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Diário da Resistência


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Apagões em São Paulo: As promessas enganosas da privatização


30/07/2011 - 11h57

Privatização não é sempre solução

por Heitor Scalambrini Costa

Professor da Universidade Federal de Pernambuco

Passados quase 20 anos desde o inicio das privatizações das distribuidoras de energia elétrica, já se pode fazer um balanço do que foi prometido; e realmente do que esta ocorrendo no país, com um primeiro semestre batendo recorde em falhas no fornecimento de energia elétrica em diversas regiões metropolitanas.

Desde então a distribuição elétrica é operada pela iniciativa privada. As distribuidoras gerenciam as áreas de concessão com deveres de manutenção, expansão e provimento de infraestrutura adequada, tendo sua receita advinda da cobrança de tarifas dos seus clientes.

A tão propalada privatização do setor elétrico nos anos 90, foi justificada como necessária para a modernização e eficientização deste setor estratégico. As promessas de que o setor privado traria a melhoria da qualidade dos serviços e a modicidade tarifaria, foram promessas enganosas. Os exemplos estão ai para mostrar que não necessariamente a gestão do setor privado é sempre superior ao do setor público.

Desde 2006 é verificado na maioria das empresas do setor uma tendencia declinante dos indicadores de qualidade dos serviços com sua deterioração, refletindo negativamente para o consumidor. A parcimônia da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ante a decadência da prestação dos serviços é evidente. Criada no âmbito da reestruturação do setor elétrico para intermediar conflitos, acabou virando parte deles. A Aneel é cada vez mais questionada na justiça tanto por causa dos blecautes que ocorrem, já que não fiscalizam direito as prestadoras de serviço que acabam fazendo o que querem, como é questionada pelos reajustes tarifários.

Esta falta de fiscalização ilustra a constrangedora promiscuidade entre interesses públicos e privados dando o tom da vida republicana no Brasil. Os gestores da Aneel falam mais do que fazem.

O exemplo mais recente e emblemático no setor elétrico é a da empresa AES Eletropaulo, com 6,1 milhões de clientes, que acaba de receber uma multa recorde de R$ 31,8 milhões (não significa que pagará devido a expectativa de que recorra da punição, como acontece em quase todas as multas), por irregularidades detectadas como o de não ressarcimento a empresas e cidadãos por apagões, obstrução da fiscalização e falhas generalizadas de manutenção. A companhia de energia foi punida por problemas em 2009 e 2010, e devido aos desligamentos ocorridos no inicio do mês de junho, quando deixou as famílias da capital paulista e região metropolitana ficarem três dias no escuro.

O que aconteceu na capital paulista, não é exclusivo. Outras distribuidoras colecionam queixas de consumidores em todo o Brasil. Vejam o caso da Light, com 4 milhões de clientes, presidida por um ex-diretor geral da Aneel, com os famosos “bueiros voadores”, cuja falta de manutenção cronica tem colocado em risco a vida dos moradores da cidade do Rio de Janeiro.

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), com 3,1 milhões de clientes, controlada pela Neoenergia, uma das maiores empresas do setor elétrico do país, também é outra das distribuidoras que tem feito o consumidor sofrer pela baixa qualidade da energia elétrica entregue, e pelas altas tarifas cobradas.

Infelizmente a cada apagão e a cada aumento nas contas de energia elétrica, as explicações são descabidas, e os consumidores continuam a serem enganados pelas falsas promessas de melhoria na qualidade dos serviços, de redução de tarifas e de punição as distribuidores. O que se verifica de fato, somente são palavras ao léu, sem correção dos rumos do que esta realmente malfeito. A lei não pode mais ser para inglês ver, tem de ser real, e assim proteger os consumidores.

Mostrar firmeza e compromisso público com a honestidade e com a eficiência é o minimo que se espera dos gestores do setor elétrico brasileiro.

PS do Viomundo: Inacreditáveis mesmo são os contínuos apagões na “locomotiva do Brasil”.

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
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A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



109 comentários

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nei

05 de agosto de 2011 às 01h03

E o nosso governador do Paraná, Beto Salsicha, está querendo doar a COPEL e a Cia de Águas e Esgotos Sanepar.
Ben

Responder

FrancoAtirador

31 de julho de 2011 às 23h21

A abertura de mercado às megacorporações transnacionais:

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AES Corporation

AES Corporation é uma megacompanhia estadunidense especializada na produção e distribuição de energia elétrica.

A AES foi fundada em 28 de janeiro de 1981 pelo governo dos EUA, e é hoje uma das maiores companhias do ramo no mundo, atuando em 26 países distintos.

A sede da companhia fica em Arlington, Virginia.

A AES Corporation atua no Brasil através do Grupo AES Brasil, composto por empresas das áreas de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica, empresas de infraestrutura de telecomunicações.

Presente no País desde 1997 (!!!),
o Grupo AES Brasil é controlador de oito empresas operacionais, que atuam nos setores de energia elétrica e telecomunicações – AES Eletropaulo, AES Sul, AES Tietê, AES Minas PCH (controlada pela AES Tietê), AES Uruguaiana, AES Infoenergy e AES Atimus.

Todas as empresas do Grupo AES Brasil, exceto a AES Sul, que é totalmente controlada pela AES, integram a holding Companhia Brasiliana de Energia, formada pela AES Corp., que detém 50,01% do capital votante, e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com 49,99% do capital votante.

Ao fim de 2009, as empresas do Grupo AES Brasil apresentaram EBTIDA (Earning Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization ou Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) de R$ 3,2 bilhões
e lucro líquido de R$ 1,9 bilhão.
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Responder

Apagões em São Paulo: As promessas enganosas da privatização « Blog do murilopohl

31 de julho de 2011 às 22h40

[…] de Heitor Scalambrini Costa, Professor da Universidade Federal de Pernambuco, publicado em Vi o mundo. (via […]

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Iukio Hasegawa

31 de julho de 2011 às 21h52

Cadê o livro do Amaury Ribeiro Júnior??????????

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    Aline C Pavia

    01 de agosto de 2011 às 00h23

    De ilusão também se vive. Esse livro já foi comprado no leilão por quem pagou mais e o silêncio continuará.

    Marcel

    01 de agosto de 2011 às 09h12

    Isso era e é um blefe monumental, meu amigo. Alimentado pela blogosfera "apartidária".

Eduardo Raio X

31 de julho de 2011 às 20h55

PSDBlecaute falava com as privatizações tudo séria mais fácil, tarifas mais baratas, luz para o Brasil todo e muito benefício para o povo brasileiro. Os únicos que lucraram com essa malandragem foi quem levou na bacia das almas, e ainda por cima com financiamento público???? Como é essa matemática!?!? Quem comprou devia vim com o dinheiro na pasta? Como é que leva e diz preciso de empréstimo para tocar o barco??? Escute todos emplumados tem um velho ditado aqui em Minas, chapéu de trouxa é marreta!

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Hell Back™

31 de julho de 2011 às 20h09

E o tal do neoliberalismo está agonizante. Se até na sua matriz não vingou, porque aqui seria diferente?

