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Mantega diz que Brasil é a sétima economia


03/03/2011 - 15h10

03/03/2011 – 12h32
Brasil já é a 7ª maior economia do mundo, diz Mantega

LORENNA RODRIGUES, na Folha.com

Atualizado às 12h48.

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse, nesta quinta-feira que, segundo dados preliminares, a economia brasileira ultrapassou a da França e do Reino Unido em paridade de poder de compra e é agora a 7ª maior economia mundial.

Entre os países do G20, o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro foi o quinto maior, ficando atrás de China, Índia, Argentina e Turquia.

Segundo informou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB brasileiro cresceu 7,5% em 2010. De acordo com Mantega, esse crescimento não sinaliza um superaquecimento da economia. Para ele, os dados mostram que já há um desaquecimento no último trimestre.

Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 3,675 trilhões em 2010.

“Isso mostra a capacidade produtiva da economia brasileira, o potencial que vem sendo realizado nesses últimos anos. Mostramos nossa capacidade de crescer cada vez mais”, afirmou.

O ministro disse ainda que o crescimento significativo do investimento mostra a qualidade do crescimento brasileiro, já que está havendo expansão na capacidade produtiva brasileira.

“Isso nos habilita a continuar o crescimento nos próximos anos e crescimento equilibrado com mais oferta de produto afastando problemas de abastecimento e de inflação”, completou.

O percentual do PIB é o maior desde 1986, quando houve a mesma alta. No entanto, a metodologia da série foi modificada em 1996.

Em 2009, o PIB havia apresentado retração de 0,6% –a primeira na atividade econômica desde 1992.

Com o crescimento mais arrefecido na parte final do ano, o PIB subiu 0,7% no quarto trimestre de 2010, em relação aos três meses imediatamente anteriores. Na comparação com o período de outubro a dezembro de 2009, a economia registrou alta de 5,0%.

REVISÃO

O IBGE revisou os dados dos trimestres do ano passado que já haviam sido divulgados. No primeiro trimestre, a economia avançou 2,2% ante os três meses imediatamente anteriores –anteriormente tinha apresentando expansão de 2,3%.

No segundo trimestre, a revisão também apontou um percentual menor –de acréscimo de 1,8% para 1,6%. Já no terceiro trimestre, o crescimento passou de 0,5% para 0,4%. 

PS do Viomundo: O problema não é o PIB. É o que tem dentro do PIB.





69 comentários

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Morvan

05 de março de 2011 às 10h39

Bom dia.
Lembrando a todos que há métodos bem mais confiáveis (err, menos viciados) de falar em desenvolvimento, como utilizar o Índice de Gini, o qual mostra, com muito mais fidedignidade, a distribuição de riquezas.
O Coeficiente de Gini, ideia do italiano Corrado Gini, é capaz de medir, com bastante acuidade, não só a distribuição de riquezas bem como o seu complemento, que é a concentração desta; como o Coeficiente vai de 0 (Zero) a 1 (Hum); este Índice pode e deve ser parâmetro para análise econômica em N situações. O Problema do PIB, de modo absoluto, é que, se uma pessoa come doze (12) quilos de lagosta e seus vizinhos não comem sequer um (1) quilo, para efeito de "composição do PIB", o consumo per capita da minha cidade, a cidade das lagostas, é de 12 (doze) Kg/ano. Cruel, muito cruel.

Por isso que eu não estou tão feliz como está o sr. Guido.

Morvan, Usuário Linux #433640

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Gilmar Bueno

05 de março de 2011 às 00h38

Ao Carlos Cesar:São quase 10 GB de arquivos/Política,inclusive comércio exterior.Meu e-mail é [email protected] disponível para contato.Vai uma amostra…OMC dá nova vitória ao Brasil sobre os EUA .Desta vez, a entidade máxima de comércio condenou a barreira americana contra o suco de laranja, que prejudica produtores nacionais.Além do suco, barreiras ao etanol têm levado o setor brasileiro a pressionar por mais uma disputa e uma crescente tensão na relação comercial bilateral também tem marcado o diálogo entre Washington e Brasília.Tenho uma apresentação sobre geopolítica do petróleo com dados de produção/consumo mundial que explica facilmente essa tensão que passamos no Oriente Médio.

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Marat

05 de março de 2011 às 00h20

A economia está melhorando? Então, que tal atacar as estruturas oligárquicas que aqui imperam, e distribuir melhor a renda?

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SILOÉ

05 de março de 2011 às 00h09

Waleria:
Você mesma que defende tanto a China não sabe se ela copia ou não copia. Ela não só copia como falsifica e vende . É a maior produtora de produtos falsificados do mundo. E os manufaturados deles Deus me livre!!!
Só que o nosso crescimento econômico não é baseado em mão de obra escrava e nem em desvalorização cambial fajuta e protecionista, é também crescimento da renda per cápita., de trabalho, de dignidade, de valorização humana, de qualidade de vida, etc, etc, ou você vai negar isso também???
Da herança maldita do FHC, nós já estamos conseguindo nos livrar, mais do ranço de vocês…
Tá difícil!!!

