VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Gustavo Gindre: Dilma e o esgotamento do lulismo


28/06/2013 - 13h26

DILMA E O ESGOTAMENTO DO LULISMO

por Gustavo Gindre, via Facebook

O PT onde eu militei era um partido vivo, organizado através de núcleos locais ou temáticos, com diversas tendências internas expressando diferentes abordagens ao socialismo. Tinha uma revista pungente, uma editora combativa e até escola de formação política.

O PT que começou a nascer com a derrota de 1994 e se consolidou com a vitória de 2002 não tem mais nada disso. Suas tendências internas, por exemplo, viraram um amontoado de mandatos de parlamentares, disputando espaço interno com vistas às próximas eleições.

O PT foi colocado em segundo plano em detrimento do lulismo.

Segundo o professor Andre Singer, o lulismo é um grande pacto de classes, que combina a manutenção da política econômica do governo FHC com fortes políticas distributivistas. E só foi possível em parte pelo carisma de Lula, em parte pela extensa aliança política com setores da direita e, claro, pela garantia de que os problemas estruturais da sociedade brasileira não seriam tocados.

O lulismo (um tipo de bonapartismo que prescinde de partidos políticos fortes e movimentos sociais organizados) está baseado na crença de que seria possível estabelecer um ganha-ganha, onde a base da pirâmide ganha com o distributivismo e o topo se aquieta por saber que a pirâmide será mantida.

De outro lado, o lulismo só foi possível num cenário de expansão econômica, fortemente ajudado pela política industrial que nos tornou fornecedores de matéria-prima para a indústria chinesa.

Pois, parece que este modelo é justamente o que está falindo agora.

Primeiro, porque a política distributivista parece ter liberados forças no interior da sociedade que o pacto lulista não é mais capaz de conter. Quem ascendeu pelos méritos da política distributivista agora quer outros direitos que o pacto de classes não pode mais lhe oferecer.

Segundo, porque a expansão econômica baseada na reprimarização de nossa base produtiva vai chegando ao fim. Isso significa que os setores médios começam a demonstrar receio de perder renda. E por isso começam a bradar por serviços públicos de qualidade, pelos quais até agora estavam acostumadas a pagar, como educação, saúde e transporte.

Terceiro, porque a mídia (embora fortemente agraciada pelo lulismo) jamais lhe deu trégua e, ao contrário de outros governos, expôs as entranhas de sua aliança política com setores fisiológicos da direita. Embora a corrupção não tenha aumentado nos anos do lulismo, a percepção social dela ficou muito maior.

Por fim, embora a história não se resuma a indivíduos, é inevitável perceber que Dilma é a coveira do lulismo. A presidenta, isso já sabíamos, não tem nenhum carisma (um elemento central do lulismo). Descobrimos agora que ela também não tem nenhuma capacidade de negociar (outro elemento central do lulismo). Nem mesmo sua suposta capacidade gerencial é real.

Sem o velho PT para lhe dar sustentação ideológica e organizativa, Dilma se vê paralisada diante da crise. Seus cinco pontos são uma forma de protelar em um cenário com o qual ela não consegue lidar. Incapaz de manter o pacto lulista, incapaz de forjar um novo pacto à esquerda, incapaz de dialogar, seu autoritarismo se mostra inútil.

Em breve veremos que tipo de resposta o lulismo dará para a crise e se é capaz de sobreviver a ela.

Leia também:

Beatriz Cerqueira: Aécio fala em ouvir o clamor das ruas, mas governo tucano de MG não pratica o discurso

Centrais marcam ato conjunto para 11 de julho

Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa

Zé Dirceu: “DNA elitista” de tucanos teme soberania popular

#changebrazil: Leitores estranham conexões do “movimento”



72 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Antonio

29 de junho de 2013 às 19h15

Ou é LULA ou é a barbarie!

Responder

Bonifa

29 de junho de 2013 às 18h30

Mil análises prematuras, açodadas, muitas de um esquerdismo acadêmico paulistanóide e superficial, têm surgido aqui e acolá. O Lulismo está condenado a desaparecer, talvez, daqui a setenta anos, quando algum novo Fernando Henrique venha, talvez, a lograr o que este não logrou: Acabar com a Era Vargas. No Caso, a Era Lula.

Responder

Fábio

29 de junho de 2013 às 17h04

E se esgotou mesmo. O lulismo foi o pacto com o PMDB, que pôde continuar mamando nas tetas do estado como sempre. Com as empreiteiras, empresas de transporte e outros grupos empresariais espúrios que submetem a classe média a um relacionamento de extorsão. E com os muito pobres que estão felizes, com razão, em poder comer três refeições diárias. Entre ser extorquido pelos políticos e pelo setor privado, a classe média, que parecia dormente, vai às ruas com sangue nos olhos e sem saber direito para que lado atirar, mal informada e alienada que é.
Alternativa à direita não existe no Brasil: em vez de empreendedores com visão de futuro e sem medo de mudança, são os coronéis de sempre e seus descendentes.
E se o governo guinar de uma vez à esquerda, com o pessoal que tem a cabeça presa em Sierra Maestra, nem opção à esquerda teremos.
Tenho dó da Dilma, governar o Brasil é um “game” no modo “hard”.

