VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Você escreve

Portos e navios: Dilma diz que PSDB detonou indústria naval


12/05/2010 - 13h46

Para Dilma, PSDB ‘detonou’ indústria naval     
Qua, 12 de Maio de 2010 06:45 

do site Portos e Navios

Eleições: No Rio Grande do Sul, candidata do PT diz que setor passou de 2 mil empregos em 1998 para 45 mil

Principal palestrante de um seminário sobre a implantação do polo da indústria naval em Rio Grande, patrocinado pelas empresas Engevix Engenharia e Toniolo Busnello e pela prefeitura da cidade, administrada pelo PMDB, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aproveitou o evento para apresentar credenciais como gestora de grandes projetos e disparar críticas ao PSDB. Ela também voltou a defender a autonomia operacional do Banco Central e chegou a dizer que, “como onze entre dez brasileiros”, gostaria de ver os jogadores Neymar e Ganso, do Santos, convocados para a seleção brasileira, o que acabou não acontecendo.

Segundo Dilma, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma “verdadeira Cruzada” para reativar a indústria naval brasileira, que chegou a empregar 40 mil pessoas em 1979, mas foi “detonada” e caiu para menos de 2 mil empregos em 1998, durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, segundo ela, o setor ocupa 45 mil empregados no país graças aos estímulos federais para a construção de navios e plataformas de exploração de petróleo e gás e para a qualificação profissional.

Dilma também afirmou que não vê necessidade de modificar o modelo que garante autonomia operacional do Banco Central. Na véspera, o pré-candidato do PSDB, José Serra, criticou o BC por não baixar os juros durante a crise econômica global, mas para a petista o sistema atual funciona bem. Questionada sobre o que o governo deveria fazer diante das denúncias de envolvimento do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, com a máfia chinesa no país, ela afirmou que se ele deveria ser afastado do cargo se as acusações tiverem “fundamento”.

O restabelecimento da indústria naval brasileira começou a ser gestado no início do mandato de Dilma, então ministra das Minas e Energia, como presidente do conselho de administração da Petrobras. Na cidade gaúcha, a iniciativa do governo já resultou na construção de plataformas de exploração de petróleo e gás e na construção de um estaleiro e um dique seco que deverão ser inaugurados no fim deste mês pelo presidente Lula.

De acordo com a pré-candidata, na campanha eleitoral de 2002 o PSDB provocou uma polêmica “ácida” quando afirmou que o programa do PT era “irresponsável” por propor a reativação da indústria naval. “Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”. Mas agora, segundo ela, o setor corre o risco de sofrer um “acidente de percurso”. “Depende de quem estiver à frente disso”, afirmou, numa alusão a uma eventual vitória do PSDB em outubro.

Segundo Dilma, a aposta do governo no setor, que incluiu o estímulo à descentralização dos novos estaleiros e ao aumento gradual do conteúdo local dos navios e plataformas, significou também a retomada da política de desenvolvimento industrial para o país. “Essa história de que o Brasil não pode ter uma política industrial é uma visão ultrapassada”, disse. Para ela, um eventual novo governo do PT tem condições de fazer “muito mais” porque foi o partido que criou a “base” para o crescimento atual.

Para a ex-ministra, o Brasil “dificilmente” seria respeitado apenas por ter estabilizado a economia (a partir da implantação do Plano Real, em 1994, quando FHC era ministro da Fazenda). “Somos respeitados por isso, mas também porque deixamos de ser devedores do Fundo Monetário Internacional e porque mostramos que o Brasil podia, com estabilidade, crescer, distribuir renda e melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

A pré-candidata admitiu que não tem experiência eleitoral, mas afirmou que essa condição poderá aparecer ao eleitor como uma “lufada de ar novo numa situação mais tradicional de fazer política”. Em contrapartida, lembrou a experiência acumulada como secretária da Fazenda em Porto Alegre, como secretária de Minas e Energia em dois governos do Rio Grande do Sul e como ministra das Minas e Energia e chefe da Casa Civil do governo federal. “O carisma do presidente Lula não é passível de comparação, mas participei com ele da gestão dos principais projetos do governo”.