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Yes we créu !!!

04 de março de 2011 às 13h00

Sinceramente, eu nao compro desenvolvimento economico pelo seu valor de face. Vide o "milagre brasileiro", quando a distribuicao de renda era minima. Hoje temos DE com DR.

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José

04 de março de 2011 às 11h57

OuVIDOS DE MERCADOR: Não se deve dar muito crédito ao que a MIDIA TUCANA diz..Eles sempre estarão ao lado dos rentistas e nunca ao lado do povão,isso está no DNA do psdb

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Aline

04 de março de 2011 às 11h01

E aí vem a voz do povo e diz: http://www.blogcidadania.com.br/2011/03/aprovacao
Dilma Rousseff a primeira mulher na Presidência,para o povo, é sapiência!
Parabéns Presidenta!
Venceremos!

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Luci

04 de março de 2011 às 10h59

Unesco divulgou Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, o Brasil está em 88º lugar .http://www.unesco.org/ A Unesco afirma que o Brasil investe 71% menos que os paises ricos em Educação.O Mapa da Violência no Brasil apresentado pelo Ministério da Justiça, demonstrou números assustadores de mortes de jovens por homicídio.Valor online publicou que Mulheres ganham 75,7% do valor pago aos homens pelas mesmas funções.Sendo 7a economia do mundo é um país rico que precisa cumprir as Metas do Milênio (Oito Objetivos recomenmdados pela ONU), e distribuir renda.

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augusto

04 de março de 2011 às 09h42

>Brasil exportar petroleo do pre-sal. Sim.
>BR exportar so petroleo bruto? Nao.
>Br se amarrar com contratos de venda de óleo de loonga duraçao com Eua? Necas, mesmo.
>Trunfo na manga? OK . Dar-lhes uma ajuda estrategica, livrando-os de parte do nó do Oriente medio? Tudo
bem , mas a troco de pea-nuts?
>Dependencia? De jeito nenhum.
Olha nos crescemos, é verdade. Mas nao vamos deixar crescer as orelhas.

Responder

José Ruiz

04 de março de 2011 às 09h37

O Brasil sempre esteve entre as maiores economias do mundo. Desde que eu me entendo por gente, é a oitava (+ ou – 1) economia do mundo. E o que representa isso? Nada, pelo menos para a maioria da população brasileira. Esse cálculo de PIB há muito é considerado um referencial pobre. Se em um grupo de 100 pessoas, 1 tem 1 milhão e os outros 99 tem zero, dizer que o PIB dos 100 é 10 mil é uma falácia. O governo brasileiro devia se preocupar com outros índices, como o IDH, mais completo, e ainda índices de saneamento básico, moradias decentes, preservação de meio ambiente, atendimento médico-hospitalar, etc… O IDH do Brasil tem melhorado nos últimos anos, mas ocupa a posição 73 no ranking mundial, atrás de países como Irã, Peru, Uruguai, Argentina, Chile… Temos uma loooonga caminhada pela frente… essa notícia, partindo do ministro da economia, para mim é blá, blá, blá…

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    assalariado.

    04 de março de 2011 às 23h27

    Jose Ruiz,realmente voce tem razão,atras da corda vem a caçamba,explico:

    O ministro Mantega enche o peito para dizer que "somos" a 7ª economnia do planeta,no entanto,ele não estabelece(será que ele esqueceu deste "detalhe"), correlação entre(produção de riquezas x distribuição de renda) que, pela lógica matematica de economia deveriamos sermos o 7º pais em qualidade de vida porém,somos o 73º em qualidade de vida,com direito a R$ 545,00/mês, de salário minimo.

    Sabemos que o capitalismo não veio para distribuir renda,muito pelo contrário,a sua lógica existencial é, os patrões explorarem ao maximo a mão de obra dos assalaridos,para com isso acumularem riquezas em prejuizo dos verdadeiros produtores da riqueza nacional.Os gerentes de plantão do capital(governos) estão sempre em conluio com estas elites,seja para nos tirar direitos adquiridos,seja para nos reprimir quando nos rebelamos contra a ordem,a ordem capitalista e seu Estado burguês,e tome blá,blá,blá,…

    Saudações Socialistas.

