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Diário da Resistência


Requião: O Estado continua sendo a grande cidadela do capital
Falatório Política

Requião: O Estado continua sendo a grande cidadela do capital


05/02/2013 - 11h08





29 comentários

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Coutinho

16 de fevereiro de 2013 às 16h41

Como sempre o senador Requião faz uma profunda análise dos problemas nacionais. É uma pena não termos muitos parlamentares como ele.

Responder

Leomar

15 de fevereiro de 2013 às 08h53

Novamente volto a postar que tenho orgulho de ter votado neste Senador, viva Requião. Parabéns

Responder

FrancoAtirador

14 de fevereiro de 2013 às 21h20

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Enquanto foi Governador do Paraná, Roberto Requião sempre se negou a ordenar à Polícia Estadual a expulsar os trabalhadores sem-terra dos latifúndios improdutivos ocupados, mesmo diante de medidas liminares impostas por latifundiários pela via judicial.

Com este ato corajoso de resistência contra a violência e a injustiça, Requião se arriscou, inclusive, a sofrer o afastamento do cargo, diante da possibilidade de decretação de intervenção federal no estado paranaense.

Aliás, o governador só não foi afastado, porque o Presidente LULA usou de prerrogativa constitucional privativa e se recusou a decretar a intervenção que havia sido recomendada pelo STJ.
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Maio de 2004

Requião se nega a expulsar sem-terra e STJ recomenda intervenção no Paraná

O Superior Tribunal de Justiça decidiu, nesta quarta-feira (19), que o governador do Paraná, Roberto Requião deve ser afastado do cargo.

O motivo é o descumprimento de liminar de reintegração de posse ao casal [de latifundiários] Flávio Pinho de Almeida e Sylvia Leda Amaral Pinho de Almeida.

É a segunda vez que o STJ recomenda ao governo federal a intervenção no estado pela mesma razão.

Requião se nega a expulsar integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra de áreas ocupadas.

A primeira decisão de intervir no estado foi comunicada pelo ex-presidente do STJ, Nilson Naves, em 2003, mas Lula não quis atender a orientação judicial.

Conforme o artigo 84 da Constituição Federal, compete privativamente ao Presidente da República decretar e executar a intervenção federal.

O caso Pinho de Almeida, examinado pelo STJ, tramita na Justiça há oito anos.

O relator do processo, ministro Barros Monteiro, explica que parte dos imóveis foi considerada suscetível à desapropriação pelo presidente da República, mas o decreto foi anulado pelo Supremo Tribunal Federal.

O Tribunal de Justiça do Paraná também se posicionou favorável à intervenção: “Constitui-se em flagrante ofensa ao princípio constitucional do cumprimento de decisão judicial o não atendimento à requisição da força policial”.

Já o Ministério Público teve entendimento contrário.

No decorrer do processo, o caso foi mandado ao STF, onde o governador do estado prestou informações e alegou ter se esforçado no sentido de cumprir seus deveres constitucionais.

Também levantou a questão da impossibilidade jurídica do pedido de intervenção, “já que não se trata de decisão definitiva”.

Sustentou, ainda, não existir descumprimento à ordem de reintegração de posse, pois, “após criterioso planejamento, suas providências vêm produzindo efeitos com a redução progressiva do número de famílias ocupantes daquela área”.

O Supremo, entretanto, entendeu caber a matéria ao STJ.

O relator Barros Monteiro explica não existir impedimento ao pedido de intervenção.

Para ele, em se tratando de grave problema social, fica clara a falta de ação do estado em relação ao cumprimento da resolução.

Assim, decidiu que seja requisitada a intervenção federal no Estado do Paraná.

Todos os demais ministros da Corte Especial do STJ acompanharam esse entendimento.

Fonte: STJ
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Responder

    FrancoAtirador

    14 de fevereiro de 2013 às 23h42

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    Detalhes:

    As fazendas Corumbataí, Canadá, Ubá e Gleba Bananeira formam um latifúndio conhecido como Fazenda Sete Mil, devido a suas antigas dimensões (7 mil alqueires), situada no município paranaense de Ivaiporã.
    Atualmente, a propriedade rural soma 5,8 mil alqueires, o equivalente a 14 mil hectares.

