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Diário da Resistência


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Fátima Oliveira: A xenofobia da pauliceia mina os alicerces da República


16/11/2010 - 10h46

por Fátima Oliveira, em O Tempo
Médica – [email protected]

Adoro batata-doce com leite, que em minha infância a gente só podia comer de vez em quando, tipo uma vez por semana, pois vovó dizia que era uma comida danada de boa, mas faltava só um grau pra veneno. Não entendeu? Nem eu, até hoje! Talvez porque é um daqueles alimentos ditos “fortes”, que dão sustança – que a gente come e se delicia. E, ao terminar, está saciada, sonolenta, meia zen! Juro!

Batata-doce com leite é uma carícia quando a gente está em busca de conforto… Sabe aquela sensação indescritível de querer comer algo que não se sabe o que é? Não é fome propriamente, pois com fome come-se qualquer coisa, como se diz no sertão: “A boca quer coisa boa, mas a barriga quer é ficar cheia”.

Comer batata-doce com leite é dar um “trato” em minha memória alimentar afetiva. É comer e sentir renovar as energias. Desde o dia da twitada xenófoba da acadêmica de direito de Sampa, que incitava matar nordestinos por afogamento, eu sabia que precisava de algo! Só consegui falar sobre o assunto após comer batata-doce com leite! “Puxei pela memória”…

Quando morava em São Paulo, na primeira metade dos anos 1990, uma amiga chegou à minha casa e eu estava comendo batata-doce com leite. Ela indagou o que era aquilo. Depois que respondi, a dita cuja lascou: “Ah, que baianada!”. Não engoli calada e, “olhos nos olhos”, me arretei dizendo-lhe que ela sabia que eu não era baiana e sim maranhense, mas que na Bahia também comiam batata-doce com leite, assim como no Nordeste todo.

Como uma socióloga não percebia que a naturalização e a banalização de vocábulos repletos de nojo e asco, que expressam aversão ao estrangeiro (xenofobia – do grego, “xeno” = estrangeiro + “fobia”=medo), são uma desumanização e desrespeito ao outro? Acrescentei que estava pelo gogó com essa história de que todo nordestino em São Paulo é baiano, termo usado não para indicar quem nasce na Bahia, mas para, depreciativamente, se referir a nordestinos e nortistas: “Essa gente lá de cima (demorei pra entender que se referiam ao mapa do Brasil!), que até coisas estranhas come…”.

Na época recrudescia em São Paulo o nojo a nordestinos, para ferir a prefeita de São Paulo, a paraibana Luiza Erundina, que a elite paulistana jamais engoliu! Ao contrário, perseguiu sem tréguas. Coincidentemente, eu estava às voltas com um xenófobo casal egípcio, radicado em São Paulo há mais de 30 anos, pais de um namorado de uma das minhas filhas, que teve o desplante de ir “tomar satisfações” comigo! Foi uma cena ridiculamente surreal!

O pai chegou arrastado pela sua consorte, que não era nada submissa para afrontar-me. Balbuciava que não era contra o seu “bebê” namorar uma “baiana” (pense no asco!), apenas que eu os respeitasse, não oferecendo carne de porco para ele. E que eu ficasse sabendo que o filho dela se casaria com uma muçulmana. Com baiana, jamais! Disse-lhes que a porta da rua era a serventia da casa e os escorracei!

Entendi ali como a elite paulistana, quatrocentona e xenófoba, consegue impor e perpetuar ideias de superioridade racial (racismo) e a renitente aversão a nordestinos: catequizando até imigrantes de outros países que “essa gente lá de cima” (do mapa) é erva-daninha! Na cidade de São Paulo, que tem suor “dessa gente lá de cima” em cada grão de riqueza, tudo o que alguém faz de errado ou que não presta, para xenófobos nativos caipiras e/ou letrados “sorbonados”, é “baianada”.

Chega, a postura xenófoba dessa gente mina os alicerces da República!

Publicado no Jornal OTEMPO em 16/11/2010





165 comentários

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andre lordelo

20 de outubro de 2017 às 02h28

ola apesar dos problemas como falao sobre a elite paulistana prefiro morar aqui em s.p mesmo sou da classe operaria minha mae e de salvador e meu pai do recife tenho parentes no norte europeu por parte paterna tenho uma educacao e visao diferente nao sou xenofobo racista nem machista no norte e nordeste nao existe eu acho xenofobia mas a violencia contra a mulher e terrivel e o odio contra os negros pior ainda sou mulato olhos claros por isso acho que passaria batido la mas sao paulo ta otimo

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Paty mila

12 de março de 2013 às 15h55

E esqueci de dizer,sou Paulista de pai e mãe e,minha melhor amiga é Baiana,e outras 2 grandes colegas,são do Maranhão tbm,amo elas,divertidas,td de bom,ta vendo,existe Paulistas gente boa? kkkkk

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Paty mila

12 de março de 2013 às 15h51

Bem,essa matéria faz tempo heim?mas vou comentar msm assim rs.Fatima,como vc msm disse,um casal que morava á trinta anos em SP,moravam lá,não são Paulistanos,muito menos Paulistas,assim como vc,eles imigraram pra cá,nenhum Paulista tem culpa,desse preconceito besta,da parte desse casal,quanto ao ” Baianada,pq se ferir tanto com isso? não é na maldade,a maioria não,sabe pq se usa esse termo?quando algo é muito colorido,alegre,ou uma mistura,pq a gente sempre lembra do carnaval de Salvador(Mas eu não uso essa expressão)quanto ao povo lá de cima,te garanto que,muitos Nordestinos,tbm falam assim,do povo do Sul e Sudeste,(Povo de baixo)pq eu já vi,sempre vai ter alguém que,vai falar algo que nos magoe,mas já imaginou se,os Gaúchos,levassem a sério,aquele apelido,gay?pq vc sabe,td mundo fala que Gaúcho é gay,que no RS só tem gay,inclusive muitos Nordestinos falam assim,aquele povo do Sul,td viado,aqui só tem cabra macho.O que vc me diz disso?aposto que,vc teve momentos felizes aqui em sampa e,trabalhou aqui,estudou,sp é uma cidade muito grande,com pessoas vindas de outros estados e países,portanto,não existe só Paulistas aqui né?já entrei em blogs,aonde vários Nordestinos,falavam mal dos Paulistas,existe um blog,aonde um cara de Natal,manda matar tds os Paulistas,esse blog é de 2005,bem antes de Mayara Petruzo,falar de vcs,não estou defendendo a,mas quero te mostrar que,gente preconceituosa,tem aqui em sampa,mas tem ai no Ne tbm,uma colega minha,se casou com um cearense,foi morar lá,e sofreu mt,as pessoas diziam que ela havia tirado o emprego,de algum cearense,não existe santos no NE,nem em SP,nem no Rio e assim por diante,pois somos seres humanos e,seres humanos são irracionais,não esqueça do Rio de Janeiro,onde td Nordestino,é chamado de Paraiba,em sampa de Baiano,e no Rio de Paraiba,como disse,preconceito não é,nem nunca será,exclusividade Paulista,não queira,ver só nossos defeitos e nos criticar,veja a sua volta,seja coerente e fale ao todo.Abraços..

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Fátima Oliveira

30 de novembro de 2010 às 00h23

Agradeço a [email protected] a leitura e os comentários!
O comentário abaixo é parte de uma email/resposta à ira de uma paulista, professora de direito que reside em Beagá. Foi o deboche mais irado que já recebi em toda a minha vida. Estrilou, ameaçou… virou a muzenga!!! Desculpou a xenófoba (foi um momento impensado!) e disse que eu era bem pior!!!
“Eu gosto de repetir que eu escrevo para tocar as pessoas. Nem mais e nem menos.
De modo que recebo com satisfação qualquer comentário sobre o que escrevo, pois ele significa que além de ter lido o que escrevi, a pessoa empregou seu precioso tempo em comentar. É gratificante o retorno de quem me lê, mesmo quando a interpretação não tem absolutamente nada a ver com o que escrevi. Ou quando é de total discordância.
Aprendo muito no contato com leitores/as. Sempre. E um dos grandes aprendizados é que sou obrigada a concluir que há gente com doutorado que é analfabeta funcional, infelizmente. Isto é, não compreende o que lê. Paciência, acontece não é?” (…)

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Augusto Guimaraes

24 de novembro de 2010 às 18h52

Fátima, o seu texto relfete a mais pua verdade. Já estive em uma situação dessa em uma sla de aula em Minas Gerais com um colega paulista. Ele falou que um colega havai feito uma baianada. A coisa não prestou. Na ocasião, ele até falou, para aumentar a tristeza dele, eu sou baiano com muito orgulho.
O mais interessante desde debate é que São Paulo, sobretudo a sua elite, acha que é a vanguarda do país. Ocorre que é justamente em São paulo que temos os exemplos de mais puro provincianismo e uma mente conservadora e preconceituosa.
Moro no Recife há quinze anos. Nunca vi nenhuma cena de ataque a pessoas nas ruas pela sua condição de homossexual, pelo contrário. Vejo casais do mesmo sexo andando livremente pelas ruas e até mesmo nos shoppings centers. Afinal, quem são os atrasados?
Penso que confundimos crescimento econômico com vanguardismo e superação de preconceitos.
Lembrei agora e uma canção da Banda Paulista IRA "pobre São Paulo, pobre paulista". Para mim um hino xenófobo e preconceituoso.
Pobre do Brasil, eu diria que tem um estado como São Paulo. Explico, conheço alguns paulista é tenho grande apreço por eles. mas São Paulo alcançou um tamanho, economicamente falando, que tornou-se um problema para o resto do país. Precisamos desconcentrar o desenvolvimento e a renda.

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Barbara_Luz

21 de novembro de 2010 às 18h56

Cresci na periferia de São Paulo, pobre portanto, nada de elite. Mas de criança já ouvia dizer que tal coisa era "coisa de baiano", achava que os baianos gostavam de coisas coloridas mais que os paulistanos, e passei a gostar de "coisa de baiano". Existia na época o movimento tropicalista, e os baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Betânia e Gal Costa. Adorava os baianos. Meio lerdinha, somente mais tarde vim a perceber que na verdade se tratava de um preconceito paulistano. Hoje penso que a questão é de fato ideológica, no sentido de que o preconceito é das elites, porém é incorporado pelas demais classes sociais como se fôsse a sua verdade. Adorei o texto, e estou aqui morrendo de vontade de comer batata doce com leite, eu comia mandioca cozida com açúcar (de lembrar me dá água na boca), será que é parecido? a gente amassa a batata com o leite?

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    Fátima Oliveira

    30 de novembro de 2010 às 00h11

    Oi Bárbara, engraçado que, pelo menos, umas cinco pessoas escreeram perguntando como se comia batata-doce com leite.
    Tradicionalmente come-se batata-doce cozida, amassada com garfo e misturada com leite (à vontade). Uns gostam mais "fina" e outros mais "grossa".
    Sou viciada… Semanalmente compro batata-doce no sacolão, pois também a fazemos frita, cortada em rodelas (não tão finas…). Segredos de quem é da roça, não?
    Minhas filhas gostam de bater a batata-doce no liquidificador, mas eu não gosto, pois não fica com o mesmo gosto da amassada com o garfo e nem tem aqueles "pedacinhos" que desmancham na boca. Elas dizem que é porque eu saí da roça e a roça não saiu de mim. Pode ser, não é?

Luís Alberto Furtado

18 de novembro de 2010 às 23h17

BAIANADA
Matheus Tapioca

Eu me incomodo e não aceito quando usam, pejorativamente, a expressão “Baiano” em São Paulo e “Paraibano” no Rio de Janeiro. Não adianta justificar. Para mim, é melhor nem tentar, porque só vai piorar a situação.

Quando as pessoas falam na minha presença, faço questão de recriminar. Acho uma tremenda falta de respeito. No Nordeste, carioca e paulista são substantivos, mesmo merecendo ser, muitas vezes, adjetivos. Já escutei de tudo como tentativa de amenizar:

– É inconsciente coletivo!
– Ou seria “preconceito coletivo”?

– Não é por mal, não.
– Por bem é que não é!

– Nada pessoal.
– Pra mim é pessoal, sim.
(…)

Mas a pior demonstração de preconceito que um amigo presenciou em São Paulo foi quando um pedreiro caiu de uma obra em frente ao escritório onde trabalhava e uma pessoa ao seu lado brincou:
– Um baiano a mais ou a menos não faz diferença.
http://farinhademandioca.wordpress.com/2009/08/24…

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Marcos

18 de novembro de 2010 às 18h00

É fato: a elite paulistana sempre foi xenófoba. Entretanto, isso não ocorre na periferia. Lá todos estão no mesmo barco. O problema da propagação desse bairrismo é que o povão paulistano, que não tem nada a ver com isso, acaba "pagando o pato", isto é, acaba levando nas costas as consequências do preconceito contra cidadãos de outras regiões do país, o que foi criado pela elite, não pelo povo em geral. Eu mesmo, que sou paulistano, já fui vítima de preconceito em outros estados da federação, inclusive, no Rio, que o leitor acima disse "que são todos cordiais". Preconceito existe em todo lugar, essa é que a verdade. A raiz disso não está no local que a pessoa nasce, mas, na imbecilidade humana. Não se pode achar que todos os paulistanos são preconceituosos. Parem com isso.