Responder

Fabio_Passos

31 de julho de 2011 às 19h19

Quando Brizola se deparou com uma transnacional incompetente, colocando em risco o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, ele não teve duvidas: Estatizou a Companhia de Energia Elétrica Riograndense, filial da ianque Bond & Share.

É evidente que nossa "elite" corrupta, representada por psdb-mídia-dem jamais tomará atitude similar pois são entreguistas.

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ZePovinho

31 de julho de 2011 às 17h24

Iniciativa privada??????????????Pode dar a descarga que é "pobrema"…….

[youtube zW8VlQMsk7g http://www.youtube.com/watch?v=zW8VlQMsk7g youtube]

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Nelson

31 de julho de 2011 às 17h02

Há um outro desdobramento, intimamente ligado às privatizações, nefasto para o povo brasileiro. Os órgãos de mídia hegemônicos e seus (de)formadores de opinião nunca o mencionam. Dele não se dão conta os incautos e ingênuos que ainda acreditam que as privatizações são feitas para melhorar a vida do povo. Este desdobramento, altamente negativo, é o aumento exponencial da remessa de recursos para fora do país.

Em artigo publicado em novembro de 2010, o diplomata e economista, Adriano Benayon, expõe números simplesmente aterradores sobre a questão dos recursos que entram e saem do Brasil. Conforme Benayon, “OS INVESTIMENTOS DIRETOS ESTRANGEIROS (IDES) [1] REGISTRADOS NO BRASIL DE 1947 ATÉ 2008 TOTALIZARAM U$ 222,6 BILHÕES DE DÓLARES. ENTRETANTO, AS RENDAS REMETIDAS DO BRASIL PARA O EXTERIOR, APENAS ENTRE 1995 E 2008, SOMARAM US$ 292,2 BILHÕES”.

Assim, em apenas 13 anos foram remetidos para o exterior 31% a mais em recursos do que o total que o país recebeu em 61 anos. Absurdo. Notem que o período, 1995 a 2008, corresponde a anos pós-Plano Real. É por esse e outros motivos que eu sigo afirmando, cada vez com maior convicção, que o Plano Real foi o plano econômico mais nefasto e mais deletério já impingido ao povo brasileiro. Não à toa, como também já afirmei neste sítio mesmo, os governos dos países ricos e o duo FMI/Banco Mundial se derreteram em elogios ao plano que a propaganda avassaladora fez convencer a “dez entre dez brasileiros”* de que ele veio para salvar o país.

E, voltando às privatizações, elas ajudam sobremaneira a escancarar ainda mais a porta por onde se esvaem recursos que, desesperadamente, o país precisa para, por exemplo, oferecer saúde, educação e saneamento básico a seu povo.

O artigo de Adriano Benayon, que ajuda a termos uma idéia mais exata do que se passa na realidade em nosso país, pode se lido acessando http://www.rumosdobrasil.org.br/2010/12/11/adrian… e poderia, a título de sugestão, Azenha, ser publicado aqui neste Viomundo.

Responder

    FrancoAtirador

    31 de julho de 2011 às 23h07

    .
    .
    Caro Nelson.

    Cumpre-me dizer que são extremamente esclarecedoras as suas explanações e pertinentes as referências.

    Um abraço libertário.
    .
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FrancoAtirador

31 de julho de 2011 às 13h33

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Por não emitir Comunicações de Acidentes de Trabalho, CLARO é condenada pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 500 mil, valor a ser revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, a título de indenização por danos morais coletivos causados aos empregados de tele-atendimento que desenvolveram algum tipo de LER/DORT, no exercício de suas atividades laborais.

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após receber informação do Sindicato dos Telefônicos sobre a ilegalidade praticada pela empresa de telefonia.

Só p'ra lembrar:
A Claro, segunda empresa de celulares do Brasil, é controlada pela América Móvil, maior operadora de telefone celular da América Latina, de propriedade do mega-empresário Carlos Slim, comandando as teles na Guatemala, em Porto Rico, no Peru, no Equador, em El Salvador, na Nicarágua, na Argentina, no Chile e na Colômbia.
Slim tem participação nas maiores companhias de telecomunicações do Canadá à Terra do Fogo.
No Brasil comprou a participação da Globopar na rede de TV a cabo Net.
Também controla a Embratel, que recebeu de presente do ex-presidente FHC (PSDB-SP).
Tornou-se o maior acionista da MCI, a segunda operadora de telefonia de longa distância americana.
Além disso, seus investimentos nos Estados Unidos incluem participações na Philip Morris (hoje Altria Group), e na Saks Incorporated.
Adquiriu cerca de 3% da Apple Computer – e um ano depois, com o surgimento do iMac, o valor das ações da empresa saltou de 17 para 100 dólares cada.
E associou-se ao empresário americano Bill Gates, o dono da Microsoft, para criar um portal na internet destinado aos hispanos.
Na lista da revista Forbes de 2011, Carlos Slim aparece como o mais rico do mundo com uma fortuna avaliada em 74 bilhões de dólares (115 bilhões de reais).
A revista de economia e finanças norte-americana avalia que o empresário tem o equivalente a 7% do PIB mexicano e calcula que se Bill Gates tivesse a mesma proporção da economia americana, sua fortuna seria de 874 bilhões de dólares.
Ainda segundo a Forbes, a crescente fortuna de Slim tem provocado polêmica no México, onde a renda per capita é de 6,8 mil dólares por ano, já que ele controla 90% do mercado de telefones no país, com um virtual (sic) monopólio.
Atualmente, Carlos Slim também é um dos "empreendedores brazileiros" que o Hibernardo quer agraciar com o PNBL.
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29/07/2011 17:52 |
Claro é condenada a pagar R$ 500 mil por não emitir comunicações de acidentes de trabalho

A Claro foi condenada a pagar R$ 500 mil em indenização por danos morais coletivos, pois não emitiu Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) em relação a empregados do tele-atendimento que desenvolveram algum tipo de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo / Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).

A empresa condicionava a emissão da CAT a uma avaliação prévia, realizada por seus médicos, da existência de nexo causal entre a atividade desenvolvida pelo trabalhador e a lesão verificada.

Informado pelo Sindicato dos Telefônicos dessa prática, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com ação civil pública para que fosse imposto à ré a emissão regular da CAT, multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento e pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$500 mil.

O juiz Elson Rodrigues da Silva Junior, da 10ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, julgou procedente em parte o pedido do MPT, determinando que fossem expedidas as CAT's sem pré-avaliação do nexo, além de multa de R$ 1 mil por dia de atraso por CAT não emitida.

