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Diário da Resistência


A campanha de O Globo em defesa do desemprego
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A campanha de O Globo em defesa do desemprego


10/05/2013 - 20h57

A persistência da inflação

É falaciosa a ideia que quebra de safras no exterior explica a alta de preços no Brasil. Ora, o mesmo não aconteceu com outros países, e que ainda cresceram mais

EDITORIAL de O Globo

sugerido pelo Weden, no Facebook

10/05/13 – 0h00 — Atualizado: 10/05/13 – 13h14

Na visão otimista de Brasília, a inflação, depois de ultrapassar o limite superior da meta (6,5%), com 6,59%, recuará. De fato, mas o 0,55% do IPCA de abril veio acima das previsões, subiu em relação a março (0,47%) e, assim, o índice em 12 meses recuou menos que o esperado, estacionando na fronteira dos 6,49%. O centro da meta, de 4,5%, continua distante, e as melhores expectativas apontam para um índice pouco acima de 5% este ano, ainda alto.

O Banco Central saiu da letargia na última reunião do Copom, elevou os juros básicos (Selic) em 0,25 ponto, para 7,5%, por não desconhecer como a persistência de uma inflação elevada, numa economia ainda bastante indexada, pode deteriorar as expectativas e manter os preços sob pressão.

O momento é cada vez mais de escolhas do governo. É evidente a tentação de manter o mercado de trabalho aquecido com vistas às eleições do ano que vem. Porém, num quadro de quase pleno emprego, o crescimento dos salários acima da produtividade deprime a indústria — o setor deu sinais de vida em março, porém, em relação ao mesmo mês do ano passado, continua com números negativos (retração de 3,3%). Faz com que “vaze” demanda para as importações, ajudando a desequilibrar a balança comercial. E, por paradoxal que seja, isto contribui para mais um “pibinho” (destaque do Weden).

Além de tudo, impulsiona a inflação nos serviços. Em abril, este item do IPCA subiu 0,54%. Em bases anualizadas, a alta é de 8,13%. Com os salários em ascensão, e sem que haja concorrência externa — não se importam manicures, oficinas etc — , os serviços ostentam razoável fôlego para se tornar mais caros.

Pelo menos até agora, a aposta oficial na redução da pressão vinda dos alimentos ainda não se confirma na dimensão esperada. Há retrações, mas o encarecimento de vários produtos funciona como um anteparo às quedas. Só em abril, por exemplo, a batata inglesa deu um salto de 60,4%.

No saldo final deste surto de inflação são punidas as famílias mais pobres, clássicas vítimas da carestia na alimentação. Aquelas, por ironia, com as quais o governo conta para a reeleição de Dilma.

Diretores do BC têm procurado reafirmar o compromisso da instituição com a defesa do poder aquisitivo da moeda — é o que se espera de um banco central. Justifica-se, porém, o mantra devido ao déficit de credibilidade na autonomia da instituição.

A próxima reunião do Copom, na última semana do mês, será novo teste para o BC.

Fica claro que se trata de uma falácia o argumento de que a inflação brasileira foi impulsionada pela quebra de safras americanas e em outras regiões do mundo. Afinal, este impacto inflacionário não se observou nos demais países. As causas são mais internas que externas.

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41 comentários

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Ivanildo José da Silva

25 de junho de 2013 às 17h12

O que mim revolta, é saber que o lula foi tão pisado pela rede globo e a Dilma dá tanto espaço , dinheiro para a Globo? Essa globo é a arma mais poderosa dos corruptos que estão lá no congresso, lá na câmara (bando de ladrões, de bandidos). VAMOS PROTESTAR CONTRA ESSA ARMA DOS POLÍTICOS CORRUPTOS: A REDE GLOBO – SAIA DAS NOVELAS , SAIA DA SELEÇÃO; VÁ PARA A RUA LUTAR, EU FUI E CONTINUAREI INDO, NÓS VAMOS ARRANCAR ESSES BANDIDOS DO TRONO.

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Ela Wiecko: "Em uma democracia, não se deve ter medo dos movimentos sociais" - Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de maio de 2013 às 21h23

[…] A campanha de O Globo em defesa do desemprego […]

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RicardãoCarioca

12 de maio de 2013 às 14h51

Atenção porque mais ‘atentados’ realizados por imigrantes podem acontecer!

http://oglobo.globo.com/mundo/conservadores-abrem-fogo-contra-reforma-imigratoria-nos-eua-8364964

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Paulo Pimentel

12 de maio de 2013 às 12h03

Obviamente a Rede Grobo de Televisão falseia as estatística. A direita golpista, sempre interessada em mentir para o povo brasileiro, com o intuito de explorar sua força de trabalho em beneficío proprio, inventa que há desemprego no Brasil. O governo da presidenta Dilma está fazendo o pocível para resouver os problema do povo, e está resouvendo: temos saúde, segurança e educassão.

