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The Guardian: O acordo Brasil-Irã-Turquia


17/05/2010 - 12h06

O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia

17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UK

Tradução Caia Fittipaldi

http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal

Os acontecimentos e notícias empolgantes que chegam de Teerã, de acordo afinal firmado, que pode ter evitado crise global em torno do programa nuclear iraniano é desenvolvimento altamente positivo para todos – exceto para os que, em Washington e Telavive, estavam à procura de qualquer pretexto para isolar ou atacar o Irã.

Também marca o nascimento de uma nova força altamente promissora no cenário mundial: a parceria Brasil-Turquia.

Semana passada, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan e o presidente Luis Inácio Lula da Silva do Brasil adotaram, em conjunto, a abordagem clássica do “um gentil, outro durão”, para aproximarem-se dos líderes iranianos. Lula anunciou que iria a Teerã, o que deu aos iranianos esperança de algum acordo. Mas era indispensável também a presença da Turquia (onde o urânio será tratado), e Erdogan fez-se de difícil.

Na 3ª-feira, Ahmet Davutoglu, o muito experiente ministro das Relações Estrangeiras da Turquia, anunciou que Erdogan não iria ao Irã, a menos que os iranianos manifestassem algum interesse em firmar algum acordo. “Não é hora para encontros trilaterais sem objetivo preciso”, disse. “Queremos resultados. Sem perspectiva de resultados, não iremos ao Irã.”

Na 6ª-feira, Erdogan endureceu ainda mais. Disse que a planejada viagem a Teerã estava cancelada, porque o Irã “não se manifestara sobre a questão”.

Poucas horas depois, a secretária Hillary Clinton telefonou ao Chanceler turco e empenhou-se em desencorajar a iniciativa dos diplomatas brasileiros e turcos. Porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse que a sra. Clinton ‘alertou’ o ministro turco para não confiar nos iranianos, cujo único interesse seria “fazer qualquer coisa para impedir as sanções pelo Conselho de Segurança, sem dar qualquer passo para suspender seu programa nuclear militar.”

Depois do telefonema, um pouco precipitadamente, de fato, a secretária Hillary previu publicamente que o esforço dos presidentes Lula e Erdogan fracassaria.

O que se sabe hoje é que a secretária Clinton pode não estar trabalhando corretamente pela pauta política da Casa Branca. Enquanto ela falava em Washington, funcionários turcos anunciavam aos jornalistas em Ankara, off-the-record, que haviam recebido encorajamento do próprio presidente Obama, para insistir no trabalho de mediação e continuar pressionando em busca de algum acordo. Pode ser, é claro, ‘divisão’ planejada das forças nos EUA, para cobrir todas as posições, o que implica que EUA, sim, anteviram a possibilidade de serem derrotados no front diplomático: Clinton faria a parte mais difícil e preservaria a posição do presidente como ‘mediador’ e interessado mais em acordos que em confrontos. Seja como for, já sugere alguma fragilidade na posição da secretária de Estado, ou seu isolamento, no círculo mais alto dos estrategistas de Obama para as questões mundiais cruciais.

Alguns, em Washington, tentarão ver no acordo apenas um modo para salvar as aparências e livrar o Irã de confronto direto com EUA e União Europeia. Seja como for, outros verão de outro modo. Ali Akbar Salehi, chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, vê perspectiva mais positiva. Semana passada, já havia anunciado que o Irã buscava um acordo, contando com a mediação política do Brasil e da Turquia “para dar aos EUA e outros países ocidentais um modo de escaparem da situação de impasse que criaram, com tantas ameaças.”

Em todos os casos, o que se viu foi que negociadores competentes em negociações bem encaminhadas por dois líderes mundiais, destruíram a versão, difundida por Washington, de que o Irã não faria acordos e teria de ser ‘atacado’, por sanções; antes, claro, de que os EUA considerassem “todas as opções” – inclusive o ataque militar, para impedir o progresso do programa nuclear do país.

Fato é que Turquia e Brasil, embora em pontos opostos do planeta, têm muita coisa em comum. São dois países territorialmente grandes que passaram longos anos sob ditadura, mas conseguiram alterar essa história e andar pacificamente na direção da plena democracia. Os dois países têm hoje, na presidência, políticos dinâmicos e experientes, que comandaram importante processo de recuperação econômica nos seus respectivos países. Os dois países, além do mais, já emergiram como potências regionais, mas aspiram ao nível de potências como Rússia, Índia ou mesmo a China. Nem Turquia nem Brasil podem sobreviver sozinhos entre esses gigantes. Mas, juntos, formam uma parceria que tem inúmeras possibilidades de sucesso.

Brasil e Turquia são os países que mais abriram novas embaixadas pelo mundo, nos dois últimos anos. Uma vez por ano, os principais diplomatas turcos voltam a Ancara para ampla reunião de trabalho. Na reunião de 2010, ocorrida em janeiro, o ministro das Relações Exteriores do Brasil Celso Amorim foi um dos principais conferencistas convidados.