A desembargadora-relatora Maria Inês Cunha Dornelles, da 6ª Turma do Tribunal do Trabalho do Rio Grande Sul, confirmando a sentença, asseverou que “como se trata de obrigação patronal, (…) uma vez diagnosticada (ou haja simples suspeita) da ocorrência de LER/DORT, deve ser emitida a CAT, sem qualquer outro juízo relativamente ao nexo de causalidade que, repita-se, é atividade própria do Instituto Previdenciário”.
Sobre a indenização, afirmou não ter dúvida de que o procedimento de realizar avaliação de nexo causal previamente à expedição da CAT
“acarreta efetivo constrangimento na coletividade, tanto para os empregados que necessitam de tratamento médico por apresentarem quadro de LER/DORT, quanto aqueles que podem vir a necessitar de atendimento por este mesmo motivo”.
Assim, votou pela concessão da indenização por danos morais coletivos de R$500 mil, valor a ser revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, no que foi acompanhada à unanimidade.

Processo 0060200-29.2008.5.04.0010

http://www.trt4.jus.br/portal/portal/trt4/comunic

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spin

31 de julho de 2011 às 09h31

Mesmo não investindo o reajuste das privadas, isso é direito previsto nos contratos de FHC.
A concorrencia entre as empresas não existe, pelo menos nenhuma outra empresa me ligou para trocar a fiação elétrica, nem me oferencendo melhor serviço, melhor preço, etc
Como alguém já comentou, a concorrência é impossivel de ser praticada, o que quer dizer que as empresas vão querer grana e mais grana para mostrar serviço, tal como ocorre nas rodovias, quem paga pedágio sabe do que estou falando
Isso tem um nome: extorsão.
Imagina só se o consumidor não saciar a fome da privada…nem preciso dizer que vc vai ficar no escuro e refém dessa máfia, o pig vai culpar o governo federal e tá tudo resolvido e só estão culpando a ElotroPaulo pq, como mostrou Nassif, há uma negociata em jogo, uma empresa querendo destruir outra com a concordancia dos tucanos
Que podridão,

Responder

Carlos

31 de julho de 2011 às 08h47

É em qualquer lugar. As privatizações desenfreadas levam a isso. Algo importante está acontecendo. Se você pagou a luz durante 30 anos e se esqueceu de pagar o mês passado, no mês seguinte seu nome está no SPC ou na "arrasa". É isso mesmo. Eles estão colocando o nome das pessoas de bem nessas duas organizações, para intimidar-nos. Outro tipo de privatização é aquela que o governo compra barcas, reforma estações de trens, e como se fosse pouco, ainda compra trens novos. Ué, mas não são empresas privatizadas? São. Por que elas próprias não investem com o lucro que têm? Não, o Estado é a grande mãezona. Tira dos pobres para dar aos ricos. E ainda ganham outras concessões, mais pelo poder de influência e vivacidade delas do que pela eficiência.

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Leo

31 de julho de 2011 às 08h37

Ja esta mas que provado o grande fracasso das empressas que foram privatizadas em todo o mundo,explorando cada vêz mais os consumidores e oferecendo um pessimo serviço como exemplo na frança onde foi uns dos primeiros a privatiizarem a agua e agora ja estão pensando em reestatizar devido a pessima qualidade oferecida,aumento de preço e mau atendimento,outros paíse conseguem com sucesso devido a lei muito rigida com multas pessadissima sem direito de recorrer como é o caso da Holanda o que não dar certo para o Brasil com suas leis cheias de brechas e corrupções.

Responder

luiz pinheiro

31 de julho de 2011 às 08h12

O governo Lula/Dilma fez o Luz para Todos.
O governo tucano de SP vai deixando quase todos sem luz.

Responder

Yarus

31 de julho de 2011 às 07h18

A CELPE-PE, “Privatarizada” por Jarbas, com o aval de FHC, demora de 3 a 9 horas (depende da cla$$e do bairro) para reestabelecer uma simples pane. Aqui onde moro (classe C povão) quase toda semana falta luz…Viva a privataria!

Jarbas, Em 2014, só volta prá Brasilia como deputado. Aqui ele não ganha mais nada na majoritária.

Responder

Nelson

30 de julho de 2011 às 22h36

Já citei este exemplo em comentário aqui neste sítio e tornarei a fazê-lo. O exemplo mostra o quanto o povo pode perder ao aceitar que algum serviço deixe de ser ofertado por uma empresa pública/estatal e passe a ser fornecido por uma empresa privada e pode ser constatado aqui no Rio Grande do Sul.
O cidadão passofundense que quiser se deslocar até a cidade de Carazinho, a 45 km de distância, terá que desembolsar R$ 6,00 de pedágio, só na ida. Para retornar a Passo Fundo, terá que pagar outros R$ 6,00; a cobrança é feita nos dois sentidos.
Se o mesmo cidadão quiser ir até a cidade de Getúlio Vargas, percorrerá a mesma distância e pagará R$ 3,60, somente na ida. No retorno a Passo Fundo, nada precisará pagar.
Então, qual é a explicação para tamanha diferença, para um dos pedágios custar 30% do outro numa distância equivalente?
Simples. O pedágio do primeiro trajeto é privado e o do segundo é comunitário. O pedágio privado tem por fim primeiro – na maioria das vezes, único -, garantir lucro a seus donos. Ao pedágio comunitário basta arrecadar o suficiente para o investimento naquilo para o qual foi criado: a manutenção da estrada em boas condições de uso pelos seus usuários, a população.
O pedágio privado é regido pela lógica capitalista, que cobra lucros cada vez maiores para acumular mais e mais capital em uma ou em poucas mãos. Isto implica em que a tarifa terá que ser sempre alta para garantir o incremento dos lucros. Já o objetivo do pedágio comunitário é estritamente atender ao interesse público, às necessidades do povo; para tanto, a tarifa deverá ser a mínima possível.
Este exemplo, acredito, serve para analisarmos também a questão da privatização de outros setores. Se há alguma empresa pública/estatal que não está atendendo como deve às necessidades do povo, as pessoas terão que se unir e se organizar para então passarem a exigir dos governos seu direito de participarem na gestão da mesma. A solução passa por aí, pois, a privatização, já estamos carecas de saber, não é feita para favorecer a população, mas para garantir que o grande capital absorva mais espaços onde possa ampliar seus lucros.

Responder

H Aljubarrota

30 de julho de 2011 às 22h29

Os tucanos estão indignados… Com eles mesmos. Se não fosse o comportamento indecoroso da mídia paulistana não elegeriam um vereador sequer nas próximas eleições…

Responder

Ricardo_Alves

30 de julho de 2011 às 22h15

e o caoseletrico, perfeito.

Responder

Luis Nassif: Para entender o caso Eletropaulo | Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de julho de 2011 às 21h36

[…] faltam mais dados para saber as razões do apagão de ontem em São Paulo. Pode ser problema da distribuidora (Eletropaulo) ou da transmissão […]

Responder

JOSE DANTAS

30 de julho de 2011 às 21h16

Não se sabe o que seria pior: a energia elétrica brasileira administrada por um serviço público onde predomina o cabide de empregos, a falta de interesse dos empregados e a incompetência dos gestores, ou uma privatização que colocou o setor nas mãos da iniciativa privada na base da camaradagem, sem nenhum controle eficiente de qualidade, onde o desleixo simplesmente gera lucros por conta de monopólios.
No alicerce dessa catastrofe estão influentes políticos de muitos partidos que compõem a base de quaisquer governos que se instalem no País, com poderes para indicar dirigentes em todos os escalões do executivo e assim o poder muda de lado e a situação permanece inalterada em relação aos problemas enfrentados pelos consumidores cada vez mais explorados.
Achando ainda pouco, boa parte da população se posiciona contra a construção de qualquer hidrelétrica que possa minimizar os transtornos na produção e distribuição da energia elétrica, diante da possibilidade de morte por afogamento de pelo menos uma lagartixa. No fundo, é isso que o povo quer e a voz do povo é a voz de Deus.