Responder

abolicionista

29 de junho de 2013 às 15h51

Cada ministro da Dilma é um motivo a mais para concordar com o texto…

Responder

Antônio

29 de junho de 2013 às 13h15

A COISA TÁ TÃO MISTURADA QUE EU NÃO SEI MAIS O QUE É FORA DE PAUTA

Mas as pessoas aguardam por esclarecimentos sobre os gastos com a Copa do Mundo. Estive conversando com o dono de um barzinho que me perguntou de onde vem o dinheiro das duas Copas. E eu calmamente expliquei: os estádios foram construídos com empréstimos privados dos bancos estatais.
Os governos estaduais assumiram as dívidas das construções dos estádios daquelas cidades onde está ocorrendo a Copa das Confederações ou ocorrerá a Copa do Mundo. Mas os governos estaduais podem, se tiver alguém da iniciativa privada que queira, repassar a administração dos estádios para um grupo privado. Como o que já está acertado, por exemplo, para o caso do Maracanã. Um grupo privado vai explorar o Maracanã por 30 anos. No caso do Maracanã, o contribuinte não irá gastar um tusta na reforma do Estádio, que já abrigou a primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, em 1950, quando da inauguração daquele estádio.

O Itaquerão já está vendido ao Corinthians. E fala-se que o o empréstimo para a reforma da Arena Castelão em Fortaleza vai ser pago com dinheiro da iniciativa privada e do governo do Estado do Ceará,ou seja, do contribuinte. É claro que não se pode fazer as duas Copas sem a colaboração do contribuinte. Mas nesse caso ela foi mínima.

Na construção dos estádios foram gastos 7 bilhões de reais. O resto foi dinheiro do PAC utilizado antecipadamente nas obras de infraestrutura, como avenidas, rodovias, aeroportos, portos e o diabo a quatro, a maioria para melhorar a mobilidade urbana, e que vai ficar para muito além de 2)14. Durante muito tempo a oposição disse que a Dilma não conseguiria construir tantas obras em tão pouco tempo. Agora que a mulher construiu, querem destrui-la.

Mas cadê o Aldo Rebelo que não vai à televisão para explicar isto que eu expliquei para o dono do barzinho. Eu estou ficando cansado de explicar a pessoa por pessoa. Puta merda!

Responder

    CarmenLya

    29 de junho de 2013 às 19h20

    Antônio…tu me lembraste a “Velhinha de Taubaté”…personagem do LFVeríssimo, que era a última brasileira a acreditar na ditadura, hahahahahaha!!!!!! Que lavagem cerebral exemplar…

lukas

29 de junho de 2013 às 13h15

Ao ler os comentários, fico feliz porque vejo que os petistas estão com a cabeça enfiada no buraco e não veem um palmo em frente do nariz,

Permaneçam assim.

Responder

Marcio C.

29 de junho de 2013 às 12h13

Ex militante e pior que ex mulher

Responder

    CarmenLya

    29 de junho de 2013 às 19h21

    Porque normalmente é quem conhece o traste de verdade!!!!!

marco

29 de junho de 2013 às 10h43

Que bom para o sr.não é mesmo senhor Gustavo Gindre,agora o senhor poderá eleger seu candidato!Tem muitos por ai,já escolheu?Quem sabe o Cerra,p FHC,A Marina,o Roberto Freire,não gosta?O Campriles?-Tem o Eduardo também!O Catão dos Pinhais?-Não?Quem sabe se o sr.insistir,o Ministro?De quem a elite e seus comparsas,só querem saber se tem canelas grossas ou finas,nada mais do que isto!Ah!tem o agripino!Enfim senhor Gustavo,o sr. pelo que escreve,deve ser investidor.Viva o Banquismo.O capitalismo finalmente está salvo.Atenção burgueses de todo o mundo,uni-vos o Sr.Gustavo veio,para salva-los!Acreditem,é um enviado dos Deuses!

Responder

José Maia

29 de junho de 2013 às 09h42

Esse é uma grande compilação de besteiras e uma repetição de lugares comuns. O Rapaz (e tantos outros que não conseguem entender o que é assumir responsabilidades) queria que o PT ganhasse o governo mas continuasse não sendo governo. Quanta bobagem!

Responder

Vlad

29 de junho de 2013 às 09h28

Panamá, Costa Rica, México, Belize, Colômbia,Suriname, República Dominicana, Guiana etc. também reduziram notavelmente a probreza na década passada e não tiveram governos de “esquerda”.
Ou seja, se lá na presidência estivesse um xaxim, o resultado teria sido o mesmo (desconfio que até melhor), por conta do efeito China.
No mais, privatizou o que sobrou da derrama tucana e criou secretarias às dúzias (a começar com o simbólico ministério da pesca, criado para acomodar os companheiros derrotados nas urnas da terra da Ideli) para distribuir cargos e cooptar alianças.

Responder

    marco

    29 de junho de 2013 às 20h40

    Vlad,o teu partido é o mesmo do articulista.Convém comentar que o pior argumento,e mentir pra defender tuas teses.O que afirmas,é mentira!Contudo,tem um bando de acéfalos que vão acreditar em ti,e noutros mentirosos.

Kissara

29 de junho de 2013 às 08h47

Com um ex-petista dessa natureza, nós não precisamos nem de pesquisa Data Folha. O cara de direita que escreveu esta matéria provavelmente vai ser chamado pela Junta de Salvação Nacional, que já está se organizando, para substituir o Mantega, mas com idas trimestrais ao FMI.

A Junta não está totalmente formada, e talvez por isso mesmo os ratos já estejam pulando fora do barco. Estamos entrando numa nova temporada de chumbo grosso, pois é chumbo grosso que vem por aí. E os ratos podem até escapar das porradas, mas o Brasil vai afundar na maior crise econômica de todos os tempos. Para gaudio de todos os agentes da CIA travestidos de articulistas.

Boa sorte, senhores dos esgotos!