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Fabio Passos

12 de maio de 2013 às 11h45

Se tem algo que a globo abomina e o povo com dinheiro no bolso.
A famiglia marinho faz campanha aberta para roubar dos pobres e dar aos ricos.

A globo e a organizacao mais corrupta do Brasil.

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Euler

12 de maio de 2013 às 11h17

Toda a costumeira lenga lenga do editorial global, para nos finalmentes repetir o velho programa da direita neoliberal: mais recessão, com juros mais altos (o que é ótimo para banqueiros e credores da dívida pública), salários mais baixos e desemprego (o que é péssimo para os assalariados de baixa renda), tal como acontecia na era FHC. Só faltou pedir mais privatização – mas nem precisava, né?

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ZePovinho

12 de maio de 2013 às 10h14

A Globo quer que o dinehro do Estado só seja gasto com ela e as empresas privadas que anunciam nela:

http://aecionevesnao.blogspot.com.br/2010/11/aecio-neves-paga-divida-do-pig-rede.html

Aécio Neves paga a dívida da REDE Globo
Governador de Minas Gerais, Aécio Neves, paga US$ 269 milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light
Conforme noticiado pelo Novo Jornal, o governador Aécio Neves na montagem de um esquema capaz de alavancar sua candidatura à Presidência da República vem utilizando, sem qualquer fiscalização, o patrimônio público de Minas Gerais. Isto porque tem contado com a omissão de parte da Assembléia Legislativa e da alta direção do Ministério Público mineiro.

Após utilizar-se das ações da Copasa, conforme matéria publicada pelo Novo Jornal em 19 de dezembro de 2006, intitulada “Aécio vende Copasa e investe no Rio”, transferindo para a empresa Capital Group International Inc., pertencente ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo R$ 800 milhões em ações da Copasa agora através da Cemig monta a empresa RME – Rio Minas Energia Participações S/A, sem qualquer autorização legislativa para compra da concessionária de energia carioca Light, transferindo para os fundos credores da Rede Globo, GMAM Investment Founds Trust I, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust, um crédito em ações de US$ 269 milhões, através do pagamento feito a maior que a quantidade de ações adquiridas na Bovespa pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, na operação de compra.

Este detalhe só é percebido se verificado o constante na folha 4 – II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, que analisou e aprovou a transação. Lá consta que a RME-Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%, inclusive é esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra assim como é informado no próprio site da Light.

Esta diferença aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da bolsa) e só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago.

Trata-se, mais uma vez, da utilização da desonesta operação do “pagar a maior”, algo vulgarmente utilizado pelas empresas particulares para esconder ou desviar lucros, onde se compra nota fria.

Na compra da Light pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A a contabilidade da operação da bolsa maquiou a fraude. Neste caso específico foram utilizados profissionais conhecidos no mercado de capitais pelo alto conhecimento neste tipo de jogada.

Além da Cemig ter constituído em sociedade com outras empresas particulares a RME – Rio Minas Energia Participações S/A sua participação é de apenas 25%.

A irregularidade na constituição da empresa é tão grande e insanável que a Junta Comercial e a Receita Federal, que fornece o CNPJ, não conseguem explicar como isto ocorreu, prometendo pronunciar-se só depois de uma profunda e detalhada investigação.

O que era para não deixar rastro acabou comprometendo toda operação, pois os credores da Rede Globo já tinham ajuizado um pedido de falência contra a empresa em Nova York, nos EUA. Desta forma, o pagamento da dívida teve que ser feita “por dentro da contabilidade da Globo”, o que acabou deixando rastro.

A certeza de impunidade do governador Aécio Neves é tão grande que ele aceitou a entrega da direção financeira da Light ao ex-presidente da empresa holding do grupo de comunicação Globo, Ronnie Vaz Moreira.

Esta e outras operações praticadas no “Novo Mercado” da Bovespa vem despertando a atenção da Receita Federal e de organismos financeiros internacionais que a início identificam o mesmo como uma grande lavanderia de dinheiro público.

A Justiça americana está pedindo explicações da origem do dinheiro utilizado pela Globo para pagamento do pedido de falência. Desta forma, é bem possível que o escândalo exploda de fora do Brasil para dentro, impedindo que o mesmo seja abafado. Evidente que esta é uma remota possibilidade, pois envolvidos nesta operação estão a estrutura de poder nacional e internacional.

O prejuízo do patrimônio público mineiro não para por ai. A Cemig assumiu na compra da Light uma dívida de US$ 1,5 bilhão.

Para realizar esta operação a elite da corrupção e da comprovada desonestidade do mercado de capitais foi escolhida pelo governador Aécio Neves para integrar a alta direção da Light. Basta citar os seguintes membros do conselho de administração da empresa: Ricardo Coutinho de Sena, diretor da concessionária Ponte S/A, denunciado pelo Ministério Público e processado na Justiça Federal de Niterói, estado do Rio de Janeiro, por simulação de empréstimo de US$ 9.500,000 milhões em paraíso fiscal das Bahamas, avalizado pela Construtora Camargo Correia, para remessa irregular de lucros para o exterior, conforme apurado pela Comissão de Fiscalização financeira da Câmara Federal.

