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Diário da Resistência


Marcia Tiburi: A Lava Jato e o fascismo
Política

Marcia Tiburi: A Lava Jato e o fascismo


23/07/2018 - 11h28

Lula Marques

Lava Jato e o fascismo

por Marcia Tiburi, na revista Cult

Ao longo da história, não há movimento autoritário que não tenha contado com o apoio de considerável parcela de juristas e juízes. Hitler, por exemplo, não cansava de agradecer o apoio dos juízes alemães.

Esse fenômeno da adesão de juristas a regimes autoritários, prontos para justificar as maiores violações aos direitos humanos, foi estudado e diversos livros foram publicados sobre o que entrou para a histórica como “os juristas do horror”.

No Brasil pós-golpe não é diferente. Não faltaram “juristas” para justificar a “legalidade” de um impeachment sem a existência de um verdadeiro crime de responsabilidade.

Também nunca faltaram “juristas” para defender a “legalidade” do encarceramento de multidões, pessoas que não interessam aos detentores do poder econômico, em desconformidade com a Lei de Execuções Penais.

Há, inclusive, “juristas” que defendem a “legalidade” de atos praticados por juízes de férias e em violação às regras de competência, que existem (e deveriam ser respeitadas) justamente para evitar arbítrios e violações à impessoalidade.

Mais grave: muitos “juristas” passaram – para agradar aos detentores do poder, inclusive aos interesses dos meios de comunicação de massa – a defender a violação aos limites semânticos impostos pelas leis, como no caso da relativização do princípio constitucional da presunção de inocência.

Como na Alemanha nazista, “juristas” passaram a defender a necessidade de ouvir “a voz do povo” para decidir de acordo com a “vontade popular”.

Se antes a “voz do povo” era identificada com a opinião do Führer, hoje, “a voz do povo” é a opinião dos próprios juízes, os Führer dos processos, que, muitas vezes, não passa da opinião dos grupos econômicos que detêm os meios de comunicação.

O exemplo mais significativo da ascensão do autoritarismo pela via judicial está no complexo de ações que passou a ser conhecido como “caso Lava Jato”.

No âmbito dessa operação, que também virou uma mercadoria e foi vendida pela propaganda do poder econômico como “a maior ação de combate à corrupção no Brasil”, diversos procedimentos se caracterizaram pela violação aos limites legais e éticos que definiam a democracia.

Em outras palavras, a pretexto de combater a corrupção, a Operação Lava Jato revelou-se um instrumento de corrupção da democracia.

Os princípios e as regras constitucionais, que foram conquistas civilizatórias e serviam como garantia contra a opressão e o arbítrio, passaram a ser ignoradas por juízes, procuradores e ministros, sob os aplausos de uma mídia que, em grande parte, segue fielmente as lições de Goebbels.

Nesse momento, vale lembrar que o “combate à corrupção” foi uma das principais bandeiras do nacional-socialismo e responsável pela adesão popular ao nazismo, embora pesquisas recentes revelem que nazistas enriqueceram por vias ilegais.

Os “moralistas” de lá, assim como os daqui, se revelaram uma fraude.

Ao longo da história do Brasil, o “combate à corrupção” sempre foi um exemplo de sucesso como arma política contra inimigos dos detentores do poder econômico (Vargas, Jango, Lula e Dilma), mas um fracasso do ponto de vista de diminuir ou recuperar os prejuízos causados ao erário público.

Vários exemplos poderiam ser citados, mas basta acessar os dados que demonstram que todos os valores que seriam objeto de corrupção apontados pelos “juristas” que estão à frente da Lava Jato são bem inferiores aos prejuízos suportados pela economia brasileira em razão da maneira como foi conduzida a operação.

Em outras palavras, diante dos descuidos dos neoinquisidores brasileiros, os efeitos negativos da Operação Lava Jato para a economia são bem superiores à recuperação dos ativos.

O Brasil se deu mal com a Lava Jato, mas muitos donos do poder econômico se deram muito bem.

Se fosse apenas um fracasso em termos de defesa dos interesses nacionais, a Lava Jato já seria um problema.