Responder

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h13

    Caro José.

    Venha ao Paraná e conheça a COPEL. Essa estatal tem ações negociadas na bolsa de valores de Nova York, e está entre as melhores (senão a melhor) geradora e distribuidora de energia do país.

    Detalhe: a tarifa praticada pela COPEL é uma das mais baixas do país.

    Então, a junção público/incompetente é uma falácia que precisamos desmontar. A COPEL e a PETROBRÁs são provas disto.

    JOSE DANTAS

    31 de julho de 2011 às 11h43

    Caro João,
    ,
    Na realidade não defendi nem uma coisa nem outra, pois considero que existem falhas enormes tanto na questão estatal como na privada.
    Se no seu estado a empresa estatal funciona bem, parabéns pra você, isso prova que vem sendo bem administrada.
    Por sinal passei a vida como funcionário de uma estatal, que funciona muito bem, apesar de seu comando ser substituído segundo princípios "políticos" a cada 04 anos, já que o próprio governo nomeia figuras que não aprova porque são indicadas por aliados, que acabam prejudicando o andar da carruagem.
    Perfeição é uma coisa que não existe por aqui.

Noir

30 de julho de 2011 às 21h10

Teria alguém disposição para fazer um quadro comparativo da situação do setor elétrico antes e depois da privatização? Viria a calhar, hem?

Responder

Roberto Locatelli

30 de julho de 2011 às 20h47

Se os paulistas não conseguirem (ou não quiserem) reestatizar a distribuição de energia, teremos que esperar uns 10 anos pela chamada geração distribuída, isto é, cada casa produzindo a eletricidade que consome (ou parte dela) através de telhas fotovoltaicas, aquecimento solar, etc. http://www.dicasverdes.com/2009/04/gere-energia-e

Responder

    Noir

    30 de julho de 2011 às 21h07

    Bem colocado , mas o Governo Federal precisa criar um programa para a adaptação da energia solar e fotovoltáica as residências e incentivar o uso. O excedente poderia ser vendido ao sistema.

    V

    30 de julho de 2011 às 22h25

    Ainda há o problema que as células fotovoltaicas usadas estão sendo empilhadas no mundo, porque elas não são economicamente recicláveis.

    Roberto Locatelli

    30 de julho de 2011 às 22h49

    Êpa, essa parte eu não sabia! Complicou…

    Zé Fake

    30 de julho de 2011 às 22h23

    Pior que hoje isso me parece ser hoje um mercado de luxo, quando deveria ser de uso generalizado. Uma coisa que acho interessante é o uso da iluminação natural (iluminação zenital) dentro das casas, acredito que cria ambientes muito mais agradáveis do que o que temos em geral nas casas populares, com laje e telhado.

Nelson

30 de julho de 2011 às 20h37

Quem ainda acredita que privatização é a solução, que faça uma pesquisa para averiguar quanto pagávamos de tarifa antes da privatização e quanto pagamos agora pelos serviços de telefonia e de energia elétrica. Que faça uma pesquisa do quanto subiu o preço do aço após a privatização do setor de siderurgia.
Nem falo da privatização das rodovias, cujas absurdas tarifas pagas nos pedágios são, constantemente, alvo de denúncia, mas que, mesmo assim, não vemos o Ministério Público e o Judiciário moverem um dedinho sequer em defesa do povo.

Responder

Nelson

30 de julho de 2011 às 20h33

A questão é a seguinte. Uma vez unida e organizada, a população pode e deve influir na gestão de uma empresa pública/estatal – na realidade, tem direito a isso. Já influir na gestão de uma empresa privada é algo mais complicado, para não dizer impossível. Se as pessoas intentarem fazê-lo, é bem provável que sejam recebidas pela polícia ou pelo exército.
Assim, seguindo estritamente o recomendado pelo FMI e o Banco Mundial – instituições a serviço do grande capital nacional e estrangeiro – ao privatizarem, os governos nos “tiram da jogada”, nos excluem da possibilidade de influirmos nos rumos de empresas que, na realidade são nossas, pois com nosso suor foram criadas.
Num passo seguinte, ao aderirem à implementação das tais agências reguladoras, os próprios governos ficam alijados da possibilidade de influírem na gestão dessas empresas. Como essas agências são, na verdade, “raposas cuidando do galinheiro”, temos o cenário sempre sonhado pelo grande capital privado, um quase-paraíso: nenhum óbice à acumulação de lucros sempre maiores às custas do povo, que vai pagar preços e tarifas altíssimos e ainda assim sempre crescentes.

Responder

Gerson Carneiro

30 de julho de 2011 às 20h32

E os capitães-do-mato (trolls) desaparecem em posts dessa natureza.

Responder

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h15

    Pois é Gerson, não tenho lido nada da Carmem, do Klaus e do EUNAOSABIA….
    Por que eles não vêm aqui defender a privatização do setor elétrico feito no governo do herói deles, o "Príncipe" FHC????

    Maria Fulô

    30 de julho de 2011 às 22h45

    Eles aguardam instrução do chefe, Reinaldo Cabeção, que ainda está preso em um elevador no prédio da Editora Abril que pifou durante este último apagão tucano…

Nelson

30 de julho de 2011 às 20h07

Numa entrevista concedida anos atrás à revista Caros Amigos, o lingüista e filósofo estadunidense, Noam Chomsky, explicava as razões pelas quais as grandes corporações exigem a privatização de tudo o que está sob controle público/estatal. Segundo Chomsky, uma das razões é evitar que restem parâmetros com os quais as pessoas possam medir a qualidade dos serviços e produtos que são ofertados pelas empresas privadas.
Para ele, a existência de uma empresa pública/estatal a ofertar determinado serviço abre espaço para que as pessoas, ao compararem com o mesmo serviço oferecido por empresas privadas, possam traçar parâmetros e acabem se dando conta de que as coisas podem ser feitas de maneira diferente, com a qualidade e o compromisso social a que têm direito.
O diagnóstico de Chomsky é certeiro. Com esse parâmetro, as pessoas poderiam passar a lutar pela desprivatização ou reestatização daquilo que foi entregue para engordar os lucros privados. Já com tudo privatizado, e com o aparato de propaganda a difamar, a vilipendiar tudo o que é público/estatal – procurando apagar o passado no qual, mal ou bem o Estado provia melhor a sociedade – e a glorificar a empresa privada, restaria às pessoas aceitarem que não há solução a não ser baixarem as cabeças, murcharem as orelhas e se adequarem às circunstâncias de que alguns poucos, chamados de empreendedores, têm que acumular altos lucros enquanto a elas resta pagar tarifas cada vez mais caras por serviços e produtos de duvidosa qualidade.

