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Maringoni: “Não se mexe em time que está apanhando”


17/12/2012 - 23h33

Colunistas| 17/12/2012 | Copyleft

DEBATE ABERTO

Não se mexe em time que está apanhando

Por que o PT fica passivo diante dos ataques que sofre da mídia? Por que o partido não reage diante de óbvios vícios no chamado processo do mensalão? Por que não colocou em pauta a CPI da Privataria? Essa passividade foi meticulosamente construída para fazer da sigla uma máquina eleitoral eficiente, mas desfibrada para disputar a hegemonia na sociedade

por Gilberto Maringoni, na Carta Maior, via Facebook

A passividade quase letárgica que o PT exibe nesses dias de ataques da mídia não é obra do acaso. É construção de mais de duas décadas, desde pelo menos o início dos anos 1990. Naquela ocasião, a direção do então Campo Majoritário decidiu que o partido precisaria se apresentar de forma mais moderada para ganhar o eleitorado de classe média e facções do empresariado em sua jornada para fazer de Lula presidente do Brasil.

Começou ali um processo de duas vias. De um lado, isolava-se a esquerda interna, tirando-a de postos de direção. De outro, tinha início uma paulatina moderação nas propostas programáticas. Não foi uma rota tranqüila. Houve expulsões de correntes – como a Convergência Socialista, em 1992 – e o episódio traumático da cassação da candidatura de Wladimir Palmeira a governador do Rio, em 1998.

A postulação do então deputado federal pela sigla jogava areia numa articulação maior, que visava fazer de Leonel Brizola vice na chapa de Lula. Para tanto, o PDT reivindicava Antony Garotinho na cabeça de chapa estadual.

No terreno programático, temas como renegociação da dívida externa ou estatização do sistema financeiro deram lugar à Carta aos Brasileiros, em 2002, que advogava o cumprimento estrito dos contratos firmados pelos governos tucanos.

Como tática eleitoral, a moderação e o transformismo foram um sucesso. O PT cresceu em número de votos pelo país. Mas começou a ficar perigosamente parecido com os demais.

Rebeldia como problema

A expansão da máquina partidária e a profissionalização de parte da militância como funcionários de prefeituras e governos de estado, ao longo desses anos, acentuaram uma diluição tática. A rebeldia deixava de ser vista como fenômeno positivo e passara a ser encarada como ruído a ser removido do comportamento político coletivo.

A partir da eleição de Lula, em 2002, a passividade ganhou ares de grande sabedoria. “Agora somos governo e temos de ir com calma” e “olhem a correlação de forças” passaram a ser o fraseado corrente, a justificar a defesa e aprovação de propostas impensáveis à agremiação de anos antes, como a reforma da previdência, a lei de falências ou a entrada de capital externo nas empresas de mídia.

O partido paulatinamente deixou de disputar hegemonia na sociedade; passou a disputar apenas votos. Abandonou um projeto de poder – entendido aqui como projeto para dirigir o país – e tornou a conquista de pedaços do aparelho de Estado em sua atividade-fim. Nessa lógica de eleição a qualquer custo, o centro da atividade partidária passou a ser a constituição de governos de coalizão.

Coalizões amplas são necessárias para se potencializar a luta política e isolar adversários. Para o PT real, as coalizões tornaram-se úteis para a obtenção de maiorias parlamentares, mesmo que inimigos de outros tempos estejam abrigados sob o guarda-chuva da máquina pública.

O ambiente de pragmatismo a toda prova pauta a montagem do governo federal. Como a militância poderia investir contra a direita, se vários de seus membros mais ilustres, como Jorge Gerdau, Paulo Maluf, José Sarney, Michel Temer e outros estão abrigados sob as asas do condomínio governista?



Ambigüidades nas críticas


Os petistas não podem se rebelar contra o STF, por um motivo simples: quem nomeou oito dos 11 membros daquela corte foram os presidentes Lula e Dilma. Assim, atacar a cúpula do Judiciário — se a crítica for sincera — significa investir contra os responsáveis últimos por sua composição.

Tampouco os petistas podem ir muito fundo em suas investidas contra a imprensa, uma vez que o ministro Paulo Bernardo cuida zelosamente, na administração federal, para que nenhuma iniciativa sobre regulação dos meios de comunicação prospere no âmbito oficial. A ministra Helena Chagas, Secretária de Comunicação Social da Presidência da República, por sua vez, atua para que a presidenta conceda entrevistas exclusivas para a TV Globo e a revista Veja, entre outros, além de manter alentados contratos de publicidade governamental com esses e outros órgãos da grande mídia.

Para a mídia alternativa, o regime é na base do pão é água, em geral sem um e outro.

Os membros do Partido dos Trabalhadores, alem disso, não podem ir muito além da superfície na crítica à mola mestra dos governos FHC, as privatizações. O PT no governo vendeu estradas, aeroportos, bancos estaduais, empresas de telefonia (na gestão Antonio Palocci, em Ribeirão Preto) e se esmera nas parcerias com as Organizações Sociais (OSs), modalidade de privatização disfarçada, criada nas gestões tucanas.

Por isso, o partido – na figura do presidente da Câmara, Marco Maia – engavetou a CPI da Privataria, no início de 2012. Atacar os adversários equivaleria a se voltarem para as próprias responsabilidades na questão.

Indignação burocrática


Como tem agido a direção partidária? Não formula e não se defende. Justifica. Tenta explicar, num grande contorcionismo verbal, todas as ações do governo.

Isso não mobiliza e não incentiva a saudável rebeldia de outros tempos.

Assim, a cúpula petista construiu o partido que queria. Os vídeos com falas monocórdias, mas pretensamente indignadas, de Rui Falcão, presidente da sigla, nas últimas semanas, veiculados pelo site do partido, são o melhor retrato da inércia dirigente.

Não é de se estranhar, depois disso tudo, que nem a popularidade recorde do governo – motivada por políticas positivas de aumentos do salário mínimo e expansão do crédito — incentive as lideranças a mudarem de posição e irem à luta. Tais iniciativas são positivas, mas parecem estar batendo no teto. Os serviços públicos seguem deficientes e não há no horizonte propostas de mudanças na estrutura do Estado.

O raciocínio que se vê entre petistas é algo como “com todos os ataques, Lula e Dilma seguem em alta”. Ou seja, “não se mexe em time que está apanhando”…

(Apesar de tudo, a mídia de direita deve ser frontalmente combatida, o sistema financeiro tem de ser enquadrado e o STF deve ser denunciado. Que presidentes da república tenham mais responsabilidade na hora de compor o órgão máximo da Justiça brasileira).

Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista, é doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP) e autor de “A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez” (Editora Fundação Perseu Abramo).

Leia também:

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70 comentários

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Rodolfo Machado

29 de dezembro de 2012 às 11h49

http://resistir.info/brasil/ano_2012.html

Brasil 2012: Tombo na economia e aumento dos conflitos sociais
por Correio da Cidadania

. O ano de 2012 vai terminando e pode ser definido como um ano de algumas significativas mudanças de conjuntura política, econômica e social.

