáver e fazer uma necropsia. O primeiro laudo, que atestava ‘suicídio’, revelou-se uma grosseira peça de ficção. Os médicos-legistas responsáveis pelo documento, Remar dos Santos e Tyrone Abud Belmak, não se pronunciam.

O Ministério Público (MP) agora investiga por que foi montada a farsa, típica dos anos da ditadura.

Cristiana, morena de 1,78 metro, queria fazer carreira de modelo, mas, aos 24 anos, havia conseguido apenas se tornar uma figura popular entre os ricos e famosos da capital mineira.

Quando foi morta — aparentemente por um ex-namorado ciumento, que perdeu a carona na ascensão social e nas amizades importantes da moça –, o MP teve de enviar à polícia diversos ofícios pedindo a apuração do caso. ‘Requisitamos várias diligências, mas elas nunca foram feitas’, conta o promotor Luís Carlos Martins Costa.

Quando a polícia encaminha um cadáver para o IML, tem de preencher uma ficha pedindo vários tipos de exame — basta marcar um ‘x’ em cada um deles. Pode-se procurar, por exemplo, indícios de agressão física e violência sexual.

O corpo de Cristiana foi encontrado na cama apenas de sutiã, sem calcinha e com vários hematomas, mas os investigadores solicitaram apenas exame toxicológico, anotando ao lado: ‘Suspeita de suicídio’. Na cena do crime não havia nada que sugerisse isso, como vidro de raticida, seringa ou bilhete de despedida.

O boletim de ocorrência foi lavrado em 6 de agosto. Somente no dia 11 de dezembro, quatro meses depois, foi instaurado um inquérito policial. Ele passou por vários delegados e muitas trapalhadas — um ex-namorado, o empresário Luiz Fernando Novaes, chegou a ser preso e depois solto por falta de provas. A conclusão final, porém, foi novamente de ‘auto-extermínio’.

O Ministério Público teve de investigar sozinho, colher 41 depoimentos e pedir a exumação do cadáver.

O ex-namorado Reinaldo Pacífico, contra quem Cristiana já registrara um boletim de ocorrência por agressão, vinha perseguindo a modelo. Sujeito misterioso, ganhava a vida como detetive particular mas se apresentava como ‘juiz criminal’. Ele tornou-se o principal suspeito depois que uma testemunha — agora sob proteção federal — admitiu tê-lo ouvido confessar o crime.

Parece difícil, contudo, que Pacífico tenha sido capaz de agir sozinho na etapa seguinte do crime — a de embaralhar pistas e transformar sinais de um assassinato brutal em suicídio.

Essa tarefa exige a cumplicidade de policiais, além da boa vontade da cúpula da máquina de segurança de Minas Gerais — recursos pouco acessíveis na mala de truques de um detetive particular.

Por isso a promotoria agora quer apurar o que levou a polícia e os legistas a conduzirem a investigação de forma tão relapsa. ‘Há indícios de supressão e de alteração de documentos’, diz Martins Costa.

Entre outros papéis, sumiu o depoimento de um dos irmãos da vítima, Cláudio Ferreira, que havia dado a lista de todas as pessoas importantes com as quais Cristiana teria se relacionado. ‘O delegado chamou o rapaz alguns dias depois, disse que o depoimento não tinha validade e o questionou novamente, orientando para não citar nomes’, acusa o promotor.

Entre os famosos mencionados pela família de Cristiana estava Jairo Magalhães Costa, diretor do Banco Real, o único a admitir ter tido um caso com a moça.

Mas uma irmã da vítima, Simone Ferreira, testemunhou dizendo que ela ‘estava se encontrando’ com Djalma Moraes, presidente da Cemig.

Ele é casado, nega qualquer relacionamento com a modelo e declarou que a viu apenas duas vezes — foram apresentados pelo ex-secretário da Casa Civil Henrique Hargreaves.

Em outro depoimento, uma amiga de Cristiana disse que ela apregoava um breve caso com o ex-governador Newton Cardoso, que declarou jamais tê-la visto na vida. E vários parentes afirmaram que Cristiana era amiga próxima do ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia, para quem trabalhava e viajava freqüentemente.

Num depoimento tomado às vésperas da posse na equipe de Lula, Mares Guia disse que a conhecia de vista. Para uma pessoa tão pouco relacionada, é surpreendente que tenha conseguido ser recebida no Palácio da Liberdade, quando chegou a ser fotografada ao lado do governador Itamar Franco — parentes dizem que ela fora pedir um emprego.

Entende-se que pessoas importantes queiram proteger sua intimidade, especialmente contra boatos que podem não ter fundamento.

Resta saber se foi por influência política que o primeiro laudo notava ‘ausência de lesões externas macroscopicamente visíveis’ num cadáver com três fraturas e vários hematomas. É um erro tão grosseiro que lembra os documentos produzidos nos anos de chumbo para mascarar a tortura de presos políticos.

Colaborou Paula Pereira

Veja também:

Fábio Konder Comparato: O dinheiro do mensalão caiu do céu?

 

78 Comentários escrever comentário »

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

mineiro

31/03/2015 - 20h08

depois dessa entrevista fecha a conta e passa a regua. gente de bem e que quer combater a corrupçao fica sozinho no meio de caminho. foi o caso do policial arcanjo e agora esse advogado. e agora eu pergunto , cade o b…………do governador de mg, cade os politicos de todos os partidos que se dizem de esquerda. cade? para falar a verdade muita gente é bom para latir e aparecer e mais nda. como que ninguem de alguma entidade ou orgao , nao ta protegendo essa turma que combate a corrupçao em mg. ta todo mundo com bicao calado borrando nas calças de medo.

Responder

mineiro

31/03/2015 - 19h28

um pais em que a desgraçada que se diz justiça ou melhor dizendo o braço do diabo o judiciario , que tem partido e toma lado. nao tem como esperar outra coisa, ou quebra e peita o judiciario ou é dai para pior. e esse governo do pt bundao de mg , nao vai fazer nada contra as tucanalhas. sabe porque , porque é da mesma laia. alguem ta vendo alguem do pt mexer o r………………….. para descobrir alguma corrupçao aqui em mg?

Responder

Véio Zuza

31/03/2015 - 07h24

Bueno, agora o governador de Minas é do PT… será que ele tem o comando da Polícia e do MP como seus antecessores?

Responder

    mineiro

    31/03/2015 - 19h24

    nao tem nada , o pt bundao nao comanda nada, daqui um pouco ta tudo de conchavo contra esse partido morto e covarde. parece piada, mais nao é , a desgraçada , fdp, da m…………….. da justiça que é para julgar os criminosos tambem faz parte do esquema. entao como diz o chapolin colorado , quem podera nos salvar. é isso mesmo quem podera nos salvar nesse pais de justiça partidaria tucana. o pt bundao nao tem moral nenhuma para combater ninguem e alem de ser covarde.

Paulão

26/12/2013 - 11h23

Este assunto já foi amplamente divulgado pelo Novo Jornal, de Minas que, sozinho tenta denunciar os muitos esquemas que rolam em MG. Só que os blogs
sujos só se ligam nos casos de SP. Eu já sei disso há anos.Lá tem várias outras matérias, é só procurar pelos nomes.
http://www.novojornal.com/politica/noticia/tucanos-articulam-para-prender-novamente-nilton-monteiro-07-08-2012.html

Responder

Gerson

26/12/2013 - 09h55

E quando vai aparecer o crime do Lago Paranoá em Brasília envolvendo o esquema de corrupção no DETRAN do RS no (des)governo Yeda Crusius, onde uma pessoa que sabia de todo o esquema e estava informando a polícia foi assassinada e que até hoje não aconteceu nada?

Responder

Luca K

25/12/2013 - 19h13

SINISTRO!! Vou divulgar!

Que coisa! A mina toda destruída e o laudo sai como ‘suicídio’!! PQP!

Curiosidade; no post abaixo, sobre a cocaína e o sobrenome roubado, observem a foto de Zezé e a da ex-mulher… o amor eh lindo, não??
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/zeze-perrella-a-cocaina-e-o-sobrenome-roubado/
Zezé = Sugar Daddy
Renata Bessa = Gold Digger

Responder

Jorge Luiz

24/12/2013 - 10h51

Misteriosamente, mesmo com todo tipo de prova, a polícia federal não faz nada para prender os responsáveis. É o que eu sempre digo, político e jornalista é tudo farinha do mesmo saco.

Responder

Messias Franca de Macedo

24/12/2013 - 00h08

[ALENTO DE NATAL!]