Responder

Érica Batista

29 de junho de 2013 às 08h31

O PCdoB apoia Dilma e sua disposição de ouvir as ruas

A mera referência, pela presidenta Dilma Rousseff, à convocação de um plebiscito e de uma Assembleia Constituinte com o objetivo específico de realizar uma reforma política deixou a direita (os partidos do campo neoliberal, do PSDB ao DEM, e a mídia conservadora) em polvorosa. Por duas razões principais. A primeira delas foi o fato de a presidenta retomar a iniciativa política e chamar para si a construção de uma resposta adequada aos anseios das ruas, manifestados ruidosamente nestes últimos dias. A outra se liga à perspectiva de uma reforma política democrática capaz de ampliar o protagonismo popular e aprofundar a democracia.

O que se viu, nestes anos em que se tentou uma reforma política, foi o forte esforço dos grandes partidos, sobretudo os partidos da direita, para patrocinar mudanças restritivas, favoráveis apenas a seus interesses, reduzindo severamente o espaço dos partidos ligados diretamente ao povo. Daí o impasse criado e, aparentemente, difícil de resolver pelas vias normais do Congresso Nacional.

Mas o pronunciamento de Dilma Rousseff, na segunda-feira (24), foi mais abrangente. Seu sentido foi claro: a necessidade de seu governo ouvir as ruas. Sentido que aponta, frente às manifestações dos últimos dias, uma propensão de seu governo a realizar as mudanças que a nação reclama, ao contrário do que pretendiam aqueles que tentaram manipular, instrumentalizar e dirigir o movimento contra o governo, inclusive levantando de maneira descabida e artificial a ideia disparatada do impeachment da presidenta.

Contra estas pretensões absurdas, Dilma Rousseff agiu com desenvoltura de estadista e chamou para si a responsabilidade de encontrar as soluções para a crise que se desenhava. Virou o jogo. Mesmo que, vinte e quatro horas depois, na terça-feira (25), tenha flexibilizado sua proposta de uma miniconstituinte pela reforma política, que poderá traduzir-se em um plebiscito.

Mas Dilma Rousseff comprometeu-se com o país, para encontrar as respostas exigidas pelas ruas. Ruas que, indica a Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil (reunida na terça-feira, 25, em Brasília), foram palco de “um vigoroso protesto” que, do foco inicial “voltado contra o aumento das tarifas de transporte público”, rapidamente “assumiu bandeiras mais amplas como as reivindicações por melhores serviços públicos nas áreas de saúde, educação, mobilidade urbana e contra a corrupção”.

O PCdoB, reafirmou a Comissão Política Nacional, manifestou a certeza de que “o governo e as forças progressistas precisam ouvir atentamente a voz das ruas e se empenharem para atendê-la”. Ao mesmo tempo em que deixou claro o repúdio partidário contra “atos de violência, vandalismo e destruição” contrários ao brio e “espírito patriótico da maioria dos manifestantes”.

A direção comunista repudiou claramente a tentativa da mídia conservadora no sentido de dirigir as manifestações contra o governo da presidenta Dilma Rousseff, incentivando a “equivocada hostilidade e aversão aos partidos políticos”, e dando “guarida a deploráveis atos de agressão a militantes de legendas de esquerda, promovidos por grupelhos de extrema-direita”.

Com clareza, o documento reitera o apoio do PCdoB à presidenta Dilma Rousseff e à sua disposição “de ouvir as ruas e de procurar atender às suas reivindicações com agilidade”, reafirmando a urgência de reformas para melhorar a vida do povo e avançar e aprofundar a democracia.

O PCdoB acentua, também, a urgência em “romper o cerco do conservadorismo e realizar uma reforma política democrática ouvindo amplos setores da sociedade”, que seja capaz de coibir a “influência do poder econômico nos processos eleitorais, com adoção do financiamento público exclusivo das campanhas”, fortaleça os partidos políticos e institua formas de democracia participativa e direta. O Partido também apoia o combate ainda mais severo à corrupção.

“As ruas dizem que as conquistas iniciadas [em 2003 – nota da Redação] não podem parar e que as mudanças precisam ser aceleradas, uma vez que um decênio de mudanças é insuficiente para superar a enorme desigualdade social herdada de séculos de história”, afirma o PCdoB. E o governo de Dilma Rousseff pode sair deste processo ainda mais fortalecido, ao contrário do que sonham a direita e sua mídia conservadora. As ruas são o palco da ação do povo, e também o cenário da luta contra a direita de feição fascista. Ouvir a voz das ruas e indicar o caminho progressista para atender a seus reclamos – este é o rumo para avançar e fortalecer o poder popular. É o caminho a seguir para manter o país na rota das mudanças e da consolidação da democracia.

http://www.vermelho.org.br/editorial.php?id_editorial=1226&id_secao=16

Responder

Cecilia

29 de junho de 2013 às 00h35

Gostei do texto do Gustavo Gindre.

Responder

José X.

28 de junho de 2013 às 20h23

Típico “ex-petista” sonhando em acabar com o PT.

Responder

    Érica Batista

    29 de junho de 2013 às 08h29

    Abre o olho José X. O texto é cortante como bisturi, mas é real. Acorde!

ideraldo

28 de junho de 2013 às 20h20

O governo do PT é um governo desenvolvementista e de redistribuição de renda. Essa postura só é possível através de um pacto entre as elites privilegiadas e conservadoras e o proletariado, uma vez que estamos num país capitalista. Segue-se que esse modelo é inconciliável, uma vez que os interesses são antagônicos. Daí esse modelo vai bater de com a antiga UDN, hoje representado pelo PSDB, e tendo como porta-voz a imprensa conservadora, liderada pela Globo, como já ocorreu outrara. Getulio Vargas enfrentou tal situação e Jango também e culminou com o golpe militar de 64.