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J,C,CAMARGO

18 de novembro de 2010 às 16h17

FÁTIMA: é impressionante! Sou paulista, tenho 65 anos, 23 de Interior e 42 de Grande São Paulo. Conheço dezenas e /
mais dezenas de Nordestinos, que aquí vieram e venceram! Muitos ainda aquí estão e outros retornaram ao NE! Más /
sempre retornam! Além dos milhões de nordestinos que aquí vivem, há outros milhares e milhares que nasceram aqui,
pois suas mães vieram para cá para apenas Parto e seu preparo! Depois do nascimento, retornaram ao NE! Viajo de /
vêz em quando para o NE e lá vejo o que? De cada dez pessoas turistas, pelo menos a metade é de paulistas! No en-
tanto, eu já não aguento mais tanta crítica aos paulistas! Quanta ingratidão! Se não estão contentes aquí, mudem para
o RJaneiro, Brasília, BHorizonte, etc! Respondo da mesma maneira: A porta é a serventia da casa!

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    Maria das Graças

    18 de novembro de 2010 às 23h06

    Sr. Camargo, o senhor parece analfabeto funcional. O teor do artigo é outro. O que se fala é o que paulista e paulistano não devem fazer em termos de preconceitos. Falta educação aos xenófobos. Educação e solidariedade. E olhe a sua resposta! Enfim, na sua idade e com essa cabeça de onde saiu os eu comentário, dificilmente aprenderá mais alguma coisa. Por Porque não quer. O Sr. é um caso perdido, infelizmente. Ou o Sr. acha correto e bonito essa prática xenófoba? Até parece. Eu sou apulistan e acho deplorável. Combato sempre que posso.

    Paulo Sena

    23 de março de 2012 às 00h51

    Sou nordestino de nascença, de coração, de descendência, conheço todo o nordeste da Bahia ao Maranhão, nunca fui no sul nem sudeste, nem tenho vontade alguma de ir ou conhecer, afinal de contas não troco esse paraíso que é o nordeste por nada.Amo minha terra querida, sou de João Pessoa, Paraíba, lugar onde o sol nasce primeiro em toda a América, cidades mais arborizada do continente americano, lugar de belas praias, de clima quente, de águas mornas, de gente boa, de gente alegre, honesta e hospitaleira; de comida farta, de comida boa (macaxeira, pamonha, canjica, bata doce, carne de sol, tapioca…hummm delícia), o nordeste é terra de gente trabalhadora, e que trabalha para o crescimento de todos, adoraria ver o nordeste independente, assim não seriamos mais roubados pelos "europeus" paragauios do sudeste, EU AMO O MEU NORDESTE. Adoro essa música da Elba Ramalho, é linda e diz tudo "Já que existe no sul esse conceito
    Que o nordeste é ruim, seco e ingrato
    Já que existe a separação de fato
    É preciso torná-la de direito
    Quando um dia qualquer isso for feito
    Todos dois vão lucrar imensamente
    Começando uma vida diferente
    De que a gente até hoje tem vivido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    Dividindo a partir de Salvador
    O nordeste seria outro país
    Vigoroso, leal, rico e feliz
    Sem dever a ninguém no exterior
    Jangadeiro seria o senador
    O cassaco de roça era o suplente
    Cantador de viola o presidente
    O vaqueiro era o líder do partido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    Em Recife o distrito industrial
    O idioma ia ser nordestinense
    A bandeira de renda cearense
    "Asa Branca" era o hino nacional
    O folheto era o símbolo oficial
    A moeda, o tostão de antigamente
    Conselheiro seria o inconfidente
    Lampião, o herói inesquecido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    O Brasil ia ter de importar
    Do nordeste algodão, cana, caju
    Carnaúba, laranja, babaçu
    Abacaxi e o sal de cozinhar

    O arroz, o agave do lugar
    O petróleo, a cebola, o aguardente
    O nordeste é auto-suficiente
    O seu lucro seria garantido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    Se isso aí se tornar realidade
    E alguém do Brasil nos visitar
    Nesse nosso país vai encontrar
    Confiança, respeito e amizade
    Tem o pão repartido na metade,
    Temo prato na mesa, a cama quente
    Brasileiro será irmão da gente
    Vai pra lá que será bem recebido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    Eu não quero, com isso, que vocês
    Imaginem que eu tento ser grosseiro
    Pois se lembrem que o povo brasileiro
    É amigo do povo português
    Se um dia a separação se fez
    Todos os dois se respeitam no presente
    Se isso aí já deu certo antigamente
    Nesse exemplo concreto e conhecido
    Imagina o Brasil ser dividido
    E o nordeste ficar independente

    Povo do meu Brasil
    Políticos brasileiros
    Não pensem que vocês nos enganam
    Porque nosso povo não é besta"

    VIVA O POVO NORDESTINO!!!!

MAURO RMAOS

18 de novembro de 2010 às 11h19

VIVA SAO PAULO.
OS PAULISTAS TEM QUE SER ORGULHOSOS DE SUA CONDIÇAO VANGUARDISTA,PORQUE FORAM ELES QUE
DERAM A HUMANIDADE ANATOLE FRANCE,BERTRAND RUSSEL,EINSTEIN,NEWTON,GOETHE,FREUD,FLAUBERT,SANTOS DUMONT,MACHADO DE ASSIS,SALVADOR DALI,BILL GATES,REMBRANDT,ADAM SMITH,KARL MARX,SPINOSA,HEGEL,GETULIO VARGAS,DRUMMOND,MANUEL BANDEIRA,DESCOBRIRAM O BIG BANG…,…,…,…..ETC,ETC,ETC!!!!!!

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Denise

17 de novembro de 2010 às 16h00

Sou nordestina,mais precisamente de Recife/PE, moro no sul e tenho visto o preconceito, embora não tenha sentido na pele.Amo o Brasil, não o quero dividido e vamos combater esses idiotas preconceituosos , mas sem discriminação. Eles são uma minoria, cheia de frustrações e infelizes. Veja só o exemplo desse comentarista, que fala por situações que ele proprio vive, pois que mulher vai querer alguém tão amargurado !
Graça a Deus, escolhi o sul por gostar do frio e não por estar a procura de emprego, pois tinha um ótimo emprego.
Acho que cada estado, cada cidade , cada lugar tem o seu encanto. E é essa diversidade que torna o Brasil o melhor país do mundo! O qual não troco por nenhum outro.
Vamos combater essa minoria de infelizes denunciando nos tribunais, na internet, nos blogs sujos, mas sem discriminar o paulista, o baiano ou quem quer que seja.
Também gosto de batata doce com leite e de todas as comidas nordestinas com seus sabores e temperos. E ao ler o artigo senti saudade de minha infância.
Esses pessoal xênófobo muitos nem lêem, nem conhece o Brasil, não sabem nem onde fica o Nordeste, nem seus estados , nem capitais. Aliás , nem fazer contas, como é o caso da estudante de direito , que se soubesse fazer conta ou pleo menos tivesse se informado, não pagaria o mico de dizer que a Dilma ganhou por conta dos votos do Nordeste.
Aliás, foi do Nordeste que surgiram grandes escriores, poetas, etc.
Agora mesmo , num reportagem exibida pela TV Record, vimos que o criador do maior banco de médula dos EUA , é um medido brasileiro nordestino e com um sobrenome ilustre SILVA (depois do maior Presidente que o Brasil já teve, esse sobrenome se tornou ilustre!).
Vamos parar de alimentar esses preconceituosos divulgando suas asneiras e idiotices.

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    Orsola Ronzoni

    17 de novembro de 2010 às 17h22

    Parabéns pelo seu comentário. Discordo apenas do apodo colocado ao sobrenome Silva, o que é de somenos importância e não me impede de achar o seu raciocínio é irrepreensível.

Roger

17 de novembro de 2010 às 15h53

Me perdoem os irmãos paulistas que aqui contribuem, até porque sei que os paulistas "vacilões" (como chamamos aqui no Rio) são minoria. Conheço muito paulista gente boa.

Bom, dito isso, um comportamento repetido e estereotipado de alguns de vocês é o de prestar informação errada aos forasteiros.

Hppa muitos anos, senti isso na pele. Estava na Vila Mariana, me afastei algumas ruas de um evento para tomar café da manhã. Na volta, me desorientei, não tinha certeza, mas sabia que era coisa de 3 quarteirões, 4 no máximo, em zigue-zague. Questionando pelo nome da Rua (ali na Vila Mariana mesmo), o primeiro me mandou descer a rua até o fim (6 quarteirões), pegar á direita e ir até uma praça. O segundo me orientou na direção inversa, me mandando pegar o metrô até uma estação. O terceiro era escoteiro como eu (na época. Como eu disse, tem muitos anos), e como me identifiquei com o característico aperto da mão esquerda, ele me facilitou as coisas e me acompanhou até o lugar exato, mas não sem antes se desculpar pelos conterrâneos.

Não quero nem pretendo acirrar nenhum bairrismo. Isso não leva a nada, e nós cariocas somos amigáveis e cordiais. Nem sei se a situação por lá ainda é a mesma, mas de qualquer forma, penso que esse preconceito, esse ponto de vista superior, é uma praga do qual São Paulo precisa se livrar – em benefício da maioria dos bons paulistas que aí vivem.

Aqui no Rio tenho que me orgulhar pois, apesar de ser uma cidade assediada por suas principais mazelas – o crime organizado e a TV Globo -, nós cariocas somos atenciosos, solidários e cordiais – pelo menos, a maioria de nós. Embora aqui também tenha os imbecis da elite, que pensam que são melhores que os demais. Mas mesmo esses estão em extinção – assim espero.

Afinal, todos nós – elites preconceituosas ou povo – somos vítimas do capitalismo feroz que aqui até então vicejava (ainda viceja, eu sei), sem nenhuma sensibilidade social (quem pode cobrar isso do capital?), aumentando a desigualdade, favorecendo o individualismo exacerbado, a fogueira das vaidades, concentrando renda e turbinando o preconceito!

Saudações!!

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Paulo

17 de novembro de 2010 às 14h32

Depois o paulistano vem dizer que quem paga o Bolsa familia dos nordestinos são os paulistanos.. ERRADO.. quem paga o bolsa familia das familias do nordeste.. são os nordestinos de São Paulo, pois eles sim são os verdadeiros financiadores do bolsa familia. pois são eles quem mais trabalha em São Paulo.

Responder

Paulo

17 de novembro de 2010 às 13h43

Depois o paulistano vem dizer que quem paga o Bolsa familia dos nordestinos são os paulistanos.. ERRADO.. quem paga o bolsa familia das familias do nordeste.. são os nordestinos de São Paulo, pois eles sim são os verdadeiros financiadores do bolsa familia. pois são eles quem mais trabalha em São Paulo.

Eu sou nasci em São Bernardo do Campo sp ( redulto político do lula rs rs rs ) e meus pais são da europa. mas isso não me gratifica ao ponto de desprezar um ser como eu. um mero ser humano e NADA mais e nada menos.

Para terem uma idéia do preconceitos dos europeus ( minha avó querida era hiper super preconceituosa quanto aos baianos citados acima e muito mais com os negros ( só que o tiro saiu pela culatra.. ela teve duas netas que se casaram com dois negros.. Pessoas maravilhosas.. ) )

muitos pensam como Hitler e ao mesmo tempo veem o horror que a loucura que Hitler fez.. vamos dizer.. pura hipocrisia moral.

todos tem que entender que São Paulo é tudo isso hoje por causa do trabalho tanto dos paulistas quanto dos nordestinos que foram obrigados a virem para o Sudeste e Sul por melhor condição de vida e trabalho, mas isso não quer dizer que eles sejam vagabundos e etc, as pessoas tem que rever a historia do brasil e compreender que não é culpa dos nordestinos e sim dos grandes latifundiários e coronéis que impediram o desenvolvimento do nordeste para que assim o poder continuassem nas mãos deles.. ( famosos votos de cabresto )

Para terem uma idéia.. como os coronéis existem até os dias de hoje.. é o protesto daquele padreco de meia tijela alinhado com os coronéis que até fez greve de fome para impedir a construção da transposição do Rio São Francisco, só que de nada adiantou.. o lula seguiu mesmo assim.. e depois no inicio das obras as empreiteiras começaram a serem ameaçadas por diversas partes.. mais uma vez o lula teve que intervir e acabou colocando o Exercito brasileiro para iniciar as obras..

é um problema que os coronéis querem que se perpetue por muito tempo… ( para que o poder jamais saia das mãos deles ) porque venhamos e convenhamos.. o que mais interessa a eles é o PODER e nada mais e assim os meios justificam os fins.

Obrigado pessoal..

Paulo

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Alder OeSilva

17 de novembro de 2010 às 13h17

Não passam de um bando de tolos, que acham que ainda estamos no século XVIII. Essa nossa "elite" é tão corrputa, egoísta, estúpida e sórdida que ninguém com um mínimo de bom senso , dá importância ao que ela diz ou pensa.

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Maria Rogéria

17 de novembro de 2010 às 13h12

É como se "Sumpaulo" fosse a Europa, paulistas e paulistanos, os europeus. E nós, o resto do Brasil, até os "baianos cansados" – mineiros que os xenófobos chamam assim, pois dizem que eram baianos que iam para "Sumpaulo" e ficaram cansados e pararam em Minas! – somos todo azar de gente que a Europa não quer, a não ser para limpar suas latrinas!