Blindagem tucana a Alckmin e Serra não resiste a um sopro da POLÍCIA FEDERAL
23/12/2013 13:15
Por Redação – de São Paulo

São Paulo
Governador do Estado de São Paulo, Alckmin tenta evitar uma CPI sobre o propinoduto tucano
A base aliada do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na Assembleia Legislativa de São Paulo, conseguiu uma ‘vitória de Pirro’, quando o custo político de uma vitória é maior do que o de uma derrota, ao barrar o escândalo da formação de cartel em contratos de trem e metrô em governos tucanos desde Mario Covas (1998) na Assembleia Legislativa paulista. Para as cameras, Alckmin pediu “rapidez” e “seriedade” nas investigações sobre o esquema de cartel mas seu gabinete determinou que o assunto fosse enterrado na Alesp.
Se a abertura da CPI do caso não obteve adesão suficiente de deputados, na Polícia Federal (PF) a investigação segue seu trâmite inabalável. Desde 2008, esta é a quarta tentativa do PT para instalar uma CPI sobre o propinoduto estabelecido entre empresas nos contratos do Metrô paulista e beneficiários ligados às altas esferas políticas dos governos tucanos. As propostas anteriores não passaram pelo mesmo motivo: bloqueio da maioria governista. Para existir, a comissão precisa de 32 assinaturas. Até a manhã desta segunda-feira, a atual proposta contava com 26 adesões.
Além disso, dos 28 requerimentos da oposição para convocar autoridades e envolvidos no esquema, apenas três foram ouvidos pelos deputados. São eles: o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e os atuais presidentes do Metrô, Luiz Antonio Pacheco, e da CPTM, Mário Manuel Bandeira. Integrantes de proa da administração tucana, como os presidentes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinicius Carvalho, da Siemens, Paulo Stark, e o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) não responderam à convocação.
A comissão ainda não acatou o pedido para ouvir um dos delatores do esquema, Everton Rheinheimer. Ele acusa três secretários de Alckmin – Edson Aparecido, Rodrigo Garcia e José Anibal – de receber propina do esquema. Além disso, envolveu o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e o estadual Campos Machado (PTB). Outro nome vetado foi o de João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM que recebeu US$ 836 mil numa conta na Suíça.
Investigação na PF
Enquanto a apuração quanto ao propinoduto tucano se arrasta no Legislativo paulista, a Polícia Federal está cada vez mais perto de desvendar o esquema de desvio de recursos do metrô de São Paulo, usado para abastecer o caixa de campanhas políticas do PSDB em São Paulo.
De acordo com a PF, Alstom, Siemens, Bombardier e Tejofran teriam repassado esses valores para empresas ligadas aos irmãos Fagali, arrecadadores de campanha do PSDB, a Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil de Mário Covas, e Romeu Pinto Jr., outro empresário ligado aos tucanos. Um dos alvos principais da investigação é a consultoria MCA, de Pinto Jr., que recebeu R$ 45,7 milhões da Alstom, em recursos depositados no Brasil e na Suíça. Depois disso, o dinheiro ou foi sacado em espécie ou movimentado por doleiros, sem que se possa determinar o destino. Outras consultorias investigadas são a ENV e a Acqua-Lux.
Outra empresa citada no cartel, a Tejofran, que despontou durante o governo Mario Covas, pagou R$ 1,5 milhão à consultoria BJG, que era controlada pelo ex-secretário estadual de transportes, José Fagali Neto. Próximo a José Serra, ele é investigado desde 2008, quando foram descobertos pagamentos de US$ 6,5 milhões na Suíça – os recursos estão bloqueados por determinação judicial.
O advogado Belisário dos Santos Jr., que defende Fagali Neto, argumenta que ele poderá comprovar que prestou serviços de consultoria.

FONTE: http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/blindagem-tucana-a-alckmin-e-serra-nao-resiste-a-um-sopro-da-pf/672472/

Responder

Tiao Macalé

23/12/2013 - 19h35

Zezé Perrella, o senador de R$ 160 milhões

Amália Goulart e Ezequiel Fagundes – Do Hoje em Dia – 15/01/2012 – 14:16. Última Atualização: 16:56

Nascido em uma numerosa família de classe média, da pequena cidade de São Gonçalo do Pará, no Centro-Oeste de Minas, o senador e ex-cartola Zezé Perrella (PDT), de 54 anos, iniciou escalada patrimonial, depois de entrar no futebol e na política. Hoje, acumula uma fortuna estimada em pelo menos R$ 160 milhões e tem sob domínio da família pelo menos oito empresas de diversos ramos, responsáveis por dezenas de contratos com a administração pública.

Oficialmente, conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Perrella não passa de um senador de classe média. Em 2010, declarou à Justiça possuir apenas R$ 490 mil. No entanto, o Hoje em Dia já mostrou que o senador possui uma fazenda avaliada em R$ 60 milhões, em Morada Nova de Minas, a 300 Km de Belo Horizonte. Ele alega que a propriedade é de uma empresa controlada pelos filhos. O estilo de vida do senador e de seus parentes, no entanto, não condiz com os valores declarados à Justiça Eleitoral. Perrella mora numa casa de grandes dimensões, em um dos bairros mais caros de Belo Horizonte, o Belvedere.

Outro sinal do alto padrão de renda do ex-presidente do Cruzeiro são os carros que costuma usar. Um dos preferidos é um Mercedes-Benz CL-63 AMG, que tem preço de tabela de R$ 433 mil. Só esse bem, isoladamente, equivale a 90% do valor total do patrimônio declarado em 2010 à Justiça pelo candidato a suplente de senador. Segundo o Detran, no prontuário dessa Mercedes, há seis multas por excesso de velocidade, que somam 42 pontos, 22 a mais do que o permitido na carteira de um motorista qualquer.

Quando precisa voar, Zezé Perrella usa os próprios aviões. Possui dois. No Carnaval de 2011, por exemplo, utilizou um bimotor King Air para passar dois dias em um camarote VIP, acompanhado de amigos, em Abaeté, na região Central de Minas. Depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde acabou de desfrutar o feriado. A aeronave, segundo uma fonte do meio político de Abaeté, foi comprada do empresário Pedro Lourenço, dono do grupo Supermercados BH, por R$ 3 milhões.

A casa no Belvedere está localizada na área mais cara do bairro, segundo corretores consultados. Ela foi construída em dois lotes, tem dois pavimentos, piscina, quadra de tênis e instalação para festas, entre outros confortos. A construção adota uma variação do estilo arquitetônico neoclássico. Na região, encontram-se casas à venda, similares à do senador, por até R$ 10 milhões.

A Fazenda Guará, avliada em R$ 60 milhões, fica em Morada Nova de Minas, a 300 quilômetros de BH

Apesar do tamanho do imóvel, Perrella mora sozinho. A casa, assim como a Fazenda Guará, está registrada em nome da Limeira Agropecuária, empresa em nome dos filhos do senador. No entanto, ele figura na escritura como “fiel depositário”. Isso significa que, como Perrella adquiriu o imóvel com uma penhora, ficou responsável por eventuais danos materiais ao empreendimento.

Duas vezes divorciado, o pedetista reservou aos filhos igual conforto. Carolina, estudante de 22 anos de idade, e Gustavo Perrella, deputado estadual do PDT em início de primeiro mandato, moram na Alameda da Serra, área de Nova Lima, conhecida por abrigar milionários com negócios em Belo Horizonte.

O apartamento dos filhos de Perrella tem 600 metros quadrados, quatro suítes e cinco vagas na garagem. O condomínio, a uma taxa mensal de R$ 2,6 mil, oferece sauna, piscina, área de lazer e quadras esportivas. Com 28 anos de idade, o deputado Gustavo é fã de carros importados. Possui três. Um Hyundai Vera Cruz 3.8 V6 (R$ 145 mil), um Land Rover Discovery 4 3.0 SE (R$ 180 mil) e uma BMW modelo 320 (R$ 130 mil). O deputado, no entanto, só declara a BMW à Justiça, apesar de os demais veículos serem seus, conforme cadastro da Policia Civil.

Suntuoso, o condomínio onde moram os filhos de Perrella é composto por três torres. Em uma delas, vizinha do prédio de Carolina e Gustavo, moram em apartamentos separados os irmãos do senador, Gilmar de Oliveira Costa e Alvimar de Oliveira Costa. No mesmo edifício, há um apartamento à venda por R$ 3,1 milhões. O imóvel possui 550 metros quadrados, quatro suítes e cinco vagas na garagem.

Perrella, durante a posse como senador, divulgou bens no valor de R$ 490 mil na candidatura a 1º suplente

Queijo e linguíça para começar…

Ao lado dos seis irmãos, Zezé Perrella, que não possui curso superior, deu os primeiros passos nos negócios depois que mudou de São Gonçalo do Pará para Belo Horizonte, na década de 1970. Na capital, o jovem ajudou o pai, José Henriques Costa e a mãe, Maura de Olivera Costa, ambos pequenos produtores rurais no interior, num pequeno açougue próximo à rodoviária da capital. José Costa era gerente do estabelecimento.

Tempos depois, a família conseguiu comprar uma lojinha própria no Mercado Central, onde vendia carnes, queijos e linguiça da roça. Foi justamente no mercado que o atual senador fez sua primeira grande aposta empresarial, que acabou por lhe fornecer também a principal marca biográfica. Comprou a massa falida do Frigorífico Perrella, empresa familiar de imigrantes italianos. Em seguida, o ex-presidente do Cruzeiro incorporou na própria certidão de nascimento o sobrenome dos antigos donos do frigorífico.

Em 1995, Zezé Perrella foi admitido no Cruzeiro sob as bênçãos de César Masci, ex-dirigente do clube e ex-vereador de Belo Horizonte, a quem é atribuído também o ingresso do empresário de São Gonçalo do Pará na política. “Ele (Zezé) começou vendendo queijo com o pai e depois linguiças. Nós o conhecíamos como o Zezé do seu Zé”, conta um dos amigos de infância, que preferiu não se identificar.

Detentor de mandato parlamentar e de poder no Cruzeiro, Zezé Perrella não parou mais de aumentar o patrimônio particular. No entanto, as declarações de bens que forneceu à Justiça Eleitoral, em sucessivas campanhas, apontam o contrário.