Pelos menos dois traços marcantes que, registre-se, foram comuns em dois anos de mandato do governo Dilma-PMDB: a desaceleração do crescimento do PIB (com alguns indicadores de estagnação econômica, como o aumento da inadimplência e a travagem na criação de empregos formais) e um crescimento dos conflitos e tensões sociais, marcados em uma significativa recuperação das greves na classe trabalhadora, ao lado de lutas populares de resistência, como a luta contra as remoções e pelo direito à moradia, e a resistência aos desastres socioambientais no horizonte, como Belo Monte.

O tombo na economia é grave, não se sabe se teremos “PIBinho” ou “zerinho” em 2012.

A primeira razão são os sinais e fatos dramáticos do aprofundamento da crise internacional, que golpeia fortemente o continente europeu, levando a um cenário de recessão continental e depressão em alguns países como Grécia, Portugal e Espanha. Considerem-se também os sinais de uma desaceleração, ainda que paulatina, do crescimento do capitalismo chinês e temos o cenário global de complicações no mercado de exportações, muito precioso para um país exportador de commodities, como o Brasil.

A ausência de qualquer controle sério de capitais e o sempre religioso pagamento dos juros e amortizações da dívida pública, à custa do Orçamento da União, mantêm o país com altos índices de vulnerabilidade externa, dependente do capital financeiro. O cenário gera desconfiança e retração interna do capital, que para de fazer investimentos de fôlego enquanto clama aos quatro cantos por mais benefícios fiscais e redução dos custos da mão-de-obra.

Clamores que são atendidos pelo governo Dilma/PMDB. Pois este vem, desde 2011, no âmbito do setor público, cortando gastos públicos e sociais, arrochando salários dos servidores. Diante das incertezas da crise externa e da volta do fantasma da inflação, o governo cede ao setor privado, sinalizando apertos nos salários e ataques aos direitos trabalhistas, ao passo que anuncia megapacote de R$ 100 mil milhões na economia para 2013, movida sempre pelo dinheiro público do BNDES.

Ou seja, em 2012, diante da crise, a coalizão capitalista dominante – o capital financeiro, o agronegócio, os grandes grupos siderúrgicos, empreiteiras – cerrou ainda mais fileiras em torno do governo PT-PMDB. E este não lhes faltou.

Basta sistematizar outra série de medidas, projetos e políticas que o governo vem adotando em benefício deste condomínio, tais como: 1) a revisão do Código Florestal; 2) os recentes pacotes de privatização da infraestrutura do país, como a privatização dos aeroportos e novas “parcerias” com o setor privado nas estradas e ferrovias; 3) o corte dos impostos para o empresariado, sob pretexto de manter a economia aquecida e garantir empregos (sem impedir pacotes de demissões, como as recentes 850 na empresa aérea Webjet); 4) os novos ataques para flexibilizar a legislação trabalhista, como o Acordo Coletivo Especial (o negociado acima do legislado), entre outros.

O crescimento das greves: resposta natural a este cenário

Os conflitos sociais aumentaram porque a economia derrapa e roda e a política do governo e do capital é de apertar o cerco aos salários, à legislação trabalhista e ao ajuste dos gastos nos serviços públicos.

No primeiro semestre de ano, houve greves e mobilizações expressivas na construção civil, na rede estadual de educação de diversos estados, nas polícias militares e bombeiros de vários estados, com destaque para a mobilização dos bombeiros do RJ. Houve ainda uma expressiva rede de greves nos transportes ferroviários e metroviários, que também tiveram caráter interestadual.

No segundo semestre, segundo cálculo dos sindicatos e federações, mais de 300 mil servidores federais de dezenas de categorias realizaram o que foi considerado a maior greve da história do serviço público federal, por reajustes salariais e reestruturação das carreiras. Depois vieram as greves de bancários, trabalhadores de correios, metalúrgicos.

Ao lado disso, como forma de resistência à política de mega-obras e mega-eventos, cresceu também a resistência do movimento popular por moradia e das populações indígenas e comunidades ribeirinhas a obras como Belo Monte.

Corruptos jogos do poder do PT e PCdoB

As eleições municipais não desequilibraram este cenário. Pautadas pelas mazelas e colapsos das cidades, de maneira geral, as eleições favoreceram o condomínio atual do poder, ainda que com mais contradições. Mas o pleito municipal também expressou o fenômeno do crescimento de um voto mais crítico à esquerda, em favor de alternativas ao modelo que consumiu no fogo da institucionalidade e dos corruptos jogos do poder partidos como PT e PCdoB.

Ao lado do aumento da resistência e das lutas populares, houve uma parcela da população que nas urnas também expressou essa resistência, tal como se verificou em uma legenda como o PSOL (a única de oposição de esquerda com representação parlamentar), que obteve mais votos do que partidos como PCdoB e PV nas suas candidaturas majoritárias.

2012 foi mais um ano para demonstrar que o modelo de “desenvolvimento” vigente no país não resolve os gargalos da desigualdade social histórica e estrutural do Brasil. Mesmo a tão propalada ampliação da classe C (que é na verdade a ampliação da classe trabalhadora sob salários e direitos precarizados) já está no limite, estrangulada no endividamento, ou já na inadimplência, devido à permanente política de incentivo do consumo pela via do crédito fácil – sem, portanto, a elevação do rendimento, diante da tendência de arrocho e freio na economia. Bombas de tempo. É certo que, na maioria da população, prevalece o apoio ao governo, mas já sob uma sensação, tal como diz um ditado cada vez mais popular, de “tá ruim, mas tá bom”… Ainda.

Tudo indica que o mundo não vai acabar em 2012. Mas, para terminar o ano em nosso país, nada poderia ser mais simbólico do que Sarney voltar a ser presidente do Brasil. Por três dias apenas, é verdade, mas ilustrativos de que o bloco dominante no poder, dirigido pelo PT há dez anos, não tem nada de novo e esperançoso a oferecer ao povo brasileiro.

Serão as lutas sociais e o crescimento da resistência popular que poderão recolocar novas alternativas de reconstrução de uma ruptura com o modelo no horizonte. Tal como ocorreu no Norte da África e nas greves e manifestações na Europa, o Brasil também vai precisar da sua primavera.
21/Dezembro/2012

O original encontra-se em http://www.correiocidadania.com.br/...

Este editorial encontra-se em http://resistir.info/ .
29/Dez/12

Responder

marcosomag

19 de dezembro de 2012 às 02h33

A doença infantil do Maringoni…

Quanto ao PT, creio que o problema é avaliação política errônea do que são os meios de comunicação hoje.

As redações seguem o mesmo sistema administrativa das outras empresas: o toyotismo, onde o controle dos trabalhadores pelas chefias é bem mais abrangente do que sob o velho fordismo.

Mais o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo que acirrou a já fortíssima concorrência na profissão e a demissão dos velhos medalhões do jornalismo pois vozes dissonantes não são bem-vindas no toyotismo moldaram redações ideologicamente homogêneas com os editores.

Para piorar para o pluralismo na imprensa, a concorrência da internet fez a tiragem dos jornais baixar drasticamente. Então, quem lê jornal hoje é só a classe média/alta conservadora, público primordial da imprensa.

A figura do “jornalista progressista” que “oxigenava” o veículo com seus artigos dissonantes não existe mais. Portanto, o espaço favorável que o PT tinha na imprensa lá pelos meados dos anos 80 acabou!

Agora, é pau puro contra qualquer coisa que seja parecida com uma esquerda conseqüente.

O PT deveria jogar fora quaisquer em relação à imprensa e partir para o desmonte dos conglomerados midiáticos que dominam a mente dos brasileiros.

