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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Turma que julgará liberdade de Lula soltou preso em 40% dos casos

17 de junho de 2018 às 10h22

Ricardo Stuckert

Da Redação

A turma do Supremo Tribunal Federal que julgará o pedido de liberdade do ex-presidente Lula no próximo dia 26 costuma decidir em favor do réu em 40% dos casos, segundo levantamento feito pelo diário conservador paulistano O Estado de S. Paulo.

A turma decidiu 207 casos desde junho de 2015. Além de Fachin, fazem parte dela os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello.

A porcentagem cai para 26% quando os casos são decididos pelo plenário e apenas 16% quando se trata da primeira turma.

Um dos ministros do grupo, Gilmar Mendes, disse recentemente que o contínuo apoio do eleitorado a Lula é um enigma.

“Poucos políticos candidatos a presidente, o líder da pesquisa com 30% de apoio e algo irredutível, apesar de todas as revelações, informações e até de um certo massacre midiático. E quando se pergunta o que as pessoas querem, elas respondem que não querem candidato envolvido com corrupção. Não obstante, eles apontam o ex-presidente Lula. Então, esse é um enigma que nós precisamos decifrar”, afirmou ele em entrevista à Globonews.

Gilmar agora é tido como um dos garantistas da Corte, grupo que interpreta a Constituição literalmente e, assim, não aceita o cumprimento da pena antes do trânsito em julgado.

Do grupo também fazem parte Lewandowski, Toffoli e Celso de Mello.

“Trata-se de pré-candidato à Presidência da República que, além de ver sua liberdade tolhida indevidamente, corre sérios riscos de ter, da mesma forma, seus direitos políticos indevidamente cerceados, o que, em vista do processo eleitoral em curso, mostra-se gravíssimo e irreversível”, escreveu a defesa de Lula no recurso.

No lançamento da pré-candidatura de Lula em Belo Horizonte, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, garantiu que o ex-presidente não vai desistir de concorrer ao Planalto se for libertado: “Acenaram para o Lula com um acordo, abre mão de sua candidatura que você sai da cadeia, que a gente liberta você”, revelou.

Segundo nota do Painel da Folha, “a decisão do ministro Edson Fachin de incluir um pedido de liberdade de Lula na sessão da Segunda Turma do Supremo do dia 26 alvoroçou empresas com peso no mercado. Dirigentes de instituições financeiras de dentro e de fora do país acionaram contatos para especular sobre as chances de o petista sair da cadeia. A maioria dos magistrados que vai julgar o recurso é contra prisão em segunda instância. Isso, porém, não os impediu de, em maio, negar a soltura do ex-presidente”.

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Julio Silveira

18/06/2018 - 18h12

A questão não é de percentuais de libertações, nem prisões, a questão que é evidente a todos com sentimento de justiça é que depois do escarafunchar das midias democraticas, chamadas sujas, se percebe que este processo era só para pegar o Lula. Portanto processo com vicio de origem politica, iniciado sob o argumento, hoje mais que provado como fraudulento, de combate a corrupção, está eivado de irregularidades. Que vão da subversão de principios constitucionais, e democraticos, como escutas ilegais na propria presidencia, até a criação de uma imagem fraudulenta de um imovel, para a gariar simpatias para a ação Ilegal que ajudou a encobrir a uma tatica de forjada propriedade em nome de Lula, mas que em cartório pertencia a OAS, e que ao final, pasmem os tolos, foi adquirida por um Tucano. Rsrsrs. Coisas do Brasil e da “justiça” golpista do Brasil.

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lulipe

18/06/2018 - 15h24

Se depender de Toffoli, Gilmar e Lewandowski, o corrupto condenado pode se considerar na rua. Esses aí não toleram criminosos atrás das grades…

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Maria Telma

18/06/2018 - 10h03

Ele é um preso político. Solto ele elege até um poste. O STF está nas mãos do Moro. Se não rezar pela cartilha do Moro a rede globo joga a opinião pública contra os ministros.
E o STF ou STJ ou TRF4 querem o PSDB eleito. Sem Lula isso pode acontecer, com Lula jamais.
Lula é imbatível e levaria a eleição no primeiro turno com ampla folga.
Voto em Lula ou em quem ele indicar. Precisamos restaurar a democracia.
Quem governa atualmente é Moro, globo, estadao, folha, itau. O golpe foi financiado e avalizado por esses grupos. O judigolpista é que torna o AI5 legal.

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sergio paulo

17/06/2018 - 18h41

Lula solto é fazer justiça e resgatar a dignidade do STF. E cumprir a constituição.

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Bovino

17/06/2018 - 13h58

Se soltar, é porque o LULA fechou com a Globo e o mercado.

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AAM

17/06/2018 - 13h48

A esra altura do campeonato ainda se acredita que o “stabelishment” vai dar uma “canja” para quem eh imbatível em ums eleição.
Ou acrecitem tambem que houve um acórdão para mudar para continuar o mesmo, ou ja acho que eh puro delírio da esquerda do PT.

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