Aldo Floris, conhecido no meio financeiro pela capacidade de fraudar preço de ações como no golpe que deu um prejuízo ao Bank of América no valor de R$ 185.000.000 ,00 milhões enviados irregularmente para fundos off-shore no exterior, conforme relatório da Receita Federal, por solicitação da Justiça Federal de Nova York. Este mesmo expert do mercado financeiro simulou uma carta de crédito de R$ 1 bilhão, na privatização da Telemar, conforme apurado no processo da Polícia Federal, que indiciou os dirigentes da Previ por crime na privatização do setor de telecomunicação em 1998, auge do governo tucano.

Gilberto Sayão da Silva, dirigente do conhecido Banco Pactual, onde em uma de suas menores práticas irregulares no mercado financeiro foi indiciado pela CVM, Processo Administrativo nº CVM RJ2005/3304.

Como se não bastasse, tem ainda acento neste conselho o ex-governador do Rio de Janeiro, ex-presidente do Banco do Estado da Guanabara e ex-ministro de Sarney, Raphael de Almeida Magalhães, eterno elo de ligação entre a família Neves e os Associados, pois seu pai Dario de Almeida Magalhães dirigiu a sede carioca dos Diários Associados quando Tancredo era presidente do Banco do Brasil, além de ter dirigido também o jornal Estado de Minas.

Como demonstrado, Aécio Neves montou um verdadeiro “esquema” na Light, especializado na prática de fraudes no mercado de capitais, como a cometida para pagar a dívida da Rede Globo de Televisão.

A montagem da empresa RME – Rio Minas Energia Participações S/A para a aquisição da Light por Aécio não aconteceu apenas para pagar esta dívida. Ela foi estratégica, pois ele estava impedido de fazer certas jogadas no setor energético através da Cemig porque ela é uma empresa estatal e, desta forma, sujeita a uma legislação mais rigorosa.

Sem dizer que qualquer movimentação maior na empresa poderia ser, porque não é fiscalizada pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado. Agora ele poderá fazê-lo sem dar qualquer satisfação a estas instituições.

Ocorre que Aécio cometeu um erro intransponível, porque a Cemig para associar-se em uma empresa de capital aberto como foi o caso da RME – Rio Minas Energia Participações S/A, ela teria que ter tido uma autorização da Assembléia Legislativa, o que ainda não ocorreu. A verdade é que os deputados mineiros não estão acostumados nem preparados para lidar com o profissionalismo da equipe montada por Aécio Neves.

A contrapartida

As negociações desenvolvidas para quitação da dívida da Globo no exterior foram feitas através do ex-presidente da Globo S/A, Ronnie Vaz Moreira, e incluem a posterior transferência e entrega da NET para que o grupo de Aécio Neves possa juntamente com a construtora Andrade Gutierrez, via Telemar, que adquiriu recentemente a Way, e uma série de empresas concessionárias de serviço a cabo do interior mineiro, montar um novo grupo de Comunicação, tendo como geradora local de programação a TV Alterosa.

A certeza da impunidade e de qualquer questionamento traz à tona uma situação escandalosa. Ou se não é escandalosa, como explicar que o principal executivo da Rede Globo, um conglomerado de empresas nas quais existem profissionais como o apresentador Faustão, que ganha mensalmente mais de R$ 1.000.000,00, onde apenas um comercial de 30 segundos em rede nacional no horário nobre custa em torno de R$ 180.000,00, possa largar seu emprego que, segundo versões do mercado, rendiam-lhe quase R$ 800.000,00 por mês fora participações, para assumir a diretoria financeira da Light ganhando R$ 11.000,00 por mês.

O valor total da negociação entre Aécio Neves e Rede Globo chegou a mais de US$ 1,5 bilhão, levando em conta o valor da dívida da Light assumida pela Cemig.

A negociação é tão perdulária que além do valor pago e de ter assumido R$ 1,5 bilhão de dívidas à Cemig, forneceu para a Light em 2006 energia no valor de R$ 399 milhões, conforme Balanço da Light de 2006, “notas explicativas”, Nota 16. E o pior. Sabem quando a Cemig receberá o pagamento? Em dezembro de 2013.

Esta prática sem dúvida criminosa está descapitalizando a Cemig e capitalizando a Ligth. Em português vulgar, a Cemig está passando por baixo do pano dinheiro para a Light.

Não estamos falando de uma transação desonesta entre duas empresas particulares. Estamos falando de uma empresa estatal, que representa o fornecimento para Minas de um insumo estratégico.

Realmente, tem que ser feitas as seguintes perguntas.

Onde está o Ministério Público Estadual e Federal?

Onde está a Polícia Federal?

Onde está o Ministério das Minas e Energia, a ANEEL?

Onde está a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça?

Onde está a Assembléia Legislativa de Minas Gerais?

