VIOMUNDO

Diário da Resistência


Senadores querem reformas de Jango no Brasil de hoje
Política

Senadores querem reformas de Jango no Brasil de hoje


13/03/2014 - 12h21

Comício da Central ou Comício das Reformas, realizado no dia 13 de março de 1964, no Rio de Janeiro, Praça da República, situada em frente à Estação da Central do Brasil

NO 50º ANIVERSÁRIO DO COMÍCIO DA CENTRAL DO BRASIL, SENADORES REVIVEM REFORMAS

do site do senador Roberto Requião, via e-mail 

Os senadores Roberto Requião, Pedro Simon e Cristovam Buarque reapresentam nesta quinta-feira (13) duas das propostas de Reformas de Base anunciadas pelo presidente João Goulart no dia 13 de março de 1964, no Comício da Central do Brasil , no Rio de  Janeiro, ato que apressou o golpe militar que, por mais de 20 anos, estabeleceu uma ditadura no país. A intenção é suscitar o debate sobre as reformas de Jango, ainda hoje extremamente atuais, segundo os senadores.

A reunião que decidiu a iniciativa foi realizada no gabinete do senador Requião. Inaugurando o debate sobre as cinquentenárias propostas de Goulart, os senadores vão reapresentar os projetos de reforma agrária e a da definição de que seja “empresa brasileira de capital nacional”.

Quanto à primeira, os senadores retomam a idéía do ex-presidente de desapropriação das margens improdutivas de ferrovias e rodovias, para a instalação nos espaços de agricultores familiares, voltados à produção de alimentos.

Em relação à segunda reforma, Requião, Simon  e Cristovam recuperam a definição de empresa nacional,  descaracterizada pelas reformas neoliberais de Fernando Henrique Cardoso.

“Cinquenta anos depois,  as Reformas de Bases lançados por Jango no Comício da Central ainda são um programa revolucionário de governo. E tal qual meio século atrás, continuam necessárias e urgentes,para que o país se desenvolva, torne-se menos desigual e firme sua independência”,  disse o senador Requião.

Os senadores vão propor ainda que as duas reformas a serem reapresentadas sejam submetidas a referendo nacional.  A idéia de Jango era submeter  as Reformas  de Base aplebiscito.

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56 comentários

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Vilson Tosatti

13 de abril de 2014 às 21h01

Em minha opinião, isso não passa de uma grande maneira para ‘chamar atenção’ da mídia… Os senadores estão querendo voltar com uma coisa que já havia sido esquecida, as reformas de Jango. Isso são apenas assuntos que surgem, mas que acabam não levando a nada, que é o que irá acontecer!

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Bernardino

15 de março de 2014 às 11h58

ESSES Três ai estao jogando confete em AVIAO ou querendo sair bem na foto!!
SE passaram 500 anos e ainda nao resolvemos problemas primarios como reforma agraria e outros.Todas as grandes Naçoes ja implantaram isso e discutem outros temas!! Aqui o pORTUGUES safado chegou e doou Capitanis de SAO VICENTE:Martim afonso,Capitanis de Pernambuco:DUArte Coelho e por ai foram.UM so dono de milhares de hectares

A Corja Portuguesa nao parou por aí sempre de quantro para os ANglo saxoes no IMperio a IONglaterra na Republica os EUA e hoje vemos uma naçao corrupta ,covarde e Antipatriota onde a Direita é seu lugar tenente e as esquerdas;OPORTUNISTA E COVARDE

Somos a unica NAÇAO com territorio grande sem Armas Nucleares e forças ar,adas sucateadas,frouxas e antipatriotas.Passaram 20 anos no poder uma geraçao e nao fizeram nossa bomba atomica.No poder so chutaram carrocho morto e o povinho safada nao pegou em armas pra expulsá-los,apenas meia duzia de gatos pingados numa populaçao de 90 milhoes à epoca reagiram:Lamarca e Marighela entre outros.

Na ARgentina a ditadura so dorou 6 anos com reaçao fortissima da populaçao onde morreram 30 mil e no final surgiu o grande KICHNER que fora preso e deu o troco:Humilhando e prendendo os Milicos como Videla que morreu na prisao.ISSO SIM é país nao essa republiqueta portuguesa
Fazer masturbaçao sociologica e discutir FUMAÇA é marca registrada de lusitanos.Agora mesmo vemos o Durao Barroso,moleque de recado da uniao europeia soltando fanfarronices contra a grande Russia e o portugal dele Lixeira da Europa !!!!!!!

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Urbano

15 de março de 2014 às 11h16

Um imbecil qualquer (não deve ser outra coisa) a querer um golpe contra o Brasil atual, só pode ter uma cabeça abarrota de escaterina e, ainda por cima, ser altamente irresponsável.

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    Urbano

    15 de março de 2014 às 11h16

    Abarrotada…

Adriano Medeiros Costa

15 de março de 2014 às 09h48

É curioso como neste país há tanta coisa ainda incompleta e por fazer…

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mineiro

14 de março de 2014 às 21h59

infelizmente nao vai adiante, porque o pig nao quer , se o pig nao quer nao tem reformas nenhuma. vamos parar de fingir esse governo dessa pres.é da direita e nos fingimos que é da esquerda. ela so nao passou para o lado dela por causa do lula senao essa mulher que hoje governa o brasil ja tinha bandiado a muito. ela fez tudo ao contrario para favorecer aos poderosos , reformas que ela tinha que fazer ela nao fez nada , ela fez sim foi um conluio com o pig golpista. ela abandonou os movimentos sociais e se aliou aos calhordas da imprensa. nao adianta tentar me convecer que esse governo é de esquerda porque nao é. ela é melhor sim do que os ratos que estao do outro lado , mas nao é tanto assim nao. eu posso ate votar nela de novo por causa da outra turma , mas que ela é de esquerda isso ela nao é mesmo. so de manter num governo da laia do ze cardoso e do bernadao , nao da para confiar mesmo.

