VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Ouvindo os aeroportuários sobre a privatização


01/06/2011 - 21h45

Prezado Luiz Carlos Azenha

Me pergunto por que os blogs não comentam nada sobre o que está sendo feito com a Infraero? A grande imprensa até acho que entendo, imagino, as razões dos seus ataques a empresa. Será que está certo toda a culpa que diariamente os jornalões e TV colocam nos ombros da Infraero? Estarei errado na minha avaliação, pois o que vejo, sempre, é a Infraero ser indicada como responsável pelo caos nos aeroportos  quando na verdade a maioria dos problemas são ocasionado pelas aéreas (overbookings, atrasos, excessos de horas extras, falta de pessoal, etc.) ou por erros e omissões na ANAC. Usam o desconhecimento de o quê que cabe a quem para fazer lobby.

Tenho recebido algumas mensagens a mim repassadas de empregados da Infraero, a de hoje segue abaixo. Me parece precisam de ajuda para combater a enorme máquina que os engole, e se corretos, idem interesses nacionais. É descarada a máquina montada na grande midia para esculhambar a empresa e preparar o terreno. Veja dos fatos quais são realmente culpa da Infraero.

Nilo Horlle

De junho 2011

Aeroportuários,

Nós aeroportuários e a própria Infraero fomos pegos de surpresa com a decisão do Governo Federal de conceder à iniciativa privada os aeroportos de Brasília, Guarulhos e Viracopos. Os estudos em andamento apontavam como sendo a melhor alternativa a concessão apenas dos terminais de passageiros, com a Infraero permanecendo com a gestão da parte operacional e participação na receita comercial dos novos TPS que seriam construídos.

Transferir para a iniciativa privada 51% ou mais desses aeroportos, ou seja, transferir o poder de decisão, tornaria a Infraero uma simples coadjuvante, na prática significa a privatização desses aeroportos.

Por meio do ofício anexo, solicitamos ao Presidente da Infraero esclarecimentos e uma reunião para discussão. Neste momento, mais que nos demais, é necessária a União de todos em prol de nossa Empresa. Somente com a união de todos será possível vislumbrarmos a possibilidade de mudança nos planos que se seguem.

Também estaremos encaminhando mala direta a todos os parlamentares explicando os reflexos da venda (concessão) desses aeroportos, principalmente, nos aeroportos deficitários.

Corremos o risco de a Infraero se tornar uma empresa dependente, ou seja, os recursos que forem arrecadados não serem suficientes para a sua manutenção.

Ou falamos agora, ou gritamos a plenos pulmões, ou nos calamos diante daqueles que querem vender os aeroportos e, sem conhecerem de infraestrutura aeroportuária, podem colocar abaixo todo o sistema aeroportuário criado nos últimos anos.

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons” Martin Luther King

Obs.: A Nota do governo encontra-se publicada na página da Infraero (www.infraero.gov.br)

Diretoria da ANEI

*****

De maio 2011

Prezados Aeroportuários,

Infelizmente parte da imprensa (a maior parte) continua com os ataques a nossa Infraero. Algumas notícias veiculadas são simples e até banais, criticando o dia a dia dos aeroportos, como, por exemplo: grande número de passageiros em horários de picos, o que é normal, ou alguma deficiência de infraestrutura específica, o que normalmente é resolvido relativamente rápido.

Preocupa-nos aquelas notícias que se apresentam como sendo fruto de estudos técnicos ou de expressão de opinião de órgãos oficiais, a exemplo da ANAC, OACI, IPEA, etc. Temos respondido a essas reportagens e mostrada à verdade por meio de fatos e números.

A Infraero sofreu uma crítica muito grande da jornalista Suely Caldas que apresentou sua reportagem de forma a dar a entender aos “desentendidos”, que se tratava de uma reportagem técnica.

Encaminhamos resposta à citada jornalista ocasião em que nos colocamos à disposição para outros esclarecimentos. Estamos aguardando o retorno.

Temos acompanhado o trabalho do Presidente da Infraero e da Diretoria. Temos visto o empenho e comprometimento de todos em resolver os problemas na Infraestrutura aeroportuária, no entanto, sozinhos não será possível, é necessária a participação e o comprometimento de cada aeroportuário.

Os empregados da área comercial necessitam cada vez mais buscar aumentar a arrecadação das receitas, especialmente a comercial da qual depende em muito da nossa gestão. A financeira a gerir os recursos de forma eficiente, minimizando os custos. A administração racionalizando os processos licitatórios e gerindo as pessoas de forma eficiente, capacitando-as profissionalmente. Os de operações otimizando a infraestrutura disponível. Os de engenharia buscando cada vez mais projetos modernos e eficientes para nossos aeroportos, bem como alternativas para a sua construção e manutenção.

A gama de atividades desempenhada pelos aeroportuários é muito grande para especificar todas, o que temos que saber é que todos são importantes e o trabalho de cada um reflete no resultado de todos.

As duas novas diretorias são bem vindas porque certamente virão para somar esforços: “porque juntos somos fortes”.

Diretoria da ANEI

PS do Viomundo: ANEI é a Associação Nacional dos Empregados da Infraero





110 comentários

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Jonas Oliveira

03 de junho de 2011 às 16h08

Já conhecemos a velha estratégia de sucateação de serviços públicos através da falta de investimentos do Estado, para justificar uma privatização. A mídia ajuda criticando a administração, e depois o capital estrangeiro faz a festa aumentando preços para o consumidor e fazendo obras de maquiagem apenas. Creio sinceramente que a única forma de impedirmos mais essa privatização absurda em nosso país é a greve dos funcionários da Infraero até que a mídia divulgue suas exigências, bem simples por sinal: investimentos significativos em infra-estrutura e não privatização dos aeroportos.

Responder

FrancoAtirador

03 de junho de 2011 às 12h55

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Como sempre, o objetivo é:

Privatizar lucros e socializar prejuízos.
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Responder

FrancoAtirador

02 de junho de 2011 às 21h34

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Que história é essa de a Infraero com participação de até 49% ?

Por que não fica com mais de 50% e faz concessão ao setor privado ?

Esqueceram do que ocorreu com a CEF que tinha 49% do Banco Panamericano ?

Em sociedade de economia mista, o Poder Público deve ser sempre majoritário,

como o é, por exemplo, do Banco do Brasil e da Petrobrás.

Não sendo assim, pode ter certeza do calote do setor privado.

E a União ainda vai ter de retomar a empresa sucateada.
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Responder

    Bruno

    03 de junho de 2011 às 09h44

    Claro, eles vão chegar pro setor privado e falar: eu só quero seu dinheiro, tá? Mandar você não pode…

    edv

    03 de junho de 2011 às 16h07

    Não precisa nem falar!
    Quando o negócio é bom, o investidor privado bota grana de qualquer jeito… mandando ou não.
    É assim na Petrobrás (bolsa de NY), na sua Aéroports de Paris (já aprendeu?), na Vale, ou em qualquer outra, pública ou privada, que dê rentabilidade.
    Como se o setor privado estivesse preocupado em resolver os problemas da nação…
    Como se o setor privado botasse grana em alguma coisa pra não ganhar MAIS grana!
    Como se os dólares vindos de fora fossem pra melhorar o Brasil e não pra levar mais dólares de volta.
    E tem gente que não sabe disso!

    FrancoAtirador

    03 de junho de 2011 às 21h34

    .
    .
    Valeu, edv !

    Se eu tivesse a paciência, que tu tiveste, para responder,

    eu certamente teria respondido o que respondeste.

    Portanto endosso integralmente todas as tuas palavras.

    Um abraço libertário.
    .
    .

ricardo silveira

02 de junho de 2011 às 17h54

Privatização de aeroporto só porque o PIG diz que o setor não vai bem? Não pode ser só por isso. Um governo de um país desse tamanho não toma decisão com base no PIG. Outras razões devem existir. Mas a continuar as coisas como estão e a população sendo mal informada como vem acontecendo é para começar a ficar preocupado. Espero que esse quadro que vai caracterizando o governo Dilma se reverta logo. O país não pode voltar ao que era antes de Lula.

Responder

carlos hely

02 de junho de 2011 às 17h42

E como vai ficar os aeroportos pequenos. O filé fica com a iniciativa privada, e o Osso? quem vai roer. Será o povo como sempre?

Responder

    Bruno

    03 de junho de 2011 às 09h46

    Os aeroportos pequenos podem ficar com a Infraero mesmo, ora. Talvez com menos aeroportos, menos passageiros, menos responsabilidade e mais dinheiro disponível (dei exemplo de financiamento sustentável para a Infraero em um cenário deste tipo ontem à tarde, pode ler aí embaixo) ela consiga fazer seu trabalho de forma adequada.

Nelson

02 de junho de 2011 às 16h52

A avaliação que eu fazia, poucos meses após a eleição do ano passado, de que Dilma faria um governo mais à direita que o de Lula, vai se confirmando sem muita demora.
É deprimente, desanimador.

Responder

    Ricardo

    03 de junho de 2011 às 10h30

    concordo plenamente.

    votei em Dilma. Aliás, fiz campanha, coloquei adesivos no meu carro, conquistei votos.