Turquia e Brasil foram, por muitos anos, apoiadores ‘automáticos’ de Washington, mas agora começam a assumir o timão e determinar a própria rota. Preocupados com o que veem como violento unilateralismo norte-americano, que desestabiliza imensas regiões em todo o mundo, os dois países têm evitado todos os confrontos internacionais, ao mesmo tempo em que trabalham incansavelmente para promover acordos que visem à pacificação. Por muito feliz coincidência, os dois países são hoje membros não-permanentes do Conselho de Segurança. A posição deu-lhes os meios para intervir na questão iraniana; que os negociadores e presidentes de Turquia e Irã usaram com talento e competência excepcionais.

Durante a Guerra Fria, o Movimento dos Não-alinhados tentou converter-se numa “terceira força” na política mundial, mas fracassou, porque reunia países grandes demais, separados demais e diferentes demais. Turquia e Brasil emergem agora como a força global capaz e competente para diálogos e acordos que o Movimento dos Não-alinhados jamais antes conseguira ser.



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89 comentários

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Esqueça o PIG: o acordo Brasil-Irã segundo a imprensa estrangeira - Blog do Bordalo

05 de abril de 2019 às 23h01

[…] aquele assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Recomendo que você clique em O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia e leia a íntegra da reportagem, traduzida por Luiz […]

Responder

Ailton Ribeiro

19 de maio de 2010 às 15h26

Aposto o Brasil…
Essa história do Sr. Lula achar que representa a diplomacia internacional não vai acabar bem. Em primeiro lugar, o Brasil é um país com nenhuma tradição para solução de conflitos internacionais. Em segundo lugar, também é quase zero a nossa experiência tecnológica de enriquecimento de urânio.
Não pode agora o Sr. Lula colocar o país como objeto de aposta numa mesa de pôquer: apostou o Brasil e o mundo está pagando para ver.
Ailton Ribeiro

Responder

    O índio

    19 de maio de 2010 às 21h41

    Ailton Ribeiro, que sorte do Brasil, que você não manda nada, né-não?! UFA! Que alívio!

    Se você mandasse alguma coisa, lá nos íamos nós, outra vez, pelo ralo da história!
    É onde se vê que a democracia, com os defeitos que tenha (os gregos diziam que a democracia é o governo do populacho, organizado pelas elites. Na mosca, né-não?), ainda é a melhor coisa com que TODOS (populacho e elites) podemos contar.

    O presidente Lula NÃO PÔS o país como objeto de aposta! Que besteira mais total! Vc se superestima e subestima, primeiro de tudo, O MEU VOTO DEMOCRÁTICO. Acorde! Se quiser derrotar o meu voto democrático, aprenda a construir argumentos POSITIVOS a seu favor. Pare de supor que, à custa de enunciar tolices aprendidas dos Mervais Pereira do mundo, vc estaria argumentando a favor de melhor democracia.

    É uma SORTE, baita sorte, do Brasil, que vc não mande nada. Grande presidente Lula! Grande ministro Celso Amorim! Viva o Brasil!

gizelia

18 de maio de 2010 às 12h08

Eixo do mal!!!__Então vamos falar do eixo do bem!!!__Que tal começar com Ariel Sharon: chacina de sabra e shatila em 18.09.1982, o eixo do bem! massacrou 3.500 crianças, mulheres e idosos a maioria com os corpos queimados.__Ariel Sharon ainda vive no leito de hospital, mantido por aparelhos.__Deveria ser julgado como criminoso de guerra, entretanto é do eixo do bem!__Confisco, prisão e deportação de 400.000 palestinos em 1948, a desqualificada ONU nada fez, na verdade era o eixo do bem!__Massacre, chacina, uso de armas químicas (bombas de fósforo) em Gaza, 1.500 mortos, muitas crianças, mulheres e idosos, entretanto foi o eixo do bem!__Ordem do governo de israel de 12.04.2010: prisão e deportação dos palestinos que vivem em Jerusalem Oriental, destruição de suas casas e confisco dos bens, entretanto a desqualificada ONU nada fez pois trata-se do eixo do bem!__A invasão do Líbano em 1982, massacre de 15.000 libaneses e palestinos, entretanto era o eixo do bem!__Massacre de Qana em 1996, 106 libaneses mortos, metade das quais crianças, entretanto foi o eixo do bem

Responder

Davi

18 de maio de 2010 às 11h39

Olá, caro Azenha e internaltas. O jn do pig Demotucano dedicou metade do tempo para expressar a sua inveja e dor de cutolvelo do nosso lider operario. mais uma vez, ele deu um shwou de bola, uma aula de dialogo e diplomacia. AS elites dessa nossa midia viralata nao escondia o desejo de que o retirante nordestino desse com os burros na´gua. Essa foi apenas mais uma das grandes derrotas dessa corja de bandidos representados pelos barões da midia.

Responder

@ctemporim

18 de maio de 2010 às 11h33

Parabéns pela socialização de notícias que não conseguiríamos ver em outro luga, Azanha!