Responder

Mário SF Alves

19 de dezembro de 2012 às 00h04

Hoje, dia 18 de dezembro de 2012, fiquei sabendo que o senador Waldir Pires, lídr do PT no Senado, atacou veementemente o líder do PT na Câmara em razão de “convite” feito ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao Congresso para falar sobre uma suposta lista de propina em Furnas durante seu governo. O convite foi aprovado na semana passada na Comissão Mista de Controle de Inteligência, tendo como autor do requerimento o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP).
—————————————————–
É… quer saber, depois dessa, sou mais a torcida do Corinthians, aquela que, em comemoração pelo título recente, foi capaz de ocupar ruas em São Paulo.
Sinal dos tempos. Retrocedemos tanto que agora chegamos a isso: torcida de futebol se mostrando mais empolgada e mais eficiente que cidadãos na defesa de seu próprio País.
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Enfim, basta! À merda.
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PT?!! Cadê? Onde? Quando? Como? Por quê? Pra quê?
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Pior de tudo é ter de admitir que por viés contrário a atriz Regina Duarte tinha razão: PT no governo parece ser sinônimo de medo. Só parece. Na realidade, a coisa pode ser bem pior. Antes fosse medo.
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Se fosse apenas medo, ainda haveria o benefício da dúvida. Haveria a hipótese de ser falta de confiança – não em cabos eleitorais pagos à peso de ouro, mas – na militância movida a amor pelo Brasil; a mesma que hoje recebe como recompensa a pecha de “petralha”; vide Petralhas I, Petralhas II.
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E o balde de gelo veio de onde mesmo? De um petista histórico.
Ah! Senador, que merda, heim? The dream is over! Brasil Um País de Todos? Consolidação da democracia no Brasil? Quem nos dera.
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Mas, afinal abre o jogo aí, senador. Diz onde foi que erramos. Será que teríamos de botar o PT no colo? Tomá-lo de assalto? Ou será que teríamos de ir pras ruas ao primeiro sinal de fogo? Mas, como? Sem liderança? Sem ninguém do partido a sinalizar rumos ou ao menos demonstrar a devida indignação?
___________________________________________________________________
Agora, aqui cá nós, senador, será que não ficou melhor assim, de um lado a militância recolhida, encolhida, cabisbaixa, de outro, a liderança parlamentar petista livre, leve e solta para seguir em frente nesse papelzinho rídiculo de pelegos da política?

Responder

    Mário SF Alves

    19 de dezembro de 2012 às 00h58

    Errei. Waldir Pires é outro; tem outra índole. Mil perdões, cidadão.

lindivaldo

18 de dezembro de 2012 às 23h25

Caraca, que PSOL esperto!
Parabéns, PSOL, pelo senso de oportunidade que lhe é tão inerente!
Está sempre de braços dados com o DEM, o PSDB e toda a velha direita golpista, mas jura de cruz e credo que é de esquerda!
Suas críticas ao PT e ao Governo são repercutidas pelos confins da terra como verdades incontestes!
Invariavelmente, está sob os holofotes da mídia conservadora!
É a esquerda preferida da globo e de seus satélites!
Seus candidatos e parlamentares têm o carimbo de aprovação e admiração de toda a grande imprensa!
Agora, mais uma cartada espetacular!
Percebendo as atuais críticas da militância do PT ao partido, numa discussão interna, investe pesado na desagregação e na intriga!
Estratégia perfeita…
Será que tem gente que vai nessa onda?

Responder

    Messias Franca de Macedo

    19 de dezembro de 2012 às 00h30

    … Dias atrás o senador *Randolfe Rodrigues passou meia hora ‘comungando os sorrisos da convergência’ com a Mônica Valdvogel [“da ‘grobo'”!] e o [DEMo]tucano deputado federal **Marcos Pestana!… O senador do PSOL protagonizou um dos momentos mais grotescos e pífios da “esquerda” mundial! Em decorrência, o psolista Randolfe Rodrigues credenciou-se a ser, circunstancialmente, ‘um dos convidados escolhidos a dedo’ para participar dos [chinfrins] ***programas de “debates” da ‘grobonews’! Programas de “debates” onde de tudo há menos o essencial: o devido e salutar contraditório, ou seja, o que há é simplesmente ausência de debates (sic)… Exceto quando, eventualmente, ‘o dedo de quem convida escolhe errado um(uma) convidado(a)’!…

    *a primeira frase do “socialista” Randolfe Rodrigues do PSOL: “Muito obrigado, Mônica, pela convite!” [convite para participar de um “debate” montado em um covil do PIGolpista/terrorista/antinacionalista – (a)de(n)do sujo do matuto ‘bananiense’]
    **tucanoDEMoníaco e Aecista ‘Never’ de carteirinha. Ao primeiro olhar das pestanas [RISOS], percebe-se um típico reacionário/conservador!
    ***Críticas ao programa ‘Entre Aspas’
    O programa geralmente coloca lado a lado dois entrevistados para um debate. Ocorre que frequentemente ambos têm a mesma posição ideológica ou mesma opinião e, com isso, não há debate algum, criando um falso consenso.
    FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%B4nica_Waldvogel

    RESCALDO I: a edição do referido programa de “debates” teve como pano de fundo o lançamento da pré-candidatura do Aécio ‘Never’, por iniciativa do FFHH!

    RESCALDO II: início do programa, abre aspas para a âncora do ‘abre aspas’: “… O lançamento de uma candidatura de oposição, ainda que precocemente, poderá catalisar as oposições para enfrentar a hegemonia destes 10 anos dos governos petistas [Lula e Dilma Rousseff]?!… E o lançamento desta candidatura veio na esteira do escândalo da operação Las Vegas da Polícia Federal! Será que esta junção de fatos poderá produzir efervescência na oposição que tem se mostrado tímida e com pouco apetite para a crítica ou mesmo para a defesa do legado das suas administrações passadas?!..” Fecha aspas para o, digamos, editorial ‘A oposição está representada pela “grande” mídia, o PIG!’

    Que país é este, sô?!…

    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Francisco

18 de dezembro de 2012 às 22h50

O único senador “petista” hoje é Fernando Collor de Melo.

Porque será que nossos sobrinhos acham a politica confusa e degradada?

Responder

Messias Franca de Macedo

18 de dezembro de 2012 às 21h51

CHAMANDO O PSOL ÀS FALAS!…

… Este *’senador de um mandato’ (sic), alinhado com a DIREITONA [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL(!), ainda vai sentir na pele [e na reputação!] “a mão pesada e suja” do conluio PIG/STF/PSDB-DEMo!…
*Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) – articulando estratégias comuns ‘no cafezinho’ do parlamento e/ou dos bastidores da política ao lado de figuras execráveis a exemplo do José Aníbal, Álvaro [Em] Dias [Com a Corrupção], José Carlos Aleluia, Onyx Lorenzoni (DEMo-RS), ACMalvadeza Neto & por aí toca a banda [podre!] sob os holofotes do PIG!…

EM TEMPO: o tempo é o Senhor de todas as coisas! E de todas as verdades!…

AINDA EM TEMPO: o senhor Randolfe Rodrigues e o partido dele (o PSOL) não perdem por esperar! Vamos para a frente porque ‘a fila tem que andar’! “Tá aí” o Ali Kamel para não deixar-nos mentir!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

mineiro

18 de dezembro de 2012 às 20h40

nao concordo que o pt foi um governo privatista como o texto disse . e outro erro absurdo , comparar o governo do pt com os tucanalhas dos quintos dos infernos. nobre escritor se fosse igual , a direita nao estaria batendo como sempre bateu e esta batendo agora. o que nos temos que criticar é a passividade do governo e do pt morto que nao reagi a nada , se acovarda a tudo. e deixa o lula apanhar injustamente e ninguem faz nada. nem o pt e nem a pres.dilma. concordo que o min.poste esta no governo para neutralizar a regulaçao da midia , o paulo hibernado monte posta, e o ze cardoso de min.da justiça é o cumulo do absurdo. e outros mais que nao merece que nem citamos os nomes. é nisso que estamos criticando esse governo morto covarde , junto com esse partido pior ainda.