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Marcelo de Matos

17 de novembro de 2010 às 10h45

O que deve deixar qualquer burguês sulista muito piçudo (furioso, enraivecido, indignado) é o fato de qualquer miserável, além de comprar carro zero, poder viajar para o exterior. Isso era a marca das pessoas "esclarecidas". Falavam de suas viagens à Europa e aos States para demonstrar quanto nós brasileiros éramos atrasados. Nem votar sabíamos! Agora os miseráveis já podem ir ver o que há de bom e ruim lá fora. Ser "viajado" não é mais um índice de cultura. Até os iletrados podem viajar.

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Marcelo de Matos

17 de novembro de 2010 às 10h34

Eu não entendo piciroca de dieta. Aliás, estou para consultar um endocrinologista para saber o que deve comer quem tem glicemia alta. Batata doce com leite não deve ser indicado. Ademais, esse tipo de alimento potencializa o efeito estufa. Tanto o leite como a batata doce são gasogênicos. Mesmo não sendo ruminante, evito comer muita cebola roxa crua, feijão e carne, embora adore esses alimentos.

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henrique de oliveira

17 de novembro de 2010 às 10h28

O povinho de Smapa pensa que é e já foi faz tempo , uma elite vagabunda que gosta de se dar bem nas costas dos outros , os nordestinos e nortistas e outros migrantes é que fizeram São Paulo e não os paulistas.
A propósito batata doce com leite é ótimo.

Responder

Gunther Furtado

17 de novembro de 2010 às 10h11

Eu não entendi! O exemplo de ranço quatrocentão é um casal egípcio?

Expressões como "dessa gente" são expressões que constroem o que? Amor com amor se paga?

O fato é que é o medo (sempre o medo) de perder poder amplifica estes discursos paulistanistas – odiosos, retrógrados e bizantinos -, mas, e nós outros o que queremos? e, como diria Vladimir Ilitch, que fazer (para conseguir o que queremos)?

De quem é o terreno do discurso odioso?

Eles vão sumir quando perderem importância real, mas gritam e esperneiam como loucos durante o caminho para o fim. Seria bom para todos nós que os quatrocentões produzissem um Don Fabrizio, que até poderia ser o Lembo, se fosse mais ouvido.

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Lucio Dias

17 de novembro de 2010 às 10h00

Tudo isso não é mais do que a falta de Deus no coração das pessoas. Coração no singular mesmo.

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José

17 de novembro de 2010 às 10h00

Preconceito: Isso significa 02 coisas: 1) Desprezo que a dupla psdb/dem sempre tiveram com as classes menos favorecidas, tanto que a política social deles no mandato fhc era tipo AMOSTRA GRÁTIS. 2) Revolta em virtude do candidato vampiresco deles(FEIO-ANTIPATICO_DESAGREGADOR) não ter tido êxito na eleição. Por que o povo do Nordeste votaria nesse sujeito? Para perder o bolsa familia e as suas universidades? Vão continuar perdendo eleições até aprenderem…

Responder

Pedro

17 de novembro de 2010 às 09h49

Coisinha ridícula o tal do ser humano, como alguém pode se achar superior ao outro por causa da cor da pele, ou por que tem uma piscina no quintal, esta na hora de acreditar que não somos melhores que os macacos, afinal, a ciência já comprovou que eles tem 99% dos nossos genes

Responder

Luci

17 de novembro de 2010 às 09h47

Dra. Fátima, voce é maranhense, maravilha.Conheci sua cidade e encantei-me com o lugar e o povo, fiz amigos, tenho saudades. São lindos, trabalhadores, amam a cidade, a cultura.Sobre a cidade de São Paulo, o racismo aquim é lei.A mentalidade escravocrata elimina todos que não são do grupo social branco.Quem cultiva e propaga o racismo; o que é lamentável; esqueceu a origem paupériima, e de exclusão a que foram submetidos. Em São Paulo já versou Mano Brown "Sobrevivendo no Inferno".

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Fabiana

17 de novembro de 2010 às 09h47

Infelizmente a xenofobia não se restringe a paulicéia que como qualquer estado tem contradições. Morei 5 anos em Salvador e uma das coisas que mais me intrigava era o fato da cidade mais negra do país ser portadora de um racismo dos mais medonhos e arraigados que já conheci. A elite brasileira é podre…vide o coronel Sarney no Maranhão.

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Jairo_Beraldo

17 de novembro de 2010 às 09h34

Meu falecido avô só gostava de baiano como agregados em suas fazendas lá no sudoeste mineiro. Dizia ele, que baiano dava retorno no investimento. Ele tinha uma "colonia" com mais ou menos 25 familias, que cuidavam dos cafezais e do gado como se fossem deles. E o melhor da historia, contava meu avô, dava gosto ir na "colonia", e ver cada familia fazendo e cuidando seu pomar, nas casas até boas, para os padroes de empregados de fazendas, terem suas criações de porcos, galinhas, o que credenciava a cada familia buscar no curral da sede determinada quantidade de leite para a necessidade de cada familia. E cada baiano destes, quando não mais dava conta de trabalhar, vovô comprava casa na cidade, colocava os mesmos lá escrituradinhos e ainda os aposentava pelo INPS. Mas para ele só servia BAIANO!

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maria de lourdes

17 de novembro de 2010 às 08h59

vendo o programa da apresentadora Hebe vi como ele se esforçou para retirar de seus convidados(Ratinho, leonardo e Carlos nascimento)um comentário desfavorável a Nova presidente.Surpresa….Todos não deram oportunidade.Ela sugeriu que tinha medo de haver censura aos meios de comunicação.A resposta de Nascimento desmontou-a.DILMA SABE O VALOR DA LIBERDADE,VISTO QUE FOI VITIMA DADITADURA.Gosto da Hebe, mas sabê-la amiga de Maluf e de Serra entre outros pertencentes a Elite psdbista é demais.Hebe desça do salto e veja que o Brasil está acordando.

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EdiSilva

17 de novembro de 2010 às 08h34

Fátima, você já comeu mandioca (aqui no Centro-oeste, ou macaxeira, no Nordeste) com leite? Cozida só na água e depois amassada no leite. É muito bom!
Aqui no DF somos nós, os goianos, que levamos a fama. Motorista ruim: carteira do Goiás; fez alguma coisa errada: goianada.
Eles se acham muito especiais. E muitos que são objeto de preconceitos por algum motivo, agem assim com outros.
Mais complicado é explicar para algumas pessoas que certas piadas sobre negros são preconceituosas. E as piadas com homossexuais podem acabar no que vimos estes dias no Rio e em São Paulo.

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Romanelli

17 de novembro de 2010 às 08h23

Caracas véio

Avisa pra esta moça que escreveu este precioso texto, profundo, primoroso, analítico, científico mesmo, suficiente pra fazermos dele qq tese de doutorado sobre paulistas a ser distribuído pelos 5 continentes ..avisa pra ela que BATATA DOCE dá gases ..e às vezes os gases sobem pra cabeça fazendo com que alguns não pensem direito

Aliás, já vi que o BRASIL de nossos antepassados foi capaz de se reinvidicar (de forma justa ou não) diversos de seus direitos que atenderiam a diversos de seus interesses ..assim tivemos a Farroupilhas, a revolução constitucionalista, a dos Caetés, Mamelucos, as CABANADAS

Que tal agora, inspirado neste texto de Fatima Oliveira, propagado "ingenuamente" por Azenha – que não tem e nem alimenta preconceitos – que tal então agora pedirmos pela Revolta da BAIANADA, ou será da BATATADA contra os paulistas hein?

Porque vc sabe, num é meu rei ..eu só vou ter sossego quando eu puder ver sangue de gente caído pelas esquinas né ?!…

ps – LUIZA Erundina foi eleita por Paulistanos ..foi uma prefeita medíocre ..à época, inexperiente, chegou a se distanciar de seu partido (e depois saiu definitivamente do PT) ..infelizmente a cidadã de respeito e bons exemplos, foi uma PÉSSIMA administradora .. inclusive facilitando o retorno de figuras MEDONHAS como as que depois a sucederam (Maluf e Pitta)

Responder

    Roberto Matias

    17 de novembro de 2010 às 16h23

    Romanelli você sabe que mente. Covas e Luiza Erundina foram os melhores prefeitos de São Paulo dos últimos trinta anos. É só se informar. Com a diferença que ela fez um governo absolutamente inovador na saúde e na educação. Só o preconceito permite que você fale tanta abobrinha. Não esquente não que o Ministério Público vai te achar, a polícia também, para você repetir o que escreveu aos olhos da lei: "Porque vc sabe, num é meu rei ..eu só vou ter sossego quando eu puder ver sangue de gente caído pelas esquinas né ?!…" Vai matar quem seu desclassificado? Só um verme escreve o que você escreveu. Você é um exmplar perfeito do xenófobo

    Romanelli

    17 de novembro de 2010 às 18h09

    seu idiota ..estou aguardando o ministério público ..BABACA ..aliás, meu passado na Internet é bem conhecido por todos aqui pra saber que eu não sou nenhum preconceituoso ..só faltava, um cara desconhecido agora querer vir colar em mim um adjetivo abjeto como este ..

    ..no texto eu estava JUSTAMENTE ironizando os que querem ver sangue, estes que não param de insuflar os ingênuos contra os paulista, generalizando a tal elite etc

    Seu bobo ..e Erundina foi horrível mesmo ..por exemplo ela ACABOU com o Ipiranga quando plantou coqueiro, quando abriu a Salin Farah e jogou caminhões na Saúde, quando não recapiou a Miguel Stefano, quando descontinuou obras etc ..e foi assim por toda a cidade ..uma merda

    E Covas, o que Covas fez?

    Aliás, prova maior é que ela não fez sucessor e depois disso tivemos que esperar 8 anos pra termos nova chance ..e que de novo foi jogado fora com Martaxa

    e olha, não se esqueça, MEU REI, aguardo o ministério público, você e quem mais quiser ..e tendo como álibi UNS 6 anos de comentários MEUS em sites como este

    E quer saber cumpadi, eu só sou BARRADO em 2 blogs, pro teu governo ..um, o do PHA, um esquerdista tão verdadeiro quanto whisky paraguaio ..e o outro o do Ethevaldo Siqueira, um radical de direita ..no mais, penso, tendo entrada livre, respeito e sou respeitado

Paulo Afonso

17 de novembro de 2010 às 07h33

Meus cumprimentos à Fátima Oliveira pela transparência do a-rtigo, por ter exemplificado com problemas que enfrentou em sua vida na cidade de São Paulo e que a incomodaram. Assim ficou fácil de entendermos. Era o vivido e não teorizações. Com certeza a grandeza doa rtigo está aí.
Alguém escreveu que não vivemos XENOFOBIA no Brasil, mas ENDOFOBIA. Talvez as duas coisas. A diferença entre ambas é a ques e segue: XENOFOBIA: "rejeição ao diferente, ao estrangeiro, é discriminatória e humilhante". A ENDOFOBIA consite em excluir o semelhante e em negar direitos iguais aos próprios compatriotas. Parecem sutilizas, mas é importante entendê-las.
Junta-se a tudo isso o que se chama de bairrismo, que é o apego exagerado ao lugar onde se nasce ou se vive.

Responder

D.Pires

17 de novembro de 2010 às 00h22

Essa coisa pega!!!. esse individuo "supostamente" é raivoso. (doença Contagiosa!!!) caso de internação rapida…
Mas não vamos esquecer do Boris Casoy com seu "elogio aos garis!!" .O mal do brasileiro é que depois de 2 ou 3 dias ja esquece. Essa elite está procurando encrenca e não vai dar conta do recado.. A mídia está pregando o ódio!.E isso é muito ruim. depois que começa fica dificil de parar… Mas quem começou isso foi o tal de Serra!./PSDB/DEM. nas eleições e não tinham ideia do mal que estavam fazendo para o país!!.Lembre-se que o presidente Lula tem mais de 80% de aprovação e isso ´ muuuuita gente!!!…

Responder

    Albanese

    17 de novembro de 2010 às 08h34

    Eu é que devia estar ficando chateado de ficar ouvindo o tempo todo o sotaque paulista nos restaurantes e bares de Recife. Não por preconceito, mas sim por perceber que essa "gente" vem pra cá se achando o tal. Mas tem que vir para a "Bahia" (PE faz parte da Bahia. não é?) para conseguir um emprego legal. Mesmo assim, acho interessante esse convívio. E sinceramente, conheço várias pessoas de São Paulo que são "gente boa". Acho que essa turma separatista é uma minoria que logo vai perceber a idiotice que está pregando.
    Aqui não precisa afogar ninguém não, aqui tem é frevo, xote, forró, maracatu, bolo de rolo, praia e muito alegria. Sonho com o dia em que os pobres infelizes que tiveram que migrar para ajudar a construir SP possam voltar pra essa terra maravilhosa e que possamos viver todos juntos e harmonia. O pior é que já tem muita gente voltando, visse?!?!
    Sabe o que é mais interessante? Os "baHianos" estão conseguindo fazer coisas interessantes. Vejam só que absurdo: um pernambucano de Recife, que se formou em Recife, se pos-graduou em Recife e não foi "istudá em Sunpaulo" conseguiu ganhar o prêmio de melhor tese de doutorado em Engenharia Elétrica do Brasil em 2006.
    Devíamos nos orgulhar de um país tão rico em cultura e diversidade!

aurica_sp

17 de novembro de 2010 às 00h11

DIGNO de PIEDADE!!! ESTE SENHOR

Responder

jade

16 de novembro de 2010 às 23h52

Fátima, quem sabe voce acabe com a xenofobia, começando pela sua xenofobia por paulistas?

