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Cartas de Minas
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Roda Vida: Os golpes de Almino Afonso nos entrevistadores

04 de abril de 2014 às 10h53

O “historiador” Villa faz ficção a partir dos 27″; aos 38″ Eliane Cantanhêde diz que Jango não tinha apoio popular, o que é falso; aos 58″, Almino destroça o “historiador”.

Veja também:

Padre João denuncia o exército de fakes de Aécio Neves na rede

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63 Comentários escrever comentário »

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Sérgio Vianna

08/04/2014 - 02h46

O tal do Villa saiu dessa entrevista com o Almino Afonso menor do que o Rola Bosta da Veja…

Responder

Urbano

07/04/2014 - 17h33

Há historiadores, e há escamoteadores da verdade. A propósito, descobri a semana passada que o Emir Sader é além de sociólogo, cientista político também. É simplesmente espantoso, pois já é difícil encontrar um profissional de qualquer das duas Ciências, com gabarito suficiente pra se dizer benzó Deus… Imagine-se um sociólogo e cientista político numa só pessoa e que seja de caráter ilibado, a exemplo do Mestre Sader.

Responder

Marcos

07/04/2014 - 13h39

Os tucanos aparelharam e destruíram a TV Cultura. Tucanos tem bicos grandes e dedos podres.

Responder

Eudes Hermano Travassos

07/04/2014 - 01h46

Não quero dormir deixando a porteira do galinehiro aberta em tempos de raposas, mas a preço de hoje, não faltam elemento para suspeitar que nem mesmo o exercito é mais tão golpistas quanto os conservadores da mídia.

Responder

FrancoAtirador

06/04/2014 - 19h01

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Pra quem só acredita no que os Frias publicam,

uma nota de rodapé, de 2003, na Folha de S.Paulo:

09/03/2003 – 03h34

Jango tinha apoio popular ao ser deposto em 64, diz Ibope

PAULO REDA
Free-lance para a Folha de S.Paulo, em Campinas

Duas pesquisas feitas pelo Ibope às vésperas do movimento militar de 31 de março de 1964,

e nunca divulgadas,

mostram que o presidente João Goulart contava com amplo apoio popular ao ser deposto,
apesar da polarização ideológica que o país enfrentava.

Uma das pesquisas, feita pelo Ibope em três cidades paulistas,

apontava que 15% dos ouvidos consideravam o governo Jango ótimo,

30% bom e 24% regular.

Para 16%, a administração Goulart era má ou péssima.

A outra pesquisa do acervo do Ibope, que entrevistou eleitores de oito capitais entre os dias 9 e 26 de março de 64,

mostra que 49,8% dos pesquisados admitiam votar em Jango

caso ele pudesse se candidatar à reeleição,

contra 41,8% que rejeitavam a possibilidade.

Esses e outros levantamentos inéditos estão sendo catalogadas no Arquivo Edgard Leuenroth, da Unicamp.

A pesquisa que trata especificamente da popularidade de Jango às vésperas do movimento militar foi realizada entre os dias 20 e 30 de março de 1964 e ouviu 950 moradores das cidades de São Paulo, Araraquara e Avaí.

Foi feita a pedido da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

A diretora do Ibope Opinião, Márcia Cavallari,

afirmou que os critérios aplicados nesses levantamentos da década de 60

são semelhantes à metodologia das pesquisas recentes do instituto

e são perfeitamente confiáveis.

Cientistas políticos e historiadores ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmaram que os dados são muito relevantes para discutir as circunstâncias que levaram ao movimento militar de 64.

Segundo a professora do Departamento de História da USP Zilda Iokoi,
a popularidade de Jango foi um dos aspectos decisivos para a sua deposição.

“Como vivíamos um momento de grande polarização ideológica,
as forças reacionárias se sentiram ameaçadas”, afirmou.

Para a professora do Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas Maria Celina D’Araújo, as pesquisas do acervo do Ibope são de extrema importância para a compreensão dos motivos que levaram ao movimento militar: “Reforça-se a tese de que o golpe de 64 foi um movimento anticomunista e não contra o governo de Goulart” [!?!].

Outra pesquisa feita pelo Ibope no período

revela que 59% dos ouvidos eram a favor das medidas anunciadas por Jango

no histórico comício da Central do Brasil, no Rio, no dia 13 de março de 64.

As propostas incluíam a desapropriação de terras às margens de rodovias e ferrovias e o encampamento das refinarias estrangeiras.

O ex-senador Jarbas Passarinho, que na época era chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia,
afirmou que não conhecia os dados, mas que não estranha o fato de Jango ser popular às vésperas do 31 de março.

“Desde a década de 50, quando ocupou o Ministério do Trabalho, Jango adotou uma série de medidas populistas [!?!], que garantiram a sua boa imagem, principalmente junto às classes mais pobres [!!!].”

(http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u46767.shtml)
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Responder

Euler

06/04/2014 - 17h43

Péssimo historiador, este Villa. Tem a cara de pau de pegar frases isoladas do contexto e transformá-las em verdades absolutas. Despreza completamente a realidade, a correlação de forças da época, e se prende a declarações posteriores de um ou outro personagem. Que ridículo! E ainda tem a infelicidade de brigar com os dados – no caso da pesquisa em favor de Jango e das reformas de base – ao dizer que até a miss Brasil era favorável às reformas. Uma comparação de quem não tem argumento algum e de quem tenta enquadrar (ou torturar) os fatos à versão construída subjetivamente por ele. Deve ser o “historiador” predileto de FHC e cia.

