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Pesquisa mostra Bolsonaro com 50% de ruim e péssimo, e sombra sobre legado de Lula
Foto Ricardo Stuckert
Política

Pesquisa mostra Bolsonaro com 50% de ruim e péssimo, e sombra sobre legado de Lula


20/05/2020 - 17h39

Da Redação

O ex-presidente Lula deixou o Palácio do Planalto, ao final de seu segundo mandato, com 87% de popularidade — e seu governo com 80% de aprovação –, de acordo com pesquisa CNT/Ibope divulgada em dezembro de 2010.

Passados mais de dez anos, no entanto, 25% dos brasileiros atribuem os problemas econômicos que o Brasil enfrenta hoje a Lula, de acordo com a mais recente pesquisa XP/Ipespe.

Isso demonstra a força da campanha midiática antipetista desatada a partir do escândalo do mensalão, em 2005, que prosseguiu praticamente até o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016 — para além dos erros cometidos pelos governos de ambos ao longo do período em que o PT encabeçou a coalizão governista.

O governo Bolsonaro, que está no poder desde janeiro do ano passado, é visto como responsável “pela situação econômica atual” por 23% dos entrevistados — um número que cresceu bastante desde que ele assumiu, eram apenas 3%.

Os papéis de Dilma Rousseff e Michel Temer encolheram, respectivamente para 12% e 9%.

É possível que os números de Lula e Bolsonaro reflitam a polarização dos entrevistados em torno das duas figuras públicas.

O número dos que condenam Lula pela situação da economia, mais de uma década depois de ele ter deixado o poder, é exatamente igual ao dos que consideram o governo Bolsonaro ótimo e bom, aponta a mesma pesquisa.

Bolsonaro, que chegou a ter apenas 17% de ruim e péssimo em fevereiro de 2019, agora tem 50%.



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5 comentários

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Zé Maria

21 de maio de 2020 às 04h59 Responder

Zé Maria

21 de maio de 2020 às 03h34

O Palácio do Planalto virou Coisoflat:
o Condomínio Jambalaya do Coiso

Por Bruno Lima Rocha, no Sul21
[…]
O Condomínio Jambalaya do Coiso ou Coisoflat teria o propósito de ser um local “imaculado”.
Em um bloco está o síndico, em outro familiares e num outro ainda, os asseclas olavistas.
São seguidores de uma estranha combinação de senso comum misógino e racismo à brasileira, com a mística de uma TFP pós-moderna.
O guru, em modalidade EAD, é um ex-astrólogo, autointitulado “professor”. Ali tem de tudo: criacionismo, recalque de carreira, especulação falcatrua, publicidade que odeia a si mesmo, gente do “Novo”, mas que promove o ecocídio e outras excrescências.

O bloco do Coiso é ladeado por outros dois prédios. Um é “seleto”, onde vive o tesoureiro que teve a potestade de escolher seus vizinhos. O “pedigree” é o mesmo: financistas, usurários, especuladores, pessoas de bem com maneiras refinadas e atos perigosos. São os novos donos do poder, e têm relação com todos os setores das oligarquias nacionais …
Pela primeira vez, a laia limpinha e cheirosa está “autorizada” a desmontar quase tudo, romper com as tradições mais caras do desenvolvimento nacional e usar toda e qualquer situação, com ou sem pandemia, para fazer sua pregação irreal.
O bloco dos especuladores é perigosíssimo, embora suas crenças sejam ridículas e seus atos impliquem na fome de milhões de brasileiros.

O outro bloco que faz costado com o do Coiso é o de milicos de pijama. Assim como o Bozo, nada sabe além de desorganizar e arrumar tumulto. Na prática tenta operar como “síndicos de facto”. Esse ataque ao poder não deu muito certo, mas manteve e até ampliou a presença da turma de aposentados, que preferiu a aventura política a ficar jogando biriba, carteado, peteca e tênis em clubes vazios. As famílias de amigos são grandes, enormes. Não basta morar no condomínio, tem de garantir que a construtora faça outra obra para alocar o sobrinho do tio, do afilhado, do amigo do vizinho, do primo do cunhado, e assim vai. Esse parentesco estranho vai ganhar o apelido de “peixe”, “peixaria”, “coxado”. É o leva e traz de qualquer grande instituição. Parece “meritocrático”, mas na verdade esse dedão com compadrio sempre ajuda. Ah, e como ajuda! O síndico já quis morar nesse bloco trinta anos atrás, mas agora manda ou diz que manda no subsíndico.

