VIOMUNDO

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“Errar três vezes é coisa de economista”


02/06/2011 - 00h40

Caro Azenha, boa noite!

Creio que o artigo abaixo merece um post no Viomundo. Paulo Moreira Leite destaca a imensa capacidade em errar de “prestigiados economistas” que marca a história mais recente do Brasil, e revela o motivo de tantos erros, como no atual cenário de “Inflação descontrolada”: “Ao anunciar o apocalipse, estes economistas só fingiam discutir economia, embora usassem números e cálculos em seus argumentos. Faziam política.”

E ainda desmistifica a tese tão propalada dos entraves causados pela CLT a economia nacional:

“Mas confesso que nada me produz tantas cócegas quanto as reflexões sobre a nossa legislação trabalhista. Nossos economistas passaram as duas últimas décadas repetindo um mantra: sem o fim da CLT não seria possível criar novos empregos.  O país estava engessado, o empresário não tinha estímulos para contratar, as leis trabalhistas só protegiam uma casta. A verdade está ai. Em determinados lugares, vive-se aquilo que se chama de pleno emprego. Em outros, a oferta de postos de trabalho atinge um patamar recorde.  A CLT não saiu do lugar. Pelo país inteiro, milhões de trabalhadores que há anos eram mantidos na condição dolorosa de comparecer ao batente sem nenhuma garantia agora tem décimo-terceiro, férias, descanso remunerado.”

Economistas erraram de novo

05:19, 31/05/2011

PAULO MOREIRA LEITE, em seu blog na Época

Depois de ler os últimos números da inflação, acho que temos o direito de dar uma nova versão para uma velha frase.

Errar é humano. Errar duas vezes é burrice.

Errar três vezes é coisa de economista.

Parte de nossos economistas — alguns muito prestigiados — deveria fazer uma autocrítica pública em função de seus prognósticos mais recentes.

Muitos profissionais ligados a oposição ou que tem uma visão de politica econômica contrária a do governo Dilma, e que estão no rádio, na TV e nos jornais, formaram um coro nas últimas semanas para colocar o país em estado de alerta vermelho em função de um fantasma inflacionário.

O teto da meta da inflação é de 6,50%. Chegou-se a 6,51%, ou seja, apenas um milésimo (isso mesmo: 0,01%!) acima do teto, mas foi suficiente para se fazer um escândalo.

Dizia-se que a alta de preços estava fora de controle e que era preciso dar uma pancada forte nos juros — eufemismo para encaminhar o país para uma recessão.

Logo surgiram vozes para anunciar — com ares implacáveis — propostas de arrocho salarial. O argumento é que os preços não subiam por causa da expansão do crédito, apenas. Não. Era preciso ir mais fundo e encarar a dolorosa realidade de que os salários ficaram altos demais e pressionam os preços.

O raciocinio é assim: desemprego baixo impede as empresas de pagarem salários baixos, pois os trabalhadores — esses espertinhos — tem a chance de procurar ganhar um pouco mais em outro lugar. Com a pancada nos juros e a volta do desemprego alto tudo poderia retornar a seu lugar, como antes.

Num ambiente que lembrava pré-Grécia, pré-Irlanda, pré-Portugal e outros países europeus que encaram a ruinosa politica de austeridade do Banco Central Europeu, as chamadas medidas macro-prudenciais do Banco Central, elaboradas com a intenção de controlar a inflação sem produzir estragos desnecessários, numa operação delicada, difícil, com um certo risco, eram tratadas com ironia e sarcasmo.

Contos da carochinha, assoprava-se. Não havia como escapar da herança maldita deixada por Lula, gritava-se.

Menos de um mes depois, a realidade é outra. Em queda, a inflação está  em torno de 5,5%. O crescimento foi afetado, sim. Ficará em 4,5%, quem sabe 4%. Não é, com certeza, aquilo que o país necessita.

Mas é um número que demonstra que aquelas medidas tão criticadas podem dar resultado. Podem ocorrer novas surpresas e dificuldades. Mas o saldo é favorável, pelo menos até agora.