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ANDRE

14 de março de 2014 às 21h28

fugindo do assunto:
http://www.rodrigovianna.com.br/geral/redes-de-odio-nas-entranhas-do-facebook.html

Intolerância
Redes de ódio nas entranhas do Facebook
Por Patrícia Cornils, para Outras Palavras, em Carta Capital

No dia 5 de março o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo, publicou um mapa de redes de admiradores das Polícias Militares no Facebook. São páginas dedicadas a defender o uso de violência contra o que chamam de “bandidos”, “vagabundos”, “assaltantes”, fazer apologia a linchamentos e ao assassinato, defender policiais, publicar fotos de pessoas “justiçadas” ou mortas violentamente, vender equipamentos bélicos e combater os direitos humanos.

Para centenas de milhares de seguidores dessas páginas, a violência é a única mediadora das relações sociais, a paz só existe se a sociedade se armar e fizer justiça com as próprias mãos, a obediência seria o valor supremo da democracia. Dentro dessa lógica, a relação com os movimentos populares só poderia ser feita através da força policial. Qualquer ato que escape à ordem ou qualquer luta por direitos é lido como um desacato à sociedade disciplinada. Um exemplo: no sábado, dia 8 de março, a página “Faca na Caveira” publicou um texto sobre o Dia Internacional das Mulheres no qual manda as feministas “se foderem”. Em uma hora, recebeu 300 likes. Até a tarde de domingo, 1473 pessoas haviam curtido o texto.

Abaixo o professor Fábio Malini explica como fez a pesquisa e analisa o discurso compartilhado por esses internautas. “O que estamos vendo é só a cultura do medo midiático passando a ter os seus próprios veículos”, diz ele. Explore as redes neste link.

140311-Ultraconservadores

Como você chegou a esse desenho das redes? O que ele representa?

É um procedimento simples em termos de pesquisa. O pesquisador cria uma fanpage no Facebook e passa a dar “like” num conjunto de fanpages ligada à propagação da violência. Em seguida, usamos uma ferramenta que identifica quais os sites que essas fanpages curtem. E, entre elas, quais estão conectadas entre si. Se há conexão entre uma página com outra, haverá uma linha. Se “Faca na Caveira” curte “Fardado e Armados˜há um laço, uma linha que as interliga. Quando fazemos isso para todas as fanpages, conseguimos identificar quais são as fanpages da violência (bolinhas, nós) mais conectadas e populares. Isso gera um grafo, que é uma representação gráfica de uma rede interativa. Quanto maior é o nó, mais seguida é a página para aquela turma. No grafo, “Polícia Unida Jamais será vencida” é a página mais seguida pela rede. Não significa que ela tem mais fãs. Significa que ela é mais relevante para essa rede da violência. Mas a ferramenta de análise me permite ver mais: quem são as páginas mais populares no Facebook, o que elas publicam, o universo vocabular dos comentários, a tipologia de imagens que circula etc.

O que você queria ver quando pesquisou esse tema? E o que achou de mais interessante?

Pesquisei durante apenas uma semana para testar o método de extração de dados. Descobri que o Labic, laboratório que coordeno, pode ajudar na construção da cultura de paz nesse país, desvelando os ditos dessas redes, que estão aí, lotadas de fãs e públicas no Facebook. Assustei-me em saber a ecologia midiática da repressão no Facebook, em função da agenda que esses sites estabelecem.

Primeiro há um horror ao pensamento de esquerda no país. Isso aparece com inúmeros textos e imagens que satirizam qualquer política de direitos humanos ou ligadas aos movimentos sociais. Essas páginas funcionam como revides à popularização de temas como a desmilitarização da Polícia Militar ou textos de valorização dos direitos humanos. Atualmente, muitas dessas páginas se articulam em função da “Marcha pela Intervenção Militar”. Um de seus maiores ídolos é o deputado Jair Bolsonaro.

Após os protestos no Brasil, a estrutura de atenção dos veículos de comunicação de massa se pulverizou, muito tráfego da televisão está escoando para a internet, o que faz a internet brasileira se tornar ainda mais “multicanal”, com a valorização de experiências como Mídia Ninja, Rio na Rua, A Nova Democracia, Outras Palavras, Revista Fórum, Anonymous, Black Blocs. São páginas muito populares. Mas não estão sozinhas. Há uma guerra em rede. E o pensamento do “bandido bom, bandido morto” hoje se conformou em votos. Esse pensamento foi capaz de construir redes sociais em torno dele.

A despolitização, a corrupção, os abusos de poder, a impunidade, estão na raiz da força alcançada por essas redes da violência e da justiça com as próprias mãos. E não tenho dúvida: essas redes, fortes, vão conseguir ampliar seu lastro eleitoral. Vão ajudar na eleição de vários políticos “linha dura”. Em parte, o crescimento dessas redes se explica também em função de forças da esquerda que passaram a criminalizar os movimentos de rua e ficaram omissas a um conjunto de violações de direitos humanos. O silêncio, nas redes, é resignação. O que estamos vendo é só a cultura do medo midiática passando a ter os seus próprios veículos de comunicação na rede.

Você escreveu que “é bom conhecer e começar a minerar todos os conteúdos que são publicadas nelas.” Por que?

Porque é preciso compreender a política dessas redes e seus temas prioritários. Instituir um debate por lá e não apenas ficar no nosso mundo. É preciso dialogar afirmando que uma sociedade justa é a que produz a paz, e não uma sociedade que só obedece ordens. Estamos numa fase de mídia em que se calar para não dar mais “ibope” é uma estratégia que não funciona. É a fala franca, o dito corajoso, que é capaz de alterar (ou pelo menos chacoalhar) o discurso repressor.

É interessante, ao coletarmos e minerarmos os dados, notar que muitas dessas páginas articulam um discurso de Ode à Repressão com um outro pensamento: o religioso, cujo Deus perdoa os justiceiros. Isso se explica porque ambos são pensamentos em que o dogma, a obediência, constituem valores amplamente difundidos. Para essas redes, a defesa moral de uma paz, de um cuidado de si, viria da capacidade de os indivíduos manterem o estado das coisas sem qualquer questionamento, qualquer desobediência.