Supostamente, o pessoal do condomínio em frente vai ser chamado a morar no novo bloco do Jambalaya Coisoflat.
Todo mundo é filho de alguém, ou neto, bisneto e assim segue.
O Coiso se disse “novo”, mas queria ser como os desse novo bloco, que estão cobrando para morar no condomínio.
Ele precisa do apoio de dois segmentos que o desprezaram por trinta anos. Haja psicanálise.
Os oligarcas precisam participar desse co-governo, no qual o síndico manda, mas não muito, a não ser que seja para seu próprio interesse.
Essa turma sempre foi governo, suas convicções são muito semelhantes com as do Coiso, mesmo sem nenhum pudor em mudar de opinião, seja por instinto de sobrevivência ou por benefício dos seus.
Curioso é notar que o Coiso foi eleito rejeitando essa parte da laia e agora dela depende para seguir como síndico que não governa.

Outro novo bloco que já deixou de ser é o tal do Moro Bloco.
Nele estariam vivendo os reacinhas “limpinhos e cheirosos”.
Uma mescla de TFP com UDN, sendo que o bloco do Coiso é mais para AIB, enquanto o da turma de pijama está mais para conspiradores de avental, os tios dos galinhas verdes, mas espertalhões como Olympio Mourão, o fascista de Minas que deu alguns golpes de Estado.
Acontece que essa turma aí, que anda de rábula a estamento, são bons de articulação de corredor e têm mais penetração no aparelho policial do que aparentam ter.
Formam uma camada em ascensão, amiga dos gringos, astros da TV e craques em redes sociais.
Foram o abre alas da “nova direita”, MBL, Vem Prá Rua, Direita isso e Aquilo, e toda uma fauna de internet que, quando vai para a rua, parece mais uma marcha de tipo “cosplay de mangás”.
Os filhos ou primas mais novas dos “mauricinhos” da Era Collor cresceram e passaram nos concursos das carreiras jurídicas. “Ungidos” pelo Deus dos europeus, a meta é imitar em todas as possibilidades os modos de vida que eles viram nos seriados de TV a cabo.
Quando o bode expiatório era comum, a ex-esquerda que propôs um pacto de classes sem uma espada afiada ao lado, a turma de terninho, fala latinizada com caras e bocas, conseguiu.
Para quem era governo e perdeu, seu Nicolau cobrou o imposto da ignorância histórica.
Já o pessoal que se imaginou estar na Liga da Justiça, exagerou no porre de Nutella e o pote foi azedando.
Demorou a passar o efeito da bala de glória e não se deram conta que o vento bate e muda de rumo.
Seu herói Sergio Fernando cresceu o olho e ficou ao lado de Bolsonaro.
Terminou peleando com o Coiso e agora vai se dedicar a derrubar o síndico sem dó algum de arriscar demolir o condomínio todo.

Íntegra em:
https://www.sul21.com.br/colunas/bruno-lima-rocha/2020/05/o-desgoverno-do-condominio-o-palacio-do-planalto-virou-o-jambalaya-do-coiso/

Tenho de admitir, Bolsonaro é muito bom no que se propõe a fazer: desgoverno, tumulto no país e desinformação na sociedade. Ele é o que é, e sua existência plena é isso mesmo. Nem mais, nem menos, “taóquei!”. Ele e sua prole não se pretendem governantes, o ato de governo é como se fosse um condomínio e, infelizmente, o síndico é o próprio Jair Messias, e não Tim Maia. Nesse condomínio, a maior parte dos subsíndicos se comporta mais como xerifes de galeria do que como habitantes de um mesmo espaço. Ao contrário do que seria esperado, o síndico de discurso autoritário não é centralizador nem tem pulso forte ou mão de ferro. Ninguém pode aparecer mais do que ele e, menos ainda, assumir atos de responsabilidade. Esse síndico não faz nada e não deixa ninguém fazer muito. Não se mete com o tesoureiro, embora lembre a todo o momento que até esse pode ser demitido.

O condomínio Jambalaya do Coiso ou Coisoflat teria o propósito de ser um local “imaculado”. Em um bloco está o síndico, em outro familiares e num outro ainda, os asseclas olavistas. São seguidores de uma estranha combinação de senso comum misógino e racismo à brasileira, com a mística de uma TFP pós-moderna. O guru, em modalidade EAD, é um ex-astrólogo, autointitulado “professor”. Ali tem de tudo: criacionismo, recalque de carreira, especulação falcatrua, publicidade que odeia a si mesmo, gente do “Novo”, mas que promove o ecocídio e outras excrescências.