ZePovinho

04 de março de 2011 às 09h20

O QUE O IBGE MOSTRA E ORTODOXIA DESPREZA

Menos de 24 horas depois de o BC elevar a taxa de juro para 11,75% — medida profilática para desaquecer a economia e conter ‘pressões inflacionárias' decorrentes do descompasso entre oferta e demanda ,explicam os consultores dos mercados financeiros– o IBGE divulgou dados do PIB de 2010. O confronto entre os sinais emitidos pela economia real e a decisão do BC deveria inspirar, no mínimo, alguma reflexão em círculos saltitantes, dentro e fora do governo, unidos pela ciranda-cirandinha do ‘corta-corta'. Vejamos:
a) o PIB brasileiro cresceu 7,5% no ano passado em relação a 2009; b) a retomada em 2010, todavia, não se mostrou apenas vigorosa na recuperação do tempo perdido: ela foi sobretudo notável na sua consistência; c) o crescimento do PIB foi puxado, com folgada dianteira, pela formação bruta de capital que registrou um crescimento histórico de 21,8% ; d) mas foi principalmente a produção de máquinas e equipamentos que impulsionou esse salto na agregação de capacidade produtiva: o avanço nesse segmento atingiu 30,5% em 2010 (havia caído 13,1% no ano anterior); e) sim, a expansão do consumo também foi robusta. Puxada por ganhos reais de salário e maior disponibilidade de crédito, subiu 7% no ano. As grandezas, porém, são eloquentes: o investimento em estruturas e máquinas para promover a ampliação da oferta está crescendo a uma velocidade três vezes superior à da demanda corrente. Diante desse desenho, o que faz o jogral ortodoxo? Esquece-o para destacar os 'desequilíbrios' observados no último trimestre de 2010, quando, de fato, o consumo cresceu quatro vezes mais que a média da economia e a taxa de investimento retrocedeu. Nenhuma chance à possibilidade de ser um hiato em que o entusiasmo natalino do consumidor se descolou do freio empresarial, compreensível este, à véspera de um novo governo. Não. Vaticina-se o caos, somente mitigável à base de longa e virulenta dieta de 'pão e água', leia-se, menos investimentos públicos, mais juros. Assim se torna uma profecia auto-realizável.
(Carta Maior; 5º feira-, 03/03/2011

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Claudio Ribeiro

04 de março de 2011 às 08h05

http://palavras-diversas.blogspot.com/2011/03/her

O país cresceu a níveis altíssimos em 2010, recorde histórico e com cenário econômico promissor para a redução da desigualdade, geração de empregos formais e aumento da renda do trabalhador, assim como creio que a ascenção social permanecerá acontecendo nos próximos anos de formar intensa, salvo qualquer sobressalto na economia…

Claro que anseio por movimentos mais rápidos na reduçaõ da pobreza extrema e distribuição das riquezas, mas o caminho parece bem pavimentado.

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O_Brasileiro

04 de março de 2011 às 07h12

A notícia de aumento nos juros foi para os anais dos bancos… Nos dois sentidos!

Responder

Marcio Leandro

04 de março de 2011 às 06h30

Cá entre nós, prefiro crescer de nosso jeito, onde aos poucos as pessoas também vão crescendo e não apenas os números do PIB. Em outros países como China e Índia, por problemas de liberdade e mesmo políticos o crescimento da economia não leva quase nenhuma melhora às pessoas, aqui em nosso país eu vejo todo mundo melhorando e conseguindo realizar sonhos antes tão distantes. Vejo nossa educação ainda problemática mas melhorando ano a ano, vejo nossas escolas técnicas formando mais pessoas e a maioria conseguindo emprego, vejo o desemprego em queda, enfim eu vejo muita coisa boa dentro do PIB e não só as ruins. Como disse alguém num comentário acima; "Prefiro ver o copo meio cheio do que meio vazio.".

Responder

Yes we créu !!!

04 de março de 2011 às 01h06

No governo do FHC eramos a 13 economia do mundo. Hoje o Brasil eh a setima e ja ultrapassou a Inglaterra e a Franca. Simples assim.

Responder

    Klaus

    04 de março de 2011 às 11h18

    Em que o câmbio ajudou nisto? Então, se o real se valorizar e 1 dolar ficar valendo R$0,10 seremos a primeira economia do mundo. E daí?

    Yes we créu !!!

    04 de março de 2011 às 12h57

    E vc acha pouco o Real ser uma das cinco mais valorizadas moedas do mundo? Talvez vc nunca tenha ouvido falar no Cruzeiro…

    SILOÉ

    04 de março de 2011 às 13h12

    E daí??? Então meu caro, só desenhado prá te explicar…

SILOÉ

04 de março de 2011 às 00h23

.O Brasil com as terras férteis que tem não da prá fugir do destino de ser o celeiro do mundo.
Sempre foi e será um dos maiores exportadores de commodities,do mundo, nenhuma vergonha nisso: O agro-negócio também é negócio
Só que até o governo de Lula houve pouco ou quase nenhum incentivo aos manufaturados, chegando ao cúmulo do governo FHC, com o desemprego nas estratosferas, com a indústria naval à ver navios; fazer encomendas de plataformas para a Coréia do Sul a preços super- faturados só para embolsar a comissão. Graças a visão de Lula e sua equipe, essa encomendas foram canceladas, dando à partir daí, incentivos fiscais e financeiros, colocando o nosso parque indústrial num patamar competitivo. Esse é só um, dos exemplos.
O nosso "pib" só não foi maior, porque leva tempo, para qualquer indústria se recuperar do abandono em que se encontravam na era FHC E também só agora é que conseguimos investir pesado em tecnologia de ponta e mão de obra qualificada.
Se com oito anos de governo Lula alcançamos esse nível, com mais oito de Dilma seremos os primeiros!!!
Querem apostar???