No lugar da Política enfrentar essas redes, para torná-las minoritárias e rechaçadas, o que vemos? Governantes que passam a construir seus discursos e práticas em função dessa cultura militarizada, dando vazão a projetos que associam movimentos sociais a terrorismo. Daí há uma inversão de valores: a obediência torna-se o valor supremo de uma democracia. E a política acaba constituindo-se naquilo que vemos nas ruas: o único agente do Estado em relação com os movimentos é a polícia.

O grafo mostra as relações entre os diversos nós dessa rede. Mas e se a gente quiser saber o que essas redes conversam? As PMs estão no centro de vários debates importantes hoje: o tema da desmilitarização. A repressão às manifestações. O assassinato de jovens pobres, pretos, periféricos. Esses nós conversam sobre essas coisas? Em que termos?

Sim, esses nós se republicam. Tal como páginas ativistas se republicam, tais como páginas de esporte se republicam. Todo ente na internet está constituindo numa rede para formar uma perspectiva comum. As ferramentas para coletar essas informaçoes públicas estão muito simplificadas e na mão de todos. Na tenho dúvida que as abordagens científicas das Humanidades serão cada vez mais centrais, pois a partir de agora o campo das Humanidades lidará com milhões de dados. É uma nova natureza que estamos vendo emergir com a circulação de tantos textos, imagens, comportamentos etc.

Você escreveu que “os posts das páginas, em geral, demonstram o processo de construção da identidade policial embasada no conceito de segurança, em que a paz se alcança não mediante a justiça, mas mediante a ordem, a louvação de armamentos e a morte do outro.” Pode dar exemplos de como isso aparece? E por que isso é grave? Afinal, na visão dos defensores e admiradores da polícia, as posições que defendem dariam mais “paz” à sociedade.

Sábado, 8 de março, foi o Dia Internacional da Mulher. Uma das páginas, a Faca na Caveira, deu parabéns às mulheres guerreiras. Mas mandaram as feministas se foderem. O post teve 300 likes em menos de meia hora e na tarde de domingo tinha 1473 likes. A paz só será alcançada com ordem e obediência, dizem. No fundo, essas redes revelam-se como repressoras de qualquer subjetividade inventiva. Por isso, são homofóbicas e profundamente etnocêntricas de classes. É uma espécie de decalque do que pensa a classe média conectada no Brasil, que postula que boné de “aba reta” em shopping é coisa da bandidagem.

Em Vitória, onde resido, em dezembro de 2013, centenas de jovens que curtiam uma roda de funk nas proximidade de um shopping tiveram que entrar nesse recinto para fugir da repressão da polícia, que criminaliza essa cultura musical. Imediatamente foi um “corre-corre” no centro comercial. Os jovens foram todos colocados sentados, sem camisa, no centro da Praça de Alimentação. Em seguida, foram expulsos em fila indiana pela polícia, sob os aplausos da população. Depois, ao se investigar o fato, nenhum deles tinha qualquer indício de estar cometendo crime. Essa cultura do aplauso está na rede e é forte. É um ódio à invenção, à diferença, à multiplicidade. É por isso que a morte é o elemento subjetivo que comove essa rede. Mostrar possíveis criminosos mortos, no chão, com face, tórax ou qualquer outro parte do corpo destruída pelos tiros, é um modo de reforçar a negação da vida.

Essas redes conversam com outras redes não dedicadas especificamente à questão das PMs? Vi, por exemplo, que tem um “Dilma Rousseff Não”, um “Caos na Saúde Pública” e um “Movimento Contra Corrupção”. Que ligações as pessoas ali estabelecem entre esses temas?

Sim, são páginas que se colocam no campo da direita mais reacionária do país. Mas isso também é um índice da transmutação do conservadorismo no Brasil. Infelizmente, o controle da corrupção se tornou um fracasso. Essa condição fracassada alimenta a despolitização. E a despolitização é o combustível para essas páginas. Mas a despolitização não é apenas um processo produzidos pelos “repressores”, mas por sucessivos governos mergulhados em escândalos e que são tecidos por relações políticas absolutamente cínicas em nome de alguma governabilidade.

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luiz mattos

14 de março de 2014 às 18h26

Estamos meio século atrasados a este atraso eivado de miséria e injustiça coloquemos nas costas da elite empresarial e midiática cujo egoismo colocou o País de joelhos não em oração mas em submissão a interesses contrários ao nosso grandioso POVO.

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Urbano

14 de março de 2014 às 16h05

Pelos índices divulgados recentemente, Pernambuco está crescendo como rabo de cavalo… pra baixo! Educação, Indústria, salário de professores, tudo caminhando para a rabeira do ranking. Agora, justiça seja feita; o que está crescendo muito é a pobreza. Se não fossem os investimentos volumosos que o Eterno Presidente Lula fez em Pernambuco, durante seus oito anos de mandato, a coisa estaria mais para filme de terror. A coisa piora até por falta de imaginação, principalmente do eduardo moita, que a coisa mais inteligente que disse nesse seu périplo de campanha foi um plágio, quando arrotou que daria para se fazer mais como governante do Brasil. E em não dizendo nada sobre o que dava para fazer mais e onde, as informações dos índices de desenvolvimento dos Estados brasileiros acaba de informar.

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    Urbano

    14 de março de 2014 às 16h21

    Só fotograficamente será possível se dizer com segurança quem vai ultrapassar primeiro a linha de chegada, se ele ou o aéreo never. Não se sabe ainda pormenores, como se o percurso será de mil ou mil e quinhentos metros, com ou sem barreiras. De passagem, é bom que se saiba que haverá possível exigência para que se beba alguns copinhos de água, ao final da disputa…

    Urbano

    14 de março de 2014 às 16h23

    Acabam de informar…

Urbano

14 de março de 2014 às 15h29

A oposição ao Brasil é tão competente na arte da subtração de coisas alheias, que chega a compor uma chapa de governo, com titular e vice, a qual se poderia nomear garbosamente de ‘pé de cabra e gazua’; até como jogada de marketing…

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    Mário SF Alves

    14 de março de 2014 às 18h18

    ‘pé de cabra e gazua’
    ____________________

    Kkkkkk… sem igual. É escaterina pura! As ferramentas podem ser outros, mas o resultado final do uso é o mesmo. E que é pior, pra esses não tem justiça que os incomode. E nem domínio do fato no flagrante do fato.