    Em agosto de 1996, uma decisão judicial concedeu o “direito de posse dos imóveis aos ‘usufrutuários vitalícios’ [o casal Pinho de Almeida], mesmo que necessário o uso de força policial”.

    Em abril de 1997, 700 famílias de trabalhadores rurais sem-terra ocuparam a Fazenda Corumbataí e impediram a posse determinada pelo Juiz local.

    O Juízo da Comarca requisitou, então, as forças policiais estaduais para auxiliarem no cumprimento da sentença.

    Entretanto, as Polícias Civil e Militar “comunicaram formalmente ao Juiz a impossibilidade de atender à ordem judicial sem a expressa autorização do Governador do Estado”.

    Posteriormente, o fato se repetiu, quando da ordem de reintegração de posse.

    Esse episódio ocorrido no estado do Paraná, sob a Administração do Governador Roberto Requião, ilustra muito bem a todo o País que, quando quer, o Chefe do Poder Executivo enquadra as Polícias e legalmente enfrenta as injustiças praticadas pelas oligarquias contra os desfavorecidos economicamente.
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    Indagação

    Além de Leonel Brizola, que outro governador de estado teria a coragem de proceder contra os oligopólios feudais e cartéis corporativos urbanos, em favor dos explorados e despossuídos, como efetivamente o fez Roberto Requião ?
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Marcelo de Matos

13 de fevereiro de 2013 às 12h53

Eis que se apresenta o novo Requião, arquétipo de nacionalista e revolucionário encastelado na base do governo. Agora defende o MST, mas, quando governador do Paraná o Incra publicou um decreto com a redação formal que se adotava na época: “Declara de utilidade pública o município de Maringá para efeito de reforma agrária”. Claro que o Incra não ia desapropriar o município inteiro, mas, apenas uma área específica. Requião ficou brabo – Vocês querem me derrubar? Fora do Executivo Requião é outro: quer levar avante a reforma agrária, conter as remessas de lucro, tudo sem pegar em armas, só na base do gogó. Não falta quem leve a sério esses seus “pronunciamentos” senatoriais. Requião se autoproclama nacionalista. Sou do tempo em que muitos diziam sê-lo. Escreviam-se livros sobre os lucros das montadoras, da indústria farmacêutica, etc. Esse discurso, Mr. Eric Hobsbawm que o explique, tornou-se démodé. Requião quer revivê-lo com o apoio do PSOL. Não vou entrar, sem maiores análises, nessa fábula do lobo mau recontada por Requião. Eis que se apresenta o novo Requião, arquétipo de nacionalista e revolucionário encastelado na base do governo. Agora defende o MST, mas, quando governador do Paraná o Incra publicou um decreto com a redação formal que se adotava na época: “Declara de utilidade pública o município de Maringá para efeito de reforma agrária”. Claro que o Incra não ia desapropriar o município inteiro, mas, apenas uma área específica. Requião ficou brabo – Vocês querem me derrubar? Fora do Executivo Requião é outro: quer levar avante a reforma agrária, conter as remessas de lucro, tudo sem pegar em armas, só na base do gogó. Não falta quem leve a sério esses seus “pronunciamentos” senatoriais. Requião se autoproclama nacionalista. Sou do tempo em que muitos diziam sê-lo. Escreviam-se livros sobre os lucros das montadoras, da indústria farmacêutica, etc. Esse discurso, Mr. Eric Hobsbawm que o explique, tornou-se démodé. Requião quer revivê-lo com o apoio do PSOL. Não vou entrar, sem maiores análises, nessa fábula do lobo mau recontada por Requião.

Responder

    Marcelo de Matos

    13 de fevereiro de 2013 às 16h37

    Desculpem. Minha internet estava com problemas na conexão. Insisti em mandar o comentário e acabou saindo repetido.