Responder

Lucas Cardoso

03 de março de 2011 às 23h15

Mas esse crescimento é baseado na agricultura e na extração de minérios. O Brasil tem que deixar de lado seu papel de fornecedor de matéria-prima e investir na exportação de produtos de alto valor agregado. Não adianta crescer 7,5% só exportando ferro pra China e soja pra Europa.

Responder

Gilmar Bueno

03 de março de 2011 às 23h09

Artista relacionado à commodities x manufatura:Procure saber quanto nosso suco/laranja (produto acabado),é sobretaxado pelo pateta (EUA).De quando é à sobretaxa ao nosso Etanol (produto acabado).Dos nossos calçados.Do nosso aço/planos é sobretaxado (EUA).Procure saber de quanto é o subsídio/Europeu/Americano à agricultura local.Vocês não sabem que o insumo/principal do capitalismo,o tal Petróleo é subsidiado no 1º Mundo?Vocês também acreditam que o galão/gasolina/yankee,aproximadamente de R$ 1,75 é real???Não pararam para pensar que as centenas de bilhões de dólares pra bancar o custo/logística de guerra,é de graça???

Responder

    Carlos Cesar

    04 de março de 2011 às 07h06

    Certo Gilmar, pq vc nao coloca alguns links sobre isso então. Já que sabe, compartilhe.

LUCAS

03 de março de 2011 às 21h39

PERNAMBUCO EM RITMO CHINÊS: ECONOMIA CRESCE 9,3% EM 2010! http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2011/0

Responder

assalariado.

03 de março de 2011 às 20h49

Qual a diferença entre PIB e PNB?
"…O PIB representa todas as riquezas produzidas dentro das fronteiras de uma região, independentemente do destino dessa renda. O conceito de PIB também descarta a entrada de verbas do exterior. O que é levado em consideração é simplesmente aquilo que é produzido dentro das fronteiras da região ou país. Já o PNB considera todos os valores que um país, por exemplo, recebe do exterior, além das riquezas que foram apropriadas por outras economias, ou seja, os valores que saem." "…Desta forma, em países em desenvolvimento, como o Brasil, o PNB normalmente é menor que o PIB, uma vez que as transnacionais enviam grande parte de seus lucros para seus países de origem. Da mesma forma, em países com muitas empresas de atuação global, como nos Estados Unidos, o PNB tende a ser maior, já que há uma grande absorção dos lucros gerados por suas empresas no exterior"

Aqui tem mais http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:-TcGPPoYESYJ :www.brasilescola.com/economia/qual-diferenca-entre-pib-pnb.htm+pnb+e+pib&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&source=www.google.com.br” target=”_blank”>:http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:-TcGPPoYESYJ Responder

    Gustavo Pamplona

    03 de março de 2011 às 21h56

    Daahnnnnn….

    Fabio_Passos

    03 de março de 2011 às 21h58

    Remessas de lucros com este real hipervalorizado, então? É um maná para as transnacionais.
    Onde tem os bons números? Sobre a quantidade nababesca de riqueza vazando p/ fora do Brasil?

    Você não imagina como tenho saudades do Brizola.
    As Perdas Internacionais!

    assalariado.

    04 de março de 2011 às 23h40

    Fabio,aqui estão os bons numeros(surrupiados pelo capital internacional), da nação/povo brasileiro…

    "Para as matrizes das empresas estrangeiras, o ano de 2010 foi bem robusto. As remessas totais líquidas de lucros e dividendos, conforme o BC, somaram US$ 30,4 bilhões, acréscimo de 20,4% em relação a 2009. Aumentaram também as transferências com royalties e licenças, que atingiram US$ 2,5 bilhões no ano, acréscimo de 18% em relação a 2009. O déficit em serviços de computação e informações foi de US$ 3,3 bilhões em 2010, 27,4% superior a 2009.'

    Leia aqui o comunicado do Banco Central

    Aqui tem mais :http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/16699-remessas-de-lucros-e-dividendos-somaram-us-30-bilhoes-em-2010

    Saudações Socialistas.

Manoel

03 de março de 2011 às 19h39

Temos o que comemorar, sim. Foram 15 milhões de empregos gerados e 40 milhões de brasileiros inseridos no mercado, quase uma Espanha, que tem cercad de 45 milhões de pessoas.
Criticar é fácil. Vocês querem o que? O desemprego no Brasil está abaixo de 7%, enquanto na Espanha beira os 20%.
Temos muito o que comemorar, sim!
Deixem de ver o copo meio vazio, porque ele está quase cheio!

Responder

Fabio_Passos

03 de março de 2011 às 19h32

Os principais objetivos do Brasil devem ser o crescimento econômico e a distribuição de renda.

7,5% de crescimento é para se comemorar.
Este é um resultado que precisamos reproduzir!

O Brasil precisa crescer a taxa mínima de 7%aa para reduzir nosso subdesenvolvimento, que foi agrado nos últimos 20 anos, quando comparado aos eua.