Mas, ao desconsiderar sistematicamente a Constituição da República e a legalidade democrática, instaurar perseguições penais extremamente seletivas, manipular a opinião pública (aliás, estratégia admitida pelo juiz Sérgio Moro em um dos poucos, senão o único, artigo acadêmico conhecido de sua lavra) e violar direitos e garantias fundamentais, a Operação Lava Jato contribuiu decisivamente para o crescimento do pensamento autoritário e para a naturalização das ilegalidades estatais em nome de uma “boa intenção”, daquelas que enchem o inferno.

A Lava Jato transformou-se em uma ode à ilegalidade seletiva dos donos do poder.

Dentre tantos exemplos, pode ser citado o vazamento ilegal – trata-se de um fato típico penal – das conversas do ex-presidente Lula e da presidenta democraticamente eleita Dilma Rousseff, por obra do juiz Sergio Moro, que – inacreditavelmente – continuou a julgar o ex-presidente, a vítima dessa conduta vedada pelo ordenamento brasileiro, com a – inacreditável – aquiescência de outros órgãos do Poder Judiciário.

A lógica que direciona a atuação na Operação Lava Jato é tratar tudo e todos como objetos negociáveis. Nesse sentido, viola a ideia iluminista da dignidade da pessoa humana.

Pessoas voltaram a ser presas para delatar outras pessoas, como acontecia na idade média. Trocaram-se apenas as bruxas por políticos indesejáveis aos olhos dos detentores do poder.

A verdade e a liberdade, valores da jurisdição penal democrática, foram transformadas também em mercadorias.

Em delações premiadas sem suficientes limites epistêmicos e legais, a verdade, sempre complexa, acaba substituída pela “informação” que confirma a hipótese acusatória e que já foi assumida como a “adequada” por juízes e procuradores.

Trata-se de um novo fundamentalismo, que não deixa espaço para dúvidas, uma vez que trata a mera hipótese acusatória como uma certeza, ainda que delirante.

Pessoas são postas em liberdade ou tem a pena reduzida se falam aquilo, e somente aquilo, que os neoinquisidores querem ouvir.

A necessária luta contra a corrupção foi distorcida. Criou-se um mundo pelo avesso no qual os direitos e garantias fundamentais, condições para uma vida digna, passaram a ser vistos como impedimentos à eficiência punitiva e ao crescimento do Estado Penal.

Um mundo pelo avesso no qual cumprir a Constituição é visto com desconfiança ao mesmo tempo em que se celebram as pessoas que violam os limites democráticos.

Resistir ao crescimento do autoritarismo é também resistir à lógica de um poder sem limites em um mundo em que a pós-verdade tornou-se tão aceitável quanto à restrição ilícita da liberdade.

Nesse contexto, figurar como réu em um processo pode significar apenas que alguém foi escolhido como objeto de ódio ou perseguição.

Leia também:

João Damasceno: Em defesa de Favreto



29 comentários

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Pedro Lemus

27 de julho de 2018 às 23h49

Perfeito texto

passei o olho nos comentários dos coxa… e eles não acrescentaram ou abonaram nada do texto

não tem nem o que discutir

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Marcellino

26 de julho de 2018 às 06h14

Para pensar em PT, Tiburi etc, pense em outro: pense no PCdoB… Veja aqui:
O PCdoB sempre foi um partido que topa qualquer coisa. Hiper picareta. Truculento. Vigarista e embusteiro, desde que sua ideologia impere. Os meios justificam a finalidade.
Seja isso dentro das faculdades (no Movimento Estudantil); seja na UNE. Seja em Brasília. Seja no Maranhão.
E nos longos últimos anos foi o hiper satélite do PT, e, por outro lado, do Petismo! Corrupção? Não estão nem aí pra a moral, ou mesmo a ética. Desde que consigam o fim almejado. Maquiavel.
Além disso, não há câncer pior que a ideologia da religião cujo nome é Petismo (onde o PCdoB bebe a hóstia todo santo dia). Veja:

Os Inteligentinhos do Petismo

Os MIDIOTAS do Petismo:

Hoje li na internet, a história de um chinês que nasceu com uma “mutação” nos olhos, cujo nome é NONG YOUHUI.

Ele enxerga no escuro e os olhos brilham. Um fenômeno!

Para confirmar as afirmações do garoto, os médicos fizeram um teste de leitura no escuro, o que Nong Youhui tirou de letra.

Deveria trabalhar para o Moro à noite, próximo a Sede do PT, onde durante a escuridão da madrugada e o silêncio da população adormecida, os RATOS agem com maior rigor e com desfaçatez. rsss.