Onde está a Câmara Federal?

Onde está o Senado?

Onde está o Tribunal de Contas de Minas Gerais e o da União?

Voltemos ao assunto. Para dar seqüência ao “acordo” e viabilizar as futuras operações financeiras, para promover os demais pagamentos, o ex-presidente da Holding da Rede Globo, Ronnie Vaz Moreira, largou o cargo de maior poder no Brasil, depois da Presidência da Republica, transferindo-se estrategicamente para uma simples diretoria Financeira da Light, para ganhar uma remuneração mensal de R$ 11.000,00.

Como dito anteriormente, só este fato em outros tempos seria capaz de derrubar o governo, porém atualmente com o comprometimento das instituições das diversas esferas e instâncias do Poder com a corrupção, poucos estão dispostos a enfrentar o maior império de comunicação existente atualmente no país.

A renegociação da dívida da Rede Globo com seus credores estende-se por quase cinco anos, período igual ao que Aécio imagina ser necessário para chegar a Presidência da República e por conseqüência conseguindo neste período da rede de comunicação seu silêncio e cumplicidade.
O que diz a Cemig

A nota divulgada pela assessoria de imprensa da estatal mineira em resposta à consulta feita pela reportagem do Novo Jornal é a seguinte:

“Para a Cemig participar de leilões, consórcios ou compra de ativos (como é o caso da compra da Light), a empresa não precisa de nenhuma lei para isso, mas sim a autorização do Conselho de Administração da empresa. A proposta é enviada pela Diretoria ao Conselho de Administração, que é presidido pelo Brumer, que autoriza ou não a compra”.

É verdade que para comprar ativos a diretoria da empresa necessitaria apenas de autorização do Conselho de Administração, do qual fazem parte o pai do governador e o sogro de sua irmã.

Porém, a reunião do Conselho de Administração de 24/03/2006 autorizou apenas a compra das ações da Light pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, CNPJ 07.925.628 /0001-47. O que se discute é a falta da autorização legislativa, exigência constitucional para criação da referida empresa, que tem como sócio a JLA Participações S/A, constituída exclusivamente para participar da RME-Rio Minas Energia Participações S/A, conforme relatório da secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, de propriedade do Liberal International Limited, sociedade constituída em Bahamas e a Pactual Energia, que é uma sociedade controlada por um fundo de investimento estrangeiro denominado Pactual Latin América Power Fund Limited, gerido pelo Pactual Banking Limited, instituição financeira com sede em Cayman, assim como Bahamas, paraíso fiscal e sede do maior centro de lavagem de dinheiro do mundo.
Para o mercado financeiro americano a empresa Liberal International Limited, que possui diversos imóveis e empreendimentos em seu nome, em inúmeros locais do país, seria administrada pelo secretário de Governo, Danilo de Castro, que, em última análise, estaria representando o governador Aécio Neves.

Na verdade, a relação entre os dois confunde-se com a relação entre PC Farias e Fernando Collor de Mello. Um jornalista do Washington Post publicou, no final do ano passado, uma nota a respeito, comentando este fato.

Na verdade, o referido jornalista jogou a isca para que Aécio Neves o interpelasse, permitindo que fosse argüido “exception of the truth”, único dispositivo aceito nos paraísos fiscais como motivo para quebra de sigilo de contas e operações financeiras ali realizadas.

Se esta versão corresponde à verdade, não podemos afirmar. Porém, nem a Cemig e os demais sócios da RME-Rio Minas Energia Participações S/A informaram quem era o verdadeiro proprietário do Liberal International Limited.

Para esclarecer esta dúvida, bastaria que a Cemig ou a Light trouxesse a público estas informações, que independente da vontade das empresas, em breve, serão divulgados pelo relatório da Comissão Especial do Senado Federal americano, criado para apurar a lavagem de dinheiro internacional.

Novo Jornal já tinha a autorização para disponibilizar o link contendo o relatório parcial que comprovasse a versão do mercado financeiro americano, quando fomos comunicados que a direção do Senado americano decidiu que o mesmo deveria ser retirado do site da comissão. O relatório final deverá ser concluído até julho deste ano.

E mais. A decisão do Conselho de Administração da Cemig foi para compra de 88,84% das ações da EDF International, que na Light correspondiam a 79,57% de suas ações. Ao contrário, apenas 75,40% vieram para a RME – Rio Minas Energia Participações S/A. A diferença de 4,17% representam as ações que ficaram em poder de EDFI para serem negociadas em Bolsa, conforme citado no início da reportagem, para pagamento do restante do débito da Rede Globo de Televisão.

Na verdade, montou-se um projeto de engenharia mobiliária para apropriar-se do dinheiro público, permanecendo a Cemig como minoritária. Não tendo qualquer poder de decisão. Tanto é verdade que se repete o ocorrido quando a própria Cemig não admitiu no governo Itamar Franco qualquer decisão da minoritária Southern Eletric Brasil Participações Ltda.

