VIOMUNDO

Diário da Resistência


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MPF quer saber se montadoras têm lucros abusivos


05/10/2011 - 10h11

Ministério Público quer saber se há lucro abusivo na venda de carros no Brasil

do IG, por sugestão do leitor Breno Cunha

Após perceber que um carro no Brasil pode custar o dobro que um do mesmo modelo nos Estados Unidos, o Ministério Público Federal resolveu enviar ofício para o Ministério da Fazenda pedindo que uma investigação seja feita no setor. Os promotores querem saber se há lucro abusivo por parte das montadoras de automóveis ou se há regulamentação obsoleta do mercado.

O pedido de investigação ao Ministério da Fazenda partiu da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, um órgão de cúpula da instituição, responsável pela defesa dos direitos do consumidor.

Num voto coletivo, aprovado pela 3ª Câmara, além da investigação sobre lucro abusivo por parte das montadoras, os procuradores também solicitam que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenvolva estudos para verificar se a Lei Ferrari – que dispõe sobre a concessão comercial entre produtores e distribuidores de veículos automotores no país – deve ser mantida.

Devido à Lei Ferrari, concessionárias mantém exclusividade comercial em seus territórios – chamados de áreas operacionais. A lei também determina que montadoras que romperem o contrato com concessionárias de forma unilateral tenham que comprar o estoque de peças e veículos pelo preço de mercado.

“A Lei Ferrari pode ter tido algum papel, há 30 anos, na época da reestruturação dos mercados de veículos no Brasil, numa época em que vigia uma economia de controle de preços. Mas hoje existem fortes suspeitas de que essa lei é desnecessária e até prejudicial”, diz trecho do voto coletivo da 3ª Câmara.

O pedido feito ao Ministério da Fazenda também dá 180 dias para que a investigação seja concluída. “Dentro da atribuição de zelar pelos princípios constitucionais relativos à atividade econômica e à defesa do consumidor, cabe ao MPF provocar os órgãos federais competentes a voltar sua atenção para o tema”, disse o subprocurador-geral da República Antonio Fonseca.

Montadoras

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) informou ao iG, através de sua assessoria de imprensa, que só se manifestará se for notificada judicialmente a respeito do assunto.

Estamos diante da segunda crise bancária?

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P aderem a programa de prevenção de acidentes

Quando recorrem ao Marx, é que a coisa realmente anda feia





99 comentários

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eunice

10 de outubro de 2011 às 11h22

Brasileiro merece. Não se reconhece pobre. Odeia transporte coletivo. Quer seu carrinho. Os homens desde cedo devido a questões de machismo inclusas. Há marias-gasolina aos montes. Nunca reivindicam transporte coletivo. São individualistas.
Não temos estradas, morre-se no transito, mas querem mais carros. Merecemos. Eu sou a única pessoa que conheço, que ganhou um carro, e devolveu por questões ecológicas. Com 23 anos – hoje tenho quase 60, participei da criação de um jornal ecológico.

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beato salu

06 de outubro de 2011 às 08h45

para a nossa zelite pagar caro, muito caro, é sinal de prosperidade, de distinção de classe..eles ficam felizes com isso….reclamar de preço é coisa de pobre..e isso é pra eles pior que a morte, ser confundido com pobre..quanto mais caro supostamente mais exclusivo e chique. Nunca se pode superestimar o poder da burrice, mesmo nos processo econômicos.

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Scan

06 de outubro de 2011 às 01h01

E dos fármacos? Ninguém do MPF tem curiosidade?

Responder

Luís (aquele mesmo)

05 de outubro de 2011 às 23h43

Não é só montadoras que abusam nos lucros.

Me lembro do lançamento do PlayStation3. Nos EUA custava US$ 450,00. Já aqui no Brasil chegava a custar R$ 8000,00 (!!!!). Hoje em dia sai por R$ 1000,00. Um preço até que bem razoável.

E também me lembro quando foi lançado o iPhone. Nos EUA chegava a custar US$ 99,00. Aqui no Brasil chegou a sair por R$ 2000,00 (!!!!)

Pelo visto, assim como temos a pior elite do mundo, a pior imprensa do mundo, nós também temos o pior empresariado do mundo.

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alexandre de melo

05 de outubro de 2011 às 21h16

o brasil apos a era de privatizacoes do psdb criou monstros
corporativos que receberam a outorga de roubar o povo; como
as tarifas de pedagios, as tarifas telefonicas em que o vagabundo do
sergio mota autorizou a roubar por uma assinatura de telefonica de 3,00 para
inacreditaveis 33,00 e entao estes desgraçados do psdb abriram a porta
do mercado nacional para predadores extrangeiros porque cumplices do
capital internacional e intreguistas de plantao, entregaram o mercado brasileiro
a qualquer aventureiro estrangeiro.
seguido da desnacionalização do parque industrial nacional.
dai todo produto brasileiro sempre ser o mais caro do mundo
pois garante às filiais brasilieras lucros maiores que os das matrizes internacionais.
obs nossa carga tributaria desumana tambem contribui muitissimo

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    Davi Mendes

    09 de outubro de 2012 às 22h17

    Mas o que causa essa disparidade de preços é justamente a falta de concorrência, ou seja, quanto maior a abertura para os importados(no seu vernáculo: “entreguismo”), menor o preço, maior a qualidade. Uma pena que nosso governo sempre ceda às pressões das montadoras que ameaçam demitir se tiverem sua vida fácil ameaçada.

    Se a vontade de modernizar o mercado brasileiro fosse maior que o medo de enfrentar os sanguessugas, o Brasil já teria, há muito, resolvido esta situação.

    Nepomuceno

    30 de setembro de 2014 às 12h24

    Deixa de ser ridículo,c não fosse o governo do fhc psdb,vc não estaria lendo nem dando sua opinião sobre esta materia,provavelmente ainda teriamos milhões na fila para conseguir uma linha telefônica.

El Cid

05 de outubro de 2011 às 20h46

Pior é que eles roubam dos brasileiros..

o trecho de texto abaixo está no portal R-7:

O banco britânico Morgan Stanley feito em 2009, a margem de lucro de algumas montadoras é três vezes maior no Brasil do que em mercados similares.

A culpa pelos altos preços, portanto, também é sua, minha e do nosso vizinho. Embora os fabricantes brasileiros não divulguem suas margens de lucro e não façam comentários sobre o assunto, é possível ver a questão pelo contexto mundial.

O analista alemão Stephan Keese, especialista em mercado automotivo da consultoria Roland Berger, diz que o Brasil ajudou a "salvar" os resultados globais de montadoras que não foram tão bem assim em outros países.

E COMO AJUDAMOS?

ASSIM, Ó:

Exemplo 1: o Honda City fabricado no Brasil e exportado para o México custa, por lá, o equivalente a R$ 29.379. Ainda que aplicássemos sobre o preço final a carga tributária máxima para veículos vendidos aqui (36,4% – que, na realidade, vale para veículos de cilindrada maior), o valor por lá ficaria em R$ 40 mil – são R$ 15 mil a menos do que o preço do City de entrada no Brasil.