Em 1998, quando debutou na política, elegendo-se deputado federal, Perrella declarou possuir R$ 809.270,66. Na eleição seguinte, quando foi derrotado na disputa pelo Senado, disse ter R$ 1.918.266,08 em bens. Contudo, em 2006, ele informou um empobrecimento significativo. Eleito deputado estadual, disse ter um patrimônio de R$ 724.578,86. No ano passado, seus bens encolheram mais ainda: divulgou bens no valor de R$ 490 mil na candidatura a 1º suplente de senador na chapa do ex-presidente Itamar Franco (PPS), falecido recentemente.

Os irmãos Perrela lucraram R$ 77 milhões !!!

O crescimento patrimonial do senador Zezé Perrella (PDT-MG), um dos cartolas mais antigos do Brasil, veio à tona depois que o Hoje em Dia revelou que o ex-presidente do Cruzeiro não declarou à Justiça Eleitoral uma fazenda cinematográfica, avaliada por ele próprio e por vários corretores, em cerca de R$ 60 milhões.

A continuação das investigações nos últimos meses, com base em contratos de empresas, no Brasil e no exterior, e em registros públicos de imóveis mostra que o ex-presidente do Cruzeiro e sua família são ainda mais ricos do que se sabia. E parte considerável dessa fortuna veio dos cofres públicos.

Por meio de 16 empresas registradas em nome de 34 pessoas, entre parentes e ‘testas de ferro’, Zezé Perrella teria montado uma espécie de cartel, segundo suspeita o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas, para operar no segmento de alimentação, um dos mais lucrativos da atualidade.

Fundada em 2000, com capital social de R$ 30 mil, a GN Alimentos apresenta, valor de R$ 710 mil

Somente as duas firmas ligadas diretamente à família do senador e ex-cartola cruzeirense, a GN Alimentos e a Stillus Alimentos, abocanharam R$ 77,2 milhões em verbas públicas por meio de contratos com os governos federal, de Minas e prefeituras, no período de 2007 a 2011. Ao todo, foram 27 contratos verificados.

De acordo com documentos da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), a GN pertence a Gilmar Perrella, e a Stlillus, a Alvimar Perrella, respectivamente irmão mais velho e mais novo do senador do PDT. Em 1995, quando o chefe do clã virou presidente do Cruzeiro, Gilmar e Alvimar tinham um padrão de vida de classe média, mas, hoje, conforme patrimônios, moram em apartamentos de alto luxo.

Constituída no ano 2000, com um capital social de R$ 30 mil, a GN Alimentos já se chamou GN Transportes Ltda antes de passar por quatro alterações contratuais até 2007, conforme documentação atualizada da Jucemg. Atualmente, o capital da firma é de R$ 710 mil.

Com uma fachada sem nenhuma placa de identificação e numeração divergente da informada à Receita Estadual, a GN funciona no Anel Rodoviário, na altura do Bairro Eymard, na periferia da capital, e está habilitada para realizar transporte e distribuição de carne de boi, porco, aves, peixes, banhas e salsichas.

A Stillus Alimentação foi aberta em 1955 e, hoje, possui capital de giro estimado em R$ 2,7 milhões

Já a Stillus Alimentação foi aberta em 1995. Hoje, com o capital de giro de R$ 2,7 milhões, a empresa tem como sede um prédio de dois andares, no Bairro Buritis, em Belo Horizonte. Assim como a GN, a Stillus não possui qualquer tipo de identificação em sua fachada.

Fuga de depoimentos !?!?!?

Denúncias de enriquecimento ilícito e os crimes contra o sistema financeiro nacional nos negócios do atual senador estão sendo investigados pelo Ministério Público Estadual de (MPE) de Minas, na área cível, e pela Polícia Federal (PF), no âmbito criminal.

Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Zezé declarou possuir bens no valor de R$ 490 mil, em 2010, quando conquistou a primeira suplência do candidato vitorioso ao Senado, o ex-presidente Itamar Franco (PPS), que morreu seis meses depois de eleito, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Convocado para depor em duas oportunidades, Zezé Perrella se esquivou. Em nota enviada ao Hoje em Dia, quando o jornal publicou que ele possuía uma fazenda avaliada em R$ 60 milhões, o senador se limitou a dizer que tudo que ganhou foi fruto de 38 anos de trabalho e que todos os seus bens estão declarados ao Fisco. “As pessoas dizem que sou bom administrador no futebol, mas será que sou ruim para comandar os meus negócios?”, comparou.

Suspeitas até em hospital !!!!

Responsável por contratos com a administração pública, a Stillus Alimentação, do ex-presidente do Cruzeiro Alvimar de Oliveira Costa, é alvo de investigações por suspeita de direcionamento em licitações e fraude na prestação dos serviços na Bahia e em Minas Gerais.

Com sede em Belo Horizonte, a Stillus teve contrato com o governo da Bahia para fornecimento de alimentação ao Hospital Geral Clériston Andrade, um dos maiores da região, questionado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) baiano por fraude na prestação do serviço. O valor foi de R$ 4,2 milhões com vigência inicial em outubro de 2007.

Na extensa lista das irregularidades, o TCE da Bahia aponta alimentos com o prazo de validade expirado, carne de segunda no lugar da de primeira, elaboração errada da alimentação para os pacientes, alimentos estocados em estado de deterioração e montagem das refeições com índice de qualidade inferior ao do previsto no contrato em todos os itens do cardápio.

“O descumprimento das cláusulas contratuais indica que vêm ocorrendo sérias irregularidades na execução do contrato, podendo comprometer a saúde dos pacientes, acompanhantes e servidores que utilizarem os serviços, assim como prejudicar a imagem do HGCA junto à população”, diz trecho do relatório do Tribunal de Contas da Bahia, de 30 de dezembro de 2008.

Em outro contrato, desta vez com a Câmara Municipal de Belo Horizonte, a Stillus virou alvo de investigação aberta pelo Ministério Público Estadual (MPE) de Minas por suspeita de fraude em licitação de R$ 117 mil para fornecimento de lanche aos vereadores.

Filé e alcatra para o Ministério da Defesa…

Com o governo federal, a GN participou e venceu quatro licitações. Somente em 2007, a firma do empresário Gilmar Perrella, irmão do senador Zezé Perrella (PDT), ganhou dois pregões eletrônicos para fornecer carnes para o Ministério da Justiça. Juntos, eles alcançam R$ 1,2 milhão. Ainda com a União, a GN forneceu em 2008 um carregamento de miolo de alcatra, chã de fora, filé, acém e patinho ao Comando da Aeronáutica, vinculado ao Ministério da Defesa, pela quantia de R$ 935,4 mil. No mesmo ano, ganhou contrato de R$ 1.055.116,20 para fornecer alimentos para o Comando da Marinha, no Estado do Rio de Janeiro. Para o Exército Brasileiro, a GN forneceu, conforme contrato de 2009, 1.200 quilos de carne de porco por R$ 3,3 milhões.

Já com a Prefeitura de Montes Claros, no Norte de Minas, foi a Stillus quem faturou R$ 19,2 milhões. Em 2009, assinou contrato com a prefeitura, administrada pelo peemedebista Luiz Tadeu Leite, no valor R$ 13 milhões para o fornecimento de merenda escolar. É o segundo maior repasse de um ente público à empresa, entre os contratos pesquisados. Nesse ano, a Stillus voltou a figurar como fornecedora de alimentos da Secretaria de Educação de Montes Claros, após vencer a licitação de número 00001/2011 para um contrato no valor de R$ 6,2 milhões.

A prefeitura da cidade do Norte de Minas só perde para o governo de Minas no ranking de clientes das empresas da família Perrella. A Stillus é a responsável pelo fornecimento de alimentos ao sistema penitenciário mineiro. Somente no ano passado, levou R$ 27,2 milhões. Em 2006, faturou contratos de R$ 5,7 milhões. Também conquistou o direito de se instalar na Cidade Administrativa.

Na área hospitalar, as empresas também ganharam licitações. A GN conseguiu firmar parceria para cuidar da alimentação da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). O valor total do contrato foi de R$ 3.074.607,83. O pregão de número 65/2006 foi realizado em fevereiro de 2007.

Enquanto a Stillus Alimentação Ltda abocanhou contratos no sistema prisional de Minas Gerais, a GN Alimentos Ltda ficou com penitenciárias em São Paulo. A empresa recebeu R$ 4,1 milhões em 2009, e R$ 1.6 milhão em 2011 para fornecer refeições aos presos.

Procurado para falar a respeito da publicação, a assessoriade imprens do senador Zezé Perrella informou que não iria atender ao Hoje em Dia no que se refere aos questionamentos da reportagem.

Falar o quê? Justificar o injustificavel? Tudo isso acontece com o nosso beneplácito nas urnas. Se notícias assim nos revolta, façamos a reflexão para concluir que favor nos (povo) fez esse senhor para merecer o nosso voto? Por que permitem aos políticos acrescentarem nomes em seus registros que não são seus? Por que ainda não lhe cassaram o mandato? E mais, por que um facinora, criminosos, ladrão, quando trancafiado nas grades de uma prisão – pensão completa com quatro refeições diárias (todas com carne), recebe benefício maior do que o salário de um operário – que tem por sua conta aluguel, vestuário, transporte, alimentação, saúde, etc.? Nepotismo?

Responder

Antonio

23/12/2013 - 19h21

Coitada da família da jovem, nunca verá a justiça ser feita.
Repito o que falo há mais de década, tucanos fazem o que querem no país. País com o judiciário que tem não é democracia.
Aécio Never, José Serra e outros podem mandar matar que não acontece nada.
Se fosse o PT, a modelo teria ressuscitado para algum espírita e serviria de prova de condenação.
Justiça brasileira e paraguaia tudo haver!

