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Diário da Resistência


Globo e salários: Pouco mudou em 50 anos
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Globo e salários: Pouco mudou em 50 anos


30/11/2013 - 11h56

Eu buscava por esta imagem faz tempo. O Fernando Andrade enviou, por e-mail.

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34 comentários

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Mardones

02 de dezembro de 2013 às 09h30

Plim-Plim.

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Joca de Ipanema

01 de dezembro de 2013 às 18h20

Há já três dias que o O Globo se dedica analisar os dados da última pesquisa do IBGE. Como de hábito, seleciona aqueles dados onde se podem constatar as deficiências ainda existentes no Brasil. É uma nojeira só. Só fala em valores absolutos. Jamais exibe uma comparação da evolução, ou seja, o clássico antes e depois. Não é capaz de dizer o quanto evoluímos, mas sim o que ainda é deficiente. Eu sei que boas notícias, pelo catecismo da mídia, não vende jornal. Mas tenham paciência, à exaustão? Já há três edições dedica as pgs. 1, 2, 3 e até a 4, só dando destaque ao estudo. O caso mais revoltante, foi quando tratou-se do ensino pré-escola. Mostra a insuficiente assistência no sistema. E nem uma palavra sobre a percentagem de crianças que estão em alfabetização, cuja progresso, com o bolsa família, é de reconhecimento internacional como um grande sucesso. A a pré-escola é sim necessária, mas o indispensável é ter as crianças na escola.Se todas as crianças do país estivessem em creches,já estaríamos no nível dos países ricos.

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FrancoAtirador

01 de dezembro de 2013 às 17h25

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Os Analfabetos Políticos das Redações

Brecht dizia que nada havia de pior que eles,
porque acabavam deixando a política nas mãos de pessoas
como, bem, como Roberto Marinho.

Por Paulo Nogueira, do DCM, na Carta Maior

Você certamente conhece os Analfabetos Políticos, os APs.
Brecht dizia que nada havia de pior que eles, porque acabavam deixando a política nas mãos de pessoas como, bem, como Roberto Marinho, para trazer o assunto para um cenário brasileiro.

Os APs estão em toda parte, até mesmo nas redações de grandes jornais e revistas.
Os leitores podem imaginar que as redações sejam compostas de pessoas altamente politizadas, a negação dos APs.

Mas não é assim.

Considere.

Recentemente, houve uma troca de tuítes entre Barbara Gancia e mim.
A encrenca começou quando ela escreveu que estranhava Dirceu estar preso e Palocci não.

Respondi que estranho mesmo era a Folha não dar nada sobre o documentado escândalo da sonegação da Globo.

Primeiro, ela revelou ignorância sobre o caso.
Atribuiu-o a uma “teoria da conspiração”, a despeito de todos os fatos amplamente comprovados.

Depois, disse, em tons heroicos, que em 30 anos de colunismo na Folha jamais foi censurada.

Respondi que isso se devia apenas a que ela jamais escrevera nada que incomodasse a família Frias.

Foi então que o analfabetismo político de Barbara Gancia gritou: ela citou, como evidência de que é independente, um texto em que dizia que nos protestos de fora as pessoas são chamadas de manifestantes e no Brasil de vândalos.

Bem, onde uma afirmação dessas poderia incomodar os Frias?

Somente o analfabetismo político poderia enxergar numa banalidade daquelas prova de independência editorial.

Coragem seria, para voltar ao caso, reclamar esclarecimentos sobre a sonegação da Globo.

Muitos leitores vêem coragem onde não há nada que mereça uma única palma.

Isso se manifesta com frequência entre os leitores de outro analfabeto político do jornalismo, Reinaldo Azevedo.

“Parabéns pela coragem, Tio Rei”, gostam de dizer os obtusos leitores dele.

Coragem?

Ora, ele está sempre defendendo os interesses das empresas para as quais trabalha.
É um bajulador dos poderosos.

Coragem?

Se ele tivesse escrito qualquer coisa que contrariasse os interesses dos que lhe pagam, aí sim, ele seria corajoso.

É o famoso chapa branca vestido de rebelde, aspas e pausa para rir.
Como todo chapa branca, ganha duas vezes: primeiro, indiretamente, do Estado, pelas mamatas desfrutadas por quem o emprega.
Depois, pelas próprias empresas.

Faça um teste.
Azevedo poderia – liberal que é, aspas novamente – questionar a reserva de mercado para as companhias de mídia.

Mas tente encontrar uma única linha sobre o assunto na vasta, tediosa, repetitiva obra de Azevedo.

Provavelmente ele ignore a reserva de mercado da mídia.
E também não saiba das mamatas estatais concedidas às companhias jornalísticas.

Saberá Reinaldo Azevedo que o papel de cada página da Veja é imune de impostos?
Saberá que o dinheiro público – empréstimos do BNDES e do Banco do Brasil a juros maternais, anúncios oficiais pagos com tabela cheia, lotes de assinaturas de governantes amigos – paga boa parte de seu salário?

