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Vivaldo Barbosa: Candidatos “de centro” que invocaram campanha das Diretas não participaram da campanha das Diretas
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Política

Vivaldo Barbosa: Candidatos “de centro” que invocaram campanha das Diretas não participaram da campanha das Diretas


01/04/2021 - 16h01

O INCRÍVEL MANIFESTO DOS CANDIDATOS

Por Vivaldo Barbosa

Candidatos já se apresentaram como tais e assinaram manifesto. Manifesto para defender a democracia ameaçada, dizem.

Esta ênfase na defesa da democracia nos desperta questões, pois invocaram a campanha das Diretas Já, quando nenhum deles participou das diretas.

Mandetta e Ciro estavam no PDS (novo nome da ARENA, de apoio ao regime militar) na época das diretas, e o PDS não veio pra rua, claro; o banqueiro Amoedo certamente era de apoio aos militares; Huck não estava em lugar nenhum; Dória e Leite, não se sabe onde estavam, mas nas ruas nunca vieram.

A campanha das diretas está a merecer análise mais particularizada, mas já é possível observar que foi uma pena ter ficado meio na superfície, a eleição do Presidente, e não ter aproveitado aquela extraordinária mobilização para exigir transformações mais profundas.

Como uma ação política grandiosa como aquela nunca é em vão, a Constituinte, 3 a 4 anos mais tarde, recuperou as questões já postas no Brasil pelo trabalhismo: reestruturação do Estado Nacional em sua capacidade de intervir na economia, direitos trabalhistas e Previdência social, direitos à saúde e à educação como deveres do Estado.

A tal ponto que para implantar o neoliberalismo, FHC teve que mutilar a Constituiç ão de 88 em aspectos fundamentais. E as diretas só vieram com a Constituinte para 1989.

Brizola queria evitar esta demora e chegou a propor diretas em 1986 com prorrogação do mandato de Figueiredo, para evitar as manobras que adiaram. Foi dura e injustamente criticado.

Agora, os candidatos dizem que há ameaça à democracia que dizem defender.

Muitos atribuem esta troca de Ministério de Bolsonaro como tentativa de golpe.

É claro que Bolsonaro sempre procura farejar esta possibilidade. Mas sua incompetência política e incapacidade não permitem qualquer resultado.

Todo governo acuado e desprestigiado como este procura fazer alterações no Ministério para distrair e desviar atenções.

Mas Bolsonaro saiu menor ainda: criou uma situação no mínimo áspera e incômoda com os generais. Isto se estende e inibe apoios.

Esta insistência na situação de golpe parece ter propósito definido: criar uma situação de tensão em que tanto Bolsonaro fica como ameaça permanente, quanto Lula e sua candidatura se tornam igualmente ameaça pelo fortalecimento de Bolsonaro como polo único para enfrentar Lula.

Esta situação de ameaças ajuda na construção de alternativa de conteúdo neoliberal para evitar rupturas, mas de continuidade das políticas desde Temer e Guedes/Bolsonaro. O manifesto serve para isto.

Fiquemos fora disto.

Outra questão é que os defensores da democracia, todos, participaram do golpe contra Dilma e Lula e da eleição de Bolsonaro.

Mandetta é o exemplo mais nítido: seu voto no impeachment da Dilma, sua participação na campanha do Bolsonaro e ter sido Ministro do Bolsonaro.

Exceto o Ciro. Mas o Ciro, com seus ataques a Lula e Dilma e ao PT, repete os argumentos dos que procuram se justificar pelo golpe.

Neste ambiente, e com a pandemia se agravando, dá para perceber que querem rifar o Bolsonaro e colocar o Mourão.

O governo Bolsonaro/Guedes já não mais existe, a pandemia batendo 4.000 mortes por dia, o caos instalado nos hospitais país afora, seria preciso vir o Mourão para dar conta do recado; reunir mais forças para enfrentar o vírus; fazer as recomendações mais corretas de isolamento, máscaras, álcool, etc, tentar obter algum êxito até o ano que vem.

Mais importante: colocaria alguém para realizar a mesma política do Guedes sem ele e reuniria as forças políticas do PSDB/FHC até à Rede Globo e todo o conservadorismo.

Com o Império junto, claro.

Para enfrentar Lula em ambiente de mais normalidade, purificado do bolsonarismo, todos jura ndo arrependimento. Mas se não der para colocar Mourão, já terão isolado Bolsonaro e construído outra candidatura.

Diante de nós, a tarefa de exercitar a sabedoria política.

Eles certamente juntarão inúmeros grupos políticos, numa enorme frente, com muitos recursos, dos grupos econômicos ao Império. Mas não levarão o povo brasileiro com eles.

Porque a nossa será uma frente de conteúdo e visão transformadora, de recuperação e avanço nos direitos da nossa gente.