Responder

Ernesto Pilotto

28 de junho de 2013 às 19h35

Temos de imitar a russia e china, construir um verdadeiro aparato de inteligencia para proteger o pais (KGB brasileira), construir um exército ideologico vermelho – e fazer como o presidente da russia que colocou atrás das grades o barão da imprensa – um tipo roberto marinho da russia.
Precisamos de segurança…os bandidos já estão com o “kit incendiario” contra as pessoas… chega de bondade com bandidos… precisamos de aparelhamento, estamos com o estado falido na Segurança e na Inteligencia.

Precisamos de grandes projetos de inteligência e segurança.

Responder

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

28 de junho de 2013 às 19h14

D-I-S-C-O-R-D-O !!!

Responder

Ernesto Pilotto

28 de junho de 2013 às 19h09

Tudo por causa do ministro da justiça. A população explodiu, não guentava mais ver as pessoas sendo queimadas vivas. Os bandidos já estavam saindo com um “kit incendio” caso a vítima não tivesse dinheiro.

Responder

mineiro

28 de junho de 2013 às 19h05

ao que me parece o dono desse artigo esta contra tudo e todos ,lulismo combateu a corrupçao , distribuiu renda , e o brasil nunca foi melhor na era dele como foi em outras vezes nobre escritor. teve os defeitos teve , mas a era lula nunca foi tao bom para o brasil e ninguem pode negar isso. agora sobre essa pres. essa é um tiro no pe ,mas o maior defeito dela foi abondonar os movimentos sociais e governar com a elite. agora ela esta pagando caro por isso , e nos vamos pagar junto se os demonios tucanos voltar ao pode o que me parece é o que dono desse artigo quer. essa pres. foi um vexame em termos de comunicaçao e distanciamento do povo foi, mas ela fez muita coisa para o pais . mas errou demais nesse distanciamento com os movimentos sociais e o povo em geral , agora so deus sabe o que vai acontecer em 2014. porque eu tambem tomei antipatia por essa pres. da elite , mas ao mesmo tempo se ela nao for eleita quem vai é os demonios tucanos dos quintos dos infernos ai todo mundo sabe o que vai acontecer.

Responder

    Rodrigo

    29 de junho de 2013 às 13h49

    “lulismo combateu a corrupção”

    Meu amigo, não exagere.

    mineiro

    30 de junho de 2013 às 18h06

    e o que eu disse , quem nao combateu a corrupçao essa maldita que nos colocamos no poder e nos traiu se aliando a elite , isso é fato a pres.a qual votamos pelo menos eu se isolou e nos virou as costas e esta pagando por isso agora.

Edgar Rocha

28 de junho de 2013 às 18h57

A despeito do próprio PT não admitir, o lulismo existe de fato e foi muito bem delineado no texto acima. Embora eu não veja a gritaria atual contra o governo como um reflexo da política redistributiva e dos anseios de quem agora quer mais. Vejo mais como efeito colateral da fragilidade do referido pacto de classes que sustenta este lulismo, cujo objetivo maior é manter uma pretensa governabilidade, traduzida na manutenção do PT nas esferas do Executivo. Quem quer mais do Governo não é a classe historicamente preterida de cidadania. Esta ainda apoia o Governo. Quem quer mais é justamente o outro lado e, por isso, exibe sua força e sua falta de escrúpulos, pendendo pro lado oposto como forma de coação. E este jogo não foi configurado no contexto do lulismo. Trata-se de um erro histórico do PT, uma prática repetida exaustivamente no decorrer de suas conquistas eleitorais, sempre seguidas de forte retração conservadora do eleitorado volátil. Este se deixa manipular na medida em que surgem oportunidades de se coagir as administrações petistas a devolver-lhes o espaço antes ocupado e esculhambado e, agora, recauchutado e prontinho pra mais uma rodada de espoliação e saque. Depois, quando não houver mais caldo a ser chupado e à beira do abismo novamente, propõe-se mais um “governo de coalisão”, de “restauração”, garantindo apoio aos faxineiros do PT, podendo assim, negociar a subsequente impunidade coletiva e não-responsabilização dos que dilapidaram o Estado até virar bagaço. E quando tudo melhorar novamente, quando surgir a chance histórica de implementação de avanços, vem mais uma vez a onda de denúncias, críticas, desgastes….. tudo blefe dos que querem de volta as tetas cheias de leite do Governo com exclusividade. E conseguem, acusando cinicamente os que arrumaram a casa de cederem em grande parcela justamente a este grupos que o acusam (?!), pra garantir a governabilidade… e a roda gira. E o PT não aprende e continua achando que é preciso conviver com estes setores pacificamente. E, pior, se esquecendo dos compromissos com seus próprios projetos, engavetando anseios dos que realmente acreditam no que eles falam e mantém acesas as esperanças. Anos vendo isto acontecer, já me fazem pensar se este jogo é proposital e se, de fato, os que detém a máquina do partido são tão vilões quanto os que os acusam. Quando vejo um ministro do Governo prestando homenagens ao “seu Frias”, quando vejo um deputado mauricinho do PT afirmando que os mauricinhos do MPL tem a “política na veia”… acho que dentro do Partido há mais consciência de classe (e com qual classe realmente se identificam?)do que patriotismo, senso de justiça e compromisso com as classes eternamente excluídas, que pra muitos não são a própria classe de origem.