Surpresa? Nem tanto. Se você fizer uma pesquisa rápida nos jornais, verá que nossos economistas erraram sempre — a atividade de prever o amanhã é sempre complicada — mas erraram mais em anos recentes. Anunciaram o caos em 2003. Disseram que o país teria um desempenho sofrível em 2004 e uma “grande frustração” a partir de 2005. Eles chegaram a denunciar Lula e Guido Mantega como irresponsáveis por ampliar o crédito e estimular o consumo depois da crise mundial de 2008, pois o desemprego em massa era uma fatalidade e os assalariados não podiam abrir mão de sua poupança para enfrentar dias de amargura. (Rs rsrsrsrsrsrs…)

Mas confesso que nada me produz tantas cócegas quanto as reflexões sobre a nossa legislação trabalhista. Nossos economistas passaram as duas últimas décadas repetindo um mantra: sem o fim da CLT não seria possível criar novos empregos.  O país estava engessado, o empresário não tinha estímulos para contratar, as leis trabalhistas só protegiam uma casta. A verdade está ai. Em determinados lugares, vive-se aquilo que se chama de pleno emprego. Em outros, a oferta de postos de trabalho atinge um patamar recorde.  A CLT não saiu do lugar. Pelo país inteiro, milhões de trabalhadores que há anos eram mantidos na condição dolorosa de comparecer ao batente sem nenhuma garantia agora tem décimo-terceiro, férias, descanso remunerado.

Essa situação não chega a ser uma novidade para alunos aplicados no estudo das surpresas e sutilezas da economia. Desde que John Maynard Keynes escreveu sua Teoria Geral do Emprego sabe-se que as empresas contratam trabalhadores porque precisam, e pagam por eles os salários que necessitam pagar. Como regra geral, contratações e demissões são produtos do ambiente geral da economia e apenas confirmam a verdade de que a experiencia real desafia a visão de senso comum. Os trabalhadores americanos conquistaram suas principais garantias na década de 30, quando o país estava mobilizado para vencer o desemprego e encerrar a Depressão provocada pela crise de 29.

Embora o pedantismo econômico e a linguagem tecnocrática tenham saído de moda, é sempre conveniente garantir rigor e cuidado numa análise. Estamos falando de 190 milhões de pessoas, de uma economia que pretende se tornar uma das maiores do mundo.

(Agradeço o alerta de comentaristas do blogue e do twitter para esclarecer que não considero  que todos os economistas do país se comportam dessa maneira. Seria errado pensar assim. Muitos pensam de outro modo. Outros não se dedicam a análises da conjuntura econômica nem procuram apontar tendencias. )

PS do Viomundo: Os erros dos economistas, muitas vezes, não são erros. Eles partem do pressuposto de que tudo o que o governo faz, faz errado. Ou seja, passamos da “crise da hiperinflação” para a “crise do baixo crescimento econômico”, um horror, pior que o Chile!, eles dirão.





73 comentários

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Armndo P. Silva

03 de junho de 2011 às 10h17

Como diz um amigo, 50% dos economistas se acham deuses, os outros 50%, tem certeza.

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robledo duarte

03 de junho de 2011 às 08h47

Ora, só um tolo não entende como é o esquema. Inflação é ruim para uma grande maioria, mas um bom negócio para poucos. Durante muito tempo o Brasil era um país para poucos, as tais das elites. Desde que este lero lero da inflação começou a inflar que percebo na mídia golpista que todos mundo que fala sobre a inflação vem de um grande grupo financeiro, nunca aparece um técnico onde prime com a imparcialidade. Percebam que a inflação está indo embora e no lugar dela tá vindo o escandalo da casa civil. Tudo está voltando ao normal, uma crise por mês e a blindagem do governo paulista, lá vamos nós preparados para mais um ano de leriado.

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FrancoAtirador

03 de junho de 2011 às 00h31

Washington, 1 jun (Prensa Latina)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, analisa hoje com membros da Câmara de Representantes o orçamento da dívida do país, cuja cifra recorde supera os 14 trilhões de dólares.

O teto do endividamento nacional – atingido em fevereiro – ronda os 14,3 trilhões de dólares, sem que se observem medidas concretas para frear o déficit orçamental crônico, destaca o jornal The New York Times.

Moody's pode colocar rating dos EUA em revisão para corte.

Agência dá prazo para melhora da situação até julho.

Chance de que o país não pague suas dívidas está aumentando.

A agência de classificação de risco Moody's alertou nesta quinta-feira que há uma chance crescente de que os Estados Unidos entrem em "default", caso não aumentem o limite estatutário da dívida nas próximas semanas.

