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Juliano Medeiros: Psol conversa com PSB, Rede, PDT e PCdoB por apoio a Boulos em São Paulo
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Juliano Medeiros: Psol conversa com PSB, Rede, PDT e PCdoB por apoio a Boulos em São Paulo


18/06/2021 - 07h49

Juliano sobre Marcelo Freixo e Guilherme Boulos

Da Redação

“Lamento que no meio de um debate sério, importante, que estamos fazendo sobre a unidade das esquerdas, tenha gente plantando notinha aqui, acolá, levantando este tipo de especulação”, disse ao Viomundo o presidente do Psol, Juliano Medeiros, a respeito da “notícia” de que Guilherme Boulos deixaria de ser candidato a governador de São Paulo para concorrer ao Senado numa chapa puxada pelo petista Fernando Haddad.

Medeiros disse que o Psol tratará Haddad, pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, “com o maior respeito”.

Ele também informou que seu partido já teve “conversas preliminares” com o PT, PCdoB, PSB, Rede e PDT para criar o ambiente propício a um futuro entendimento sobre as eleições paulistas em 2022.

Não se falou, ainda, em alianças.

Um recente levantamento do Paraná Pesquisas deixou o partido animado: Boulos apareceu na liderança com 17%, contra 15% de Márcio França (PSB) e 13% de João Doria.

Uma candidatura de Boulos à Câmara, que poderia puxar os votos necessários à superação da cláusula de barreira, não está no horizonte: Juliano lembra que em 2018 o Psol teve 2,89% dos votos nacionais (a cláusula, que era de 1,5% então, passa a 2% em 2022), além de 1% dos votos em 14 estados (quando precisava de 9).

Para o líder do Psol, não se deve superestimar o poder eleitoral de Jair Bolsonaro, que muitos textos recentes de gente da esquerda apontam como favorito em 2022.

Medeiros acha que Bolsonaro está isolado, na defensiva por causa da CPI da Pandemia e que perdeu apoio institucional nas Forças Armadas depois da demissão dos chefes das três forças.

Porém, lembra que em 2018 o atual presidente da República flutuou em torno dos 17% nas primeiras pesquisas, mas passou ao segundo turno com 46% dos votos e venceu a eleição. Embora as circunstâncias sejam outras, Bolsonaro tem a caneta que importa nas mãos — aquela, que comprou a adesão do Centrão.

Na entrevista acima, ele começa falando sobre a saída de um dos quadros mais importantes do partido, Marcelo Freixo, que se mudou para o PSB.





4 comentários

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Liliana

19 de junho de 2021 às 11h47

Nas eleições do ano passado, acendeu um sinal de alerta sobre o crescimento do PSOL. E só agora este partido esta percebendo que ele está sendo esvaziado pelo seu suposto parceiro politico. Agora corre atrás do PDT, espero que o PDT continue aqui para SP, apoaindo o Márcio Franca e seu vice do PDT(Antonio…) do ano passado(esqueci seu nome). Este praticamente quase venceu em 2018 o Dória, (+/- 3% a menos da votação), vencendo na capital e perdendo no interior, e que de última hora apareceu com video de machão hetero, agradando a população do interior.

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Bíblia do Bolsonarismo

18 de junho de 2021 às 22h55

já ajudaram eleger B, agradecemos pelo que possa ajudar novamente. Agora temos passagens para todos ir à Paris e gastar milhões em fara

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Zé Maria

18 de junho de 2021 às 10h38

Vamos dialogando. Sem traumas.
Temos até 5/8 para realizar as convenções
e até 15/8 para registro das candidaturas.

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