    Sempre votei em Lula, meu viés político é centro-esquerda.

    fiquei muito decepcionado com a Dilma chamando o Reischstul "petrobrax" para um conselho de "notáveis".

    desse jeito, não sei se votarei no PT novamente.

    o PT foi de esquerda, depois passou para o centro-esquerda. atualmente é de centro-direita, pelas posturas privatistas. até onde vamos ? o PT vai virar direita ? é esse o destino de todo partido de esquerda que chega ao poder ? a história diz que, infelizmente, sim.

    não acho a privatização um mal em si. o problema é como é feita.

    aqui em pernambuco a Celpe foi privatizada. A Compesa é saneamento, pública. o serviço da Compesa é PÉSSIMO. o da Celpe, privada, é melhor.

    Telefonia ? aqui um telefone custava 4 mil dólares. isso mesmo. depois que privatizou, todos têm telefone.

    o problema não é o mérito. é a forma.

    Mesmo assim, prefiro mil Dilmas do que um Serra. Mas estou decepcionado.

    Cordiais saudações

    Ricardo
    Recife

Fábio

02 de junho de 2011 às 15h49

O governo Dilma é uma grande farsa.
E o PT uma grande vigarice. Fiz essa constatação há dez anos quando o Partido assumiu a Prefeitura de Guarulhos (SP), onde resido. Comportamento, procedimento e ação exatamente iguais aos das administraçõs anteriores, que eram objeto/motivo de críticas, alías, procedentes.
Leiam na "CartaCapital" desta semana (nº. 648) o texto do Mino Carta ("O PT esqueceu os trabalhadores").

Responder

    Rosana

    05 de junho de 2011 às 15h59

    Infelizmente você está certo. O governo Dilma está sendo muito pior do que o do Lula.
    O PT que era contra privatizações, agora tem intenção de fazer a mesma coisa.
    O problema na Infraero não é tanto a falta de verba e sim o desvio absurdo que existe e a falta de interesse em terminar as obras já começadas.
    Em Cumbica, 2 grandes obras de infraestrutura estão praticamente paradas desde 2008 ou 2009…
    Muito dinheiro investido para condensar grandes blocos de terra, e a erosão está levando tudo por água abaixo…
    Mas por outro lado, existe dinheiro suficiente para aumentar o salário e benefícios dos parlamentares e também os 60% de aumento do bolsa-família. Mas arrumar emprego para essas pessoas todas, pois isso é o que faz a economia crescer, isso não é interessante. É muito mais fácil (e mais garantido os votos) dar uma de Robin Hood com o dinheiro dos outros e depois privatizar empresas como a Infraero, que daria muito lucro, se fossem bem administradas…

edv

02 de junho de 2011 às 15h05

É bom ressaltar
Aeroportos "pequenos" e "desimportantes", como os JFK (NY), Heathrow (Londres), Atlanta, Chicago, CDGaulle (Paris), etc. são TODOS PÚBLICOS.
Devido à urgência de expansão (caso a Infraero efetivamente não dê conta), NADA CONTRA a idéia da iniciativa privada construir e explorar terminais de passageuris (e carga), sob o controle e com a participação pública, onde preciso.
Agora, ceder patrimônio feito com dinheiro público para os amicci ganharem dinheiro na moleza, exatamente quando a demanda está explodindo?!…
DE NOVO?! … NÃÃÃÃÃÃO!!!

Dilma, tô intenenu necas dipitibiribas…

Responder

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 16h14

    Pelo visto você gosta de falar sem saber. Tanto o Charles de Gaulle quanto Heathrow são essencialmente PRIVADOS. A Aéroports de Paris ERA empresa pública até 2005, quanto virou uma SA. Já Heathrow é administrado pela BAA, que nem inglesa é – foi comprada por um grupo espanhol recentemente.

    Bruno2

    02 de junho de 2011 às 17h23

    Falou tudo xará. Tirando o fato que, apesar de não ter conhecimento sobre a natureza jurídica da incorporação dos aeroportos de Chicago e Atlanta, sei que eles são quase que totalmente geridos pela United e Delta, respectivamente, por tratarem-se de importantes hubs de distribuição dos voos destas carriers.
    Enfim, um coisa é nos preocuparmos com o destino e administração de bens e serviços públicos. Outra é justificar o injustificável devido a uma necessidade irracional de se manter fiel a sua ideologia, inclusive valendo-se de falácias.

    edv

    02 de junho de 2011 às 18h27

    Não confunda uso intensivo de terminal com controle de aeroporto. Em Londres, a British também tinha o "seu" terminal (por mera demanda), assim como a Air France possa tê-lo em Paris.
    Tanto Chicago quanto Atlanta, além de JFK e LAX são controlados pelas administrações públicas das respectivas cidades. Isto na "MECA do mercado"!
    A sua pretensa "falácia" (vide resposta ao seu xará) é apenas uma importante lembrança na discussão de que a solução não está em ser público ou ser privado, mas em administrar BEM, em qualquer dos modelos. Nenhuma é panacéia!
    Quanto a "justificar o injustificável", acho que a "ideologia" (privatizar) é sua, já que está explícito (e DESTACADO) em meu comentário que não sou contra eventual privatização. Depende!
    Não tenho ideologia. Tenho avaliação do "como" e do "porque" (ex: as pífias de FHC et caterva).
    Discuto portanto as DUAS abordagens. Racionalmente. Coloquei parametros para a avaliação…
    Sua preconceituosa "necessidade irracional" e "fidelidade" é, evidentemente, um conjunto vazio.

    Bruno

    03 de junho de 2011 às 09h52

    Privatizar, no caso, não é ideologia. É clara necessidade. Manter uma empresa estatal tosca (e nem todas são toscas), ineficiente (e nem todas são ineficientes) apenas para agradar seu amor pelo Estado Obeso, sim, é ideologia.

    edv

    03 de junho de 2011 às 12h45

    Agora está melhorando: …"nem todas são"…
    Quanto ao meu "amor pelo estado…", vc continua apenas inferindo o que não pode…
    Até pelo já explicitado em meus próprios comentários, não deveria.
    Eu tenho amor sim: pela nação (pessoas, país, humanidade), não pelo estado.
    Talvez vc não saiba a diferença.
    A razão maior de qualquer empresa são pessoas (donos, colaboradores parceiros E sociedade). Produtividade e lucro nada valem se não atenderem à este conjunto.
    Já deixei CLARO que não sou estatista nem "privatista xiita" e que não há panacéias.
    Quanto a ser "clara necessidade", não tenho todos os elementos para julgar. Nem vc.
    Pode ser necessário. Depende do como e porque.
    Já declarei que, pela urgência do caso, possa haver uma solução privada para aeroportos.
    Mas, por experiência, sei que não serão os gananciosos neoliberais, a mírdia e seus seguidores "fiéis" os melhores avaliadores.
    Ou que tenham honestidade de propósitos.
    Como em qualquer debate sério…

    Scan

    03 de junho de 2011 às 12h47

    A volta do discursinho idiota…
    As "claras necessidades" já foram vistas na telefonia, nas rodovias, etc, etc. Sempre mais do mesmo.
    Ninguém pode acusar os tucanos de criatividade.

    Mario Alex

    02 de junho de 2011 às 17h31

    Já foi à NY? Atendimento de check in com tres atendentes, com uma má vontade impar, filas enormes para atendimento, banheiros de dar dó. Qualidade da comida da AA na ida Rio-NY muito superior do que a da volta. Você já viu checkin na calçada aqui? Lá com 10 dolares suas bagagem passam por fora, imagine!? Como é NY tudo bem. Lá o Aeroporto é maior, mais em termos de qualidade e serviços, os do Rio e SP não deixam nada a desejar.Agora, como a midia dominante tem que sentar o pau em alguma coisa e os privatistas de plantão estão secos por alguma coisa, privatizar os aeros acalma a ambos.

    edv

    02 de junho de 2011 às 20h09

    O que os "terroristas do cauzaéreo" não mencionam é que o tráfego aéreo MUNDIAL está beirando o caótico, com sérias discussões (e brigas) sobre um novo sistema (ou vários…), pois já se opera acima do limite desejável na Europa, EEUU e partes da Asia. Até no Brasil!
    Junte-se os procedimentos antiterroristas, que aqui temos que adotar sem que haja custo-benefício visível (ou pelo menos histórico).
    O lobby privatista (que não é panacéia, mas que, eventualmente, pode ser solução) é um dos mais poderosos da atualidade, mírdia inclusa.
    E nada melhor do que ter um negócio (ou monopólio) privado baseado em necessidade pública!
    Já sabemos (quase) todos…

    edv

    02 de junho de 2011 às 17h58

    "Pelo visto" vc gosta de qualificar sem poder… Afinal vc não me conhece para "saber" do que eu gosto…
    (a manjada e pretensa pré(des)qualificação do interlocutor, para desqualificar o restante).
    Heathrow era público até a época em que lá morei (terminal 4, 1986), mas foi efetivamente privatizado (vc tem razão!) pela sanha da "Iron Lady", aquela que foi salva por um gal.argentino "das Malvinas" e consolidou a transformação do "império onde o sol nunca se punha" em neocolonia americana, prestes a ter um PIB menor que o de BRIC's como nós.
    Quanto a Aéroports de Paris, desconheço a composição acionária. Vc pode estar certo. Ou não, já que seu insuficiente argumento de SA não diz nada. O que importa é o controle das ações ordinárias votantes, né? Vale e Petrobrás, por ex., sempre foram SA's…
    Note em meu comentário, explicitamente, que não sou contra uma eventual privatização (pelo interesse PÚBLICO). O que é inaceitável é a privatização predatória pelo interesse privado dos "donatários".
    Como as de FHC e sua tchurma.
    Nem privatizações nem estatizações são panacéias. Tudo depende do "como" e "porque".
    Se quiser, posso demonstrar-lhe estatizações boas e ruins, assim como privatizações idem.
    De resto "saber" é parte da história. Que bom que nestes dias de Internet, Google e Wikipedia, esta parte ficou mais fácil, né?
    O fundamental é o que pensar e o que fazer com ele!
    Já o resto…

    edv

    02 de junho de 2011 às 22h37

    Conforme suspeitara, para informação do "sabido" (que não sabe nem o que significa efetivamente uma S.A.), observe o texto no site oficial da Aéroports de Paris, sob "Gouvernement d'entreprise":

    … "A la tête d'aéroports de Paris SA depuis 2005, Pierre Graff a été reconduit dans ses fonctions de Président directeur général par décret du président de la République en date du 24 juillet 2009"…

    Esses "présidents de la République" são intrometidos, né sabidão?