Reuters

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edv

02 de junho de 2011 às 23h49

A "ciência econômica" é como uma régua, que serve, eminentemente, para medir …
Alguns, como os neoliberais, acham que serve para … raspar e bater…
Por isso, toda hora a quebram…

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Polengo

02 de junho de 2011 às 23h06

As considerações dos economistas me lembram aqueles livros que ensinam a ganhar dinheiro.
Se funcionasse mesmo, não precisava anunciar na TV.

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Muchacho

02 de junho de 2011 às 23h00

O pior não são os economistas que erram 3 vezes, mas os idiotas que vivem os contratando.
Cansei de acompanhar indicadores e prognósticos do Mailson, putz….não vi o cara acertar uma !

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Paulo

02 de junho de 2011 às 22h00

Economista é comoCabral. Quando saiu, não sabia para aonde iria. Quando chegou, não sabia onde estava.

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Pedro1

02 de junho de 2011 às 21h45

Mais uma amostra por que Paulo Moreira Leite é, de longe, mas muiiito longe, o melhor comentarista do PIG.

Espero que os leitores do PIG, habituados apenas a elogios ao mercado e aos seus arautos economistas, ganhem uma outra visão sobre o assunto.

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EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 19h04

ATENÇÃO… O Plano Econômico de Lula para acabar com a híper inflação era o mesmo Plano Collor, com a diferença de ser ainda mais draconiano do ponto de vista de congelamento de poupança e saldos a vista em conta corrente… isto foi dito por Collor no senado e jamais desmentido por petista algum.. esse era o Plano de Lula para acabar com a híper inflação… o mesmo Plano de Collor….

Não adianta inventar mentiras tocadores de tuba fanáticos, muitos a soldo mesmo… a verdade é que nem Lula e nem o PT teriam a menor chance se não fosse toda a macro economia implantada por FHC, que Lula foi contra, mas que no poder se apropriou como se fosse sua e não mudou nada.

Mintam para si mesmo…

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    Panambi

    02 de junho de 2011 às 21h11

    Por isto que o FHC é idolatrado no Brasil e mundo afora. Por isto também que o Lula é "persona non grata" em qualquer parte do planeta. Esperto são vocês(5%). Volta pra Kombi, "sabido"!!

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 01h39

    Duas surras em primeiro turno, fica keto rapaz.

    No exterior o bufão Lula é conhecido apenas por ter feito o NADA, todas as publicaçoes correntes especializadas dão conta disso.. achas que estás planfetando em algum aparelho do partido??? podem mentir a si mesmo… mas não pensem que isso faz algum efeito….

    Pedro1

    02 de junho de 2011 às 21h39

    Implantada por FHC? O plano do FMI implantado aqui em outros países latino-americanos? Aquele que entrou em vigor em terrar tupiniquins em 94, durante o governo Itamar Franco?

    Lembre-se que o Farol lascou a economia e a população brasileira para tentar segurar a inflação, seu principal trunfo político (?). E não conseguiu, a inflação acabou em 2002 com índices de 12% ao ano, mais que o dobro de hoje. Mas não se preocupe. Lascar a economia e o país ele conseguiu com louvor.

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 01h37

    Deixa de ser mentoroso tocador de tuba a soldo, o FMI foi contra o Plano Real, não estás falando com um inculto como muitos por aqui não… O FMI foi contra o Real desde o começo… conta outa tocador de tuba. A inflação chegou a 12% por conta do medo de Lula por em prática suas idéias amalucadas que pregava de cima de seus palanques demagógicos e mentirosos.

    Lula não passa de um usurpador de obra alheia. pegou tudo pronto e não mudou nada.

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 23h14

    Quem implantou o plano que virou o Real foi o PMDB (Lembra do Itamar?)

    FHC só entrou no meio devido o "escândalo" da parabólica que derrubou o ministrou que implantou o plano.

    E de resto a Globo tratou de fazer FHC presidente… na época não tinha internet como hoje no Brasil.

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 01h34

    Velho, tu falou que o Plano Real veio de fora… veio de onde mentiroso??? tu gosta de tirar uma de quem manja algo por aqui… não passas de um falastrão sem qualquer compromisso com a verdade…quero saber onde o Plano Real veio mesmo… já que veio de fora… ou tu fala ou fica na tua amigo… ..