Exemplo 2: o Volkswagen Gol 1.6 feito em São Bernardo do Campo (SP) custa R$ 17.863 para os mexicanos. Mais uma vez, se aplicássemos a carga tributária máxima para veículos vendidos aqui, o valor por lá ficaria em R$ 24.365. São praticamente R$ 9 mil a menos do que o preço brasileiro.

FONTE:
http://noticias.r7.com/carros/noticias/por-que-o-…

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rita

05 de outubro de 2011 às 20h39

o primeiro carro que eu comprei foi uma palio duas portas, sem nada. é o chamado carro liso. aí o vendedor me disso que o carter do motor era uma peça opcional. teria que pagar por ela. paguei. fiquei com o carro dez anos. agora acabou, ando de onibus… só comprei pois na época eu ficava na estrada e depender de onibus nesses casos é um risco. mas agora não mais…

Responder

Eduardo

05 de outubro de 2011 às 20h27

Azenha,
Basta voce dar uma voltinha por alguns países vizinhos e até além mar pra constatar o quanto nós pagamos para sermos chamados de cidadão neste país chamado BRAZIL. Tudo aqui é absurdamente caro com relação aos outros países e não podemos só colocar a culpa nos pesadíssimos impostos, pois já não podemos ficar debruçados sobre o tal "custo Brasil", mas principalmente sobre o "lucro Brasil". Só pra ficar no exemplo das montadoras de veículos, o que eles faturam com as vendas em território nacional é uma situação descomunal. Tarifas de telefonia, tv por assinatura, banda larga, pedágios, vestuário, alimentação, convênios médicos, entre outras infinidades de situações, os brasileiros somos explorados, tanto pela iniciativa privada quanto, e principalmente, pelo estado. Quando viajo e conto para os amigos estrangeiros o quanto pagamos aqui pelos mesmos produtos que eles compram lá, o sentimento é de estupefação, pois nos seus países já acham muito caro. No meu caso específico, com o que eu recebo de salário, consegui algumas conquistas, mas se convertendo esse mesmo salário em dólares americanos, eu viveria muito melhor morando nos EUA, podendo comprar muito mais com menos dinheiro e produtos de qualidade superior. Somos, sim, explorados por todos os lados. É a isso que que chamamos de cidadania? Exploração pura e simples? Lucros exorbitantes? Mais valia? Está na hora de revermos os nossos conceitos!!!

Responder

Nelson

05 de outubro de 2011 às 20h18

O Klaus expõe com acerto um dos motivos para os preços extremamente altos dos automóveis no Brasil: os altos impostos, na comparação com outros países.
Porém, o que ele não menciona é o motivo de tanto imposto. É que, para fechar seu caixa, o governo compensa, "no lombo" do cidadão brasileiro, as isenções de impostos com que premia a grande indústria automobilística.
Para alguém lucrar bastante outro alguém tem que perder, outro alguém tem que arcar com este lucro. Ou seja, os brasileiros, todos "boludos", de alta renda, estamos subsidiando os lucros das montadoras.
E assim "vivemos felizes e comemos perdizes".

Responder

Nelson

05 de outubro de 2011 às 20h10

Bem. Já que o assunto é automóvel, poderíamos afirmar que temos um MPF com faísca (bem) atrasada?
Faz mais de meio século que a indústria automobilística instalou-se no Brasil. Pelo que consta, durante quase todo esse largo período vem extraindo lucros abusivos em cima do povo brasileiro e só agora o MPF vai investigar?

Responder

Fabio_Passos

05 de outubro de 2011 às 20h03

De novo isso?
A "falta de competitividade" da indústria instalada no Brasil é fruto do real hipervalorizado.

"Estudo calcula câmbio 'ótimo' para o desenvolvimento do país em R$ 2,90" http://www.valor.com.br/arquivo/885787/estudo-cal…

"O câmbio brasileiro deveria estar hoje na casa de R$ 2,90 para atingir a taxa "ótima" real de longo prazo, definida como aquela que induz à alocação de recursos para os setores de maior produtividade da economia e leva ao desenvolvimento econômico, segundo estudo dos economistas André Nassif, do BNDES e da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carmem Feijó, da UFF, e Eliane Araújo, da Universidade Estadual de Maringá."

Responder

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 20h42

    Que "falta de competitividade"? As indústrias instaladas no Brasil são muito competitivas. Se não me engano a FIAT remeteu para a Itália quase 300 bilhões de dólares de lucro líquido em 2008. A Telefónica (nossa querida) só no primeiro semestre de 2010 teve um aumento no seu lucro líquido de 30,8% (26 bi) e de faturamento de 7,1%, fechando o semestre em 141 bi de reais.
    E o que você têm a dizer das empresas como a Marfrig e suas incorporações no exterior? A Marfrig, empresa brasileira, conseguiria adquirir a Keystone Foods (maior distribuidora de alimentos da América do Norte) se o dólar custasse o que os bem-intencionados economistas da Valor querem? Ou a InBev teria adquirido a Anheuser-Busch em 2008?

    Fabio_Passos

    05 de outubro de 2011 às 22h46

    Você realmente não sabe que o Brasil vive um processo dramático de desindustrialização, não é?

    O real hipervalorizado é muito perverso.

    Por um lado reduz a competitividade da indústria instalada no Brasil. Exportamos menos e importamos mais.
    Por outro lado torna extremamente atrativo a remessa de lucros das transnacionais aqui instaladas p/ o exterior.

    Ana Paula

    06 de outubro de 2011 às 00h29

    Ah sim… e as transnacionais JAMAIS remeteriam o lucro pras suas sedes caso o real estivesse desvalorizado… elas reinvestiriam aqui, provavelmente fomentando bolsas de pesquisa científica como a McDonnell, fazendo generosas doações para as bibliotecas da Academia brasileira… e tudo isso só porque o dólar valeria 2.90, o preço de um Fandangos.
    Realmente, me poupe.

    Fabio_Passos

    06 de outubro de 2011 às 01h13

    Acho que você não entendeu. É simples… mas o impacto é colossal.

    realiza só…

    p/ 1 R$ Bi de lucro por ex.
    com 1 US$ = 1,60 R$ a remessa é de US$ 625 milhões
    agora… se a taxa muda p/ um nível razoável:
    com 1 US$ = 2,90 R$ a remessa é de US$ 345 milhões

    Percebe o quão atrativa se torna a remessa de lucros quando o real está hipervalorizado?

    O Brasil está sendo depenado.
    Aconteceu assim durante o desgoverno fhc. Até que o Brasil quebrou.

    Fabio_Passos

    05 de outubro de 2011 às 23h59

    A hipervalorização do real derrubou a competitividade dos preços dos produtos industriais produzidos no Brasil…

    "Iedi estima que participação da indústria no PIB caiu mais de 40% em três décadas" http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-08-0…

    "A participação da indústria na economia nacional já foi de 30% na década de 1980, mas atualmente caiu para cerca de 17% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, de acordo com o economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e professor da Universidade de Campinas (Unicamp), Júlio Gomes de Almeida.

    … Ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o economista do Iedi ressaltou que a valorização do real em relação ao dólar é um fator decisivo para o “encolhimento” da indústria.

    … Almeida lembra que a supervalorização do real tem sido determinante para a importação cada vez mais forte de produtos estrangeiros em detrimento da produção nacional de manufaturados, com maior valor agregado."

    Ana Paula

    06 de outubro de 2011 às 00h27

    "A participação da indústria na economia nacional já foi de 30% na década de 1980, mas atualmente caiu para cerca de 17% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, de acordo com o economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e professor da Universidade de Campinas (Unicamp), Júlio Gomes de Almeida"

    Economista não é autoridade quando se trata de… economia. De acordo com Saskia Sassen em seu livro As Cidades na Economia Mundial, a redução percentual da participação do segundo setor na totalidade do PIB não é um indicativo confiável de desindustrialização, mas sim de crescimento do setor de serviços, o que por sinal é uma tendência mundial. A redução percentual da participação da indústria no PIB nacional só seria significativa caso fugisse do desvio padrão da redução média de participação da indústria da totalidade de nações a serem estudadas ou de uma amostra aleatória simples.
    Você poderia ter citado N argumentos para defender seu ponto, mas acabou escolhendo o reducionismo economicista.
    Globalmente, o crescimento do setor de serviços causa aparente redução do setor industrial, em escala mundial. À primeira vista, à olho nu, sem recorrer às rupturas epistemológicas que instrumentos de desubjetivação nos permitem, se o segundo setor perdeu força percentualmente com relação à totalidade do PIB, então estamos produzindo menos!! Que grande bobagem! Nunca se produziu tanto! A Terra já tá botando a língua pra fora… nunca se vendeu tanto carro, nunca se compraram tantos iPads, pods, tablets e uma infinidade de outros apetrechos eletrônicos. A produção não pára de crescer e por causa da cegueira de um economista, todo mundo cai no papo dos entreguistas.
    A percepção inicial é pra papo de botequim, aqui tem pesquisa, meu filho!

    Fabio_Passos

    06 de outubro de 2011 às 01h01

    hã… nas nações superdesenvolvidas tal fenomeno era considerado natural. Maior renda, maior demanda por serviços, crescimento do setor e consequente redução do peso da indústria no PIB.

    No Brasil o fenomeno acontece antes que alcancemos o desenvolvimento… estamos regredindo e nos tornando apenas produtores de matérias primas para as atuais e novas potências industriais.

    De qualquer forma, a ascenção chinesa destruiu esta tese de que é natural a redução do peso da indústria no PIB. Os eua estão apavorados e neste momento discutindo ações comerciais contra a China por manter sua moeda subvalorizada.

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 20h50

    Interessante é que você nem pensa em quão fragilizada ficariam as empresas nacionais perante os avanços do imperialismo: afinal, com um real desvalorizado assim, o que impede a Boeing de privatizar a Embraer, por exemplo? Afinal, com o real valendo banana a tendência é a desnacionalização das indústrias brasileiras.
    Agora entendi. Em outros posts você fez lobby para as montadoras. Agora ficou mais claro!

    Fabio_Passos

    05 de outubro de 2011 às 22h41

    lobby para montadoras? Você parece o PIG acusando a Dilma.
    Você é incapaz de argumentar sem tentar desqualificar?

    Se te preocupa a questão do lucro sugiro defender, como eu, limitações para remessas de lucros. Só em agosto deste ano a banca enviou US$ 1 Bilhão e as automotivas US$ 0,9 Bilhão. No total as transnacionais enviaram US$ 5,1 bilhões às sedes em um apenas um mês.

    De qualquer forma, mundo real é diferente do que você imagina. As empresas brasileiras estão desaparecendo devido ao real hipervalorizado. Não conseguem competir. Vivemos um dramático processo de desindustrialização. Você não sabia disso? O real hipervalorizado é terra arrasada. É o grande responsável pelos diferenciais de preço próximos a 100%.

Zamora

05 de outubro de 2011 às 20h01

MPF quer saber se montadoras têm lucros abusivos. Esta é a maior pérola que o Azenha escreveu em toda a sua longa carreira jornalística. Os inocentes e bondosos "montadores" – literalmente montados no lombo do povo brasileiro – fizeram corar de vergonha Irmã Dulce e a Madre Tereza de Calcutá. É muita cara de pau. Como dizem os lusitanos: "iesta nem brasileiru acredita", porra.
O lucro das montadoras é caso de polícia. Chame o Datena, pelo amor de Deus.
Interessante, também, é a cara de pau do MPF que depois de 51 anos percebeu que existe algo de podre no lucro das montadores. Vá ser devagar assim lá na p….

Responder

    Conceição Lemes

    05 de outubro de 2011 às 20h15

    Zamora, esta matéria é do IG. Dê uma olhadinha, antes do primeiro parágrafo. abs

    Zamora

    06 de outubro de 2011 às 09h01

    Pode não ter escrito, mas divulgou. Reescreverei o parágrafo: " Esta é a maior pérola que o Azenha divulgou em toda a sua longa carreira jornalística". Tá bom assim? Abs

Antonio Eduardo

05 de outubro de 2011 às 19h44

Claro que as montadoras têm lucros absurdos. Quem conhece sabe do zum zum sobre um Celta chegar no portão da GM por R$ 5.500,00 sem os impostos. O mesmo ocorre com o Ka que chega no portão da Ford por R$ 6.300,00 sem os impostos. Aliás a Ford é sintomática, durante muito tempo produziu muito pouco mas verificando o balanço da matriz era possível ver que a maior parte do lucro da montadora vinha da filial brasileira.
Ouro aspecto, quando a Tucson completa modelo 6 cilindros era vendida no Brasil a R$ 106.000,00 e uns quebrados o mesmo veículo era vendido em 30 meses por R$ 30.000,00. Não são os impostos!
Pior esta acontecendo com os carros chineses, por que o MPF não verifica o valor que consta na guia de importação destes carros. Um espanto!
Outra os carros coreanos e chineses são mais baratos e mesmo com preço menor em relação aos carros fabricados no Brasil, tem sua garantia de 3 ou 6 anos condicionada as revisões feitas nas concessionárias e ai a diferença fica nas trocas de óleo e peças que "inventam" trocar.
Não compro carro chines por uma única razão, me recuso a permitir o lucro abusivo do importador.
As fabricas nacionais, todas têm margem de lucro abusiva, é voz corremte que determinados modelos geram lucro líquido entre R$ 25 e 30 mil por unidade.
Se o MPF quiser e puder ir fundo vai descobrir coisas do arco da velha.
Por exemplo poderia pedir explicações do por que um Corsa custa em Santiago, R$ 16.000,00, repito não são os impostos.
Um dos grandes problemas do Brasil é a excessiva margem de lucro dos nossos empresários e em todos os produtos.
Dou risadas quando ouço alguém que voltou do exterior e afirma ter comprado um produto pelo preço de tabela.
Se o brasileiro médio fosse melhor informado saberia que o preço indicado nas embalagens é o máximo preço de venda que pode ser praticado na venda do produto.
Por que não adotarmos esta prática no Brasil.
E com medicamentos então?