Responder

Maria Angelica

06/04/2014 - 15h58

Desculpem isto e no máximo um povoado, muito longe de uma vila.

Responder

Mário SF Alves

06/04/2014 - 13h38

Tudo porque recordar é preciso. Segue o link:

https://www.viomundo.com.br/politica/roda-vida-os-golpes-de-almino-afonso-nos-entrevistadores.html#comment-663590
____________________

Sim, há vida inteligente!

Responder

Paulo Fernandes

06/04/2014 - 12h35

Villa, 1:00:30: “Citar a esmo uma pesquisa…”. Ele ficou puto quando mencionaram a pequisa que dava 66% de apoio ao Jango em 64. É mesmo cruel quando a história insiste em desmentir o historiador.

Responder

Reinaldo Lopes

06/04/2014 - 11h41

É impressionante a dissimulação desta turma. Catanhede e Villa, como verdadeiras hienas, rodearam a verdade dos fatos para tentar imputar o sequestro da democracia no Brasil ao governo João Goulart. Oras ! Não são estas mesmas pessoas que acusam Dirceu, Genoino, Dilma e todo o pessoal da esquerda, que resistiram à ditadura, de terroristas ? Eles precisam decidir sobre o próprio pensamento. Se de um lado não há resistência são culpados por omissão, de outro são igualmente culpados por comissão por combaterem a ditadura.

Responder

Luís CPPrudente

05/04/2014 - 23h14

Esse historiador Villania é um mentiroso a serviço do PIG.

Responder

Pafúncio Brasileiro

05/04/2014 - 16h32

Após assistir este Roda Viva, faço questão de ler o livro do Celso Furtado, genial brasileiro, e ver se, realmente, o que o Villa disse que o Celso escreveu é verdadeiro. Esse Villa, precisa ser classificado como FICCIONISTA, tal a importância romanceada que ele dá a fatos históricos, que ele próprio cria. As vezes fico em dúvida também ao desconfiar que ele é um grande gozador, similar ao estilo da Tia Reinalda.

Responder

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 20h33

    Corretíssimo.
    Mais uma vez atento à realidade. Mais uma vez oferecendo luz ao entendimento da complexidade política afeta ao nosso País. Mais uma vez oferecendo bases ao entendimento do porquê de a luta pela superação do capitalismo subdesenvolvimentista no Brasil – mais uma vez – acabar rotulada de esquerdismo.
    Parabéns!

    De Paula

    08/04/2014 - 07h53

    E ficcionista dos piores.

Mário SF Alves

05/04/2014 - 14h02

Outro recado ao Villa:

Aí, Pinóquio, observe, ouça, leia e aprenda:

http://www.pontofrio-imagens.com.br/Control/ArquivoExibir.aspx?IdArquivo=5199665

Lacerda, o corvo arrependido:

http://www.youtube.com/watch?v=QHWNkMoaAWY

Responder

Pafúncio Brasileiro

05/04/2014 - 11h38

Esse Villa é servidor público federal, é professor da UFSCAR, em São Carlos. Não sei da dedicação dele na universidade. Quantas horas essa pessoa cumpre ? Quais os trabalhos que orienta ? Se ele tem dedicação integral, se ele está afastado, não sei. Tudo isso porque, ele tá na mídia direto em São Paulo. A distância entre São Carlos e São Paulo é de 230Km, pelo menos 3,5hs de viagem e o cara tá direto na mídia. Ele faz o trabalho dele como servidor público ? Como funciona isso ? Ele deve explicações. É muito fácil fazer o que ele faz, tem salário garantido nos 2 casos (midia e universidade). Se ele for um sujeito honesto (coisa que ele cobra, ao extremo, nos outros_) ele abriria a “mala” dele.

Responder

Gerson Carneiro

05/04/2014 - 08h54

O Villa é cínico. Eu já dei uma lapada nele no Jornal da Cultura. Confiram (a partir do tempo 2min40segundos):

http://www.youtube.com/watch?v=d9NsThP-u6U

Responder

    abolicionista

    05/04/2014 - 11h59

    Hahaha, dá-lhe, Gerson! E o melhor é ele de boca murcha dele no final dizer, naquele muxoxo: “que bom…”

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 12h34

    E olha que a lapada rendeu, hein. Parece que o Villão quase surtou pela falta de argumentos e pela impossibilidade de declarar logo que ações solidárias apenas se justificam se direcionadas ao Criança Esperança, intermediado pela Gloebbels.
    __________________________________
    I- “Quem muito se abaixa, acaba mostrando a b….”
    II- “A mentira tem pernas…”

    III- Um mentiroso convicto:

    IV- Mais do mesmo [outras mentirosas, igualmente convictas]:

tiao

05/04/2014 - 08h23

Almino Affonso com fineza deixou o Villa com cara de bunda.

Responder

marco

05/04/2014 - 06h54

desse rodaviva(?) dá pra ver como funciona nossos jornais e revistas de hoje, não existe nenhum jornalismo, mas sim pessoas com graves problemas psicológicos e que se tratam em uma mesma linha terapêutica, onde não precisam ir a lugar nenhum nem conversar com ninguém, pois deduz-se e inventa-se tudo de acordo com seus deturpados sentidos…

Responder

    Juca

    06/04/2014 - 00h34

    Eu sempre digo isso quando posso, tem que tomar cuidado com psicopatas, eles estão se proliferando com sua mente degenerada e muita gente dando ouvido.