    Outra coisa velho… Fernando Henrique já era candidato muito antes da fala de Ricupero… pensas que estás falando com quem??? tu não passas mesmo de um parlapatão que só faz mentir por aqui…

    Jorge Nunes

    03 de junho de 2011 às 09h12

    O plano real veio de fora e foi implantado pelo PMDB.

    Foi consenso que acabou a crise inflacionária de toda a América do Sul.

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 10h42

    Mas veio de onde rapaz??? veio de Saturno?? só quero saber isso rapaz… veio de onde?? faz uma semana que tu está falando isso aqui e não diz de onde velho… se veio de fora… veio de onde mano???

    Quer que eu te indique um livro de história econômica pra você sair desse lodo cultural em que se encontra???… tá bom mano… leia ""desenvolvimento econômico brasileiro"" de Argemiro Brum… vai aprender vai rapaz… depois volte para debater comigo…

    O Plano Real é fruto de teoria econômica puríssima e aplicada, só isso velho.. não tem nada de mágica não… é teoria econômica mesmo….

    m . v = p .y… sabe o que isso??? isso aqui é teoria econômica pura… o Plano Real saiu dessa equação aqui mano….não tem de veio de fora ou bla bla bla….

    Gosto de você porque você não copia e cola como muitos aqui, fala suas bobagens fruto de sua ideologia fracassada e sua clara falta de conhecimento na área…

    Em tempo: a equação acima se chama…""equação quantitativa da moeda""…..procure no guga e volte… lhe aguardo amigo…

    Um abraço fraterno de um brasileiro.

    Jorge Nunes

    03 de junho de 2011 às 17h43

    Veio do Consenso de Washington.

    Jorge Nunes

    03 de junho de 2011 às 09h18

    Antes de Ricupero FHC não era nada, a melhor opção do PSDB era Mário Covas que não era bem visto pelas elites. FHC naturalmente não era nada bom de voto. Se não fosse a queda de Ricupero ele não seria nada. Era bem capaz do próprio Ricupero ter sido eleito presidente.

    Ricupero caiu com ajuda da Globo, até o Casseta e Planeta fez repercussão do escândalo das parabólicas, pois, antes FHC já tinha recebido a benção de Roberto Marinho para ser candidato a presidente.

    Ronaldo

    03 de junho de 2011 às 11h03

    Troll novo no pedaço, ou reencarnação?

Pedro Luiz Paredes

02 de junho de 2011 às 18h23

Muitas vezes o problema não esta nos números da economia e dos economistas, e sim na importância que se dá e a correta dimensão das relações de forças que integram o sistema financeiro.
Daí, para economistas contaminados pela retórica financeira ditados por bancos, falarem e nunca saberem de verdade o que estão dizendo, é fácil.
Mas isso é fato que também toca os críticos.
Vamos colocar as coisas de forma simples.
Os bancos e as empresas de capital aberto querem que não tenha tanta inflação e que ao mesmo tempo tenha um crescimento.
Para continuarem solventes, merecem um base sólida de "aparato" governamental.
Assim eles sempre vão querer flexibilizar as leis trabalhistas, sempre vão querer menos impostos, sempre vão querer austeridade.
Eles são alheios ao mundo que o resto da população vive.
Eles estão na ZONA DE CONFORTO, mesmo com as coisas meio tortas!
Então não adianta levar esses caras a sério pois dessa forma estão admitindo que eles estão de boa fé.
Por outro lado devemos ser levados a sério, para que no futuro, eles saibam que só vão conseguir algum diálogo se estiverem de boa fé.
Mas o diálogo só vai acontecer mesmo, se tivermos tanta força política quanto eles.
Para isso é necessário financiamento público de campanha.
Se agente continuar achando que a questão é a economia estúpido, vamos continuar bancando tontos e eles vão continuar na zona de conforto, mesmo com todo mundo falando: "errou denovo, errou denovo" rsrs
Eles vão estar gargalhando e dizendo: "ganhei denovo, ganhei denovo" ($$$$)
Vamos fazer com que eles tenham que convencer, não só gastar.