Eles serão o que são e que sempre foram: portadores da pesada herança do colonialismo e da escravidão.

Nós, seremos o que somos e que sempre fomos: sempre ao lado das lutas do nosso povo. E como nossas referências que nos tornam inconfundíveis: Getúlio, Jango, Brizola e Lula. Todos vítimas dos que hoje dizem defender a democracia.

O PDT e Ciro já estão do outro lado. Não são mais trabalhistas e brizolistas. Me faz lembrar um verso de Drummond: apenas um quadro na parede, e como dói.





11 comentários

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léo

04 de abril de 2021 às 08h05

Ninguém me perguntou, mas DEUS me curou da epilepsia e atrofia, acreditem ou não, DEUS só exige de cada um de nós a PRATICA dos 10 mandamentos!
Nosso povo é muito jumento, burro… uma pesquisa de 5 minutos no site da câmara daria para ver quantos projetos de lei a corja de ladrões teriam feito;
O canal “mídia ninja” mostra em um vídeo de 5 minutos o carater do boçalro (existem as entrevista de 30 minutos ou mais);
Na fila de votação anteriores ouvi argumentos como: “não vou votar nela porque parece um et, vou votar nele porque é um gato…”
E olhem que curioso, durante os 8 anos do governo lula, boçalro o condenava, mas hoje o atual presidente faz exatamente tudo aquilo que condenou nos outros e pior, não sabe nem fazer com a mesma eficiencia…
Acorda povo, estude seus candidatos, afinal, quando votamos mal podemos está ajudando a destruir o próprio país!

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Nelson

02 de abril de 2021 às 22h12

Em dezembro passado, Eduardo Leite deu mais uma mostra de seu intenso amor pela democracia. Para tentar “passar a boiada”, fez como muitos outros governadores já fizeram.

Ele enviou à Alergs o PL 260 com o pedido de urgência na tramitação num mês em que, historicamente, as pessoas acabam se envolvendo nas festas natalinas e de final de ano ficando com pouco tempo e espaço para darem atenção a outras demandas.

O Rio Grande do Sul é o único Estado proíbe o uso, em seu território, de agrotóxicos que estejam proibidos nos países de origem das fabricantes. Algo lógico, a lei que determina a proibição foi aprovada em 1982.

Felizmente, com muita mobilização e pressão popular, o PL acabou não sendo votado em dezembro e está pendente na Alergs. É claro que Leite não vai desistir dele.

Com o PL 260, Leite quer acabar com a proibição e abrir o Estado para mais e mais venenos agrícolas. Em benefício de quem? De uma ínfima minoria constituída pela grande indústria química, que nem brasileira é, e um punhado de latifundiários.

Democraticamente, Eduardo Leite quer envenenar ainda mais a 99% dos gaúchos e as nossas terras e águas para garantir lucros ainda mais suculentos a quem já lucra bastante. Para Leite, democraticamente, a esmagadora maioria tem que perder, ser enormemente prejudicada, para que uns poucos ganhem.

Eduardo Leite “passa a boiada” nos ritos que garantem uma maior participação popular, quer impor projetos que beneficiam 1%, quando muito, do povo gaúcho, mas, candidamente, assina uma carta em defesa da democracia, como se por ela morresse de paixão.

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Nelson

02 de abril de 2021 às 21h44

Confirmando que o que fez em 2018, durante a campanha, foi pura encenação para amealhar votos de incautos e inocentes, Eduardo Leite quer, agora, ao tentar aprovar a PEV 280/2019 na Assembleia Legislativa, democraticamente, “passar a perna” no povo gaúcho mais uma vez.

Com essa PEC, Leite mostra, de novo, que nunca quis ouvir o povo gaúcho, pois quer eliminar a necessidade de plebiscito, prevista pela Constituição do Rio Grande, para que qualquer governo possa privatizar outras três empresas estatais: Banrisul, Corsan e Procergs.

Leite quer entregar mais um naco das empresas estatais gaúchas a um seleto grupo de grandes empresários privados. Na verdade, como bom tucano, o projeto dele é privatizar tudo e acabar com o que resta do patrimônio pertencente ao povo gaúcho.

E, cara de pau, Leite tem o desplante de aparecer como defensor da democracia.

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Nelson

02 de abril de 2021 às 17h41

Bem, vamos relatar um fato que poderá nos dar uma base para medirmos o denodo democrático de pelo menos um desses sujeitos que assinaram a tal carta em defesa da democracia.

Na campanha eleitoral de 2018, Eduardo Leite procurou se mostrar um democrata convicto. Prometeu que um governo seu ouviria o povo gaúcho. Em entrevista Rádio Guaíba, Leite afirmou “Chegando ao governo, o plebiscito será um dos primeiros pontos a serem encaminhados à Assembleia, já nos seis primeiros meses”.