A fraude praticada é tão gigantesca que no comunicado feito por Andrade Gutierrez à Bolsa de Valores em 29/03/2006 dizia que a RME Minas Energia Participações S/A estava em constituição, como poderia o Conselho de Administração da Cemig ter decidido que a empresa participaria da RME Minas Energia Participações S/A se naquela data a mesma não existia constando em seu CNPJ como data de abertura 28/03/2006.

Fica difícil para a empresa RME-Rio Minas Energia Participações S/A explicar como comprou 79, 57% e só recebeu 75, 40%. Isto em uma operação de Bolsa no valor de US$ 2 bilhões.

Pedido de auditoria

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais aprovou no dia 20 de dezembro de 2006 requerimento de autoria do deputado estadual Laudelino Augusto (PT) pedindo que seja encaminhado ofício ao Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG) para a realização de auditoria nas contas da Cemig.

O deputado solicitou o exame da arrecadação de receitas públicas e execução de despesas, de outros atos de gestão de repercussão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, praticados pelos seus administradores nos últimos cinco anos, considerando a legalidade, economicidade, eficiência e demais princípios constitucionais.

Comentário: como dissemos na edição anterior, uma voz firme, objetiva, sem distorcer a realidade, como vem sendo feito de forma generalizada — as exceções são exceções — na grande mídia, surgiu em Minas, o Novo Jornal. Finalmente, o governo Aécio vai sendo desmascarado. Além do escândalo dos investimentos feitos na Light, realizados à revelia da Assembléia Legislativa e, portanto, da sociedade mineira, Aécio tem explicar publicamente o que está feito com a Copasa. Outro escândalo que envergonha a imprensa mineira, completamente omissa em sua função social de noticiar os fatos que interessam ao povo mineiro. Ninguém da propalada grande mídia mineira dá um pio sobre esses assuntos. Será por quê? Alguma justificativa há.

Enquanto o tucano Aécio faz das suas aqui em Minas, o outro, o tucano paulista José Serra, também esconde a verdade — um buraco do tamanho de uma cratera — sobre as irregularidades do Metrô paulistano. Isso tudo, senhores, com a conivência, com o caradurismo da mídia nacional, Globo, Folha de S. Paulo, Estado de São Paulo e companhia limitada e ilimitada. Blindaram o homem com a maior cara-de-pau. Estão fazendo com Serra agora, como fizeram antes com ele mesmo na eleição pra governador, como fizeram com Alkmin durante todo o processo eleitoral passado. Essa imprensa que se diz imparcial e isenta (é preciso saber de quê e de quem), se transformou em mais um partido que defende os interesses das classes dominantes brasileiras. E como não deu pra emplacar o Alckmin em 2006 e Serra em 2010 já trabalham para emplacar Aécio em 2014. Essa é a lógica com que trabalham.
Fonte:http://www.cebsuai.org/content/view/89/36/

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FrancoAtirador

12 de maio de 2013 às 03h46

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PROFESSOR EMIR SADER AVALIA A MÍDIA BANDIDA

(http://www.youtube.com/watch?v=_O0lyHwle8o)
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Responder

Messias Macedo

12 de maio de 2013 às 00h31

Chauí: Qualquer coisa que diga sobre a mídia será obscena

A filósofa e professora da Universidade de São Paulo (USP), Marilena Chauí, fez uma análise da atuação da imprensa no Brasil. “O que eu acho da mídia brasileira está abaixo de qualquer possibilidade de declaração em público”, destacou.

em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/

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Gerson Carneiro

12 de maio de 2013 às 00h02

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AlvaroTadeu

11 de maio de 2013 às 22h40

Mil desculpas, estava corrigindo erros de digitação no texto, o telefone tocou, me distraí na fórmula do número “e”. A fórmula está correta, mas no caso do cálculo do juro acumulado em doze meses para uma média mensal de 0,54% é (1,0054) elevado a décima-segunda potência. A fórmula é para o cálculo do limite quando n é infinito. São parecidas por que trata-se de (1,0000 + 0,0054) elevado a doze. Obrigado.

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AlvaroTadeu

11 de maio de 2013 às 22h27

Quando a gente aprende Análise, ainda no Cálculo Diferencial e Integral I, sabe que o limite da função (1+1/n)*n (elevado a n, não dá para botar expoente aqui), com n tendendo ao infinito, é 2,718…, o famoso número “e” (base do logaritmo neperiano). Não sei de onde o articulista encontrou 8,13% de inflação anual para um valor mensal de 0,54%. Como dá muito trabalho fazer na mão usando a fórmula acima, usei a calculadora: 6,68% (arredondando para cima). Não se podem torturar os números nem usar a desculpa de que jornalistas não sabem Matemáticda para praticar terrorismo econômico.

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Fabio Passos

11 de maio de 2013 às 18h20

Todos os economistas do psdb defendem isso.
Vamos acompanhar se aecio tem coragem de defender demissoes em massa… ou se vai fingir que nao e isso o que pretende fazer.

