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Lula traz o bafômetro para a campanha eleitoral
Política

Lula traz o bafômetro para a campanha eleitoral


16/10/2014 - 05h24

lula e dilma Brasília Teimosa

Do Facebook do ex-presidente Lula

“Eu vi no debate um candidato dizer que seu governo é o governo da decência e da competência. Como, se um dia ele foi parado às três da manhã nas ruas do Rio de Janeiro e se recusou a colocar a boca no bafômetro pra saber se ele tinha bebido ou não. Ora, como é que alguém que recusa fazer um simples teste do bafômetro pode dizer que vai governar este país com decência e com competência? Palavras são muito fáceis de dizer. Agir é muito mais difícil porque tem que ter caráter, tem que ter dignidade e tem que ter competência e isso pouca gente tem neste país como Dilma Rousseff”.

Lula, na noite desta quarta, em comício em Ananindeua, no Pará.

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18 comentários

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Álvares de Souza

17 de outubro de 2014 às 21h39

Os blogs “sujos” têm de publicar as lista do Aecim, de 166 milhões, dando-lhe a mais ampla divulgação, pois se trata do maior escândalo de caixa dois já visto e que certamente visava as eleições presidenciais de 2014. Se tudo o que contiver a lista for verdadeiro. é o fim da candidatura do Aécio.

Responder

Nelson Sales e Silva.

16 de outubro de 2014 às 22h54

Para que seria aquele aeroporto enrustido?

Responder

FabioT

16 de outubro de 2014 às 20h34

agua, agua, agua

Responder

Marcio

16 de outubro de 2014 às 19h16

onde tem fumaça………..
Vamos fazer algumas pesquisas, onde? No lugar que todos conhecem. No Google. Digitemos alguns nomes e associações: Antonio Andrada TCE MG, Antonio Andrada Cocaína, TCE MG Cresio Andrade esposa, Perrela cocaina. Ainda não foram censurados.

Responder

Paulo

16 de outubro de 2014 às 19h01

Já deviam ter explorado isso antes espereram muito,assim como o fato dele ter admitido que fumou maconha, sou usuário de maconha e não vejo problema nele ter fumado mas odeio hipócritas como ele que já fumaram mas dizem que agora são contra a legalização, assim como votou a favor da lei seca e se recusa a fazer o teste obrigatório pela lei que ele mesmo votou,nenhuma palavra define melhor esse sujeito do que hipócrita, essa estratégia pode fazer um enorme estrago na própria base de Aécio que é muito conservadora e impedir transferência de votos de evangélicos que votaram em Marina sei que é triste se apoiar nisso mas acho que a campanha de Dilma achou sua bala de prata tudo contra o mal maior é justificável e perdoável

Responder

Fabio Passos

16 de outubro de 2014 às 18h58

A verdade é que aécio neve não tem moral nenhuma para pregar moralidade.

Lula mostrou que o candidato do PiG não passa de um hipócrita.

Responder

Leandro

16 de outubro de 2014 às 18h44

Lula falando de bebida é a piada pronta do ano.

Responder

    olivires

    16 de outubro de 2014 às 20h18

    o problema não é beber, cada um trata seu fígado do jeito que quiser.

    o problema é dirigir embriagado e acabar matando um trabalhador indo pro serviço às 3 da matina, enquanto o playboy volta da balada.

    mas como pra esse tipo de gente crime não é descumprir a lei, é ser pego, usou seu direito de não produzir prova contra si mesmo.

    um indício do caráter e da ideologia dos “acima de qualquer lei”.

Eduardo

16 de outubro de 2014 às 18h33

Me parece que o bafômetro só pega o consumo de álcool ! Me pergunto: Porque Aécio teria se recusado? Seria falta de informação?

Responder

FrancoAtirador

16 de outubro de 2014 às 16h51

.
.
GÓLIS DI ÔRO!

AÉBRIO CURTÍNU A MARVÁDA !!!

Ô TUCÂNU MARVÁDO ÊSSI, SÔ!