Ao invés de aumentar os juros, cortar gastos do Estado e dar um aumento pífio do salário mínimo, o governo Dilma deveria é apostar exatamente no caminho oposto, que foi aplicado com sucesso no governo Lula-2 e que produziu o bom resultado de 2010:
– Reduzir juros
– Elevar os investimentos e gastos sociais do Estado
– Aumentar a participação do salário no PIB

Responder

    Epitácio Nogueira

    03 de março de 2011 às 20h06

    Concordo com a sua frase "O Brasil precisa crescer a taxa mínima de 7%aa para reduzir nosso subdesenvolvimento".

    Esse crescimento de 7,5% em 2010 não deveria ser considerado algo "anormal", e sim algo corriqueiro, como é na Índia e na China. Devíamos crescer 7% todos os anos, e não apenas de vez em quando.

    Precisamos dobrar nossa renda per capita (o que significa mais que dobrar o PIB, já que a população aumenta) para chegarmos a ter uma renda per capita igual a da Coréia do Sul. Portanto, crescer 7% ao ano é o mínimo…

    Mas para isso é preciso enfrentar o lobby do mercado financeiro, e baixar os juros. Além de parar de fazer cortes no Orçamento.

    Fabio_Passos

    03 de março de 2011 às 21h27

    A frase não é minha. Apenas reverbero.

    A análise perturbadora, no melhor sentido, é a que segue:

    "Crescer a 7%" http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

    Um crescimento médio de 4,5%aa é fracasso.
    O Brasil chegaria em 2022, no bicentenário de sua Independência, tão subdesenvolvido quanto é hoje.

    O lado bom é que este crescimento de 7,5% em 2010 não é uma conquista inusitada.
    É a simples materialização do potencial de nosso povo… quando sua capacidade não é abortada pela ganância ilimitada de uma minoria de especuladores malditos.

    Elza

    04 de março de 2011 às 15h52

    Fábio, eu ñ entendo de economia só a pessoal, ñ dá pra entender todo esse blá blá de alguns economistas, qnd o Brasil ñ cresce a mídia entrevista os mesmos, q/ mais confundem agente do q/ explica e dizem q/ o Brasil precisa crescer, então o Brasil cresce e aí dizem q/ o país precisa pisar no freio e a própria presidente Dilma em entrevista ontem (03) falou q/, o Brasil crescendo a 4,5%aa em 2011 estava mt bom. A quem interesa q/ o Brasil ñ se torne uma grande potência?, q/ o seu pib cresça além de 5%aa? Assim nunca vamos ser o maior celeiro do mundo e olha q/ temos potencial para isso. Desde q/ nasci que ouço a história de País do futuro, o maior celeiro do mundo e olha, q/ já faz alguns anos q/ nasci. Agora é como uns comentários acima crescer com elevações de IDH.

Bonifa

03 de março de 2011 às 19h06

"Mostramos nossa capacidade de crescer cada vez mais." Mostramos para quem, ó Mantega? Não crescemos para nos mostrar a ninguém, crescemos porque crescemos e quem quiser que olhe e fique de boca aberta! Deixa disso, rapá!

Responder

FrancoAtirador

03 de março de 2011 às 18h54

É ?!?

OS EUA SÃO A PRIMEIRA E TÊM 40 MILHÕES DE POBRES… E AUMENTANDO

Responder

    Klaus

    03 de março de 2011 às 22h36

    No seu teclado, a sua esquerda, tá vendo, uma tecla um pouco maior que as outras? Não, não, esta é a Tab. A de baixo, bem do lado da letra A, escrito CapsLock? Isto, esta mesma. Aperta ela, por favor.

Gustavo Pamplona

03 de março de 2011 às 18h15

Essa vocês vão gostar também… ;-)

Vocês se lembram do programa "Topa Tudo por Dinheiro" do Sílvio Santos em que as vezes o Sílvio premiava com um milhão. Na realidade era um milho de mais de 1 metro provavelmente feito de isopor ou sei lá algum plástico

Por algum motivo bizarro estou enxergando o PIBÃO como o MILHÃO do Sílvio

Então, Quem quer dinheiro? (hahahahahhahahahaa)

Responder

    Marcelo Fraga

    03 de março de 2011 às 19h38

    Esqueceu da assinatura, Gustavo?
    Desde 2008 brincando no Viomundo.

    Abs.

    Gustavo Pamplona

    03 de março de 2011 às 21h24

    Amigo… é desde Jun/2007… e não brinco no "Vi o Mundo"… sou apenas um cara bacana mas um sacana também e já que pediu… vai a assinatura completa (com o PORCO)

    —-
    Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
    Desde Jun/2007 fazendo história no "Vi o Mundo"! ;-) <– assinatura original
    Desde Jun/2007 bricando no "Vi o Mundo"! ;-)
    Fundador do PORCO – Partido de Oligarcas Representantes de Capitalistas Opressores (PIG)

Uélintom

03 de março de 2011 às 17h27

o problema não é o PIB, é o PIG.

a questão é: o PIB está no bolso de quem? fico pensando, se em altíssima crise, carestia, fome, desemprego na década de '80 o PIB subia tanto quanto agora, com uma população significativamente menor, onde está esse dinheiro todo?

parece que essa é uma diferença importante das altas no PIB, de agora e de 26 anos atrás.