Responder

Julio Silveira

05 de outubro de 2011 às 19h21

Amigos, a questão no Brasil é que temos um economia altamente cartelizada em quase todos os seguimentos, e como são economicamente fortes pouco são incomodados pelo estado, eles formam opinião na midia, pois são financiadores dos pacotes publicitários, nenhum governo ousou botar o dedo nessa ferida, nos acostumamos a ver apenas o dedo deles pedindo desregulamentação das leis trabalhistas, diminuição de impostos, que o trabalhador seja o mais escravo possivel, etc… Parece que o trabalhador é responsavel pelas mazelas da economia. E como eles fazem isso? vejam como saem convictos de suas associações empresáriais, para mim é de lá que fazem essas "convicções", e olha se houver alguem que discorde entre eles podem crer será paria. Assim que o mundo da economia brasileira funciona, na base do grito e pior que tem dado certo, é facil ouvir quem tem grana para comprar as vozes que se fazem ouvir.

Responder

Glecio_Tavares

05 de outubro de 2011 às 19h00

Olha, ja não tem espaço para mais carros nas ruas!!!!

Deveriam é taxar ainda mais os lucros das montadoras e usar o dinheiro para melhorar o transporte publico.

Responder

Franco

05 de outubro de 2011 às 18h37

Dia desses fui ver se daria para trocar meu carro por um 0km. Depois de concluir que seria possível comprar um Fiesta 1.6 completo por cerca de R$37.000,00 (!) ofereci meu carro na negociação. Velhinho já, mas muitíssimo bem cuidado. Manutenção em dia e tudo mais. Aí me vem o vendedor da concessionária e oferece, no máximo, 7 mil reais pelo meu carro. Detalhe: no mercado um igual é vendido por R$11.500,00. O cara apenas teria o trabalho de lavar o carro – a manutenção está perfeita – e colocá-lo para vender e ganharia fácil R$4.500,00. Quase 70% de lucro só no carro usado, sem contar com o lucro do zero quilômetro. Claro, mandei o vendedor ir àquele lugar onde não bate sol e desisti de trocar de carro.

É por essas e outras que não acredito nesse discurso da "carga tributária". O que ferra o Brasil é o "custo ganância". E o brasileiro, bobo, alimenta essas coisas. Alguém pode me explicar como aceitar pagar num financiamento o preço de dois carros? Pagar isso por um produto que não vale o que se cobra? Pra que as pessoas fazem dívidas para ter um carro zero se tem muito usado bom por 1/3 do preço? Eu poderia pagar e estar andando num carro mais luxuoso e confortável, mas nada justifica pagar o absurdo que se faz no Brasil. Eu me nego a assinar esse atestado de burrice.

Responder

Ze Duarte

05 de outubro de 2011 às 18h27

A culpa é única e exclusivamente do consumidor brasileiro, que compra carroças das quatro grandes, projetos defasados, sem segurança e paga caro por isso! Nos EUA e na Europa carro sem item de segurança simplesmente NÃO VENDE. Aqui o povo só quer saber de som no carro…

E com acesso ao crédito piorou tudo… ninguém tem grana, mas tem crédito!

A solução é muito simples: comprar carro usado. Ou novos em promoções.

E o que o governo faz? Aumenta o IPI pra minar justamente quem estava tentando puxar o preço para baixo! Lobby pesado das montadoras "nacionais" (hahahaha), que montam seus carros no México, Argentina, Uruguai sob pretexto de proteger emprego dos brasileiros (?!?!)… depois vamos descobrir quem do governo andou recebendo grana pra aprovar essa estultice, porque não tem outra explicação.

Infelizmente quem dita preço é o MERCADO e o público. Se o povo aceita pagar 30000 dólares em pedaços de plástico sobre rodas, defasado, que bebe muito, fazer o que né? Colocar a SUNAB de volta?

Sem contar que as coisas no Brasil são tão patéticas que sequer se exige que as montadoras "nacionais" renovem seus projetos. E se cobra tributo com base no motor, quer dizer, 1.0 paga menos imposto que 1.4, mesmo que o 1.0 seja velho, consuma mais e polua mais!

Responder

Luciano Mendonça

05 de outubro de 2011 às 17h54

Está na hora de abrir essa caixona preta. O lucro de um carro vendido no Brasil é o triplo do lucro de um vendido no México. A rentabilidade de uma indústria aqui no Brasil é três vezes maior que no México. Falo de margem de lucro, descontados os impostos. As cidades estão inundadas de veículos, imagine se não fossem caros os carros. Haveria mais engarrafamentos na garagem (como hoje já há em São Paulo).
A ladainha do imposto é a mesma para tudo. A margem de lucro para tudo aqui no Brasil é absurda, e os tributos são a desculpa esfarrapada pra isso. É o princípio ativo "Desculpol" usada de forma genérica pelos "empresariado" brasileiro.
E mais, as montadoras tem a "vantagem" de se apropriar do imposto (IPI e ICMS) quando o carro é exportado, para fins de compensação de IPI e ICMS (pois não se exporta imposto). Assim, as montadoras podem vender o carro mais barato lá fora, não pagar o imposto, o qual é compensado com os veículos vendidos no mercado interno. Então, entendamos, se a montadora vender metade da produção de veículos brasileira para o exterior, mas se manterá o crédito de IPI e de ICMS. A outra metade produzida no Brasil e vendida no mercado interno será objeto de compensação, ou seja, as montadoras ficaram invariavelmente com o valor dos impostos (IPI e ICMS), compensando os créditos do IPI e do ICMS da exportação com os valores a pagar (o débito do ICMS e do IPI) para os entes federados. Ou seja, no final pagamos esses impostos para as montadoras. Pensem nisso e vejam o absurdo. Pode-se dizer que a compensação não se dará de imediato, mas o crédito dos impostos ficará para ser abatido ao longo de alguns meses.
Enfim, vamos discutir isso também?

Responder

Eduardo Guimarães

05 de outubro de 2011 às 16h39

Estive recentemente no Peru e lá, entre tantos outros lugares, é possível comprar um carro zero por pouco mais da metade do que se paga no Brasil

Responder

    Klaus

    05 de outubro de 2011 às 20h35

    As montadoras de lá são diferentes das daqui ou são as mesmas? Se são as mesmas, o que há aqui que torna o preço dos carros tão altos?