O bloco do Coiso é ladeado por outros dois prédios. Um é “seleto”, onde vive o tesoureiro que teve a potestade de escolher seus vizinhos. O “pedigree” é o mesmo: financistas, usurários, especuladores, pessoas de bem com maneiras refinadas e atos perigosos. São os novos donos do poder, e têm relação com todos os setores das oligarquias nacionais, tanto da situação como da oposição. Pela primeira vez, a laia limpinha e cheirosa está “autorizada” a desmontar quase tudo, romper com as tradições mais caras do desenvolvimento nacional e usar toda e qualquer situação, com ou sem pandemia, para fazer sua pregação irreal. O bloco dos especuladores é perigosíssimo, embora suas crenças sejam ridículas e seus atos impliquem na fome de milhões de brasileiros.

O outro bloco que faz costado com o do Coiso é o de milicos de pijama. Assim como o Bozo, nada sabe além de desorganizar e arrumar tumulto. Na prática tenta operar como “síndicos de facto”. Esse ataque ao poder não deu muito certo, mas manteve e até ampliou a presença da turma de aposentados, que preferiu a aventura política a ficar jogando biriba, carteado, peteca e tênis em clubes vazios. As famílias de amigos são grandes, enormes. Não basta morar no condomínio, tem de garantir que a construtora faça outra obra para alocar o sobrinho do tio, do afilhado, do amigo do vizinho, do primo do cunhado, e assim vai. Esse parentesco estranho vai ganhar o apelido de “peixe”, “peixaria”, “coxado”. É o leva e traz de qualquer grande instituição. Parece “meritocrático”, mas na verdade esse dedão com compadrio sempre ajuda. Ah, e como ajuda! O síndico já quis morar nesse bloco trinta anos atrás, mas agora manda ou diz que manda no subsíndico.

Supostamente, o pessoal do condomínio em frente vai ser chamado a morar no novo bloco do Jambalaya Coisoflat. Todo mundo é filho de alguém, ou neto, bisneto e assim segue. O Coiso se disse “novo”, mas queria ser como os desse novo bloco, que estão cobrando para morar no condomínio. Ele precisa do apoio de dois segmentos que o desprezaram por trinta anos. Haja psicanálise. Os oligarcas precisam participar desse co-governo, no qual o síndico manda, mas não muito, a não ser que seja para seu próprio interesse. Essa turma sempre foi governo, suas convicções são muito semelhantes com as do Coiso, mesmo sem nenhum pudor em mudar de opinião, seja por instinto de sobrevivência ou por benefício dos seus. Curioso é notar que o Coiso foi eleito rejeitando essa parte da laia e agora dela depende para seguir como síndico que não governa.

Responder

Zé Maria

21 de maio de 2020 às 00h13

Ao se utilizar de uma Metáfora para expressar uma Idéia, escolhendo de boa fé palavras duras que poderiam ser mal interpretadas pelos ouvintes ou mesmo dolosamente distorcidas
pelos inimigos,
o ex-Presidente Lula deixou de atentar para um detalhe comportamental da sociedade a que o Fernando Pessoa certa vez se referiu e que é aplicável à sociedade brasileira, representada pela Mídia Venal elitista e burguesa:

“Sucede, porém, que a estupidez é grande,
e a bondade humana não é notável”.

Responder

Zé Maria

20 de maio de 2020 às 22h04

“O ajuste fiscal é importante, mas não dá para pensar apenas nesses termos. A racionalização da mão de obra do Estado é necessária não só para cortar despesas, mas também para melhorar a qualidade dos serviços levados à sociedade.
Caso contrário, o Estado perde a capacidade de cumprir sua função social.”
diz Caio Marini, professor associado da Fundação Dom Cabral e especialista
em gestão pública …

“Com um SUS fortalecido poderíamos estar melhor no combate à pandemia”,
afirma Alketa Peci, professora da Escola Brasileira de Administração Pública
e de Empresas (Ebape), da FGV, para quem a organização do setor público
nessa e em outras áreas é crucial para enfrentar crises, sejam econômicas,
sejam de saúde …

[Valor Econômico | 20/05/2020]

“Era isso que Lula tentou dizer: é no auge de uma crise, que entendemos
a importância do SUS e do Estado.
Para especialistas, a situação deveria servir de estímulo para repensar o
papel do Estado e a reestruturação do serviço público no país.”
#LulaSeImporta
https://twitter.com/gleisi/status/1263227418191564801

Responder

Zé Maria

20 de maio de 2020 às 20h06

https://twitter.com/i/status/1263170898523238402

Lula se retrata de erro na colocação
de 2 palavras ditas numa Frase que
foi distorcida por Maus-Caráteres.

https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1263170898523238402

Ao contrário do Mito Serial Killer do Cercadinho do Palácio de Brasília,

tudo o que o ex-Presidente Lula diz tem importância para o Mundo.

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