Responder

    Luís

    19 de dezembro de 2012 às 08h21

    Concordo. Imagina comparar esse governo petista com o governo do FHC. Se esse governo da dona Dilma RouSerra fosse igual ao governo FHC, ela já teria ganho uma capa da Veja, não é mesmo?

Messias Franca de Macedo

18 de dezembro de 2012 às 20h26

O SENADOR FERNANDO COLLOR DE MELLO [MAIS UMA VEZ] CHAMOU ÀS FALAS O ATUAL PREVARICADOR GERAL DA REPÚBLICA!

… Depois de mais este pronunciamento histórico do senador *Fernando Collor de Mello, o atual Procurador Geral da República, o **Roberto Gurgel, ‘vazará’ [de medo] até vazar! Ou será vazado, compulsoriamente!… Ademais, o glutão seletivamente inclemente, passará a pensar pelo menos por duas vezes antes de se achar um ser inimputável!
*entre outras verdades, o senador Fernando Collor de Mello acusou o Roberto Gurgel de prevaricador, covarde, chantagista, réu confesso…!
** Brindeiro Gurgel

Parabéns, lúcido, intrépido e cônscio das suas atribuições e responsabilidade enquanto senador, senador Fernando Collor de Mello!

SEN-SA-CI:-)NAL! SENSACI:-)NAL!
http://www.youtube.com/watch?v=yhLIRIQNVXg&feature=youtu.be

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Marcio Leandro

18 de dezembro de 2012 às 18h58

Gente, acordem, se o PT não tivesse “mudado”, jamais teria chegado ao poder pelos votos. Ok, ok, não é o governo que eu sonhava, mas é o mais próximo possível ou talvez prefiram ou José Serra ou uma Roseana Sarney no lugar de Lula?
Quanto ao PSOL, só tenho uma palavra, decepção.

Responder

abolicionista

18 de dezembro de 2012 às 18h36

Como se o Psol estivesse em condições de criticar o PT… ridículo.

Responder

marcio gaúcho

18 de dezembro de 2012 às 18h19

Tenho sérias dúvidas de que Dilma vá concorrer à reeleição. Com tanta sujeira vindo à tona e acompanhada da inércia do PT, quem tem juízo não mete a mão nessa cumbuca. Muita água vai passar por debaixo dessa ponte e o bombardeio que virá da direita será avassalador. Dilma não merece passar por isso!

Responder

    mineiro

    18 de dezembro de 2012 às 20h28

    vou discordar , merece sim , escolheu mal os min. esta totalmente paralisada diante do pig golpista e esta deixando o pmdb ditar as regras . ela merece passar por isso sim , todos nos votamos nela pensando que nao iria ser uma pres. tao covarde como esta sendo agora. ela como lider tem que reagir sim e nao deixar os companheiros ser linchado como esta sendo agora. ela compos o governo totalmente da direita e ela esta sendo conivente com isso tudo. ao meu ver , ela é a principal responsavel por isso tudo. governo que tem medo do judiciario e do pig golpista tem que pedir para sair. e se continuar do geito que esta vai sair na proxima eleiçao. infelizmente e com muito pesar temos que reconhecer isso , mas é a pura verdade. nesse momento a direita ja dominou o pais.

Pedro Cruz

18 de dezembro de 2012 às 18h15

Ótima analise Maringoni. Por isso voce foi muito bem votado para vereador de São Paulo. Quase 3.000 votos??? Com o apoio do Azenha. Quase 3.000 votos??/ É essa representatividade que voce quer para a esquerda e para os movimentos sociais?? É verdade, em time que apanha não se mexe. PSOL, Maringoni, Demotucanos e a imprensa golpista vivem apanhando, do povo, nas urnas. Por enquanto é ai que queremos derrotá-los. Amanha chegará a hora de voces, da direita fascista e da quinta coluna.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    18 de dezembro de 2012 às 18h16

    Mas, qual era mesmo o seu argumento, Pedro?

    Caracol

    18 de dezembro de 2012 às 19h11

    É… eu também entendi chongas…

    Julio Silveira

    18 de dezembro de 2012 às 21h19

    Nem eu entendi chongas, kkkkkkkkkkkkkkkk. e mais kkkkkkkkkkkkk. Eu curti isso.

nona fernandes

18 de dezembro de 2012 às 17h55

Essa história de ficar criticando o PT, é muito fácil. Mas não devemos nos esquecer jamais, que, para chegar ao poder, o PT teve (foi obrigado) a fazer alianças exdrúlas.E em sendo assim, é de se esperar que as lideranças dessas alinças também têm poder nas horas de decisões. Então, já pensaram a dificuldade na hora de se fazer uma investida mais radical à esquerda? Eu não gostaria de estar no comando de um saco de gatos como esse. Ainda assim, acho milhares de vezes melhor estarmos sendo governados por pessoas como Lula e Dilma, do que se estivéssemos sob as ordens dos PSDBs, Demos, PPSs e de outros bichos do gênero. E tudo isso com o absoluto apoio midiático. Para mim, isso sim, seria o fim do mundo.Que Deus nos acuda!!

Responder

nona fernandes

18 de dezembro de 2012 às 17h42

Na minha opinião, PSOL se contradiz o tempo todo. Critica as alianças à direita feitas pelo PT, e se alia ao DEM. Igualzinho a Marina Silva, que só tem hen hen hen. Não veio para explicar. Veio para confundir.Partidinho inútil!!

Responder

Mário Gomes

18 de dezembro de 2012 às 15h44

Como esperar que o PT se insurja contra o sistema?

O PT é o sistema…

Responder

    abolicionista

    18 de dezembro de 2012 às 19h19

    E a Globo é o quê?

Vinicius Garcia

18 de dezembro de 2012 às 15h40

Véio que análise porreta! Porém similar a alguns comentários que ví aqui e que fiz, no decorrer de alguns assuntos aqui abordados.
O PT que está governo, não é o PT das bases, dos movimentos sindicais e populares, é outro. É um remendo daquele que almejava o poder no início dos anos 80, porém, ainda é um grupo no qual se deve usar para se alcançar objetivos maiores, deve ser desmitificado, não destruído.
O detalhe é que algumas pessoas esperam desse PT, coisas nas quais não surgirá nem a pau, por favor, não desistam, mas não projetem a esse grupo que compõe o atual PT esperanças além da conta que lhes cabe, porque será investir em ilusões, temos que lutar para manter e ampliar conquistas, defender o partido nesse momento é essencial apenas para que não ocorra retrocessos. Só neste fato já vale lutar pelo PT, pois a estratégia deles é também buscar a cisânia entre os aliados.
É preciso estar atento a esses esquemas e formas nos quais jogam com as forças populares, dividir para reinar é estratégia velha, mas ainda funcional.