Responder

henrique de oliveira

23/12/2013 - 14h30

É o velho metodo tucano de fazer politica , vai ver que é por isso que ate a PF ficou com o anus na mão no caso do helipóptero do espirito santo com a cocaina, que deve ter relações umbiluicais com o psdb.

Responder

Taiguara

23/12/2013 - 12h45

Aqui em Minas termina o ano com a triste constatação do surgimento de mais dois “DESAPARECIDOS POLÍTICOS”. O escândalo IMDC/FIEMG e o do Tráfico de Cocaína dos Perrelas.

Responder

José Souza

23/12/2013 - 11h25

Há semelhanças com o caso da atriz Marilyn Monroe. Ambas sabiam demais por estarem em contato com a cúpula da política. Dizem que a atriz avisou o presidente para ter cuidado pois havia uma turma tramando seu assassinato. Ela “morreu” antes. Realmente paira sobre a morte da modelo mineira, Cristiana, a suspeita de queima de arquivo.

Responder

Aguinaldo Olimpio Rocha Junior

23/12/2013 - 11h05

Segundo disse Willian Shakespeare ” EXISTE MUITA COISA PODRE NO REINO DA DINAMARCA”… Parodiando o ilustre dramaturgo digo:
– Se lá, considerado o paraíso da ética, suprassumo da civilização há tais podridões; que dirá esse Brasil,3º mundo reduto de contrassensos proliferam miasmas á mancheia…Infelizmente. Aí relembro Castro Alves : ” oh! DEUS, onde estás em que estrelas tu te escondes” (NAVIO NEGREIRO” para permitir tamanhas vilanias!

Responder

Fabio

23/12/2013 - 09h13

E o que vai acontecer com os tucanos?nada, absolutamente nada.

Responder

Francisco

23/12/2013 - 05h58

Blá, blá, blá…

Barbosa não dá deferimento e fim de papo.

Porque? Não gostou?

Como no PT não tem macho, fica por isso mesmo e fim de papo: não gostou dê seu jeito.

Todos os partidos opositores (e da base) falam isso por que sabem que o PT não vai dar jeito nenhum em nada.

É frouxo, não tem testículos.

Responder

Tiago Tobias

23/12/2013 - 05h11

Sei que nada tem a ver com o assunto do post, mas chegando em casa agora (05:08), dei uma entradinha na internet e me deparo com o UOL noticiando:

PSDB BARRA INVESTIGAÇÕES SOBRE CARTEL NA ASSEMBLEIA: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1389230-psdb-barra-investigacoes-sobre-cartel-na-assembleia.shtml

Detalhe: Era a principal notícia do site, às 05:09 da manhã (consta que foi publicado às 2:40)

Sabendo que nesse horário quase ninguém acessa o site, eles publicam essa importantíssima notícia, só para desencargo de consciência.

Garanto que a partir das 8:00 da manhã, a notícia vai sumir da página inicial do UOL.

Responder

Marat

22/12/2013 - 21h17

Este tipo de notícia não sensibiliza o PIG. Ele só é movido por notí$$$ias!

Responder

souza

22/12/2013 - 21h05

existe pessoas descentes dentro do mpe, mpf, pf e judiciário mineiro.
a falta de divulgação pela mídia das questões tenebrosas no submundo mineiro deixar estas pessoas de bem sem ação.
a democratização da mídia resolve esta situação em minas como no resto do país.
a luta continua.

Responder

    Luís Carlos

    22/12/2013 - 23h32

    Este Haripvaldo é um racista, machista e ultra-direitista reacionário. Nunca vi absurdo tão grande. Ultrapassa a própria Globo e Veja.
    Parabéns às jogadoras brasileiras da seleção feminina de handebol e à comissão técnica. Campeãs mundiais!! Quando adolescente joguei handebol. Estou orgulhoso de nossas atletas. Com seria de esperar, a grande mídia esportiva não cobriu o mundial de handebol feminino. Nenhum jogo transmitido. Nenhuma cobertura. Nada. Se não é o medíocre futebol masculino super badalado ou a violência gratuita do vale tudo, então a grande mídia não divulga, afinal, detestam esporte feminino e modalidades olímpicas. O machismo impera na mídia esportiva. Apesar da grande mídia, elas venceram. Superaram o preconceito e desprezo do jornalismo esportivo brasileiro (chega a ser absurdo usar “esportivo” para mídia que só divulga futebol masculino e vale tudo – como se esse último fosse esporte). Novamente, parabéns para as campeãs. Que isso contribua para quebrar barreiras do machismo em outras modalidades esportivas e em outras áreas da organização social brasileira.

    Ricardo JC

    23/12/2013 - 08h51

    Moço
    O site do Hariovaldo de Almeida Prado é de humor.
    Leia os comentários e verás que tudo não passa da mais fina ironia. É de chorar de rir.

    Marcus Vinicius

    23/12/2013 - 09h09

    ô Luis Carlos, tenha calma… o blog dele é de pura ironia !! relaxa…

    Luís Carlos

    23/12/2013 - 09h30

    Vou ler de novo por recomendação de você, mas fiquei chocado.

    Zanchetta

    23/12/2013 - 11h44

    Vc me lembra a história do motorista que ao passar ziguezagueando por outro motorista grita: “Viado”. O outro motorista, bota a cabeça prá fora e começa a xingar o primeiro e atropela o… “Viado”.

    Luís Carlos

    23/12/2013 - 20h25

    Pelo menos assim você tem exercitado sua memória. É um começo.

    FrancoAtirador

    24/12/2013 - 03h31

    .
    .
    Caro Luís Carlos.

    Não dá bola para o comentário do “Viado” do Zanchetta.

    O pessoal lá em cima tem razão sobre o Blog do Hariovaldo:

    Faz pura sátira da Extrema-Direita Anticomunista Burra.
    .
    .

Silvio torres

22/12/2013 - 19h03

Dá prá imaginar como será o Brasil com o Aécio presidente?

Responder

    Mário SF Alves

    22/12/2013 - 21h24

    Dá!

    FrancoAtirador

    23/12/2013 - 04h53

    .
    .
    Pô, Mário!

    Sofrendo de Pesadelo Acordado?
    .
    .

    Paulão

    26/12/2013 - 13h29

    Neste caso melhor usar o futuro do pretérito. Ou bater na madeira.

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

22/12/2013 - 18h52

O governo de Minas, patrocinou a radio itatiaia, na cobertura do mundial de
clubes no Marrocos, vale ressaltar que dois radialistas da emissora, que
viajaram para cobrir os jogos do Galo, são deputados estaduais da base de
apoio do desgoverno tucano, o narrador mario henrique, o caixa, e o comenta
rista joão vitor xavier, é desta forma,que a tucanalha cala a imprensa !!!

Responder

Zanchetta

22/12/2013 - 18h45

Eu acredito mais no Romeu Tuma JR….

Responder

    Marcus Vinicius

    22/12/2013 - 23h07

    zzzzzzzz…

    Luís Carlos

    22/12/2013 - 23h34

    O que esperar de um seguidor de FHC e Serra?

    Luís Carlos

    22/12/2013 - 23h38

    Aliás, você dá crédito ao laudo médico que atestou que a modelo se suicidou, com todas evidências de assassinato? As pessoas realmente não tem limites em sua desfaçatez e cinismo, escondendo um assassinato para proteger seus líderes políticos.

    Alexandre Bitencourt

    24/12/2013 - 09h52

    … e eu em papai noel!

marcosomag

22/12/2013 - 18h13

Há ministro da Justiça no Brasil? Se há, nada faz para proteger a vida deste advogado e do Nílton Monteiro, verdadeiro arquivo vivo que alguns devem querer ver morto.

Em governo tucano é assim. O velho coronelismo que mal esconde a truculência sob os ternos caros que veste. É assim em SP, MG, GO. “Aparelhamento” do TJ, MP, Assembleias Legislativas.

Para a imprensa, vale a “Lei Sérgio Motta”: “a imprensa come na mão se farto for o grão”. À IMPRENSA (com maiúsculas), pressões econômicas, policiais, tributárias… O Kajuru já descreveu com detalhes como agem os tucanos em relação aqueles que se recusam a “comer na mão”.

Imbelicilizados pela mídia que “come na mão”, paulistas, mineiros e goianso revalidam os mandatos dos “coronéis” tucanos a cada eleição. Assistimos no dia a dia, o aprofundamento da barbárie onde eles mandam.

Até quando?

Responder

Mário SF Alves

22/12/2013 - 17h57

‘Segundo Dino, o assassino está em liberdade graças a um habeas corpus concedido de ofício pela ministra do STJ, o Superior Tribunal de Justiça, Laurita Vaz.”

_________________________________________________________
E não seria o caso de se checar as contas bancárias do sujeito e/ou de pessoas próximas a ele?

Responder

    Jésus Araújo

    23/12/2013 - 01h44

    É engraçado que um réu definitivamente condenado (sentença passada em julgado)seja libertado por um habeas corpus. Nunca se viu.

renato

22/12/2013 - 17h54

JUSTIÇA, JUSTIÇA, onde andarás!!!
Gastou-se toda contra o DIRCEU.
Vai faltar para esta mafia…..
Entregar o Brasil para esta máfia.
Peço desculpas a DIREITA.
Isto não é caso politico é caso de
POLICIA????
Isto é Máfia.
POLICIA????
Estamos roubados…..
MAS…..Tem promotor de Policia Federal.