Responder

Sergio Barbosa

30 de julho de 2011 às 19h40

Os Paulistas e Paulistanos estão pagando com juros e correção e monetária A PRIVATARIA DOS TUCANOS DURANTE OS ANOS 90.
Imaginem como estaria a situação do Brasil se os TUCANOS estivessem ainda na Presidência da República DESGOVERNDO O PAÍS.

Responder

FrancoAtirador

30 de julho de 2011 às 19h32

.
.
Hoje, o Nassif clareou o assunto:

A questão da energia elétrica em São Paulo é neomercadológica.

O governo tucano paulista tenta enfraquecer a AES-ELETROPAULO

para beneficiar a Camargo Correa que pretende monopolizar o setor.
.
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Para entender o caso Eletropaulo

Enviado por luisnassif, sab, 30/07/2011 – 13:39

Ainda faltam mais dados para saber as razões do apagão de ontem em São Paulo. Pode ser problema da distribuidora (Eletropaulo) ou da transmissão (CTEEP).

Mas o apagão anterior e a reação do governo de São Paulo – investindo pesadamente contra a Eletropaulo – tem muito mais motivação política do que de defesa do consumidor.

Em abril a Abradee (Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica) fez sua pesquisa anual de satisfação do consumidor. Houve uma melhora na percepção do cliente da Eletropaulo em relação à empresa.

Aí veio o evento, chuvas e ventos de 160 km por hora, 260 árvores derrubadas na cidade de São Paulo. Todas as redes aéreas de eletricidade são projetadas para suportar ventos de até 80 km/h. Logo, havia um atenuante para os problemas enfrentados pela concessionária.

Qual a razão das críticas do governo paulista?

Simples. No processo de reestruturação das dívidas do setor, depois do apagão de 2002, o BNDES ficou com 49% das ações da Eletropaulo em garantia – mesmo porque o financiamento tomado, antes, pela AES, não tinha garantias reais.

Agora, o BNDES decidiu colocar as ações à venda.

Há um movimento de consolidação do setor de distribuição de energia que tem na Camargo Correia o principal interessado. Em todos os países ocorreu essa consolidação. No Brasil, o setor ainda é bastante pulverizado.

Hoje em dia, a CPFL é controlada pela Camargo e pela Previ.

A ideia será juntar CPFL, Eletropaulo e Elektro em uma grande empresa.

Para que dê certo, a Previ teria que vender para a Iberdrola sua participação na Neonergia (que atende os mercados do nordeste) e comprar da mesma empresa a Elektro.

O maior obstáculo a essa consolidação é a AES, que não pretende abrir mão da Eletropaulo.
E, aliás, tem praticado uma política pesada de distribuição de dividendos.

Os ataques do governo paulista visam enfraquecer sua posição para que a Camargo Correa assuma a liderança do processo no estado.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/para-ent

Responder

Antonio

30 de julho de 2011 às 19h25

A Aneel foi idealizada por FHC e seus metralhas para defender as empresas vendidas na privataria. Tive vários problemas com a Eletropaulo, que não moderniza a rede e causa apagões constantes, e ao tentar levar o problema à Aneel, ela jogava para a Agência Estadual e todas elas são comandadas por tucanos da privataria e nada tem solução. É uma gangue.

Responder

    Ricmarvin

    30 de julho de 2011 às 21h21

    E porque em todo este tempo de governo PT nao acabou com a ANEEL? Ou reestruturou?

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h18

    Porque haviam contratos a serem cumpridos!! Caso o governo Lula tivesse acabado com as Agências e retomado o controle dos serviços, iriam dizer que era "quebra de contrato" e "ingerência do governo em assuntos do mercado".

    Logo, o tempo e a péssima qualidade dos serviços vão levar a população a exigir melhoras, ou até a reestatização das distribuidoras.

jaime

30 de julho de 2011 às 19h23

Sim, mas pelo menos, com as privatizações ele acabou com a dívida pública… Melhorou a saúde, a segurança…

Responder

    João PR

    31 de julho de 2011 às 02h15

    Cumé qui é???

    Os dados mostram que o dinheiro arrecadado pelas privatizações praticamente não entrou no caixa do governo (na sua grande maioria as privatizações foram financiadas com nosso dinheiro do BNDES).

    E, para piorar, durante o desgoverno do Farol a dívida brasileira só aumentou. Foi com Lula que a dívida externa foi paga, e a interna iniciou o declínio.

    Raphael

    31 de julho de 2011 às 18h32

    Acho que o jaime fez uma ironia…

FrancoAtirador

30 de julho de 2011 às 18h52

.
.
Em São Paulo, a agência (des)reguladora de energia elétrica chama-se: RODOANEEL.
.
.

Responder

    Noir

    30 de julho de 2011 às 21h13

    É, passaram o rôdo no dinheiro dos paulistas.

Hell Back™

30 de julho de 2011 às 18h49

Demorou prá "cair a ficha". Isso já era previsível, só viu quem não quis.

Responder

Gersier

30 de julho de 2011 às 18h43

Será porque a globo tão "cônscia" em relação as obras do PAC* não mostra "uma vírgula" sobre as promessas não cumpridas das entregações que tucanóides e demos tem o descaramento de chamar de privatizações?
*Os salafrários do PIG manipulam e escodem os dados para lascar o bambu na Dilma.Como agradecimento por essa atitude,receberam dos aliados(da Dilma) Cabral e Eduardo Paes,uma ninharia de trinta milhões de reais para fazer uma festinha pro "Mister" teixeira.
Dilma não leve tão a sério aquela frase de que prefere o barulho da imprensa do que o silêncio da censura.
No Brasil Dilminha,não temos imprensa,temos uma máfia que se diz imprensa.

Responder

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h36

    Dilma nao aguenta o tranco sozinha, se o povo nao a apoiar pressionando parlamentares e governos estaduais MPES MPF a levantarem suas bundas gordas das cadeiras e agirem para nos atender em nossa reinvindicacoes NADA vai acontecer. PRECISAMOS mostrar a Dilma que ela tem a forca do povo com ela p fazer as mudancas…e nao é virtualmente só naao,tem que ir às ruas em mobilizacoes monstro para ao contrario do que conclama o PIG , EXIGIR nossos direitos , inclusive e primeiramente a democratizacao das comunicacoes.

Fernandes

30 de julho de 2011 às 18h40

Neste momento falta luz no bairro Encruzilhada em Santos pela segunda vez em cerca de uma semana. É uma palhaçada. Privatizam, recebem milhões e prestam um serviço caro e podre. Companhia Piratininga de Força e Luz é a bosta da companhia.

Responder

Hell Back™

30 de julho de 2011 às 18h40

Fomos enganados.Caramba!! Só agora que descobriu-se isso!! Isso já era previsível.