(http://migre.me/kVRpW)

(http://migre.me/kVRKP)

(http://migre.me/kVRAn)

(http://migre.me/kVRsa)

AÉBRIO NÉBULUS

MALÂNDRU MARVÁDU

SAMBÂNU INCACHAÇÁDU…

(http://imgur.com/pgvf5nW)
i.imgur.com/pgvf5nW.jpg
.
.

Responder

O Mar da Silva

16 de outubro de 2014 às 15h32

Não fez o teste do Bafômetro.

Não processou o jornalista que o acusou de agressão a uma acompanhante.

Não investiu o mínimo em educação e saúde.

Emprega parentes.

Enriquece as empresas da família com dinheiro público.

Morava no Rio e, no mesmo horário, tinha cargo em Brasília.

Construiu pista de aeroporto na fazendo do tio-avô.

A ficha é longa.

Responder

Riaj

16 de outubro de 2014 às 15h04

Aos meus amigos que votarão em Aécio

Recentemente encuquei com a quantidade de pessoas que julgo inteligentes e que estão declarando voto-protesto em Aécio “para mudar tudo isso aí”. Sempre que alguém me diz que “do jeito que as coisas estão não dá mais” me pergunto se essa pessoa nasceu e cresceu na Dinamarca e chegou no Brasil há alguns anos apenas. O que não dá mais exatamente? As coisas não estão ótimas, mas já foram imperialmente mais grotescas. Talvez tudo esteja melhor com exceção do trânsito nas capitais – e vamos combinar que trânsito na capital não é um problema do Governo Federal.

“Ah, mas a corrupção está insustentável”.

Como assim, meu amigo? A corrupção é esporte nacional desde que o tal Dom João aportou por aqui. Pode não ter melhorado, mas agora está aí para ser julgada e condenada, como de fato está sendo.

“O PT quer instalar a ditadura”, já escutei gente que sei que é do bem dizer.

Mas então me expliquem que tipo de ditadura demora 13 anos para ser instalada? E que ditadura mantém poderes independentes e uma Polícia Federal que investiga o pessoal da situação? Que ditadura manda para a cadeia alguns de seus líderes mais influentes? Que ditadura permite ser chamada de ditadura sem mandar prender quem falou isso?

Encucado, comecei a refletir sobre essas coisas. Raramente minhas reflexões acabam em lugares produtivos, mas, por dever moral, compartilho aqui o que meus dois neurônios concluíram.

A sensação de insatisfação é mundial. Recentemente, a Europa teve que escolher o novo Parlamento, votado pela população dos países da comunidade Europeia, e duas correntes saíram vitoriosas da eleição: as de extrema direita e as socialistas. Me parece um recado claro de que todos querem mudança.

Mas mudança do que? O que está pegando?

O que está pegando é a desigualdade social e o desemprego. O Brasil não vai mal em nenhum dos dois (desigualdade e desemprego diminuiram), mas a onda da mudança chegou aqui também.

Todos nós sabemos que um pouco de desigualdade faz parte do jogo, mas a desigualdade que vemos hoje é alarmante e dilacerante. E, com a quebradeira de 2008 e os altos níveis de desemprego na Europa e nos Estados Unidos, é natural – embora abominável – que a turma da extrema direita, a turma do nacionalismo, a turma do “volta pra casa imigrante de merda porque é por sua causa que estamos nessa situação” se agigante e saia elegendo seus representantes. A explicação para a catastófica situação de hoje não é, claro, o imigrante, mas situações limite tendem a tirar o pior ou o melhor do ser-humano; e no caso da extrema direita é sempre o pior.

Mas o que levou a economia mundial a esse ponto?

Vamos analisar o caso americano, o berço do neo-liberalismo, esse sistema tão idolatrado pelos psdbistas, e onde hoje quatrocentas pessoas têm mais dinheiro do que a riqueza de metade da população somada. Os parágrafos a seguir estão mais no estilo “economia para idiotas” (o meu caso precisamente), mas sigam comigo porque eu prometo levá-los até que completemos um círculo inteiro.