Responder

anac

18 de dezembro de 2012 às 14h42

Por mais que critiquemos o PT (que merece muitas criticas) não podemos negar que da esquerda foi o unico que chegou a presidencia da republica e permanece a trancos e barrancos por mais de 10 anos no poder. Não é pouco para um pais talhado pela elite para permacer mero coadjuvante no mundo, não obstante a imensa riqueza.
O Brasil casagrande e senzala é obra de seculos de uma elite pervertida.
Não se destroi essa obra facilmente em decada de governo. Cuba com uma revolução sangrenta promoveu a ruptura necessária. com os governantes sendo levados ao paredão. A URSS tmb. O povo brasileiro não é dado a revoluções muito menos a mudanças radicais. A anistia é o maior exemplo do jeintinho brasileiro. Comendo pelas beiradas a esquerda chegou ao poder.Resta-nos seguir em frente. Elegendo Brizolas. Lula abriu as portas para isso. Fez MUITO.

Responder

    Percival

    18 de dezembro de 2012 às 16h09

    O Lula, a Dilma tb, não podem continuar sendo a única alternativa da esquerda, até porque de esquerda ambos não tem nada. Existem outros nomes que deveriam ser mais trabalhados pelo PT como foi o caso do próprio Lula.

sandro

18 de dezembro de 2012 às 14h23

Ex comunista , ex petista, ex gay, ex cravo, ex canela ( ex mulher não),
não costumam ser muito confiaveis.O PT que apanhe, mesmo por que se reagir vai machucar muitos e muitos “ex”.É tudo parte de uma novela que
só acabará em 2020, se matarem o Lula antes , ai, sem prazo para o último capitulo.

Responder

amarildo de j valle

18 de dezembro de 2012 às 14h04

O pessoal querer lutar com uma câmara de deputados como, TIRIRICA,DÃNLEY,BÉBÉTO,ROMÁRIO,POPÓ,SUPLICY, ETC, ETC, É BRINCADEIRA, O JOAQUINZÃO vai deita e rola, o TIRIRICA não sabe nem lê, que qui pode fazer esse coitado.

Responder

    sandro

    18 de dezembro de 2012 às 14h27

    Tiririca não é um coitado, é palhaço.
    Palhaços letrados são perigosos, costumam frequentar o STF entre
    outros circos por ai e por aqui.

    Renato

    18 de dezembro de 2012 às 14h57

    Esquecem que o Protogenes foi eleito com os votos do Tiririca.

    Sérgio Troncoso

    18 de dezembro de 2012 às 18h17

    Sinto um desdém totalermnte injusto, e creio que um mínimo de rigor técnico (e ético) se faz necessário Sr. Renato. O deputado Protógenes obteve 94.906 votos, todos seus. O deputado Tiririca foi o mais votado (por eleitores brasileiros quer o Sr. goste ou não), e com sua votação abriu vaga para mais um deputado em sua coligação, conforme a lei eleitoral que vale para todos.
    Um abraço.

Marcos Rocha

18 de dezembro de 2012 às 13h53

Texto mais realista impossível.

É por isso que não me conformo quando alguns blogueiros tratam o PT como se fosse uma vítima frágil como era nos anos 80.

Hoje o PT tem o controle do caixa (e ainda mete a mão nele de vez em quando), é o o maior e mais poderoso partido do País.

Lula tem a seu lado os banqueiros e as empreiteiras e ainda é tratado como se fosse um socialista.

Pregam contra a direita, como se o PT fosse a esquerda!

Não é há muito, muito tempo.

Responder

    Mário SF Alves

    19 de dezembro de 2012 às 01h00

    Começo a ACREDITRAR seriamente nisso.

Messias Franca de Macedo

18 de dezembro de 2012 às 13h53

AINDA SOBRE *O FOLCLORE BRASILEIRO!

… [O (quase-)tucano] José Eduardo Cardozo – considerando a história registrada pelos fatos factuais (sic) – é o demissionário que por mais tempo lhe é negado o legítimo direito de ser demitido! (idem sic)… Como deve estar sofrendo este ministro da Justiça!…
… Quem vai comunicar à presidente Dilma Rousseff que o José Eduardo Cardoso não mais suporta a condição de ser mantido, a contragosto, no cargo?!…

CAMPANHA: vamos ajudar o ministro da Justiça, desde o início no exercício do cargo, demissionário!… É só ligar para ‘o 0800 da piedade’ da presidente Dilma Rousseff!…

#########################################

* ZÉ CARDOZO AMARELA
E TRAI MAIA
Enquanto Dirceu diz que é preciso reforçar Maia, Cardozo volta a ser Zé.

em http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/12/18/ze-cardozo-amarela-e-trai-maia/
Publicado em 18/12/2012

###########################################

NOTA FÚNEBRE: estamos (quase-)perdidos!…

RESCALDO: As ruas, becos, guetos, avenidas… Estão mortos… De vergonha – e de indignação!…

Que país é este, sô?!… Ao que parece, o mais ‘plausível’ mesmo é “jogar a toalha”, e passar a cuidar, exclusivamente, do próprio umbigo!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Bonifa

18 de dezembro de 2012 às 13h48

É uma máquina que se move a muito custo, o partido precisa ser mais efetivo em sua vida interna. Mais debates democráticos, mais seminários, mais busca por explicações, saídas, caminhos, horizontes. Mais organização partidária, o partido também precisa ser mais azeitado. Contudo, vimos nestas últimas eleições uma chama surgir de onde se pensava que só restavam cinzas. Quem a percebeu, não pode deixar que se apague, tem que fazer dela fogo permanente.

Responder

João B.

18 de dezembro de 2012 às 13h41

Eu me lembro que lá no inicio de tudo (CPI dos Correios), o próprio Marcos Valério afirmou em uma entrevista exclusiva à TV Globo que o PT não não estava envolvido nessa história. Seria interessante o PT tentar resgatar essa entrevista e desmascarar de uma vez por toda essa tramóia, arquitetada mais uma vez pela midia golpista, em conluio com a oposição, MPF e STF.

Responder

trombeta

18 de dezembro de 2012 às 13h30

O PSOL do Maringoni e o PSTU estão assistindo a fritura do PT e o possível golpe contra a democracia de camarote, torcendo para que aconteça a desgraça para poder enfim usar seu discurso oportunista prontinho para a ocasião.

“Eu não disse… eu avisei… eu sabia…”

O problema do esquerdismo é o misticismo e o descolamento da realidade, o que tem de gênio incompreendido por lá não é brincadeira.

Responder

barreto

18 de dezembro de 2012 às 13h29

O discursos tem verdades, embora vido da boca de quem não tem legitimidade para falar mal de outro.
A verdade é que, embora a população brasileira tenha melhorado de vida e com aprovação recorde do governo Dilma, o PT ainda não encontrou uma forma de fazer a população exergar que isto é fruto de uma política pública efetiva, de uma visão de governo.
Talvez esta política do PT de fazer e não mostrar o porquê, esteja produzindo eletores cínicos que votem apenas para manter o status adquirido e não porque visualizem no PT uma alternativa para melhorar o país. O objetivo de grande parte do eleitorado do PT hoje, talvez, seja apenas manter os programas de transferência de renda, tais como o bolsa-família e o PROUNI e não tornar o Brasil um país mais justo.