Bom…, Vejamos o PT (os puxa-sacos DIURNOS):

Durante o dia, vá a casa de seus amigos professores da Universidade. Das HUMANAS. Leitores de DCM (“Diário do Centro do Mundo”, rssss). Encontre com Kiko Nogueira, jornalista nota 10. Encontre no restaurante seus colegas artistas, músicos moderninhos cancioneiros, amigas atrizezinhas de teatro… Marque uma janta… Com os INTELECTUAIZINHOS…

Nesse jantar, você, com grande chance estará diante de in-te-li-gen-tinhos!!

Tente falar bem da Lava-jato ou do impeachment e verá as consequências. Tire as provas, e verá o resultado!

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Gersier

25 de julho de 2018 às 22h48

Os mani”fantoches” andavam sumidos dos blogs progressistas e como moscas idiotas, aquelas da tal “fôia” de sp que se acha “jornal”, estão voltando para mostrar que estão cada vez mais imbecilizados. Alguns com certeza, pagos por pessoas mais inteligentes que eles, mas canalhas tanto quanto, Esses “patos” amebianos são tão otários, que não conseguem perceber que são massa de manobra, e que passada a serventia, serão descartados.

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Lorival

24 de julho de 2018 às 23h54

Viram tanto dinheiro que se lambuzaram agora aguenta a dor de barriga.

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Nelson

24 de julho de 2018 às 23h24

Nada a acrescentar a um texto magnífico; show. Parabéns à autora.

Se não passa de mito a história de que o avestruz enterra a cabeça na areia, não podemos dizer o mesmo da coxinhada, pataiada, trouxaiada, que, ultimamente andavam sendo chamados de escondidinhos.

Essa patota resolveu, sim, e de forma muito determinada, enterrar suas cabeças nos órgãos da mídia hegemônica. Assim, retroalimentam seu ódio ao Lula e ao PT e, por opção, se esquivam, irracionalmente, de enxergar o que realmente se passa em nosso país.

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Luigy

24 de julho de 2018 às 22h13

Não fosse a audácia e competência de um Sérgio Moro da vida, estaríamos hoje ainda enchendo os bolsos desses parasitas apátridas …

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    Nelson

    25 de julho de 2018 às 16h55

    Mais um adorador fanático – fundamentalista, ao que parece – do juizeco de Curitiba que, apesar de ter feito 5 provas até hoje ainda não possui a carteirinha da OAB.

    Quem realmente encheu os bolsos, o cofre, a carteira, a conta bancária e encheu até a guaiaca, como dizemos aqui no Sul, foi o teu grande ídolo, meu chapa. Ou vai dizer que tu não sabes que Moro foi o juiz que estava à frente de praticamente todos os processos do escândalo do Banestado, este sim um escândalo de proporções gigantescas.

    Para abafar em definitivo o caso do Banestado, a patota, Moro incluído, levou, de propina, nada menos de 0,8% do total que havia sido transferido para o exterior que foi de US$ 134 bilhões. Faça as contas e tu vais constatar o quanto o teu guru embolsou, vais constatar que ele sim acabou “enchendo os bolsos”.

MAURO LUIZ RIBEIRO DE SOUZA

24 de julho de 2018 às 13h59

Essa mulher é uma piada. Agora tudo é racismo…só rindo mesmo.
Sinceramente, penso que a lava-jato ainda está pegando leve.

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Brasil livre do PT

24 de julho de 2018 às 12h30

Essa matéria demonstra o grau de demência dos fanáticos na seita ptista. Fico me perguntando como alguém pode ser tão idiotizado?

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Michel James Martins Lima

24 de julho de 2018 às 09h34

Graças a Deus que os evangélicos perceberam o engodo que foram nossos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e demais corruptos,que a todo tempo tentaram e ainda estão tentando cercear as liberdades fundamentais garantidas na Constituição como ficou demonstrado em vários projetos de lei como foi a lei da mordaça e como tem sido este tal “politicamente correto” que dispensa comentários os freqüentes ataques a família e polícias militares e forças armadas ,mais o passado destes revolucionários do proletariado etc.

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    Roberto Jacob

    24 de julho de 2018 às 21h31

    Lei da Mordaça? Que lei é essa amigo!