Responder

Aryanny Paula

18 de maio de 2010 às 13h31

Eu axoo tudoo isso muitoo arriscadoo para o Brasil . O ki o Irã nos dá de garantia ki não vaai iniciaar um conflitoo entre as potencias européias e com o EUA !!?? Não vii nada ki garantisse agente para o presidente ter feitoo o ki fez …
E se o Irã realmente continuar investindoo no setoor atômicoo?? e se essas tal bomba realmente vier a ser construida??
o Brasil vaaai fikaar maul vistoo demais no panorama internacional, afinal esse caso todo coom o ira nem a Onu tava dde acordoooo , eu sinceremente não vii motivos ki levasse o Brasil a se envolveer nesse conflitoo ki ha anos veem ocorrendoo. Com esse acordo a Turquia levar reservas de urânio em trocar de devolver em quantidades estabelecidas de tal substancia de auto teor quimicoo ki elevao calor em altas proporçoes….e o Brasil o ki ganha leva??
resposta : nada de concretooo …s´´o ganhara mais na frente kem sabe um titulo de :Aliadoo a uma força de destruição

Isso nos levará a um " terror" junto as diplomacias internacionais
o Brasil infelismante fikará muito mal falado…Isso seria uma tragedia afinal nosso paísl tem planos econômicos com as principais potências mundias ,estas por sua vez estão todos contra o Irã[EUA , França , Inglaterra…] o ki ganhamos ficando contra nossos aliados econômicos??

Eu simplente fikeei indiguinada com a decisão do Presidente em exercicio no nosso país …sendoo este seu último ano de mandatoo eu realmente não esperava por um atentado futuroo contra nós mesmo…]]

Responder

    Franciscão

    18 de maio de 2010 às 13h49

    Fique calma Aryanni, você está precisando se informar um pouco melhor e refletir mais sobre os últimos acontecimentos.

Marco

18 de maio de 2010 às 09h06

Viva a diplomacia brasileira!
Por outro lado, nossos "Falcões" estão aturdidos. Nada tem sido mais PATÉTICO do que assistir ao espetáculo do PIG demotucanato a chamar o Irã para a briga, a pedir para que os EUA sejam "duros", a clamar por sanções econômicas, intervenções armadas e toda a cantinela dessa corja de entreguistas e patéticos coronéis belicosos. Serão duramente derrotados, mas duramente derrotados mesmo.
Que venham, com Serra, com Bornhausen, com Senadorezinhos como Alvaro Dias, Heráclito Fortes, Arthur Virgilio: que time!! quantas idéias brilhantes!! que espetáculo de horror!! Na verdade, deveriam tomar cuidado pois de tão feios e perversos já estão sendo confundidos com as armas químicas brasileiras… Que ressuscitem ACM! Que encomendem mais matérias à inVeja (que, aliás, deve estar se queimando todinha por dentro), que queimem seus poucos neurónios para imaginar uma saída, que os caras da Mal-enium organizem mais um regabofe repleto de gênios da raça (Só rindo… dá-lhe Cobrador). Não passarão.

Responder

Adilson

18 de maio de 2010 às 05h16

Azenha,

Eu presumia, agora não resta mais dúvidas, pois o José Serra resolveu confessar…
http://www.youtube.com/watch?v=1djr5F5rozY

Responder

Irani

18 de maio de 2010 às 02h04

Azenha,

Numa entrevista à GloboNews o profesor Pinguelli Rosa da Coppi lembrou uma coisa interessante, a AIEA nunca pediu para Israel ser vistoriada ou desfazer seu arsenal bem como os outros países conforme consta no TNP. O curioso foi que a imprensa brasileira não fala que Israel tem arma atômica e não admite inspeções. Aliás, armas produzidas com a ajuda dos EUA. Fica aquela velha dúvida, será que querem continuar o seleto clube de sempre?

Responder

    Wagner Souza

    17 de maio de 2010 às 23h26

    Isto porque a imprensa Brasileira pertence a Israel…quem sao os donos?

    Angelo Frizzo

    18 de maio de 2010 às 00h36

    Na mosca. E eles pensam que somos todos babacas e não sabemos.

    Euripedes Ribeiro

    18 de maio de 2010 às 12h37

    Lá em Israel pode! Eles não são ameaça! São do bem. Do mal são os árabes. Os árabes que têm que sofrer sanções e invasões. Os coitadinhos dos israelitas não, ora bolas! Eles não têm petróleo!

Bonifa

18 de maio de 2010 às 01h57

"Exceto para os que, em Washington e Telavive, estavam à procura de qualquer pretexto para isolar ou atacar o Irã." Tem-se visto esta análise muito frequentemente na imprensa mundo afora. Os guerreiros americanos e europeus são arrogantes o suficiente para levarem seus planos adiante, mas já não poderão enganar ninguém quanto a suas reais intenções.

Responder

Roberto Locatelli

18 de maio de 2010 às 01h38

Excelente análise. Como foi dito acima, não encontraremos um texto esclarecedor como esse na carcomídia brasileira.

Temos que agradecer, mais uma vez, ao Azenha por disponibilizá-lo e à Caia Fitipaldi por traduzi-lo.

Responder

bluehead2013

17 de maio de 2010 às 22h06

"mas agora começam a assumir o timão…" Caramba o Lula conseguiu converter até os turcos pra torcerem pelo "timão" também … esse Lula …

Responder

Kecmaster

17 de maio de 2010 às 21h44

Temo que todo este esforço de Lula seja em vão. Os EUA querem o mesmo que foi para o Iraque. Não importa o grau de negociação e disposição do Irã. Haverá sempre a ameaça oculta.
Só existem duas saídas: A invasão ou o Irã realmente desenvolver a maldita (bendita para eles) bomba. Bomba para frear a invasão e não atacar Israel ou seja lá quem for.
Espero que eu esteja errado!

