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Diário da Resistência


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Aécio, por ele mesmo: “Mulheres no Brasil têm vida fácil”


22/10/2014 - 14h30

aecio

Da Redação

Graças ao trabalho de Paulo Moreira Leite, reproduzido no Tijolaço, temos acesso a esta reportagem do The Franklin News Record, o jornalzinho que registrou a passagem do adolescente Aécio Neves por Nova Jersey. Àquela altura filho e neto de deputado federal (Aécio Neves da Cunha e Tancredo Neves), o jovem de 17 anos de idade revelou sua visão muito particular sobre as mulheres brasileiras:

“As mulheres do Brasil tem uma vida fácil. A maioria das mulheres não trabalha porque financeiramente não precisam, a maior parte do tempo elas gastam nas praias ou indo a diferentes lojas. Todos no Rio tem uma ou duas empregadas, uma para cozinhar e outra para limpar. Eu nunca arrumei a minha própria cama”. 

Registre-se que ao voltar ao Brasil Aécio conseguiu emprego como assessor do pai em Brasília, embora morasse no Rio de Janeiro — quando a internet não existia. Depois, ajudou o avô na campanha para governador de Minas, tornou-se secretário particular de Tancredo Neves, ganhou carteira de policial e, com a morte do avô — eleito presidente da República por via indireta — foi indicado aos 25 anos diretor da Caixa Econômica Federal pelo primo Francisco Dornelles, ministro da Fazenda do governo Sarney.

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É por essas e outras que Lula, em seu discurso de ontem, 21, em Recife, chamou o adversário de Dilma Rousseff de “filhinho de papai” e a campanha da candidata petista tem batido na tecla do cabide de emprego:

Leia também:

Sob o avô governador, Aécio teve carteira de policial em Minas





19 comentários

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carlos

23 de maio de 2017 às 16h56

O que é estranho é o Aécio falar em democracia, na verdade ele não sabe nem sua definição, se soubesse não falava besteira talvez ele tbm não saiba o que significa a palavra grega cleptocracia: que significa literalmente governo dos ladrões, e é o que estamos vendo por aí se estivessemos no sistema plutocrata tbm seria mesma coisa pois essa palavra grega tem o mesmo significado que é assim ploutos= riqueza e kratos=poder.

Responder

Urbano

23 de outubro de 2014 às 14h27

A cretinice mais contundente dos que seguem pari passu os da oposição ao Brasil, nem vem a ser o fato em si, mas quando passam a explicar o porquê de alguma coisa. Nem vou chamá-los mais de burro nem de jumento; até porque não quero ficar injuriando e maltratando tais animais.

Responder

Urbano

23 de outubro de 2014 às 14h17

Nada a ver… Deixemos pra lá.

Responder

Marcus

23 de outubro de 2014 às 11h11

Filhinho de papai? Mas não é só isso… o cara é incapaz de uma crítica mínima. Como assim todo mundo tem duas empregadas?

Quer dizer que as empregadas empregam outras empregadas???
Acho que esse tipo de incapacidade mental é algo revelador, até uma criança saberia a bizarrice dessa afirmação.

Conheço um filho de figura do PSDB, que sempre foi indicado a cargos públicos falando: “Fiz uma pesquisa” (ahã) “… e descobri que a laranja tem bastante vitamina C”… Cara, não sabia o que dizer quando o cara falou isso… olha que ele já teve cargo importante no CDHU!!!

Responder

Paulo

23 de outubro de 2014 às 11h10

Esse fato só demonstra o quanto esse candidato é falso e mentiroso. Seus comentários acerca da realidade brasileira centrada apenas em volta do seu umbigo são absurdos. Aécio não conhecia (ou omitia, ou mentia, como de praxe) a realidade do povo brasileiro. Quem tinha e tem vida fácil é ele. Quem nunca precisou trabalhar e sempre viveu às custas dos familiares ou às custas do povo é ele. Aécio dizia já ter planos de seguir a carreira política do papai e do vovô. Claro que para perpetuar o poder político e econômico da família. Melhorar a vida do povo? Que povo? O povo já tinha a vida fácil, segundo ele. Dilma 13 neles!