Os patifes neoliberais querem voltar ao poder para continuar roubando e empobrecendo os trabalhadores.

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augusto2

11 de maio de 2013 às 12h57

Nao é bem que esteja faltando mao de obra qualificada não.Isso quando tem contorna rapido.
Estafaltando para eles a mao de obra excedente e simples- que tinha de montão.Quanto era historicamente o CUSTO da mao de obra sobre a produçao de UM automovel? Cinco pct. Hoje,nao sei, nao esta muito longe disso.E quanto é aumentar 10% sobre 5%?

Na placa na porta de aço,ou na vitrina no Bras-bom retiro-z.norte e sul as duzias de placas e displays colados, lendo: precisa-se de ajudante, cortadora, vendedor, mecanico sem 2º grau mesmo e por ai vai.
Ué, é pagar e tratar melhor, cara palida. A princesa isabel mandou, lá atras em 1888. O cara vai buscar outro lugar mesmo. E acha.
E por isso que dilma está cortando custo tributario aqui e ali.Isso é fatiamento…,claro, pela razao que o congresso só se mexe para o lobby.

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FrancoAtirador

11 de maio de 2013 às 12h32

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IRMÃOS MARINHO E A INFLAÇÃO DAS BATATAS

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    Gerson Carneiro

    12 de maio de 2013 às 00h02

    Hahahahahaha…

nona fernandes

11 de maio de 2013 às 12h17

Se o desemprego diminuir sempre e se mantiver assim por muitos anos, como sebreveveria um programa de um tal Luciano Huck, que tem um quadro chamado “lata velha”, se todos puderem comprar um carro novo? E os dois outros similares do SBT e Record, tipo “realizando um sonho”, em que os dois programas dão uma casa para um miserável escolhido a dedo de baixo de viaduto? E todos os programas de horrores, que a cada dia crescem mais nas mídias televisivas? Por essas e outras razões “o ideal é muito, muito desemprego”
Em tempo, achei genial a ideia de Antônio Carlos Silva!!

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abolicionista

11 de maio de 2013 às 11h54

O receituário de o Globo segue os ditames internacionais. Uma mão-de-obra bem-remunerada e desqualificada como a brasileira não pode concorrer no mercado mundializado, fato. Quem encabeça o processo de acumulação hoje é o mercado financeiro, para que insistir D-M-D’ quando se pode obter D-D’? Por isso a produção não engata, por mais empurraozinho que a Dilma tente dar… é imprescindível suplantar o capitalismo por um sistema menos irracional e autodestrutivo, ou simplesmente não haverá futuro para nossa espécie.

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jaime

11 de maio de 2013 às 11h23

Pode-se criticar “este governo que está aí” e atribuir-lhe “aceitar os transgênicos e os agrotóxicos da Monsanto, desmantelar a Funai, financiar a Veja, trocar a banda larga pública pela da Vivo, aceitar que a Lei Rouanet financie o Holiday On Ice e não a cultura local, abandonar a reforma agrária e a reforma urbana, conceder portos e aeroportos, deixar a Vale vender o minério de Carajás aos chineses no ritmo que quiser e a preço de banana, promover rodadas de petróleo que beneficiem as petroleiras internacionais em detrimento da Petrobras, ter um ministro da Saúde que aceite fortalecer o campo dos que combatem o aborto, um ministro das Comunicações que seja parceiro das teles e um ministro da Educação que não saiba que a Folha colaborou com a ditadura militar emprestando um jornal e veículos de transporte”, segundo PS deste Viomundo em outro post, e com o qual concordo. Mas “este governo que está aí” sabe que existe uma linha divisória, um limite sobre o qual qualquer passo adiante será em falso, e esse limite “é a economia, estúpido!”, é o emprego e renda para todos, por menor que sejam. Isso lhe dá um saldo de crédito para ser gasto com todas as guloseimas e bobagens que a direita quer para lhe emprestar apoio, mas a linha amarela do emprego e renda, essa é intransponível sob pena de uma tragédia nas eleições.
A direita empresarial, não só no Brasil mas no mundo todo, é tão irracional que precisa ser defendida de si mesma, dizem uns, porque se em um primeiro momento o desemprego achata os salários e lhes proporciona maior lucro, em um momento posterior vai acarretar estagnação e quebradeira geral, com mais desemprego, num círculo vicioso, porque desempregado não consome.
Mas outros dizem que isso na verdade é marginal, porque quando há grande desemprego, como na Europa hoje, o que importa é que os remanescentes que não perderem seus empregos vão ter que continuar fazendo o serviço todo, mesmo daqueles que foram despedidos, e assim a taxa de exploração (e lucro) será ainda maior. Ou seja, crise sim, mas só para alguns.

Responder

Roberto Locatelli

11 de maio de 2013 às 10h59

Pessoal, é chato eu ter que falar isso, mas a proposta d’O Globo ESTÁ CERTA!