Responder

RODRIGO

03 de março de 2011 às 16h51

REALMENTE, PASSAR FRANÇA E INGLATERRA TEVE ESTAR INCOMODANDO MUITA GENTE . KKKKKKK
DA-LHE LULA E DILMA.

EU NAO VACILO.

Responder

Gustavo Pamplona

03 de março de 2011 às 16h05

Jornal Nacional, 03/03/2011… um breve ensaio:

Fátima – O Brasil hoje teve um crescimento de 7,5% do PIB mas (sempre o mas…) em comparação com os países do BRIC ele não teve um crescimento maior ao da China e Índia (*1)

Bonner – De acordo com o IBGE o Brasil alcançou 3,675 trilhões de reais… (e continua falando… com gráficos sendo mostrados na tela)

Fátima – (Timidamente e se falarem disto é claro) Com isto o Brasil supera a França e Inglaterra no índice de paridade de poder de compra (e… continua falando)

Abre um VT mostrando o Guido Mantega indicando números e talvez a Dilma em encontro com o Xanana Gusmão (e que não vão falar disto, com toda certeza, afinal… o Timor Leste não importa muito mesmo)

Bonner – Os brasileiros pagaram em média 6.722,38 reais em impostos e a carga tributária teve um aumento de 0,72% elevando para 35,13% do PIB em 2010. (*2)

Então gostaram do breve ensaio? hhahahahahhaha

(*1) – http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/03/econ

(*2) – http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/03/carg

Responder

    Bonifa

    03 de março de 2011 às 19h02

    Peraí, Timor Lorossae importa e muito, por sua posição estratégica e por ser um irmão lusófono. Se o Brasil tiver juízo, estará mais e mais presente em Timor.

Marco

03 de março de 2011 às 15h52

Azenha, a melhor parte de todo o post foi o seu comentário final: "O problema não é o PIB. É o que tem dentro do PIB."

Realmente, isso é o que importa ao final.

De fato, seria muito mais interessante sabermos qual é o PNB e compararmos com o PIB.
Ai sim, teríamos uma melhor ideia de como nosso país está sendo explorado e, consequentemente, desnacionalizado.

Responder

Gustavo Pamplona

03 de março de 2011 às 15h51

De um mineiro e belo-horizontino orgulhoso de ter uma belo-horizontina na presidência.

Uai… Dilma!!! Eita pibão bão, sô!!! hahahahahhahahahahhahahahah

Responder

    SILOÉ

    03 de março de 2011 às 22h53

    É gustavo; Contra fatos não há argumentos.

Antonio Silva

03 de março de 2011 às 15h50

Ué o radialista Adalberto Pioto está expelindo na ondas da CBN que o Brasil é a 10º economia mundial .

O PIGão insiste em derrotar o Brasil !

Responder

    Roberto Locatelli

    04 de março de 2011 às 22h07

    Rapá, esse Pioto é extrema direita.

waleria

03 de março de 2011 às 15h44

Quanto mais o tempo passa, parece que o QI de Mantega regride mais.

Ele agora diz que a moeda está estável e os empresários estão satisfeitos, pois estamos a exportar mais do que a importar.

Pelo menos o Serra dizia que sabia fazer conta!
O Mantega parece que nem isso aprendeu ainda.

Exportando commodities agricolas e minerais apenas, com o crescimento da China e India e Russia, exportaremos sim muitas commodities, sobrevalorizadas, e faremos caixa.

E quebraremos nossa industria de manufaturados.

E mataremos ainda in utero qualquer desenvolvimento tecnológico de ponta fora da Petrobras e da Embrapa.

Viraremos exportadores de commodities, enquanto China, India e Russia fazem o resto.

Deixaremos de ser o quintal dos USA para sermos o quintal da Asia.

É , o QI do Mantega – que não era dos maiores, está a regredir.

Responder

    Pedro1

    03 de março de 2011 às 17h39

    Houve crescimento do setor industrial…

    Menos apocalipse por favor.

    Enjoa.

    waleria

    03 de março de 2011 às 19h51

    Que setor industrial cresceu realmente e irá crescer Pedro?

    Industria naval, ok.
    Automobilistica ainda um pouco – talvez. Para consumo interno.
    Industria de peças, talvez.

    Mas muitas industrias inteiras estão a se esvaziar.

    E novas tecnologias – de ponta – fora petroleo da Petrobras, Embrapa e alguma coisa no alcool… o q?

    Nossa inovação é uma negação, comparada com os outros BRICS.

    Estamos perdendo o momento de deslanchar pra valer.

    Aqui só dá certo mesmo é banco – os mais rentaveis do mundo.