Responder

    Renato-JF

    18 de maio de 2010 às 01h55

    Nobre Kecmaster,

    Acho que, em sua observação, você está esquecendo o elemento "China", envolvido nesse conflito. Boa parte, senão a metade do petróleo consumido no país comunista vem do Irã, portanto, se os yankees se meterem a besta, Pequim não terá que acionar sequer um estilingue, para alertar os gringos de que o buraco é mais em baixo. Bastará vender alguns dólares…

Mauro A. Silva

17 de maio de 2010 às 20h45

No penúltimo parágrafo é Turquia e Brasil

Responder

Milton Hayek

17 de maio de 2010 às 20h27

Crise sistémica global
Do "golpe de Estado da Eurozona" ao isolamento trágico do Reino Unido
– O deslocamento geopolítico mundial acelera o seu ritmo
http://resistir.info/crise/geab_45.html

Responder

@PalpitedoDia

17 de maio de 2010 às 19h41

Esse Obama parece até bem intencionado, mas tá me saindo um belo de um bundão. A branquela de olhos azuis, dona Hillary, parece que manda e desmanda nesse governo. Quando é que o negão vai tomar as rédeas e mostrar a que veio?

Zé Cabudo.

Responder

    Milton Hayek

    17 de maio de 2010 às 20h26

    Calma,Zé Cabudo!!A gente tem que confiar mais no negão.Tem o dedinho dele,sim,e o dedinho do Lula(aquele dedinho que falta,o dedinho invisível do Estado) nessas ações no Irã.

    Renato-JF

    18 de maio de 2010 às 02h00

    Lamento discordar, Milton.

    Mr. Obama é puro marketing… Até o momento não fez nada do que havia prometido – se é por causa dos falcões de UOCHINTON, eu não sei. E outra: essa ação sobre a área de saúde, também foi puro trololo. Ele apenas seguiu a onda levantada pelo filme do Michael Moore.

Luiz G. Simões

17 de maio de 2010 às 22h23

A elite entreguista que sempre governou este País deve estar p…de raiva e inveja, alguns deles só faltaram colocar os dois dedos indicadores naquele "lugar "e rasgar de raiva!
Mais uma jogada de mestre do Lula!
Lá se foi o tempo de humilhação, que passamos nos tempos de FHC e,os outros, que sempre nos envergonhavam e,
só sabiam dizer "sinhô, sinhô, sinhô…….

Responder

    Fernando Ferreira

    17 de maio de 2010 às 20h32

    Quando o presidente Lula falou em Moscow que havia 99% de acerto com o Irâ, falei para amigos. Pode ter certeza que essa negociação já foi realizada.
    Não se faz uma negociação de dificil solução num fim de semana.
    Parabéns ao metalúrgico e a seu ajudante de ordens (ministro Celso Amorin) , que está dando aula de Relações Internacionais em Lampreia, Ricupero, Celso Lafer (o homem que tira os sapatos) e outros aposentados do Itamarati, que são chamados pela mídia (Globo News) para dizerem amem.
    A grande mídia como sempre, esnobando o Lula, e ele um nato negociador, fez o que seria impossível.
    A turma do Milleniun: Chapeludo, Cineasta, Augusto Nunes, está roendo as unhas.

Luciene

17 de maio de 2010 às 19h08

Quer dizer que deram o "drible da vaca" na Dona Hilary ? KKKKKKK !!!

Responder

Paulo

17 de maio de 2010 às 19h06

A propaganda que o governo faz não atinge os anseios do país. Os quadros atuais tanto do governo quanto da oposição não contam com o equipamento intelectual necessário. Vis-a-vis a ex excelencia sr que se candidatou a um cargo político. Não é tom dos grandes filosofos misturarem-se a questões "menores". O que houve, explico, evidentemente o presidente tomou ideias para si que não são ideais, no conceito básico do que possa ser considerado o razoável.
Vc sabe Lula enquanto um estiver passando fome são todos. Um por todos, todos por um.

Responder

    Dias

    17 de maio de 2010 às 20h14

    Paulo, o que cê tem na cabeça? Ou todo mundo é idiota e você é super idiota ou o contrário. E outra, traduza o que você escreveu, não alcansei o sentido de suas palavras.

    Renato-JF

    18 de maio de 2010 às 02h04

    Pô,

    Acho que eu sou o mais idiota ou, então, desaprendi português, porque, sinceramente, não entendi bulhufas do que o Paulo disse…

    francisco p neto

    17 de maio de 2010 às 23h43

    Eih turminha aí de cima.
    Eu traduzo o que o Paulo quis dizer.
    É o seguinte: é pá daqui, pá dali, sei lá entende! Eu estudo na PUC.
    Grande Orival Pessini!

    @faltorpan

    17 de maio de 2010 às 23h58

    Tirando os erros de português, alguns crassos de concordância, o Paulo não disse m… nenhuma. Mas disse muita m…

    Carlos

    18 de maio de 2010 às 00h07

    Dias e Renato, vocês não conseguiram entender (decifrar) o que o Paulo disse simplesmente porque é indecifrável o que ele disse. Nem o Paulo saberia decifrar o que ele mesmo escreveu. rsrsrs

    Carlos

    18 de maio de 2010 às 10h48

    "Vis-a-vis"
    Parece coisa do Paulo… Francis.
    .
    "Não é tom dos grandes filosofos misturarem-se…"
    Sim, claro,…

Paulino

17 de maio de 2010 às 18h55

Lula, com este acordo, com certeza, acaba de ganhar o seu Prêno Nobel da Paz de 2010.