Responder

    Mário SF Alves

    22/12/2013 - 17h59

    Tem razão, Renato, a coisa toda fere frontalmente o conceito clássico de direita. Ultrapassa-o e cai, direto, no conceito de máfia.

    Carlos Ribeiro

    22/12/2013 - 18h36

    No caso Dirceu, a dita cuja não deu as caras, amigo!

    renato

    22/12/2013 - 22h35

    Apareceu, sim.Carlos.
    Na forma da Globo!

Urbano

22/12/2013 - 16h47

Nunca precisei assistir “A Morte Anda a Cavalo”, pois pelo que eu via e vejo sempre aqui a versão caipira “O burro anda de morte”…

Responder

    Urbano

    23/12/2013 - 13h22

    Outra coisa… Quem é que vai tentar convencer o staf que existe há quase vinte anos um mensalão bilionário, com direito até a um ou mais assassinatos, de forma direta? Porque assassinatos indiretos há em abundância, principalmente nos hospitais e logradouros públicos. Pelo que se vê, enquanto não se afastar todos os coelhos dessa moita, vai ser ruim deixar de se esconder, para que se possa esclarecer, de forma limpa, decente e honesta…

Messias Franca de Macedo

22/12/2013 - 15h24

[Qual será “o(a) supremo(a)” que pedirá [a providencial!] ‘vistas do processo’ do MENSALÃO DEMoTUCANO?! E/ou irá “esquecer” a referida Ação Penal “em alguma gaveta errada do mesmo *’supremoTF'”? E/ou irá “merendar por 30 minutos”, e na volta do “recreio do STF” (sic) deixará os TUCANOS fora do presídio da PAPUDA?!… ENTENDA [MAIS] ESTA LAMBANÇA DOS “supremos cheirosos”! *’supremoTF': aspas monstruosas e letras submicroscópicas! EM TEMPOS GOLPISTAS: “o supremo” é ÍNFIMO!…]

INCRÍVEL: QUEM NÃO DEIXOU AYRES VOTAR O MENSALÃO TUCANO ? Publicado em 26/11/2013 VÍDEO SENSACIONAL, HISTÓRICO – E PEDAGÓGICO! O Big Ben de Propriá foi fazer um lanche e na volta o mensalão tucano sumiu da pauta. http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2013/11/26/incrivel-quem-nao-deixou-ayres-votar-o-mensalao-tucano/

###

Ministro do STF Luís Roberto Barroso promete rapidez para mensalão do PSDB
22/12/2013 – 06h00

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1388961-ministro-promete-rapidez-para-mensalao-do-psdb.shtml

###

Que país é esse, sô?!…

É VERDADE: a Idade Média “ainda não deu as caras por estas plagas tupiniquins”!…

Responder

    Mário SF Alves

    22/12/2013 - 18h15

    É… e tem gente que ainda tem a cachimônia de criticar o Marighella. Tivessem as ideias dele alcançado êxito e, portanto, revolucionado socialmente este País, e ainda que o novo modelo se desgastasse com o tempo, duvido que já não se teria superado este estado [Casa Grande & Senzala] de coisas que impera no Brasil.
    ______________________________________
    À pior elite do mundo interessa tudo; tudo, menos a consolidação da democracia em qualquer parte do mundo. Até porque, salvo melhor juízo, a democracia da Casa Grande é – e pelo visto sempre será – sinônimo de plutocracia.
    _________________________________________________________
    A Bastilha ainda clama por uma tomada [que seja] definitiva.

Dias

22/12/2013 - 15h06

Ou acabamos com a Casa Grande, com o governo entendendo cristalinamente isso, ou corremos o risco de morrermos na praia. Dilma, diz que a vida quer é coragem, pois então está na hora de botar o bloco na rua e varrer essa camarilha do Brasil limpo que queremos e desejamos. Chega de um país com a justiça compromissada ao passado da incompetência hereditária da história do Brasil, uma justiça seletiva e comprometida com a camarilha do atraso até a alma em dobradinha com a mídia da desinformação do Millenium. Basta!

Responder

Euler

22/12/2013 - 15h04

Se as denúncias colhidas nesta reportagem-bomba, e também na anterior (com Nilton Monteiro), fossem dirigidas contra lideranças do PT, eis o que aconteceria:

a) uma CPI mista seria aberta imediatamente no congresso nacional,
b) a “revista” (aspas, por favor) Veja e a Folha de SP colocariam a matéria com destaque de capa nas próximas 200 edições,
c) a Globo mandaria produzir uma telenovela, vários documentários, escalaria um batalhão de repórteres para entrevistar os envolvidos e colocaria o tema em destaque em todos os telejornais; seria também o tema favorito dos apresentadores, “especialistas” e comentaristas. A Band, os jornais e as rádios regionais seguiriam os passos da quadri, digo, do conhecido grupo midiático: Globo + Folha + Veja,
d) os ministérios públicos estaduais e federal ingressariam com ação pedindo a imediata prisão dos envolvidos, antes mesmo de qualquer julgamento,
e) ministros do STF dariam declarações à imprensa antecipando o julgamento e condenando o PT por mais este escândalo, após o maior da história da humanidade, também conhecido como “mensalão do PT”.

Contudo, porém, entretanto, como os envolvidos não são ligados ao PT, nada acontecerá. Anotem.

Responder

claudio

22/12/2013 - 14h56

Esta Historia pode ser vendida aos cineastas americanos, que rendera um bom seriado! Se chamara, CRIME PERFEITO!

Responder

Zezé Sette

22/12/2013 - 14h23

A reportagem tá ótima e os comentários trazem ainda mais informações para os leitores, as gostaria de fazer uma observação.
O áudio da gravação da entrevista com Dino tá muito estranho, parece a voz de um homem bem mais novo ou como se tivesse sido alterada para não ser reconhecido – o que acontece muito com testemunhas que não podem ou não querem se identificar.
Eu gostaria que alguém falasse sobre isso para eu compartilhar, pq a matéria tá muito boa e é um conteudo e tanto para espalhar e repercutir nas redes.
Parabéns à Equipe!

Responder

Marat

22/12/2013 - 14h03

Não se lê nada no PIG, e não se ouve falar nada do natimorto Mensalão do PSDB…
O que é a Judith Brito (de triste memória) dizia mesmo? Que a oposição está fragilizada, não é mesmo???
Olha, se a coisa não fosse tão sórdida eu diria que o pessoal do Zorra Total e do CQC (aliás todos péssimos comediantes…) estariam ameaçados por essa gente do conservadorismo nacional!

Responder

Bacellar

22/12/2013 - 14h02

Mafia braba. Cheia de esqueletos no armário.

Responder

Luís Carlos

22/12/2013 - 13h12

Quadrilha. Essa é a verdadeira quadrilha que continua escondida pela grande mídia, ameaçando, corrompendo, sonegando, assassinado…
O herói da burguesia brasileira já tem as informações. Fará alguma coisa ou continuará em conivente silêncio e inércia?

Responder

    Luís Carlos

    22/12/2013 - 13h17

    E o laudo da morte da modelo? Suicídio? Com todos os sinais de assassinato? Quadrilha que deve apodrecer na cadeia, mas a Juíza Laurita Vaz parece discordar…

Mauricio Bernardi

22/12/2013 - 12h36

A investigação sobre a morte de Cristiana vai ter o mesmo desfecho daquela do assessor da governadora tucana do RGS, que se “suicidou” no Lago Paranoá, em Brasília. Ou seja, não vai dar em nada.

Responder

Francisco de Assis

22/12/2013 - 12h13

“VÍTIMA DE UM ESQUEMA POLÍTICO ASSASSINO”

Uma aula magna de jornalismo.

Da repórter Lúcia Rodrigues, da equipe de reportagem, do editor Luis Carlos Azenha, dos leitores que financiaram.

Do Viomundo, paradigma de uma imprensa livre e moderna no Brasil.

Parabéns a todos.

Sugiro três coisas, pela importância da matéria para o futuro do Brasil:

1. Que o link para a reportagem permaneça em destaque no cabeçalho da página sine die.

2. Que seja feita e publicada a degravação completa da entrevista, para que seja possível a quem de direito utilizá-la nos encaminhamentos legais obrigatórios a serem feitos.

3. Que o próprio Viomundo, por escrito ou por e-mail, encaminhe todo o material aos seguintes órgãos, para SE POSICIONAREM a respeito das graves denúncias feitas, que incluem pesados e evidentes indícios de prevaricação e outros crimes, de todo tipo e gravidade, por parte de servidores públicos policiais, promotores e juízes:

3a – Ministérios Públicos Federal e de Minas Gerais, Ministério da Justiça e Polícia Federal;

3b – Conselho Nacional do Ministério Público e Conselho Nacional de Justiça;

3c – Corregedorias de Polícia, do Ministério Público e da Justiça de Minas Gerais;

3d – Conselho Federal da OAB, e Conselho Estadual da OAB/MG (no caso também para relatarem as ações que teem realizado para combater o evidente terrorismo contra o estado democrático de direito e atuação profissional de advogados).

Responder

Marat

22/12/2013 - 11h27

O conluio do PSDB com a impren$a e a justi$a é uma verdadeira máfia!

Responder

Marcilio Serrano

22/12/2013 - 11h03

Eu particularmente incluo mais algumas mortes neste processo de suspeição…

Marcelo Cavalcanti – Escândalo do Detran – RGS.

Abel Pereira – Máfia dos Sanguessugas.

E porque não Von Richtofen, afinal de onde vem a riqueza dele no exterior, será que não temos boi de piranha assumindo para facilitar a vida. Não esqueçam que ele era arrecadador de campanha….