FrancoAtirador

05/04/2014 - 03h22

.
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Parecia que o Marco Antonio fazia suas Villanias por exclusiva Sem-Vergonhice.

Mas não é só por isso não. É também por Cegueira Psicopática Ideológica.

Fosse ele um verdadeiro Historiador, e não um estoriador megalomaníaco,

falaria menos e ouviria mais o homem que é testemunha vivo da História.

O tucano Almino Afonso tipificou muito bem esse Villão da Estória:

É um romancista imaginativo que faz leitura da História como quem lê jornal.
.
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Responder

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 10h29

    A arrogância chegou a um nível tal que indivíduos dessa natureza têm a convicção de que atuam num meio onde já é plenamente possível e mesmo indispensável a desconstrução e a respectiva “reconstrução ideológica” da realidade.
    ____________________________
    Ao que tudo indica, ainda hoje, seguem as cartilhas e os papers do IPÊS¹ – Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais e do IBAD.
    ____________________________________
    Em tempo:
    Sobre a mencionada [e fundamental] pesquisa ao IBOPE, li documento que me fez crer que foi o próprio referido órgão conspirador/desestabilizador denominado IPÊS que a encomendou. A certa altura do documento, produzido pela reunião plenária do seu comitê executivo, realizada em 08.04.1963, encontra-se a seguinte informação: “GLY – Vamos publicar amanhã os resultados do IBOPE (1 milhão)”.
    Claro, a intenção de publicar joga inteiramente por terra a hipótese, mas… ainda assim, ainda que por vias transversas, mostra a interação entre os golpistas e o IBOPE.
    _______________________________________________
    O acento circunflexo na sigla IPÊS explicava-se pela analogia que seus idealizadores estabeleciam com o ipê, árvore que perde completamente as folhas para em seguida revestir-se de exuberante floração amarela, roxa, branca ou outras. Tecnicamente, tal fenômeno permite classificar os exemplares do gênero como caducifólias.
    ________________________________________________________
    O IPÊS, entre outras atividades, visava a doutrinação de empresários. É possível que sua missão desestabilizadora talvez chegasse ao extremo de promover ações de sabotagem e terrorismo. Contava com um amplo leque de associados e contribuintes, envolvendo primordialmente os banqueiros e seus prepostos, os industriais, os comerciantes e os latifundiários. Seu líder maior, o general Golbery do Couto e Silva, era ligado a uma multinacional de agroquímicos.
    _________________________________________
    E, sim, foi o IPÊS que encomendou a elaboração do Estatuto da Terra² cujo objetivo estratégico era esvaziar a luta coletiva pela reforma agrária.

    ²Transformado em lei, Lei Nº 4.504, de 30 de novembro de 1964, o Estatuto da Terra ficou mofando na gaveta dos “poderosíssimos” governos ditatoriais, que por vinte e um anos só admitiam a política do “amém, sim, senhor”… para o povo e seus representantes ou adversários políticos da ditadura.
    __________________________________________________
    Tanto o presidente da Câmara, como o do Senado eram homens de confiança do IPÊS.

    Fonte: 1964: A Conquista do Estado, René Dreifuss [páginas/documentação 497 a 792]

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 17h47

    Fonte: 1964: A Conquista do Estado, René Dreifuss [páginas/documentação 497 a 792]

    FrancoAtirador

    06/04/2014 - 17h36

    .
    .
    Mestre Mario.

    O Complexo IPES/IBAD sempre monitorou o ambiente social,
    através de pesquisas de opinião pública.
    As que não favoreciam os golpistas não eram publicadas,
    mas serviam de parâmetro para uma mudança de autuação
    na área de atuação do Aparato de Propaganda Norte-Americana
    contra o Governo João Goulart e contra a Esquerda em geral.

    Conforme consta da matéria publicada no Jornal da UNICAMP, Edição 204, de 24/2 a 9/3 de 2003 (http://migre.me/iFxPu),
    a pesquisa do IBOPE realizada em São Paulo entre os dias 20/3/1964 e 30/3/1964,
    que atestou a aprovação popular (66%) do Governo Jango e o apoio da maioria absoluta (64%) da população da capital paulista às medidas estatizantes adotadas à época pelo Presidente João Goulart,
    foi encomendada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo – a FecomercioSP, Entidade Patronal que na década de 1960 estava intimamente ligada ao Complexo IPES/IBAD,
    a mesma que hoje vive reivindicando a isenção de impostos para os empresários e elogiando a elevação da taxa de juros pelo Governo Federal (http://migre.me/iFvJL).

    Diz a mencionada reportagem do Jornal da UNICAMP assinada pelo jornalista Luiz Sugimoto:

    O Golpe que deu Ibope

    Pesquisas de opinião nos dias que antecederam a derrubada de João Goulart
    e nos meses seguintes mostraram que o governo tinha apoio popular

    Nos últimos dez dias de governo civil antes do golpe militar de 1964, o Ibope creditava ao presidente João Goulart um apoio significativo dos eleitores da maior cidade do País:
    o governo era considerado ótimo por 7% dos quinhentos entrevistados, bom por 29% e regular por 30%;
    era mau apenas para 7%, péssimo para 12% e 9% não sabiam responder.
    Foram índices colhidos na capital paulista entre 20 e 30 de março,
    sob encomenda da Federação do Comércio do Estado de São Paulo. [!!!]