Responder

anac

18 de dezembro de 2012 às 13h19

Nessa hora é que faz falta um LEONEL BRIZOLA.

Responder

João Vargas

18 de dezembro de 2012 às 13h17

É muito duro criticar o STF quando sabemos que OITO de seus componentes foram indicados pelo PT. Como entender isto? Como a Dilma nomeou o Fux e agora recentemente o Teori? Isto é falta de autonomia ou burrice mesmo? E o que falar do Dias Toffoli que vai ficar uns 30 anos lá fazendo besteira? Este tipo de falha em um sistema republicano em que o judiciário exerce um poder preponderante é imperdoável.

Responder

anac

18 de dezembro de 2012 às 13h17

A verdade é que temos que avançar, pois o PT estagnou e estamos correndo o risco de retroceder com o retorno dos golpistas de direita ao poder.
A sensação que se tem é que o PT de tanto ceder perdeu a identidade sendo governo. Ao se olhar no espelho viu a imagem do seu irmão siamês: PSDB. O PT teme porque deve. O pouco que foi construido pela esquerda será facilmente destruido pela direita.

Responder

Zilda

18 de dezembro de 2012 às 13h02

Não custa lembrar que os “socialistas revolucionários” russos atentaram contra a vida de Lênin. Em consequência desse ataque ele morreu pouco depois.Essas idéias revolucionárias abstratas dos partidos supostamente de esquerda são ótimos para momentos de delírio e deleite interior, mas não se assentam na realidade.Pensar que Lula poderia estatizar o sistema bancário só pode ser má fé porque não tem nada de real. Só para lembrar:” a novidade socialista virá é com o poder e não com tagarelice, é com trabalho árduo de comprovação e não com lábia desleal”, Ernst Bloch.
O PSOL não incomoda em nada e não ameaça o poder das elites brasileiras, portanto, não é incomodado. Pode falar o que quiser. Porém, não tem nem dez anos e já está se aproximando do que há de pior na direita brasileira, o DEM. E você Maringoni, não diz nada?

Responder

    Dimas

    18 de dezembro de 2012 às 16h43

    Sim. Dizemos que você não tem moral para falar. A aproximação com o DEM é uma ação tomada em uma região do Brasil sem respaldo nas decisóes do partido. O mesmo não se pode dizer do PT que não só se aproximou do DEM como do seu (do PT) maior antípoda – Paulo Maluf, por decisão de sua cúpula. E isto é entendido como uma estratégia válida. Quem valida isso portanto não é o PSOL, mas vocês. Nunca se viu tanto oportunismo quanto o do PT na ânsia de chegar aos governos. Nunca se traiu tanto um ideário.
    Há quem fale em colocar a militância na rua. A militância petista foi substituída por funcionários. Não tem como colocá-la na rua pois ela não existe. Somente a R$50,00 por cabeça para distribuir panfleto e segurar bandeira em época de eleição o PT consegue trazer o lumpensinato para ocupar as grandes vias.Uma vergonha o que fizeram com esta grande esperança que foi o PT.

Palomino

18 de dezembro de 2012 às 13h00

Então tá. Para alguns o Maringoni, que é psolista, só quer tripudiar o PT. Mas ninguém explicou porque os governos Lula/Dilma nomearam inimigos da esquerda para a cúpula do judiciário. Seria por sadomasoquismo? Ninguém também explica porque Lula levou o tucano Jobim ao ministério da defesa. São muitas contradições dos governos petistas que não tem explicações.

Responder

Rodrigo Leme

18 de dezembro de 2012 às 12h58

O PT não contraataca pq pra ele é melhor tentar inocentar seus medalhões do que insistir no avanço da investogação de outros casos de corrupção que envolvem seus opositores, isso é claro.

O PT não ganha nada com CPI das privatizações, do mensalão tucano…pelo contrário, se conseguir que seus bandido-mor condenados sejam libertados, a política retoma o status quo, ao invés de colocar governo e oposição em troca de condenações, jogo de soma zero.

É a realpolitik esfregada na sua cara.

Responder

jaime

18 de dezembro de 2012 às 12h32

Mentir para um amigo ainda pode ser perdoável. Mas jamais se arrisque a lhe dizer uma verdade inconveniente.

Responder

Julio Silveira

18 de dezembro de 2012 às 12h26

Acho que o ser humano é f. mesmo.
As pessoas ao invés de tentarem fazer uma analise do texto. Ver se tem profundidade e coerencia, acho que tem, procuram desqualificar o texto buscando no critico uma desculpa para justificar uma possivel não isenção. Fala sério, a critica é para ser refletida venha de onde vier, até se fosse de tucanos. Essa maneira tão egocentrica de achar que são os unicos com direita a criticas sobre todos é que estão tornando este partido tão falcatrua como os outros, se fecham em copas muitas vezes para defender o indefensavel. Bem faz o Azenha de pluralizar seus comentaristas. Tem uma turma do pensamento unico que gostaria que todo blog progressista tivesse uma estrela na fachada, fala sério que o assunto é sério, e nem todos estão defendendo emprego ou cargo em comissão.

Responder

antonio barbosa filho

18 de dezembro de 2012 às 12h17

Tem sido impossível criticar o imobilismo e a inércia do PT, sem sermos logo taxados de “tucanos” ou até “direitistas”. O partido acomodou-se nos holerites, e acha que na hora da eleição o Lula resolve os problemas; portanto, não é preciso compromisso programático ou sequer ético. E ai de quem ousar apontar tal leniência!…

Responder

Gilberto Marotta

18 de dezembro de 2012 às 11h59

Gosto do Maringoni e fiz propaganda pra ele nas últimas eleições. Mas acho errado, primeiro de quem divulga seu texto, apresentá-lo sem a credencial, fundamental, de que é filiado ao PSOL e, portanto, de uma das oposições mais virulentas ao PT, não obstante situar-se no campo da esquerda; em segundo, nem vou comentar o texto, que traz mais do mesmo: a esquerda que enche a boca pra criticar o “pragmatismo” do PT é a mesma que chegou ao poder na carona dele. Foi o PT que desmistificou o estigma dos partidos de esquerda junto ao eleitorado, foi o PT que deu a cara à tapa e mostrou o caminho das pedras. É fácil criticar, mas antes do PT, o que a esquerda conseguia era funcionar como soporífero com seus programas chatérrimos, vistos como radicais, na TV. Com discursos xiitas, que não empolgavam a população, mantinha-se permanentemente fora dos cargos eletivos, entregando, literalmente, o ouro aos bandidos. O PT resolveu, com a cara e a coragem, entrar no jogo, mesmo que as regras fossem as da direita clientelista, que sempre governou. Abriu mão do purismo e talvez tenha perdido boa parte da pureza que um dia teve, mas é como se diz: “vão-se os anéis, ficam os dedos.” Se a esquerda petista já não é mais tão esquerda assim, pelo menos a direita também já não detém todo o poder, a sociedade ganhou com isso e os partidos de esquerda hoje tem o caminho aberto para disputar eleições em condições mais iguais. Criticar o PT é perda de tempo, o que os partidos de esquerda tem que fazer é se unir em torno do projeto de reforma política, isso sim. E nosso querido Maringoni poderia nos iluminar explicando porque o PSOL não deixa, por um instante, seus pruridos de lado, para se engajar fortemente com o PT na luta por uma agenda mínima de reforma política, para o bem da sociedade…

Responder

    Cibele

    18 de dezembro de 2012 às 18h46

    Um cara do PSOL não pode criticar ninguém. Maringoni, entre para o PCO e ajude a construir uma oposição digna! E o Chico Alencar defendendo o stf, querem mais?