Fonte: Valor Econômico/ Sérgio Bueno, de Rio Grande

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



30 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Hélio Jacinto

14 de maio de 2010 às 08h04

O PSDB, alem de detonar a industria Naval Brasileira, detonou a esperança dos milhões de eleitores que acreditaram na lábia dos Tucanos e dos Demos/PFL.
Uma Nação não pode ser construida com trololo ou nhem nhem, como tenta fazer crer o Bicudo Careca, porta voz do pensamento de FHC.

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 17h53

Pra encerrar:

E lá se vai o petróleo…
Diário Popular (SP), quinta-feira 8 de junho de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article1

Ah, que delícia de privatização
Folha de S.Paulo, domingo 14 de julho de 1996 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article8

Três dias antes de falecer, Biondi escreveu:

Embrutecemos
Diário Popular (SP), quarta-feira 19 de julho de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article1

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 17h52

Ainda Biondi…

Quando a equipe FHC diz a verdade
Folha de S.Paulo, quinta-feira 19 de março de 1998 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article1

Mentiras de pernas curtas
Folha de S.Paulo, terça-feira 19 de março de 1996 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article6

Bamerindus e ’’cortina de fumaça’’
Folha de S.Paulo, terça-feira 23 de julho de 1996 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article8

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 17h51

Leia / releia Aloysio Biondi:

Telefones e otários
Diário Popular (SP), quarta-feira 21 de junho de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article1

Banespa, o estopim
Revista da Fenae , fevereiro de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article6

O Brasil está de joelhos. E o Congresso?
Folha de S.Paulo , quinta-feira 11 de junho de 1998 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article9

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 17h50

Outros artigos de Aloysio Biondi:

Dona Maria, espantada com o dr. David
Jornal Folha de S.Paulo , sábado 5 de junho de 1999 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article8

Leilões do petróleo e outros mistérios
Folha de S.Paulo, sábado 19 de junho de 1999 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article9

Depois do petróleo, o dilúvio
Caros Amigos , setembro de 1999 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article7

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 13h27

Alguns artigos de Aloysio Biondi:

As novas traições ao Brasil
Caros Amigos, fevereiro de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article2

A Mega-Mega Sena do petróleo. Roubada
Caros Amigos , março de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article7

Adeus às enganações de FHC
Caros Amigos , maio de 2000 http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article2

Responder

Luís C. P. Prudente

13 de maio de 2010 às 13h15

Remédios genéricos que deveriam vir da Índia para o Brasil ficam retidos em portos holandeses. Provavelmente o importador brasileiro teve que contratar um navio que passaria antes pela Europa para depois fazer a entrega no Brasil.

Se o governo entreguista e lesa-pátria de FHC e Nosferatu Serra não tivesse acabado com a indústria naval brasileira e as empresas de cabotagens do país, provavelmente este problema dos remédios genéricos da Índia ter sido bloqueado em portos holandeses não existiria.

É por isto que os brasileiros não podem e não devem eleger o Nosferatu Serra, pois ele é um mal para a economia e o povo do Brasil.

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 12h45

Trecho do artigo "Desastre econômico e otimismo suicida", de Aloysio Biondi, publicado em maio/1997:

(…)
Retrato – 2

Os neoliberais permitiram a destruição do Lloyd, das empresas de navegação e dos estaleiros nacionais (a produção brasileira de navios chegou a figurar entre as cinco maiores do mundo). Resultado: o Brasil está gastando horrores também com o pagamento de fretes a empresas de navegação estrangeira. Em abril deste ano, US$ 400 milhões. Em abril do ano passado, US$ 200 milhões. Os gastos dobraram. Podem chegar a US$ 5 bilhões no ano.
(…)
Íntegra do artigo emhttp://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article9

Responder

Carlos

13 de maio de 2010 às 12h12

“Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”.
.
Sujeitos desprezam o país, desdenham da nossa capacidade.

Responder

luiz felipe

13 de maio de 2010 às 05h01

Vale uma viagem à indústria estaleira do RS! Aquela mesma que FHC ("sociólogo"), Serra ("engenheiro") e turma ("…") liquidaram em uma década…Não é à-toa que conservadores voltaram ao poder na Inglaterra…A realeza sabe muito bem que tipo de guerrinha "elas" conseguem encarar…

E abaixo o dunga!