Responder

Romanelli

23 de outubro de 2014 às 07h08

Acho que a “blogosfera sujinha” vai ter uma CRISE de consciência assim que passar a eleição ..afinal, a descida e manipulação esta sendo longa ..será que teremos volta, ou faltarão degraus ?

Olha, a via de ninguém é fácil, agora, pelos dados SOCIAIS e econômicos, pelo número de miseráveis, presidiários, drogados, sem eira nem trabalho ou perspectiva, pelo raros programas assistenciais, sociais e de saúde ofertados ..AFIRMO, a vida dos homens, sobre a égide desta “sociedade misandrina em que vivemos, afirmo, a dos HOMENS hoje é muito pior.

Responder

Fabio Passos

22 de outubro de 2014 às 21h36

Lula, mais uma vez, acertou em cheio.

O aecínico é a definição de filhinho de papai.

E não mudou muito, afinal… até hoje o sujeito não trabalhou um dia sequer em toda a vida.

Responder

    antonia Felix

    23 de outubro de 2014 às 06h43

    MERECE UM ESTUDO, PARA SABERMOS O QUE LEVA CERTAS MULHERES A SE ENTREGAREM A UM HOMEM ASSIM…….será que a viuvinha de pernambuco e aquela da Rede que defendia a sustentabilidade….aquela que soltou o cabelo para ele aguentam ser tratadas com estes adjetivos? Tenho muita compaixão delas, pobres mulheres…peço luz para vós.

Luis S

22 de outubro de 2014 às 19h28

Gente, que e’ isso? Buscar uma bobeira que o cara falou quando tinha 17 anos? Mais que ganhar, a gente quer elevar a educacao politica do nosso pais – e isso nao ajuda nada. Quem nao falou M* quando tinha 17 anos?

Responder

    Francisco

    22 de outubro de 2014 às 20h43

    Eu mesmo falei muita m&%#@…

    Mas a questão não é essa. Eu via minha mãe lavar roupa e tinha perfeita consciência que nada era de graça.

    Mais importante é que essa mentalidade, ao que tudo indica, pouco mudou. Será que a familia Neves não teria dinheiro para construir uma pistinha de pouso em casa fazenda? Tanto ruralista faz, não é coisa do outro mundo.

    A questão é que “do que ele precisa, ele vai e toma”. O mundo lhe deve algo, o sobrenome lhe dá. Se ele Aécio “se representasse”, ou seja, vivesse uma vida privada, isso era lá problema dele. Mas ele será chefe de Estado, ele encarnará aquilo que os brasileiros são, mais profundamente. Aquela identidade, aquela persona, que nos distingue no mundo.

    Aécio não expressa nem Belo Horizonte… na minha adolçescencia, no Maranhão conheci umas figuras desse naipe. Lembro da colega infeliz e zangada reclamando da vida: “- Quer dizer que o helicoptero do meu tio está quebrado? Como é que eu vou chegar na minha festa (de quinze anos)?

    Ainda hoje ela frequenta as “colunas sociais”. E o Poder…

    Edgar Rocha

    22 de outubro de 2014 às 20h50

    Está certo. Quem nunca teve duas empregadas? Quem nunca ficou o dia inteiro na praia ou em loja? Quem nunca sequer arrumou a caminha?

    O problema não é a bobagem que ele falou, mas exatamente a quem ele representa com este modo de vida. Além do que, o post deixou clara a coerência entre a vida que o Aécio levou na adolescência e a vida que ele levou depois de marmanjo, com vida pública e carreira política Fácil (sic). Será que ele já pensa/age diferente?