    Johnny

    03 de março de 2011 às 20h55

    aviões (Embraer)? equipamento bélico (Avibras)? know-how em exploração de minas (Vale)?

    waleria

    04 de março de 2011 às 08h08

    Johnny

    Embraer…. caminhou para trás, quase quebrou, depois voltou e agora quer deslanchar. Mas sempre com muita dependencia tecnologica externa, é uma montadora de aviões, mais que uma criadora.

    Avibras…. isso ainda existe?

    Vale… essa eu sei bem porque há mais de 20 anos atrás, mais de 30 trabalhei para a Vale.

    Eu trabalhava em pesquisa quimica e mineral, na época.
    A CVRD tinha uma excelente equipe no Km 14 – em Itabira. Pessoal competente e criativo. Hoje a Vale cada dia mais IMPORTA pacotes tecnológicos.

    Vou contar uma historinha pra vocês, na industria de fertilizantes.

    Há 30 anos mais ou menos, eu participei de uma empresa da qual eu era socia, em tecnologia de fertilizantes. Fui para a Africa e Europa, para vender nosso know how, isso pelos anos 80!

    Vendemos para França, Tunisia, Marrocos.
    Fizemos projetos na Tunisia e instruimos o pessoal deles.

    No Brasil fizemos a maioria das industrias hoje existentes – em Araxá, Tapira, Goiás, Uberaba, etc…

    Voltei e falei para os socios – maiores que eu – vamos vender lá fora, sabemos o que não sabem – existe o mercado lá fora. Aqui dentro do Brasil temos Vale e Petrofertil – e Bunge talvez.

    Os outros , acomodados, disseram não.

    Voltei, sai da sociedade, e fui trabalhar em outro lugar.
    Poucos anos depois a firma que ajudei a montar, DE KNOW HOW – foi vendida e depois faliu.

    Hoje a Tunisia tem uma empresa que vende o know how que passamos para eles.

    E o Brasil importa fertilizantes, e importa tecnologia de fertilizantes.

    E com essa politica de juros e de cambio logo logo importaremos nossos pijamas.

    Para produzir commodities, importamos fertilizantes que usam tecnologias que nós ensinamos lá fora, e hoje as empresas brasileiras importam de quem nós ensinamos no passado.

    É disso que estou a falar aqui – o chinês raciocina no seu BC, o turco raciocina. No Brasil o BC protege o sistema bancario – não raciocina em prol do povo brasileiro.

    Nosso BC é como nossas policias.

    Nossas policias não protegem o cidadão – mas protegem o Estado contra o cidadão. Essa é nossa ESTRUTURA policial.

    A Estrutura de nosso BC é direcionada a Proteger o Sistema Bancario contra o cidadão.

    Isso precisa mudar.

    Fabio_Passos

    04 de março de 2011 às 15h53

    waleria,
    venha sempre ao blog do Azenha.
    você enriquece pacas.

    beattrice

    05 de março de 2011 às 01h44

    Excelente análise Waleria, com destaque para ao papel relevante da indústria química no presente e no futuro, e que não recebe infelizmente a atenção que merece para "deslanchar" nas suas palavras.

    assalariado.

    03 de março de 2011 às 21h12

    waleria,pelo jeito o pessoal aqui não sabe o que é desindustrialização.Ainda bem que voce não se ofende com certas respostas e ainda por cima da uma aula do que é desindustrialização e o pessoal nem está sacando.O Brasil esta se tornando um grande exportador de produtos primarios, produtos em forma bruta sem valor agregado( o Lula deu uma bronca no Agnelo pres. da Vale do Rio Doce,lembra?) Vou tentar ajudar e,aqui tem explicação do que são setores de economia e, se dividem em 3 partes: Setor Primário,Setor Secundário e o Setor Terciário…

    Aqui tem uma ótima explicação: http://www.suapesquisa.com/geografia/setores_econ

    waleria

    04 de março de 2011 às 07h55

    Obrigada Assalariado.

    É bom a gente ver que tem muito assalariado que entende a realidade das coisas.

    Obrigada

    Leider_Lincoln

    03 de março de 2011 às 18h15

    Pelo menos o Serra dizia que sabia fazer conta?
    Veja isso: http://www.youtube.com/watch?v=UiRNvK95438
    Eu até discutiria o assunto do Brasil "exportador de commodities". Mas esperarei para ver se alguém minimamente inteligente, para que minhas palavras não sejam desperdiçadas…

    waleria

    03 de março de 2011 às 19h47

    Lincoln

    Eu não vi esse video, mas é em que o Serra dá a aula dele de estatistica?
    Hahahaha!

    Se for…. a gente ve como ele sabe das coisas.

    Mas o problema agora é o Mantega achar que o Brasil vai bem, obrigado.

    Não vai não.
    Perto do tempo de FHC vai, é claro, mas se comparamos com realmente caminhar adiante, caminhamos como tartarugas.

    Esse é o meu ponto.

    E ficar como produtor de commodities E SÓ ISSO no futuro, é ser tartaruga.