Dou um doce para quem adivinhar qual o partido com ligação direta com estes casos????

Responder

    FrancoAtirador

    22/12/2013 - 16h16

    .
    .
    OPERAÇÃO MÃOS SUJAS

    PSDB E MÍDIA ORGANIZADOS PARA MUDAR OU EMUDECER O BRASIL:

    COSA NOSTRA PAULISTA, CAMORRA MINEIRA & NDRANGHETA GAÚCHA

    17/9/2009

    Empresário que teria doado a Yeda [PSDB] é achado morto em hotel

    O empresário gaúcho Nestor Mähler, 56 anos, ex-presidente da fumageira Alliance One, foi encontrado morto em um hotel de Itumbiara (GO), nesta quarta-feira.

    O corpo de Mähler foi localizado por um funcionário na sacada do primeiro andar do hotel.

    A deputada federal Luciana Genro (Psol-RS) disse, nesta manhã que a morte do empresário é uma “coincidência macabra” – a empresa teria doado R$ 200 mil à campanha da governadora Yeda Crusius (PSDB).

    “É uma coincidência macabra o fato de que outra pessoa ligada à campanha tenha morrido de forma duvidosa, mas não tenho nenhum elemento que ligue uma coisa a outra”, disse a parlamentar. A oposição no Estado também se referiu ao fato como uma “infeliz coincidência”.

    Luciana comparou a forma duvidosa em que morreu Mälher com a morte ainda sem esclarecimento do ex-chefe da Representação do RS em Brasília, Marcelo Cavalcante. Ele foi chefe de gabinete de Yeda quando ela era deputada federal. Cavalcante foi achado morto, em Brasília, em fevereiro deste ano.

    O corpo do ex-assessor foi encontrado no lago Paranoá, próximo à ponte Juscelino Kubitschek. De acordo com os Bombeiros, o carro de Cavalcante foi localizado por parentes dois dias antes, próximo à ponte.

    Mähler, que estava na cidade há cerca de um mês, hospedou-se em um quarto do 8º andar. A hipótese da polícia é que tenha sido um acidente. O corpo, levado de avião para o Rio Grande do Sul, foi sepultado nesta quinta-feira, no município de Santa Cruz do Sul.

    O caso
    Gravações divulgadas pela revista Veja em maio apontaram conversas entre Cavalcante e o empresário Lair Ferst. O áudio comprovaria o uso de caixa dois na campanha da governadora Yeda Crusius (PSDB) para o governo do Estado. Segundo o ex-assessor, as empresas fabricantes de cigarro Alliance One e CTA Continental doaram, cada uma, R$ 200 mil em espécie, que foram entregues ao marido de Yeda, Carlos Crusius. A Alliance One negou à revista ter feito a doação em caixa dois e mostrou, de acordo com a Veja, um comprovante de transferência bancária de R$ 200 mil. Essa doação não aparece na prestação de contas da campanha de Yeda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A CTA Continental negou qualquer doação.

    Após a morte de Cavalcante, o Psol gaúcho levantou nove suspeitas contra o governo Yeda. Na época, os membros do partido não apresentaram provas, mas garantiram que áudios, vídeos e depoimentos que estariam sendo analisados pelo MPF, apontariam a existência de uma “quadrilha” dentro do Palácio Piratini, que se utilizou de caixa 2 para chegar ao poder e que utiliza verbas públicas para satisfazer interesses particulares.

    No dia 5 de agosto, o Ministério Público Federal ajuizou ação de improbidade administrativa contra a governadora e outras oito pessoas.

    Eles foram denunciados por enriquecimento ilícito e danos ao erário. A ação foi ajuizada na 3ª Vara federal de Santa Maria, município na região central do Estado.

    O processo é resultante da Operação Rodin, que apura o desvio de verbas envolvendo o Detran-RS, a Universidade Federal de Santa Maria e fundações de apoio.

    (http://migre.me/h7wJc)

    17/10/2009

    Irmão de Marcelo Cavalcante diz à Isto É:

    “Meu irmão foi assassinado!”

    O empresário Marcos Cavalcante disse à revista Isto É que pretende reabrir a investigação sobre a morte de seu irmão, Marcelo Cavalcante, ex-assessor da governadora Yeda Crusius (PSDB), encontrado morto no Lago Paranoá, em fevereiro deste ano, em Brasília.

    “Meu irmão não se suicidou, ele foi assassinado”, diz Cavalcante.

    (http://rsurgente.opsblog.org/category/marcelo-cavalcante)
    (http://rsurgente.opsblog.org/category/magda-koenigkan)
    .
    .
    Política virou caso de polícia no Rio Grande do Sul

    O assassinato de Eliseu Santos [Secretário Municipal da Saúde de Porto Alegre] sacudiu mais uma vez a política gaúcha.

    O crime ocorreu no momento em que a Polícia Federal e o MP Federal investigam a ação de uma organização criminosa especializada em desviar dinheiro público na Prefeitura de Porto Alegre, especialmente na área da Saúde.

    Em 2007, o então prefeito José Fogaça (PMDB) anunciou a contratação do Instituto Sollus, até então um ilustre desconhecido no RS para administrar o Programa Saúde da Família.

    Sediado em São Paulo, o referido instituto foi tornado de utilidade pública pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkmin (PSDB), pelo decreto 50.191/2005.

    O vice-presidente institucional do Sollus, Argemiro França Lopes, era, na época, primeiro-secretário do Secretariado do Terceiro Setor do PSDB de São Paulo.

    Durante 24 meses, o Sollus faturou cerca de R$ 57,6 milhões em Porto Alegre.

    Em agosto de 2009, a prefeitura rescindiu o contrato com o Instituto, que é agora alvo de investigação, acusado de desviar cerca de R$ 5 milhões do Programa Saúde da Família.

    (http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Politica-virou-caso-de-policia-no-Rio-Grande-do-Sul/4/15616)
    .
    .
    OMERTÁ

    Código de honra siciliano que proíbe aos membros da Máfia
    divulgar informações sobre crimes que sejam considerados
    negócios pessoais das FamíGlias envolvidas.

    No geral, é um consenso, que implica nunca colaborar com as autoridades que estejam envolvidas com a organização.

    Pode ser entendido como um “voto de silêncio” entre mafiosos.

    Caso o juramento seja violado, a punição, na maioria das vezes, é a morte.

    O principal motivo por que a Omertà é tão importante no “submundo” da máfia italiana, é a crença de que o governo e as autoridades em geral não estão preocupados com o povo.

    Assim sendo, é considerada um desrespeito a atitude de se procurar uma autoridade no caso de algum problema.

    A Cosa Nostra tem como um de seus princípios a ajuda a pessoas com problemas, como dinheiro para pagamento de pequenas dívidas, remédios e problemas cotidianos.
    Em troca, a pessoa adquire uma dívida moral, um penhor de gratidão que poderá ser cobrado no futuro.

    O sentimento principal em relação a Omertà é esse:
    se o governo não o ajuda em seus pequenos problemas,
    por que se o procuraria para qualquer outro?

    Na Itália este sentimento chega a um ponto que pode ilustrar melhor o significado de Omertà:

    Se um ladrão rouba sua casa uma pessoa não vai a polícia,
    procura as ‘pessoas’ que sempre estiveram dispostas a ajudá-la,
    porque elas resolverão o seu problema.
    Se alguém vê o rosto do assassino da sua família,
    não conta a polícia, se vinga ou procura quem o faça por si.

    Omertà é basicamente um voto de silêncio.
    .
    .
    OS DEZ MANDAMENTOS DA MÁFIA

    Em novembro de 2007, a polícia da Sicília declarou ter encontrado uma lista com dez mandamentos(?), ou seja, um Código de Conduta, no esconderijo do ‘Capo’ Salvatore Lo Piccolo:

    1. Ninguém pode se apresentar diretamente a um de nossos amigos.
    Isso deve ser feito por um terceiro.
    2. Nunca olhe para as esposas de seus amigos.
    3. Nunca seja visto com policiais.
    4. Não vá a bares e boates.
    5. Estar sempre à disposição da Cosa Nostra é um dever,
    mesmo quando sua mulher estiver prestes a dar à luz.
    6. Compromissos devem sempre ser honrados.
    7. As esposas devem ser tratadas com respeito.
    8. Quando lhe for solicitada uma informação,
    a resposta deve ser a verdade.
    9. Não se pode apropriar de dinheiro pertencente a outras famílias
    ou outros mafiosos.
    10. Pessoas que não podem fazer parte da Cosa Nostra:
    qualquer um que tenha um parente próximo na polícia
    [desde que o policial não seja mafioso];
    qualquer um que tenha um parente infiel na família;
    qualquer um que se comporte mal
    ou que não tenha valores morais [SIC].

    (http://pt.wikipedia.org/wiki/Omert%C3%A0)
    (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosa_Nostra#Os_dez_mandamentos)
    .
    .

    FrancoAtirador

    22/12/2013 - 18h27

    .
    .
    Curiosidades Etimológicas

    ‘NDRANGHETA’

    Do Calabrês, pelo Grego:

    ‘Andragathía’ = ‘Heroísmo & Virtude’

    ou ‘Andros Agathos’ = ‘Homem Bom’

    Essa associação mafiosa se formou

    na região italiana da Calábria.