    Luis S

    23 de outubro de 2014 às 01h08

    Edgar e Francisco,

    Suas criticas ao Aecio de hoje estao corretas, nao tenho o que discutir. Mas depois da eleicao, com a cabeca fria, vcs vao concordar comigo que buscar uma reportagem de 30 e tantos anos atras nao ajuda em nada o bom debate politico. Hoje, estao todos vibrando por achar mais um jeito de malhar o cara, vira um vale-tudo. Mas nos somos mais vitimas desse vale-tudo e por isso mesmo nao podemos aceitar esse jogo.

FrancoAtirador

22 de outubro de 2014 às 19h20

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Aécio desconstruiu o próprio Aécio

Por Paulo Nogueira, no DCM, via Blog do Miro

Uma das palavras da moda nestas eleições é “desconstrução”.

Ela tem sido usada pelos colunistas VPs,
em tom de pretensa indignação,
para definir o que o PT teria feito
com Marina, no primeiro turno,
e Aécio, no segundo.

Ah, sim: entenda, por VPs, as Vozes dos Patrões.

Marina é história.

Tratemos da “desconstrução” de Aécio.

Desconstruir implica torcer fatos,
manipular informações,
inventar coisas que prejudiquem
determinada pessoa.

Nada, absolutamente nada disso foi feito com Aécio.

Examinemos alguns dados da alegada “desconstrução”.

O aeroporto de Cláudio, por exemplo.

Ele existe, ele custou cerca de 12 milhões,
ele está situado num terreno
que pertencia ao tio de Aécio
e ele, embora pretensamente público,
era usado privadamente por Aécio e uns poucos.

Desde que o caso apareceu,
Aécio não conseguiu dar uma única explicação
que fizesse sentido.
Porque não há como defender
o que é moralmente indefensável.

Construir o aeroporto de Cláudio acabou por desconstruir Aécio.

Como quem construiu foi ele,
podemos dizer que ele se desconstruiu.

A partir dali, falar em decência e em ética,
pregar sobre o uso de dinheiro público,
bradar contra a corrupção –
tudo isso soou farisaico, cínico, mentiroso em Aécio.

Consideremos agora os familiares e agregados empregados por Aécio.

Para quem fala compulsivamente em “meritocracia” e “aparelhamento”,
praticar o nepotismo é particularmente acintoso.

A expressão maior do nepotismo de Aécio é sua irmã, Andrea Neves.

Em seu governo em Minas, Andrea controlou as verbas de publicidade,
uma atividade vital para o exercício de uma censura branca.

Você premia, com dinheiro, quem dá boas notícias sobre você.

Pune, fechando as torneiras das verbas, quem faz jornalismo verdadeiro.

É uma situação que desconstrói quem quer que esteja no comando dela.

Quem deu poderes a Andrea Neves? Foi Aécio.
Não fui eu, não foi você, não foi o papa, não foi FHC.

Logo, também aqui, ele próprio se desconstruiu.

Não deve ser subestimado um fato, neste capítulo, que agrava as coisas.

A família de Aécio tem pelo menos três rádios e um jornal em Minas,
e para tudo isso foi destinado dinheiro público em forma de publicidade.

É, em si, uma indecência.

Mas, para quem se apresente como guardião da moral, é pior ainda.

Ainda no capítulo do nepotismo, a trajetória de Aécio
é o exato oposto da “meritocracia” de que ele fala abusivamente.

Aos 17 anos, o pai deputado federal
lhe deu um emprego na Câmara, em Brasília.
Só que, com esta idade,
ele se mudara para o Rio para estudar.

Aos 25, um parente o nomeou diretor da Caixa Econômica Federal.

Isto não é desconstrução: é verdade. É biografia real.

A verdade só desconstrói
quando o objeto dela fez coisas que merecem desconstrução.

Aécio era uma desconstrução à espera do momento
em que luzes clareassem as sombras
que sempre o acompanharam.

Este momento veio quando ele se tornou candidato à presidência.

Não bastassem os fatos, em si, houve as atitudes nos debates.

A grosseria primeiro com Luciana Genro e depois com Dilma,
o riso cínico e debochado: assim se desconstruiu a imagem de “bom moço”.