Joaquim urias

18 de dezembro de 2012 às 11h58

Maringoni, eu gostaria de saber para que existe o PSOL, um partido criado com vários ex-militantes do PT, cuja principal vocação é criticar o PT. Nós militamos junto no final da década de 90 na Articulação de Esquerda, nossa principal referencia era o Luciano Zica de Casmpinas,lembra dele….o grande problema da esquerda radical é não convencer ninguém das suas propostas, vide sua votação na última eleição.
O PT como todo grande partido, tem virtudes e defeitos, mas ninguém pode nos acusar de termos traidos nossas convicções, os dez anos de governo foram fiéis às nossas resoluções partidárias tomadas em conjunto com nossa militância.Um grande abraço.

Responder

    Rodolfo Machado

    18 de dezembro de 2012 às 12h44

    Talvez o PSOL não sirva para nada, mas vou te falar de um cara que tem muita serventia, e está no mega fisiológico PMDB, um cara que no seu dedinho minguinho tem mais coragem que o Lula e a Dilma juntos, Roberto Requião, um cara que, mesmo estando no PMDB, é muito mais de esquerda que Lula e Dilma, o único político no Brasil que, estando no governo, teve a coragem de enfrentar a nefasta Monsanto e agüentar as criticas do pig via Miriam Leitão, que o chamou de retrogrado por tentar fazer do Paraná estado livre de transgênicos.
    Enfrentou os bancos na justiça, enfrentou as operadoras de pedágio também e vem denunciando o PT no uso de eufemismos para privatizar a Embrapa, projeto de um tal de Delcidio Amaral.
    Outro que tinha muito sangue nas veias e nenhuma papa na língua para denunciar o pig é o falecio leonel Brizola, se o PT ainda tem um mínimo de vergonha, devia se inpitrar nestes dói, no mais, é uma grande decepção ver no que o PT se transformou, mas acho que estamos chegando numa situação limite no mundo inteiro, o sistema capitalista financista, ou o dinheirismo, como definiu Richard Duncan no texto que o Azenha publicou, já passamos do ponto de não retorno, não há mais volta no processo de decadência, espero sinceramente a emergência de uma economia solidária, não centralizada e ecológica, o Azenha colocou estes dias um vídeo da Vandana Shiva, assistam.
    Não tem lugar para o “novo” PT no mundo que vai emergir.

    Assim se combate o pig:
    http://www.youtube.com/watch?v=4RZ8dnuuj9k

    http://www.youtube.com/watch?v=UYC7HPLppyE

    http://www.youtube.com/watch?v=R8p4eW1gGKI

    Vandana Shiva
    http://www.youtube.com/watch?v=-xi_4Lc5mqs

    É possível ser diferente do PT:

    Mais um documentário que mostra que é possível viver de maneira diferente da sociedade capitalista clássica. O Colaborativismo, a economia solidária, trazendo uma forma mais harmônica, saudável, divertida e singela de vida.

    http://www.youtube.com/watch?v=PbGwdNLHh1U&feature=player_embedded

    MARINALEDA, Uma Cidade Cooperativa
    Marinaleda, essa cidade existe. Depois de ocupações, prisões e muito suor, um grupo de sem terras conseguiu exigir reforma agrária numa terra que antes era de apenas 4 pessoas. Essa cidade é a mais socialista das cidades espanholas. Há mais de 30 anos o povo elege o mesmo prefeito. O resultado é que num país onde a crise e o desemprego atingiu quase todas as famílias, em Marinaleda a taxa é quase zero, assim como a criminalidade. Não há policia nas ruas e a prestação das casas é de apenas 15 euros (a média espanhola é de 1000 euros), pois todos participam da construção da própria casa. A creche custa 2 euros ao mês e não há fila de espera. Os principais atos de gestão são decididos através de Assembleias Populares, a forma mais aut~entica de democracia direta. Esta cidade é a prova que o capitalismo está ruindo e que novas formas de sociedade tem que surgir. (docverdade)

    http://www.youtube.com/watch?v=9lZJDSoZH00&feature=player_embedded

    da servidão moderna:
    “Meu otimismo está baseado na certeza que esta civilização vai desmoronar. Meu pessimismo em tudo aquilo que ela faz para arrastar-nos em sua queda.”

    http://www.youtube.com/watch?v=Sgd4xLmLBrc

Silvio I

18 de dezembro de 2012 às 11h12

Acredito que esta imobilidade não nos leva por bom caminho. Sou partidário de cortar o mal pela raiz. O Senado deve intervir no Judiciário. Não e possível que integrantes do STF estejam dando uma de morais, estando na Lista de Furnas. O que se aplique uma pena de quase sete anos de cadeia a Genoino, mais uma multa impagável, e se de dois HC a Dantas, em 48 horas. Não sei, parece que alguma coisa não esta funcionando de acordo.

Responder

Zilda

18 de dezembro de 2012 às 11h11

Não vi manifestação de Maringoni sobre a aliança do PSOL-partido dele- com o DEM, em Macapá, para “moralizar a capital”, segundo o candidato à época e prefeito eleito. Também não disse nada com o pedido de ajuda desse candidato eleito a Sarney. Além do mais, achar que em pleno século XXI algum país periférico poderia estatizar o sistema financeiro, ou é ingenuidade ou má fé.

Responder

Willian

18 de dezembro de 2012 às 10h56

O problema nunca é a parcialidade dos juízes, mas a parcialidade do lado errado.

Responder

abolicionista

18 de dezembro de 2012 às 10h46

Respeito o Maringoni e votaria nele sem pestanejar. Nesse texto, contudo, ele jogou fora o bebê junto com a água do banho. O pragmatismo petista, ou “reformismo fraco” (como o chama André Singer) conseguiu despertar o ódio da direita. Ora, essa é a maior prova de que, ao contrário do PSol, o PT conseguiu interferir nos planos de nossa elite escravocrata. O PT pode ser combativo em relação à mídia sem abandonar seu projeto moderado de redução da pobreza, não são ações auto-excludentes. Maringoni também esquece de mencionar que Dilma reduziu drasticamente a taxa de juros, colocando um freio no capital espaculativo, o mesmo capital que conduziu a Europa ao pior dos infernos.
O PT tem de colocar os setores da polícia federal que não estão corrompidos na cola dos tucanos, tem que enfrentar os barões da mídia com estratégia, tem de minar seus recursos, agir com inteligência política, ou seja, fazer justamente o contrário do que propõe o PSol. Maringoni sabe mais do que ninguém que o PSol não tem proposta de governo e, nos raros casos em que consegue eleger seus quadros, precisa fazer acordos ainda mais nefastos do que o PT, promovendo um verdadeiro loteamento de cargos. A critica PSolista é o udenismo redivivo, uma guinada à direita ainda maior, um pragmatismo ainda maior. Ao contrário do PT, o Psol faz de tudo para conseguir votos, pois não tem nenhum compromisso com as lutas de esquerda, com os movimentos sociais. O Psol só quer votos e acha que só poderá arrancá-los do PT, se isso não é o extremo da “realpolitik”…

Responder

Véio Zuza

18 de dezembro de 2012 às 10h12

Cá prá nós, a expulsão da “Convergência Socialista” não foi nenhum tragédia… o articulista deve achar viável um governo com PT, PSTU, PCO, etc…
A “Doença infantil” ressurge…

Responder

José Roque da Silva Neto

18 de dezembro de 2012 às 09h51

Tenho acusado a morosidade do PT em relação aos ataques da mídia e até sugeri a inclusão do Jornalista Franklin Martins no Governo da Presidenta Dilma para ter pelo menos um norte. O Martins fez um ótimo trabalho no segundo mandato do Ex-Presidente Lula, defendeu o Governo de todas as formas e não entendi sua saída. Ainda tá em tempo, chamem o homem!