    Urbano

    14 de março de 2014 às 20h12

    Mário, nas facções de quaisquer entidades, para que haja harmonia entre seus pares, um não deve incomodar o outro…

Heitor

14 de março de 2014 às 14h29

eu adoraria voltar no tempo em tudo! política, música, cultura, educação do povo.

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Leo F.

14 de março de 2014 às 14h10

Vejo um problema sério nessas propostas. Conseguir o aval do atual Congresso, e mesmo o apoio governamental.

Não digo simplesmente pela disputa interna na base aliada, mas pela própria caracterísitica histórica de influência política, da bancada ruralista e empresarial.

Claro, devemos sempre almejar, o alcance de grandes conquistas sociais.
Mas, fica mais complicado, com a mobilização de massas pulverizada em pautas/reivindicações por vezes contraditórias, como em 2013.

Ou quando, focada na realização dos grandes Eventos esportivos (Copa e Olimpíadas), e não no possível reordenamento espacial urbano que muitas remoções estão causando, num provável projeto de Cidade-empresa.

De toda forma, desejo boa sorte e ao mesmo tempo, parcimônia aos 3 Senadores nessa luta.

Não se conquistam grandes avanços sociais estrututrantes, sem adesão e prolongado debate com a sociedade. De forma que, possamos puxar governo e legisladores, para mais próximos de nossas convicções político-ideológicas. E não apenas no voto.

Responder

ricardo silveira

14 de março de 2014 às 13h16

São bons parlamentares de muitos anos na política, e até foram governadores de seus estados, mas falam sozinhos, não têm liderança no parlamento e nem voto que os acompanhe, o que é uma pena, especialmente no caso do Requião.

Responder

ricardo

14 de março de 2014 às 13h10

Isso é o que eu chamo de redução de expectativas. Atribuir a Jango o reconhecimento como estadista é coisa que a esquerda não faria antes desses tempos de decadência intelectual em suas hostes. Só para começo de conversa, que estadista é reconhecido por comportamento tão inerme que se deixa golpear duas vezes e nas duas bate em retirada sem esboçar um “ai”? Sim, é um estadista do nível de um Fernando Lugo, o bispo pegador, que além da indignidade de não reagir às pressões para seu próprio fim, com elas colaborou. Pesquisem e vejam o que gente como Brizola ou Almino Afonso, que à época das peripécias de Jango lideravam alas reformistas do PTB, pensavam das atitudes do Jango. Estudem e vejam como Jango tratou os personagens do porte de Santiago Dantas e Celso Furtado, seus ministros no primeiro semestre de 1963, quando esses dois gigantes tentaram, em vão, implementar soluções para a crise econômica em que o país estava mergulhado. A propósito, vocês devem lembrar-se que, em outubro de 1963, já entregando os pontos, Jango procurou golpear ninguém menos que Miguel Arraes, com uma ridícula tentativa decretação de estado de sítio em Pernambuco. Estadista? Alguém aqui falou em conhecer a história?

Responder

    João Vargas

    14 de março de 2014 às 17h02

    Para ser estadista não é necessário derramar o sangue de inocentes. E por duas vezes Jango evitou que isto acontecesse.Adiantaria debater-se contra os militares apoiados pelo Tio Sam? acredito que não. Exatamente aí reside a diferença entre um estadista, que pensa prioritariamente no seu povo, e um déspota que pensa exclusivamente no poder.

    ricardo

    15 de março de 2014 às 15h29

    Sim, isso foi exatamente o que Jango disse em 1961 em 1964. É o que qualquer um diria se decidisse entregar os pontos em uma batalha. Em 1961, havia a rede da legalidade e uma real divisão no Exército. O III Exército, sob as ordens de Machado Lopes, estava do lado dos legalistas. Em 1964, Jango já havia perdido esse dispositivo militar, devido sua imensa habilidade de estadista. Mas o mais espantoso é que o povo nem se deu ao trabalho de sair às ruas, como o fez no suicídio (suicídio, certo?) de Vargas. A questão não está na decisão de Jango de “não derramar o sangue do povo”, mas em saber até que ponto o povo estava disposto a derramar seu sangue por Jango.

Helenita

14 de março de 2014 às 12h02

Fabricio, o que você conhece sobre Jango, sua eleição, seu governo e seus projetos? Se Jango não fosse um estadista não teria sido derrubado por um golpe do santinho John Kennedy e seus asseclas, com intensa colaboração dos latifundiários brasileiros de sempre!
Agora, para ao navegante Mauro Assis, “eleição maluca” é essa de agora, em que os vices não são votados! Elegem-se automaticamente, sem a aceitação de um só eleitor, e depois vão governar com plenos poderes, na vaga de quem foi de fato votado.
João Goulart foi vice de Janio, e teve muitíssimos mais votos do que o próprio maluco beleza (Janio), por isso tinha legitimidade! Veja também o caso dos senadores, que levam a tiracolo seu suplente, que depois assume tão relevante cargo sem ter tido um só voto, é pura aberração…

Responder

    Urbano

    14 de março de 2014 às 14h45

    Parabéns, Helenita. No dia em que passares a conhecer sobre esse assunto, hein? Rsrsrsrs…

Helenita

14 de março de 2014 às 11h09

Caro navegante Marcio Ramos, você afirma que “Lula transferiu renda de quem tinha para quem não tinha, e não fez mais nada”: você poderia nos explicar quem foi que fez todo o acervo de obras, concluídas e em andamento, que passaram a existir quando o Lula terminou seus mandatos? Quem foi que construiu mais de 200 escolas técnicas federais e 13 universidades federais além de incontáveis campi de extensão universitária? Quem será que elevou o nome do Brasil no concerto das nações, ampliou largamente os parceiros comerciais do Brasil e colaborou para a constituição dos BRICS? Quem será que instituiu o PROUNI, abrindo a primeira oportunidade para os estudantes pobres chegarem na faculdade, coisa que fora negada desde o colapso da escola pública perpertrada pela ditadura? E quem será que fez a reconstrução do serviço público que tinha sido arrasado desde Collor até o final do fatídico desgoverno FFHHCC? Sou uma ignorante nesses assuntos e pediria que você me apontasse os nomes de quem realizou esses projetos…