    Na Itália, é popularmente conhecida como

    ‘Famiglia Montalbano’,

    ‘Onorata Società’ (Sociedade Honorável)

    e ‘Picciotteria’
    [Do Italiano: ‘Picciotto’ (*), derivado do dialeto siciliano e napolitano ‘Picciottu’, literalmente = ‘Pequeno’ (em italiano: ‘Piccolo’) e figurativamente = ‘Menino’ ou ‘Infante’, o menor nível de adesão na hierarquia de organizações criminosas da máfia italiana.]

    Alguns Detalhes da Organização

    Apesar de não ser tão conhecida internacionalmente como a ‘Cosa Nostra’ siciliana, e sendo considerada mais rural em comparação com a ‘Camorra’, de Campania, ou a ‘Sacra Corona Unita’, de Apulia,
    a ‘Ndrangheta tornou-se o elemento criminoso mais poderoso da Itália, desde os anos 1990.

    Embora às vezes incorretamente associada à Máfia Siciliana,
    a ‘Ndrangheta opera independentemente dos mafiosos sicilianos,
    apesar de existirem contatos entre as duas organizações,
    dada a proximidade geográfica entre a Calábria e a Sicília.

    Várias Agências Italianas contra o Crime Organizado estimaram que a ‘Ndrangheta teve um faturamento anual, em 2007, de cerca de 35-40 bilhões de euros (50-60 bilhões de dólares), totalizando cerca de 3,5% do PIB da Itália, advindo principalmente de operações financeiras com o tráfico de drogas, e de empresas aparentemente legítimas, como as da construção civil e as redes de restaurantes e de supermercados.

    (*) http://it.wikipedia.org/wiki/Picciotto

    (http://es.wikipedia.org/wiki/%27Ndrangheta)
    (http://it.wikipedia.org/wiki/%27Ndrangheta)
    (http://pt.wikipedia.org/wiki/'Ndrangheta)
    (http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=21&id_noticia=75088)
    .
    .

    Mário SF Alves

    22/12/2013 - 18h39

    Interessante. A máfia venceu. Codificou-se. Porém, venceu no campo do adversário. Queria ver ela vencer no campo oposto ao campo do adversário. Aí, sim, aí seria de fato fantástico o código de conduta que daí resultasse.
    _________________________________
    Imagine-se:

    1) Jamais se consentirá na exploração de outro ser humano, sob qualquer forma ou pretexto;
    2) É questão de honra jamais ferir, agredir ou conspirar contra o interesse coletivo, democraticamente instituído;
    3) A privacidade alheia jamais será violada;
    .
    .
    .
    10) A liberdade é o bem supremo e em seu nome nenhuma violência jamais poderá ser cometida, nem mesmo contra inimigos, insurgente e/ou adversários do presente código. A penalização a ser imposta aos que se rebelarem contra este último dispositivo será o degredo definitivo.

    FrancoAtirador

    24/12/2013 - 03h06

    .
    .
    Caro Mário.

    Esse Decálogo que você menciona já existe no Brasil.

    E, desde 1988, como afirmou o Jurista Fabio Comparato,

    está inserido nos dispositivos da ‘Constituição Oficial’.

    Porém, o que vige são os Códigos de Conduta das Máfias,

    a começar pela Mídia Empresarial, por Bancos Privados,

    Corporações Transnacionais, Empreiteiras da Construção…
    .
    .

Luís Carlos

22/12/2013 - 11h01

Esse é o tucanato, regime tucano implantado em todo país, mas com especiais digitais em MG e SP.

Responder

Marat

22/12/2013 - 10h34

A diferença de enfoque e de visibilidade da imprensa e a diligência das instâncias das “justiças” a casos que envolvem o PSDB são gritantes. Estamos diante de casos gravíssimos de corrupção. É preciso denunciar, quem sabe em órgãos de justiça internacionais que não estejam comprados pelos monstros capitalistas!

Responder

rios

22/12/2013 - 10h17

A direta desse país é perigosa. Em todos os sentidos que você imaginar. Seus tentáculos alcançam todas as esferas.

Responder

Carlos Eduardo

22/12/2013 - 10h14

O médico legista Tyrone Tadeu Abud Belmok morreu num.. acidente em 31/05/2004, segundo consta na contenda que existe sobre seu espólio.

mais notícias da época:
O advogado Rui Pimenta, que representa a família da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, encontrada morta em um apart-hotel de luxo, na região Sul de Belo Horizonte, em agosto de 2000, disse na sexta-feira que mais um “importantíssimo” político mineiro estaria envolvido no caso. Apesar da insistência dos jornalistas presentes, Pimenta não quis revelar o nome do político. Ontem estavam programados mais dois depoimentos sobre o caso, no Fórum Lafayette, centro de Belo Horizonte.
O primeiro era o de ex-detetive da Polícia Civil Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho, que, na época da morte de Cristiana, era detetive particular e que hoje presta serviços à Secretaria de Estado de Segurança Pública. Pacífico chegou a prestar depoimento por mais de duas horas, quando uma falta de luz acabou encerrando os trabalhos do dia. O irmão de Cristiana, Reinaldo Ferreira, que iria depor a seguir, acabou apenas conversando informalmente com os promotores responsáveis pelo caso.
Reinaldo Pacífico foi noivo da modelo e a teria ameaçado de morte anteriormente, com uma arma. O Ministério Público espera, com seu depoimento, elucidar alguns detalhes que não estão muito claros, pois Pacífico pode estar envolvido com o seqüestro-relâmpago do diretor do Banco Real Jairo Magalhães Costa, ocorrido dois meses antes da morte da modelo. Há, ainda, a suspeita que ele pudesse estar fazendo alguma investigação particular a serviço de alguma mulher que se sentisse traída pelo marido.
As investigações sobre a morte de Cristiana foram reabertas pelo Ministério Público no dia 18 de novembro, após inquérito da Polícia Civil concluir que a modelo teria se matado por envenenamento. Suspeita-se que Cristiana era garota de programa e tinha relacionamento com políticos do primeiro escalão do governo de Itamar Franco (sem partido), deputados e empresários. No telefone celular da modelo foram encontrados 68 registros de nomes que se encaixam com esses perfis.
fonte:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI75999-EI306,00-Mais+politicos+suspeitos+da+morte+de+modelo+em+MG.html#tarticle

Responder

    Carlos Eduardo

    22/12/2013 - 10h42

    Outra matéria:

    http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI75180-EI306,00-MP+investiga+fraude+em+inquerito+sobre+modelo.html

    Os promotores de Justiça que apuram a morte da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, 24 anos, receberam ontem um envelope anônimo com a cópia de um depoimento que teria sido substituído por outro no inquérito policial. Nele, o irmão da vítima, Cláudio Antônio Ferreira, 39 anos, fala do envolvimento de Cristiana com o presidente da Cemig, Djalma Morais, e dois políticos, um deles também do mais alto escalão do Governo de Minas. A parte onde constam as assinaturas do depoente e testemunhas foi rasgada.
    “Vamos periciar o documento. Se constatado que realmente é uma peça do inquérito, ele coloca em xeque a credibilidade do restante do processo”, disse o promotor Luiz Carlos Martins Costa. Em seu depoimento aos promotores, o presidente da Cemig negou qualquer envolvimento com a modelo. Cristiana foi encontrada morta no apartamento 1.601 do Flat San Francisco, em 6 de agosto de 2000, e a Polícia Civil concluiu o caso como sendo suicídio por envenenamento. O Ministério Público (MP) suspeita de assassinato.
    De acordo com o promotor Luiz Carlos, em depoimento prestado ao MP o irmão de Cristiana, Carlos Antônio, disse que foi chamado à delegacia para prestar um novo depoimento sem os nomes dos políticos e o empresário citados no anterior. “Os autos foram criminalmente alterados”, disse o promotor. “Estamos diante de um crime de supressão de documentos”, completou.
    No depoimento entregue ontem ao MP, Cláudio diz que, após a morte da irmã, sua família recebeu três ligações anônimas de um homem pedindo que o caso fosse apurado porque Cristiana teria sofrido muito antes de morrer. Na sexta-feira, os promotores receberam do pai dela um crachá de funcionário provisório da Cemig, encontrado junto ao corpo – conforme citado no Boletim de Ocorrência da época -, mas a Cemig disse que não pode identificar a quem pertencia por ter mudado o sistema de expedição de crachás em março deste ano.
    Outro irregularidade apontada pelo promotor é que o depoimento do engenheiro-chefe de segurança da Cemig, Marcelo Marilac, foi tomado em 5 de março deste ano quando o processo já estava em poder do MP desde 21 de fevereiro. Ele também questiona o fato da Polícia Civil requisitar do IML exames toxicológico e de embriaguês no corpo da modelo, se esquecendo de outros para saber se ela sofreu algum tipo de abuso sexual. Só ontem é que essa guia foi encaminhada ao MP, dois anos depois do crime.
    Para hoje está sendo aguardado o depoimento do ex-detetive da Polícia Civil Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho, que na época da morte era detetive particular e que hoje presta serviços à Secretaria de Estado de Segurança Pública, segundo os promotores. Ele havia sido noivo da modelo e a teria ameaçado de morte anteriormente, com uma arma. O MP também acredita que ele possa estar envolvido com o sequestro-relâmpago do diretor do Banco Real Jairo Magalhães Costa, quando este deixava a modelo em sua casa dois meses antes da morte dela. Sobre o ex-detetive há suspeita de que ele pudesse estar fazendo alguma investigação particular a serviço de alguma mulher que se sentisse traída pelo marido.
    A exumação do restos mortais da modelo está confirmada para as 14 horas de amanhã, no Cemitério da Glória, no Bairro Flamengo, em Contagem, na Região Metropolitana. Enquanto isso não acontece, a pedido do MP a Polícia Militar está vigiando a sepultura para evitar sua profanação. Novos exames dirão se a modelo foi realmente agredida fisicamente antes de ser envenenada, conforme suspeita levantada pelo professor de Medicina Legal da UFMG, Roberto Pereira Campos.
    Procurados por telefone no início da noite de ontem, o chefe da Divisão de Crimes contra a Vida (DCcV) e presidente do inquérito do caso, delegado Alexandre Liberal, e o secretário de Estado da Segurança Pública, Márcio Barroso Domigues, não foram localizados. Apesar da mensagem deixada em seu telefone, o superintendente da Polícia Civil, delegado Jaci de Abreu, não retornou a ligação. Na Assessoria de Imprensa da Secretaria de Segurança Pública, ninguém atendeu ao telefone, nem os assessores foram localizados.
    mais notícias de brasil »
    Hoje em Dia