    Marcelo de Matos

    05 de outubro de 2011 às 22h25

    Caro Edu. Não sou especialista em automóvel, nem em autopeças, nem em coisa nenhuma, mas, acho que a situação do Peru é bem diferente da nossa. Se não me engano, somos o quarto produtor mundial de automóveis. As montadoras estrangeiras aqui instaladas remetem para suas matrizes o “leite das criancinhas”. Se não me engano, mais uma vez, as autopeças são o principal produto de nossa pauta de exportações e nossos maiores compradores são os países da América Latina. As montadoras, portanto, não estão nem aí com o preço cobrado no Peru, que não tem nem um terço do potencial do nosso mercado. É aqui que eles fazem suas maracutaias e remetem lucro para suas matrizes. Se bem me lembro, JK teve de fazer mágica para trazer as montadoras para cá: teve de oferecer muitas vantagens, do contrário elas não viriam. Caro ou barato, o automóvel aí está e dessas montadoras depende também o leite das nossas crianças. Repito que as autopeças são o principal produto de nossa pauta de exportações. Aliás, você sabe melhor sobre isso que nós todos juntos.

Francisco

05 de outubro de 2011 às 16h32

Eu uso ônibus…

Responder

beato salu

05 de outubro de 2011 às 16h18

segredo de polichinelo:
repórter ao presidente da Volkswagen em festa de lançamento de novo modelo de carro:
– pq se cobra dos brasileiros, pelos mesmos carros, tão mais caro que no exterior?
resposta rápida e sincera:
-porque eles pagam.

Responder

    @wagnercastilho

    05 de outubro de 2011 às 18h03

    Sem dúvida alguma é isso mesmo: – Porque eles pagam.
    Eu moro em São Bernardo do Campo faz 40 anos… tenho vários amigos e muitos já aposentados tb. que trabalham e trabalharam em montadoras. É conhecido que na planilha de custos, no cálculo das margens, o Brasil sempre foi uma mãe. Com inflação, com estabilização, de qualquer jeito, o lucro das montadoras é uma grande festa e nós brasileiros somos os bobos… da festa.

damastor dagobé

05 de outubro de 2011 às 16h13

é dito repetido e acreditado que a carga tributaria é nosso país está na casa dos escandalosos 35%….quer dizer a carga total…o peso total dos impostos no produto final…as diferenças entres os preços das coisas aqui e em outro paises nao raro batem nos 1000%…onde está a tal explicação do peso dos impostos??????

Responder

virginia langley

05 de outubro de 2011 às 16h08

so carros???????????? e o resto tudo??????? celular por exemplo é 50 vezes mais caro que na India…

Responder

Amaro

05 de outubro de 2011 às 15h54

Eu acho tão engraçada a expressão "Lucro Abusivo". Onde está a tabela do Decon com a classificação de Lucro Abusivo?

A montadora gasta 6 mil reais para fabricar um carro. Coloca os impostos e o carro vai para 10 mil. Coloca um lucro de 15 mil e o carro vai para 25 mil. Se tem um bocado de mané para comprar o carro por 25 mil, no mês seguinte ela aumenta para 27 mil. E assim o céu é o limite.

E eu pergunto novamente: no Capitalismo, que diabo é um lucro abusivo??? E os lucros dos banqueiros, não são abusivos? No capitalismo tudo é abuso. Os traficantes de drogas sabem disso.

Mas o que é mesmo lucro abusivo?
200%? 500%? Senhores, vamos acabar com essa hipocrisia. Ou seria melhor acabar com o capitalismo? Sou mais pela segunda opção.

Responder

Avelino

05 de outubro de 2011 às 15h26

Caro Azenha
Espero que o MPF ambém considere um absurdo o salário dos professores.
Quanto ao preço, ainda estamos pagando o preço do Brasil colonia, aos donos das casas grandes.
Saudações

Responder

Polengo

05 de outubro de 2011 às 15h20

O lucro nos carros deve ser sim abusivo, mas não manjo muito.

Agora, o lucro com a venda das peças avulsas, isso sim, dava pra abrir uma montadora por mês.
E isso não deve ser tão difícil de comparar: o preço do carro montado X o preço das peças.

Responder

Marcelo

05 de outubro de 2011 às 14h55

Deverim fazer o mesmo com o preço dos medicamentos , laboratorios tem lucros ainda mais absurdos .

Hpje na minha cidade , cada vez mais mal tratada , a alerj aprovou o veto do governador contra o projeto que permitiria fiscalizar as contas da cedae pela camera . A decisão faz com que os gastos da companhia, que é uma empresa pública, fiquem ocultos.

Responder

Roberto Locatelli

05 de outubro de 2011 às 14h52

Ôrra meu, até que enfim o MPF vai exigir explicações dessas montadoras.

A reportagem do UOL (do UOL!!) mostrou que o tal de "custo Brasil" é, no caso dos carros, LUCRO Brasil.

Afora isso, a entrada de outras montadoras será ótima para reduzir o preço dos carros. A Renault-Nissan vai entrar com força, pois seu presidente já declarou que a exigência de 65% de fabricação nacional é pouca perto da exigência da China (95%) e da Índia (90%). E por falar na China e na Índia, montadoras dos dois países também se preparam para entrar de sola. Esperemos que não se forme um gigantesco lobby com as montadoras aqui instaladas…

Responder

Klaus

05 de outubro de 2011 às 14h41

O imposto no Brasil representa de 27,1% a 36,4% do preço final do carro, conforme cilindrada e combustível. É muito, perto de países como EUA (6,1%), Japão (9,1%), Espanha (13,8%), Alemanha (16%), México (16%) e Argentina (18%).

Responder

Klaus

05 de outubro de 2011 às 14h40

As montadoras praticam o percentual máximo de margem de lucro e o governo pratica o percentual máximo de impostos possível. Explicado?

Responder

    MataTrolls

    06 de outubro de 2011 às 11h05

    Beleza, Klaus. Agora senta lá do lado do Zé e da Regina Duarte.

Marcio H Silva

05 de outubro de 2011 às 14h13

Pelo menos começamos a discutir o assunto dos custo de carros aqui em nosso país. Se levarem mesmo a serio virá a tona muita coisa que não sabemos, ainda. Quero ver ser desconstruído o chamado custo Brasil. Gostaria de conhecer uma planilha de custo de um automóvel fabricado aqui comparado com alguns países lá de fora ( italia, alemanha, EUA, japão, coreia, india e china ). Gostaria também de ver uma comparação de impostos praticados sobre fabricação/comercialização de veículos no Brasil e estes países.
Queria ver as notas fiscais de supermercados, padarias, farmácias, shoppings discriminando nos preços da mercadoria o preço do produto + imposto de forma clara.

Responder

jaime

05 de outubro de 2011 às 14h03

Por que o Brasil consegue montar e exportar aviões, um setor de alta tecnologia, e não consegue montar e exportar automóveis? Que eu lembre, apenas a Agrale (se é que ainda é genuinamente nacional) faz isso, com alguns tipos de veículos menos sofisticados.
Por que o Brasil não tem ferrovias para transporte de carga e passageiros?
Por que ninguém se anima a identificar os lobbies que existem (se existirem mesmo) em torno da indústria automobilística, em detrimento de outras modalidades de transporte?
Por que todo o tipo de "empresa" privada no Brasil só funciona azeitada com dinheiro público, mas ninguém lembra disso na hora da remessa de lucros?
Por que a Argentina tem cotas de exportação para vários produtos agrícolas e no Brasil os usineiros levam grana do governo para produzir álcool, mas produzem açúcar para exportar (e vender internamente pelo mesmo preço em dólar) e tudo fica por isso mesmo?