    Dezenas de pesquisas realizadas no período imediatamente anterior e nos meses posteriores ao golpe militar, correspondem a uma ínfima parte do acervo doado pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) ao Arquivo Edgard Leuenroth (AEL) da Unicamp, embora por si já possam render páginas e páginas de análise aos estudiosos.
    Este acervo, que ocupa espaço considerável do AEL, será melhor explorado pelo Jornal da Unicamp em futuras edições, com a colaboração de Eliane Zanatta e Sílvia Martini, da Seção de Pesquisa, na seleção de novos temas.

    A pesquisa mencionada no início, aparentemente, visava perscrutar junto à população o impacto de uma derrubada do governo. [!!!]
    Uma maioria acima de 80% dos entrevistados tinha conhecimento dos recentes decretos de João Goulart, que determinavam a encampação das refinarias de petróleo, a desapropriação das terras que margeiam açudes, ferrovias e rodovias federais, e o tabelamento dos aluguéis – medidas aprovadas por 64% e reprovadas por 20%.
    A encampação de empresas particulares era considerada vantajosa para o país por 47% e desvantajosa por 28%;
    por outro lado, a entrada de capitais estrangeiros era defendida por 46% e rejeitada por 33%.

    No campo político, 80% dos paulistanos eram contra a legalização do Partido Comunista do Brasil
    e 57% viam o comunismo aumentando no país;
    32% temiam o regime como um perigo imediato,
    36% como um perigo futuro e 19% não o consideravam um perigo.

    Sobre os propósitos de João Goulart diante das eleições presidenciais, então marcadas para 1965,
    45% estavam certos de que o presidente pretendia realizá-las normalmente, sem interferir;
    22% desconfiavam que Goulart queria mudar a Constituição para se candidatar;
    e 12% achavam que ele preparava um golpe para se tornar ditador.

    Entre os presidenciáveis da época, Carvalho Pinto liderava as intenções de voto com 24%, acossado por Juscelino Kubistchek com 22%, vindo depois Carlos Lacerda (16%) e Adhemar de Barros (9%).

    Outra pesquisa do Ibope, sem menção do contratante, realizada de 9 a 26 de março em oito capitais – São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Salvador e Curitiba –, colocava a hipótese de três candidatos a presidente:

    Kubistchek saiu favorito com 40,1%, deixando Carlos Lacerda com 14,8% e Magalhães Pinto com 10,2%.

    O mesmo questionário abriu a possibilidade de João Goulart se candidatar
    e 40% responderam que votariam nele; 52%, não.

    [Frise-se que, naquela época, não havia segundo turno nas eleições.]

    Incógnitos – No acervo doado à Universidade, as pesquisas raramente trazem a identificação de quem as encomendou, restando curiosidade e suposições se o interessado na opinião popular seria um órgão do governo, entidade classista, partido político, empresa privada ou pessoa física. [!!!]

    Na pesquisa feita em março nas capitais, por exemplo, perguntava-se quais problemas deveriam ser resolvidos com maior urgência, aparecendo pela ordem a alta do custo de vida (50%), alfabetização (25%), melhoria das condições de vida (20%), desenvolvimento da agricultura (19%) e desenvolvimento industrial (6%).

    Difícil saber [mas fácil supor] por que (ou por quem), numa pesquisa contendo questões bastante semelhantes, realizada em São Paulo entre 12 e 22 de maio,
    menos de dois meses após o golpe, incluiu-se o item “expurgo dos comunistas”, que ficou abaixo apenas da necessidade de combate à inflação (29% e 25%). [!!!]

    Nesta pesquisa de maio, talvez como fruto de intensa propaganda colocada nas ruas depois dos tanques, 70% dos entrevistados diziam que a situação do Brasil “agora ia melhorar”, 10% que ia piorar, 7% que ficaria igual e 13% não sabiam.

    A deposição de Goulart constituiu uma medida benéfica ao país para 54% e prejudicial para 20%.
    A queda do presidente ocorreu, para 34%, porque ele estava levando o Brasil para um regime comunista;
    para 28% porque pretendia fechar o Congresso e se tornar ditador;
    e para 17% porque estava tomando medidas populares que contrariavam fortes interesses de grupos econômicos e financeiros, nacionais e estrangeiros.

    A cassação de deputados comunistas foi aprovada por 74% e a prisão de líderes sindicais ligados aos comunistas por 72%.

    O presidenciável Carlos Lacerda, defensor ardoroso do golpe, alcançava Juscelino Kubistchek, somando 22,7% contra 22,1%.

    Os cariocas também manifestavam esse apoio inicial ao regime militar, em pesquisa na Guanabara da última semana de maio.

    As primeiras medidas tomadas na área econômica levaram o governo Castelo Branco a ser considerado ótimo por 20%, bom por 31% e regular por 21%; apenas 4% o julgavam ruim e 2%, péssimo.

    A realização das eleições ainda programadas para outubro de 1965, praticamente uma certeza (90%) antes do golpe, já provocava índices dúbios:
    52% esperavam votar para presidente, 17% não sabiam e 31%, não mais.
    A cassação de mandatos e a suspensão de direitos políticos tinham aprovação de 56%.
    Motivos para as cassações:
    eram comunistas (40%), subversivos (22%), corruptos (25%), perseguidos politicamente (28%).

    Castelo ruindo – A Federação do Comércio encomendou nova pesquisa em novembro de 1964 e a aprovação aos militares começava a cair. [!!!]

    Perguntados sobre o que achavam do governo até aquele momento,
    7% o classificaram como ótimo, 20% como bom, 35% como regular,
    11% como mau e 9% como péssimo.
    As medidas de combate à inflação e alta do custo de vida
    seriam eficazes para 35%, mas ineficazes para 41%.
    Para 47% dos eleitores entrevistados,
    o próximo presidente deveria ser um civil;
    22% defendiam um militar e 20% eram indiferentes.