    Veja que uma Infraero S.A. também poderia ser uma das opções…

    Já eleger a Tatcher não dá mais, tá muito velhinha…
    http://www.aeroportsdeparis.fr/ADP/fr-FR/Groupe/G

beattrice

02 de junho de 2011 às 14h37

Quando as feridas são expostas os lobbys palociano e palaciano desaparecem, interessante, muy interessante.

Responder

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 14h23

Lula rasgou nota de Real na TV… qual era o Plano Ecônomico de Lula para acabar com a híper inflação no Brasil??? vocês sabem??? o cara foi contra tudo o que se apropriou como se obra sua fosse….

Hoje a gente entre num blog por aí, aqui inclusive e vê um deses tipos com a maior sem cerimônia dizendo.. """é, a inflação ainda está dentro da meta. bla bla bla""… ora rapaz… o que é que o PT ou Lula fizeram a fim de que essas medidas fossem implantadas??? metas de inflação foi obra de quem??? votaram pelo menos a favor??? nada… sabotaram diuturnamente tudo o que vinha de FHC… e hoje cacarejam sobre obra alheia.

Responder

    PAULO P,

    02 de junho de 2011 às 15h52

    eunãosabiatambém que o plano real foi obrado pelo pricipe dos sociologos….

    TROLL, BOM MOTIVO PARA SER BABACA.

    leandro

    02 de junho de 2011 às 16h49

    Bom pelo pt é que nao foi. E graças a ele que saímos de uma inflação de 80% ao mes para o que temos hoje. Caso voce não saiba, a inflação é o pior dos tributos porque destroi a renda dos assalariados. E que grandes reformas lula fez?? Politica?? Tributária?? …Nada….só conversa pra boi dormir e muito blablabla sem consistência. Discutir politica com lulista é igual a discutir religião com fiel da Igreja do bispo Macedo, podem pegar o bispo roubando que os fies (otários) acreditam que é obra de quem é contra eles.

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h03

    É meu amigo. Ao que tudo indica, você "não sabia" e continua "não sabendo".
    O governo FHC foi, possivelmente, o mais deletério de todos o que nosso país já teve e o Plano Real, o pior dos planos já impingidos ao povo brasileiro.
    Acorda!
    O Plano Real não é sinônimo apenas de redução e controle da inflação. Este plano significou a genuflexão – que, se não for definitiva, demoraremos muitas décadas para contorná-la – do Brasil e de seu povo frente ao grande capital internacional que dita as cartas no planeta.
    Infelizmente, o governo Lula, se foi melhor que o anterior, ao invés de renegar o neoliberalismo de uma vez por todas, não o fez.

    Alex Mendes

    02 de junho de 2011 às 17h44

    O neoliberal dondoca foi uma retomada do outro Fernadinho. Dois neo-liberais convictos. Do pequeno período quase não neo-liberal dos anos 90 (Itamar Franco, ET de varginha) saiu o idolatrado plano real.

    Vania Costa

    03 de junho de 2011 às 14h04

    Pelo visto, continua não sabendo.

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 14h23

Pela lógica dessa turma é o seguinte… se a coisa funciona… é claro que o mérito é do Messias deles, o grande, o maior de todo o universo intergalático, o seu Lula… o Big The Best Lula…o famoso nunca antes… quando não presta, a exemplo de toda essa lambança da infraestrutura a culpa nunca é deles, a incompetência nunca é deles, é sempre de um terceiro, FHC ou Serra claro….

Não passam mesmo de mentirosos, mas se acreditarem no que dizem, mentem acima de tudo para si mesmo….

Sem esse papo furado de vocês aqui de troll pra e troll pra lá…. vocês não enganam é ninguém…

Responder

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 14h20

"""eu vou mudar tudo isso que está aí"""… e esses pobres diabos por aqui cairam na lábia do Messias.

Vai precisar de mais quantos mandatos Lula??? depois de oito anos o que temos é uma cópia pirata do governo Fernando Henrique, toda a macro economia é a mesma, o programa social de Lula era o famigerado e fracassado fome zero, que gastou bilhões em publicidade e foi um retumbante e dantesco fracasso, o que funciona mesmo é o Bolsa Escola de Dona Ruth.

Outra coisa, leio abaixo alguns fanáticos (essa gente mente acima de tudo para si mesmo), mas pois bem, leio que alguns fanáticos culpam sabe quem por toda essa lambança??? claro claro… depois de oito anos e 151 dias do governo desses incompetentes do PT, é claro que a culpa só poderia ser de Fernando Henrique… vocês não enganam é ninguém seus lunáticos…

Responder

ZePovinho

02 de junho de 2011 às 14h15

No Chile, os empresários seguem aparelhando o Estado.Eles querem acabar com os governos e serem,eles mesmos,um governo mundial por cima dos governos eleitos:

"………..As universidades tradicionais que tem a melhor docência e pesquisa no Chile estão há muitos anos esperando um tratamento justo e equitativo das autoridades. Não queremos seguir esperando enquanto se frustram os sonhos e ideais de gerações inteiras de chilenos, declarou o reitor da Universidade do Chile (estatal), Víctor Pérez Vela. “É por isso que estamos exigindo que haja seriedade, transparência e que termine o lobby obscuro que utiliza recursos de todos os chilenos, sem fiscalização alguma, para melhorar o negócio de algumas novas universidades privadas”.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Chile: estudantes protestam contra privatização da educação
Cerca de 30 mil estudantes universitários participaram, quarta-feira, de uma paralisação nacional e de marchas de protesto na capital Santiago e em diversas outras cidades chilenas. Os sindicatos dos servidores públicos, dos professores e reitores das universidades somaram-se aos protestos contra o modelo privatizador do governo Piñera. Em Santiago, os carabineros reprimiram manifestação em frente ao palácio presidencial. Segundo a Unesco, o Chile é a única nação do mundo com uma educação superior quase inteiramente privatizada.

Enrique Gutiérrez – La Jornada

Responder

Cunha

02 de junho de 2011 às 13h53

Os problemas da estatal em ordem cronológica:
Privaticionismo nos anos FHC.
Arrecadação comprometida devido a crise daqueles anos.
Terceirização de atividades fins.
Controle de gastos e restrição em investimentos.
Nos anos Lula:
Contribuição no superavit primário.
Restrição nos investimentos.
Salários defasados com a realidade que já despontava fora dela.
Aumento da demanda.
Legislação que compromete a desenvoltura.
Mais evasão de pessoal.
A terceirização de serviços fins.
Explosão da demanda.
Impossibilidade de agilidade em virtude da legislação,falta de pessoal específico e os bons problemas do novo Brasil.
Ou seja: foi erodindo desde os tempos FHC.
Envolveram a estatal até em acidentes fora de sua área,manipulando a opinião pública e exercitando a cobiça de aliados e não aliados ao governo.
É bem verdade que muitas coisas que são vendidas pela mídia não são de responsabilidade da estatal , mas, não ter aberto o capital a mais tempo,por supostas pressöes conservadoras da pasta da aeronáutica foi um erro.
Muitos devem pensar até em grandes salários ,mas,se enganam. Não há nem PLR,apesar do lucro da explosão da demanda!
O Brasil mudou. Aeroporto é para ricos e para uma classe média que cresceu,além de ser mais frequentado pelos homens de negócios,trabalhadores em viagens e etc.
Considerá-los incompetentes ou choröes é desrespeitoso, pois estão com o que a legislação os permite ter além de estarem ainda com as chagas de um desmonte que brotou nos anos FHC e sequelas das restriçöes de investimentos impostas pelo FMI.
Agora,sem FHC e FMI,aqueles que por lá trabalham a muitos anos procuram mostrar o valor sob uma mídia voraz e sem compromissos de portar conteúdo,só agindo sob as batutas de lobbistas e de políticos aliados ou não.

Responder

FrancoAtirador

02 de junho de 2011 às 13h13

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AQUILO QUE NOS DEVORA

Basicamente, duas razões levaram a Presidenta Dilma a optar pela concessão de alguns dos mais estratégicos aeroportos do país a empresas nacionais ou estrangeiras que assumirão a responsabilidade por ampliá-los e modernizá-los, em troca do controle do negócio por 20 anos.