Mas de novo: Aécio não tem ninguém a quem culpar,
também aí, senão a si próprio.

Aécio, ao longo da campanha, promoveu uma minuciosa autodesconstrução.

Ganhou a sociedade.

Quem votar nele sabe em quem está votando.
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Ou, no mínimo, acredita que sabe.
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(http://altamiroborges.blogspot.com/2014/10/aecio-desconstruiu-o-proprio-aecio.html)
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22 de outubro de 2014 – 13h17
Portal do TSE

Ministro suspende informe publicitário
do Governo de MG em jornal [O Estado de Minas = EM]

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga

concedeu liminar para suspender a veiculação de informe publicitário

do Governo de Minas Gerais que, supostamente,

favorecia Aécio Neves [PSDB],

candidato à Presidência da República.

A publicação foi veiculada no jornal

O Estado de Minas,

no último final de semana, e trazia informações

sobre a situação do piso salarial dos professores mineiros.

A decisão atende a um pedido da Coligação Com a Força do Povo
e de sua candidata, Dilma Rousseff, que recorreram ao TSE

sob o argumento de que o governador do Estado [Vice de Anastasia (PSDB)],

Alberto Pinto Coelho Júnior [PP, Partido do PRC e do Primo Dornelles],

teria utilizado estrutura da Secretaria de Comunicação do Estado

bem como recursos públicos para confeccionar os informes publicitários.

Segundo argumentam, o governador teria desrespeitado a proibição contida na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97 – artigo 73, incisos I, II e III).

Apesar de a representação afirmar que teria havido a participação
de servidores estaduais da Secretaria de Comunicação do Governo de Minas Gerais
na elaboração dos informes, o ministro Admar Gonzaga ressaltou em sua decisão que não ficou comprovada a real participação desses funcionários públicos na execução da propaganda irregular.

No entanto, ele destacou que, ao ler o jornal,

percebeu similitude

entre a propaganda do candidato Aécio Neves

e o conteúdo do informe,

portanto, caracterizada a irregularidade prevista na Lei das Eleições.

“Pelo exposto, defiro o pedido liminar no sentido

de determinar a imediata suspensão da veiculação

do informe publicitário”, decidiu o relator.

Ele ainda asseverou que o governador deve fornecer todos os documentos

relacionados à contratação da publicidade, informando as datas

e mídias em que foram veiculadas.

CM/GA

Processo relacionado: Rp 172275
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Responder

    FrancoAtirador

    22 de outubro de 2014 às 19h26

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    Band MG Censura Programa dos Professores Mineiros sobre Educação

    Por Altamiro Borges

    A censura tucana em Minas Gerais é descarada.

    Um autêntico crime contra a liberdade de expressão.

    Com fartas verbas de publicidade e outros mecanismos de chantagem,

    o PSDB controla a velha mídia do Estado.

    No último sábado (18), a Band local simplesmente não exibiu
    o programa produzido pelo Sindicato dos Professores de Minas Gerais
    que tratava dos desafios da educação.

    No horário previsto para ser levado ao ar,
    a emissora reprisou um programa anterior sem qualquer consulta prévia.

    Este fato nunca ocorreu nos mais de seis anos
    de contrato da entidade com a TV Bandeirantes.

    Para Gilson Reis, presidente do Sinpro-MG,
    a não exibição ocorreu devido às críticas
    feitas ao caos do setor em Minas Gerais.

    “A educação no estado foi sucateada,
    e os professores sofrem com baixos salários
    e falta de condições de trabalho
    e de infraestrutura adequada
    para o exercício da profissão.
    Essa é uma realidade que todos conhecem,
    embora o governo do PSDB
    insista em dizer que a educação
    vai bem em Minas”.

    O programa fazia parte das comemorações
    do Dia do Professor, em 15 de outubro,
    e trazia vários depoimentos
    sobre a situação do ensino.

    A censura comprova, mais uma vez,
    que a turma de Aécio Neves não tolera
    Liberdade de Expressão e Democracia.