Responder

Marat

13 de maio de 2010 às 03h30

O PSDB, ao menos na gestão FHC, sempre pensou um Brasil pequeno e subserviente. Seu maior símbolo foi a "tirada de sapatos" do chanceler Celso Lafer a um funcionário da alfândega estadunidense. Agora, mesmo com seus defeitos, o atual governo pensa um Brasil grande e está fazendo por onde.

Responder

Milton Hayek

13 de maio de 2010 às 02h31

http://pbrasil.wordpress.com/2010/05/12/a-marinha-russa-assumiu-o-controle-da-producao-de-misseis-bulava/#more-16781

12/05/2010 às 17:17 | #2 Citar
Não podemos. Lembra-se do Acordo de Controle de Mísseis assinado pelo FHC? Pois bem, não podemos desenvolver qualquer míssil que voe mais de 300 km. Para exportação, o limite é maior ainda, apenas 150 km. Essa distância não cobre nem as 200 milhas do Pré-Sal, nem o limite pretendido de 350 milhas.
Devíamos não só rasgar o TNP como também esse tratado de mísseis. Não podemos avançar com nossos programas enquanto estivermos amarrados pelos tratados assinados pelos tucanos. Precisamos dominar o ciclo de combustível nuclear em escala industrial, enriquecer urânio a 40% para nossos SN-BR, a 95% para uma futura bomba atômica, e criar mísseis balísticos com pelo menos 6.000 km de alcance como a Índia, o Irã, Israel e a Coreia do Norte.
Repararam que todos os membros permanentes do CS da ONU possuem armas nucleares, subs nucleares, mísseis intercontinentais e não estão sujeitos às inspeções da AIEA? Gozado, não? Quem disse que só eles podem? Esse está sendo o grande questionamento hoje em dia. Por que eles podem e nós não? O Brasil não quer ser a polícia do mundo, mas também não quer ser alvo de cobiça dos países desenvolvidos quando esses esgotarem seus recursos. Devemos estar preparados para dizer NÃO.

Responder

Marcelo Fraga

13 de maio de 2010 às 01h25

Nacionalizar os produtos é o canal para o desenvolvimento. Quanto mais produtos (como os da indústria naval) forem fabricados no Brasil, menos dependeremos da vontade de outros mercados e mais seremos donos de nosso próprio destino.

Responder

Luís C. P. Prudente

13 de maio de 2010 às 00h44

O PSDB é o partido do atraso.

Responder

Glecio_Tavares

13 de maio de 2010 às 00h17

Não podemos nunca esquecer a gstão do PSDB que afundou a P36, a maior plataforma de petróleo do mundo.
São incompetentes ao extremo.

Responder

    Carlos

    13 de maio de 2010 às 12h08

    Incompetentes?
    Sei não, sei não, sei não… Se considerarmos os objetivos, pode ser justamente ao contrário.

Leo

12 de maio de 2010 às 23h12

Sr. Burns no país das maravilhas
10, maio 2010 · 1 Comentário

O texto abaixo foi publicado por uma amiga no Facebook. Achei que era o caso de reproduzir.

Fui ao cinema ver Alice no Pais das Maravilhas. Sala cheia, lugares somente nas primeiras fileiras. Eis que entra na sala José Serra com duas crianças, cerca de 4 e 7 anos (classificação do filme 12 anos), e uma empregada. Como a sala estava cheia, Serra sentou com a mais nova numa lado da fileira e a neta mais velha com a baba sentaram ao meu lado.

Na metade do filme a babá levanta da cadeira e não volta mais. Percebi a preocupação da criança que ficou sozinha, com medo do filme e co o fato de estar só; Ela começou a chorar. Sentei ao lado dela e consegui acalmá-la dizendo que só sairia do cinema quando ela encontra-se os acompanhantes.