Responder

    Julio Silveira

    14 de março de 2014 às 14h33

    Helenita, não se indigne, esse cidadão é como grande parte de nossos cidadãos que vivem para comer e defecar. Ele não deve olhar o mundo (brasileiro) a sua volta. Olha apenas para onde mandam ele olhar, será que viaja, e se viaja será que percebeu a duplicação da BR 101 que matava gente a muitos anos e que hoje é uma passarela asfáltica duplicada por obra do do governo Lula. Será que ele já viu a multiplicação de projetos em andamento inclusive o da tranposição do São Francisco, bastando que o mesmo para de ficar esperando por noticias de lá pela Globo e ir buscar nos sites mais isentos, como esse que posto(para o preguiçoso leitor basta colar e dar enter): http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/03/12/obras-de-transposicao-do-rio-sao-francisco-serao-concluidas-em-2015-preve-ministro.
    Na realidade minha cara Helenita, o grande problema na cidadania nacional reside no mal habito de querer sentir sabor em alimentos pré digeridos, acabam parecendo filhotes de pássaros que com poucas penas acreditam que já possam voar. Por isso, quando tentam, acabam caindo na boca dos ofídios dos lagartos e dos ratos.

    Mário SF Alves

    14 de março de 2014 às 15h36

    E isso quando não são induzidos a assumirem o papel de tico-ticos. Aqueles que eventualmente, inadvertidamente e involuntariamente chocam ovos de goderos.

    ___________________
    Menos mal. O pior será quando começarem a chocar ovos de serpentes.

    ________________________________________
    E por falar em serpente, que tal mais essa? Você sabe quem a está chocando, não é? Resposta: não é o povo que segura a faixa; isso com toda certeza.

anac

14 de março de 2014 às 08h59

50 anos de atraso.
Sempre assim. Perdemos tempo, muito tempo com a ditadura e suas consequências.
Seculos de iniquidade não se vence com covardia. Uma coisa que Brizola nunca teve e parece Requião não tem . Quem mais se arvorará em honrar as calças e as saias que veste?

Responder

FrancoAtirador

14 de março de 2014 às 07h29

.
.
E na Câmara dos Deputados o cabralino Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

lidera um tal Blocão Anti-PT pra fazer as Reformas ‘da’ Base.

Um Fenômeno! Conseguiu juntar a Extrema-Direita (PPRPSCDemB),

a Extrema-Esquerda (PSoL) e os ‘Radicais de Centro’ (PMDB/PSB).

Os Antipetistas da Mídia Empresarial Mafiosa ‘Vão Pra Galéra’.

E as Olavétes, Reinaldétes e Mervalétes, em orgasmos múltiplos,

Marxando púr Órdi í Pogréçio! Vívu braZil! paíZ 100 futúru!

(http://www.camara.gov.br/internet/votacao/mostraVotacao.asp?ideVotacao=5775&tipo=partido)
.
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Responder

    FrancoAtirador

    14 de março de 2014 às 07h36

    .
    .
    ter, 14/05/2013 – 08:00 – Atualizado em 02/09/2013 – 06:08
    GGN
    Coluna Econômica

    O chefe de Eduardo Cunha é Sérgio Cabral

    Por Luis Nassif

    Um dos principais personagens do submundo político são os operadores,
    as pessoas especializadas em identificar as áreas sensíveis do setor público,
    os vazamentos de recursos, e montar o meio campo com interesses econômicos escusos, amarrados a interesses pessoais ou partidários.

    Em geral os operadores atuam na sombra, assumindo cargos na máquina ou em governos.
    Poucos se aventuram a se expor em cargos eletivos.

    Desde a redemocratização,
    poucos foram tão atrevidos quanto Eduardo Cunha,
    deputado eleito, líder do PMDB na Câmara.

    Foi parceiro de PC Farias,
    operador do deputado Francisco Dornelles,
    aliado de parlamentares evangélicos,
    depois do governador Antônio Garotinho
    e, agora, do governador Sérgio Cabral Filho –
    e sempre acompanhado de lobistas cariocas especializados
    no submundo da administração pública.

    Sua vida pública está coalhada de escândalos.

    Talvez nenhum homem público do país
    esteve envolvido em tantos escândalos.

    Pior: saindo praticamente ileso de todos eles.

    Tornou-se o principal lobista
    a atuar na votação da Lei dos Portos,
    beneficiando, entre outros, o grupo Libra,
    com quem está envolvido há anos.

    ***

    No governo Collor, envolveu-se em escândalos na antiga Telerj.

    Tornou-se um dos principais operadores do esquema PC Farias.

    Anos depois, por indicação de um deputado evangélico,
    assumiu a presidência de Cehab (Companhia Estadual de Habitação)
    no governo Garotinho.

    Estourou um escândalo de proporções consideráveis.

    Seus companheiros de empreitada eram escolhidos a dedo:
    Jorge La Salvia, argentino, ex-procurador de PC Farias
    e indiciado em inquéritos juntamente com Cunha;
    advogado Carlos Kenigsberg,
    assim como Salvia próximo do araponga Telmo
    (principal suspeito dos grampos do BNDES, nos anos 90)
    e do traficante Abadia.

    Tanto o deputado Francisco Silva, evangélico, quanto Abadia,
    foram acusados de esconder de forma fraudulenta imóveis de Cunha,
    para escapar dos leilões da Justiça.

    ***

    Tempos depois, envolveu-se em um esquema pesado
    de sonegação de impostos sobre a gasolina
    que resultou em novos inquéritos
    e uma CPI na Assembleia Legislativa do Rio.

    Na outra ponta da fraude, o grupo que havia adquirido
    o controle da refinaria de Manguinhos.

    Essas falcatruas geraram vários inquéritos.

    Um deles foi paralisado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
    graças ao parecer de um procurador estadual.