O capitalismo não aguenta salários decentes para todos. O capitalismo não aguenta dar emprego para todos. Por isso é que a elite está preparando o golpe de estado contra Dilma.

É só olhar o que está a ocorrer na Europa: a população jogada no desemprego e na miséria e os banqueiros… ficando MAIS RICOS!

O capitalismo PRECISA da miséria para sobreviver. Então, quem não concorda com o editorial d’O Globo, deve lutar para substituir o capitalismo por outro sistema econômico mais equânime.

Responder

    Fabio Passos

    11 de maio de 2013 às 13h13

    Tamo junto.
    Explodir a bunda da ricaiada e derrubar o regime: Construir uma democracia real. Recuperar toda a renda e patrimonio surrupiados dos trabalhadores.

    Precisamos de uma organizacao de esquerda revolucionaria para politizar as massas.

    Francisco

    12 de maio de 2013 às 04h35

    Todo mundo esqueceu dela, mas ela ainda existe:

    A mais-valia tem de sair de algum lugar!

    Sem mais-valia o sistema não gira!!

    Alguém tem de ser explorado!!!

    Simples assim…

    Fabio Passos

    12 de maio de 2013 às 11h43

    Todo mundo que precisa e corre atras de corporacoes capitalistas para financiar campanha.
    E assim que a democracia burguesa limita quem pode e quem nao pode disputar.

    Este regime esta destruindo a humanidade e o planeta.

Julio Silveira

11 de maio de 2013 às 09h57

Nosso problema é que o governo acredita que terá solidariedade empresarial quando promove politicas economicas que desoneram o empresariado, esperando repasses a cidadania. Ainda estou avaliando se por burrice ou inocência mesmo, já que tivemos diversos momentos históricos em que governos anteriores promoveram situações visando melhorar o nivel economico das classes menos favorecidas e tiveram boicote sistematico aos programas, via de regra trocados pelo esperteza da ampliação do percentual de lucro nessas oportunidades.
Uma coisa é certa enquanto a maioria perde por fraqueza intelectual governamental, ou bondade, ou ainda inocencia, sei lá, uma minoria lucra e muito, sempre, as custas de tudo isso. E são muito bem articulados e associados com a midia corporativa.

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Roberto Ribeiro

11 de maio de 2013 às 09h01

SÃO UNS JÊNIOS: “No saldo final deste surto de inflação são punidas as famílias mais pobres, clássicas vítimas da carestia na alimentação. Aquelas, por ironia, com as quais o governo conta para a reeleição de Dilma”.

ENTÃO É ASSIM: Dilma abaixa “carestia”, e a substiui pelo desemprego.

Aí “por ironia” aqueles que eram vítimas da “carestia”, passam a ser vítimas do desemprego, e a pedido da Globo, reelegem Dilma.
he, he, he, he…!!!!!

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Jose Mario HRP

11 de maio de 2013 às 08h19

Com desemprego na base de menos que 05% fica difícil passar sensação de crise no país.
A Globo deveria se preocupar mais em lidar com esse monstro chamado Record.
Pouco a pouco a Record vai tomando o espaço do Plim plim.
Por isso a buliçosa reformulação que anda acontecendo nas entranhas da Global.

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RicardãoCarioca

11 de maio de 2013 às 06h58

Cadê os diplomas desses jornalistas da globo? Ah, é: jornalista não precisa ter!

A mídia corporativa quer desemprego, para que as pessoas não tenham dinheiro, para que não saiam tanto das suas casas e também é favorável à bandidagem nas ruas, para que as pessoas tenham mais outro motivo para permanecerem dentro de suas casas no afã – pelo raciocínio do PiG – de tê-los na frente da tevê consumindo sua programação alienadora, seu jornalismos militante-partidário de direita e assistindo as propagandas dos seus anunciantes. O problema é que, sem emprego, o anunciante gasta com propaganda e as vendas são menores. Mas, para a mídia, o importante é alienar o povo, alinhá-lo com os interesses estadunidenses e fazer política direitista.

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Sidnei

11 de maio de 2013 às 02h03

Pois é. Bom mesmo foi o final do governo FHC, que, apesar de desemprego quase três vezes maior que o atual, ainda encerrou seu último ano com inflação anualizada de 12,53%, quase o dobro da atual. Bons tempos aqueles!

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LEN

10 de maio de 2013 às 23h56

Perfeito, editoriais dos jornalões cabem mesmo apenas na seção de HUMOR. Como crianças mimadas que foram contrariadas, batem o pé, choram e se humilham: “Acreditem em nós”, mesmo que para isso você tenha que ser um néscio ou não tenha idade suficiente para ter acompanhado a evolução da inflação nos últimos 20 anos. Arrogantes demais para reconhecer que mais uma vez erraram, a precipitação ficou parecendo torcida contra mal disfarçada. Não assumem nunca erros, preferem ficar brigando com os fatos e afundar cada vez mais com a versão “estratégica”. O acalento para a vergonha alheia é saber que se jornais a cada dia são menos lidos, o editorial é uma parte que muito poucos leêm, dos que conheço que ainda lêem jornais, todos estão interessados em seções específicas dos jornais e não dão a menor bola para essas baboseiras que eles escrevem. Fora os blogueiros de ambos os lados, apenas os convertidos e parte da esquerda que quer rebater tudo da velha mídia ainda se importam, a maioria da população que não vive como nós esse embate político diário C… e anda para o que os editorialistas escrevem.