    (http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/10/band-censura-programa-sobre-educacao.html)
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    Confira o programa de TV que a Band não exibiu:

    (http://www.sinprominas.org.br/home/default.aspx)
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    FrancoAtirador

    22 de outubro de 2014 às 19h47

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    22 de outubro de 2014 – 12h55
    Portal TSE

    Emissora de Rádio é Proibida de Fazer

    Comentário favorável a Candidato

    O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
    concedeu liminar em que Coligação Com a Força do Povo

    e a candidata à reeleição Dilma Rousseff pedem que

    a Rádio Capital e o apresentador Djalma Rodrigues

    parem de veicular opinião favorável

    ou contrária e dar tratamento privilegiado a qualquer candidato,
    partido ou coligação, até o final do período eleitoral em curso.

    Na representação, Dilma e a coligação da qual faz parte alegaram

    que o apresentador, em seu programa Notícias da Capital,

    fez comentários contrários a ela e ao Partido dos Trabalhadores (PT),

    ao mesmo tempo em que conferiu tratamento privilegiado

    ao seu adversário na disputa presidencial, Aécio Neves [PSDB],

    sob o pretexto de comentar o debate ocorrido na TV no dia 14 de outubro.
    Alegam ainda que, segundo as informações contidas no site da rádio,

    a emissora tem como Sócio Controlador, desde 1995,

    Luiz Rocha, que é ex-Governador do Maranhão [pelo PDS (ex-ARENA),

    é pai de Roberto Rocha (PSB-MA) que foi eleito Senador em 2014]

    e um dos Responsáveis pela Campanha de Aécio Neves [PSDB]

    no estado, neste segundo turno.

    No mérito, pedem que a liminar seja confirmada
    e que Corte Eleitoral aplique multa de R$ 106.410,00,
    valor máximo previsto no artigo 55, parágrafo 2°,
    da Lei das Eleições (Lei n° 9.504/97).

    O ministro relator da ação, Herman Benjamin, disse,
    ao conceder a liminar, que já de início
    verificou evidente conotação eleitoral no caso.

    “O país está em pleno período eleitoral de eleições.
    Esse tipo de veiculação na programação normal de emissora de rádio
    apresenta nítido viés de propaganda política,
    o que atraí incidência do art. 45 da Lei das Eleições”.

    A norma estabelece que, a partir de 1° de julho do ano das eleições,
    é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal,
    veicular propaganda política ou difundir opinião contrária ou favorável
    a candidato, partido ou coligação, proibindo também o privilegiado.

    RC/GA

    Processo relacionado: RP 169592

    (http://www.tse.jus.br/noticias-tse/2014/Outubro/radio-do-maranhao-esta-proibida-de-fazer-comentario-favoravel-a-candidato)
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    FrancoAtirador

    22 de outubro de 2014 às 19h52

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    O que deve ter de torcedor do candidato do PSDB AérioNéco,

    em Emissoras de Rádio e Televisão, apertando a culatra,

    com medo de ser flagrado pelo TSE com microfone Tucano.
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Marduk

22 de outubro de 2014 às 17h55

Comparando com a situação das mulheres que vivem sobre o tacão dos celerados e psicopatas do Taleban e do Estado Islâmico (sobre esse último, nossa candidata à reeleição acredita piamente ser possível estabelecer um diálogo amistoso) as brasileiras tem uma vida mais “fácil” sob certos aspectos…

Responder

Léo

22 de outubro de 2014 às 16h57

Aécio mostra o quanto está por dentro da realidade brasileira tanto naquela época e hoje. hahahahaah

Responder

Jorge

22 de outubro de 2014 às 16h24

O mais “legal” é o comentário dele na época:
“O governo brasileiro desencoraja as pessoas a saírem do país…”

Atualmente o governo auxilia e muito (Ciências sem Fronteiras) os jovens que desejam se especializar fora do Brasil.

Fatos de Brasis diferentes…o do passado para poucos…o de hoje para muitos….

Dilma presidente!

Responder

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