    Na Guanabara, entre 5 e 13 de fevereiro de 1965,
    apenas 16% achavam que a situação econômica melhorou
    e 73% que piorou;
    35% ainda torciam por um ano melhor,
    mas 44% esperavam pelo pior.
    Os satisfeitos com o governo somavam 45%;
    os insatisfeitos, 46%.

    À margem dos índices de opinião pública,
    em larga margem pedindo eleições diretas,
    Castelo Branco conseguiu no Congresso
    a prorrogação de seu mandato até março de 1967,
    o que implicou no adiamento do pleito presidencial
    [até então marcado] para 1966 (http://migre.me/iFAla).

    Afinal, não haveria eleições diretas,
    nem o marechal cumpriria o mandato até o fim,
    morto prematuramente em acidente de avião.

    O Ibope só voltaria a realizar pesquisas
    de intenções de voto para presidente
    24 anos depois, em 1989,
    quando a população elegeu um civil.

    UNICAMP
    SERVIÇO
    Arquivo Edgard Leuenroth
    Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
    Horário: das 9h às 17h
    Período letivo:
    2ª e 6ª feiras, das 9h às 17h; 3ª, 4ª e 5ª feiras, das 9h às 20h
    Seção de Atendimento: 3788-1626
    [email protected]

    (http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/fevereiro2003/ju204g03.html)
    .
    .
    Quanto ao GLY*, constante do ‘documento, produzido pela reunião plenária do comitê executivo do IPES, realizada em 08.04.1963’,
    o Professor de Jornalismo da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) Laurindo Lalo Leal Filho desvenda o mistério no artigo ‘O Brasil da Mídia e o País Real’:

    Hoje quando abrimos jornais, ouvimos o rádio e vemos as tevês comerciais o retrato é de um país à beira do abismo, tudo vai mal.
    Situação de quase pleno emprego, milhões de pessoas retiradas da miséria pelo Bolsa Família, pacientes atendidos em cidades que nunca haviam visto um médico antes são apenas alguns exemplos do Brasil ignorado pelo jornalismo “independente”.

    Em março de 1964, o quadro era semelhante embora houvesse um fantasma a mais, além do “descalabro administrativo”:
    o “perigo vermelho” representado pelo comunismo.
    Para mídia ele estava às nossas portas.

    A televisão e demais meios de comunicação se prestavam a esse serviço de doutrinação diária azeitados por fartos recursos vindos de grandes grupos empresariais canalizados por meio do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes) e do Instituto Brasileira de Ação Democrática (Ibad), em estreita colaboração com a agência de inteligência dos Estados Unidos, a CIA.

    O principal mensageiro televisivo dos alertas sobre a “manipulação comunista” do governo Goulart era o jornalista Carlos Lacerda.

    Apesar de afinados ideologicamente com os golpistas, os veículos de comunicação não faziam isso de graça.

    Segundo o economista *GLYcon de Paiva [!!!], um dos diretores do IPES,
    de 1962 a 1964 foram gastos nesse trabalho de desinformação US$300 mil a cada ano, em valores não corrigidos.

    Os dados estão no livro ‘O governo João Goulart, as lutas sociais no Brasil 1961-1964’, do historiador Moniz Bandeira.

    “O Ipes conseguiu estabelecer um sincronizado assalto à opinião pública, por meio de seu relacionamento especial com os mais importantes jornais, rádios e televisões nacionais, como:
    os Diários Associados (poderosa rede de jornais, rádio e tevê de Assis Chateaubriand, por intermédio de Edmundo Monteiro, seu diretor-geral e líder do Ipes);
    a Folha de S.Paulo (do grupo de Octavio Frias, associado do Ipes);
    O Estado de S.Paulo e o Jornal da Tarde (do Grupo Mesquita, ligado ao Ipes, que também possuía a prestigiosa Rádio Eldorado de São Paulo)”, relata René Armand Dreifuss no clássico ‘1964: a conquista do Estado’.

    Foi um período longo de preparação do golpe, e quando ele se concretizou a mídia ficou exultante.

    O Globo estampou manchetes do tipo “Ressurge a democracia”, “Fugiu Goulart e a democracia está sendo restabelecida”.

    Sob o título “Bravos militares”, o jornal da família Marinho, no dia 2 de abril de 1964, dizia que não se tratava de um movimento partidário:
    “Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira”.
    O Estadão seguia na mesma toada, enfatizando “o aprofundamento do divórcio entre o governo da República e a opinião pública nacional”.

    Foram necessários 50 anos para termos a confirmação que o tal divórcio não existia”.

    (http://limpinhoecheiroso.com/2014/03/19/lalo-leal-filho-o-brasil-da-midia-e-o-pais-real)
    .
    .
    Leia também:

    ‘COMPLEXO IPES/IBAD, 44 ANOS DEPOIS: INSTITUTO MILLENIUM?’

    Por Bruna Pastore*

    RESUMO: O intuito do artigo é comparar o já extinto complexo IPES/IBAD, criado em 1961 por grupos civis e militares, e o Instituto Millenium criado em 2005.

    Estes grupos possuem formas muito semelhantes de difundir suas ideologias conservadoras na sociedade a partir de sua forte ligação com setores da grande mídia e com as elites brasileiras.