Responder

    Archibaldo S Braga

    17 de novembro de 2010 às 08h33

    Jade, que frase cretina!!! A. S. Braga

    Paulo Afonso

    17 de novembro de 2010 às 08h34

    Jade, não estamos aqui brincando e nem falando em base de achismos. A autora relatou sua vivência em São Paulo, a sua percepção do tratamento dispensado a nordestino. Praticamente todo nordestino tem histórias semelhantes a contar. E você vem aqui fazer gracinhas, Sr. jade (com j minúsculo mesmo como vc se apresenta)? Queria que as pessoas sofressem tudo isso e nãod eclarassem. C omo você se acha! É gente como vc que se sente no direito de destratar e humilhar os outros. Seu comentário aqui só comprova a xenofobia entranhada em você. Deveria ter vergonha e fazer ume xame de consciência.

    Rodrigo Leme

    17 de novembro de 2010 às 08h38

    PERFEITO, Jade. Falar mal de SP e dos paulistas é absolutamente permitido, fair game. O estado pode ser tratado como o foco de todo mal no páis, como o único lugar onde há preconceito e violência, que ainda assim ninguém vê nada de errado. Agora, sai de SP e fala mal de um estado vizinho, o mundo cai na sua cabeça.

    Mas normal,a gente sabe que esses apaixonados textos anti-SP tem conotação política. Fosse o governo petista, não precisaria mudar nada (e não mudaria nada: gays morreriam, favelas seriam queimadas, etc. pq o problema é GLOBAL), SP seria a filial do paraíso na terra. Com a anuência do blogueiro e de seus coluistas convidados.

    Até imagino: "com o governo de Mercadante, SP se tornou mais humana. O caso dos gays agredidos na Paulista é fato isolado, provavelmente fruto de uma grande megalópole e reflexo de um problema universal que deve ser resolvido. Casos piores já aconteceram em várias cidades, e em SP não poderia ser diferente."

    E la nave vermelha va…

@marisps

16 de novembro de 2010 às 23h33

Ai Jizuis! Que vergonha! Que vergonha! Nem sei o que dizer. Peço perdão pelas barbaridades.

Responder

Constâncio Di Salles

16 de novembro de 2010 às 23h28

E já que se está falando em comida, emendo: cuscuz com leite, arroz-doce, pamonha, canjica, bolo de batata-doce, grude, tapioca com coco, bolo de milho, munguzá com torresmo, galinha caipira com arroz de leite, feijão verde, macaxeira com carne de sol assada, rubacão com queijo de coalho, beiju, alfenim, filhós, sequilhos…Com é bom e gostoso ser deste Nordeste. Não troco uma boa pamonha na melhor pizza da paulistada metida à elite. Os paulistas de bom coração são sempre bem-vindos. Apareçam, e bom apetite.

Responder

    Rodrigo Leme

    17 de novembro de 2010 às 08h39

    "…paulistada metida à elite"

    Esse sim é o respeito ao ser humano. Mas como vc não é paulista, relaxa: ninguém vai te chamar de agressivo.

maercello mantovanni

16 de novembro de 2010 às 23h20

Como escrevi em outro “blogs sujos”: não se trata de xenofobia, mas sim de endofobia, aversão aos compatriotas de outros estados.No Brasil é raro o fenômeno da xenofobia, tirante alguns espasmos futebolísticos (com a Argentina, que a TV Globo criou) há na verdade uma espécie de xenofilia (o serra só serviu pra isso, ajudou a criar “novos” neologismos), ou seja gosto de tudo que é estrangeiro, principalmente se for americano o europeu, o complexo de vira lata ainda existe, mais forte nas “nossas elites” (?) que querem transformar o Brasil a todo custo em um “México do Sul”.
p.s. outra questão que passa ao largo é o racismo, relativo aos negros…. metade da população ainda é tratada como invisível, tá na hora corta essa gangrena….

Responder

    Érica Azevedo

    17 de novembro de 2010 às 08h39

    Marcelo, poderia definir o que é xenofobia e endofobia pra você? Tenho a impressão que não significam exatamente a mesma coisa. Ou não?

Laura

16 de novembro de 2010 às 23h10

Vejo que é um bom momento de relermos e divulgarmos a Declaração e o Programa de Ação de Durban

Reconhecemos que racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata ocorrem com base na raça, cor, descendência, origem nacional ou étnica e que as vítimas podem sofrer múltiplas ou agravadas formas de discriminação calcadas em outros aspectos correlatos como SEXO, LÍNGUA, RELIGIÃO, OPINIÃO POLÍTICA OU DE QUALQUER OUTRO TIPO, ORIGEM SOCIAL, PROPRIEDADE, NASCIMENTO E OUTROS …

24. Solicita a todos os Estados a combaterem as manifestações de generalizada rejeição aos migrantes e a desencorajarem, ativamente, todas as demonstrações e atos racistas que geram comportamentos xenófobos e sentimentos negativos ou de rejeição em relação a migrantes;

DECLARAÇÃO E PROGRAMA DE AÇÃO ADOTADOS NA III CONFERÊNCIA MUNDIAL DE COMBATE AO RACISMO, DISCRIMINAÇÃO RACIAL, DISCRIMINAÇÃO RACIAL, XENOFOBIA E INTOLERÂNCIA CORRELATA
31 de agosto a 8 de setembro de 2001, Durban – África do Sul

Responder

Fabio_Passos

16 de novembro de 2010 às 22h49

Racismo, homofobia, mídia e política
Do Portal Luis Nassif
Do Blog da sonia maria de amorim http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/racismo-…

"
O racismo, a homofobia, o preconceito contra pobres… tudo isso não é exclusividade de São Paulo. Quem já viajou ou já viveu em outros cantos do País sabe. Mas é esta cidade de São Paulo que sedia a parcela maior da mídia que fomenta isso, de um modo camuflado, claro. É desta cidade, berço e domínio político-administrativo do tucanato, da fina flor da socialdemocracia, que se irradiou pro Brasil todo a imunda campanha eleitoral semeando o separatismo, a divisão, o ódio entre regiões, estados e cidadãos, instigando o preconceito e a intolerância.

Nenhum de nós é ingênuo a ponto de desvincular as manifestações racistas na internet, protagonizadas por um bando de babacas, logo após declarada a vitória de Dilma no domingo 31 à noite, e a violência homofóbica na Avenida Paulista na madrugada do último domingo, da guerra suja desencadeada pelo candidato da elite e apoiadores na eleição presidencial.
"

Responder

Cícero

16 de novembro de 2010 às 22h36

As elites não aceitam e nunca aceitarão a ascensão de classes menos favorecidas ao poder. Exemplo disso é a notícia que li há na Folha: "Tribunal Militar libera à Folha acesso a processo de Dilma". Pergunto: e sobre o Serra, por que a Folha nã se empenha em perscrutar a vida funcional do José Serra?

Responder

    Augusgo Cesar

    17 de novembro de 2010 às 06h24

    Por que a Folha é o LIXO!

    Archibaldo S Braga

    17 de novembro de 2010 às 09h01

    Por que a folha é a falha! Precisamos nominar a manada que é culpada pela xenofobia! Eu já vou começar: nêumane pinto (apesar de nordestino), mauro chaves, rolf kuntz,(esse senhor é brasileiro???) suely caldas( a sucata), reinaldo azevedo, diogo maynard ( o pai, um verdadeiro mentcapto, saia de revolver em punho caçando comunistas na época da "rebordosa"), augusto nunes e muitos mais, discriminara o PRESIDENTE LULA durante oito anos, não por ser operário mais também por ser nordestino!!! A. S. Braga

Armando do Prado

16 de novembro de 2010 às 22h25

Serra assoprou as cinzas dessa vilania e fez fogo.

Responder

Orsola Ronzoni

16 de novembro de 2010 às 22h22

Essa notícia já rendeu tudo o que podia. Utilizar um comentário infeliz de uma cidadã de São Paulo para tascar a pecha de preconceituosa a toda a população do estado é uma cretinice. Se formos analisar a fundo os comentários deste blog, vindos de todos os estados da federação, concluiríamos isto sim, que existe uma raiva incontida e um preconceito insidioso dos demais brasileiros em relação aos nascidos em terras de Piratininga. Fico me perguntando, o que leva você Azenha como bom bauruense, dar trela a essa falsa questão.
Contudo, foi São Paulo que elegeu uma paraibana para prefeita, Luiza Erundina, e um negro, Celso Pitta e acolheu e contribuiu para a fama do nordestino mais querido e popular do Brasil, Lula. Será que se Lula ficasse em Garanhuns teria a fama que tem e chegaria a presidente da República? Será que Luiza Erundina seria eleita prefeita em qualquer capital do nordeste?
Respondam-me analisando o perfil dos governadores eleitos em 2010 nos estados do nordeste: Jacques Wagner, Eduardo Campos, Cid Gomes, Roseana Sarney, Rosalba Ciarlini , Teotônio Vilela Filho, Marcelo Deda, Ricardo Coutinho, Wilson Martins. Todos, sem exceção, “são dignos representantes do biótipo nordestino que vieram do meio do povo”, não é verdade? Por que será?

Responder

    Antônio Carlos

    16 de novembro de 2010 às 23h24

    Chamar a atenção que a elite do Nordeste tem o mesmo preocnceito contra o próprio nordestino. Da mesma maneira que existe o complexo de viralata do brasileiro com países europeus e americano (os states) também existe o complexo de viralatas das elites nordestinas em relação ao sul do Brasil. A classe média adora dizer que conhece e vive viajando a sum Paulo!!!! Coisa de gente chique!!!!!

    Marcia

    17 de novembro de 2010 às 03h17

    EPA. Nasci e moro na cidade mais negra do Brasil e sou branca tipo Governador J. Wagner. No nordeste, cara, temos todas as cores do Brasil, enquanto São Paulo tem todas as cores do mundo. Acho que os do sul/sudeste são muito ignorantes e desconhecem a fortíssima presença dos descendentes de portugueses, holandeses e franceses no nordeste/norte do Brasil.

    Acho que existe mesmo é preconceito social, como se não existissem em S. Paulo brancos pobres!!!

    Maria Rogéria

    17 de novembro de 2010 às 14h48

    Márcia, vai ler minha filha. Talvez descubra o que é racismo, xenofobia, endofobia e intolerâncias correlatas.

    Orsola Ronzoni

    17 de novembro de 2010 às 17h15

    Não, cara mia, conheço muito bem a história do Brasil. E sei q. os franceses fundaram S.Luis (única capital não fundada pelos portugueses) como parte do projeto de construir a França Equinocial por aqui.Sei tb. q. os holandeses invadiram o NE pela Bahia e permaneceram em Pernambuco por quase 40 anos. A pergunta q. se faz, é por que os olhos azuis q. antes serviam de repasto para os caetés agora se tornaram elite e governam os principais estados do NE? Segundo Lula são eles os culpados pela última crise mundial, será q. não o são também pelo atraso do NE?
    SP, a única cidade não litorânea do Brasil, nunca foi invadida por estrangeiros pq. era uma vila acanhada do interior, isolada do centro de gravidade do poder e pq. não oferecia nenhuma riqueza como butim. A riqueza se concentrava em Salvador, capital do país, e em Recife daí a cobiça dos estrangeiros ser para lá dirigida.
    SP começou a se destacar:
    1- Em 1690 qdo. os bandeirantes paulistas descobrem ouro em Minas;
    2-Em 1790 qdo. começou produzir e exportar açúcar;
    3-Em fins do século XIX qdo. começou a produzir café.
    SP já nasceu com vocação cosmopolita: foi fundada pelos jesuítas com o auxílio do náufrago João Ramalho e do cacique tupi Tibiriçá. A língua tupi predominou na cidade até o século XIX. Para os q. comentam aqui, SP não nasceu gde. ela se fez com muito trabalho. Trabalho dos q. aqui nasceram e dos q. aqui chegaram de todas as partes do Brasil e do mundo: assim SP convive bem com diversidade desde a sua fundação.

O_Brasileiro

16 de novembro de 2010 às 21h22

Conversava com dois grandes professores que tive em São Paulo, e estes concordavam: "Acima do trópico de Capricórnio, é tudo baiano"! Usar a xenofobia para explicar esse discurso é simplista demais.
Imagina o esforço que muitos paulistas têm que fazer para não perderem suas vagas para "baianos" desesperados por um lugar ao sol em um lugar como São Paulo!
Esse negócio de globalização é bom no dos outros! Que o digam os europeus e os americanos!!!