Setenta porcento da economia americana está no consumo, e quem sustenta o consumo de qualquer economia é sempre a classe média. Se a classe média para de consumir, a economia para de crescer. O salário de um trabalhador comum nos Estados Unidos não cresce desde os anos 70. Não cresce significa que o poder real de compra do salário não muda há 40 anos. Está estagnado há quase quatro décadas. E estagnado nem é a palavra correta. O trabalhador comum ganha menos hoje do que ganhava em 1970.

Em compensação, a produtividade só cresceu, e só faz crescer até hoje. Então: se o salário é o que o patrão dá ao trabalhador, e se produtividade é o que o trabalhador dá ao patrão a gente consegue entender onde foi parar essa diferença. É um gráfico simples que até eu entendo. Mais produtividade, mais lucro. Mais lucro sem aumentar o salário do trabalhador significa acúmulo de dinheiro nas mãos apenas daqueles que controlam os meios de produção (perdoem se aqui o discurso soa marxista, sei que isso assusta alguns, mas prometo não arrepiá-los pedindo que se instale o comunismo).

E o que o patrão fez com esse dinheiro acumulado? Em vez de devolver ao mercado, ele guardou. Guardou em ações, em capital especulativo – no mercado de capital enfim. É um dinheiro que não cria utilidade social, o que seria aceitável numa sociedade de iguais, e não é esse o caso.

No mesmo período, fortificou-se a ideia de que taxar o patrão não é um bom negócio porque ele é o cara que cria empregos e, afinal, precisamos de empregos. Então, impostos sobre os ricos só caíram. Um trabalhador comum nos Estados Unidos hoje paga em torno de 30% de impostos. Warren Buffet, uma das maiores fortunas do mundo, paga 11%. (Pausa para que façamos a digestão).

Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.

O centro do universo econômico é o consumidor. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.

Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.

Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas.

O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezees em dois ou três. Que custo isso tem para a economia? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…

Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.

Isso chamamos de neo-liberalismo. O mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.

O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.

O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano. O modelo PTista investiu no social e mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).

Eu sei, ainda estamos longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.

É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.

Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.

Responder

    ani

    16 de outubro de 2014 às 17h20

    Ual Sr. Riaj, finalmente entendi um pouco de economia, vc explica muito bem. No ultimo debate , comecei a ficar em duvida se votaria na Dilma novamente, Aécio parecia muito convincente…Mas me diga por favor, o que o faz acreditar que Aécio vai seguir a mesma receita dos EStados Unidos ou de FHC??? Ouço comentarios de que o fantasma da inflação já está começando e com Dilma isso vai piorar, pode me explicar isso tb??
    grata

Nelson Sales e Silva.

16 de outubro de 2014 às 14h39

Por outro lado,,DEpois da descoberta da farsa da água, voce anda por são Paulo e só ouve o clamor dos cidadãos condenando o Anjo recém eleito.Parece que ninguém votou nele. Arrependimento tardio não costuma resolver os problemas. Não é?

Responder

wendel

16 de outubro de 2014 às 14h09

Rogério, estas realmente seriam as perguntas a serem feitas, e não consigo entender o porquê de não fazê-las
Algum motivo deve haver, pois são públicas e notórias !!!!!!1
Se descobrir o porquê da Dilma não fazê-las, me avise. Ficarei grato .

Responder

wendel

16 de outubro de 2014 às 14h03

Embora alguns assessores de Dilma digam para ela não pegar pesado, e nisto eu tb concordo, então deixa para o Lula fazer.
Tem ele e nós, a obrigação moral e ética de divulgar o que é, e quem é este playboy dublê de politico.
Se politica é o que sabemos que é, embora muitos não a honrem, e muitos generalizem a classe, por conta dos picaretas eleitos por nós mesmos, mas mesmo assim, não podemos prescindir de tê-la.
Cabe a nós, os que se esforçam por fazer a diferença, esclarecer aos incautos e ingênuos, para que não mais elejam estes crápulas, pois se assim for, o BRASIL, este belo País que amamos, ainda irá demorar muito para ser justo.
Por isto, meu voto é DILMA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Urbano

16 de outubro de 2014 às 12h44

Isso, Eterno Presidente Lula. Aperte o nó!

Responder

Flavio Wittlin

16 de outubro de 2014 às 10h36

Macunaécio não engana ninguém.

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