Responder

Bernardino

02 de junho de 2011 às 18h08

Até que enfim um facho de luz na cabeça do Paulo moreira Leite,logo ele membro de PIG.Vai ser cobrado pelos colegas e patroes.O artigodele acima é de uma clareza e imparcialidade a toda prova.
Parabéns ao blog pela iniciativa brilhante e afirmo que nem tudo esta perdido no PIG

Responder

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 16h44

Por todos os deuses que habitam a acrópole… me digam,,, ""Qual era o Plano Econômico de Lula para acabar com a híper inflação no Brasil""… ta bom ta bom ta bom… eu já sei que o Plano Real foi feito pelo ET de Varginha, eu só quero saber qual era o Plano de Lula para por fim a este flagelo do povo brasileiro, só isso, alguém sabe???

Responder

    Alex Mendes

    02 de junho de 2011 às 17h34

    Talvez o plano usado pela Alemanha pós-guerra para estabilizar a moeda em um ambiente de hiper-inflação muito pior que o que o Brasil enfrentava em 1993. Pergunte ao Edmar Bacha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmar_Bacha

    Klaus

    03 de junho de 2011 às 16h16

    Mas aí teve a ajuda do Plano Marshall, não?

    Gustavo

    02 de junho de 2011 às 18h18

    Sim, foi o Itamar Franco….ahsuahsuahsuahushaus

    Panambi

    02 de junho de 2011 às 18h21

    TUSABIA que és "two pain in the ass"????

    Alvaro Fernando

    02 de junho de 2011 às 18h32

    "O Plano Econômico de Lula para acabar com a híper inflação no Brasil" e "por fim a este flagelo do povo brasileiro" sempre foi muito simples. Dar renda a cada vez mais e mais brasileiros, aumentar os salários daqueles que já tinham trabalho e PRINCIPALMENTE promover a CRIAÇÃO DE EMPREGOS!
    Pena que os governos anteriores (como por exemplo o do "ET de Varginha") insistiam em NÃO OUVÍ-LO, você não acha?
    Mas não se preocupe, não é o único que "não sabia" (e pelo jeito continua a 'não saber' e 'nunca saberá') – afinal, esses fatos nunca serão lidos, vistos ou ouvidos no JN e congêneres. Para quem "só sabe" o que vê nas manchetes…

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 23h27

    E não esqueça do consenso de Washington.

    Estava olhando aqui e está presente nos livros de geografia do ensino fundamental…

monge scéptico

02 de junho de 2011 às 15h17

Por que a miriam erra tudo? Acho que deve voltar aos gurus da economia e reciclar-se.
O twiter do CAF. está ótimo; serviu para filtrar os navegantes incômodos. Antes que esse
passe para twiiter e face books, vou ppor a viola no saco…………………

Responder

    Christiano M. Silva

    02 de junho de 2011 às 16h38

    Por que Miriam erra tudo por que ela é uma mera jornalista não uma economista, ela não entende nada sobre economia é motivo de sarro de professores meus nas salas de aula.
    economista serio sabe que o governo ja estava tomando medidas pata trazer a inflação para centro da meta, mais como a impressa facista e eletista que derruba eles faz uma tempestade num copo d'agua.
    o pior de tudo por causa destes jornalista que se passa por economista a clase nossa ridiculizada.

    Klaus

    03 de junho de 2011 às 16h17

    Nem jornalista ela é! Ela é especialista em tudo, ouseja, não sabe P….. nenhuma!!!

francisco

02 de junho de 2011 às 14h55

quanto a Selic sobe com base nestas previsoes?

quanto é pago de juros aos rentistas?

quanto se transferiu "pra banca" e seus apaniguados a troco de se combater a inflação por eles trombeteada?

é claro que a gang ( desculpe o termo, mas é isso mesmo) de bancos e mídia conservadora, consorciados, têm chantegeado o governo que, por fraqueza, medo ou até mesmo por razões espúrias, tem se acovardado. Acho que se trata de covardia mesmo pois imaginemos numa inflação um pouco maior (digamos, 6,75%) o carnaval que a mídia não faria?

temos um governo e sociedade reféns desta cambada.

e o pior: o assunto é árido, o dialogo com as classes sociais mais afetadas é dificil e com isso o mercado fica "feliz como pinto no lixo".

acredito que, a despeito da aridez do asunto, devemos tê-lo entre nossas prioridades pois acho que é aí que a fúria midiática ganha a sua força e aliados.