Marcelo de Matos

13 de fevereiro de 2013 às 11h17

Eis que se apresenta o novo Requião socialista: nacionalista, revolucionário, arquétipo de psolista encastelado na base do governo. Agora defende o MST. Quando governador do Paraná o Incra publicou um decreto com a redação formal que se adotava na época: “Declara de utilidade pública o município de Maringá para efeito de reforma agrária”. Claro que o Incra não ia desapropriar o município inteiro, mas, apenas uma área específica. Requião ficou brabo – Vocês querem me derrubar? Fora do Executivo Requião é outro: quer levar avante a reforma agrária, conter as remessas de lucro, tudo sem pegar em armas, só na base do gogó. Não falta quem leve a sério esses seus “pronunciamentos” senatoriais. Requião se autoproclama nacionalista. Sou do tempo em que muitos diziam sê-lo. Escreviam-se livros sobre os lucros das montadoras, da indústria farmacêutica, etc. Esse discurso, Mr. Eric Hobsbawm que o explique, tornou-se démodé. Requião quer revivê-lo com o apoio do PSOL. Não vou entrar, sem maiores análises, nessa fábula do lobo mau recontada por Requião.

Responder

Marcelo de Matos

13 de fevereiro de 2013 às 11h14

Eis que se apresenta ao grande público o Requião socialista, revolucionário, arquétipo de psolista encastelado na base do governo. Agora defende o MST. Quando governador do Paraná o Incra publicou um decreto com a redação formal que se adotava na época: “Declara de utilidade pública o município de Maringá para efeito de reforma agrária”. Claro que o Incra não ia desapropriar o município inteiro, mas, apenas uma área específica. Requião ficou brabo – Vocês querem me derrubar? Fora do Executivo Requião é outro: quer levar avante a reforma agrária, conter as remessas de lucro, tudo sem pegar em armas, só na base do gogó. Não falta quem leve a sério esses seus “pronunciamentos” senatoriais. Requião se autoproclama nacionalista. Sou do tempo em que muitos diziam sê-lo. Escreviam-se livros sobre os lucros das montadoras, da indústria farmacêutica, etc. Esse discurso, Mr. Eric Hobsbawm que o explique, tornou-se démodé. Requião quer revivê-lo com o apoio do PSOL. Não vou entrar, sem maiores análises, nessa fábula do lobo mau recontada por Requião.

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Jotace

07 de fevereiro de 2013 às 00h44

Como sempre o faz, o Senador Requião impressiona com este belíssimo e oportuno discurso pelo elevado patriotismo o qual tem sido o apanágio de toda sua carreira política. O conhecimento que detém dos problemas do Brasil e o tirocínio que o têm distinguido seja como parlamentar ou como governador, tornam imbatível o seu nome numa eventual candidatura à Presidência. Jotace

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Tiago

06 de fevereiro de 2013 às 15h27

Esse Requião é o mesmo que certa vez tomou o gravador de um jornalista no Congresso?