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José Feitosa

16 de novembro de 2010 às 21h10

Eita bicho feio! deve tá com dor de corno

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Márcio Martins

16 de novembro de 2010 às 20h40

Esse texto me faz lembrar que para o Serra deve-se fazer a unificação do sistema de identificação, pois caso um "baiano" assalte um carioca, haverá possibilidade de ser identificado. Nojo…

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Cícero

16 de novembro de 2010 às 20h29

As elkeites não aceitam e nunca aceitarão a ascensão de classes menos favorecidas ao poder. Exemplo disso é a notícia que li há nba Folha: "Tribunal Militar libera à Folha acesso a processo de Dilma". Pergunto: e sobre o Serra, por que a Folha nã se empenha em pescrutar a vida funcional do José Serra?
http://www1.folha.uol.com.br/poder/831541-tribuna…

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Fabio_Passos

16 de novembro de 2010 às 20h27

“Já sofri muito preconceito por ser pobre e nordestino. E acho que ainda tem preconceito. Mas hoje não dou mais bola porque venci os preconceituosos e virei presidente da República desse País. A gente não vai vencer o preconceito lamentando, mas enfrentando, discutindo, debatendo, seja no local de trabalho, na igreja, no clube. Um homem ou uma mulher não pode ser medido pela cor, mas pelo caráter”
Lula
http://blog.planalto.gov.br/sofri-muito-preconcei…

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Fabio_Passos

16 de novembro de 2010 às 20h09

Que coisa ruim este pessoal carrega na alma…

"Ato repudia ação de grupos neonazistas no Rio Grande do Sul" http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos…

"
A iniciativa da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa gaúcha foi motivada por episódios recentes onde a 1ª Delegacia de Polícia apreendeu materiais e vídeos de conteúdo neonazista. Um desses vídeos apreendidos na operação da 1ª DP causou ainda mais preocupação, pois nele, o grupo neonazista veicula imagens do senador Paulo Paim (PT), insinuando alto teor de preconceito racial e de incitação à violência contra os negros.
"

Responder

Euripedes Ribeiro

16 de novembro de 2010 às 19h52

Ô Dona fátima! Toda vez que eu vou ler um artigo da senhora, (coisa que adoro sobejamente) eu já preparo uma dose maior de insulina, pois sei que minha glicemia vai subir. A senhora gosta demais de falar em comida. Mas desta vez, quando li o título, não me preocupei. Pensei: é sobre racismo e sobre a soberba bocó dos paulistas, não tem problema. Não ha de ver que a senhora já começou falando de batata doce com leite? Aí, já comecei a lembrar também daquela abóbora cosida com leite açucar e coco, acho que chama quibebe. Depois continuando a ler, veio aquela mulher que falou em "baianada". Me fez lembrar do vatapa, do acarajé e outros que tais. Tive que tomar mais dez unidades. E o pior é que fiquei pensando nesse egípicio grosseirão aí. Vai ver que ele trocou o quibe, a kafka e a tehine por um enfarinhado virado. Congratulações pelo brilhante texto! Continuo firme a admirá-la!

Responder

Hell Back™

16 de novembro de 2010 às 19h27

Para completar o comentário anterior.Caramba! Pensei que Hitler e suas idéias jaziam no túmulo. Enganei-me redondamente. Esse panaca pensa que está “arrebentando”. E o problema é que suas idéias de jerico estão fazendo eco em certos lugares do Brasil. Esse asno não sabe ou esqueceu que os impostos que todos pagam dão direito a todos de usarem os meios de transporte que melhor atenda as suas necessidades.
http://www.youtube.com/watch?v=UgzatRsxce4&fe…
http://www.youtube.com/watch?v=8zFYt1_0FUE

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joão bravo

16 de novembro de 2010 às 19h26

Depaula,este eu já postei,mas vou postar outra vez,faça este exame e se acalme um pouquinho.
Eu já estava queimando horário,A dificuldade para encaixar-me na agenda do médico,justificava minha preocupação.
Felizmente de forma pontual pude ingressar no consultório.Mal sentei,ouço ao fundo uma voz delicada,porém,firme de mulher:
-Sr.João Bravo.
Premeditadamente eu havia sido genérico,no tempo da marcação de consulta,alegando apenas "simples consulta de rotina".
Minha intenção era simular algum tipo de patologia leve,que desse-me tempo para conhecer melhor o médico,analisar com cuidado sua personalidade e,se rolasse um clima,pedir-lhe que procedesse um exame de toque retal básico,que em minha idade, 44 anos,torna-se imprescindível.
Mas era necessário que o médico soubesse ouvir,com gaucho não é assim,chegar e ir tombando.Tem que escutá-lo,compreender seus anseios,suas carências.
Neste particular, devo confessar,ele nutriu em mim confiança o suficiente para enfim,entregar-me.
Após um breve papo tipo cadastro,mandou que me despisse das vestes,deitasse-me de bruços.o que fiz.
Com um olhar periférico,vi-o calçar suas alvas luvas de látex,com a elegância de um matador de filme americano.
A proximidade da borracha à sua pele,revelou toda a exuberância de formas de seus dedos…
Quer dizer,aquilo não era dedo,credo!!mais parecia um amortecedor do Ford Ká.
Definitivamente aquele dedo trazia consigo um carma ruim.
Cravei as unhas nas beiradas da maca,fixei o olhar em um ponto qualquer a minha frente, para não perder a referência, e disse-lhe:-Quando quiser douuuuuuuuu!
Sem qualquer aviso,num movimento firme e continuado,adentra meu ser uma monstruosa falange.Nesta altura,eu mais parecia uma cuíca,tocada com um espremedor de limão.
Ele pedia-me para que relaxasse,não oferecesse resistência,que não tivesse medo.
Francamente,quem tinha de estar com medo era ele,que estava prestes a ter um dedo guilhotinado.
Cessados os movimentos e findo os toques,não fez ele a mínima questão de descomprimir,vindo a tona de forma súbita e rápida,fazendo-me retesar com violência todos os músculos de meu corpo,de formas a não passar por ali,nada além de um enorme dedo.
Já em casa,ainda meio envergonhado,obriguei-me por uns três dias a o uso do chuveirinho em seu duplo efeito:
Higienização e Refrigeração.
Algum tempo depois,percebi que uma prisão de ventre que me tirava o sono à anos,havia sumido.
Creio ter sido este exame, a versão médica de um habeas corpus preventivo.

Responder

    Rafael

    16 de novembro de 2010 às 20h58

    Paulista dá o rabo e fala que foi o gaúcho.

milton freitas

16 de novembro de 2010 às 19h11

Isto é produto da bolsa papai.
Muitos dos críticos ou separatistas vivem ou se estabilizaram graças a bolsa papai que bancou tudo na vida deles.
agora sem nunca ter enfrentado problemas critica tudo ou todos que não tiveram tantas oportunidades.
Mas sabemos de muitos que mesmo papai facilitando a vida ,sabem oque seria da vida sem a bolsa papai.

Responder

Flávia

16 de novembro de 2010 às 19h00

Prezada Fátima
Legal o teu texto, muita sensibilidade, importante é isso ter consitência, não esconder de nossa "batata doce com leite", porque infelizmente muitas pessoas negam suas origens e assumem as do outros.
"Quanto a Luiza Erundina nordestina não ter sido engolida pela Elite Paulistana, nos RS o Olívio Dutra não teve um dia sequer de trégua, foi chumbo grosso, e olha que ele é gaúcho de verdade. Triste que eles não aceitam ninguém que não sejam capachos deles.

Responder

Hell Back™

16 de novembro de 2010 às 18h55 Responder

Hell Back™

16 de novembro de 2010 às 18h29

Caramba! Pensei que Hitler e suas idéias jaziam no túmulo. Enganei-me redondamente. Esse panaca pensa que está “arrebentando”. E o problema é que suas idéias de jerico estão fazendo eco em certos lugares do Brasil. Esse asno não sabe ou esqueceu que os impostos que todos pagam dão direito a todos de usar os meios de transporte que melhor atenda as suas necessidades.

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Regi

16 de novembro de 2010 às 18h28

Prefiro nordestinos a japoneses, italianos, chineses, alemães que fugiram das guerras, da miséria, da fome de seus países e que ficam agora se achando no direito de ofender brasileiros de verdade.
Nordestino é brasileiro, os outros são cidadãos brasileiros fugidos da merda de seus países.
Vão catar coquinhos estrangeiros famintos que viraram paulistas.
E cadê o MPF para mandar hospitais de São Paulo pararem de fornecer medicamentos de AIDS de graça para estes estrangeiros que veem aqui se tratar porque os países deles estão na merda, como os americanos, franceses, italianos, espanhóis, portugueses, bolivianos, paraguaios e quetais.
Se é para se desfazerem dos nordestinos temos munição para mandar esta estrangeirada toda de volta para casa deles e para morrerem de doenças e fome nos seus países.
Bando de canalhas.
Agora quando ouço sobrenome estrangeiro já fico de mau humor.
Também exigimos ação do MPF do Trabalho para conter estes estrangeiros que, por conta da propaganda do PIG falar mal do brasileiro, permite que estes estrangeiros de merda, mortos de fome, venham aqui tirar emprego de brasileiros.
Não convence não, viu PIG, este argumento de despreparo de brasileiros.

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    Alice Matos

    16 de novembro de 2010 às 20h44

    Cara, vc não tem que preferir A,B, OU C… tem de conviver cilizadamente. Já ouviu falar em civilização?
    Já ouviu falar em Confer~encia de Durban, da qual o Brasil é signatário e aqui ela tem força de lei?
    Azenha, por gentileza, faz um link para o referido documento. As pessoas têm de deixar o achismo de lado e conhecer o que tem de cumprir
    Declaração de Durban
    RELATÓRIO DA CONFERÊNCIA MUNDIAL CONTRA RACISMO, DISCRIMINAÇÃO RACIAL, XENOFOBIA E INTOLERÂNCIA CORRELATA
    Durban, 31 de agosto a 8 de setembro de 2001

    http://www.comitepaz.org.br/Durban_1.htm

    Marcia

    17 de novembro de 2010 às 03h25

    Gostei Regi, vou acordar melhor, mais tarde.

    Rodrigo Leme

    17 de novembro de 2010 às 08h42

    Azenha, tá pegando IP pra mandar pro Ministério Público?

Rafael

16 de novembro de 2010 às 18h23

Não é assunto que está em discussão aqui, mas alguém por acaso ouvui a gravação da veja sobre os pedidos insistentes por dossiê que Dilma fazia a um funcionário?
Não podemos esquecer daquela capa uma semana antes das eleições. Óbvio que eles não têm, mas acredito que o que foi feito, uma denúncia baseada em gravação que não existe, é crime.

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Paulo

16 de novembro de 2010 às 17h53

Vivo em Curitiba há exatos 42 anos. Posso falar com propriedade sobre o preconceito que grassa por essas bandas. O curitibano médio é aquele sujeito que tropeça nas calçadas tortas, repletas de poças d'água e afirma com convicção que está a desfilar pelas ruas de Paris. Não é só preconceito contra Nordestinos (que faço questão de escrever com maiúscula). Mas também contra Pobres, Negros, marginalizados de toda ordem. Trata-se de uma empáfia que chega a revirar o estômago. E, diga-se de passagem, é o pior dos preconceitos, pois não se fundamenta no medo, mas na falsa sensação de superioridade. Esse povo tão superior é o mesmo que enfrenta horas de congestionamento na Linha Verde (que de verde não tem nada) e arremessa todo tipo de sujeira pelo vidro do carro, enquanto se convence que a Europa é apenas uma cópia mal feita de sua amada cidade. Aqui, se o indivíduo não é loiro e de olhos azuis, é tratado com descaso. Certo tempo atrás (e parece que isso está reaparecendo), alguns idiotas saíram com uma campanha afirmando “O Sul é o meu país”. Espero não precisar que isto ocorra para que eu possa me mudar para o Brasil de verdade. Aquele em que o sol, o sorriso, a fraternidade abundam. Aquele Brasil que fica lá em cima. Apesar de minha pele quase transparente, cada vez que me deparo com essas repugnantes manifestações xenófobas, me sinto mais brasileiro, mais Nordestino, mais Negro e mais feliz por odiar tanta ignorância.

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    Fernando Alvares

    16 de novembro de 2010 às 19h21

    Parabéns, também me sinto cada vez mais brasileiro quanto me deparo com esta manifestações racista e preconceituosas
    Em São Paulo estes inerguminos também colocam a cabeça pra fora, contudo penso que não alcançarão exito.
    Apesar dos pesares, Sampa sempre foi e continua sendo cosmopolita, plural e democratica. O preconceito que exixte é real e deve ser combatido. Contudo, é uma minoria insignificante que pensa desta forma. O verdadeiro povo de São Paulo não é racista, pelo contrário é mestiço é como o Coringão preto, branco, amarelo, vermelho… só não é verde…

    Elton

    16 de novembro de 2010 às 19h30

    Sou nascido e criado em Curitiba, moro em LAges (SC) há quatro meses…..posso afirmar categóricamente que o problema não está só em Curitiba, mas no interior de Santa Catarina também!! Sou descendente de polacos, nunca fui racista mas sou originário de uma família que o é…….Já foi pior em Curitiba, a cidade cresceu muito rápido dos anos 1970 em diante e hoje é mais cosmopolita, você apesar de tudo encontra gente consciente, plural. Mas a raiz do pensamento vigente ainda é extremamente preconceituosa.

J. Carlos

16 de novembro de 2010 às 17h39

Precisa dizer em quem a besta fera votou?
Agora, o pior de tudo isso é que o pessoal que assiste esta fera é justamente da classe pobre que se tivesse vergonha não ligava esta canal.

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Irapuã Arrais

16 de novembro de 2010 às 17h37

Que coisa curiosa essa. Essas rivalidades existem em varias partes do mundo:
Na Argentina há rivalidades entre os de Buenos Aires com os de Mendonza,
Na França se ridiculariza os belgas,
Na Bolívia os de Santa Cruz tem diferenças com os de Cochabamba
No Canadá os do Quebec com o Canadá de língua inglesa,
Nos EUA há rivalidades entre os Nova Yorkinos e os naturais do Kentucky, Texas e outros estados tidos como caipiras de lá.Em São Paulo por causa da tal revolução de 1932 surgiu um preconceito com cariocas que perdura até hoje e com os mineiros que por sua vez são tidos como traiçoeiros, ainda hoje existem piadinhas com isso.
O que posso dizer que esses conflitos residem na mediocridade do caráter humano, pois no nosso caso São Paulo é uma mescla multi cultural e étnica que já não da mais para se falar em cultura paulista.
Fico imaginando as patrícinhas paulistas embaladas nos sons de rock end roll mudarem de repente para hábitos culturais arcaicos como as catiras originadas no período bandeirantista de S.Paulo.
Sera que da para se dançar catira em raves?