Merecidamente.

Morra de inveja, FHC…

Responder

Jairo_Beraldo

17 de maio de 2010 às 18h31

A tontería da imprensa nacional acerca do que Lula faz ou não faz chega ao ridículo de conseguir subverter o acordo histórico firmado com o Irã. Acordo para o qual, inclusive, o oriente médio dava suporte. Mas para a imprensa brasileira não existe oriente médio. Tudo o que existe são os EEUU e seus interesses. E tudo o que foge disso, não presta. Perda de tempo tentar entender o que passa pela cabeça dos colunistas pátrios. Por qual razão eles perdem tanto tempo odiando Lula?

Responder

    @Aprillo

    18 de maio de 2010 às 00h21

    A mídia que critica o nosso Presidente é a favor do conflito, da guerra e não perceberam que com a Internet incentivando o compartilhamento, as redes sociais que são um sucesso absoluto o mundo mudou, e nos encaminha para a fraternidade, a paz. Lula expandiu a nossa perspectiva para além dos US e convida as pessoas do mundo inteiro a repensar a paz. Lula será premiado com o Nobel da Paz.

Cunha

17 de maio de 2010 às 18h03

É aquela frase: Paz na Terra aos homens de boa vontade.

Responder

    mila

    17 de maio de 2010 às 19h12

    Mas os senhores da guerra não ficaram satisfeitos. A bomba atomica era pretexto, como foi pretexto a armas quimicas e biologicas do Iraque.
    É sempre o PETROLEO, estúpido!

Está no Blog do Luís Nassif | blogdobarbosa.jor.br

17 de maio de 2010 às 17h59

[…] The Guardian: O acordo Brasil-Irã-Turquia […]

Responder

Análise no The Guardian sobre acordo Brasil-Irã-Turquia | Luis Nassif

17 de maio de 2010 às 16h27

[…] The Guardian: O acordo Brasil-Irã-Turquia […]

Responder

Ronaldo

17 de maio de 2010 às 18h49

Brasil, coração do Mundo, pátria do Evangelho.

Está acontecendo . . .

Responder

Paulo

17 de maio de 2010 às 18h46

O Lula quer vender para o Irã e é contra as sançoes. Mas existe o preço político a pagar. O Brasil sempre foi neutro. A queda por Cuba, Venezuela e Irã pode ser explorada políticamente. A questão entre Israel e Irã não depende de confiança ou acordos comerciais buscados por um dos BRICS. O perigo será sempre iminente e consequentemente as pretensões de países como o Irã.

Responder

    Carlos

    17 de maio de 2010 às 16h40

    Reduzir a ação do governo a um mero interesse comercial, é de uma mesquinharia…
    "Neutro" ou alinhado aos EUA?
    Pontifique sobre as "pretensões do Irã".

    Paulo

    17 de maio de 2010 às 18h30

    Contrate experts para falarem, não acho que os EUA estejam tão despreparados quando o nosso genial nobel indicado presidente. O rabo ele enfia no primeiro buraco que encontrar, nunca no dele próprio.

    Gerson Pompeu

    17 de maio de 2010 às 21h16

    Pode chorar. A gente entende.

    @faltorpan

    18 de maio de 2010 às 00h06

    Probleminhas de concordância verbal são fáceis de resolver, não esquenta. Um supletivo pode ser completado em menos de 6 meses. Se você se esforçar, conte com a nossa torcida.

    Eilton

    18 de maio de 2010 às 00h18

    é frango! Eis o segredo do Paulo. Ele não quer que o Brasil exporte frango pro Irã. Não, Paulo. Não queira tudo pra você sozinho

    v. matarazzo

    17 de maio de 2010 às 18h54

    É tão triste os partidários de Serra fazerem tal malabarismo para atacar a maior vitória da diplomacia brasileira de todos os tempos. Chega a ser hilário porque o petardo lançado tem exatamente as palavras que a cartilha neo-liberal, digo, a Veja, usa em suas pseudo-reportagens…

    Colega, morei em Genéve onde me Doutorei em "Droit International", perto do Palácio das Nações, no Burgo chamado Chéne-Bourg, onde só moram astros como Phil Collins e Michael Schumacher e, principalmente, diplomatas majoritariamente da EUROPA E ORIENTE MÉDIO… Estes, principalmente, estão radiantes com a possibilidade de diálogo entre partes tão contrastantes aberta pelo carisma de Lula.

    augustinho

    17 de maio de 2010 às 17h55

    A china também é contra as sançoes. Em menor grau tambem a russia é contra. Os dois tem muito em jogo no Ira.
    A turquia nao tolera o apoio americano, aos curdos dentro di iraque, os curdos sao inimigos historicos da turquia.
    O BRASIL nao deve ser espelho da poltica americana, paulo, e exatamente por isso o Brasil é respeitado em todos os lados.
    Venezuela e irã são parceiros.
    Quando no passado a china era comunista e inimiga de todos na ótica norte.americana, em 1974 Richard Nixon
    nao perguntou nem pediu a ninguem, nem ao brasil da epoca, que era mmuito anti-comunista. nixon foi la, restabelceu relaçoes com a china comunista, começou o comercio e pra isso até enviou jogaodres de Ping pong.
    Porque entao nao podemos fazer o mesmo no IRA e começar com…jogo de futebol?
    Ora, bolas

    Paulo

    17 de maio de 2010 às 18h28

    Esse jogo se tornou militar. Pq a politica militarista? Lula incentiva mas não assume. Onde estão os exercitos de Lula ou Chaves para dar pitacos? França tem armas. O departamento é outro. Não é comércio, mas outro tipo de política. Equilibrio ou seja preservação. Nunca aniquilação mútua.