    Tempos depois, descobre-se que o parecer era falsificado,
    o procurador foi condenado a três anos de prisão
    mas o beneficiário – Cunha – conseguiu se reeleger deputado.

    Apenas no ano passado o Tribunal de Contas do Estado
    decidiu reabrir o inquérito.

    ***

    Por ocasião de um de seus escândalos – o da Cehab –
    Cunha justificou seus gastos (incompatíveis com a renda declarada)
    com base em um suposto empréstimo do Banco Boreal.

    O banco pertence ao mesmo grupo que controla a Libra,
    a operadora portuária acusada de estar por trás do lobby de Cunha.

    ***

    Cunha já teve inúmeros padrinhos políticos.

    O atual chefe do esquema Cunha

    é o governador fluminense Sérgio Cabral Filho.

    (http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-chefe-de-eduardo-cunha-e-sergio-cabral)
    .
    .

Marcio Ramos

14 de março de 2014 às 07h18

.. estadista ou não eu não sei, se os senadores estão certo eu não sei, não tive estudos, sou meio troncho das ideias mas… reforma agraria nunca existiu neste pais; a transposição do Rio Sao Francisco não saiu e a grana ta rolando beleza; os senadores possuem super direitos garantidíssimos e mordomias mil, o trabalhador trabalha, olha que legal; o troca troca de cargos e grana dentro do governo é regra; a corrupção esta nas alturas; ontem na cracolândia fecharam alguns bares únicos que vendem comida aos dependentes; a policia continua matando negro, pobre inocente aos montes nas periferias eu mesmo já perdi amigos para os assassinos fardados; o PIG continua impune; o PCC e o crime organizado em geral mandam tanto quanto o governo em qualquer lugar do pais; o agronegócio esta acabando com tudo, empobrecendo a terra com cargas altíssimas de agrotóxico; rios, mares e ar poluídos, não existe reciclagem; o puxa saquismo é a regra da imprensa puxa saco; as escolas uma porcaria, na roça nem se fala; os indígenas estão perdendo e serão aos poucos dizimados se nao se enquadrarem no sistema do branco; as Igrejas continuam influentes, retrogradas e a bancada fundamentalista so cresce; o Lulismo transferiu renda de quem tem para quem nao tem e nao fez mais nada; reformas de base nao existem; e o Brasil tem o melhor furtebol do mundo e as mulheres mais popozudas do planeta dizem, olha que legal… quer mais??? se informe com nosso intelectuais de nossas universidades maravilhosas… legal….

Responder

Romanelli

14 de março de 2014 às 07h08

então ..claro ..e se bobear, os caras já já me aparecem com o lançamento do FORD BIGODE.

-Como falar em reforma agrária se o país e suas Instituições (políticas, jurídicas e “sindico-sociais”) sequer observam e tem claro em suas mentes o que viria a ser o tal “direito de propriedade” ? ..invasão e tomada na marra, tb via cartório, contam ?

Este direito seria “divino”, meritório, dada ao mais “preparados”, ou ao 1o amigo do peito ? Ora a José, depois pro Pedro, primeiro pro índio, depois pro negro, pra mulher quem sabe ? ou pra qq etnia e/ou gênero escolhida a dedo e no casuísmo eleitoreiro ?

Como falar em reforma agrária se o nosso sistema fundiário é uma bos.., e uma BADERNA, com os cartórios que nunca são interligados ..afinal, HOJE, quem é dono do que ?

Como falar, com o país padecendo de uma Justiça célere, de falta de consequência, e até dum cadastro digno que deveria começar pelo C.U. (cadastro Unico)? Ah, já sei, bendito seja o Google Maps que fez o gringo chegar até primeiro que nós no mapeamento ordenado das “nossas” cidades.

Falar em produzir alimento em beira de rodovia e ferrovia ? Se de ferrovia esquece, a maioria já esta tomada por FAVELA, fora que seus números decrescem ano a ano.

Ah sim, e desde os anos 60, do que lembro, apareceram o gotejamento, a hidrocultura, os liofilizados, a embalagem Longa vida, os transgênicos ..fora que isso tudo, mais o agro negócio, BARATEOU o acesso do MUNDO À comida.

Quer dar fruta pra população ? Pq então não OBRIGAR os municípios a plantarem frutíferas em suas praças, canteiros centrais de avenidas e de ESTRADAS ..sem a propriedade, pra todos, de graça, pra quem chegar e quiser pegar ? Será mesmo que precisaria parar 3 senadores e fazer barulho pruma porcaria duma ideia destas vingar ?

Que tal desenvolvemos projetos pras CIDADES verdes, pra baratear os pedágios e os encargos sobre os transportes de alimentos ? QUe tal desenvolvermos a PISCICULTURA – de verdade – , inclusive proibindo a pesca comercial em rios e mares hoje mais do que esgotados ??!!

Quanto ao projeto que definiria Empresa de Capital Nacional, tudo bem, mas depende pra que né ? Então pra que, pros EikeS ? Será que pra facilitar a repatriação dos US$ 150 bilhões que fugiram via CC5 por brasileiros ? Ou pra anistiar, ou sequestrar os depósitos feitos com base em propinas, valores BILIONÁRIOS que repousam em paraísos fiscais e que ninguém se digna a ir pegar (tipo os da família Maluf)?

Ah, faz favor, bola no chão, vamos pro básico, pro arroz com feijão ?!

Foco, foco, obstinação, determinação e disciplina, comprometimento, meta, seriedade, CONSEQUÊNCIA, pacto, lealdade, prêmio e castigo, eficiência, produtividade, ESCALA, racionalidade, consequência..

Que tal inciarmos na ordem, pela saúde, segurança, habitação, transporte de massa, cuidarmos da infra e da educação, hein ? ..pela ordem da vida, pq pra esta geração e pras outras 3 que vieram, não adianta só ficar prometendo só o futuro, certo ?

Sei lá, não entendo, a casa desmontando por tanto cupim, superlotada por 5 gerações se dividindo em 2 cômodos, com água ora faltando e ora vazando, c/energia piscando ..e os “JENIUS saudosistas” se apresentam pra “reforma” munidos de BAMBA, duma garrafa de Grapete, de bata e calça boca larga, com um baseado entre os dedos e dum pincel de polegada, fora duma lata de banha com CAL até a tampa, dizendo que vieram pra “radicalizar e modernizar..

então ? então mãos a obra, porque este ideia de futuro, pra mim, já ficou no passado.