Responder

Tiago Silveira

28 de junho de 2013 às 18h56

Putz, quanta bobagem. O Lulismo, se é que um dia existiu, já caiu faz tempo. Nunca houve acordo para que o topo da pirâmide se mantenha. Isso acontece naturalmente, porque o topo tem muito mais recursos e consegue se posicionar muito mais rápido quando os ventos mudam.

E os ventos mudaram. Ainda não sabemos se o governo Dilma vai controlar a crise, mas tudo indica que sim. Os maiores entraves hoje são de responsabilidade do Legislativo: enterraram a reforma tributária mais dois anos, a trabalhista não anda, e a política pelo visto vem pela porta dos fundos.

Mas agora não é hora de apontar novos rumos para o Brasil. Já sabemos pra onde temos que ir, agora é hora de ir atrás. Um executivo que senta a bunda e trabalha é muito melhor do que um “carismático”.

Responder

Carlos N Mendes

28 de junho de 2013 às 18h39

Cacête, até aqui no Viomundo encontro esse papo que o governo Lula seguiu a política econômica de FHC. O mérito de Lula foi justamente abandonar a tudo o que estava sendo feito antes. Partindo essa opinião de um esquerdista, suponho que ele esperava a instauração de uma república socialista. Meu amigo, visto o poder da antiga oligarquia e a quantidade razoável de brasileiros alinhados com as ideias da Casa Grande, iríamos ter um banho de sangue, algo desagradável ante qualquer perspectiva. Lula preferiu cozinhar a coisa em fogo bem baixo. Pode-se criticar a ritmo e o método, mas colocar-se contra Lula e o PT é su-i-cí-di-o. A direita é uma raposa prontinha para usar qualquer fresta, qualquer fraqueza, qualquer piscada que a esquerda dê para colocar seu cavalo de Madeira dentro de Tróia. O melhor governo para o Brasil é um bom governo do PT, e o segundo melhor governo para o Brasil é um mau governo do PT. Um abraço.

Responder

    Cezar

    28 de junho de 2013 às 19h21

    O maior mal da sociedade é o fanático. Tem o fanático religioso, tem o fanático torcedor, e tem o fanático político, este ultimo só não é pior que o religioso. Você é um fanático politico, que é o pior cego, não quer ver o que aconteceu quando este verme chegou ao poder. O Lula roubou, comprou votos, dirigiu o maior esquema de aprovação de leis que beneficiavam os companheiros. O Lula deveria estar preso, mas se ele for preso e abrir a boca, vai faltar prisão para tanto corrupto. Se o PT não tivesse essa politica de eternização da miséria e vagabundagem, estaria longe faz tempo do poder.

    Ulisses

    29 de junho de 2013 às 11h00

    Cazar. Acho melhor procurar um circo. Palhaça não é aqui. Para de vomitar bobagem ou vai vomitar lá no chapeleiro maluco da Oia. Ali você vai achar seu público ou sua macacada idiota que como você vive neste picadeiro

    Carlos N Mendes

    30 de junho de 2013 às 20h14

    Caro Cesar, eu adoraria perder uma discussão para você, mas sempre uso meu nome verdadeiro em meus comentários. Vejo que só assinou Cesar, o que mostra que tem você vergonha das próprias ideias. Isso é típico da direita, visto que o pensamento direitista é quase sempre egocêntrico e infantil. Conversar sobre a dicotomia fundamental da política de forma desapaixonada com o objetivo de evoluir moralmente é um sonho que tenho desde que comecei a comentar em blogs, em 2002. Fica pra próxima, um abraço.

Urbano

28 de junho de 2013 às 18h38

O rancor de curto prazo desfalece o ser humano, o de longo prazo leva à morte cerebral.

Responder

    Urbano

    29 de junho de 2013 às 00h00

    Melhorando um pouco: … o leva à morte cerebral…

    Urbano

    29 de junho de 2013 às 00h02

    Arfe: cerebral.

renato

28 de junho de 2013 às 18h21

Vamos realizar assim.
Partido dos Trabalhadores.LULA.
Lula Partido dos Trabalhadores.
Trabalhadores LULA partido dos
dos partido LULA trabalhadores.
Companheiro LULA trabalhadores do
Partido Lula Companheira, dos ..
Realizou…é isto.
Me diz onde devo votar me Presidente.

Responder

abolicionista

28 de junho de 2013 às 18h16

É uma oportunidade para criar uma esquerda mais combativa e para emplacar uma reforma política que acabe com políticas de favor tucanas, petistas e afins. Esquerda que é esquerda luta contra o capitalismo e sabe a importância da luta ideológica, espero que o PT tenha aprendido a lição.

Responder

    eduardo souto jorge

    28 de junho de 2013 às 20h02

    Voces vivem das teorias Marxistas dos anos 60.Estamos em 2013, se o Povao fosse esperar que elas se concretizassem, estariam todos mortos de fome ou vagando na caatinga. Sai p’ra la intelectualoides da esquerda burguesa.O PT e o Lula forjaram sua historia nas portas das fabricas do ABC, no inicio dos anos 80. E chegaram ao poder pelas urnas. Quem sao voces, que ainda nao tiraram as fraldas da politica real, para fazer essas criticas destrutivas de quem vem botando a cara a tapa a mais de 30 anos. Cobrar melhora e uma coisa, agora vir com essas lorotas tipo ”conversa para boi dormir”, nao vai colar mesmo. So a direita vai aplaudir. Tenho certeza que o Clube Militar e o PSDB vao construir um monumento em homenagem a voces.

    abolicionista

    29 de junho de 2013 às 15h50

    Pode xingar à vontade, a verdade é que o PT abandonou seu passado de luta para abraçar uma mistura de desenvolvimentismo e neoliberalismo que tem tudo para naufragar. O anti-intelectualismo é uma das características mais nefastas do fascismo, é por essas e por outras que o PT está na berlinda. Quanto às teorias marxistas que eu mencionei, elas são, na verdade do século XIX, embora continuem a serem desenvolvidas e discutidas até hoje. O operariado que apoiou o Lula hoje sofre com a desindustrialização, a não ser aqueles que se tornaram especuladores do mercado financeiro, como o pessoal dos fundos de pensão…
    Mas o seu comentário ilustra muito bem que o petismo se tornou a contraparte necessária do tucanato, gêmeos univitelinos em seu autoritarismo palaciano, em sua mentalidade tacanha e burocrata. Quanto a lembrar o passado, talvez seja o que lhes reste, afinal, o futuro não parece muito promissor para vocês, não é?