    O complexo IPES/IBAD teve suma importância na legitimação do golpe de 1964 freando as demandas que vinham sendo reivindicadas pelos movimentos sociais,
    assim como o Instituto Millenium tem por objetivo limitar a atuação do Estado nessa área, sendo que para legitimar seus discursos ambos se utilizam de forte propaganda ideológica.

    *Pesquisadora da Universidade Federal do Mato Grosso

    (http://200.145.171.5/ojs-2.2.3/index.php/aurora/article/viewFile/2351/1912)
    .
    .
    A configuração das alianças golpistas
    nas ditaduras de Brasil e Argentina:
    uma perspectiva a partir da imbricação cívico-militar

    Por Hernán Ramírez*

    Resumo: Neste artigo nos propomos a debater a configuração das alianças entre setores civis e militares que deflagraram os golpes de Estado e instauraram regimes ditatoriais no Brasil e na Argentina.
    Interessa-nos caracterizar tanto a sua constituição inicial quanto as dinâmicas que produziram sucessivas configurações dentro dessas próprias administrações, determinando nuances particulares, já que elas incidiram profundamente tanto nas políticas implementadas quanto nos setores que se lhes podiam contrapor.

    ** Professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).
    Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com Pós-doutorado no Instituto de Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro (IUPERJ).

    (http://migre.me/iFA3j)

    Para download:
    (http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/iberoamericana/article/download/11586/8011)
    .
    .

    FrancoAtirador

    06/04/2014 - 18h24

    .
    .
    Os Institutos de Pesquisas e a Mídia Empresarial,

    até os dias presentes, não mudaram a forma de atuar.

    E os ‘Think Tanks’ IPES/IBAD mudaram só o nome e o CNPJ.

    Aliás, a recente decisão da maioria do Pleno do STF

    (ainda não publicada, graças ao ministro Gilmar Mendes)

    de expurgar da Legislação Brasileira o financiamento

    de todas as campanhas eleitorais por Pessoas Jurídicas

    é equivalente à extinção do IBAD pelo Judiciário em 1963,

    uma vez que provado que havia muitos políticos financiados

    pelo capital estrangeiro, oriundo sobretudo dos United States,

    fossem por organismos estatais, como a CIA, ou empresariais,

    fato histórico de fundamental importância nos acontecimentos

    ocorridos em 1964, principalmente em relação às decisões tomadas

    no Congresso Nacional pelos Presidentes do Senado* da Câmara**

    que, na calada da noite de 1º de abril, deram um Golpe de Estado,

    antes mesmo de se consumar o Golpe Militar propriamente dito.

    *(http://pt.wikipedia.org/wiki/Auro_Soares_de_Moura_Andrade#Golpe_de_1964)
    **(http://pt.wikipedia.org/wiki/Ranieri_Mazzilli#Segundo_per.C3.ADodo)
    .
    .

    Mário SF Alves

    08/04/2014 - 16h44

    Prezado Franco,

    Grato pela gentileza da informação.

    E olha aí como é que a coisa funcionava: Incógnitos! Aliás, o livro [tese de doutorado] do Dreifuss trás documento que informa claramente isso, ou seja, que o IPÊS preferia agir à meia luz¹.

    ¹Tradução agir à meia luz = agir na calada da noite.

    _________________________________________

    “Incógnitos – No acervo doado à Universidade, as pesquisas raramente trazem a identificação de quem as encomendou, restando curiosidade e suposições se o interessado na opinião popular seria um órgão do governo, entidade classista, partido político, empresa privada ou pessoa física. [!!!]”
    ___________________________________________________
    Em tempo:
    Por favor, vê que mudança é essa, porque assim do jeito que está ficou sem sentido.

    “…mas serviam de parâmetro para uma mudança de autuação
    na área de atuação do Aparato de Propaganda Norte-Americana
    contra o Governo João Goulart e contra a Esquerda em geral.”

Mário SF Alves

05/04/2014 - 02h38

É um abandono ou é uma traição?

Almino Afonso sobre a ação do general Kruel e em resposta à monobra rasteirinha e/ou incompetência da gloebbels Cantanhêde.

Responder

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 02h52

    Estou no 45º minutos e até agora nada do conspirador-mor, o IPÊS, do general Golbery do Couto e Silva, órgão este autointitulado defensor da democracia e que preferia (ou era obrigado) agir (eufemisticamente) à meia luz.

    Mário SF Alves

    05/04/2014 - 03h17

    Em 1:09, fim de festa, o entrevistador Daniel dá provas de que desconhece o elementar da literatura e da documentação histórica sobre a conspiração que desembocou no golpe civil-militar de 1964. Quanta audácia! Quanta arrogância! Quanta falta de respeito!

    abolicionista

    05/04/2014 - 12h07

    Acho que o Almino Afonso tem muito a ensinar, é uma testemunha de tudo o que aconteceu e um grande intelecto, mas ele certamente aliviou muita coisa. Na entrevista ele resiste a falar, por exemplo, sobre o protagonismo da mídia no golpe, e mesmo o empresariado só entra de escanteio. Contudo, é alguém com que temos muito a aprender. Devemos ler o livro dele, mas não para tomá-lo como um evangelho. Até porque é apenas uma das vozes do período, é preciso ouvir todas, apurar os fatos, e se posicionar. Afinal, não há neutralidade, mesmo num trabalho tão colado aos fatos quanto o do historiador (o problema maior, a meu ver, é quando o historiador se torna ficcionista delirante, como é o caso do Villa).

diego

05/04/2014 - 01h48

Quem sabe trabalhar com edição poderia fazer um video curto com os melhores momentos da surra de almino afonso nesse tal de Villa. Tem grande chance de virar hit no facebook, whatsapp, enfim… Aqueles que defendem a liberdade e a veracidade dos fatos não podem deixar passar uma oportunidade dessas de desmascarar um contador de causos que faz uso indevido do titulo de historiador.