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Bernardino

06 de fevereiro de 2013 às 10h45

É isso mesmo ,RICARDO HOMRICH,outro dia o COLLOR subiu a trbuna do senado para criticar a campanha conrra o RENAN e se referiu a IMPRENSA como veiculos de DIVULGAÇAO,nao citou Midia nem IMPrensa.Claro ele é dono de tv e jornais em Alagoas e ja falou que nao quer lei de medios e controle social da Midia.Ele ataca o Gurgel porque o mesmo livrou a barra da Veja e ele quer acertar contas com a mesma pelo Impeachmente que sofreu Collor é direitista esta no DNA.REquiao ao contrario e esquerda autentica faz o que prega:No governo cancelou anuncios do estado na Imprensa paranaense,recebeu Hugo Chavez em Curitiba,homenageando-o.É homem de enfrentamento por suas ideias,vale mais que toda bancada de s SENADORES do PT no senado, a maioria oportunista e FROUXOS.Ja falei aqui que nossas esquerdas sao as mais covardes da america latina,na ditadura so meia duzia pegou em armas ao contrario dso Argentinos.cuja ditadura so durou 5 anos,mas o pau cantou com os Montoneros onde morreram 15 mil.O PRES KICHNER foi preso a epoca depois foi Presidente e se vingou da milicas colocando todos na cadeia,tendo quebrado o retrato do VIDELA em solenidade em PALOMA,academia militar deles nos pés do Chefe do Exercito e toda milicada.Aí fala alto a cultura dos Hermanos melhor que a nossa!!Quando no brasil um presidente farias isso? NUNCA!!Aqui so tem CALÇA Frouxa é proprio da Cultura Portuguesa a covardia e permissividade!!Só briga aqui por Garrafa de cachaça,papelote de cocaína e TIME DE FUTEBOL!!Nao foi a toa que A DITADURA durou 20 anos e em portugal 40 com o velhote SALAZAR!!

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    Job

    16 de fevereiro de 2013 às 14h42

    Bem, isso, português temos o exemplo do Rei que fugiu de medo de Napoleão, na Inglaterra eles tem uma Rainha que se alistou pra atender aos enfermos da guerra.
    Vamos esperar o que do Brasil?

Jorge Moraes

06 de fevereiro de 2013 às 10h38

Roberto Requião é uma figura cada vez mais rara no contexto brasileiro. Forma e conteúdo, sobretudo o último. Categórico e são, reinterpreta a urgência de um projeto nacional de longo prazo. Requião é essencial. Dá aos bois os seus nomes. Com os bois globais e aprílicos vamos – estamos indo – ao brejo. É da natureza do estado moderno, ou seja, o estado burguês, ser a cidadela do capital.

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PEDRO SANCHES

06 de fevereiro de 2013 às 09h45

, O mensalão não existiu em momento algum, isto é uma trama diabólica construida pelo PSDB, DEM(PFL) e PPS, que para desviar o foco dos crimes de Lesa-Pátria cometidos por eles nos 8 anos de desmandos do Fernando H. Cardoso, com entrega de 166 Estatais que valiam 3 Trilhões de Dólares entregues por 350 Bilhões de Dólares e 100 Bilhões de dólares pelas contas CC5 foram para paraísos Fiscais enriquecendo-os mais ainda, compra de votos para reeleição de FHC 200 mil reais para parlamentares, Lista de furnas e Mensalão descoberto em 1998 em Minas Gerais, o governo atual que está sendo execrado Pelas mesmas Mídias que apoiaram a Ditadura militar e que agora está tentando o novo golpe através do Judiciário para continuarem sendo privilegiados tentando fazer igual no Paraguai, este governo atual como já disse tem em caixa em divisas mais de 370 bilhões de dólares em reservas cambiais para defender o Brasil das crises criadas pelos Neoliberalistas principalmente Internacionais como a que ocorreu em 2008 e persiste, nos governos anteriores tinham uma média de 15 Bilhões de dólares, 30 milhões de brasileiros saíram da miséria total conseguindo se alimentar outros 40 milhões melhoram de vida na classe C, temos récordes de empregos todos os anos está faltando mão de obra, temos 2 eventos mundiais nos próximos 3 anos, facilidades para as Universidades, 214 escolas técnica Federais em 8 anos enquanto tínhamos em 100 anos 140 escolas e extensões universitarias 130 e 14 faculdades construidas, você houve e vê algumas destas Mídias elogiar? o Brasil deu um salto de qualidade nos últimos anos o que não aconteceu em 500 anos, um conselho de Brasileiro como você não fique no só o que Mídia diz e que quer o que você ouça procure na Internet informações independentes, senão nós vamos ser levados a novamente a sermos capachos dos Países do 1° Mundo.

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Fabio Passos

05 de fevereiro de 2013 às 22h46

Requião senta a pua no PiG. rsrs
Exemplo para todos os políticos de esquerda.

E o alerta sobre efeitos gravíssimos da crise do regime neoliberal é muito importante.