    Roberto

    17 de maio de 2010 às 22h30

    Meu Amigo,
    Abra seu olho. Os americanos não estão preocupados se o Irâ terá bombas atômicas ou não, pois eles tem 5.000 ogivas e explodem os iranianos quando assim desejarem (será?). O que eles querem mesmo é o PETRÓLEO do Irâ!!!!!!!!
    O que interessa aos USA é o PETRÓLEO. Por isso não querem acordo nenhum, querem é um motivo para intervir militarmente no Irã. A ação do Brasil e de Lula desmonta a estratégia militar dos USA, pois com o acordo não se justificam as sanções e a posterior ação militar. Depois do Irã virá a Venezuela e depois quem tem o pré-sal, sacou amigo???????

    Renato-JF

    17 de maio de 2010 às 23h13

    Olá,

    Acho que saquei a desse Paulo: o cara é gringo. Só pode ser… o texto dele é uma me#$%!!!!

    Antonio Martins

    17 de maio de 2010 às 18h58

    Em qual planeta você está meu caro Paulo? O Brasil jogava um papel de total submissão aos interesses da diplomacia estadunidense. Tinha lado portanto. E é muita ingenuidade sua imaginar que somos neutros. Não existe neutralidade em qualquer tipo de relação. A questão é que sofríamos do complexo de vira lata, a ponto de um ministro de FHC ser obrigado a ser revistado por um peão qualquer de aeroporto. O Lula resgatou a nossa dignidade de nação e isso tem um preço mesmo: o desafio de impedirmos que a direita que desmantele tudo que oque ele construiu.

    @marisps

    17 de maio de 2010 às 20h31

    O Paulo está na Tucanolândia do Graeff! Basta observar atentamente o "idioma" que ele fala!

    Luís C. P. Prudente

    18 de maio de 2010 às 01h27

    Parabéns, você acertou de onde veio essa figura sui generis: da Tucanolândia!!!!

    @faltorpan

    18 de maio de 2010 às 00h01

    Olá, Otavinho Ditabranda, contrata o Paulo pra Folha! Ele tá prontinho…

FatimaBahia

17 de maio de 2010 às 14h49

Melhor texto que li até agora,sobre o acordo!Obrigada.

Responder

    graciliano

    17 de maio de 2010 às 18h40

    Estou na Holanda, e nada tenho a acrescentar à análise bem informada do Azenha. Digo-lhes, apenas, que esta data é histórica: o dia em que o Brasil entrou no Primeiro Mundo da Diplomacia. Os méritos do presidente Lula, reconhecidos na Europa hoje por todos, acadêmicos, jornalistas, empresários, etc., só não são admitidos pela mídia brasileira. Se ele não tivesse obtido o acordo, teria os mesmos méritos, por haver tentado, mas seria ridicularizado pela mídia sem-Pátria que pensa nos dominar.
    Estou, aqui de longe, festejando, orgulhoso por meu povo, pelo nosso Presidente, e pelo futuro que saberemos assegurar em 3 de outubro. Parabéns e Vivas a todos!

    walter

    17 de maio de 2010 às 17h06

    Vamos la,
    Outubro 2010
    já é ali!!!

    Paulo

    17 de maio de 2010 às 18h37

    Debate nacional – Daria uma música, O dia em que Lula disse o que queria. Estude Lulão pelo menos 25 anos para achar que é alguma coisa. Vc não passa de um político. Só que todos nós erramos. Vc arrisca, põe o neymar na seleção, erro. Não senti firmeza no seu apoio ao Irã. Ass. Torcedor do Brasil.

Rafael Borges

17 de maio de 2010 às 14h17

Dizem que um homem pode ser medido pelo tamanho de seus sonhos. O retirante Lula sonhou em ter um emprego decente, um sindicato forte, um partido grande e, por fim, sonhou em ser presidente. Alcançou seus sonhos e continuou a olhar pro alto. Acabar com a fome no Brasil e no mundo, promover o equilíbrio e paz mundial. Dizem também que o importante na vida não é onde se quer chegar, mas o caminho que se trilha. Lula continua trilhando o caminho de seus nobres anseios. A despeito dos dizeres piegas e lugares comuns, o fato é que Lula neste momento enche seu povo. Este brasileiro escreve seu nome na história do país e do mundo.
O Acordo alcançado no Irã tem a marca do otimismo e persistência de Lula. Às potências ainda cabe ratificar o entendimento, mas Brasil já rompeu o ciclo de omissão que existiu na guerra do Iraque. O presidente teima em crer no improvável e conquistar o impensado. Exemplo para sua nação. Prova do que preconizou Darci Ribeiro ao dizer que a "raça mestiça" deste país tem muito a ensinar ao planeta.