Eleito, pouco tempo depois de tomar posse Leite já demonstrava que sua convicção democrática era mesmo só aparente. A vontade de ouvir o povo se esvaneceria logo.

Já no dia 6 de fevereiro de 2019, Leite enviava à Assembleia Legislativa aqui do Rio Grande a PEC 272. Com ela, ele queria eliminar o plebiscito exigido para a privatização de três estatais, CEEE, CRM e Sulgás.

Em abril daquele ano, junto com sua maioria na AL, Leite, o democrata convicto, “tirava da jogada” o povo gaúcho e abria as portas para a entrega das estatais a alguns grandes grupos privados.

Agora, num misto de hipocrisia e desplante, vem posar de democrata assinando carta em defesa daquilo que demonstrou sobejamente detestar, a ……democracia.

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Darcy Brasil Rodrigues da Silva

02 de abril de 2021 às 05h10

Somente um adendo: o que escrevi abaixo foi uma tentativa de interpretação dos movimentos de Ciro fora do esquema de ataques pessoais que configuram as disputas entre lulistas e petistas. Há uma lógica orientando a estratégia política e eleitoral de Ciro Gomes que não é nada amadora, nem tampouco se explica com afirmações do tipo “Ciro adere à direita”, quando, na verdade, é a direita que está se vendo obrigada a aderir a Ciro. Se o PT pretende combater Ciro eleitoralmente, melhor será compreender a estratégia eleitoral de Ciro, em vez de tentar atacá-lo com argumentos idênticos aos que usou contra Marina Silva, o que serve apenas para o PT nutrir a rejeição dos lulistas contra Ciro, não atingindo o eleitor não lulista que pode votar em Lula ou em Ciro. Na coligação de Ciro algumas agremiações como o PSB e a Rede poderiam ser atraídas para Lula. O PCdoB defende uma Frente Ampla contra o fascismo e esta está muito mais bem definida na coligação de Ciro do que na do PT que, por enquanto, sequer conhecemos como será integrada, tendo apenas o PCO como aderente declarado. Como o PT pretende atrair esses partidos? Na base da empatia, do apelo às amizades, me parece que não conseguirá convencer o PCdoB, por exemplo, que não abrirá mão da política de Frente Ampla, cedendo mais uma vez a estreiteza de vistas inerente à tática petista. Ciro fez uma jogada de mestre. Vivaldo reagiu falando aquilo que os petistas gostariam de ouvir. Ficou bem na foto para os petistas, mais uma vez, mas não contribuiu em nada para a compreensão da sutileza política implícita nas ações do pedetista.

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Zé Maria

01 de abril de 2021 às 23h29

A Mídia Venal gosta de mudar o Nome das Coisas.
“Direita” é “Centro”
E “Extrema-Direita”
é “Ala Ideológica”.
E “Fascismo”
é “Núcleo Duro”.

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Darcy Brasil Rodrigues da Silva