Responder

aurica_sp

30 de julho de 2011 às 17h41

São Paulo Cada Vez Melhor (para os tucanos da massa cheirosa) e Cada Vez Pior para nós.
Como canta o Nasi " Pobre São Paulo,Pobre paulista, Oh, Oh……

Responder

    Antonio

    30 de julho de 2011 às 19h22

    Aurica,
    O engraçado é que a massa cheirosa gosta de viver às margens do Rio Pinheiros, um dos símbolos da administração tucana em São Paulo. A massa cheirosa vive muito bem em meio ao fedor insuportável dos enormes esgotos a céu aberto construídos pela Sabesp, que deveria tratar o esgoto, mas só cobra para tratar. E o tratamento dado é jogá-lo in natura nos rios de Sampa. Essa elite cheirosa o que não faz para roubar o dinheiro público.

    aurica_sp

    30 de julho de 2011 às 21h49

    Antonio…
    Você falou tudo, eles jamais vão reclamar. São Paulo está ficando do jeito que eles querem. Quanto a viver ao lado do rio pinheiros, eles não se importam só chegam em seus apartamentos duplex de helicóptero, suas vidraças blindadas vivem fechadas, e viva o ar condicionado. Meu caro, sinceramente não sei o que ocorre aqui, estou começando achar que essas urnas eletrônicas devem ter algum defeito, ou o povo daqui( os que não são da massa cheirosa, mas vota em tukano) é burro mesmo….

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h42

    Por falar em urna com defeito, uma luta URGENTE que temos que encampar é pelo comprovante da urna eletronica, o TRE está trabalhando ARDUAAMENTE para que nao seja adotado o comprovante, e SÓ por ESSE motivo, uma comunidade de pulgas se instala atras da minha orelha, pq cargas dágua estão lutando ferozmente p nao fornecerem comprovante para cada eleitor e ter um relatorio no final da apuracao de cada urna? Tá cheirando muito mal isso e temos que LUTAR por isso para nao sermos vitimas de fraude gente.

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h44

    E só pra não esquecer, acho que era o sábio Tim Maia que dizia que só no Brasil POBRE VOTA NA DIREITA…. pensa aí, nao é verdade verdadeira?

    Rafael

    31 de julho de 2011 às 11h36

    Imagine quanto a globo e mídia ganha com publicidade.

operantelivre

30 de julho de 2011 às 17h09

Alguém tem uma cópia de comprovante de pagamento de outras multas aplicadas a concessionárias de serviços públicos para postar aqui. Nunca vi um. Quero ver um de milhões e não de merrecas.

Precisamos, de uma nova constituinte.

Responder

SILOÉ -RJ

30 de julho de 2011 às 17h09

Não seria a hora do governo federal estatizar alguns setores estratégico, política e economicamente falando, para não ficarmos refém destes déspotas, e abrir mão dos menos significativos.

Responder

Ronaldo

30 de julho de 2011 às 17h02

Todas as distribuidoras que foram privatizadas são verdadeiras bombas-relógio.

Bem diferente da estatal Cemig.

Qualquer sindicalista do setor pode explicar como andam as manutenções nas empresas privatizadas, se é que elas existem…

Responder

    SILOÉ -RJ

    30 de julho de 2011 às 17h39

    Não precisa nem ser do setor pra saber que praticamente nao existe nenhuma manutenção, haja vista a quantidade de bueiros que explodem no Rio de Janeiro.

    Marcio H Silva

    30 de julho de 2011 às 19h52

    A Estatal CEMIG tão eficiente, adquiriu a Light carioca em 2009 numa jogada entre Aécio e Cabral. 2 anos depois começam os estouros de bueiros. A CEMIG demitiu mais de 50% da força de trabalho da light e terceirizou vários serviços, piorando o atendimento. Voce acha a estatal CEMIG eficiente?

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h49

    FOI eficientissima até a chegada do AÉTICO NEVER ao governo de Minas, depois que ele chegou tudo que era bom ou razoavel virou MERDA, e pelo andar da carruagem e dos votos dos mineiros, enquanto a merda nao for total eles nao saem do poder. Enquanto conseguirem hipnotizar a populacao com propaganda que diz que Minas é a terra prometida e os ratinhos embevecidos flutuarem nessa hipnose, nada muda em Minas, a nao ser que for pra pior, pq td que está ruim pode PIORAR .

mello

30 de julho de 2011 às 16h50

Será que ainda não entenderam que a tucanagem está querendo é sabotar o Program Luz Para Todos?….rs
Tem mais é que reestatizar essas empresas, como a Light e a Eletropaulo !! Os serviços voltarão a ser o que eram antes da privatização: melhores e mais baratos.

Responder

Miuxo

30 de julho de 2011 às 16h35

E tem mais almento no pedágio nesta segunda.
http://migre.me/5nZvY

Responder

O_Brasileiro

30 de julho de 2011 às 15h05

Bem… Se a maioria dos paulistas nas últimas eleições votou como votou só por se contra o PT, pode ter sido intransigência em excesso… Mas, se votou a favor do projeto neoliberal do PSDB, ai com certeza houve uma certa falta de inteligência.
Não se pode medir São Paulo, que ANTES do PSDB construiu as melhores estradas, os melhores aeroportos, as melhores universidades, os melhores tudo simplesmente pela ainda relevante participação no PIB, porque se continuar o desenvolvimento A PASSOS TUCANOS poderá ser deixado para trás nas próximas décadas.
São Paulo tem potencial para crescer mais do que o Brasil, só não cresce porque os tucanos e seus "amigos" não deixam!
E o que adianta puritanismo na política e chafurdar na safadeza na vida pessoal, não é, classe média??? Afinal de contas, uma coisa leva à outra!

Responder

    SILOÉ -RJ

    30 de julho de 2011 às 16h37

    Sinceramente não acredito na lisura das apuração de votos em São Paulo, a difereça de votos entre Aluísio Mercadante e Aluísio Nunes foi tão diferente das pesquisas que dá prá desconfiar.
    Acho que esta corja governante de São Paulo tem o TRE também no bolso.
    Os paulistas e paulistanos estão pagando muito caro por uma conta que com certeza não é deles, visto que à revelia o PSDB se apossou de São Paulo.

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h51

    VAMOS LUTAR pelo comprovante de voo da urna eletronica e do relatorio de cada urna ao final da votacao antes que seja tarde, vamos abrir o olho, 2012 é logo ali gente

Gustavo Pamplona

30 de julho de 2011 às 14h57

Enquanto isto a CEMIG tem a melhor energia do Brasil.

Coitadinhos dos pobres paulistas e cariocas…. hahahhahahahhahaa

—-
Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
Desde Jun/2007 "coitando" paulistas e cariocas no "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

    lucio

    30 de julho de 2011 às 16h14

    Vc é a prova que Aético é bom mesmo na arte da dissimulacão e do êngodo como bem diz um comentarista mineiro assíduo no viomundo, e ainda se acha bem informado sobre Minas, por isso os tucanofrenicos estão no poder pela terceira vez, por causa de incautos como vc q acreditam em papai noel.

paulo chacon

30 de julho de 2011 às 14h56

O psdb(minúsculo mesmo) é um tipo de Rei Midas. Só que aoende o psdb toca vira merda.