Luiz Fortaleza

28 de junho de 2013 às 18h15

Bem atual, essa reflexão de Marx nos Glossas Críticas de 1843:

Criticando então o status quo do sistema político alemão, como expressão e consumação do antigo regime ou o espinho na carne do Estado moderno, Marx anota que o status quo da ciência política alemã é a expressão da própria imperfeição do Estado moderno em si, a degenerescência de sua carne. Daí, podemos extrair das inferências de Marx que a prática política sem uma teoria, como um reflexo real das condições presentes, não tem força material, pois a energia prática da política requer a crítica da arma como força espiritual que se apodere das massas, senão fica impossível derrubar as condições em que o homem surge como ser humilhado, escravizado, abandonado e desprezível, ou seja, como “pobre cão”, como ele cita na Introdução. Fazer a emancipação política não é para Marx fazer a emancipação humana em geral. “Uma revolução radical só pode ser uma revolução de necessidades reais” , como diz Marx. É preciso pôr em debate as deficiências civilizadas do mundo político moderno que não conseguiu solucionar as deficiências bárbaras do antigo regime. Nesse caso, é denunciar a insensatez dos sistemas políticos que constroem barreiras entre o Estado e a sociedade; e, para Marx, demolir tais barreiras gerais da política atual é conditio sine qua non para realizar o processo de restituição do poder à sociedade.

Responder

    Luiz Fortaleza

    28 de junho de 2013 às 21h45

    Será q ninguém conseguiu decodificar o que Marx disse?

    abolicionista

    29 de junho de 2013 às 16h52

    Olha Luiz, pra você ter uma ideia, tem petista me xingando de marxista… como viemos parar nisso?

Liz Almeida

28 de junho de 2013 às 18h05

Tudo o que não precisamos nesse momento, são pessoas ditas de ‘esquerda’ engrossando o caldo da globo e da oposição.

Dilma cometeu erros? Quem não comete? O Lula também cometeu, mas ambos tiveram uma maioria de acertos.

É essa a retribuição que daremos a essa mulher, que ainda jovenzinha foi espancada e torturada, porque estava lutando pra que hoje nós pudéssemos nos manifestar livremente?

Não podemos abandoná-la no momento em que mais precisa de nós…

Presidenta, saiba que estamos com você! DILMA 2014!

Responder

Bernardino

28 de junho de 2013 às 17h27

O EStrago ja foi feito os dois postes colocados pelo sr Lula:D DILMA E O HADDAD estao QUEIMADOS e pior foi junto toda LINHA DE TRANSMISSAO sem chance de reposiçao!!`É meus caros a COVARDIA QUANDO DEMAIS,VIRA BICHO E COME O COVARDES!!

GOVERNO paga CARO POR NAO TER DEMOCRATIZADO A MIDIA assim falou o grande cientista politico EMIR SADER,essse sabe o que diz e comenta ao contrario de outros o EMIR nao faz MASTURBAÇAO sociologica,nem discute FUMAÇA,ele vai na jugular e dá o seu RECADO: O SR HADDAD foi o Cabeça de toda essa bagunça ao conceder aumento no inicio do governo uma traiçao aos eleitores e discurso de Campanha,fazer o que?é o PT fisiologico e frouxo dando maus exemplos. A Direitona voltara e enxotara todos dos carguinhos de comiisssao que infesta o serviço publico,daí a acomodaçao do PARtideco que hoje podemos chamar PARTIDO TERMINAL com a mesma sigla PT

Responder

carlos saraiva e saraiva

28 de junho de 2013 às 16h17

Primeiro não existe “Lulismo”, e nem “esgotamento”. Esta infeliz e equivocada categoria, inventada por André Singer, como tese acadêmica, contaminou uma parte da “esquerda” e tem anabolizado o discurso cínico e hipócrita da direita, em especial a mídia. A chamada “esquerda”, que faz oposição, ao PT e seus governos, precisa fazer, sua necessária auto crítica. O chamado “clamor das ruas”, deixando de lado suas variadas motivações, nos dizem entre outras coisas, que precisamos avançar nas reformas e rupturas necessárias, no caminho aberto até aqui com sucesso.Deixa claro para nós de esquerda, que a direita, tenta, utilizar, a rebeldia anarquista pequeno-burguesa da juventude, para um novo golpe. O primeiro, com a farsa juridico-midiática do “mensalão”, lamentávelmente, com o beneplácito da chamada “esquerda” “radical”, “pura” e “moralista”. Esquerdas, vamos disputar nas ruas, conta a direita. Reformas, sim; Rupturas, sim. Golpe, não.

Responder

    Mário SF Alves

    28 de junho de 2013 às 18h22

    Saraiva e Saraiva,
    Nada como ouvidos e olhos atentos. Parabéns pela observação e generosidade em compartilhá-la. E de fato, nem tudo o que reluz é ouro! E olha que a referida Tese do Singer reluz, hein? Talvez mais por ele do que por ela.