Bom, acabou o filme e vi que a empregada estava atrás do Serra do outro lado da sala. Vi que eles vinham na nossa direção e tinha certeza que se atentariam para o medo da criança e para a presença de uma desconhecida (eu) cuidando dela. Mas não, a insensibilidade permaneceu: O vovô Serra nem olhou para a neta abandonada, passou como relâmpago, e a baba só falou “venha Duda”, como se tudo o que ocorreu fosse normal. Eu e minha amiga ficamos chocadas com as sucessivas atitudes de descaso com a criança! Me pergunto: Um cara que é capaz de abandonar a neta durante um filme não recomendado para a sua idade, fará o que com o Brasil e seus habitantes, se for presidente da República? Desacaso, abandono…
http://tiagomarconi.wordpress.com/2010/05/10/sr-b

Responder

    beattrice

    13 de maio de 2010 às 01h47

    O importante era só aparecer com as crianças em público, o resto, incluindo as crianças, era descartável.

    Klaus

    13 de maio de 2010 às 01h57

    Muito bom texto. Uma amiga de um comentarista conta uma historia e decide-se espalhar. Quem sabe uma amiga minha tenha alguma história da Dilma também.Vou averiguar.

    francisco.latorre

    13 de maio de 2010 às 14h30

    fala alguma coisa boa aí do seu candidato..

    não tem?..

    que pena..

    zero. pro candidato e pros apoiadores.

    ..

    francisco.latorre

    13 de maio de 2010 às 14h31

    fala alguma coisa boa aí do seu candidato..

    não tem?..

    que pena..

    zero. pro candidato tantã. e pros apoiadores envergonhados.

    ..

Gerson Carneiro

12 de maio de 2010 às 21h42

Houve um tempo, não muito distante, que os rios Tietê e Pinheiros, na cidade de São Paulo, eram "navegáveis".
E o que aconteceu? Quem detonou?

Testaram ali o protótipo para o grande projeto de destruição da indústria naval brasileira.

Responder

Urbano

12 de maio de 2010 às 21h07

Não detonaram mais porque não houve tempo, pois o objetivo dos integrantes da facção nazi-fascista demo-tucanalha/pig/villenium era detonar o Brasil todo, juntamente com o seu povo.

Responder

Aucélio Carlos

12 de maio de 2010 às 20h51

Que bom Dilma! Os problemas do Brasil são de ordem política e não administrativo, como pensa o pessoal do choque de gestão (neoliberais do PSDB).

Responder

Tweets that mention Portos e navios: Dilma diz que PSDB detonou indústria naval | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

12 de maio de 2010 às 15h19

[…] This post was mentioned on Twitter by Lula Notícias. Lula Notícias said: Portos e navios: Dilma diz que PSDB detonou indústria naval http://bit.ly/aEOHcG #Lula #Dilma #PT […]

Responder

beattrice

12 de maio de 2010 às 18h00

Azenha,
essa declaração da Dilma
"Somos respeitados por isso, mas também porque deixamos de ser devedores do FMI e porque mostramos que o Brasil podia, com estabilidade, crescer, distribuir renda e melhorar a vida das pessoas”
resume os avanços do governo LULA, que, mais do havia prometido, levou o país às portas do pleno emprego, situação em que a procura por trabalho é igual ou menor do que a oferta.
No Brasil isso ocorrerá quando não mais do que 4% da força de trabalho estiver desocupada, segundo um estudo divulgado por Hélio Zylberstajn, da FIPE, no “Brasil Econômico”, citado no Blog da Maria Frô.

Responder

    Jairo_Beraldo

    13 de maio de 2010 às 21h43

    Acho que a Dilma deveria ser mais dura nas inserções do PT em horarios politicos na TV e radio.Ela está muito light.

Milton Hayek

12 de maio de 2010 às 17h47

Enquanto isso o pólo naval do Rio Grande do Sul(ativado pelo PAC de Dilma e Lula) conta com esse excelente laboratório de engenharia metalúrgica.Público,naturalmente,porque é mais eficiente do que o privado:

http://www.lamef.demet.ufrgs.br/

Responder

Jairo Beraldo

12 de maio de 2010 às 17h30

É mais fácil enumerar, o que o PSDB não detonou no país. Gastaríamos menos lábia e pael com tinta,

Responder

    Jairo_Beraldo

    13 de maio de 2010 às 21h43

    É mais fácil enumerar, o que o PSDB não detonou no país. Gastaríamos menos lábia e papel e tinta,


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.