    SILOÉ

    05 de março de 2011 às 01h05

    Menos Leider, bem menos…

    Gilson Raslan

    03 de março de 2011 às 18h50

    Waleria,
    só um idiota pode imaginar que a China vai fechar suas siderúrgicas para importar minério manufaturado do Brasil; que países europeus (Suiça, Alemanha, Itália) vão fechar suas indústrias de derivados do café e do cacau para comprar esses produtos do Brasil, etc.etc.etc.
    Você já pensou nisso, sabichona?

    waleria

    03 de março de 2011 às 19h44

    Gilson

    A Vale exportava minério de ferro como CVRD – para a China e alhures quando a China nem siderurgia tinha. O problema é que enquanto a China montou um enorme polo siderurgico, nós continuamos exportando o mesmo minério de ferro… não de Itabira, mas da Amazonia. Só isso praticamente mudou.
    ro.
    E pelo jeito vamos continuar no mesmo naipe.

    O cacau e o café – a industrialização deles aconteceu há muito tempo lá fora – e nos deixamos explorar no passado como nos deixamos no presente – e no ritmo que vamos deixaremos no futuro.

    Mas eu pergunto – PORQUE NÃO APRENDEMOS COM A CHINA?

    O Chines pensa – não copia.

    Ele copia, depois ele melhora, depois ele inova e depois ele lidera, e ganha o mercado.

    Porque nós vemos o que chineses e indianos estão a fazer – e não fazemos?

    Mesmo na economia – seguimos ainda hoje aquela velha cartilha do aumenta a inflação aumenta o juros.

    Assim seremos medíocres para sempre.

    Esse é meu ponto – já passou da hora de inovar no Banco Central – como começa a fazer a Turquia hoje. E como vem fazendo China e India em muitas áreas.

    ANDRE

    03 de março de 2011 às 20h05

    No governo do FHC eramos a 13 economia do mundo

    waleria

    04 de março de 2011 às 08h31

    Andre

    FHC foi tudo de ruim, eu acho que devemos esquecer esse período.

    Lula é incomparavelmente superior.

    Eu penso sempre de Lula em diante – o FHC para mim já é arqueologia.

    daniel

    03 de março de 2011 às 22h54

    Concordo em parte… Deu-me raiva ver num mercado aqui perto, Rizoto instantâneo importado da itália. Agente não tem arroz não!?

    waleria

    04 de março de 2011 às 08h32

    Daniel

    Isso sem contar os salgadinhos de soja importados!

    Já pensou?

    José Ruiz

    04 de março de 2011 às 10h04

    Criticar o governo Lula e o atual Dilma por ser um exportador de commodities, oferecendo Serra como solução não é legal. É óbvio que precisamos evoluir o trabalho que foi feito nos últimos anos, mas nem de longe os conservadores brasileiros (DEM/PSDB) estão credenciados para isso. Oras, é justamente essa parcela da população que exporta commodities! Quem são os donos do agro-negócio, que detona o país para exportar commodities? O Brasil tinha uma doença: chamava-se latifúndio. Ao invés de curarmos a doença, trocamos o nome, e chamamos de agrobusiness…Oh, ficou lindo… Mas continua a mesma política de exclusão social, com o agravante de destruirem o meio ambiente. Vai falar prá esses caras que a melhor solução para o Brasil é a agricultura familiar e não a monocultura de soja ou cana…(!!). Explica que o MST é solução, não problema. Eles estão entrincheirados no congresso. Fizeram a proeza de aumentar a bancada nas últimas eleições (pobre-ignorante-brasileiro, que acha bonito votar em fazendeiro rico). Neo-liberais nunca mais: a solução para o Brasil é aprofundar as tímidas reformas que se iniciaram no governo Lula. Quer parar de exportar commodities? Muda o foco para a agricultura familiar, para as cooperativas, investe na proteção do meio ambiente, biodiversidade…

    waleria

    04 de março de 2011 às 16h42

    Ruiz, Serra solução?

    Quem disse isso?

    Hahahahaha!

    Serra não é solução nem na casa dele, nem na Transilvania!

    Eu não comparo o que temos agora e o que plantamos agora com o passado tenebroso de FHC/Serra e outros bandoleiros.

    Eu comparo o Brasil de hoje com a China de hoje, com a India de hoje, com os outros BRICS de hoje.

    Demos e Tucanos eu espero que nunca mais apareçam.

    Mas nós, que fizemos campanha para Lula e Dilma, precisamos ser exigentes com Dilma.

    Lula andou muito.
    Dilma precisa andar muito mais – e temos como parametro desse andar, a China e a India, a Russia e até a Argentina.

    E quando comparamos nosso desempenho com os deles, estamos caminhando a passos de tartaruga.

    E eles INOVAM nas suas politicas monetárias e cambiais – e nós não. Nós mantemos a cartilha neo-liberal do Meirelle no BC…. isso precisa mudar.

    E Dilma pode mudar – se quiser.

    beattrice

    05 de março de 2011 às 01h47

    O problema do Mantega é o Tony Palocci na sala ao lado, aquele é "má influência" até a grandes distâncias.


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