Gargalos já evidentes com a afluência de milhões de novos passageiros ao transporte aéreo, graças à melhoria da renda, bem como o risco, real, de um colapso desse serviço na Copa do Mundo em 2014, formam a base da equação.

A opção política pela concessão privada, porém, não seria a única saída.

Por que o Estado brasileiro não poderia, por exemplo, contratar serviços de empresas locais e internacionais para obras, a exemplo do que faz a Petrobrás em operação até mais complexa de aquisição de equipamentos e infra-estrutura para explorar o pré-sal?

Em primeiro lugar, porque o esfarelamento do setor público nos anos 90 privou a sociedade de uma estatal forte e eficiente para investir e planejar a expansão do setor aéreo, ou o das telecomunicações etc, legando burocracias sucateadas ao governo.

Em segundo lugar, porque a política de arrocho fiscal para pagar juros da dívida pública torna esquálida a capacidade de investimento em infraestrutura e serviços.

Não se trata de um fetiche com aeroportos: o colapso ensaiado nos saguões de embarque e desembarque aéreo há muito já explodiu na rudimentar rede de postinhos de saúde, bem como nas filas dos hospitais públicos, no transporte coletivo deficitário e mal cuidado, na rede de escolas públicas e no sistema de saneamento.

A origem da falência é a mesma: colapso fiscal.

Fatos: as obras de modernização e expansão dos aeroportos vão exigir entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões das futuras concessionárias.

O Estado brasileiro não tem esse dinheiro.

Mas está fazendo das tripas coração para reservar cerca de R$ 117 bilhões de superávit fiscal destinado ao pagamento de juros à banca e aos rentistas em 2011.

Só no primeiro quadrimestre, o 'esforço' para atender a essa prioridade foi de R$ 78,5 bilhões, quantia quase seis vezes maior que os R$ 13,5 bilhões destinados a investimentos no período.

A taxa de juro no país é de 12%.
Na próxima semana tem reunião do Copom.
Apesar das evidências de que a inflação está em queda, e o nível de atividade e de consumo recuam — em abril a indústria registrou a maior queda em 40 meses frente a março — os 'mercados' insistem em que a Selic ainda precisa subir mais dois degraus até fechar o ano na obscena marca dos 12,5%.

Carta Maior; 5ª-feira, 02/06/2011

Responder

FrancoAtirador

02 de junho de 2011 às 12h47

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NOTA À IMPRENSA – Governo anuncia concessões de três aeroportos
Terça-Feira 31 de Maio de 2011 às 18:22

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL

O Governo Federal anunciou nesta terça-feira (31/5) aos governadores e prefeitos das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 a decisão de realizar concessões para os aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). O anúncio ocorreu durante a reunião convocada pela presidenta Dilma Rousseff para discutir as providências para o evento.

De acordo com o modelo definido, as concessões serão feitas por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPE), a serem constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero). A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos. Como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia.

A metodologia e os demais critérios do edital de concessão serão elaborados por empresas especializadas, devendo estar prontos em dezembro de 2011. A Infraero continuará a implementar os investimentos previstos no seu planejamento estratégico.

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wagner Bittencourt, informou que as medidas anunciadas visam atender a demanda para os próximos anos, inclusive o período da Copa de 2014. Bittencourt disse ainda que o governo continua os estudos para concessão de mais dois aeroportos: Confins (MG) e Galeão (RJ).

http://www.infraero.gov.br/index.php/br/imprensa/

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ZePovinho

02 de junho de 2011 às 12h36

O governo não quer tributar renda,patrimônio e lucros do capital.Assim,joga a carga tributária em cima de nós(com impostos indiretos sobre o consumo) e se financia com dinheiro privado.Como o Congresso está lotado de empresários protegidos pelo Estado,o governo nunca vai fazer uma reforma tributária que faça justiça fiscal e tire a pesada carga tributária de cima dos trabalhadores.Assim,prefere dar almoços grátis para quem lhe empresta dinheiro:rentistas e empresários vagabundos que não querem trabalhar;apenas viver de rendas.

AQUILO QUE NOS DEVORA:

Basicamente, duas razões levaram a Presidenta Dilma a optar pela concessão de alguns dos mais estratégicos aeroportos do país a empresas nacionais ou estrangeiras que assumirão a responsabilidade por ampliá-los e modernizá-los, em troca do controle do negócio por 20 anos. Gargalos já evidentes com a afluência de milhões de novos passageiros ao transporte aéreo, graças à melhoria da renda, bem como o risco, real, de um colapso desse serviço na Copa do Mundo em 2014, formam a base da equação. A opção política pela concessão privada, porém, não seria a única saída. Por que o Estado brasileiro não poderia, por exemplo, contratar serviços de empresas locais e internacionais para obras, a exemplo do que faz a Petrobrás em operação até mais complexa de aquisição de equipamentos e infra-estrutura para explorar o pré-sal? Em primeiro lugar, porque o esfarelamento do setor público nos anos 90 privou a sociedade de uma estatal forte e eficiente para investir e planejar a expansão do setor aéreo, ou o das elecomunicações etc, legando burocracias sucateadas ao governo. Em segundo lugar, porque a política de arrocho fiscal para pagar juros da dívida pública torna esquálida a capacidade de investimento em infraestrutura e serviços. Não se trata de um fetiche com aeroportos: o colapso ensaiado nos saguões de embarque e desembarque aéreo há muito já explodiu na rudimentar rede de postinhos de saúde, bem como nas filas dos hospitais públicos, no transporte coletivo deficitário e mal cuidado, na rede de escolas públicas e no sistema de saneamento. A origem da falencia é a mesma: colapso fiscal. Fatos: as obras de modernização e expansão dos aeroportos vão exigir entre R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões das futuras concessionárias. O Estado brasileiro não tem esse dinheiro. Mas está fazendo das tripas coração para reservar cerca de R$ 117 bilhões de superávit fiscal destinado ao pagamento de juros à banca e aos rentistas em 2011. Só no primeiro quadrimestre, o 'esforço' para atender a essa prioridade foi de R$ 78,5 bilhões, quantia quase seis vezes maior que os R$ 13,5 bilhões destinados a investimentos no período. A taxa de juro no país é de 12%. Na próxima semana tem reunião do Copom. Apesar das evidencias de que a inflação está em queda, e o nível de atividade e de consumo recuam — em abril a indústria registrou a maior queda em 40 meses frente a março– os 'mercados' insistem em que a Selic ainda precisa subir mais dois degraus até fechar o ano na obscena marca dos 12,5%.
(Carta Maior; 5º feira, 02/06/ 2011)

Responder

Lauro Oliveira

02 de junho de 2011 às 12h34

Lamento que os primeiros aeroportos ficarão submetidos a administração privada . Infelizmente esta solução se tornou necessária para atender ao incrível crescimento do tranporte aéreo no pais. Após a edição da lei 8666 ficou inviável que o poder público execute obras em rítmo suficiente para atender demandas tão urgentes. Nossos legisladores deverão repensar tal dispositivo se não dar origem a um real entrave ao nosso crescimento.

Responder

Bernardino

02 de junho de 2011 às 12h29

A cultura latina nao respeita o Patrimonio Publico(depredam telefone,formam quadrilhas nas estatais para propinas etc,etc)Socialismo nao deu certo em pais homogeneo,imagina nesse mix cultural .Aqui o poder publico é CORRETOR de empresarios em todos osniveis!!`´E o pecado original LUSITANO.
Ter serviços publicos de qualidade como a FRANÇA,SUECIA,Noruega etc, têm,aqui nao teremos,pois nos falta uma coisa chamada PATRIOTISMO,presente no DNA português desde os anos 1500
A cultura nao se muda com sermoes e oraçoes e sim com REVOLUÇOES Fortes coisa que nunca houve nem haverá na terra Brasilis!!

Responder

Noir

02 de junho de 2011 às 12h05

Não há dúvida alguma quanto ao "modus operandi" da mídia tupiniquim; é o mesmo da época das privatarias produzidas pelo "Último Imperador".
Os setores de energia elétrica, telecomunicações, a Vale do Rio Doce e outras foram privatizadas do mesmo modo.
A mídia diz que são ineficientes, deficitárias, que não têm capacidade de investimento e que são mal geridas.
Esquecem que os problemas não surgem da noite para o dia, são frutos de gestões erradas e essas gestões erradas são filhas de Governos Federais desastrados e verdadeiramente incompetentes.
Nas privatarias do FHC, ninguém, absolutamente ninguém, levantou a voz pra dizer que o incompetente era ele e seu governo; colocaram a culpa nas empresas porque eram estatais.
É como se o fato da empresa ser estatal, significa-se incompetência. Esquecem que as empresas estatais são geridas por administradores escolhidos pelos governo, estes sim, incompetentes e incapazes. Se as empresas seguem políticas erradas, à culpa é dos gestores indicados pelo Executivo.
Além disso, sabemos muito bem das "excelentes administrações privadas". A internet é lenta e cara, o nº de reclamações referidas a telefonia é imenso, os transportes públicos privatizados são péssimos, os apagões elétricos e os bueiros que explode, fazem parte de nosso dia a dia.
Mas o pior de tudo isso, é o "silêncio" do Governo Dilma, VERGONHOSO.