Responder

Regina Braga

04/04/2014 - 23h26

Estou profundamente aliviada,,,Villa, foi colocado no seu devido lugar…no ostracismo!

Responder

Ary Xavier

04/04/2014 - 21h20

Roda viva, mortos vivos!

Responder

Marat

04/04/2014 - 21h17

As “verdades” do Villa não se sustentam em cinco minutos de conversa com algum intelectual!
Cantanhêde, coitada, nem sei o que fazia ali. parecia uma madame, esposa de homem rico e importante, no meio de um convescote, por engano, falando bobagens o tempo todo! O mais engraçado é que ela se leva à sério!

Responder

Marat

04/04/2014 - 21h15

Sempre que me perguntam sobre alguém honesto e/ou decente no PSDB eu nunca me lembro, porém, cometo injustiça com o Almino. O pior é que eu já tive oportunidade de conversar com ele, mas deixei escapar… Bem, esse talvez seja o único ponto positivo do PSDB: manter em seus quadros ao menos uma pessoa decente…

Responder

    Vivianne

    06/04/2014 - 01h00

    Eu diria com todo o respeito a esse grande brasileiro, que o único deslize na biografia dele é a permanência no PSDB. Minha profunda admiração à esse homem íntegro e honrado

    Marat

    07/04/2014 - 22h01

    Falou e disse, Viviane!

    Marat

    07/04/2014 - 22h02

    Corrigindo: Vivianne!!!

abolicionista

04/04/2014 - 20h59

De fato acho que ficou feio para o historiador. Em todo caso, a gente sempre aprende muito com um entrevistado desse quilate. Vou ler seu livro com certeza.

Responder

Moacir Moreira

04/04/2014 - 19h53

Esse tal de Villa perdeu a credibilidade como historiador se é que já teve alguma…

Responder

    Marcos

    07/04/2014 - 13h47

    Vila está no mesmo barco de jabores, mirians, Reinaldos, etc. Não valem juntos 20 centavos.

joão gomes

04/04/2014 - 19h03

como Deus é bom conosco…o Almino vivo pra contar o que realmente aconteceu e assim dar-nos testemunho fiel da história,para desespero desses “historiadores”incompetentes e mal intencionados.atropelado ao vivo em rede nacional.

Responder

De Paula

04/04/2014 - 18h55

Foi patético: O fato contra sua ficção. O fato, no centro de uma arena e um bando de intelectualoides, tentando, a todo custo, dobrá-lo às versões que construiram.

Responder

Antonio

04/04/2014 - 18h45

Ressalto a falta de dignidade e o caráter torpe da fofoqueira Catañede que, ao pedir o nome dos traidores, levou uma merecida chinelada em grande estilo.
Esta parte da entrevista mostra a diferença entre, o caráter de uma pessoa integra como Almino Afonso e o caráter de um desqualificado como o Villa que, se põe a “contar” episódios envolvendo pessoas que já não podem se defender das acusações. Fantasias de uma mente deturpada!
O Villa nunca será mais do que “Arroz de Festa” da Globo News, forma uma bela dupla com a Mônica Deslumbrada.
Não passa de arroz de festa, por todos os títulos que possa ostentar.
Um rapapé que serve a qualquer um que infle seu ego.
Sinto pena dos alunos deste senhor que tem sua formação deformada pelos seus conceitos e principalmente pela viseira que um historiador jamais poderia usar.

Responder

Roberto

04/04/2014 - 17h56

Quando fala sozinho, isto é em seus livros o Villa pode inventar à vontade.
Já nos debates é facilmente desmoralizado
Não sei como não tem vergonha de seus alunos

Responder

    marcosomag

    04/04/2014 - 18h37

    Os alunos sim, têm vergonha dele.

swamy

04/04/2014 - 17h52

Eu gostaria de saber porque convidam uma anta como essa Tacanhede para entrevistar alguém? Ela não é capaz de fazer uma pergunta consistente nem para o Tiririca.

Responder

Rotor

04/04/2014 - 16h33

Este Vila quando não tem quem o conteste, isto é , em seus livros , pode inventar à vontade.
Num debate, dá pena . É sempre massacrado. Não sei como não sente vergonha de seus alunos…

Responder

    Guilherme Souto

    04/04/2014 - 17h03

    Será que esse professor tem aluno que o admira? Se tem, isso é que encabula.