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Edgar Rocha

10 de maio de 2013 às 23h45

Pois é. Povo empregado e ganhando mais, dá nisso. [email protected]#$%%¨¨$%¨&*!, viu! Batatas me mordam! E a parte da manicure: a culpa é dela, que pra ver bife, tinha que cortar do dedo da madame. Agora esse povinho pode até comer (bife de vaca quadrúpede)! O que mais a Globo vai inventar? Emprego faz mal pra economia, aumento no salário faz mal, pagar direitos pra domésticas, faz muito mal, baixar o preço da cesta básica, é o fim… Pelo jeito só a educação, a saúde e a segurança estão no patamar corretos. Quero ver quando começar a melhorar. Vão dizer que esta gentinha tá querendo demais, tá vivendo muito e isto gera inflação, tá lendo muito e isto faz um mal danado.

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Valmont

10 de maio de 2013 às 23h02

Percebi esse mesmo discurso, hoje, no jornal da globonews.
A jornalista (?) lamentava o nível “excessivamente alto” dos salários e o associava ao suposto mau desempenho da indústria nos últimos tempos.
Acho que Paulo Henrique Amorim tem razão quando chama esse pessoal de URUBÓLOGOS. Lamentar o quase pleno emprego e a elevação dos salários dos trabalhadores é coisa de quem torce contra o povo brasileiro.
Parece que todos os jornalistas do grupo gloebbels são cidadãos dos Estados Unidos, aquele país em que votos de negros e latinos são deletados.

Nosso país vai bem, diante da crise econômica mundial, mas estaria bem melhor sem essa imensa quantidade de URUBÓLOGOS turbinados pelas famiglias mais ricas deste País, que, NÃO POR ACASO, SÃO PROPRIETÁRIAS DO MONOPÓLIO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL NO BRASIL, desafiando a Constituição Federal e os Poderes da República.

EIS O ESCÂNDALO!

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João carlos

10 de maio de 2013 às 22h46

Vocês já repararam que nos jornais globais os atores, digo, apresentadores falam per-sis-ten-te, assim, sílaba por sílaba, ao invés de persistente, de uma vez só? Notei isso há algumas semanas vendo a carranca do traack.
Alguém pode me explicar o que é inflação per-sis-ten-te?
Se um país qualquer tem inflação de 0,01% ao mês, ela não é per-sis-ten-te?
A não ser que se deixe de comprar e vender, travando todas as relações de consumo, é impossível que não haja uma inflação per-sis-ten-te, estou certo?
Será propaganda antecipada do cerra, o mais per-sis-ten-te?
É também curiosa a afirmação ao final: “este impacto inflacionário não se observou nos demais países”. QUAIS países? O que o redator chama de “impacto”? Uma bolinha de papel na cabeça é “impacto”?
Eu morro de rir desses editoriais de especialistas multi-uso.

Responder

FrancoAtirador

10 de maio de 2013 às 22h43

.
.
Esse editorial d’O Globo

é a batata que faltava

para encher o saco.
.
.
Se os industriais incompetentes

não conseguem pagar os salários,

então que vão plantar batatas.
.
.

Responder

Panambi

10 de maio de 2013 às 22h14

Na Itália juízes arrebentaram a Máfia; no Brasil o STF se alia a eles…

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Fabio Passos

10 de maio de 2013 às 22h05

A “elite” branca e rica se escandaliza com aumento da participacao da renda do trabalho no PIB.
Pobre melhorar de vida e inadmissivel para a ricaiada avarenta que construiu o Apartheid Social no Brasil.

O PiG defende que o dinheiro que esta nas maos de milhoes de trabalhadores deve ser transferido para poucos especuladores miliardarios do mercado financeiro.

As organizacoes globo defendem abertamente os especuladores que roubam a riqueza de quem trabalha e produz!

O que sera que merece a famiglia marinho por defender que milhoes de trabalhadores percam o emprego?

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dapenna

10 de maio de 2013 às 21h54

Patrão básico. Em teoria, uma taxa de desemprego maior reduz o nível médio dos salários, eventualmente aumento os lucros do empregador.

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rita

10 de maio de 2013 às 21h54

alguém já imaginou que a falta de profissionais bem formados pode ser um dos problemas de nossa economia?

Responder

Abel

10 de maio de 2013 às 21h23

O Mercado precisa manter o apartamento em Paris, o iate em Mônaco e o flat em Nova Iorque. Aumentem a taxa de juros, pelo amor de Mamon!

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