Valcir Barsanulfo

28 de junho de 2013 às 16h13

O Gustavo deve estar com noites mal dormidas e está sonambulando. Isso cheira a farras de PSOL COM PPS.

Responder

    eduardo souto jorge

    28 de junho de 2013 às 17h36

    E isso mesmo Valcir. Esse cara deve ser um dos 50 membros do PC, congelados numa experiencia diabolica da ditadura militar em dezembro de 65. Deve ter sido descongelado no terca feira , 18 de junho 2013, em plena Cinelandia e achou que estava no velorio do Edson Luiz.Manda ele conversar com o povao e ver o que eles acham desse discurso mofado , intelectualoide dessa esquerda burguesa que acha que sabe o que o povo quer.

Luiz Hespanha

28 de junho de 2013 às 15h50

Ainda bem que esse udenismo-psolico-pstinutil-pcolico não é contagioso! Conheço alguns que dormiram Randolfe Rodrigues e acordaram Guilherme Fiuza!

Responder

Hans Bintje

28 de junho de 2013 às 15h44

Texto em plena concordância com o melhor site de política do Brasil ( fonte: http://www.hariovaldo.com.br/site/2013/06/28/lula-afronta-diario-dos-homens-bons-com-nota-mentirosa/ )

“Apedeuta, analfabeto e ainda ousa a querer corrigir o diário dos homens bons, numa atitude arrogante e pretensiosa, típica de quem não tem estudo e nem preparo para assumir qualquer cargo de direção, ousar contradizer o foi escrito nas brilhantes páginas do matutino, como quem tivesse respeito para tal. Qualquer homem de bem deste país sabe que a verdade está com a imprensa isenta e imparcial e não com o molusco ex-usurpador. Lula tem que se conformar com sua condição de submisso e saber que ele não é capaz de entender nem sua própria consciência, se disseram que ele disse foi porque ele disse mesmo e pronto.”

Responder

Elias

28 de junho de 2013 às 15h36

Costumo dizer: pior que um fascista, só um ex-comunista, um ex-socialista.

Para Gustavo Gindre, prefiro: pior que um fatalista, só um ex-petista.

Lula está no imaginário dos brasileiros como o melhor presidente da história deste país. O “esgotamento do lulismo” é só mais uma pedrada verbal, típica de invejosos ou de golpistas incrustados na velha mídia.

Dilma (até os cegos veem) está cumprindo o seu mandato em alto nível, com a coragem dos grandes estadistas. Mostrou que sabe administrar conflitos para conquistar consensos. Porque consenso sem diálogo é ditadura.

Falando em ditadura…

Em plena ditadura militar (1974), Franco Montoro lançou um livro: Da Democracia que Temos para a Democracia que Queremos. O velho emedebista (mais tarde PSDB) chamou sutilmente a ditadura de democracia. Bem antes da Folha de S. Paulo pisar no tomate com a “ditabranda”.

Hoje só falta alguém parafrasear Montoro com: Da Ditadura que Temos para a Ditadura que Queremos. O que seria um pouco mais bizarro que o título original.

PS: Não sou petista. Mas votei em Lula e Dilma.

Responder

Fabio

28 de junho de 2013 às 15h08

Parabéns pelo texto, realmente é uma verdade pouca ouvida nos dias de hoje pela esquerda.

Responder

Marcelo Guimaraes Lima

28 de junho de 2013 às 15h06

Da análise que parece “sensata” vamos à torcida com um que de ressentimento. Parece que tudo teima em persistir nesta terra: o velho. o novo, o intemporal, o passageiro, etc, etc. O que é bem claro: o golpe da direita está em curso. O ressentimento está nas ruas e nada sabe de si. O grande estrategista Guy Debord alertava para o fato de que era preciso ao mesmo tempo dizer todo o necessário e guardar-se de alimentar o inimigo com conhecimento. De Guy Debord é tambem a observação que de algo pode nos servir no momento: “Em todas as partes onde reina o espetáculo as únicas forças organizadas são aquelas que desejam o espetáculo” (Debord – Comentários sobre a sociedade do espetáculo, 1988)

Responder

claudio

28 de junho de 2013 às 14h50

Taí um texto parcial, tem suas colocações razoáveis, principalmente, na questão da ascensão social despolitizada, o que já é um reconhecimento da inclusão de milhões brasileiros antes esquecidos. Ascender é resultado da bonança economica do país nos últimos 10 anos, da distribuição de renda veloz, mas isto não foi discutido com o devido sentido político ou como uma conquista política de um grupo social representado pelo governo ou pelo PT. No mais, o texto parece torcida para que tudo dê errado e digam depois: “eu não disse…”

Responder

Julio Silveira

28 de junho de 2013 às 14h49

Não acredito em Lulismo, assim como não acredito em nada em politica que seja pensado com base em personalismos, e fora da movimentação cultural ideológica. A esquerda precisa aprender isso, enquanto não conseguirem firmar convicção das virtudes ideológicas de ser esquerda, enquanto tiver que mitigar com a cultura dominante conservadora corporativa para firmar seus lideres e com isso favorecer apenas o aspecto meramente fisiológico estará fadado a perder espaço na convicção popular.
Mas ainda tenho esperança que a militância, de convicção de esquerda que ainda deve existir nas hostes petistas, resgate das mãos pervertidas ideologicamente a bandeira da sinceridade ideológica e ética.