josé marques

04/04/2014 - 16h30

O comportamento do “criador de ficções infantis e ridículas” Marco Antônio Villa (autor do livro “ditadura à MARCO ANTONIO VILLA” ,ele deve gostar da dita dura),sim, é muito comum nos que manipulam o passado com livros de história e programas de propaganda fascista ,criando um falso passado para se criarem um futuro manipulado e favorecido. Se torna hoje ,este historiador ,não apenas por este programa e por seu fictício livro , mas por sua “atuação engajada” na TV CULTURA e onde este senhor estiver.Sua figura de moço criado ,a leite e pêra ,pela vovó no vigésimo andar lhe dá ,certamente,uma leitura do mundo retirada de sua biblioteca e de seu FACEBOOK , chamado de “facezinho do netinho limpinho,sujo” . ALMINO estava lá nos fatos , e se mentir todos os registros dos periódicos o corrigirão , logo , o senhor historiador ,Marco Antônio Villa (o lilinha da vovó),lê o mundo como se brincasse de guerrinha de travesseiros na caminha quente da vovozinha , sem perceber que os homens na guerra de poder matam,denigrem e destróem familias ,faz perder-se gerações inteiras, escravizam povos, MATAM PESSOAS ,INCLUSIVE VOVÓS,MAES,IRMÃS DE ,TANTO ESTUDANTES OPOSICIONISTAS COMO TAMBEM DE MILITARES DEFENSORES OU NÃO DE GOVERNOS MILITARES OU CIVIS.
O senhor VILLA TEM QUE SUJAR SUAS MAOZINHAS NA TERRINHA DO PLAYGROUND DA VIDA , TEM QUE OLHAR NO ROSTINHO SEM DENTES DAS CRIANÇAS POBRES DE OUTROS BAIRROS POBRES , TEM SIM QUE PEDIR PRÁ VOVÓ DEIXÁ-LO DAR UMA VOLTINHA ,SOZINHO,PELA SUA RUA,…” precisa Tomar um sorvete,Na Lanchonete,…Ouvir aquela cançãoDo Roberto,VILLA,VILLA,Há quanto tempo
VILLA,VILLA,Há quanto tempo.Comigo Vai tudo azul Contigo Vai tudo em paz
Vivemos Na melhor cidade Da América do Sul,Da América do Sul
Você precisa,Você precisa…Não sei,Leia,Na minha camisa.(citação “baby” de CAETANO VELOSO)
Ah sim , SENHOR MARCO ANTONIO VILLA,vilinha da vovó,..”…se voce vier perguntar ,ao ALMINO AFONSO como ele andou ,no tempo em que voce sonhava, de olhos abertos ele lhe dirá , EU ME DESESPERAVA !(citação “a palo seco” BELCHIOR).
Espero que quando o senhor VILLA,vilinha da vovó, acordar de seu sono ,sim, que não seja tarde e que ainda seja possível pedir perdão para as vovós,maes,filhas,tias e a todos ,de ambos os lados do poder, sim pedir perdão por suas dores que não estão nos livrinhos importantes da história do mundo.

Responder

    josé marques

    04/04/2014 - 16h44

    E apenas para observar que não sou de partido político algum,e nem defendo cegamente o senhor ALMINO AFONSO, pois em minha vida profissional enfrentei injustiças ,ao ver alguns funcionários se beneficiando utilizando o nome do ALMINO AFONSO para se promoverem , e até reconhecí que era parte do jogo de poder ,à época em que o PMDB,JÁ NÃO ERA MAIS MDB.E isto em São Paulo.obrigado pelo espaço.

Valter

04/04/2014 - 15h38

Existem maneiras e maneiras de se revelar falar com franqueza a primeira é na marra, a segunda é a pior…com muita educação e inteligência, coisa que o Sr. Almino Affonso fez com muita elegância e com um vocabulário impecável. Mas vamos combinar aqui que as tais forças ocultas mencionadas por Janio iriam tomar conta do Brasil a favor ou contra a vontade do povo pois não tínhamos como nos defender dos EUA. O povo foi enganado pelos militares!

Responder

Edmilson

04/04/2014 - 15h18

Marco Antonio Villa parecia pensar que era ele mesmo o entrevistado. Foi esbofeteado com luvas de pelica pelo bem humorado Almino…

Responder

FABIO

04/04/2014 - 14h46

O mais prazeroso foi assistir ao desmascaramento do embusteiro da História, Marco A Villa

Responder

franco

04/04/2014 - 14h39

A Dona Eliane nem se arriscou muito depois que percebeu onde o Villa se meteu.

Responder

maria cecilia pereira biinder

04/04/2014 - 13h49

Extremamente esclarecedoras as colocações do Almino no último Roda Viva, que pude ver hoje, 6ª feira, graças ao Viomoundo .
Em 64, cursando o segundo ano de medicina em Ribeirão Preto, USP, participei de muitas discussões políticas. Parte do que ouvia naquelas discussões foi objeto das colocações do Almino. Evidentemente com a autoridade de quem era próximo ao Presidente João Goulart e, portanto, vivenciou de perto ou por dentro os principais episódios. E adorei a elegância do Almino Afonso ao rechaçar as ridículas colocações do Marco Antônio Villa. Zero para Villa e dez para o Almino.
A História do Governo Goulart está sendo recontada. Um governo que tinha apoio popular, estudantil e sindical. Inclusive aferido por pesquisa do IBOPE que, espero venha ser esclarecida no tocante a quem a encomendou. Membros do atual PIG? Empresariado? Governo americano / CIA?
Muito obrigada, Azenha, pelo trabalho que vem desenvolvendo no seu blog. Cecilia Binder

Responder

Carlos

04/04/2014 - 13h17

O Almino foi simplesmente impecável. Fino, educado, bem-humorado. Desmontou o criador da “ditacurta”. Dava até pena ver a cara de abestalhado do tal “historiador” que a globonews adora…

Responder

    franco

    04/04/2014 - 14h37

    Como diz o PHA ele é um “historialista”, nem historiador e nem jornalista.

José Soboleski

04/04/2014 - 11h58

Foi o debate de quem viveu a história, contra quem pensa a história conforme seu viés enviesado. Resumindo: Um grande homem contra um pequeno historiador.

Responder

franco

04/04/2014 - 11h26

Foi muito bom ver o ALmino Afonso chamar o VIlla de mentiroso embora que de modo educado.

Responder

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