Responder

José Bsb

30 de julho de 2011 às 13h57

As agências reguladoras se portam como braço governamental das empresas. A Aneel é exemplar em termos de inoperância e omissão. Não há fiscalização na prestação dos serviços. O PSDB privatizou o sistema elétrico em são paulo seguindo o tradicional receituário ao fugir da responsabilidade de prestar um serviço público essencial sem, entretanto, exigir contrapartidas. O dinheiro público patrocinou a negociata sob os efusivos aplausos da mídia. Agora, deleitem-se com as consequências. E tomem choque de gestão.

Responder

Ana Maria

30 de julho de 2011 às 13h24

O colapso dos aeroportos (estatais) é por conta do aumento de pessoas voando, devido à grande ascenção social ocorrida nos governos do PT.
Quando falha o sistema elétrico é por conta da privatização neoliberal.
Conveniente bipolaridade.

Responder

    luiz pinheiro

    30 de julho de 2011 às 14h10

    A privatização da Eletropaulo para a AES foi um escândalo de desprezo pelo interesse público. A AES não investiu necas do que prometeu e ainda por cima sequer pagou as parcelas do financiamento que recebeu do BNDES, que acabou forçado a montar uma engenharia financeira para evitar o prejuizo total e ficar pelo menos com uma parte da empresa, mas sem o controle dela.
    Conveniente, Ana Maria, é não analisar os fatos com objetividade, e ficar no genérico "aqui voces analisam assim, ali voces analisam assado".
    Fato concreto 1: a privatização neoliberal foi péssima para o setor elétrico paulista.
    Fato concreto 2: O aumento de pessoas voando exige investimentos urgentes nos aeroportos que o Estado não está em condições de bancar, e por isso o governo do PT está abrindo concessões à iniciativa privada. O futuro nos dirá se elas vão funcionar ou não.

    Nelson

    30 de julho de 2011 às 19h40

    Pinheiro. Concordo com tudo o que escrevestes, com exceção da justificativa de que a entrega dos aeroportos para a iniciativa privada se dá porque "o Estado não está em condições de bancar".
    Este mesmo argumento foi usado pelo deletério governo de FHC. Elegemos Lula e Dilma para fazer diferente.
    O Estado tem condições, sim, de bancar as melhorias nos aeroportos; todo ano transfere para poucas mãos privadas quase R$ 200 bilhões somente em juros da dívida interna. Além disso, vai colocar o BNDES a aportar mais de dois terços dos recursos para as obras. O que está faltando ao governo Dilma, e faltou também ao de Lula, que também fez suas privatizações, é peito para realmente determinar uma mudança de rumo para este país e seu povo, rompendo, efetivamente, não só na propaganda, com o receituário do duo FMI/Banco Mundial.
    Tal receituário recomenda que os Estados que a ele se submetem "pavimentem" o caminho para que as empresas privadas – as grandes, é claro – possam acumular lucros sempre crescentes. Privatizações, empréstimos com juros de pai para filho e outras enormes benesses ao grande capital privado fazem parte da cartilha do duo citado.

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h55

    Exato! Que aposentem a ideia do trem bala e invistam o dinheiro dessa fantasia para agradar empreiteiras em AEROPORTOS e que eles continuem sob controle do governo. Uma INDECENCIA privatizacao de aeroportos, isso é traicao aos eleitores.

    Raphael

    30 de julho de 2011 às 19h20

    Diga qual a relação entre aeroportos e empresas de energia elétrica? Simplesmente não há. Uma comparação completamente descabida que visa tirar o foco da discussão. Uma trollagem.
    O fato é que as empresas privatizadas prestam um péssimo serviço, como todos estão cansados de saber diante de tantas demonstrações de incompetência.
    Aqui no Paraná, em que a empresa está sob o controle do Estado, e esse tipo de coisa não acontece. Pelo menos até o momento, não se sabe o novo governador tucano pode fazer.

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h21

    Mas e os contratos? Eles deveriam ter feito melhoras no sistema!!! Deveriam ter investido nas linhas e subestações!!! Estava previsto desde a privatização, no governo do "brilhante" FHC.

    Rafael

    31 de julho de 2011 às 11h44

    Isso é fato comprovado pela lógica. Não há sentido em comparar aeroportos com sistema elétrico. Acredito que privatizar aeroportos não vai resolver nada. Nenhuma empresa privada vai construir um aeroporto sequer, eles querem é controlar e somente. Depois que não for mais interessante vão devolver ao estado. Fato é que o crescimento da economia não foi nem de perto acompanhado pelo crescimento dos aeroportos, ponto negativo para o governo Lula, no entanto o sistema elétrico a produção e transmissão estão adequados ao crescimento. A questão é que o psdb e globo prometeram que com a privatização tudo ia ser maravilhoso e na verdade era somente picaretagem, tomar recurso público.

    edv

    31 de julho de 2011 às 20h04

    Pois é, Aninha, a verdade é que o governo Lula não descuidou nem abandonou a geração e transmissão de energia (a parte mais estratégica), como fez FHC irresponsavelmente, jogando o país num racionamento de quase um ano, custando caro ao nosso bolso, onerado ditatorialmente.
    Já a parte privatizada da distribuição, foi só pra passar a ponta de receita operacional para os amicci, que nem investem nem mantém, pois isso consome a grana que eles ganham privada e monopolisticamnte.
    Ou eu tenho opção de escolha à Eletropaulo onde moro?
    Mas tem gente como vc que gosta…

Elton

30 de julho de 2011 às 13h19

Ô Azenha….muitos paulistas (trolls) que aqui comentam podem ficar "ofendidos" com o artigo!!! Vamos aguardá-los!!!!

Responder

    Luiza Helena

    30 de julho de 2011 às 16h14

    Eu, paulista, não me sinto ofendida. É verdade, são os fatos. Há que considerá-los.

    Elton

    30 de julho de 2011 às 19h37

    Eu me referi aos Trolls, não aos paulistas conscientes e evidentemente………descontentes! E que podem "virar o jogo" nas próximas eleições, ou seria um sonho?

    Fred Oliva

    30 de julho de 2011 às 22h35

    É um sonho… Há muito tempo o paulistano virou refém da própria estupides!

    Aline C Pavia

    01 de agosto de 2011 às 00h40

    Falou e disse. 51% elegem o paladino Opus Dei TFP dos pedágios. Mas 100% pagamos religiosamente a conta.

Rafael

30 de julho de 2011 às 13h03

Como se sempre o brasileiro sempre entra no conto do americano, defendido pela eleite brasileira. Isso já era sabido desde o início. A AES pegou empréstimos do BNDES para comprar as distribuidoras e nem sequer pagou , enquanto isso as remessas para os eua foram superiores ao débito. Que vergonha. Como é possível uma empresa americana pegar empréstimo aqui num banco estatal e nem sequer pagar para comprar as nossas próprias empresas?
Isso não acontece em nenhum lugar no mundo, só no Brasil. Por isso digo que o PSDB não tem ideologia, que é um partido de canalhas, de criminosos, usam uma ideologia fajuta para praticar picaretagem acobertados pela globo, abril e quadrilha. Isso é muito vergonhoso, é revoltante. Imaginem quanto a globo, abril e jornais ganharam com publicidade feita pela AES? As estatais antes não anunciavam tanto quanto se anunciam hoje, ou seja a globo entrou junto no negócio, eles sabiam muito bem o que estava acontecendo, por isso sempre aliviam contra o PSDB/PPS/DEM porque são parceiros de negócio e negócio muito sujo.