Responder

Júlio De Bem

28 de junho de 2013 às 14h34

Achei que eu tava na seção de Humor ou no blog da veja. Mas é na seção política. É o típico vendido da direita (estilo Arnaldo Jabor). Já começa com a frase típica “eu era Petista, ou comunista”.

Responder

Walfredo

28 de junho de 2013 às 14h27

Se a Dilma baixar os juros e compater a inflação pelo aumento de produção e geração de empregos e renda, não tem pra ninguém. Se entrar numa de soluções neoliberais, aumento de juros e desvalorização do real, tchau, já vai tarde. Vou votar em quem prometer enfrentar os rentistas. Juro zero e inflação zero, igual a todo país descente.

Responder

    Guanabara

    28 de junho de 2013 às 16h15

    O problema é exatamente este: ela não faz isso.

Roberto Ribeiro

28 de junho de 2013 às 14h10

“Em breve veremos que tipo de resposta o lulismo dará para a crise e se é capaz de sobreviver a ela”. Na minha opinião, o Lulismo já acabou de acabar.
FHC será reconduzido ao Palácio do Planalto nos braços de uma multidão gigantesca e saudosa.
Bons tempos eram os de FHC.
Os milhões de pobres e miseráveis que ascederam socialmente na Era Lula/Dilma, não vêem a hora de voltar à suas origens.

Responder

    von Narr

    28 de junho de 2013 às 18h34

    Não será a hora do new FHC, Aecio Neves, a quem a sra. Eliana Catanhede atribui o talento de “brilhante estrategista”?

lulipe

28 de junho de 2013 às 14h05

Vamos torcer para que a pá de cal seja jogada em 2014.

Responder

Ozzy Gasosa

28 de junho de 2013 às 13h52

Pessoal, não se enganem, ou governo se torna pró-ativo com as demandas que a sociedade exige nesse momento, e ainda, é capaz de traduzir e fazer chegar a toda população, ou teremos uma derrota fragorosa no próximo ano.
A direita conseguiu o objetivo: rotular o PT de corrupto.
Dói no coração escrever isso e sabermos que nem é verdade, mas é o que vemos e ouvimos nas ruas, em rodas de amigos e quase todo lugar das pessoas despolitizadas.
Infelizmente.

Responder

    Guanabara

    28 de junho de 2013 às 16h10

    Perfeito.

    Ana Teresa

    29 de junho de 2013 às 10h42

    Ozzy bom dia!

    Infelizmente a maioria é despolitizada e destila ódio a Dilma/Lula. Não se informa, não gostam de leitura imparcial e adoram propagar boatos. De avião comprado por Lulinha a fazenda e fortuna de Lula propagada na FOBES, são os emails e boataria que ouvimos.

    Não aguento mais…porém parece a nossa presidenta gosta de apanhar, pois conserva seu setor de comunicação intacto.

    albuquerque costa

    29 de junho de 2013 às 12h39

    Infelizmente concordo com você, pois sinto a mesma coisa,a maior parte dos meus amigos que votaram no PT,já dizem não votar mais,muito triste.

Luiz Fortaleza

28 de junho de 2013 às 13h42

A leitura aligeirada dos fatos é o sinal de que os apressadinhos querem enterrar uma conjuntura histórica que nunca um partido dito de esquerda conseguiu antes de 2003. Esse tipo de abordagem analítica só faz fortalecer o discurso da direita, dando-lhe palco para o retorno ao poder. Não é possível que uma mulher q foi considerada como a mais poderosa do mundo, com popularidade e aprovação mais alta que Lula e FHC, tenha caído de uma hora pra outra, com desoneração de impostos em vários produtos não repassados pelos empresário gananciosos. Há sim uma aliança da burguesia de desgastar o governo Dilma, desde o momento que ela começou a baixa a taxa selic. O esquerdismo com seus delírios ideológicos analisam a partir do seu ponto de vista, vista do ponto puramente do ranço ideológico.

Responder

    lulipe

    28 de junho de 2013 às 15h33

    Dilma jamais foi considerada “a mulher mais poderosa do mundo”, caro Fortaleza.

    Luiz Fortaleza

    28 de junho de 2013 às 15h58

    uma das mais poderosa ou influente, ver Times

    lulipe

    28 de junho de 2013 às 17h16

    “Uma das mais” é bem diferente “da mais”, caro Fortaleza.

    Ulisses

    29 de junho de 2013 às 09h30

    Para quem quer ver meio copo vazio como você pode ser. Mas para os verdadeiros Brasileiros, patriotas e não entreguistas e traidores como FHC, ela é sim uma das mais poderosas do planeta. Alias, foi bom vocês terem começado atirar antes do tempo. os apressadinhos vão comer crú. Temos mais de 1 ano para nossa presidenta Dilma, assim como foi com Lula de virar a mesa nas eleições.

    Ana Teresa

    29 de junho de 2013 às 10h49

    “Lulipe”, seu nome deveria ser reinaldete, aedete ou fernandete ou qq outro “ete”.

    ah! talvez lhe caisse bem, eduardete, felicianete…nossa! escolhe e nos deixa em paz e livre de seus comentários idiotas e recheados de inveja e rancor.

    Saiba, na história recente desse PAÍS não haverá um estadista do porte de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA. Corte os pulso, coloque o dedo na garganta e vomite todo seu ódio no blog da tia reinaldete e outros afins. Aqui? vc é voto vencido seu idiota político, preconceituoso e a favor do mal.

Francy Lisboa

28 de junho de 2013 às 13h34

Pelo visto a torcida do articulador é grande rsrss

Responder

Mauro Assis

28 de junho de 2013 às 13h32

Taí um texto sensato.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!