Responder

Roberto

14 de março de 2014 às 00h22

Apesar de saber que é “quase” impossível de serem aprovadas, fico feliz em saber que o nosso futuro Governador, o senador Roberto Requião, não mudou seus princípios!
Conte comigo xará!

Responder

J.Carlos

13 de março de 2014 às 22h24

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-11-06/marco-civil-da-internet-muda-para-atender-demanda-da-rede-globo.html

Responder

Renato

13 de março de 2014 às 21h43

Jânio foi um grande estadista sim. Homem sensível e capacitado. Por defender os interesses das camadas populares e uma política externa independente acabou deposto pelos militares mancomunados com a direita fascista e com o apoio dos Estados Unidos. Antes de qualquer comentário sobre Goulart é necessário conhecer a História do Brasil. Como? Lendo os principais historiadores que se debruçaram sobre o tema. Comentários desairosos sobre Goulart são próprios de pessoas que conhecem nossa história através da Revista Veja e da Rede Globo. Antes de comentar informe-se caro Fabrício Alves.

Responder

    Pafúncio Brasileiro

    14 de março de 2014 às 05h52

    Renato,
    Alguns que comentam aquí, fazem um confusão enorme entre avanços tecnológicos e políticos. Isto para esconder a própria ignorância, ou para tentar embaralhar, ao mínimo, assunto complexo, para impor uma mensagem falsa.
    Claríssimo, a tecnologia deu saltos, evoluiu muito. Mas, a nossa parte política involuiu. Porisso é extremamente pertinente levantar os fatos históricos do governo Jango e os seus compromissos com as lutas sociais.

lukas

13 de março de 2014 às 20h57

Enquanto isto, o WhatsUp foi vendido por 19 bilhões de dólares. Tem gente que já chegou no séc.XXI, outros estão olhando com saudade para o XIX.

Responder

    Mário SF Alves

    14 de março de 2014 às 00h21

    E aí, já fez seu investimentozinho, já comprou umas açõeszinhas? Compre muitas. Compre o máximo que você puder, pois, pela sua lógica, a do salve-se quem puder, você deve se sentir capaz de isoladamente se salvar. Talvez decorra daí essa sua visão egoística e individualista de mundo. Aliás, opção sua, com a qual não tenho nada a ver.
    ______________________________
    Continue assim, quem sabe o Zuckerberg não te convida para um drink.

    Francisco

    14 de março de 2014 às 00h26

    E outros com complexo de inferioridade, para o países gringos…

    Os EEUU (o lugar do “Uátisapi”…) fez sua reforma agrária no século XIX.

    Todos os países desenvolvidos fizeram reforma agrária.

    Somente os atrasados não fizeram reforma agrária (me refiro aos países…).

    abolicionista

    14 de março de 2014 às 12h08

    Discordo as evidências arqueológicas provam que babacas acovardados e puxa-sacos existem desde os primórdios da civilização.

Paulo Fernandes Teixeira

13 de março de 2014 às 19h17

“O impossível sucumbi pelo despertar do possível”.

A solução, para alavancar o desenvolvimento, é investir mais. E para viabilizar, esses investimentos, temos que zerar as dívidas dos estados e municípios para com a União.

As dívidas dos estados e municípios com a União, podem ser solucionadas, com seriedade, desde que, a formulação encontrada, proporcione ganhos para os envolvidos nessa contenda. Trilhar pelos mesmos caminhos, que costumeiramente são impostos, nos conduz fatalmente aos mesmos lugares. Para avançar mais temos que trilhar por novos caminhos que, devidamente traçados, nos possibilitam alcançar os, mais longínquos, objetivos almejados.
Veja a seguir um roteiro, de procedimentos viáveis, onde os únicos empecilhos só podem ser concretizados motivados por preconceitos, enraizados, ou o marasmo político.

· A União levantará o montante das dívidas que estados e municípios tem para com a mesma.
· A União estipulará o intervalo de tempo, cabível, para receber o montante dessas dívidas.
· Uma vez definido o tempo conveniente, pela União, seria elaborado um cronograma físico financeiro, com a previsão dos valores e datas estimados.
· Depois de executados os passos acima, os lideres do governo no congresso, já de posse desses dados conversariam com deputados e senadores sobre a real possibilidade que, estados e municípios, poderem ficar livres das suas dívidas para com a União. Em compensação, o Congresso, em contra partida, aprovaria por lei, se necessária, a emissão de papel moeda, suficiente para ressarcir a União dos recursos que deixara de receber dos estados e municípios. A União, a cada emissão de moeda, quitara, na mesma proporção, parte das dívidas de cada um dos estados e municípios.

É bom lembrar que o aumento na demanda é a força centrifuga que gera a espiral do desenvolvimento com geração de trabalho e renda.
A demanda é o maior atrativo, para o empresariado, pois a demanda assegura as vendas e conseqüentemente o lucro bem como o retorno do investimento efetuado. A ausência da demanda é a principal causa da estagnação de uma economia pois inibe o estimulo empresarial, restringe a oferta de capitais para novos investimentos e/ou modernizações devido a novas tecnologias.

Para quem apregoa que um país soberano não pode emitir moeda, sem lastro e/ou sem assumir o comprometimento, antecipado, da dívida pública, sugiro que leiam o texto Senhoriagem ou Soberania no seguinte link :

http://www.passeidireto.com/arquivo/1563389/wray_soberania-ou-senhoriagem

Para quem argumenta que qualquer emissão de moeda é inflacionária, questiono, porque então, festejam todos os recursos que venham a serem captados, para fomentar o desenvolvimento, uma vez que esses recursos circulando na economia não diferem no efeito que seria causado, por igual montante injetado na economia, pela simples emissão de moeda. Até porque, o papel moeda, não pode ser diferenciado quanto a sua origem.