Talvez não. Por isso ele é um AP, um Analfabeto Político.

O que ele sabe, quase certamente, é que nem o dinheiro dos anúncios de Alckmin bastaram para salvar a revista política na qual ele teve sua única experiência de comando.

Nela, ele aprendeu com seu mecenas na ocasião, Luís Carlos Mendonça de Barros, a arte da grosseria, da insolência e da mistificação.

A convivência entre os dois terminou na ruína de uma revista que, repito, não se sustentou sequer com dinheiro público.

Mendonça não pode ser acusado de AP. É esperto demais para isso.
Mas ele não ensinou seu pupilo nesse quesito, e hoje o aprendiz nos atormenta com suas demonstrações cotidianas de analfabetismo político.

(http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Os-analfabetos-politicos-das-redacoes/4/29676)
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Responder

Izac

01 de dezembro de 2013 às 17h12

No ano que vem, vamos escolher Deputados e Senadores somente do PT, ver-se assim criam a A LEI DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, para quando eles mentirem, ter que pagar uma multa super pesada, fazer também a Reforma Política e uma reforma total no JUDICIÁRIO, tirando todos seus poderes, como também no MINISTÉRIO PÚBLICO, é preciso também fazer uma reforma na PREVIDENCIA.

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Fabio Passos

01 de dezembro de 2013 às 08h42

Qual será a posição da globo quanto a redução de jornada para 40hrs semanais?

Difícil imaginar…

Responder

Fabio Passos

01 de dezembro de 2013 às 08h36

Se procurar bem é capaz de encontrar editorial da globo criticando as férias remuneradas. rsrs

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Nilson

01 de dezembro de 2013 às 04h51

Pouco mudou em muitos anos.

Olha onde o Aécio está.

www.jcnet.com.br/Geral/2013/11/aecio-neves-visitou-o-jc-e-segue-para-reuniao-partidaria-na-ite.html

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lukas

30 de novembro de 2013 às 21h59

Fico feliz que ninguém tenha me contestado matematicamente, só com acusações genéricas.

É doce o sabor da vitória.

Responder

    Marcus Vinicius

    01 de dezembro de 2013 às 02h00

    então vamos pegar a sua resposta aqui abaixo:

    “Em termos. Para pagar os aposentados o governo pensa no 13° em seus cálculos.”

    esses cálculos que você fala faz parte do orçamento da União, que é aprovado no ano anterior…

    cadê o doce da vitória, pastel?

    lukas

    01 de dezembro de 2013 às 16h21

    Já me chamaram de coxinha, pastel nunca.

Fabio Passos

30 de novembro de 2013 às 19h55

Ainda hoje a globo não se conforma com este disparate de décimo terceiro salário. rsrs

Os filhotinhos de papai roberto marinho e mamãe ditadura contrataram um sujeito para negar que existe racismo no Brasil.

Seguramente a oligarquia marinho ainda chora pela abolição da escravatura…

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Julio Silveira

30 de novembro de 2013 às 18h30

Só o PT para dar fé e força a essa mídia corporativa elitista e anti cidadania popular.

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Bacellar

30 de novembro de 2013 às 17h36

Vamos dar a eles pelo menos o mérito da consistência. Como são coerentes, persistentes e firmes em relação a seu próprio reacionarismo.

Responder

Jorge

30 de novembro de 2013 às 17h28

Realmente nada mudou!! O governo também age assim. Em sua pagina no Facebook ele mostra que ainda existe ditadura.

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FrancoAtirador

30 de novembro de 2013 às 16h22

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Em 500 Anos, Mudaram os Meios Técnológicos,

Permaneceram os Mesmos Fins Exploratórios

E os Sobrenomes de Alguns Donos de Escravos.
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Responder

abolicionista

30 de novembro de 2013 às 15h47

Eles diriam o mesmo da abolição. Por isso se chamam “conservadores”.

Responder

Paulo Roberto

30 de novembro de 2013 às 15h32

O Lukas até está certo, mas se é populismo este é vantajoso para o empregado. Vamos considerar que o 13º. Sal. é um Fundo de Garantia que se pode sacar no final de cada ano, em 2 parcelas sem juros. E põe a economia para rodar. Se receber um doze avos desse valor por mês talvez vá comprar mais a prestação e, portanto, gastar mais em juros. Porém posso dizer, pois sou orçamentista, todos os custos do empregador organizado são repassados para os clientes, desde os clips que se usa no escritório até a média por ano de licenças médicas dos empregados. Nada é de graça e os valores chegam aos produtos que se compra no comércio.

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    antonio

    30 de novembro de 2013 às 16h48

    Você deveria ganhar um prêmio nobel de economia por essa “descoberta”. Como diria Mino Carta. Nem o mundo mineral sabia disso.

Mário SF Alves

30 de novembro de 2013 às 15h14

Ih! Realmente. Que desastre!!! Como são sábios esses profetas-corvos.