Responder

Ana Cruzzeli

18 de dezembro de 2012 às 09h32

Só aqueles que já responderam PROCESSOS CRIMINAIS podem emitir opiniões nessa hora. Eu posso me dar esse luxo, pois essa ¨JUSTIÇA¨ Brasileira cometer erros dos mais primários do tipo:
– Processos por presunção de lesão
– Processos em que uma pessoa denunciada é ouvida como denunciante e o denunciado que era vitima se torna réu.
Sim, senhores só quem já respondeu processo criminal SEM PROVAS ou de ACUSADOR VIROU ACUSADO pode falar dessa tal pseudo-paralisia.

Nós que já passamos pelas garras INJUSTAS do sistema, sabemos que um juiz acuado vira fera. Foi por isso do silencio ¨covarde¨que de covarde não tem nada.
Responder processo criminal não é brincadeira não e o PT e seus militantes temiam transbordar o ira da casa grande contra os escravos.
Virou a raiva dos traidores do SUPREMO só porque o Haddad foi eleito? Multiplique isso por 1 milhão e saberás a tormenta que seria contra nós os paralíticos.

Eu mesmmo estando há 20 minitos do STF fiquei em casa, mesmo sabendo que poderia mobilizar algumas dezenas de manifestantes. Por que? Lembrei-me dos meus anos de injustiça com dois processos criminais nas costas.

AGORA A COISA É DIFERENTE. CHAMARAM PARA A BRIGA.

Pago um boi para não entrar numa briga, uma boiada não será suficiente para da arena me tirar.

AGORA É GUERRA.

Responder

Roberto Locatelli

18 de dezembro de 2012 às 09h07

Pior do que a inércia do PT é a posição do PSOL – do qual Maringoni é membro – que apoia a decisão do stf de cassar mandatos, rasgando a Constituição.

Através do deputado Chico Alencar, o PSOL apoiou o golpe de estado.

Responder

    assalariado.

    18 de dezembro de 2012 às 11h56

    Locatelli, passa essa bola. O que o Chico Alencar falou sobre este assunto. Qual é o link?

    Saudaçoes Socialistas.

    Roberto Locatelli

    18 de dezembro de 2012 às 16h31

    Olá, assalariado.

    O deputado Chico Alencar, no twitter:

    @depChicoAlencar
    O PSOL afirma que sem se aprovar a PEC do Voto Aberto no Parlamento, processo de cassação lá é ‘pra inglês ver’, pra absolver!

    @depChicoAlencar
    O óbvio: contraditório alguém com direitos políticos suspensos e cumprindo pena de prisão exercer mandato parlamentar.

    Conclui-se que o PSOL não dá a menor importância para o fato de que o stf está pisoteando a Constituição.

Mardones Ferreira

18 de dezembro de 2012 às 09h02

Excelente resumo do PT. Não precisa dizer muitas coisas em relação ao que está no texto.

O PT agora é regido peça máxima: é mais fácil muitos cargos na mão do que muitos jovens gritando.

Responder

Paulo Henrique Tavares

18 de dezembro de 2012 às 09h01

Esse pessoal da “esquerda” são míopes.
Se o PT/Lula não fizesse todas essas “concessões”, hoje, de fato, a vidraça seria o Serra/Alckmin. Nós, os éticos, os puros, os cristãos, estaríamos apontando o dedo nas ruas, colocando 200 mil pessoas na Paulista e sendo sistematicamente ignorados pelos meios de comunicação, seria lindo.
Ainda estaríamos com bandeiras: Fora FMI/Serra/Alckmin, colocando 500.000 pessoas no Forum Social Mundial, estaríamos ingresso na Alca, desemprego por volta de 20%, importanto petróleo, salário mínimo de 350,00, crescendo -5%, lutando pela não privatização do BB/Petrobras/Correios/Eletrobras/Caixa…, etc
Acho que seria melhor. Moralmente seríamos os puros e poderíamos dizer que os governantes são ladrões e insensíveis e a população nas favelas sem minha casa minha vida, sem prouni, sem bolsa família, sem conta de luz mais barata.
Nossa, como tenho saudades desta época que o Maringoni quer que volte.

Responder

    Roberto Locatelli

    19 de dezembro de 2012 às 16h49

    Fernando Lugo fez concessões. Foi deposto.
    Manoel Zelaya fez concessões. Foi deposto.
    Chávez não fez concessões. O golpe contra ele foi derrotado pelo povo.

    A pior concessão que o PT fez à direita foi afastar-se do movimento popular. Cortadas as raízes, o PT é presa fácil para o golpe.

José Ricardo Romero

18 de dezembro de 2012 às 08h40

Ótima análise, Maringoni. É desalentador, mas não creio que o PT possa sair dessa. Para mim este partido (e o governo) está a caminho do fim. Se escolheram uma rota para chegar ao poder, num momento adequado deveriam retornar aos trilhos que sempre deram substância à ideologia partidária, sua coerência e sua força. Há muito tempo esse momento já passou. Só discordo de que o governo não pode se queixar do julgamento pelo STF porque foi ele mesmo que nomeou a maioria dos membros. É pior que isso. Lula e Dilma se deixaram envolver por maquinhações às quais eles sequer suspeitaram para a apresentação de nomes que já estavam devidamente cooptados por um projeto que agora está mais do que claro e em andamento. E cairam nessa esparrela.

Responder

Amarildo

18 de dezembro de 2012 às 07h17

Saiam da Imobilidade, já!

Em qualquer situação O PT sempre espera contar com o apoio monocórdio da militância. Mas confesso, o meu gás está acabando e eu estou guardando o restinho para o momento em que o Barbosa derrubar a Dilma e se auto-proclamar presidente dessa república bananeira, enquanto a Globo vomita mensagens pela cruzada da moralidade.

E só para não pensarem que eu sou um traíra, já cheguei a brigar de socos num barzinho por defender o PT. A porrada foi grande e me custou uma prótese dentária nova, dinheiro gasto do meu bolso em algumas prestações mensais. Mas nada como uma comemoração de uma vitória em dia de eleição, não é verdade? Mas pelo amor de Deus, façam a parte de vocês. Saiam da imobilidade.

Responder

Job

18 de dezembro de 2012 às 00h06

ótima analise

Responder

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