    Carlos Eduardo

    26/12/2013 - 12h38

    E existem mais notícias (anterior é de 2002).
    Esta é de 2003 :
    http://www.24horasnews.com.br/esportes/ver/Investigacao_sobre_morte_de_modelo_reiniciou_em_Minas_Gerais.html

    Whalnner Marinho Gonçalves – suicídio.. em 24/06/2009

Julio Silveira

22/12/2013 - 09h20

Essa é a segunda vez que vejo alguém envolvido no mensalão tucano demonstrando temeridade com relação as ameaças a própria vida.
Isso deveria ter um envolvimento cada vez maior dos órgãos de segurança nacionais, principalmente o federal, já que o estadual pode e deve estar contaminado pelas relações politicas nefastas que em geral costumam acometer devido ao envolvimento do grupo do poder.
Para mim isso parece coisa de máfia.

Responder

marcio ramos

22/12/2013 - 08h47

… é muita sujeira!!!

… se vc é preto, pobre ou puta vc morre, os estupidos homens brancos não te perdoam, e petista ja entrou na lista…

… estive em Goias, acompanhei por meses as folias na roça, na região de Pirenopolis, entre Brasilia e Goiania, o que mais eu ouvi foi historia de crimes brutais da “elite” da região – pai desembargador matando filho viciado para nao sujar o nome da familia corrupta e por ai vai… – e todo mundo gostava de dizer que conhecia o Perillo… em qualquer lugar do Brasil que vc vai, se vc conversar com o povo sabera de crimes e mais crimes envolvendo politicos, delegados, desembargadores, é o que mais tem… é isso, e este governo ai mata junto porque nao faz absolutamente nada para mudar isso,,,, alguma duvida? Ministerio Publico? De que publico? A Roussef não tem nada a dizer? Ah, mas as eleições…

Só não entendi isso aqui: Cristiana, morena de 1,78 metro, queria fazer carreira de modelo, mas, aos 24 anos, havia conseguido apenas se tornar uma figura popular entre os ricos e famosos da capital mineira. ???????

A Cristiana é vitima e/ou cumplice? Perto da turminha a cumplice virou a vitima! Ah, é assim então… lembrei do pizzalão…

… em 2014 vote! Você pode mudar este jogo, mesmo com o Marin torturador como presidente da FIFA… a esperança parece que que não cansa…

Responder

Antunes

22/12/2013 - 07h52

Essa denúncia é uma bomba atômica.

Eu tomara que JOAQUIM BARBOSA aceite ser vice na chapa do Aécio Neves.

Responder

    Jonas Aguiar

    22/12/2013 - 13h51

    Só se for para ajudar a continuar abafando os crimes dos tucanos.

mario lucio de o oliveira

22/12/2013 - 07h34

Eis nesta matéria o comprometimento da midia comprometida capitaneada pela Globo e parceiros do judiciario comandados por Joaquim Barbosa
mario

Responder

Aroeira

22/12/2013 - 03h40

INCRÍVEL!!!

O advogado disse que quem manda em Minas são as mesmas pessoas de sempre (não exatamente nesses termos). Mas forneceu apenas o nome de algumas delas.

E as perguntas que eu faço, depois de acessar novamente a Lista de Furnas (periciada e tida como autêntica pela PF) e constatar que nela se encontra o nome de várias estrelas do PSDB brasileiro (do Serra, do Alckmin e do Aécio Neves, este último beneficiado com R$ 5.500,000,00), é a seguinte: Aécio Neves, o provável candidato do PSDB para 2014, de nada sabia/sabe sobre este assunto? E o Joaquim Barbosa, o que pretende fazer com a denúncia formulada pelo advogado Dino Miraglia?

Não há apenas algo de podre no reino da Dinamarca. A Dinamarca mineira está toda apodrecida.

Coitada da máfia italiana! Se ela soubesse como as coisas funcionam em Minas…

Responder

FrancoAtirador

22/12/2013 - 02h27

.
.
No HC 237855, o STJ não conheceu a impetração do condenado.

Mesmo assim, concedeu, de ofício, o Habeas Corpus requerido,

por violação ao princípio da presunção de inocência do réu.

O Acórdão foi publicado no DJe em 26/02/2013:

Superior Tribunal de Justiça
Quinta Turma

HABEAS CORPUS Nº 237.855 – MG (2012/0065814-0)
RELATOR : MINISTRO JORGE MUSSI
IMPETRANTE : NAIR DE FATIMA NOGUEIRA GONÇALVES
IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
PACIENTE : REINALDO PACIFICO DE OLIVEIRA FILHO

EMENTA
HABEAS CORPUS. IMPETRAÇÃO ORIGINÁRIA. SUBSTITUIÇÃO AO RECURSO ESPECIAL CABÍVEL. IMPOSSIBILIDADE. RESPEITO AO SISTEMA RECURSAL PREVISTO NA CARTA MAGNA. NÃO CONHECIMENTO.

1. Nos termos do inciso III do artigo 105 da Constituição Federal, o Superior Tribunal de Justiça é competente para julgar, em recurso especial, as causas decididas, em única ou última instância, pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados, do Distrito Federal e Territórios, nas hipóteses descritas de forma taxativa nas suas alíneas “a”, “b” e “c”.
2. Com o intuito de homenagear o sistema criado pelo Poder Constituinte Originário para a impugnação das decisões judiciais, necessária a racionalização da utilização do habeas corpus , o qual não deve ser admitido para contestar decisão contra a qual exista previsão de recurso específico no ordenamento jurídico.
3. Em se tratando de direito penal, destinado a recuperar as mazelas sociais e tendo como regra a imposição de sanção privativa de liberdade, o direito de locomoção, sempre e sempre, estará em discussão, ainda que de forma reflexa. Tal argumento, entretanto, não pode mais ser utilizado para que todas as matérias que envolvam a persecutio criminis in judictio até a efetiva prestação jurisidicional sejam trazidas para dentro do habeas corpus , cujas limitações cognitivas podem significar, até mesmo, o tratamento inadequado da providência requerida.
4. Tendo em vista que a impetração aponta como ato coator acórdão proferido por ocasião do julgamento de apelação criminal, contra a qual seria cabível a interposição do recurso especial, depara-se com flagrante utilização inadequada da via eleita, circunstância que impede o seu conhecimento.
5. Como o writ foi impetrado antes da alteração do entendimento jurisprudencial desta Corte Superior de Justiça, o alegado constrangimento ilegal será enfrentado para que se analise a possibilidade de eventual concessão de habeas corpus de ofício.

HOMICÍDIO QUALIFICADO. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. CONCESSÃO AO PACIENTE DO DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE. ESGOTAMENTO DA VIA ORDINÁRIA. PRISÃO DETERMINADA NO TRIBUNAL DE ORIGEM. AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS AUTORIZADORES DA SEGREGAÇÃO CAUTELAR. INCONSTITUCIONALIDADE DA ANTECIPAÇÃO DO CUMPRIMENTO DA PENA. EXEGESE DO ART. 5º, LVII, DA CF. CONSTRANGIMENTO ILEGAL CONFIGURADO. CONCESSÃO DA ORDEM DE OFÍCIO.

1. Viola o princípio da presunção de inocência a expedição de mandado de prisão pelo simples esgotamento das vias ordinárias, pois o Supremo Tribunal Federal, em razão do disposto no inciso LVII do art. 5º da Constituição da República, decidiu pela inconstitucionalidade da execução provisória da pena.
2. Se a determinação da segregação pelo Tribunal de Origem é procedida sem que se fundamente a necessidade da prisão do paciente antes do trânsito em julgado da condenação, ex vi do disposto no art. 312 do Código de Processo Penal, resta caracterizado o constrangimento ilegal, sanável pela via do
habeas corpus .
3. Writ não conhecido. Habeas Corpus concedido de ofício, nos termos do art. 654, § 2º, do CPP, para determinar que o paciente aguarde em liberdade o trânsito em julgado da condenação, se por outro motivo não estiver preso.

ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da QUINTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, não conhecer do pedido e conceder “Habeas Corpus” de ofício, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Marco Aurélio Bellizze, Campos Marques (Desembargador convocado do TJ/PR), Marilza Maynard (Desembargadora convocada do TJ/SE) e Laurita Vaz votaram com o Sr. Ministro Relator.

Brasília (DF), 05 de fevereiro de 2013. (Data do Julgamento).
MINISTRO JORGE MUSSI Relator

Documento: 1206253 – Inteiro Teor do Acórdão
DJe: 26/02/2013

(http://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br:superior.tribunal.justica;turma.5:acordao;hc:2013-02-05;237855-1248925)
.
.

Responder

Deixe uma resposta