______________________________
Pergunte-se-lhes o que veio primeiro, se o ovo ou o Irineu Marinho. Decerto não hesitarão em responder que foi o Roberto.

Responder

Mário SF Alves

30 de novembro de 2013 às 15h04

Pois é. Antes, em 50, eram os arautos do liberalismo, já, agora, são os arautos do neoliberalismo. Pois é, nada mudou. Aliás, mudou, sim, mudou pra pior.
_________________________________

E… até aí novidade nenhuma. Mas, o que dizer de uma espécie que tem todo o potencial necessário para se expandir pelo Cosmos, invés disso, “prefere” manter-se arraigada à ganância, à ambição desmedida e ao exclusivismo, e que, por isso mesmo, ainda não tendo superado sua pré-história, põe em risco sua própria sobrevivência no Planeta?
_______________________
Nesse sentido, é bem possível que a maior arma de destruição em massa jamais inventada, a imprensa unicamente sujeita à ideologia do poder nas mãos de uns poucos, tenha, de fato, sua parcela de culpa no sequestro ou no entorpecimento de nosso instinto de sobrevivência.
___________________________________

E não é exatamente o que ocorre nos dias de hoje, onde a mídia empresarial capitalista chega às raias do entorpecimento da razão prática?

Responder

Maria Apafrecida Jube

30 de novembro de 2013 às 14h53

Espero que o povo não tenha o desgosto de conviver com esse lixo nem mais 5 anos, quanto mais 50.

Responder

Marat

30 de novembro de 2013 às 14h41

Trabalho de garimpo espetacular!
Eles sempre foram assim, e sempre serão, porque recebem dinheiro dos mesmos grupos! Essa dinâmica precisa ser quebrada, pelo bem do Brasil (Brasil sem Z).

Responder

Marcos Antonio Silva

30 de novembro de 2013 às 13h47

Peça de grande interesse para o “Museu das Excrecências do PIG”.

Responder

Eduardo Oliveira

30 de novembro de 2013 às 12h40

Não acertam nunca,ou querem estar sempre fora do eito.

Responder

Elias

30 de novembro de 2013 às 12h33

– Na verdade “pouco mudou” em 51 anos. 51?! Humm… Isso não responderia porque são embriagados pelos ianques?

– Tsi-tsi. Graça nenhuma.

Responder

Tadeu Versulotti

30 de novembro de 2013 às 12h24

É O JEITO GLOBO DE PROCEDER…

Responder

lukas

30 de novembro de 2013 às 12h09

Não existe 13 salário. O empregador ao contratar, sabendo tudo o que terá que pagar, faz os cálculos anuais. Posso pagar X por ano: existe o 13, divido por 13 e tenho salário mensal; não existe, divido poe 12.

O importante é quanto você ganha por ano, seja este dinheiro do salário, 13 ou adicional de férias.

Enganação populista…

Responder

    Marcus Vinicius

    30 de novembro de 2013 às 14h50

    menino, o “Cirque du Soleil” te espera e você será a atração principal:

    “O Troll Contorcionista” !!

    para refrescar: http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/provisao13salario.htm

    jacinto

    30 de novembro de 2013 às 15h05

    Acho que esta logica não serve para quem ganha o salario minimo.

    lukas

    30 de novembro de 2013 às 21h56

    Em termos. Para pagar os aposentados o governo pensa no 13 em seus calculos.

    Joca de Ipanema

    01 de dezembro de 2013 às 18h42

    Mas é claro que sim. Como diz o pastel, perdão o Lukas, o empresário anualiza o salário nos custos. A diferença é que no salário mínimo, ele não pode arbitrar. Tem de ser aquele valor determinado por lei, multiplicado por 12. Nos níveis acima, ele pode dissolver, e você fica com 12 salários nominais de x-1/12 avos do 13o.

    francisco pereira neto

    30 de novembro de 2013 às 15h44

    Depois quando digo que Rodrigo, Lulipe e esse indigente mental que escreve essa idiotice, não passam de amebas, parece que a grande maioria do visitantes do blog não acreditam.
    É ou não é uma a-m-e-b-a?

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2013 às 17h36

    A única possibilidade de salvação espiritual dele é o Viomundo. Portanto, frequente mais, prezado Lukas, frequente mais. Quem sabe… daqui a um século o Tico não entre em definitivo entendimento com o Teco.

    Narr

    01 de dezembro de 2013 às 10h15

    Seria “enganação populista” se o salário resultasse de simples cálculo contábil.
    O salário é resultado das lutas de classes, como qualquer sindicalista nos EUA sabe.
    Na luta pelo salário, é fundamental a percepção do trabalhador.
    Esta percepção está associada aos sentidos dos gastos diários, da conta no final do mês. Ou seja, o 13o é o mínimo que se ganha além das necessidades elementares.
    Em todo caso, se é apenas “enganação populista” que não afeta a contabilidade da empresa, então por que não deixar pra lá, por que tanto empenho da burguesia em acabar com a ilusão?


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