Responder

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h43

    Como assim, Noir? A telefonia não melhorou, como vive alardeando o Farol de Alexandria?
    E as tarifas, que a avassaladora propaganda pró-privatização afirmava que se reduziriam?
    Até dezembro de 1995, pagávamos, aqui no Estado mais ao sul do Brasil, R$ 0,61 de tarifa básica.
    Hoje, estamos pagando em torno de R$ 41,00. Quase sete mil por cento de aumento.

    Eu mais longe, Noir. Diante do prejuízo que o povo brasileiro e o país passaram a ter com as privatizações da era FHC, é "VERGONHOSA" a capitulação do PT à logica neoliberal de privatização do patrimônio público.

Mariano

02 de junho de 2011 às 11h34

"Me pergunto por que os blogs não comentam nada sobre o que está sendo feito com a Infraero?"

Simples: quem está fazendo é um governo petista. Ponto.

Responder

Lilian

02 de junho de 2011 às 11h16

Azenha, fico feliz que tenha abordado esse tema… Pois você e o Paulo Henrique, cujos blogs acompanho aciduamente ainda não tinham tratado do assunto…

Lilian

Responder

Klaus

02 de junho de 2011 às 11h16

Gostaria de um post "Ouvindo os usuários sobre a privatização."

Responder

    ZePovinho

    02 de junho de 2011 às 12h39

    Comece pelos usuários de transporte público aí da sua cidade.Essas empresas são concessionárias e estão sob a responsabilidade da iniciativa privada(dando a contribuição ao caixa 2 do prefeito,naturalmente).
    Você anda de ônibus,Klaus??

    Klaus

    02 de junho de 2011 às 14h04

    Ok, então vamos ouvir os dois.

    ZePovinho

    02 de junho de 2011 às 17h38

    Tenta descobrir quanto do faturamento das concessionários de ônibus(que não pagam ISS) vai para o caixa 2 do PT,PSDB ou qualquer outro partido que esteja no poder aí.

    edv

    02 de junho de 2011 às 14h07

    Acho que vc não entendeu o post.
    Não é o serviço que não está ruim.
    É QUEM causa o serviço ruim.
    Os serviços privatizados tem sido tipicamente causa de piora na qualidade.
    Afinal, o objetivo passa a ser lucro e o "bom" serviço consome dinheiro, némêz?
    Agora, uma parceria privada para acelerar a expansão da infraestrutura não é mal vinda.
    Resta saber se eles, privados querem investir por pouco lucro…
    Aeroportos "desimportantes" como JFK, Heathrow, Charles de Gaulle, Atlanta, Chicago, Los Angeles, etc. são TODOS públicos.
    Interessante, não?

    Klaus

    02 de junho de 2011 às 17h42

    Nem tudo que é bom pros EUA é bom pro Brasil.

    edv

    02 de junho de 2011 às 21h08

    Nisto aí, "d'accord".
    E vale até o contrário, para o vice e para o versa.
    "It all depends"…

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 17h53

    Mentira. A verdade está no outro comentário em que você falaciou sobre isto.

    edv

    02 de junho de 2011 às 21h04

    Talvez houvesse uma melhor honestidade de propósito, se vc dissesse algo como:
    …"ei, na sua lista de 6, há 2 que não são mais, de fato"…
    Aí vc estaria contribuindo para a discussão e o conhecimento.
    Ao "esquecer" de mencionar que o restante (JFK, LAX, Atlanta e Chicago, estes os de maior movimento absoluto do mundo), vc está apenas querendo me "caracterizar" e não discutir o ponto ou corrigir (parcialmente) o argumento de que há aeroportos gigantescos…públicos!
    E não querer esconder o ovo com 2 pelos…
    Portanto, a mentira e a falácia está na manjada bobagem de pegar a parte pelo todo.
    E "gritar palavras fortes", não para argumentar, mas para transformar em barulho.
    Não somos chipanzés, némêz?

    edv

    02 de junho de 2011 às 22h57

    Melhor: … "na sua lista de 6 há 1 que não é mais, de fato" …

    edv

    02 de junho de 2011 às 22h55

    Não deixe de ir lá no "outro" comentário para aprender um pouco mais sobre "mentiras, erros e falácias". E também sobre S.A.s.
    E também sobre respeito e macaquices…

João Bahia

02 de junho de 2011 às 10h58

Eu tenho uma visão de “meio-termo” nesta questão das privatizações. Sou a favor, por exemplo, da estatização 100% do ensino, ou seja, não existir ensino regulamentar (obrigatório) privado no país. Existem outros setores que também eu acho que devem ser controlados pelo estado, sobretudo por questões estratégicas. Porém, não é caso da administração dos aeroportos, portos, rodoviárias e congêneres. Essas funções são melhor executadas pela iniciativa privada (sim, os capitalistas). Cabe ao governo manter agências de controle (que realmente funcionem no sentido de defender o interesse do cidadão). O Brasil não precisa de Infraero. Mas o Brasil precisa muito de ensino público de qualidade. Precisa de acesso universal ao sistema de saúde (eficaz). Me perdoem os socialistas “puros”… existem outros setores e empresas que eu acho que também deviam ser privatizados (não confundir privatizar com doar patrimônio público para empresário, como fez FHC)..

Responder

    PAULO P,

    02 de junho de 2011 às 16h01

    Sou a favor da estatização de todo o sistema financeiro, SIMPLES ASSIM.

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 17h55

    E você pode ser. E eu posso ser contra qualquer banco estatal – não sou, ok? -, porque vivemos em um país livre, sem Ley de Medios, nem censura, nem nada.

Lousan

02 de junho de 2011 às 10h39

ainda defendo que se o poder publico fizesse um serviço bem feito em investimentos, melhora de benfeitorias, acesso, etc não seria necessário privatizar…as vezes vale mais a pena vendermos o carro do que arrumar, mas nao porque a manutenção preventiva era cara, o problema é que só se usou, usou e usou e nada foi feito, na hora que o carro quebra é mais vantajoso vender do que arrumar….com a privatização é igual…só se observa e se manifesta depois que a decisão já foi tomada, ninguém briga, controla e defende o investimento do dinheiro publico enquanto a instituição ainda é estatal e só reclamam depois que a deterioração já é alta e fica mais barato privatizar do que arrumar….agora é tarde pra chorar

se em sao paulo 300 pessoas da estatal cptm podem simplesmente parar os trens e impactar 400 mil brasileiros para que ganhem um aumento de 8%, porque 400 mil brasileiros não podem parar para se defender dos 300 funcionarios estatais que decidem o que fazer com nosso dinheiro no senado???

Responder

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h19

    Os funcionários da CPTM não podem parar, tanto que foram multados em 100 mil reais pelos dias parados até agora (2 dias para os das linhas 11 e 12, 1 dia para o resto) e a multa acaba de aumentar para 200 mil para os próximos dias. E, embora ilegal, me parece que a reclamação é justa (o governo só quer conceder 3,5% enquanto dará ao menos 8% para os metroviários, que já ganham mais). Ao contrário da reclamação dos aeroportuários, cuja empresa não tem o menor sentido de existir, pelo menos não como (má) administradora dos maiores aeroportos do País.

MA_Jorge

02 de junho de 2011 às 10h12

Este negocio de privatizar está parecendo aquela história da pessoa que reclama dos problemas de se ter um bode dentro de casa.

Já enfiaram o segundo bode dentro da casa. Agora é esperar o resultado o tempo certo para ir lá e retirar o segundo bode…

Responder

Zé das Couves

02 de junho de 2011 às 09h46

Não vi nenhum argumento nos textos, só mimimi.
Em geral, sou contra as privatizações, mas no caso dos aeroportos não vejo por que deveriam ficar nas mãos do Estado. E repito, os textos não apresentaram nenhum argumento que sustente a posição da Infraero, apenas choradeira de quem vai perder poder.

Responder

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h16

    Pois eu pergunto, meu caro Zé das Couves.
    Se o Estado tem a arrecadação de impostos quase toda comprometida com o pagamento da dívida pública e de seus juros, não era o caso de manter os aeroportos para dali arrebanhar um pouco dos recursos que faltam para áreas carentes como a saúde, educação e saneamento básico, por exemplo?
    Isto, sem contar a remessa de lucros e dividendos para o exterior, que aumentará ainda mais do que já aumentou após as "privadoações" feitas na era FHC.
    Ou seja, Zé das Couves, ao continuar privatizando – agora os aeroportos , o Estado estará desfazendo-se ainda mais de fontes de recursos e expandindo os ralos por onde são drenados recursos que o país precisa desesperadamente para se desenvolver.

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 17h30

    Incorreto. Dados de 2010, a fonte é a STN:

    Receita Total: R$638,3 bi
    Receita Fiscal: R$615,5 bi (96% da Rec. Total)

    Despesa Total: R$502,3 bi (79% da Rec. Total, 82% da Rec. Fiscal)

    Despesas Encargo Dívida Mobiliária Bacen: R$79,1 bi (13% da Rec. Fiscal)
    Despesas Encargo Dívida Contratada: R$18 bi (3% da Rec. Fiscal)

    Agora, os verdadeiros "vilões" (como se fossem) que comem a receita:

    Pessoal e Encargos: R$50,4 bi (8% da Rec. Fiscal)
    Repasses a UFs e Municípios: R$123 bi (20% da Rec. Fiscal)
    Custeio, Investimentos e Restos a Pagar: R$192,6 bi (31,3 da Rec. Fiscal)

    Ou seja, o governo gasta para se sustentar, para repassar verba aos municípios e estados e principalmente em INVESTIMENTOS, OBRAS, etc. LOGO, esquece esse papinho de dívida, falta de grana. Vivemos um bom momento e precisamos aproveitá-lo!

leandro

02 de junho de 2011 às 09h15

Quem usa os aeroportos sabe como é o serviço prestato. Culpar a mídia, as empresas (horríveis. Atrasos, cadeiras minusculas) é muito simples. É jogar a culpa pela incompetencia propria nos mombos dos outros. Nossa tarifa de embarque é a mais alta do mundo e nosso serviço é de pior nivel. Não falo de atrasos (culpa das empresas, quase sempre), falo das instalações, de estrutura. Isso é sim, culpa do governo que não investiu na infraero como deveria. Agora que a conta ficou alta demais, privatiza-se e põe a culpa na mídia. Quem usa muito aeroportos sabe do que falo.