Responder

Vlad

05 de outubro de 2011 às 13h47

Noooooosssa!!
O esse lentíssimo fiscal da lei é muito perspicaz mesmo.
Ninguém sabe, ninguém sabe há décadas, que as multis adoram suas subsidiárias brasileiras, que são rentabilíssimas.
Sugiro que ele marque um cafezinho com o chairman do Santander (nada contra os galegos, nem a favor; apenas exemplificando). Vai descobrir muita coisa nova, novíssima, como por exemplo que chegamos ao absurdo da maior parte do lucro do Santander vir do Brasil.
Se encontrar tempo, pode marcar cafezinhos com milhares de outras organizações extrativistas. Não esqueça das empreiteiras, e das gigantes do agronegócio, nobre.
Aqui não há capitalismo. Há cartéis de exploradores entranhados no poder até as calças..

Responder

Go Oliveria

05 de outubro de 2011 às 13h26

Menos mau. É a segunda vez que este assunto vem a tona recentemente.

Primeiro foi com a reportagem "O Lucro Brasil"; agora o MPF segue na mesma linha e vai buscar outros subsidios. Taí, eu não sabia da existência dessa tal Lei Ferrari!

É bom que eles investiguem também o monopólio que exercem os donos das concessionárias: um indivíduo só é capaz de ser o dono das revendas de todas as marcas numa mesma cidade. Assim, o sujeito vende o que quer, porque é ele que irá determinar sempre o que é que irá ser colocado em promoção…

Responder

urbano

05 de outubro de 2011 às 14h10

Esse MPF é uma piada. Quem vai definir o que é lucro abusivo? sera que a Globo tem lucro abusivo? ou a Daslu?. Esse pessoal do tal Ministerio Publico vive nas nuvens?

Responder

Gerson

05 de outubro de 2011 às 13h05

Bruno,

Acontece que os "otários" que vc citou, quase sempre tem que comprar um carro não por luxo, mas sim por necessidade.

O que fazer então ?

Responder

Eneas

05 de outubro de 2011 às 13h01

Apesar de obviamente o lucro ser abusivo, aposto uma latinha de refrigerante com isto não vai dar em nada. Quem toa?

Responder

Caracol

05 de outubro de 2011 às 12h58

Esse é o graaaande benefício da Internet! Os brasileiros que aqui comentam estão começando a sentir que suas vozes são propagadas e gradativamente os resultados vão aparecer.
É isso aí gente, esse pessoal não está acostumado com isso e vão ser pegos no contra-pé. Metam fogo nos rabos deles!

Responder

Fernando

05 de outubro de 2011 às 12h56

Bezerra da Silva já dizia:
Malandro é Malandro!
Mané é Mané!
Fica a seu critério, saber em qual categoria vc se enquadra.
Eu acho que todo brasileiro, mesmo os que se acham malandros, são de fato Manés.

Responder

O_Brasileiro

05 de outubro de 2011 às 12h54

Tive que esperar mais de um ano para comprar um carro com um preço mais realista (15% a menos do que há alguns meses)! E mesmo assim, ainda acho que paguei caro!

Responder

Antônio Carlos

05 de outubro de 2011 às 11h56

Falando em preço abusivo dos carros e as altas taxas de imporstos: http://carlos-geografia.blogspot.com/2011/07/cust…

Responder

eunice

05 de outubro de 2011 às 11h54

Estão querendo abençoar o mal. Capeta não vira anjo, nunca.

Responder

eunice

05 de outubro de 2011 às 11h53

Acho engraçado pessoas esclarecidas, porém despolitizadas querendo achar meios de baixar preços, controlar lucros no capitalismo. Capitalismo não é isso. Leia o jornal do PSTU na falta de coisa mais complexa e veja que só o socialismo divide lucros ( ou o que seria lucro).

Responder

    Wilson

    05 de outubro de 2011 às 15h52

    Por que carro nos Estados Unidos é tão barato? Será que os estadunidenses viraram socialistas e eu não sabia?

MataTrolls

05 de outubro de 2011 às 11h52

Sei que decisões judiciais não podem ser demais retroativas, mas é razoável que sejam reembolsados os consumidores que adquiriram carros zero km nos últimos 20 anos, sobre o que foi abusivamente cobrado. Isso para o caso de conseguir se chegar num cálculo do "custo montadora pilantra".

Responder

GilTeixeira

05 de outubro de 2011 às 11h49

Essa é da nossa cultura: o saque.
Quem se lembra dos primeiros meses da telefonia celular no Brasil? As operadoras cobravam de quem ligava e de quem recebia a ligação.

Responder

    Wilson

    05 de outubro de 2011 às 15h55

    Até hoje essa cobrança é feita. Basta o receptor está em roaming, ou seja, fora da área de seu DDD.

cesar

05 de outubro de 2011 às 11h15

alguem sabe me dizer quanto uma concessionaria de pedagios do estado de sao paulo gasta e quanto arrecada?

Responder

    MataTrolls

    06 de outubro de 2011 às 11h07

    Deve gastar uns 10% ao final do contrato no total do que arrecada em um ano. E ainda recebem verba pública.

Luiz (o outro)

05 de outubro de 2011 às 10h58

Só agora o MPF percebeu o absurdo dos preços dos carros aqui? Por várias vezes recebi e-mails dizendo que a culpa dos altos preços dos carros vendidos no Brasil era do governo por causa dos impostos… algumas semanas atrás saiu uma reportagem no UOL desfazendo esse mito… mandei o link para meus amigos atucanados, para eles abrirem o olho… alguns estão começando a acordar…

Responder

    Inácio Alves

    05 de outubro de 2011 às 12h13

    Como justificar o fato de um carro ser produzido no Brasil, ir para o México (pagando taxa de importação, dando lucro a montadora e ao revendedor de lá) e mesmo assim custar R$31.000 enquanto aqui ele custa R$52.000?

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 17h03

    Carros fabricados no Brasil e importados pelo México não pagam taxa de importação, há um acordo bilateral entre o Brasil e o México. Eu sei bem disso, pois fui comprar meu Logan fabricado em Curitiba lá em Buenos Aires: me custou R$ 11.000 a menos.
    E ainda voltei com um cachorrinho lindo! Um "samoyedo", como eles dizem. Míseros R$ 400,00. Já aqui, tente comprar um por menos de R$ 2.000…

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 18h02

    (Esqueci de explicar no comentário anterior que com a Argentina a taxa de importação também é de 0%)

    luiz123

    05 de outubro de 2011 às 18h53

    Como? Colocou ele na mala!Simples…

    Ze Duarte

    05 de outubro de 2011 às 17h53

    A culpa é sim TAMBÉM dos impostos, uma coisa não anula a outra.

    MataTrolls

    06 de outubro de 2011 às 11h00

    Beleza, Zé.
    Agora senta lá com a Regina e fiquem os dois repetindo que tem medo.

regina pavarini

05 de outubro de 2011 às 10h57

O Ministerio Publico Federal não deve esquecer que os preços dos automóveis nacionais é o dobro dos demais paises, em parte pela enormidade de taxas e impostos cobrados pelo governo estadual e federal.!