A vantagem, desse modelo, é que o volume, previamente, autorizado e a respectiva data da emissão, da moeda, será atribuição do governo federal, só ocorrendo quando, o mesmo, julgar conveniente, podendo ter uso imediato ou ficar reservado compondo parte do superávit primário. Assim, o governo federal, pode desqualificar qualquer crítica, infundada, de risco inflacionário.

Outra vantagem é que uma vez aprovado esse acordo, imediatamente, oportuna que estados e municípios em situação irregular, consigam se enquadrar nos limites previstos na Lei de responsabilidade fiscal e ainda possibilitar que, os mesmos, tenham capacidade de maior investimentos em prol das comunidades.

Sr Prefeito pressione o diretório do seu partido a se engajar nessa Luta!

Porto Alegre 10 de março de 2014.
Paulo Fernandes Teixeira
CRE 4608-6 4 Região – RS
E-mail: [email protected]

Responder

Fernando

13 de março de 2014 às 17h47

Nenhum dos três é do PT.

Responder

Julio Silveira

13 de março de 2014 às 16h22

Infelizmente isso ficará só na vontade desses três. O próprio PMDB se incumbirá de enterrar a proposta. Com certeza essa ousadia se fosse em frente poderia gerar um golpe da maioria reacionária do partido.

Responder

    Anibal Paz da Silva

    14 de março de 2014 às 01h20

    Julio Silveira, a tua profecia é a mais pura das verdades. Velho mdb, pmdb, são gatos encima do muro.

Urbano

13 de março de 2014 às 13h22

Antes tarde do que nunca. Afinal de contas, o atrasado é aquele que nunca chega…

Responder

    Urbano

    13 de março de 2014 às 13h40

    É praxe o ser humano vez por outra se perder durante a longa caminhada da vida. Agora, o reencontro com a trilha correta é uma certeza matemática. Eu digo isso em função de um dos Senadores citados, apesar de um ou outro senão eu ainda acredito nele… Um segundo, eu mantenho a confiança desde sempre, inclusive com mostras recentes disso. Quanto ao terceiro, já acreditei muito nele, mas há algum tempo que eu não vejo o menor vislumbre de recuperação, pelo menos a curto e médio prazo, apesar desta oportunidade de agora.

abolicionista

13 de março de 2014 às 12h58

No Brasil reformas de base são consideradas ameaça comunista.

Responder

    renato

    13 de março de 2014 às 18h25

    Um dia se tornará realidade.
    Só não sei desta geração, que
    já tem sua metade corrompida
    pela mídia deste país…….
    Não é fácil, não é fácil….
    E se fosse fácil todo mundo ERA!

    Mauro Assis

    14 de março de 2014 às 07h48

    Não são não, são só uma tremenda bobagem…

    Mário SF Alves

    14 de março de 2014 às 15h49

    Bobagem por bobagem, que tal essa?

    Aproveita o embalo e vê se atende ao seu singular critério na definição do que seja ou não bobagem.

João Vargas

13 de março de 2014 às 12h32

Parabéns aos senadores, mais do que projetos importantes para a nação, prestam homenagem ao grande presidente e estadista João Goulart.

Responder

    Fabricio Alves

    13 de março de 2014 às 19h57

    Dizer que o Jango era um estadista é sacanagem.

    PedroII

    13 de março de 2014 às 20h12

    Estadista ou não, ele foi eleito DEMOCRATICAMENTE, e foi deposto como se fosse um FHC da vida !!!!

    Gilson Raslan

    13 de março de 2014 às 22h19

    Fabrício, você tem razão: estadista é aquele que entrega o Estado para a iniciativa privada, sobretudo se for norte americana, como fez o estadista FHC.

    Mauro Assis

    14 de março de 2014 às 07h51

    Foi eleito numa eleição maluca, onde o segundo lugar ficava como vice do primeiro. Já o FHC foi eleito num pleito muito mais democrático e no primeiro turno…

    Quanto a “entregar”, graças a ele a gente está aqui debatendo numa internet razoavelmente rápida. Se as telecomunicações do Brasil ainda estivesse nas mãos das telessauros a gente ainda ia estar passando fax até hoje…

    anac

    14 de março de 2014 às 09h08

    Fabricio pelo visto ou é um jovem velhaco ou um velho velhaco. Dá na mesma. Ditadura para eel não passou de uma ditabranda. Caso perdido.
    O pior é se arvorar em defensor da democracia, liberdade de expressão, liberdade de imprensa apoiando ditaduras e golpes.

    Julio Silveira

    14 de março de 2014 às 10h44

    Meu caro, pela sua insinuação percebe-se que seus valores são completamente opostos ao que pode se entender por estadista.
    O Jango foi um dos maiores estadistas que este país possuiu depois do Getulio, sabe por que? Por que ele foi dos poucos que pensou o estado Brasileiro, pensou buscar soluções para problemas que nos afetam até hoje, estadista é aquele que toma para si a responsabilidade de resolver. E a maior percepção da capacidade de estadista deste cidadão reside justamente na reação que suas propostas para o BRASIL trouxeram. Aqueles que tem um pouco mais de 50 anos como eu, e que portanto podem dizer que já viveram no País a algum tempo, tempo suficiente para conhecê-lo, pelo menos um pouco, tem certeza que evoluímos muito pouco na construção daquilo que se poder chamar de nação, justamente por que a maioria de nossos governantes são estadistas para meia duzia, essa meia duzia que é beneficiada por esses governos e que imprime e replica na mente da maioria a convicção de que esses merdas são estadistas.

    Luis

    14 de março de 2014 às 14h12

    PRezado Mauro Assis, vejo que comentas de orelhada mesmo, e não sabes nada, na verdade eram duas eleições, uma para presidente, e outra para vice-presidente, na eleição em que João Goulart ganhou foi para vice-presidencia, e ele obteve mais votos que Janio Quadros…vá estudar um pouco mais, vai…

    e outra meu caro, as telecomunicações não ficaram boas por causa das privatizações, isso é um engodo em que apenas incautos acreditam ;-)

    Ps.: nossas maravilhosas empresas de telecom privatizadas são as campeãs em reclamações dos usuários, são consideradas muito ruins e muito caras…


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