Responder

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h22

    Os atrasos são, em maior parte, culpa da Infraero, que por falta de planejamento obriga os aviões a esperarem no pátio tempo além do previsto para embarcar, desembarcar, carregar, descarregar e decolar, já que não há estrutura para receber o número de voos programados (caso específico dos cinco aeroportos de São Paulo, Campinas e Rio). As empresas podem ser culpadas por outras práticas nocivas, como a redução do espaço nas aeronaves (afetando a saúde dos passageiros pela ausência de ergonomia) e o maldito overbooking.

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 09h14

Lembrando que nossos aeroportos funcionam também como bases da Força Aérea, ou seja, daqui a pouco um caça da FAB vai ter seu pouso negado em Guarulhos por um controlador estrangeiro.

"Isso aqui é propriedade privada" dirá o controlador Yanke.

É isso aí, governo de esquerda, governo socialista, governo dos auto proclamados "não colonizados", esses são os "anti vendilhões"… pior para quem votou nessa turma e acreditou nas mentiras de campanha.

Lembrando que até mesmo estrangeiros podem participar da licitação.

Responder

    Carlos Roberto

    02 de junho de 2011 às 11h18

    Obviamente e por lei os aeroportos receberão aviões da FAB sempre do mesmo modo que os portos estão em terremos de Marinha e sempre serão obrigados a receber navios da MB.
    O argumento de que o loiro de olhos azuis e gravata borboleta vai proibir o uso de aeroportos pela FAB é totalmente inconsistente. Inventa outro que este não gruda.

    Klaus

    02 de junho de 2011 às 11h18

    Que argumentação pedestre…

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h25

    Não seja mentiroso. O controle de tráfego pertence à Força Aérea – que, por sinal, o faz muito mal, colocando para tratar com pilotos estrangeiros controladores que não falam outras línguas que não a materna) e assim permancerá, dada a importância que se dá ao tema de segurança nacional (algo totalmente exagerado, na minha opinião, mas que eu aceito como paradigma imutável do sistema).

Bruno

02 de junho de 2011 às 09h10

Os aeroportuários tem razão. Eles nos prestam um ótimo serviço, sempre atenciosos e carinhosos. Aliás, a Infraero, ao contrário do que noticiam os jornalões, é um exemplo de boa adminstração, boa prestação de serviços e agilidade nas expansões. Podemos ver aí as obras nos aeroportos CGH, GRU, VCP, GIG e SDU, que correm em ritmo chinês e com qualidade dinamarquesa. É previsto, inclusive, que o novo terminal de GRU esteja pronto mês que vem, de acordo com as previsões iniciais, assim como a homologação do sistema ILS3, que já está instalado, conforme previsto, há 6 meses, passando no momento por rigorosos protocolos de teste. Com isto o fechamento do aeroporto Internacional de São Paulo em Guarulhos por culpa da neblina deve acabar, a capacidade do aeroporto deve aumentar em 50% e o tempo de espera para embarque, desembarque, carga e descarga para as aeronaves deve ser fortemente reduz…

…espera. Ah, não, me enganei! Obra nenhuma começou, em especial pelo desinteresse da Infraero, e daqui a três anos receberemos nossos turistas em terminais PROVISÓRIOS. Que venha a concessão dos aeroportos mais rentáveis, e que a empresa consiga pelo menos administrar os aeroportos menores!

Responder

    Francisco De Olavo

    02 de junho de 2011 às 11h27

    Tudo invenção e culpa do PIG, nossos aeroportos estão entre os melhores do mundo e tanto a INFRAERO como a ANAC, ambas totalmente aparelhadas pelos incompetentes do PT são exemplos de boa administração mundial.

    Você está coberto de razão.

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h36

    Deveras inteligente, Bruno. "Que venha a concessão dos aeroportos mais rentáveis".
    Ou seja, entregamos o filé, a picanha e a maminha para os grandes empresários privados se deleitarem em gordos lucros e deixamos com o Estado, melhor dizendo, a sociedade, a pelanca, o pescoço, o osso.
    Inteligente. Para não dizer… coisa de otário.

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 18h10

    Os aeroportos mais rentáveis que não dão lucro decente ao Estado e não prestam serviço adequadamente ao passageiro/contratante de serviços. Sim, quero eles concedidos.

    Primeiro: o Governo não vai modernizar, ele não quer modernizar e, o mais importante, ele não sabe ser eficiente. Assim fica difícil fazer os aeroportos carregarem mais gente e fazer a economia brasileira girar. Isto nos levará ao segundo ponto, tratado a seguir.

    Segundo: já que o Estado não sabe gerir aeroportos – estou partindo disto e não mudarei minha opinião por causa das fixações ideológicas de ninguém -, vamos evitar ao máximo que ele precise geri-los.

    Terceiro: partamos do pressuposto que existem dois tipos de aeroporto: aqueles que, se concedidos, dariam a um investidor privado maior do que a taxa Selic (vulgo atraentes) e aqueles que, na mesma situação, tragam retorno menor que a taxa Selic (vulgo não atraentes). É evidente que o único jeito de conceder um aeroporto do segundo grupo é pagando, com NOSSO dinheiro, o concessionário. Não queremos isso, portanto vamos conceder apenas os "bons".

    Quarto: os aeroportos menos interessantes ficam a cargo da Infraero, ou qualquer entidade estatal que a valha; ela deve geri-los com base em quatro receitas básicas:
    1- as taxas de embarque dos aeroportos dela;
    2- as receitas de aluguel e uso de espaços internos de aeroporto, direito de outorga de serviços de táxi e shuttle, etc.;
    3- uma taxa de contribuição (RAZOÁVEL, não maior que 5%) sobre a tarifa de embarque recolhida nos aeroportos concedidos à iniciativa privada; e
    4- caso, eventualmente, faltem ainda recursos (e hoje garanto que falta muito mais do que faltaria neste cenário) o acionista (Governo) cobriria buracos, visto que estatal tem que prestar serviço custando o mínimo, e não gerar lucros necessariamente.

    Quinto: não existe entregar "o filé, a picanha e a maminha"; estamos repassando (temporariamente, 20, 30, no máximo 40 anos) um ativo do Estado para um PARCEIRO (lembrem-se, PPP) para que ele, do bolso dele, invista, sendo remunerado ao longo da concessão (e não "de uma vez", como seria o gasto se o próprio governo tivesse que construir os terminais), crie giro de serviços (recolhendo impostos e contribuições sociais sobre serviços), gerando lucro (recolhendo imposto de renda) e sendo vetor de desenvolvimento do País (gerando mais tributos, mais receita para o País, etc.).

    Ou seja, está longe de ser uma moleza, um roubo, um acinte dos "vendilhões da pátria" contra o Povo e o Erário.

edisilva64

02 de junho de 2011 às 09h10

Concordo muito com o Nilo: os maiores problemas sempre foram as empresas aéreas que, para susto de alguns, são privadas.
Aliás, a velha mídia, que muitos davam como morta, está ganhando todas ultimamente: homofobia, o livro que "ensina português errado" (estava assim em uma chamada da Record News), privatizações, Palocci, código florestal, etc. Aproveitam-se da inocência de alguns, ignorância de outros e desonestidade de muitos outros.

Responder

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h30

    Isso. O avião fica dando voltas no ar, gastando combustível e rendendo horas extras aos pilotos e comissários, porque a empresa aérea quer. Aí a aeronave pousa, e espera 15 minutos para receber pátio, porque o piloto da empresa aérea malvada não pediu com educação. O avião descarrega, carrega, espera por mais 15 minutos parado no pátio por preguiça de taxiar (nunca no finger, porque a empresa aérea não quis construir um terminal maior para a Infraero). Por fim, quando entra na fila de DEZ aviões da pista de decolagem em Cumbica, só se formou a fila porque todas as empresas aéreas combinaram de decolar seus aviões – atrasados – ao mesmo tempo.

Claudio Martinez

02 de junho de 2011 às 09h05

O PiG tá perguntando "PT a favor da privatização: O que mudou o PT ou a privatização?". E me dei ao trabalho de ouvir porque me parece pertinente a pergunta.
Por outro lado, como sou barnabé federal, me lembro muito bem qual foi o Primeiro Grande Projeto do governo Lula enviado ao congresso.
Quem se lembra?
A Reforma da Previdência dos Servidores Públicos.
A Maria do Rosário com certeza lembra do carro de som na frente do prédio dela e a gente cantando junto com a Beth Carvalho: você pagou com traição / a quem sempre lhe deu a mão; ela nos chamou numa entrevista coletiva de meia-dúzia de privilegiados, que era como o FHC nos chamava.
É que quando a gente vota, a gente se alista, sem se dar conta, num ou noutro exército.
E eles nem piscam na hora de mandar 3 ou 4 regimentos pra morte certa, num ataque diversionista, pra flanquear do outro lado.
É isso.
Xadrez com as nossas vidas.