Responder

    Scan

    05 de outubro de 2011 às 13h01

    Regina, você alguma vez fez as contas para ver se os impostos são mesmo "enormes"? Quanto eles impactuam nos preços finais?
    Ou foi aquela sua tia velha solteirona que disse e você sai repetindo?

    multiplus

    05 de outubro de 2011 às 14h00

    http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/infomo…

    segundo a ANFAVEA, 30% do valor final do carro é imposto…
    http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL398494-…

    segundo reportagem do G1, chega a 40% do valor final…

    acha pouco?

    agora vai lá perguntar pra sua tia velha o q ela tem pra falar e volta aqui pra repetir!

    GilTeixeira

    05 de outubro de 2011 às 15h15

    Então, se o lucro das montadoras for muito e elas resolverem baixar a margem com certeza o imposto será menor em termos de valor.
    E isso continua não explicando por que um carro feito aqui e vendido no méxico custa a metade, já que o imposto continua no preço inicial, em menor grau mas continua!

    Wilson

    05 de outubro de 2011 às 15h47

    Ou seja, se tirarmos todos os impostos dos carros brasileiros, ele ainda será mais caro que os dos outros países. É aí que está o problema. É isso que deve ser investigado. Por que, sem imposto nenhum, os carros fabricados no Brasil e vendidos no Brasil são mais caros que em outros países? Duvido que os operários das montadoras brasileiras ganhem mais que os operários americanos. Tem algo muito estranho nisso e o consumidor brasileiro tem o direito de saber o porquê disso.

    Luiz

    05 de outubro de 2011 às 16h41

    A situação é pior, pois carros fabricados no Brasil, Honda Fit, por exemplo, são vendidos em outros países(México) com impostos e frete, mais barato do que os preços sem impostos e sem frete daqui!

    Scan

    06 de outubro de 2011 às 00h44

    Não costumo responder a trolls, mas vá lá…
    Veja post do El Cid referente ao assunto e termine de fazer suas continhas ao invés de colocar somente percentagens de impostos. Se os impostos são ou não altos é outra discussão.
    Aprenda que, se o preço do fabricante for menor (como efetivamente é em outros países), os 36,4% aplicado sobre ele resultará também em menor valor. É disso que se trata.
    Você, como a tia velha, não sabe fazer contas…
    Quer que desenhe, infeliz?

    multiplus

    06 de outubro de 2011 às 15h05

    (vou tentar pela 4ª vez responder o seu comentário… quem sabe dessa vez, tio Azenha deixa postar?)

    realmente sou infeliz… ler os seus comentários é de uma infelicidade só! agora sei pq vc não costuma responder a "troll"… vc não sabe o q dizer!

    1) "Se os impostos são ou não altos é outra discussão" – não, bocó… essa é a discussão! vc ironizou o comentário da Regina e questionou se os impostos são mesmo "enormes"… SÃO!

    2) o retardado e analfabeto matemático sabe o q é um percentual? é uma relação entre 2 valores… evidentemente q se o preço baixar, o valor arrecadado pelo Estado em impostos, vai baixar, MAS O PERCENTUAL COBRADO SERÁ O MESMO! o q resulta é q o Brasil é o país q mais cobra imposto sobre automóveis…

    é disso q se trata!

    e ó… se não entendeu, sai de fininho pq eu nem sei desenhar!

    rsrsrsrs

Bruno

05 de outubro de 2011 às 10h47

Para tudo. Já escrevi contra o lucro das montadoras por aqui. Mas esse negócio de "lucro abusivo" é chiste de promotor buscando autopromoção. As montadoras tem um lucro ABSURDO. Fato. Os impostos e contribuições também não ajudam muito a rebaixar estes preços. Fato. Entretanto, o preço é regulado pelo mercado: se a FIAT cobra 65 mil reais num Palio Adventure Locker que lhe custa 32 mil para fazer, é porque o mercado está cheio de imbecis que os compram. O que se deve ter em atenção é que o governo está também contra o povo, vide as medidas protecionistas tomadas em favor de empresas ESTRANGEIRAS que apenas produzem no Brasil (com mínimos desenvolvimentos locais de tecnologia, ao contrário do que o Ministério da Fazenda diz), com o claríssimo objetivo de minar os negócios principalmente de Hyundai, JAC e Chery com práticas nocivas. Ou seja: as empresas cobram o quanto querem porque o mercado está cheio de otários, e quando aparecem duas ou três empresas oferecendo alternativas mais baratas (diga-se, todas elas com interesse declarado e encaminhado em fincar raízes e abrir fábricas em território nacional) para movimentar o oligopolista mercado automobilístico brasileiro, o Governo vem e faz o jogo de empresas que nunca investiram de fato no País e mandam a maior parte de seus lucros para cobrir gastos e rombos em suas sedes. Uma piada de péssimo gosto.

Responder

    Marcelo de Matos

    05 de outubro de 2011 às 12h05

    “se a FIAT cobra 65 mil reais num Palio Adventure Locker que lhe custa 32 mil para fazer, é porque o mercado está cheio de imbecis que os compram”. O pessoal compra a Palio Adventure porque é mais barata que a Space Cross (R$ 57.990 x R$ 54.850). Além disso a Palio é maior, anda mais, embora seu consumo seja um pouco maior. É questão de escolha, não de imbecilidade. Por outro lado a economia brasileira depende em grande escala das montadoras aqui instaladas. As autopeças são o principal produto de nossa pauta de exportações e o principal destino de nossas vendas para o exterior é a América Latina. Se liberarmos muito as importações vai faltar dinheiro no país para liquidar as despesas orçamentárias. O assunto é mais sério do que possa parecer.

    Scan

    05 de outubro de 2011 às 12h46

    "É questão de escolha, não de imbecilidade."
    O que não impede que a escolha seja imbecil: comprar um é uma imbecilidade; comprar o outro também.
    Você não entendeu o que o Bruno postou.
    Preste atenção ao invés de ficar citando características de um e outro carro: isso é absolutamente irrelevante para a discussão.

    Marcelo de Matos

    05 de outubro de 2011 às 14h07

    Já entendi Scan: você, o Bruno e/a Caracol acham (ou têm certeza) que os compradores são imbecis. Se é assim na vossa ótica, vocês não têm motivo para preocupações: deixem que eles continuem comprando.

    Scan

    06 de outubro de 2011 às 00h59

    Isso!
    Deixem que continuem comprando!
    Não temos nada com isso se as montadoras brasileiras servem de esteio para as matrizes que amargaram prejuízos…Deixa a grana sair aos borbotões.
    É a lógica do Zé Ninguém.