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    vera oliveira

    16 de novembro de 2010 às 19h08

    mas eu duvido que em todos esses lugares eles se arreganhaem aos estrangeiros como fazem os "daqui"

J. Carlos

16 de novembro de 2010 às 17h27

Pessoal,
Acessando o link abaixo podemos votar no presidente Lula para ser o Brasileiro de Sempre http://www.aguinaldosilvadigital.com.br/2010/?pag…

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joão bravo

16 de novembro de 2010 às 17h21

Zé Galiano era carroceiro conhecido na cidade. Alcoólatra inveterado, passava o dia fazendo pequenos carretos e no final da tarde, até altas horas da madrugada, bebendo em algum boteco.

Quando caía de tanto beber, alguma alma caridosa, colocava-o na carroça deitado, e o resto era por conta de seu cavalo, que já sabendo o caminho de casa, apressava-se em leva-lo.

Sua esposa, já de tão acostumada, aguardava paciente o animal chegar, retirava o marido da carroça, punha-o na cama, depois descangava o cavalo levando-o para a cocheira, para alimentando-lo.

Ele fazia seus carretos em uma cidade, e morava em outra, a pouco emancipada, separadas apenas por uma ponte, coisa para menos de sete quilômetros.

Nas raras vezes que fazia companhia a mulher e aos filhos, sempre que alguma queixa sobre a situação financeira vinha a baila, ele dizia:

-Vou assaltar um banco, é isto que tu quer?! – perguntava a mulher.

Tantas vezes esta frase foi por ele dita, que a mulher e os filhos nem reclamavam mais.

Com o tempo, as coisas foram se agravando e ele, cada vez trabalhava menos e bebia mais.

Certo dia, as duas cidades entraram em alerta, pois eram corredor de passagem de quem vinha de Santa Catarina para o Rio Grande do sul, e noticias chegaram a policia gaucha, de que uma perigosa quadrilha, armada até os dentes, deslocavam em direção as duas cidades.

Aproximadamente a 1 da manhã, as policias civil e militar, fizeram uma barreira na ponte, de formas a aproveitarem o local estratégico para efetuarem a prisão dos quadrlheiros.

A esta altura, todos os populares já sabiam, que elementos perigosos tentariam cruzar a ponte e que provavelmente iria haver tiroteio.

Neste meio tempo, já desacordado, Zé Galiano era posto em sua carroça, com o cavalo partindo de volta a casa.

Numa destas coincidências da vida, chegaram ao mesmo tempo na ponte, o veículo da quadrilha e o veículo do Zé.

Os bandidos então ao avistarem a barreira, e fortemente armados, começaram a atirar, obrigando a muitos policiais lançarem-se a água, como que num treinamento da marinha.

Os criminosos conseguiram passar, mas não sem antes, fazerem com que o cavalo saísse em desabalada carreira em direção a casa,e deixassem a carroça coberta de furos de bala, e evidente fazendo o Zé curar do porre na marra.

Quando a mulher percebe a chegada do cavalo, se dirige até lá, vê a carroça toda furada a bala e o marido "normal" toma um susto.

-Que que tu andou aprontando animal? – pergunta ela brava.

Ele banca o macho e ameaça.

-Não enche que eu não tô bom!, acabei de furar um cerco da policia á bala!.

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    Depaula

    16 de novembro de 2010 às 18h02

    Qual é a tua cara? Sabe aquela do espanador pra aparece? Não é aqui. O debate é sério e tu chegas aqui contando causos que nada têm a ver com a discussáo. Pra quê? Pra irritar. Pode usar o espanador, mas não aqui

    joão bravo

    16 de novembro de 2010 às 19h01

    Qual a do espanador? tem várias,seria aquele espanador que você usa para sair de galo no carnaval?

Cunha

16 de novembro de 2010 às 17h11

Com isso tudo acontecendo, ainda estou esperando uma reação do Caetano Veloso. Não pelo texto, mas pelo que sucedeu após a eleição e as análises dos representantes xenófobos dos derrotados.
Onde está " A língua é minha pátria" ? Sampa?
Sei que ele não gosta do Lula e do PT,mas, como estaria se comportando com a reação desse pessoal?
Estamos aguardando algo.

Responder

    Depaula

    16 de novembro de 2010 às 17h51

    Dona Canô gosta. De Lula e de Dilma.
    Ela declarou: “Eu vou votar em Dilma, porque ela tem toda a capacidade de governar”. (veja o vídeo) E muito! Tá bom. Ele não fez falta pra eleger Dima, não!
    http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

Cassia

16 de novembro de 2010 às 17h10

Crianças pensam mesmo assim?
http://www.youtube.com/watch?v=b1pwsvNnPZc

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Alexandre

16 de novembro de 2010 às 16h32

Bota esse povo pra disputar vaga em concurso público, desses mais difíceis, com os nordestinos pra vê que leva.
Entre outras coisas eles (os xenófobos) tm medo é da concorrência.

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Heitor Rodrigues

16 de novembro de 2010 às 16h29

A imensa maioria dos motoristas profissionais do Brasil é formada por gente pouco letrada, com as exceções de praxe. O ofício é para peões, assim como as condições de trabalho. Caminhoneiros, taxistas, motoristas de ônibus urbanos e rodoviários ralam prá cacête e, não raro, assumem riscos pessoais para levar à cabo suas tarefas. Muitos deixam a vida no asfalto, vítimas de seus êrros ou dos êrros de outros, .

Ao contrário, letrados e cultos motoristas amadores, cagam e andam para o Código Nacional de Trânsito em seus carrões, certos da impunidade por considerarem ser mais fácil corromper agentes da lei, quando encontrados em flagrante delito, do que partilhar regras de civilidade com os demais usuários das ruas e estradas.

A ilação sôbre o relacionamento marido e mulher – uma única ilação mesmo, pois todos se odeiam – sugere um estado de miséria na vida de alguém que desconhece totalmente o mundo real e a singularidade da existência de cada pessoa.

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Regina

16 de novembro de 2010 às 16h17

Gente,é espetacular como algumas pessoas conseguem se superar na ignorância…O senhor do video só deve ter lido um único livro …Minha Vida do hitler e comentários de kamel…Pena, que naõ de prá quantificar ou medir o ódio…Por que senaõ a plim-plim estaria como recordista absoluta…nem mesmo o nazismo lhe faria frente.

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AlxMendes

16 de novembro de 2010 às 16h13

A mídia PiG vem insuflando o preconceito de SP contra o resto de Brasil.

Desde que o PSDB ascendeu ao poder e criou um feriado em 9 de Julho para comemorar a revolução separatista de SP (não teve nada a ver com constituição e legalidade), o separatismo e o preconceito tem sido reavivado em SP.

Ora, SP sempre espoliou o Brasil. Teve todo o país como mercado cativo de sua indústria de má qualidade. O Ceará e a Amazônia estão mais perto dos EUA do que de SP. Recife e Natal estão tão pertos de Europa quanto estão de SP. Vocês acham que se SP fosse outro país, oa nordestinos estariam comprando as "carroças" de SP como acertadamente disse o famigerado Collor? Eles não são burros.

A riqueza de SP se deve a SP manter todo o Brasil cativo por mais de uma centena de anos. A energia elétrica que permitiu a industrialização de SP veio primeiramente de MG: usinas de Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto); depois de Uruupungá, da qual metade é paulista e metade é do Mato Grosso do Sul. As demais usinas do Rio Grande: Água Vermelha, Marimbondo, Jaguara, Estreito, etc., são metade mineiras. Taquaruçu, Capivara e Rosana são metade paranaenses. O restante da energia consumida em SP vem de Itaipu… SP só produz verdadeiramente 10.000MW dos 30.000 que necessita sendo que somente 1.400 MW são de hidrelétricas 100% paulistas. O restante ou vem de fora, como Itaipu, Furnas e Peixoto e futuramente do Rio Madeira e de usinas termelétricas. O minério de ferro da Cosipa vem de MG e o carvão de SC ou do exterior. O gás vem do Rio de Janeiro e ES ou da Bolívia. O Aço vem de MG ou Rio. A borracha da Amazônia.

São Paulo não seria nada se não fosse o resto do Brasil.

Está na hora do resto do Brasil reagir à essa concentração da mídia em SP e exigir conteúdos regionais, para que a manipulação dessa mídia PiG corrupta e desonesta pare de vez.
O mal do Brasil é quase que todo o conteúdo das TVs é gerado em SP ou RJ e é embutida uma inferioridade às pessoas e à cultura do resto do país.
Não há nada mais absurdo do que os diretores de márquete das agências de propaganda imporem “Brasil Foods” ao invés de manterem SADIA no nome da empresa resultante da fusão da Sadia com Perdigão. É a desvalorização constante da brasilidade que reina em SP e denigre e desvaloriza sempre o Brasil e os brasileiros.

A elite paulista tem vergonha de ser brasileira. Está na hora de colocá-la no seu devido lugar! Nesse sentido, é imperativo que a segunda linha de transmissão de corrente contínua do Rio Madeira seja construída em MG (talvez GO), construindo-se uma segunda subestação inversora, que futuramente receberia as LTs da Usina de Belo Monte. E que sejam feitas linhas de Belo Monte para levar mais energia para Belém, Salvador, Recife e Fortaleza. As indústrias que quiserem energia barata devem ira pra lá, levar empregos pra lá e ajudar a desafogar SP do caos em que está se tornando. Será melhor tanto para o Brasil como para SP.

Passou da hora de SP receber de mão beijada as riquezas energéticas e minerais dos demais Estados. SP deve suar a camisa e partir para produzir sua energia com usinas nucleares e tarifas mais caras, enquanto os demais estados (PR, MG, MS, MT, RO, PA, MA) devem ter sua energia limpa disponibilizada em seus territórios.

Está na hora de distribuir a riqueza brasileira onde ela nasce e pare de ser toda transferida para SP!

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Silver

16 de novembro de 2010 às 16h08

Esse Luiz Carlos Prates, se já leu algum livro na vida, não entendeu nada, tamanha a sua ignorância.

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Hilda

16 de novembro de 2010 às 16h06

Isso é caso urgente para psiquiatra! Só que merece também um estudo por quem entende e uma reação à altura da Nação Brasileira porque não é um fato isolado, aqui e ali aparecem piguistas raivosos que tratam o povo brasileiro como "uma corja que está usurpando os bens da classe abastada", e que não é capaz de pensar, analisar o que é melhor para si. Afrontam a democracia já que não aceitam a vontade da maioria. Já está ficando recorrente estas manifestações e não podem ficar sem resposta.
Por exemplo, leram o artigo do Mainardi na Veja? Coloco o link abaixo, também é de assustar como este senhor nos "analisa": http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/?gclid=CI6….

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    Luiz Fortaleza

    16 de novembro de 2010 às 17h36

    Esse imbecil do Mainardi SE ACHA o suprasumo da intelectualidade, da inteligência, ou seja, só existe vida inteligente a sua volta, o resto são primitivos, macacos. Odeio a sua arrogância boçal, a sua ironia bestealizada, seu veneno amargo, essa mania de falar como se não fosse brasileiro, fosse povo… vai-te embora americanalhado tupiniquim.

    vera oliveira

    16 de novembro de 2010 às 19h23

    o blog do mainardi (eca) é tão bom tão bom que não tem um espaço para comentarios dos internautas,será que é porque ele tem medo do que o povo acha dele??e quem é borat meu Deus???

Rafaela Buonarrotti

16 de novembro de 2010 às 16h04

O Nordeste é uma invenção, assim como toda essa discussão que vez ou outra aflora. Para entendermos melhor como o NOrdeste foi inventado, indico o belíssimo livro do historiador Durval Muniz de Albuquerque Júnior "A invenção do nordeste e outras artes", pela editora Cortez. Esta região, inclusive teria uma data de iniciação: 1910. Antes disso não havia Nordeste nem nordestinos, apenas um grande Norte. No blog abaixo há uma pequena discussão sobre este livro. Abçs
http://acertodecontas.blog.br/atualidades/inventa…

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Pall Kunkanen

16 de novembro de 2010 às 15h53

Azenha, lendo o "Repórter Brasil" tendo a frente o abolicionista do século XXI Leonardo Sakamoto, é possível ver que aonde o trabalho escravo empera no sul são regiões a muito dominados por feudos da arena e psdb. Até o meu querido estado do PR, voltou no tempo e tem empregado esta nefasta prática, contra os pobres.

Engraçado que o Prates nunca fala das constantes libertações de escravos feitas em SC, prática constante no meio oeste catarinense…. humm deixe-me ver se eu sei, anunciantes e rbs fazem parte dos extensos plantios de pinus????

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Carlos

16 de novembro de 2010 às 15h39

Ainda criticam Hitler…. Há se pudessem fazer o que Hitler fez….. coitadas das minorias!!!