Responder

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h31

    Lula malvado, cortou a moleza do pessoal que ganhava 10, 20 mil reais de aposentadoria!

    Claudio Martinez

    02 de junho de 2011 às 20h51

    Da meia dúsiza que ganhava 10 ou 20 mil, e de toda a massa que ganhava 4, 5 mil.
    E além disso, a proproção de aposentados/ativos só não estava mais favorável por causa dos PDV's do FHC

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h32

    É verdade, Cláudio. A primeira "bola nas costas" que o governo Lula jogou para os trabalhadores foi a tal Reforma da Previdência.
    Lula seguiu os ditames do FMI/Banco Mundial de restringir o espaço da previdência pública para abrir um largo nicho de mercado para o sistema financeiro privado e seus planos de previdência.
    Simples assim.

garapuvu

02 de junho de 2011 às 08h47

Gostaria de fazer uma pergunta sobre algo que ainda não vi com clareza sobre esse assunto. A infraero vai vender 51% dos aeroportos ou ela vai entrar com 49% das novas ampliações? porque se for entrar com 49% das ampliações isso será igual ao que acontece hoje no setor elétrico. Para podermos diminuir o abismo que foi a falta de investimentos do governo FHC no setor elétrico, que causou os apagões, o governo Lula teve de utilizar desse mecanismo para poder atingir os investimentos necessários. O fato de entrar com 49% agiliza e muito os investimentos, uma vez que com o governo tendo mais de 50% do negócio, pelas leis brasileiras atuais, não conseguiriamos investir a tempo. A iniciativa privada não tem as amarras que tem o governo. A iniciativa privada não precisa fazer leilão, que atrasa as obras do governo em mais de um ano. Não temos esse tempo sobrando para a copa do mundo. #confioemdilma

Responder

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h19

    Pois a minha confiança nela "já foi para o espaço" Garapuvu.

patrick

02 de junho de 2011 às 08h09

As concessionárias públicas de Portos e Aeroportos, como as companhias Docas e Infraero, padecem de um grave problema: elas não são proprietárias de suas instalações, ou seja, dos portos e aeroportos que operam. (Ao contrário da Petrobrás, que é proprietária de suas refinarias e do petróleo que extrai). Desta forma, elas não tem condições de se financiar para alavancar investimentos, pois não têm garantias para oferecer aos bancos. (Aos ingênuos financeiros: nenhuma empresa de porte cresce meramente investindo lucros). Desatar esse nó seria uma boa pauta para uma esquerda propositiva.

Responder

    Marcelo de Matos

    02 de junho de 2011 às 17h43

    Grande patrick. Também sou um ingênuo financeiro e portanto pergunto – não é melhor privatizar a Infraero? Esse é, na verdade, um cabidão de empregos. O advogado Aírton Soares, expulso do PT e hoje no PV, foi indicado na "quota pessoal" do Lula. Ele é fiel ao Ministro da Defesa Nelson Jobim. Reconheço a competência do Aírton, mas, espero que a Infraero tenha dias melhores no futuro.

Ze Duarte

02 de junho de 2011 às 07h07

Maiores taxas de embarque do mundo pra oferecer serviços toscos. A infraero não presta pra nada.

Responder

    Francisco De Olavo

    02 de junho de 2011 às 11h29

    Presta sim, presta para servir de cabide de emprego aos pelegos mamateiros e incompetentes do PT.

    Procure se informar melhor.

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 14h58

    Mais ou menos. A Infraero é, como qualquer estatal, cabide de emprego para pouca gente, já que existem regras (concurso) para admissão na maioria dos cargos. O verdadeiro cabide de empregos do PT é a ANAC. Mais ou menos como o DAC era para os governos anteriores, desde o regime militar.

    JOSE DANTAS

    02 de junho de 2011 às 17h24

    Cabide de emprego não combina com concurso público. O Banco do Brasil é estatal e não é cabide de emprego.
    Afirmo isso com todas as letras porque ingressei no seu quadro funcional através de concurso público quando ainda residia na zona rural de um pequeno município do interior da Paraíba, na companhia da minha família de humildes agricultores, que se dependessemos de favorecimento de quem quer que seja jamais teria conseguido o emprego.
    Onde existe cabide de empregos não há lugar para gente com origem igual a minha e durante os 28 anos que passei por lá não vi ninguém que tenha entrado pela porta dos fundos.
    Muitos reclamam e criticam porque jamais sentiram a necessidade de ralar como eu ralei para tentar melhorar de vida através de um concurso onde se disputa uma vaga com dezenas de candidatos.

    Bruno

    02 de junho de 2011 às 18h12

    Só existe espaço para cabide de emprego em pouquíssimos cargos comissionados – como presidência. Por isso eu disse que o cabide está na ANAC, e não na Infraero em si. Mas isto não faz ela deixar de ser inchada e ineficiente como a maioria das estatais.

JOSE DANTAS

02 de junho de 2011 às 06h33

Precisei cancelar uma passagem adquirida no cartão da minha filha que morreu de câncer, para o seu filhinho de 06 anos e a empresa exigia que nossa filha pedisse pessoalmente o cancelamento. Como ela não mais falava e nem escrevia e mesmo asssim a empresa GOL não foi sensibilizada no sentido de devolver a mísera quantia de duzentos e poucos Reais, bati à porta da ANAC. O sujeito que me atendeu me orientou a procurar o PROCON. Como tive um caso desolador enquanto consumidor reclamante através do PROCON, me recusei e o cara disse que não aceitava a minha reclamação. Afirmei para ele que não a faria via internet porque seu site não reconhecia o meu CEP e que no portal da ANAC uma de suas atribuições era justamente registrar reclamações de usuários das empresas aéreas. Então ele registrou a minha indignação e decorridos mais ou menos um mês a GOL, apesar de ainda insistir que a solicitação precisava ser feita pela minha filha, acabou nos devolvendo aquela fortuna de 200,00.
Assim, ninguém sabe o que seria pior, do jeito que está ou privatizando.

Responder

Fernando

02 de junho de 2011 às 02h05

Privatizações, reajuste do mínimo abaixo da inflação, corte de 50 bilhões no orçamento, sucessivos aumentos na taxa de juros, ministro que multiplica o patrimônio por 20 enquanto deveria estar trabalhando na Câmara e diz que é "VALORIZADO NO MERCADO", aprovação do código agronegocial, etc…
Fica a pergunta: Quem ganhou a eleição? A esquerda? Será?

Responder

    Morvan

    02 de junho de 2011 às 15h15

    Boa tarde.
    Bem pontuado. Além do mais, recuo vergonhoso, no caso do Kit Anti-Homofobia, Código [Anti-]Florestal, Fernando. E por aí vai.
    O Paulo Henrique Amorim a chama de "JK de Saia"! Quer dizer, quem puder ou souber, reze que não apareça uma "FHC de Saia". Seria o Armagedom…

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    JOSE DANTAS

    02 de junho de 2011 às 17h32

    A esquerda é tão nociva quanto a direita. Os dois lados tem defeitos e virtudes. Governa melhor quem navega de acordo com a realidade. O Kit gay é mais um produto demagógico e precipitado, onde se pretendeu combater a homofobia, que é realmente um mal, sem analisar o impacto de seus desdobramentos junto a sociedade. O recuo foi uma demonstração de bom senso, assim como sua criação um tiro no pé.
    Um governo vermelho pararia o País do mesmo jeito que um verde, a exemplo do que acontecia com um azul que antecedeu ao Lula.

ZePovinho

02 de junho de 2011 às 01h10

As empresas estão assaltando o patrimônio público com uma voracidade absurda.Elas não querem,apenas,os bens públicos;elas querem ser o governo.

QUEM FISCALIZA SERVIÇOS PRIVATIZADOS?

AGENCIAS CAPTURADAS PELOS MERCADOS.

"A deterioração do serviço público é um resultado da ideologia neoliberal que, em busca da privatização, definiu algumas poucas atividades como "essenciais" ao Estado e partiu para a privatização afirmando que os cidadão seriam protegidos pelas Agências reguladoras. Essa é uma mentira ideológica da pior qualidade! Ninguém que trabalha pode acompanhar as decisões das Agências, porém os interesses privados focados naquela atividade exercem a plenitude de seu peso na orientação (delas)… Privatizar e regular de forma obscura não é solução em sociedades complexas… O neoliberalismo mutila a democracia"(Carlos Lessa; Valor). Um exemplo: Segundo a Lei Geral de Telecomunicações, há um tipo de bem privatizado no leilão da Telebrás, em 1998, cuja revenda exige aval da Anatel, a reguladora do setor. São bens que podem ser reassumidos pelo Estado a partir de 2025, quando vencem os contratos. A Anatel, porém, não tem sequer uma lista própria desses bens, nem mesmo uma relação do patrimônio da Telebrás de 1998. Quem informa à agencia reguladora quais são os itens 'vetados' à negociação são as próprias empresas, que por sinal os tem negociado. (leia matéria de André Barrocal nesta página).
(Carta Maior; 5º feira, 02/06/ 2011)
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Anatel admite omissão em vendas ilegais e revela multa de R$ 97 mi

Sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, telefônicas passaram adiante patrimônio que poderia voltar ao controle público e tomam multas de R$ 97 milhões. Em audiência no Congresso, superintendente de Serviços Públicos da agência, Roberto Pinto Martins, reconhece omissão, diz que órgão se baseia em declarações das próprias empresas sobre o que pode ser vendido e diz que só BNDES pode ter lista original do patrimônio privatizado.