01 de abril de 2021 às 21h30

Façamos análises fundados na
racionalidade. Ataques pessoais desonestos são desprezíveis quando partem de Ciro contra o PT ou quando partem do PT contra Ciro. Ciro não é o político de direita que os petistas querem estigmatizar, nem tampouco é o herdeiro de Brizola, como o PDT gosta de o apresentar. Trata-se de politico personalista, que defende, porém, um programa nacional desenvolvimentista, a propósito do qual jamais li ou ouvi críticas dos dirigentes e militantes do PT (muitos dirigentes e militantes do PCdoB, por exemplo, consideram que o programa de Ciro possui inúmeros pontos positivos). A obsessão do ex-governador do Ceará é eleger-se presidente em 2022. E não parece estar disposto a jogar, mais uma vez, para galera, participando do pleito sem tempo de TV, sem uma numerosa militância e cabos eleitorais cambalando votos para ele pelo país inteiro, sem estrutura de campanha de primeira grandeza, para poder receber muito mais que os 12% de votos que obteve em 2018. Ciro sabe antecipadamente que não existe nenhuma chance de ser apoiado pelo PT, um partido absolutamente exclusivista quando se trata de apontar seu candidato à Presidência da República, mesmo que Lula não estivesse disponível para ser esse candidato. Até as pedras do caminho conhecem que o PT nunca apoiaria Ciro, Flávio Dino ou Boulos. Isso é da natureza exclusivista incorrigível do petismo. Por outro lado, os partidos da direita tradicional não possuem um único nome capaz de derrotar Bolsonaro no 1° turno, indo disputar com Lula no 2° turno (antes, tanto Ciro como a direita tradicional trabalhavam com a hipótese de derrotar Haddad no 1° turno, indo disputar o 2° turno com Bolsonaro. Porém, com a entrada de Lula no jogo e a queda cada vez mais acentuada da popularidade de Bolsonaro, a possibilidade de chegar ao 2° turno passou a ser derrotando o miliciano no 1° turno, indo disputar o 2° turno com Lula). Em condições normais, tais como aquelas que existiam até 2014, à direita tradicional jamais ocorreria sustentar uma candidatura como a de Ciro. Mas as condições não são normais. Assim, se a direita tradicional desejar derrotar Lula e Bolsonaro ao mesmo tempo, a única forma será apoiando um candidato de centro-esquerda como Ciro; este, por sua vez, se quiser disputar as eleições de 2022 em condições de chegar, de fato, ao 2° turno, terá que fazer alianças semelhantes àquelas que Flávio Dino fez no Maranhão para derrotar, sem o apoio do PT, o candidato da família Sarney em 2014. Desse modo, temos dois fatos soltos no jogo político que prefigura as dispotas eleitorais em 2022. Um conjunto de agremiações de centro direita tradicionais, como o PSDB e o DEM, que sabem não possuir um nome competitivo para chegar ao 2° turno em 2022, mas que desejam impedir as vitórias de Lula e de Bolsonaro, e um nome competitivo, como o de Ciro Gomes, que sabe que não viabilizaria sua ida ao 2° turno sem uma estrutura de campanha de primeira grandeza. Ciro não se converteu em membro da direita por se dispor a entabular essa aliança, por explorar as contradições entre o lulismo e o bolsonarismo, da mesma forma que Dino não se converteu em politico da direita quando articulou uma aliança semelhante no Maranhão. Na minha opinião, as chances de Ciro concorrer em 2022 apoiado por uma coligação formada pelo PDT, PSB, Rede, PV, Cidadania, PSDB, DEM (e, talvez, o PCdoB, que pretendia apoiar Ciro em 2014, mas que possui muitos vínculos afetivos que o ligam a Lula, e que dificultam uma decisão racional num primeiro momento) são cada vez maiores. Por isso, minha intuição política começa a desconfiar em algo até bem pouco tempo impensável: se não houver golpe de estado miliciano, as chances de Ciro disputar o 2° turno com Lula são cada vez maiores. A queda de popularidade de Bolsonaro, somada ao antipetismo favorece as pretensões do político cearense, desde que viabilize o apoio da coligação ampla acima citada.

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Antônio Bisneto

01 de abril de 2021 às 16h42

Ciro, Moro e Bolsonaro são bem autoritários. Acho que este tipo de governante não fará bem ao país. Mourão tb não é muito diferente. Quem não se lembra do neto LOIRO.
Estes ” democratas ” do manifesto estão mais preocupados com a ” democracia deles e pra eles ” do que com a VIDA das pessoas. Não passa de pura hipocrisia.
Se de fato estivessem preocupados com a democracia a PRIMEIRA a ser salva seria a Vida.
E o mito é um belo mico isso sim.
Daqui a pouco ele vai dizer para o defunto deixar de ser fracote e levantar do caixão. CORRER 10 km.
O povo precisa de VACINA não é de leite moça.
Semana retrasada teve outro manifesto e nesse intervalo já deve ter morrido mais umas 30 mil pessoas.
O cara que nos governa é muito atrasado na cabeça.
Um dia ele e os filhos irão morrer e aí se prepara para a fúria do povo. Vão desejar não ter nascido.

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Henrique Martins

01 de abril de 2021 às 16h21

https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/04/01/agu-defende-no-supremo-suspensao-de-decretos-proibam-cultos-e-missas-no-pais.ghtml

Isso é provocação para jogar o STF contra a parte da população evangélica que está com a mente lavada.
Em vez de se preocupar com os brasileiros mortos pela Covid o governo está se preocupando é com os cultos religiosos de Páscoa.
Se os evangélicos não sabem Deus está em qualquer lugar. Não é só na igreja não. É certo que Deus não protege àqueles que protegem genocidas não, mesmo que estiverem de mente lavada.

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Elias

01 de abril de 2021 às 16h16

Adorei o artigo do Vivaldo. Esclarecedor e dá bum alento para quem como eu está angustiado com as incertezas.

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Guanabara

01 de abril de 2021 às 16h16

Manifesto pela democracia, mas sem chamar para participar desse manifesto o candidato líder nas pesquisas. Isso se chama falta de vergonha na cara, e deu o ar do caráter de cada signatário.

“Eles certamente juntarão inúmeros grupos políticos, numa enorme frente, com muitos recursos, dos grupos econômicos ao Império. Mas não levarão o povo brasileiro com eles“.

Eis o que eles querem: uma democracia sem povo. Os militares se apoderaram do Estado, agora essa turma quer o restante pra eles, e olhe lá!

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