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@yakolev

16 de novembro de 2010 às 15h34

Apelos à Violência, ao Sexo, Dinheiro, Poder, Imagens etc são recursos perfeitamente válidos qdo não imprescindíveis nas Artes, Mitologia & Alegorias em geral,
bem como a condensação estilizada d comportamentos em determinados personagens, pois avivam nosso cérebro primitivo reptiliano (q afinal é quem está no comando),
se constituindo como 1 das únicas, senão a única forma d contato funcional deste c/o cortéx (aquele q acha q manda).

Já, (à partir disso) a simplificação e o tratamento superficial dos acontecimentos sempre foi opção deliberadamente tomada fora d contexto pelos setores dominantes através (tb) da imprensa/publicidade afim d atingir/manter o maior público possível.

Segue link http://migre.me/2fCs0 (já q não há jeito d se colocar o código direto do vídeo, precisam consertar isso hein rs)
c/a sátira q o Marcelo Adnet – MTV fez e mtos acharam "exagerada" mas q agora (mais) essa desse Prates da RBS d SC, c/certeza os fará lembrar q a realidade sempre bate na ficção q inspira…

Qto ao ódio social, não é "privilégio" paulista, Vejam por ex. o 32º morador d rua morto em Alagoas…

Responder

monge scéptico

16 de novembro de 2010 às 15h26

SE querem um novo mil novecentos e trinta, vamos nós. Depois não chorem pitangas.
O FASCISTA prates é desses de quem se aproveitam, quando querem dizer e, não
tem coragem. Ou seja provoquem o abestado e, ele ZURRA as bobagens do outro acre-
-scidas das dele próprio. VIVA TIRIRICA ESSE ABESTADO VAI DAR O QUE FALAR!

Responder

Sebastião Ferreira

16 de novembro de 2010 às 15h17

O problema é histórico, os ninguendades preadores de índios perderam a Guerra dos Emboabas.

Responder

fabio sp

16 de novembro de 2010 às 15h16

Quer dizer então que os paulistas conseguiram catequisar os muçulmanos também… ah,ah,ah quanta bobagem.

Responder

Fran

16 de novembro de 2010 às 15h14

Não é de se assustar esse tipo de comentario , pois sta Catarina é um estado ultra conservador…acabou de eleger um dos caras que desmontou a educação de lá como senador. Sobre esse Prates, as coisas que fala é de vomitar….

Responder

    marta

    16 de novembro de 2010 às 15h55

    e o pior é que é gaúcho!!!!!!!!!!!!! Umas das pérolas que nós exportamos prá SC.

Nadja

16 de novembro de 2010 às 15h03

"qualquer miserável tem um carro" SURREALLLLL
tem que rirrr "popularização do automável" kkkkk
Tem certeza que eles não são do PT pagos para ridicularizar a elite????
SURRREEALLLL

Responder

Gerson Carneiro

16 de novembro de 2010 às 15h03

Sobre o termo "baianada", escrevi o texto seguinte, em 16/11/2009, há exatamente um ano, no principal jornal da cidade de Campinas-SP:

‘Paulistada’

Tomei ciência em Campinas de que o termo “baianada” seria sinônimo de coisa mal feita. Pois bem, falacioso engano. Baiano que sou, afirmo que, em Salvador, não há um entroncamento tão mal feito quanto o da rodoviária aqui em Campinas. Quem por ali transita, pedestre ou condutor de veículo, depara com um emaranhado de semáforos e cruzamentos que dificulta a dispersão do trânsito de carros e viandantes, comprovando o que afirmo. Se nas imediações da rodoviária de Campinas tivesse sido feita uma “baianada”, e não uma “paulistada”, teriam feito coisa bem feita.

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vera

16 de novembro de 2010 às 14h57

Sou gaucha.Nascida e criada nestas bandas de ca, bem abaixo da linha do Equador.
Me criei comendo batata doce com leite,no copo,junto com minha vó.
Portanto,se não é uma baianada, sera uma gauchada?

Responder

Jota Ricardo

16 de novembro de 2010 às 14h54

Nossa riqueza,além da diversidade,é nosso tamanho continental.Estão faltando aulas de OSPB nas escolas brasileirasEnquantoesta matéria não volta,ouçam a''Canção do Expedicionário'',que retrata o sentimento de amor à Nação dos pracinhas brasileiros na segunda guerra mundial e descubram o orgulho de viver neste país,o mais viável do mundo.

Responder

    DeBarros

    16 de novembro de 2010 às 17h04

    Concordo,

    A cancao do expedicionario eh uma das pecas mais lindas da musica Brasileira. Inclui a todos e nao exclui ninguem. Canta em versos belissimos cada regiao desse imenso, diverso e belo pais.

    Tenho orgulho e carinho de pertencer a um pais com tanta diversidade, onde podemos ter amigos de todas as cores. O valor desse patrimonio cultural eh incalculavel.

Mariana

16 de novembro de 2010 às 14h34

Batata com leite, jerimum com leite, cuscuz com leite… a boca fica cheia d'água!
Eu fiz pós em sociologia na década de 70 em São Paulo. Imagine quantas histórias!

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Regina

16 de novembro de 2010 às 14h24

Parabéns Fatima pela inspiração e boas lembranças.

Responder

@luciene_myikha

16 de novembro de 2010 às 14h15

Se este cara não gosta do governo, sinal de que o governo é muuuito bom !!!

Responder

Maria

16 de novembro de 2010 às 14h14

Me deu nojo desse sujeito! pelo amor de Deus!! agora a culpa dos acidentes é do pobre, que agora, pode comprar um carro. Q absurdo a fala desse senhor!! Se eu o visse agora diria umas boas p/ na sua cara.

Responder

Carlos

16 de novembro de 2010 às 14h09

Eu sou de PE e moro na PB. Conheço SP, RJ, PR, AM, além dos Estados do NE. Realmente senti um pouco de preconceito na pele por ser do NE; mas achava que era coisa normal, pois até aqui tem um pouco de discriminação entre os próprios estados da região. Agora ficou claro, nesta campanha, que os xenófobos não suportam mais a hipótese de um nordestino ter melhorado a situação do país como um todo; o que eles querem é ter sempre uma "subraça" pra que eles se sintam melhores que os outros, pois não basta vc estar bem, o que vale é vc estar melhor. Por isso que vou ficando por aqui, pois aqui é meu lugar.

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van

16 de novembro de 2010 às 14h02

Batata-doce é uma coisa maravilhosa. Com melado e farinha – festa junina – acompanhahdo uma carne de porco com farofa. Comida brasileira é muito boa e saudável.

Responder

easonnascimento

16 de novembro de 2010 às 13h52

Eita texto arretado de bom. Dona Fátima é nordestina boa de briga. Gostei tanto que vou procurar ler mais coisas dela, pois com certeza vale a pena. Parabéns. É assim que se faz.
http://easonfn.wordpress.com

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Ana

16 de novembro de 2010 às 13h51

Então para o Luiz Carlos Prates apenas os miseráveis provocam acidentes de trânsito. Quanta ignorância…

Responder

ana

16 de novembro de 2010 às 13h44

Gostaria de acrescentar que como paulistana, filha de pai caipira e mãe mineira, a xenofobia de São Paulo é mais ramificada, explico-me: migrante com dinheiro pode, migrante sem dinheiro é baiano. Agora, imigrante com dinheiro ou sem dinheiro é enaltecido aqui como um ser superior, complexo de vira-lata, como dizem muitos…Além, os quatrocentões de São Paulo moram em Miami, poucos ficaram para transmitir aos parentes, sem pedigree, porque também se misturaram com os 'carcamanos', uma superioridade iletrada, inculta e feia que lotam os estacionamentos de Shopping.

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Survivorman

16 de novembro de 2010 às 13h29

Que artigo maravilhoso! Lembrei que quando saí de Manaus para fazer o pós na PUC, lá, no ex- INAMPS, ouvi a seguinte reação da chefia: "Agora esse pessoal se despenca lá "de cima", e pensa que pode ficar em qualquer lugar! Cê sabe datilografar? (não havia computadores no ex-INAMPS) Então, pode ficar." E foi assim que fui recebida na Seção. E olha que eu vinha fazer o Pós… Depois, passaram a "conviver normalmente" comigo. Foi isso que o Serra disse, ao se referir aos vizinhos nordestinos com quem teve de conviver na época em que morava no Brás(?), não foi?! Fiz muito boas amizades na Seção. Parece que foi uma reação "precipitada"… só isso…Tomara que esse medo de "estrangeiros" não assole o estado de SP…

Responder

Tiago Tobias

16 de novembro de 2010 às 13h28

Esse Luiz Carlos Prates é um imbecil!

Responder

rosa

16 de novembro de 2010 às 13h22

Obrigada, Fátima. Adorei teu texto. Levaste-me à Ribeira, na Paraíba, onde vivi toda a minha infância. Fizeste-me lembrar do meu prato predileto. Batata doce com leite, preparado e servido por minha mãe, não tem preço. Essa turma xenófoba não tem noção do quanto nossos hábitos "estranhos" nos alicerçaram para suportar tanta ignorância…

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rosa

16 de novembro de 2010 às 13h08

Imressionante!!! Confesso que ri mas fiquei com a consciência "perturbada", ao perceber que ainda temos que conviver com essas "criaturas" que não perdoam o sucesso do Governo Lula.

Responder

Leider_Lincoln

16 de novembro de 2010 às 13h06

Eu, que tive a honra de morar um tempinho no Nordeste e conheço razoavelmente bem a região (menos o Maranhão) trabalho duramente com meus alunos sobre o flagelo e a repugnância que qualquer tipo de fascismo nos deve inspirar. Aqui em Catalão há um expressivo número de nordestinos recém-chegados , sobretudo maranhenses, veja só. Aguardo ansioso que um deles abra um restaurante típico…
E assim, a batata doce que vocês usam é da branca ou da amarela, Conceição?

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fred

16 de novembro de 2010 às 12h42

Apesar do enorme racismo dos paulistas, alavancado pela campanha retrograda de Serra, acho que este caso eh mais de problema religioso (carne de porco e casar com muculmana) do que de preconceito ao NE. Em tempo: sou de Recife, com muito orgulho!!!

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joão bravo

16 de novembro de 2010 às 12h38

Era 1994, a época eu atendia os clientes em minha agropecuária o equivalente hoje em dia ao pet shop,entra um senhor já com seus 90 anos de origem alemã e pede um veneno chamado aldrin.
Disse-lhe que não tinhamos aldrin,que este veneno estava proibido e que poderia dar um intoxicação aguda na pessoa que o aplicasse.
Ele insistiu:
-Vocês sempre tem algum escondido,pergunte a branquinha lá.
A “branquinha lá” era minha esposa,já acostumada a lidar com aquele senhor.
Aqui no sul apesar da mistura de raças,muitos como eu tem cor de cuia puxando para o marron.
Eu com muita paciência tentei novamente argumentar:
-Senhor,eu já lhe disse que nem com receituário de um agrônomo o senhor conseguirá aldrin.
Ele sem exitar disse-me:
-Bem que me disseram lá em casa,enquanto estava só brancos aqui era uma maravilha,bastou entrar um preto estragou tudo.
Perdi a paciência o chamei de nazista filho da puta.
Mas não o abalei,ele disse-me que procuraria em outra casa de brancos.
Senti muita raiva á época,mas ao mesmo tempo aquilo me fez bem,agora sei o que os negros,nordestinos e outros sentiam e sentem diáriamente.

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Luiz Fortaleza

16 de novembro de 2010 às 12h27

Eu olho pra São Paulo, essa selva de pedra dura, tão dura qto alguns de seus habitantes anti-nordestinos, anti-pobres, anti-pretos, anti-favelados, e penso o qto tem se suor, sangue e lágrimas impregnadas nos prédios, nos viadutos, nas grandes avenidas e etc. Qto nordestinos teriam sido mortos em construções monstruosas desta cidade, como Metrô etc. e tal. Uma vez em 1990 qdo estive em Limeira, jovem, uma moça me chamou de baiano e depois pediu desculpas. E eu perguntei: Desculpas de q? Eu amo ser nordestino, cearense, cabeça chata, apesar de não ter, e minha terra é de uma riqueza artesanal, paisagística, cultural medonha. Mas esse olhar superior de paulistas ignorantes sobre nordestinos reflete a falta de clareza antropológica, filosófica, histórica, política e cultural dos ditos eruditos e "bem educados". Não é à toa q gays, pobres, mendingos, são espancados nas ruas de SP por um tipo de juventude imbecil e cretina onde os pais ainda justificam os atos criminosos dos filhos: "é apenas uma criança". Q Pais! Acho q a Mídia tem a oportunidade de se fazer um debate sobre isso para esclarecer e combater esse tipo de preconceito e não o faz como o Fantástico. Ainda quem o fez foi o programa SUPERPOR mas de forma muito primária e à nível de senso comum, com convidados pouco especializados no assunto.

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leo

16 de novembro de 2010 às 12h25

não existe outra palavra que qualifique este imbecil – " imbecil"

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Ana Barros Pinto

16 de novembro de 2010 às 12h25

Não é só a paulicéia não, Fátima. Infelizmente…. Sou paulista, morei em Campo Grande na infância, vivo em Porto Alegre desde os 10 anos e já ouvi muuito, das gentes brancas descendente de alemães e italianos daqui do sul, de forma depreciativa, que sou "baiana"…. sempre respondi que adoraria ser, que digo sempre que se houver uma outra encarnação (minha mãe é espírita e sustenta que sim!) quero nascer na Bahia!!!