Responder

    Franciscão

    17 de maio de 2010 às 17h34

    Perfeito Rafael!

    Legal lembrar o Darci Ribeiro e sua leitura sobre o Povo Brasileiro. Parabéns pelo comentário.

    Naiara

    17 de maio de 2010 às 17h16

    Belas palavras…

    Wladimir

    17 de maio de 2010 às 17h38

    Bela análise, Rafael! Parabéns! Abraços.

    Maria Magnoni

    17 de maio de 2010 às 18h53

    Perfeito Rafael, e obrigada por você nos lembrar do nosso "louco" Darcy Ribeiro, o que será que ele diria nesse momento?
    Abraços.

    C.C. Bregamin

    17 de maio de 2010 às 18h57

    Também gostei! Porque o Rafael restitui o papel do Lula no acordo, que o texto parece querer diminuir…

    claudio

    17 de maio de 2010 às 19h25

    Depois de pegar um país quebrado e desmoronando, fez com que passássemos de lombo liso pela crise que quebrou o primeiro mundo, conseguiu uma copa e uma olimpíada consecutivas pra nos deixar de herança e agora, de lambuja, evita uma guerra de proporções bíblicas e com alto potencial pra detonações nucleares. Eu sempre que vejo falar no conselho de segurança dos EUA reunido com o Obama imagino que tem aqueles três ou quatro generais que ficam gritando sem parar -Joga a bomba neles!
    Seja qual for o "eles" da vez.
    Então, povo, daqui a alguns anos, vai ter avenidas Luís Inácio Lula da Silva ou Presidente Lula por todo o país.
    Menos em Sampa.

    xico barreto

    18 de maio de 2010 às 00h07

    Depois de pegar um país quebrado e desmoronando, fez com que passássemos de RABO ERGUIDO pela crise que quebrou o primeiro mundo, conseguiu uma copa e uma olimpíada consecutivas pra nos deixar de herança e agora, de lambuja, evita uma guerra de proporções bíblicas e com alto potencial pra detonações nucleares. Eu sempre que vejo falar no conselho de segurança dos EUA reunido com o Obama imagino que tem aqueles três ou quatro generais que ficam gritando sem parar -Joga a bomba neles!
    Seja qual for o "eles" da vez.
    Então, povo, daqui a alguns anos, vai ter avenidas Luís Inácio Lula da Silva ou Presidente Lula por todo o país.
    Menos em Sampa.

yacov

17 de maio de 2010 às 14h17

O importante para o mundo no atual momento é que os países dialoguem e busquem soluções pacíficas e não intervencionistas para os conflitos, estimulando os valores democráticos e a responsabilidade social pelo planeta. Não é mais possível pensar na paz mundial e preservação ambiental sob a tutela de uma grande potência militarista, capitalista e consumista. Esse tempo acabou. O capital não pode ser mais o sujeito da história, mas os homens. Penso que este acordo, desdenhado e considerado impossível por muitos, prova isso de forma cabal e dá início a uma nova era nas relações internacionais, sem ideologias e mistificações. E o pequeno grande LULA, sem dedo e sem diploma, prova que inteligência e sensibilidade não advém de títulos, mas da solidez de princípos e integridade pessoal. UM VIVA AO COMPANHEIRO LULA!!!

"O BRASIL DE VERDADE não passa na gloBO – O que passa na glOBo é um braZil para os TOLOS"

Responder

José Celso Vilela

17 de maio de 2010 às 14h08

Prezado Azenha,
Permita-me levantar um equívoco na tradução: no penúltimo parágrafo, lê-se "Por muito feliz coincidência, os dois países são hoje membros não-permanentes do Conselho de Segurança. A posição deu-lhes os meios para intervir na questão iraniana; que os negociadores e presidentes de Turquia e IRÃ usaram com talento e competência excepcionais" (ênfase nossa). Obviamente, a menção, no texto original do 'The Guardian' é a Turquia e BRASIL, e não a Turquia e Irã. Senão, vejamos: "By felicitous coincidence, BOTH are now nonpermanent members of the security council. This gave THEM special leverage over Iran. They have used it deftly". (BOTH/THEM = BRAZIL AND TURKEY). Abraços!

Responder

    Caia Fittipaldi

    17 de maio de 2010 às 16h30

    Você tem TODA a razão, José Celso Vilela. Claro que os "both", aí, são Turquia e Brasil.
    Muito obrigada pela leitura atenta e pela correção.

    As coisas têm de ser traduzidas muito na correria, e sempre há erros. Conto SEMPRE com a leitura atentíssima, dos atentíssimos leitores desse blog.

    Ótimo, muito obrigada e perdoem! 8-) Caia Fittipaldi

Fabrício

17 de maio de 2010 às 14h00

Serra levaria o Brasil para a dácada de 90, quando o Ocidente ( UE+ EUA) eram muitos mais relevantes politica e economicamente.
Hoje o ocidente esta em recessão, há o sério risco da desagregação do euro.Graça aos emergentes o mundo não entra em um depressão, o pensamento único morreu e o aprofundamento das políticas liberais é suicídio, carangueijo é bom só na praia. DILMA PRESIDENTE.

Responder

Fabio_Passos

17 de maio de 2010 às 13h58

Rasgados elogios ao Brasil e a Turquia.
Análise que rompe completamente com o pensamento único ditado por washington.