O Brasil precisa aprofundar medidas de controle de capitais para proteger nosso país da rapinagem rentista.

Responder

FrancoAtirador

05 de fevereiro de 2013 às 20h41

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DÍVIDA PÚBLICA INTERNA: O FURO DA BALA DE PRATA

ESPOLIADORES APÁTRIDAS FATURAM ÀS CUSTAS DO BRASIL

https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/Divida_publica/Publicacoes/Relatorio_Anual/Apres_RAD_2012.pdf

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Mateus Silva Ferreira

05 de fevereiro de 2013 às 19h51

No PT já houve parlamentares do gabarito de um Requião.

Responder

MariaC

05 de fevereiro de 2013 às 19h21

Mas em S. Paulo o artigo do Cavalcanti sobre o preço da energia não deu ibope.Aqui ninguém se importa com o Brasil que está naas mãos da …

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Fernandes

05 de fevereiro de 2013 às 18h51

Sempre votei nele.
Requião para presidente.

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Willian

05 de fevereiro de 2013 às 17h46

Já pensaram porque um senador como Requião jamais teria o apoio do governo para a presidência do Senado?

Responder

    Roberto Locatelli

    05 de fevereiro de 2013 às 20h30

    Sim, o PT teria medo dele. Mas os colegas peemedbistas de Requião têm mais medo ainda de sua assertividade e firmeza.

    Gerson S.

    14 de fevereiro de 2013 às 23h26

    Justamente dentro do PMDB o Requião não tem o apoio necessário para ocupar a presidência do Senado, o jogo é pesado contra a esquerda, no grande jogo político pelo poder.
    Mas, paranaense que sou, todo apoio ao Requião.

Heber Folco

05 de fevereiro de 2013 às 17h31

JÁ passou da hora de se formar uma equipe de especialistas patriotas que elaborem um programa de governo estruturado para apoiar e orientar o segundo mandato da presidenta. Reformas fundamentais têm que ser definidas, mesmo que sejam para aplicação posterior ao término dos mandatos destes parlamentares, deputados e juízes. Só há esperança na energia e sensatez demonstrada por Dilma respaldada pelo carisma de Lula. O país pode.

Responder

Maria Amélia Martins Branco

05 de fevereiro de 2013 às 17h14

Requião pra Presidente do Brasil.

Responder

    Jotace

    15 de fevereiro de 2013 às 19h34

    Certo, Maria Amélia, fareicomo você!Depois das grandes decepções que temos tido e como jamais daria o meu voto a qualquer figura do bando de ratos de FHC, Çerra, Aécio e salta-caminhos como Eduardo Campos, só um homem no Brasil teria o meu voto para Presidente: REQUIÃO. Jotace

Luiz Serra Azul Junior

05 de fevereiro de 2013 às 16h08

Ouví com atenção o belíssimo discurso do Senador Requião. Este Senador tem história e grandes serviços prestados à Nação. O Paraná está de parabéns por ter colocado no Congresso Nacional um homem público dessa envergadura. Recomendo aos amigos refletirem sobre o assunto em tela.

Responder

souza

05 de fevereiro de 2013 às 14h49

o congresso precisa legislar.

Responder

BEM

05 de fevereiro de 2013 às 14h36

Senador REQUIÃO, meus parabéns por vossas palavras pois é verdadeira e oportuna por causa do estado de coisas que vem acontecendo em nossa sociedade e instituiçõe pulblica e privada sempre paltada pela mídidia decompromissada com a verdade, ética pricipalmente com os fatos reais. Nos precisamos de mais politicos como o senhor na nossa sociedade e no congresso nacional.

Responder

Ricardo Homrich

05 de fevereiro de 2013 às 13h09

Respeito muito o Requião.
Só de dar nome aos bois quando se refere a imprensa já demonstra de que lado está.
A maioria só fala em “mídia”, “imprensa”, sendo que os mais medrosos falam em “veículos de comunicação”.

Responder

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