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Carl Brutadilewski

16 de novembro de 2010 às 12h16

Azenha, peço que divulgue esse textoAzenha, peço que divulgue esse texto

http://espacobanal.blogspot.com/2010/11/o-darwini…

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Antonio Deiró

16 de novembro de 2010 às 12h15

Cara Fátima
Minha esposa é sergipana de Propriá e eu sou bahiano de Mata de São João, região metropolitana de Salvador.
Por volta de setembro de 1998, estavamos minha esposa e eu conversando no aeroporto de Natal com dois casais de paulistanos que havíamos conhecido em Fernando de Noronha. As mulheres eram comissárias de bordo de uma companhia de aviação e os homenes eram economistas. Falamos que iríamos aproveitar para conhecer João Pessoa, pertinho de Natal e eles nos informaram que haviam passado por lá antes de Fernando de Noronha, acharam a cidadezinha provinciana e ficaram repugnados no transporte coletivo "cheio de bahianinhos fedorentos". Disse-lhes então:
"Minha esposa é sergipana e eu sou bahiano e agorinha mesmo estamos sentindo um enorme fedor de preconceito e ignôrância" e afastamo-nos imediatamente enquanto eles ruminavam e engoliam a nossa resposta.
Infelizmente, isso é realmente antigo e está retornando agora com toda força depois da campanha política.
Um abraço solidário
Antonio Deiró

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vera oliveira

16 de novembro de 2010 às 12h13

o mais bizarro é que os estrangeiros que moram aqui se sentem no direito de ser xenófobos com pessoas daqui!!!isso é surreal,só acontece por aqui mesmo onde a auto estima do povo é baixíssima.Isso tem que ser estudado,discutido,esse povo que usa os nordestinos como valvula de escape tem que ser alvo de estudos,eles tem que descobrir que ELES é que tem problemas,que precisam aprender à gostar de si mesmos,gostar do sotaque do interior,usar chapéu de cangaceiro mesmo ao invés de chapéu de cowboy,gostar de batata doce com leite,bananada,de feijoada ao invés de "scargot" que nada mais é do que uma lesma gosmenta,esses paulistas tem problemas com eles mesmos,não se sentem seguros consigo próprios,precisam pensar que são melhores..porque NÃO se sentem melhores,daí a necessidade de humilhar o outro,de fazer o outro se sentir menos,menos que ele,enfim precisam de um bom psiquiatra.

Responder

    vera oliveira

    16 de novembro de 2010 às 19h15

    quando eu digo "esses paulistas" me refiro aos preconceituosos heim paulistada boa,sei que em todos os lugares do mundo tem os bons e as porcarias.

    El Cid

    16 de novembro de 2010 às 20h38

    endosso, Vera !!

Jorge Nunes

16 de novembro de 2010 às 12h08

Minha mãe preparava café da manhã com batata-doce com leite até mudarmos para uma casa com padaria perto. Que sempre tinha pão francês feito na hora.

Responder

    Rafael J

    16 de novembro de 2010 às 21h05

    Deverias ter ficado com a batata-doce. É muito mais saudável que o famigerado pãozinho.

Sandra S.G. Iannini

16 de novembro de 2010 às 12h04

Fátima, eitá que encontro retado de bom com "tu" maranhense. Vixee, adorei batata-doce com leite, tempos que não comia. Achei que ocê é mais gulosa. Só deixou um tiquim de nada para sua leitora nordestina carente das coisas do sertão.
Resgate de gostosura. Grata minha escritora. Só ocê para me tirar desta letargia. Sua crônica é mesmo um presente para esta baiana perdida nas montanhas das Gerais.
Hoje estou com tanta saudade, dói no coração. O tempinho chuvoso, tristinho contribui para tanta nostalgia.
Um cheiro com aroma de batata-doce com leite.

[Sandra Sena Gomes Iannini, DIRETAMENTE DE OURO BRANCO-MG]

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Alberto Porém Jr.

16 de novembro de 2010 às 12h02

Como você classificaria o que se segue abaixo?
http://www.michel.eti.br/blog/v2/wp-content/uploa…

Eu diria que a xenofobia está tão enraizada na Cultura Sudestina que produz estas pérolas de pensamento.

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Klaus

16 de novembro de 2010 às 11h59

Um dos blogs mais "xenófobos" combatendo a "xenofobia". O que se fala de paulista aqui se fosse falado sobre nordestino seria caso de processo judicial.

Responder

    Lúcia Bernardes

    16 de novembro de 2010 às 15h46

    Pois é Klaus se tem a palavra xenofobia, tem também a palavra sofisma, que é o resumo do que você está dizendo.
    Querido, você está sofismando. Um truque velho em discussões políticas quando alguém quer o caminho fácil do convencimento.
    Aquele caminho, sem contexto histórico, sem conteúdo…Os leitores incautos e cínicos adoram ler isso…
    Olha como é simplório: 1. o tema é xenofobia 2. Um site critica uma determinada região e algumas pessoas dessa região 3. Logo, este site também é xenófobo.
    Assim:
    Se critico a intolerância da Europa com os imigrantes, sou também xenófobo.
    Se critico a longa duração da escravidão no Brasil, sou xenófobo (aqueles pobres senhores de engenho….)
    Se critico o regime do apartheid, sou xenófobo contra os brancos sulafricanos.
    Enfim, Klaus, dá para contar outra?

    Klaus

    16 de novembro de 2010 às 17h47

    Minha querida, o que há por aqui é o coitadismo, aqueles que a esquerda acha que são hipossuficientes não podem ser atacados. Uma crítica de igual teor a um nordestino e a um paulista tem diferentes reações. Lula é incriticável por ser nordestino e metalúrgico e Dilma o será por ser mulher, como foi na campanha. Vida que segue.

    Elton

    16 de novembro de 2010 às 20h08

    Klaus, nessa você tentou se explicar mas continuou mal, muito mal………Estude mais a História do Brasil, participe mais do dia a dia do país, não reproduza discursos alheios.

    El Cid

    16 de novembro de 2010 às 20h37

    … e você ainda tentando se justificar , ó "herr klaus, o sofismador" ??

    .. até que você e a "senadora petruzo" formam um par e tanto, viu ??

    El Cid

    16 de novembro de 2010 às 18h27

    Lúcia, na mosca !!

    …que título bonito para ele: "herr klaus, o sofismador"…

    Rodrigo Leme

    17 de novembro de 2010 às 08h50

    Não, peraí. Sofisma tem duas vias:

    1. Uma coisa é criticar casos de preconceito que vieram de paulistas (vá lá, eu acho que é conveniente focar em SP e iognorar que o prblema é universal, mas tudo bem).

    2. Porém, o que se faz aqui é criar a imagem de que SP é racista e intolerante. Vários comentários aqui vão nessa toada, não separando "paulistas preconceituosos" de "preconceito paulista".

    E ao fazer isso, as pessoas incorrem sim em preconceito. A atitude de uma parcela de um grupo não dá direito a ninguém de extrapolar isso a todo o grupo.

    Seu exemplo é furado Lucia. Ninguém critica a "intolerânci da Euopa", mas sim a intolerância de EUROPEUS. É bem diferente. Se alguém criticar a intolerância da Europa, estará incorrendo no mesmo erro que você e outros comentaristas. Erros que em alguns casos aqui beiram o criminoso, vide a mensagem lá em cima do rapaz que fala dos "estrangeiros de merda".

    Lúcia Bernardes

    17 de novembro de 2010 às 15h10

    Furando é seu argumento que não passa de um tréplica do Klaus.
    Vocês dois minimizam o problema.
    Seja mais transparente: você acha que o problema do preconceito não é tão grave aqui em São Paulo. Não é isso? Se for, ok, respeito. Podemos até argumentar em relação a isso.
    Mas, por favor, não venha com pegadinha, senhor Leme. Um bom entendedor, honesto, e de boa fé, que ler/ouvir o termo"intolerância da Europa", não vai generalilzar isso para todos os europeus. O mesmo vale em relação a falar/escrever sobre o que ocorre aqui (sou de São Paulo) e com os paulistas.

Luiís A. Furtado

16 de novembro de 2010 às 11h53

Tá lubrinando – escritos da Chapada do Arapari
… é um ponto de publicação de "coisas" escritas em momentos de grandes inspirações, pois a Chapada do Arapari é um lugar que existe, mas ao mesmo tempo é meu imaginário… http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

Textos publicados:

1. COMIDA BÚLGARA & MINEIRA PARA MULHERAR DILMA ROUSSEFF – “URSO COM FOME NÃO DANÇA” (Гладна мечка хоро не играе) – http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

2. NOTA PÚBLICA: Eleição da Primeira Presidenta Brasileira http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

3. DONA LÔ VAI À BRASÍLIA http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

4. NA CHAPADA DO ARAPARI MULHER NÃO ABORTA, SÓ TEM “PÉRCA”! http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs…

Responder

Luís Alberto Furtado

16 de novembro de 2010 às 11h52

Internautas que seguem o blogue do Azenha, Fátima Oliveira tem sido para mim um alento. Durante a campanha eleitoral, foi destemida. Enfrentou tudo que era para ser enfrentado, diferentemente de muitas feministas que adotaram a postura de avestruz. É uma intelectual boa de briga e que não foge da raia.
O presente artigo já diz tudo, mas recomendo o blogue dela (Tá lubrinando – escritos da Chapada do Arapari) http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs… , protagonizado por Dona Lô personagem que vale à pena conhecermos.

Responder

El Cid

16 de novembro de 2010 às 11h38

enquanto isso, lá na RBS, ver fascistas incomodados com a ascensão social é um sinal de que o governo vai bem:

[youtube uwh3_tE_VG4&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=uwh3_tE_VG4&feature=player_embedded youtube]

Responder

    Ane

    16 de novembro de 2010 às 12h22

    Frustrado é esse imbecil!
    A mulher dele (ou marido, sei lá se alguém aguenta esse sujeito) dorme de calça jeans toda noite…

    Klaus

    16 de novembro de 2010 às 17h51

    Afinal, a única função de uma mulher é dar pro marido e quando ela não dá os homens ficam nervosos. Imaginem um homem dizer que determinada mulher está nervosa porque é mal comida. Vixe! Entendem os dois pesos e as duas medidas? O comentário da Ane não recebeu repulsa, se fosse eu que dissesse que uma mulher estava nervosa porque o homem dela nao fazia sexo o mundo caia.

    El Cid

    17 de novembro de 2010 às 05h53

    … é natural que você defenda gente da sua laia, como o frustado lá do vídeo !!

    Silvio

    16 de novembro de 2010 às 13h17

    El Cid:
    Esses são os que fazem as cabeças nos Estados de Paraná, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Mais não cansa por esperar. Já, já Brasil terá a lei dos médios de comunicação, e esse tipo de pessoas, vai a ter que medir um pouco suas palavras. Não poderá mostrar todo seu fascismo, e xenofobia, ao público que está assistindo um programa. Não alcança o controle remoto. Não vejo entre ele, e os miseráveis aos quais se refere nenhuma diferença. Terá lido muitos livros, mais não ficou nada, dentro de sua cabeça.

    MCG

    16 de novembro de 2010 às 16h13

    Sílvio, só para esclarecer, este imbecil faz TV em Santa Catarina. Sou de Curitiba, conheci esta "peça" no blog do Amorim hoje. Estou tão indignada quanto vc.

    Renato

    16 de novembro de 2010 às 16h58

    O problema é se eu registrar um domínio dentro dos EUA e usa-lo para dissiminar essas idéias. (Não poderão investir em censura).
    Deixo claro, idéia de racismo são odiadas por mim.

    Rafael J

    16 de novembro de 2010 às 21h09

    Deixe o RS de fora. Ele foi praticamente expulso daqui. Encontrou terreno fértil em SC para os seus desvairios.

    Kátia Aguiar

    16 de novembro de 2010 às 13h30

    Nossa! A que ponto chegamos! Estou estarrecida por ser em um canal de TV… mas outro dia ouvi isso de um taxista aqui em Salvador, que assim também justificava o caos no trânsito: a culpa é do governo que popularizou a compra do automóvel.

    Claudio Massafera

    16 de novembro de 2010 às 13h57

    caramba hein…olha a frustração desse ómi
    fascista é pouco…olha o discurso desse cara…
    que raiva ele tem do governo hein….
    imagina só popularizar o automóvel !!! que absurdo
    kkkkkkkkk

    van

    16 de novembro de 2010 às 13h59

    Pior é quem pensa como ele, fica com a cara dele.

    francisco.latorre

    16 de novembro de 2010 às 19h16

    lombrosiano.

    ..

    Hell Back™

    16 de novembro de 2010 às 19h04

    Caramba! Pensei que Hitler e suas idéias jaziam no túmulo. Enganei-me redondamente. Esse panaca pensa que está “arrebentando”. E o problema é que suas idéias de jerico estão fazendo eco em certos lugares do Brasil. Esse asno não sabe ou esqueceu que os impostos que todos pagam dão direito a todos de usarem os meios de transporte que melhor atenda as suas necessidades.
    http://www.youtube.com/watch?v=UgzatRsxce4&fe…
    http://www.youtube.com/watch?v=8zFYt1_0FUE

    francisco.latorre

    16 de novembro de 2010 às 19h15

    eles estão descontrolados..

    pa-pa.. pa-pam..

    eles estão descontrolados..

    pa-pa.. pa-pam..

    ..


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