    Bruno

    05 de outubro de 2011 às 13h17

    Marcelo, o ponto não é a diferença de míseros 3 mil reais entre um carro e outro. O problema é a margem de lucro astronômica. As pessoas compram carros que representam verdadeiras bombas de lucro para as montadoras pelo status aliado ao crédito. Quero meu carro novo, e posso pagar em 60 meses (independente de ser pobre ou rico). As empresas cobram o quanto querem porque o público não quer comprar carro usado. O governo não faz sua parte em exigir itens de segurança de série (há a lenda de que isto encareceria os carros; isto é uma mentira, pois o que aconteceria seria a queda da lucratividade do negócio, visto que o preço dos veículos novos no Brasil está muito próximo do limite da elasticidade), nem de exigir das fabricantes e fornecedoras um combustível decente, limpo – é só ver o quanto está demorando para baixar o teor de enxofre no nosso Diesel, se comparado ao da Europa, por exemplo -, entre outras graves prevaricações.

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 14h29

    "O pessoal compra a Palio Adventure porque é mais barata que a Space Cross (R$ 57.990 x R$ 54.850). Além disso a Palio é maior, anda mais, embora seu consumo seja um pouco maior. É questão de escolha, não de imbecilidade."

    E depois dizem que mulher é que não entende de carro! Com R$ 54.850 eu compro nos EUA um Chrysler 300 (motor 3.6 V6 24 válvulas) completo e ainda me sobram quase R$ 7.000, e olha que fiz a conta levando em consideração o dólar valendo R$ 1,90…
    O detalhe é que este carro é produzido nos EUA por mão de obra mais bem paga (projetistas, designers, etc) que aqui.
    Eu me cansei com o "mercado" de veículos no Brasil e fui buscar o meu na Argentina: foi produzido no Brasil e me custou R$ 18.780. Um Renault Logan zero km!

    Fabio_Passos

    05 de outubro de 2011 às 20h05

    Faça a conta com 1 USD = 2,90 R$

    "Estudo calcula câmbio 'ótimo' para o desenvolvimento do país em R$ 2,90" http://www.valor.com.br/arquivo/885787/estudo-cal…

    A questão é câmbio.

    Câmbio é preço.

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 20h33

    Não vou fazer a conta com uma taxa de câmbio que DEVERIA existir. Ok?
    No meu mundo o dólar tá em R$ 1,83… Já nessa realidade alternativa da Valor eles podem colocar em 3, 4, 5 reais. De boas intenções os economistas estão cheios!

    Fabio_Passos

    05 de outubro de 2011 às 22h22

    Então você vai continuar errando o diagnóstico… pois neste mundo em que você vive o real está hipervalorizado.

    alexandre de melo

    05 de outubro de 2011 às 21h23

    os eua nao sao paramettro para nada porque a carga tributaria la e de 4% o resto é bancada pela
    emissao infinita de dolares falsos, compare com os precos da europa.
    mas mesmo assim o brasil e mais caro.
    talves seja porque um soldado na europa nao aposente como sargento.
    nao haja tantos cargos em comissao nem nimeacoes.
    nosso pais de merda nao tem coomo fazer comparaces logicas com estados de verdade

    Marcelo de Matos

    05 de outubro de 2011 às 22h03

    "E depois dizem que mulher é que não entende de carro! Com R$ 54.850 eu compro nos EUA um Chrysler 300 (motor 3.6 V6 24 válvulas) completo e ainda me sobram quase R$ 7.000, e olha que fiz a conta levando em consideração o dólar valendo R$ 1,90"… Ana Paula. Continuo achando que vocês mulheres entendem pouco de carro. A estas alturas você não comprar mais Crysler nenhum nos States. A Crysler foi adquirida pela Fiat e a montadora italiana lançou no Brasil o Freemont, originário da linha Crysler. Poderá lançar, também, algum Dodge, já que essa marca também era da Crysler e passou para a Fiat.

    Ana Paula

    05 de outubro de 2011 às 23h49

    "Chrysler Group LLC (pronounced /ˈkraɪslər/) is an American-based multinational automaker headquartered in the Detroit suburb of Auburn Hills, Michigan."

    Então por que a Chrysler foi incorporada pela FIAT isso significa que a sede da empresa que fica em Detroit evaporou? E o que tem a ver o Freemont com o meu argumento inicial?

    E este site:
    http://www.chrysler.com/en/

    É fruto da minha imaginação? Os preços dos produtos que estão no site também o são?
    Troglodita, basta ser contestado por uma mulher que a olha de baixo pra cima.

    Caracol

    05 de outubro de 2011 às 12h43

    Apenas lembrando: Otário não é vítima. Otário é cúmplice.

    fernandoeudonatelo

    05 de outubro de 2011 às 13h10

    Não é questão do brasileiro ser burro, mas da baixa qualidade ou poucas (dependendo da região) as alternativas de mobilidade urbana, ao modal rodoviário (ferro, metro, hidroviário) nos centros metropolitanos, ou adensamentos populacionais do país que tenham movimentos pendulares das casas aos postos de trabalho.

    No caso dos importados, o aumento do IPI tem justamente a intenção de induzir a projetos de parque de montagem no Brasil por parte das asiáticas, elevando o uso de conteúdo nacional em autopeças na produção de seus veículos.

    O problema, é que isoladamente, não há contrapartida por parte das montadoras quanto a implantação ou maiores investimentos em P&D aqui, ou internailzar os processos de design (agregadores de valor) que são exclusivos das matrizes.

    Já a remessa de lucros e rendas ao exterior, se reduziria ou com o aumento de participação no mercado de montadoras genuinamente nacionais ou com sobretaxação.

    Ze Duarte

    05 de outubro de 2011 às 18h20

    Conversa fiada, se a fábrica se instalar no México ganha o desconto também.

    A medida é protecionista e mal feita

Marcelo de Matos

05 de outubro de 2011 às 10h37

Não só as montadoras, mas, outros setores como combustíveis, mineração, matérias primas, materias de construção têm preços abusivos. Nos setores em que há oligopólio é comum a formação de cartéis. Os órgãos que em tese deveriam zelar pela livre concorrência, como o MP e o CADE, não têm logrado êxito. Os usineiros de açúcar e os distribuidores de álcool cobram o que querem pelo combustível, quando não produzem açúcar ao invés de álcool e o produto some do mercado. Além disso o país não dá incentivos à produção de carros elétricos porque é refém do poder econômico dos usineiros, que agora são proprietários e distribuidores, também, da gasolina. A Cosan comprou a Esso do Brasil, depois associou-se à Shell. Costumam falar em "associação" quando, juridicamente, só existem as figuras da cisão, fusão ou incorporação. Enfim, não sabermos se a Cosan se tornou sócia da Shell do Brasil ou foi adquirida por ela. Dá-lhe cartel.

Responder

fausto

05 de outubro de 2011 às 10h30

Quer saber se há lucro abusivo?
Por que os brasileiros não são um pouco mais sérios?
O carro no Brasil é um dos mais caros do mundo, mesmo com incentivos do governo federal. Além de serem caros ainda ficam devendo em itens básicos, como segurança, um dos motivos pelos quais há tantas fatalidades no trânsito. Será que em algum outro país há cobrança por tapetes em veículos? Por que um carro fabricado no Brasil custa mais barato no México do que aqui?

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