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Hildegard aponta vexame de Miriam e Sardenberg: O embuste da “Petrobrás quebrada”
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Hildegard aponta vexame de Miriam e Sardenberg: O embuste da “Petrobrás quebrada”


12/06/2018 - 11h06

Assista, clicando acima, a íntegra do seminário a que se refere Hildegard

por Hildegard Angel, no Jornal do Brasil, via Associação dos Engenheiros da Petrobras

Se fosse a Miriam Leitão e o Carlos Alberto Sardenberg, depois do Seminário de ontem no Clube de Engenharia, só saía de gola levantada e óculos escuros, para não ser reconhecida na rua. De vergonha.

Gente, que vexame! Com gráficos, balanços, dados, números, os engenheiros da Petrobrás provaram com transparência que o noticiário da “Petrobrás quebrada” não passa de Fake News, cuja origem, segundo eles, tem nomes e sobrenomes: Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg.

E isso passou a ocorrer desde a descoberta do Pré Sal.

Em 2008, Sardenberg escreveu artigo em que disse que o Pré Sal só existia na cabeça do governo.

Em 2009, a Leitão declarou: “Não, o Pré Sal existe, sim, só que a Petrobrás não tem capacidade de explorar, vai precisar de tecnologia estrangeira”.

Só que a Petrobras desenvolveu tecnologia própria e começou a explorar o Pré Sal, ganhando prêmio.

Ai, eles disseram: “ah, o custo é muito caro, não é compensador explorar o Pré Sal”.

Então, os técnicos da Petrobrás continuaram a explorar e a ganhar prêmios. Aí, o custo começou a ficar mais barato.

No início de 2016, Sardenberg afirmou que a Petrobras estava quebrada, que precisava fazer um acordo com o governo e buscar aporte financeiro no mercado.

Muito ao contrário, foi a Petrobrás que fez um aporte de 20 bilhões para o BNDES poder fechar o caixa naquele ano de 2016.

Vale dizer que, no mesmo 2016, a Petrobrás fechou o caixa dela com 22 bilhões.

O Sardenberg nunca foi a público se retratar, ao contrário, continuou vindo a público insistir que a Petrobrás estava quebrada.

Gente, eu vou virar uma especialista em Petrobrás. Pelo menos vou entender mais do que a Leitão e o Sardenberg, o que não está me parecendo tão difícil.

Nunca se viu uma empresa quebrada com geração operacional de caixa tão alta.

De 2012 para a frente, um mínimo de 25 bilhões. É a maior empresa em geração de caixa.

A corrupção que disseram que quebrou a Petrobrás não afetou a sua geração de caixa.

A geração de caixa de Chevron, Exon, Shell, tem uma variação muito grande com o preço do barril, despencam para a metade.

Em 2016, a Petrobrás teve maior geração de caixa que todas do mundo.

Só a Chevron, quando o preço está lá em cima, chega perto da geração da Petrobrás, apesar de ela ter tido um subsídio e uma carga tributária muito maior que as americanas.

O palestrante Paulo César Lima chamou atenção para a Quarta Rodada de Licitações do Pré Sal e também a Quinta, que acontecerão nesta quinta-feira, caso não tenham sucesso em suspendê-la judicialmente.

Segundo ele será quando poderá ocorrer crime de Lesa Pátria, pois será licitado o Excedente em Óleo, que é o Óleo Lucro ou Profit Óleo, um capitalismo sem risco, o tesouro do Pré Sal.

É aquele que iria para a Educação e a Saúde e o Fundo Social dos brasileiros. Seriam pelo menos 40% dele com essa destinação.

A verdade é que, na lei que foi criada não saiu Excedente em Óleo nenhum para isso.

Os engenheiros da Petrobrás alegam que jamais se poderia colocar tais tesouros do país nesta licitação, que é um jogo de azar.

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4 comentários

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Daniel

16 de junho de 2018 às 14h11

Certa vez encontrei com a jornalista Miriam Leitão e, antes de fazer um comentário que eu sempre pensei em fazer a ela no dia que a encontrasse, perguntei-lhe se ela é formada em economia. Ela me respondeu que não é economista; que é uma jornalista que faz comentários de economia. Falei para ela que há muito tempo eu escuto de comentaristas de economia (ela é uma das que eu já havia ouvido falar) dizerem que, as vezes, devido a algumas circunstâncias, “os investidores” vão embora do país. Ela me disse que sim, isso ocorre. Daí fiz a seguinte observação e pergunta: “Mas esse capital que vem até nosso país vem investir na Bolsa ou seja, é um capital especulativo e não um capital que vem investir em produção (implantando fábricas ou serviços) e assim, acredito eu que não sou economista, esse tipo de capital (o especulativo) não traz benefícios ao país.” Um pouco embaraçada e sem graça, ela me disse que para os “investidores” passem a investir em produção, antes devemos aceitar que eles invistam no mercado especulativo da Bolsa. Meio em duvida e sem saber o que lhe dizer, agradeci e sai pensando se já ouve ou se algum dia haverá algum “investidor” que passou de aplicador na especulação para investidor na produção. Por outro lado, sem nenhuma duvida, concluí que ela é uma “entreguista”.

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Bel

12 de junho de 2018 às 19h59

Nesta co-pa vou usar roupas da cor do uniforme dos petroleiros com nuances vermelhas .

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Hildermes José Medeiros

12 de junho de 2018 às 18h01

Os jornalistas calhordas que trabalham na Globo, mas certamente não só, como se sabe, não podem ter opinião própria a externar. É a norma vigente na Globo. Ninguém, nenhum empregado, pode contrariar a linha editorial do Gruo Globo (será que vale para Veríssimo?). Assim, as análises desses dois jornalistas, cujo preparo técnico deixa muito a desejar, porque o ferramental de análise que usam só pode ser viciado, só vê o lado do capital, entendem que a economia não é uma relação entre pessoas, por exemplo, entre o trabalho e o capital. Só se preocupam com os interesses do mercado, dos ricos (produtores ou rentistas), do capital. É subiu desceu, variou tanto, tudo que ocorra no, por eles, endeusado mercado. Assim nem mesmo as análises destorcidas por esse viés que costumam fazer, não dá para saber se é isso mesmo que esses profissionais defendem. Não dá para levar em consideração o que dizem, são tão somente comunicadores, isso para não dizer fantoches. É perda de tempo, ler, ver e ouvi-los..

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JOAQUIMLOURENÇODAROCHA

12 de junho de 2018 às 17h43

VIVA LULA!!!

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