André Barrocal

Aqui tem todos os livros que a direitona dos EUA leu para achar que vem uma "ditadura socialista" por aí.O problema da direitona é que não vê que o socialismo de que fala é o socialismo para os ricos,com o Estado colocado como garantidor dos lucros de grandes empresas:
http://www.voltairenet.org/article166611.html

Globalización
Historia del «Nuevo Orden Mundial»
por Pierre Hillard*

Presentamos la historia de una corriente ideológica y de las poderosas personas que están detrás de todo esto. Estas buscan el surgimiento de bloques regionales tipo Unión Europea o UNASUR para orientarlos, poco a poco, hacia una forma de Gobierno Mundial. Su objetivo no es impedir las guerras sino extender su poderío financiero y comercial en el mundo entero. Su pensamiento reivindica el proyecto de un «Nuevo Orden Mundial» que debe edificarse sobre las ruinas de los Estados-Naciones. Hoy más que nunca resulta indispensable estudiar este proyecto de globalización político afín de impedir que el ideal de Unidad Humana se transforme en una pesadilla totalitaria.

Responder

    joselito

    02 de junho de 2011 às 10h04

    Interessante essa colocação.
    Mas infelizmente, nas mãos do poder público (no Brasil) sabemos que (também) não funciona como deveria. Que só há investimento se houver retorno (para os bolsos dos políticos). E consequentemente não há fiscalização.

    ZePovinho

    02 de junho de 2011 às 13h05

    O chamado "Poder Público",Joselito,está nas maõs dos empresários e banqueiros.Esse povo não quer infra-estruturas públicas concorrendo com eles.Por isso,criaram essa ideologia de que os bens públicos são menos eficientes do que os bens privados e citam,para isso,a trababalho de Garret Hardin em um artigo de 1969(The tragedy of the commons).
    Aqui está uma critica a essa ideologia da suposta maior eficência da iniciativa privada:
    http://resistir.info/varios/baldios.html

    O mito da tragédia dos baldios

    Será que recursos partilhados serão sempre mal usados ou utilizados em excesso? Será a propriedade de terras, florestas e recursos pesqueiros pela comunidade um caminho garantido para o desastre ecológico? Será a privatização o único meio de proteger o ambiente e acabar com a pobreza no Terceiro Mundo? A maior parte dos economistas e planeadores do desenvolvimento responderá "sim" — e como prova indicarão o mais influente artigo já escrito sobre estas importantes questões.

    Desde a sua publicação na revista Science em Dezembro de 1968, o artigo "A tragédia dos baldios" ("The Tragedy of the Commons") foi reproduzido em pelo menos 111 livros, tornando-o um dos mais reimpressos alguma vez aparecidos em qualquer revista científica. É também um dos mais citados: uma pesquisa recente no Google descobriu "cerca de 302 mil resultados para a frase "tragedy of the commons".

    Durante 40 anos ele foi, nas palavras de um World Bank Discussion Paper, "o paradigma dominante pelo qual cientistas sociais avaliam questões relativas a recursos naturais" (Bromley e Cernea 1989;6). O artigo foi usado repetidamente para justificar o roubo de terras de povos indígenas, a privatização de cuidados de saúde e outros serviços sociais, a entrega a corporações de "licenças comerciáveis" para poluir o ar e a água, e muito mais.

    O famoso antropólogo Dr. G.N. Appel (1995: 34-5) escreve que o artigo "foi abraçado como um texto sagrado por académicos e profissionais na prática de conceber futuros para os outros e impor a sua própria racionalidade económica e ambiental sobre outros sistemas sociais dos quais eles têm um entendimento e conhecimento incompletos".

    Tal como a maior parte dos textos sagrados, "The Tragedy of the Commons" é mais frequentemente citado do que lido. Como veremos, embora o seu título soe autorizado e científico, ele está muito longe da ciência……………………………………………

ZePovinho

02 de junho de 2011 às 01h01

Eu até postei algo,acho,por aqui.O problema é que foi uma decisão do governo federal,que podia ter escolhido não entregar mais esses almoços grátis para os "empresários" do capitalismo sem risco em que vivemos.
Foi uma decisão da Dilma.A mídia é cachorro morto,o governo teve muito tempo para colocar recursos no setor,foi protelando e queria mesmo privatizar.

Responder

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h26

    É isso mesmo, Zé. Se o governo "de esquerda" do PT tivesse mesmo a fim de manter o controle estatal, atendendo aos interesses do povo brasileiro, teria investido nos aeroportos há mais tempo.

    ZePovinho

    02 de junho de 2011 às 17h41

    Tudo indica,Nelson,que a burocracia dirigente do PT foi capturada por essas empresas que adoram ficar debaixo da proteção do Estado e pagam por meio de consultorias os que a beneficiam.Aí entram empreiteiras,concessionárias de transportemunicipal ou estadual,etc.

SILOÉ -RJ

02 de junho de 2011 às 00h48

Todos querem fritar o Palocci, mas muito pior que ele é o Jobim, que sucateou os principais aeroportos do Brasil, não movendo sequer uma palha para moderniza-los desde o governo LULA, já visando essas privatizações.
Tucano infiltrado como sempre foi, fez de tudo pra detonar o Rio de Janeiro. E agora faz de tudo junto com os tucanos paulistas para detonar a COPA.
Quando da pacificação do morro do Alemão que exigia uma operação de guerra com a união de toda as forças armadas, ele negou várias vêzes a solicitação de Apoio do Beltrame e coisa só funcionou quando o secretário fez contato direto com a marinha, desta forma Jobim não teve outra alternativa a não ser de aderir ao fato já consumado para ficar bem na fita.

Responder

    Nelson

    02 de junho de 2011 às 16h28

    Concordo Siloé, quanto à atuação do Jobim. Porém, não explica a capitulação dos governos petistas à lógica neoliberal privatista. Apenas um sequência do governo FHC "cutucando um pouco o freio", digamos assim.

    SILOÉ -RJ

    03 de junho de 2011 às 01h05

    Todas as obras do governo tem que passar pelos TCU e CGU , ambos orgãos independentes, que adoram 'embarreirar" o barro, [Dinheiro] já nas más intenções.
    Como as obras dos aeroportos urge, devido ao pouco tempo que temos até a copa, ou dá ou desce.
    Eis a questão!!!

Gerson Carneiro

02 de junho de 2011 às 00h25

A velha mídia ataca em várias frentes.
Durante essa semana o Cesar Tralli esteve nas fronteiras cobrindo matéria encomendada pelo Serra.

Responder

    leandro

    02 de junho de 2011 às 09h39

    Mas…é a realidade, estive recentemente em Corumbá e fui a Bolívia em Puerto Quijaro e Puerto Soares e ví lojas de armas abertas onde se compra tudo, só pagar e levar. Tudo bem é a legislação deles, mas o pior, é que se atravessa a fronteira a pé com o que quiser na mala, não existe fiscalização alguma e isso na via principal, existem estradas de chão sem fiscalização de nenhuma espécie. Fiquei pensando na quantidade de armas e drogas que passam por dia. Pode se botar a culpa na mídia, no clima, na oposição, não adianta. É a nossa realidade.

    Gerson Carneiro

    02 de junho de 2011 às 11h05

    Policiais em São Paulo envolvidos em 80% dos ataques aos caixas eletrônicos também é uma realidade. E a seletividade nas notícias do JN também é outra.

    Klaus

    02 de junho de 2011 às 11h22

    Gerson, quais as mentiras que o Tralli contou no JN, aquele jornal que vc não assiste?

    Gerson Carneiro

    02 de junho de 2011 às 12h52

    Nem vou te contar senão você vai achar que é mentira.

    Klaus

    02 de junho de 2011 às 17h35

    Bela fugida, com humor…

    Gerson Carneiro

    03 de junho de 2011 às 06h40

    "Fugida".

    Observe quem está querebdo escapar disfarçado de policial federal. Da missa, meu caro Klaus, você não sabe o "Pai Nosso".

    <img src=http://noticias.r7.com/blogs/o-provocador/files/2009/11/cesar-tralli.jpg>

    "Aí comecei a prestar atenção nos seguidos furos jornalísticos dele. Não gostei do que vi. A gente treina o olho para identificar que interesse está por trás de uma notícia exclusiva. E como ela se constrói" – O milagre de César Tralli – por Marco Antonio Araujo – O Provocador.
    <a href="http://noticias.r7.com/blogs/o-provocador/2009/11/26/o-milagre-de-cesar-tralli/” target=”_blank”>http://noticias.r7.com/blogs/o-provocador/2009/11/26/o-milagre-de-cesar-tralli/

    Aristharco

    03 de junho de 2011 às 12h56

    O Klaus, você que sabe tudo da direitona, confirma se o presidente da Anatel, o tal do embaixador Sardenberg, é aparentado com o "especialista" da Globo em economia.


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