Michel James Martins Lima

24 de julho de 2018 às 08h46

Realmente vocês não tem o menor escrúpulo mesmo possando de benfeitores com essa ideologia falida ( o comunismo ) a Constituição que vocês dizem respeitar é a mesma ? Pois o aparelhamento e cônxavos que vocês fizeram para defender os interesses do seu partido e nós brasileiros não aceitamos qualquer influência do foro de São Paulo ou qualquer das facções criminosas segundo a lei 1079/1950 , a lei de ficha limpa e de antiterrorismo,de improbidade administrativa e todas demais que vocês violaram para impor a desgraça na nossa nação

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Rafael Cezar Tesch

24 de julho de 2018 às 02h26

Ah, então todo esse blá blá blá é pra que a Justiça leve em consideração a opinião de vcs mídia ‘independente’ e desde quando a sua opinião deve ser mais considerada sabendo que jornaleco fuleiro nao tem como influênciar alguma coisa? Chora comunista!

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    Ibsen Marques

    24 de julho de 2018 às 15h41

    Ou você não leu o artigo ou é mal intencionado. Esse blá blá blá todo é uma exigência de que a justiça considere a letra da Constituição e a ordenação jurídica e não a vontade política da mídia e de juízes, simples assim.

    Roberto Jacob

    24 de julho de 2018 às 21h50

    Fera, onde aprendeu escrever?

Abelardo

24 de julho de 2018 às 00h54

É uma verdadeira tragédia para o país, essa sequência de decisões abusivas, seletivas, parciais e preconceituosas, que são promovidas por uma justiça que se mostra descontrolada e perturbadoramente descontrolada. A justiça se comporta como um robô manipulado por seus controladores e encarnam o espírito da anarquia jurídica e, consequentemente, geram o caos social, político e financeiro em todo país.

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Cícero de Oliveira

23 de julho de 2018 às 17h56

😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Certo…

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Barack

23 de julho de 2018 às 16h40

Cavalo de Tróia significando um engodo destrutivo.
Os troianos tinham o cavalo como um símbolo de vitória, por isso foram facilmente enganados. Entusiasmados, levaram a arte manipulada para dentro das muralhas, sem saberem que em seu interior se ocultava seus algozes . À noite, os inimigos que estavam dentro do cavalo, saíram e dominaram as sentinelas, possibilitando a entrada do exército grego, e levando a cidade à ruína.
Parece que estamos vivenciando a mesma história não conhecendo a verdadeira intenção da farsa a jato e do entreguismo no seu poder devastador,ocultando o Tio sam,banqueiros e os golpistas lesa pátria ,por dentro desse presente aparente ,estão aqueles que querem e estão destruindo por completo não uma cidade ou estado,mas toda uma nação. mostrando- se belo e prestativo,mais ocultando os inimigos na sua arquitetura quadrúpede.
Quem implantou esse cavalo aqui,foi a redesgoto,tio sam,Sérgio louco,tucanalhas,e a quadrilha do vampiro…

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    Ido

    24 de julho de 2018 às 09h33

    Chora mortadelas.

    MAURO LUIZ RIBEIRO DE SOUZA

    24 de julho de 2018 às 14h03

    Quer mais cavalo de tróia que foi o governo do PT, que não inventou a corrupção, mas a institucionalizou. Além disso, temos as grande obras feitas nos países alinhados, feitas com dinheiro do povo brasileiros.

Otto

23 de julho de 2018 às 15h33

Mais do mesmo.
Noto que Tiburi é uma reacionária ao contrário. Só compará-la com autoras de direita nas redes sociais e blogosfera. Algumas bem mais letradas que a filósofa-artista plástica. A mesma intolerância com o contraditório, a paranóia conspiracionista, a incrível necessidade de classificar os oponentes com termos odiosos, tal como o famigerado “fascismo”. Uma diferença estaria no estilo pernóstico, “pós” não sei o quê, “transgressivo” e outras designações. No geral, esses “filósofos”(?) de televisão e YouTube, Tiburi, Karnal, Mossé, o veterano Cortella, etc. sobrevivem das polêmicas do momento. Não criam ou propõem nada de muito consistente, ou melhor, preferem truncar um debate sério com pseudoproblemas e combater moinhos de vento.

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    Éder Oliveira

    24 de julho de 2018 às 07h53

    “Não criam ou propõem nada..”
    E vc propôs o que nesse seu blá blá “supra-intelectual”????..
    PORRA NENHUMA!!!