Dificilmente veremos algo assim na mídia-lixo-corporativa do Brasil.
É nítida a má vontade de globo, fsp, estadão e veja. Aqui a mídia-colonizada ainda segue o pensamento único… com fidelidade canina.

Responder

    rita

    18 de maio de 2010 às 01h51

    verdade. brasil e turquia formaram um timão. a copa nem começou e as duas naçoes já fizeram o gol de placa. estou muito feliz não só meu o meu pais, mas pela a turquia também.

    Fabio_Passos

    17 de maio de 2010 às 23h23

    Tem muita gente comemorando o golaço:

    It's "Gollllllll!" for Lula Against Western Push for Iran Sanctions http://www.huffingtonpost.com/robert-naiman/its-g

Carlos

17 de maio de 2010 às 13h58

Irã: gol de placa do Brasil http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blog

Responder

Wanderson Magalhaes

17 de maio de 2010 às 13h52

O texto é bom e claro, mas ainda é importante aguardarmos mais detalhes do acordo. Espero, sinceramente, que os sentimentos belicosos de alguns tecnocratas norte-americanos sejam frustrados.
Apesar de não concordar com o tratamento político que os cidadãos iranianos recebem, acredito que um país não dever ser impedido de desenvolver energia para fins pacíficos autônomos. Por outro lado, o uso de armas condenadas por Genebra por parte dos EUA (urânio empobrecido) e de Israel (fósforo branco) também merece uma atenção que vem sendo negligenciada pela imprensa nacional, que só tem se ocupado de trivialidades e críticas ao governo, isso quando não ignora atitudes elogiáveis.

Responder

Tweets that mention The Guardian: O acordo Brasil-Irã-Turquia | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

17 de maio de 2010 às 13h49

[…] This post was mentioned on Twitter by Marcos A. Felipe, Daniel Dantas, Jacira de Avila, MariGraçaPintoCoelho, Uérique M. Carlini and others. Uérique M. Carlini said: The Guardian: "Turquia e Brasil emergem agora como forças globais" http://tinyurl.com/2avo2r8 (via @viomundo) […]

Responder

Vera Silva

17 de maio de 2010 às 13h45

Muito bem definidas as colocações de Stephen Kinzer. Examina o contexto, dá informações claras, fundamenta sua opinião. Dá uma vontade danada de poder ler análises deste tipo nos jornais brasileiros e na TV brasileira.
Fiquei muito satisfeita em ler sobre a nova posição do Brasil e da Turquia e surpresa ao saber de tantas similaridades em nossa histórias.
Parabéns ao presidente Lula, ao chancelar Amorim e aos diplomatas brasileiros que souberam desenvolver uma parceria de peso com a Turquia. É um grande orgulho para nós contar com um time deste naipe.
Com certeza a vitória da Dilma neste ano será uma garantia de que teremos bons momentos na política mundial com o desenvolvimento e a participação de mais países na condução desta política.
Graças à blogosfera podemos, enfim, saber o que acontece aqui e no mundo.

Responder

setepalmos

17 de maio de 2010 às 13h27

A nossa imprensa é mentirosa e megalonanica, uma cega fantasiosa que torce para que o brasil continue sendo uma nação que tire sapatos em aeroportos.

Azenha, caso seja possível, estou tentado divulgar um texto que escrevi. Aqui está o link. http://setepalmos.wordpress.com/2010/05/17/mentir

Saudações fraternas

Responder

accardoso

17 de maio de 2010 às 13h18

O que se sabe hoje é que a secretária Clinton pode não estar trabalhando corretamente pela pauta política da Casa Branca. Enquanto ela falava em Washington, funcionários turcos anunciavam aos jornalistas em Ankara, off-the-record, que haviam recebido encorajamento do próprio presidente Obama, para insistir no trabalho de mediação e continuar pressionando em busca de algum acordo.

A Hillary é o PMDB do Obama?

Responder

Fred Oliva

17 de maio de 2010 às 13h12

A mídia americana é viciada em guerras e conflitos… Sem elas, teriam que reformular toda a sua pauta.

Jamais farão matérias honestas e que possam resultar numa paz duradoura.

Responder

Antonio Abreu

17 de maio de 2010 às 12h48

Mais uma vez Lula brilha contra o obscurantismo da Grande Mídia, que de todas as maneiras desacreditavam em qualquer acordo. Outro dia, no Painel, aquele tão manjado, 3 convidados malharam o esforço do Lula, agora vão desqualificar como sempre. Um operário tem conseguido consagração mundial e nacional, todos os títulos, o FHC ficou apenas com o de Doutor Honoris Causis, para um sociólogo poliglota, está levando de goleada

Responder

erledio pedro pering

17 de maio de 2010 às 12h44

Brasil, independente, de paz e com um Presidente que nos orgulha.
Lula a maior liderança política do planeta.
Chega de sempre estarmos vinculados as politicas dos EUA.
Temos que continuar neste caminho.
Serra seria um desastre na política internacional. Já disse que acabaria com o mercosul e não se relacionaria com o Irã, venezuela…
Precisamos, mais do que nunca, em nome da nossa independência de DILMA PRESIDENTA.

Responder

    iguatemi

    17 de maio de 2010 às 13h49

    Da nossa independencia e de um mundo mais justo, diverso e plural, o que é melhor para todos.


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