Responder

ana

30 de julho de 2011 às 12h59

Obrigada THC, DOADOR MOR SORBÔNICO!

Responder

Roberto Locatelli

30 de julho de 2011 às 12h53

Quanto aos apagões de SP, Alckmin já avisou: a Eletropaulo não funciona quando chove.

Só que no último apagão não estava chovendo. Conclusão: a Eletropaulo também não funciona quando é noite de lua cheia.

Responder

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h22

    Logo logo descobriremos que a Eletropaulo também não funciona quando é dia.

    Hell Back™

    31 de julho de 2011 às 16h30

    E daqui a pouco descobriremos que não funciona também quando é noite.

Roberto Locatelli

30 de julho de 2011 às 12h52

Privatizações de FHC resultaram no seguinte:

telefonia – nossas tarifas telefônicas estão entre as maiores do mundo, e os serviços são um lixo.

internet – difícil saber qual provedora é pior.

eletricidade – apagões, bueiros-bomba e, sempre é bom lembrar, o verdadeiro apagão, na época de FHC, que durou quase um ano e nos custou R$ 45 bilhões de preju.

O problema é que essas agências "reguladoras" criadas pelos tucanos são uma farsa, não regulam nada. Sujeito sai da Aneel e vira executivo da Eletropaulo. Sujeito sai da Anatel e vai trabalhar como executivo da Tim.

Tem que mudar essa legislação. Mas com essa base aliada (PMDB, PR, etc), só com pressão popular isso mudará.

Responder

    yuri

    30 de julho de 2011 às 16h20

    Aí é que a porca torce o rabo…pressão popular, é mais fácil conseguir que a maioria do povo coma umas 100g de merda do que ver esse mesmo povo se mobilizando p algo que seja bom pra ele mesmo.

    Elton

    30 de julho de 2011 às 19h38

    Acho que você está enganado……..as coisas estão mudando e para melhor nesse sentido.

    João PR

    30 de julho de 2011 às 22h23

    Yuri:
    Não julgue os outros a partir de si mesmo.

    Aline C Pavia

    01 de agosto de 2011 às 00h41

    Só não viu a manifestação FORA RICARDO TEIXEIRA ontem quem não quis. Algumas casas estão começando a ruir – alguns gatos subiram no telhado.

P A U L O P.

30 de julho de 2011 às 12h39

a Maria fumaça da paulistanada sempre desvarada …..

Responder

Nexus6

30 de julho de 2011 às 12h36

Não entendo como uma privatização no setor elétrico pode dar certo. É um ramo de serviço onde não há competição entre empresas.

A melhoria dos serviços oferecidos ao consumidor é em sua grande parte alavancada pela concorrência de empresas. Se não há concorrência, é óbvio que a empresa via priorizar os lucros em detrimento dos investimentos em qualidade de serviço. A Eletropaulo, por exemplo, é a empresa com maior Dividend Yield (índice criado para medir a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações) da Bovespa.

Se eu moro em São Paulo e não estou satisfeito com os serviços prestados pela Eletropaulo, posso contratar os serviços de outra empresa de energia ou vou ter que me contentar com aquilo que me é oferecido?

Responder

    Roberto Locatelli

    30 de julho de 2011 às 20h34

    Caramba, é verdade!! Esse argumento mata a pau. Nunca tinha pensado nisso e nem li em lugar algum!! Vou postar no twitter agora mesmo, dando os créditos.

    Hell Back™

    31 de julho de 2011 às 16h38

    Roberto, você está sendo irônico, né?

    Roberto Locatelli

    31 de julho de 2011 às 17h58

    Infelizmente não, Hell. O que mostra que minha inteligência tem seus limites (rs).

    Tenho contato com pessoas do setor elétrico, e o que ocorre é o seguinte: A Eletropaulo pode, sim, escolher fornecedores pelo preço. Ou seja, no atacado, há concorrência. A energia que chega às nossas casas em SP pode ter diferentes origens.

    Mas nunca tinha parado pra pensar que, no varejo, o consumidor aqui tem duas opções: Eletropaulo ou lampião a querosene.

    Bem diferente da telefonia móvel, na qual você pode escolher entre o ruim e o pior ainda. Mas, pelo menos, há opções…

    Com a ganância dos capitalistas, é óbvio que a Eletropaulo e a Light não investem em melhorias, pois eles têm consumidores compulsórios.

BrGaleano

30 de julho de 2011 às 12h32

E o que houve com a promessa do Edson Lobão de que as concessionárias devolveriam as cobranças indevidas feitas ao longo de anos? Pois é, falar em 'parcimônia' da ANEEL é usar um eufemismo indevido.

Responder

Zé Fake

30 de julho de 2011 às 12h27

PS do Viomundo: Inacreditáveis mesmo são os contínuos apagões na “locomotiva do Brasil”.

Isso vai mudar, não vai ficar assim não. O Zé Aníbal tá indignado com o que aconteceu, tenho certeza que o Alckmin vai fazer alguma coisa pra melhorar isso. Talvez ele passe mais algum pedaço da infra-estrutura elétrica de SP para a iniciativa privada, que todo mundo sabe que é mais eficiente que as empresas estatais. Isso sem contar que a empresa privada, especialmente as que prestam serviços para o estado, são honestíssimas, não é esse mar de lama que são as empresas estatais.

Falando sério: torço para que Dilma faça um bom governo (um não, dois), porque a dependermos da tucanagem (especialmente a paulista e a mineira) o Brasil (nós!) estamos $!#@"$& e mal pagos.

Responder

    Elton

    30 de julho de 2011 às 19h39

    Nossos tucanos são cópias pioradas dos membros do "Tea Party" estadunidense.

    Noir

    30 de julho de 2011 às 21h12

    É o Coffee Party.

    paulo cesar

    31 de julho de 2011 às 18h59

    É o COFRE party.

    Zé Fake

    30 de julho de 2011 às 22h11

    Respondendo a mim mesmo: agora tá explicado a "indignação" do Zé Aníbal, segundo uma postagem no blog do Nassif que o Azenha colocou aqui:
    https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/luis-nass

    É que os tucanos paulistas estão em negociatas de novo com o setor elétrico de SP (hummm, alguns bilhões de reais ?) por isso estão aproveitando os blackouts para "pressionar" a AES…tutti buona gente…

ZePovinho

30 de julho de 2011 às 12h19

É o "CAOSELÉTRICO"……………..

Responder

    Antonio

    30 de julho de 2011 às 19h28

    CAOSELÉTRICO TUCANO DE PLUMAGEM ERIÇADA.


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