    Ibsen Marques

    24 de julho de 2018 às 15h43

    Me parece que suas linhas foram preenchidas com a incrível capacidade de argumentação zero.

    Roberto Jacob

    24 de julho de 2018 às 22h03

    Prezado, para melhorar o nível do debate seria melhor confrontar a autora com argumentos e respeito.

O JUIZ

23 de julho de 2018 às 14h32

Eu adicionaria à essa matéria, mais uma facção que se uniu aos canalhas togados e que acabou fazendo parte integrante, não só do golpe em DILMA, mas do próprio encarceramento de LULA.
Trata-se das Igrejas “Evangélicas” que acolheram os fascistas do MPF de Curitiba, como o Dalagnol, transformando seus altares em campo de batalha, em palanques políticos.
Há que se lamentar portanto, a contaminação dessa Instituição que deveria se dedicar exclusivação ao trato espiritual das pessoas e acabou sucumbindo ao autoritarismo de certos “Pastores”, sedentos pelo poder máximo sobre a vida das pessoas, acreditando que os tais “Servidores Públicos” são pessoas infalíveis, idôneas.
Há centenas de pessoas que deixaram de participar dos cultos, depois que presenciaram cenas constrangedoras em que esse fascistas foram abençoados por “Pastores” e depois pediram os microfones e começaram a falar em “Corrupção”.
Para aqueles que acreditam, há passagens da “Bíblia” dos Cristãos, que falam sobre acontecimentos dos últimos tempos, em que as Igrejas agiriam dessa forma criminosa e surgiriam muitos falsos profetas.
Curitiba parece ser a confirmação dessa profecia.
Acredite quem quiser.

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    Ido

    24 de julho de 2018 às 09h36

    Como fala besteira.

Marcelo

23 de julho de 2018 às 14h11

Eu entendo o que vc diz e concordo plenamente com quase tudo. Afinal ao longo da história tivemos muitos regimes de opressão como na Itália de Mussolini e na Alemanha de Hitler. Mas também na Rússia de Stalin, na Coréia do Norte, em Cuba e ultimamente na Venezuela e Nicarágua. Todos regimes de opressão. É preciso se mobilizar para que isso não aconteça no Brasil. Nenhum regime opressor, seja de ultra direita neofacista ou dos mais sanguinários regimes totalitários de esquerda.

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enganado

23 de julho de 2018 às 14h07

O Bigodinho representa hoje o Poder MILITAR, o Poder Judiciário começam com o __thief_statele$$$_judge__çerjiou murrow__ e vão até o PGR / CNJ / Ordem dos Advogados / . . . . e finalmente alcançando o $$$$TF. Na época do Bigodinho quem não obedecem aos seus devaneios as SS / Schutzstaffel faziam o servicinho. Exemplo do juiz, Roland Freisler , aquele de 20/jul/1944. Nos dias atuais as represálias , sob ordens MILITARES por debaixo dos panos, os MILITARES defenestram o Juiz Rogério Favreto, qdo vão persegui-lo até o último dia no serviço público, e ainda arriscado darem ao __thief_statele$$$_judge__çerjiou murrow__ a 3ª MERDAlhada. Melhor ainda,
__”””SEM APOIO DOS MILITARES=TROPA de OCUPA$$$ÃO dUS __braZiUSA™ __, NÃO EXISTIRIAM O GOLPE-2016″””___. São os ”””Guardiões da PROStitui$$$ão do = braZiU$$$A™, artigo 142. Ah! NÃO SE ESQUEÇAM__GOLPE-2018__ se o LULA estiver solto e/ou vivo, eleger algum seu candidato. O ””’judi$$$$iário””’ endossa e faz coro. Fodam-se os brasileiros, pois o nosso negócios é $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ .

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Octaviano du Pin Galvão Neto

23 de julho de 2018 às 11h35

A entrevista do jurista Modesto Carvalhosa, ontem, 22/07, na TV Bandeirantes corrobora tudo o que diz a Sra. Tiburi. É uma farsa o que vivemos, uma triste pantomima, da qual nos lembraremos por décadas, pois teremos que sofrer muito ainda até que a maioria da população “caia na real”.
Quanto ao Dr. Carvalhosa, ele ainda se mostra espantado porque nenhum partido político acolheu sua vontade de se candidatar a Presidente da República. Aliás, com razão, póis se o cap. Bolsonaro foi acolhido, porque ele não?

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