No fundo, acredito que a Dilma realmente queira diminuir os juros reais e isto é o verdadeiro campo de batalha atual entre as forças da sociedade ( as forças da eleite, claro)

Responder

EUNAOSABIA

02 de junho de 2011 às 14h50

Ué… eu estou ficando doido ou estou lendo isto mesmo??? mas vem cá rapaz… a Revista Época não faz parte do tal do PIGUE?? quer dizer então, quando publicam algo que lhes agrada… aí a revista não é mais do PIGUE??? vai enteder esses caras… é por isso que costumam ser sem credibilidade…

Outra coisa… Paulo Moreira Leite é o Paulo Moreia Leite né gentê???

Responder

    Panambi

    02 de junho de 2011 às 15h55

    É o Sr. Carmen Leporace, não é não? Tu é gozado…..

Yes we créu !!!

02 de junho de 2011 às 14h43

Esses nao sao os tais dos Chicago Boys? Pois eh, deveriam manda-los fazer um ano sabatico no Departamento de Tesouro dos EUA. Iriam ver com os proprios olhos no que resultou o Consenso de Washington. A proposito, quando os EUA quebrarem, e isto estah bem proximo, o que estes economistas farao da vida? Se tornarao neo-keynesianos de carteirinha, adoradores da Curva IS-LM? Nao. Provavelmente irao todos abrir uma firma de consultoria para previsoes meteorologicas na Antartida, onde um dia faz frio e o outro tambem.

Responder

Panambi

02 de junho de 2011 às 14h34

A Gabi Lulanon Gabriela e o Guto Cerrasi Nunes vão, como se diz no RS, "esgüelá" o Paulinho no próximo Roda 1/2morta Viva da próxima semana….

Responder

Regina Braga

02 de junho de 2011 às 13h53

São os Economistas da Millenium…Cujo a soma de 2+2 é igual a 3….Sempre menos,podem ir até para o FMI.

Responder

    EUNAOSABIA

    02 de junho de 2011 às 15h08

    Qual era o Plano Econômico dos petistas para acabar com a híper inflação no Brasil?

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 15h51

    Qual era o plano do PSDB?

    Que eu saiba o remédio de estabilização veio de fora. Acabou com a hiper inflação de toda américa do Sul.

    E o Real no começou com o PSDB.

    EUNAOSABIA

    02 de junho de 2011 às 16h38

    Fala aí amigo, já que tu manja tanto, então me diz… se o Plano Real veio de fora, veio de onde???

    Fala aí…. o Plano Real veio de onde mesmo??? é que eu gosto de aprender …sabe…

    Outra coisa … me diz qual era o Plano Econômico de Lula ou do PT para acabar com a híper inflação… pode nos contar???

    Sergio F. Castro

    02 de junho de 2011 às 19h02

    Do pessoal que elaborou o tal do consenso de Washington, o ignorante da história recente.

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 01h45

    Seu troll do partido… achas que estás planfetando em algum aparelho.. abre um livro de história econômica e vai ler rapaz… depois volta e fala comiho o trolzinho de aparelho.

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 23h10

    do consenso de Washington – Pesquisa e verá – inventaram o google… ou vai a uma escola.

    Toda América do Sul sofria com inflação que só beneficiava os mais ricos, então a galera do Tio Sam resolveu dá pitaco de civilização via FMI.
    – Seu bando de m##a.. se não se arrumarem os comunistas assumem po##a!

    EUNAOSABIA

    03 de junho de 2011 às 01h44

    Deixa de ser mentiroso rapaz, tu é um dos maiores parlapatões dessde blog, com a vantagem que não copia e cola mentiras como outros fazem, vocês tira mentiras da aus própria mente…

    O FMI foi contra o Plano Real…o FMI não acreditava que o Real fosse dar certo.

    Velho, não precisa me mandar estudar…já faço isso desde cedo na vida… quem precisa estudar é você amigo….

    Me diz aí.. o Plano Real veio de onde??

    Ti não tens é a menor ideia do que falas aqui.. és apenas um curioso que dá pitacos sem o menor embasamento seja teórico seja calcado na realidade… se colar colou… mas comigo nao cola….

fernandoeudonatelo

02 de junho de 2011 às 13h12

É triste, mas é a verdade.

Sou economista há alguns anos, e vejo que o grande problema não é o fato de existirem orientações ortodoxas ou heterodoxas, neoliberalismo ou desenvolvimentismo. São correntes de Pensamento econômico que se firmam em posições particulares da realidade.

O problema, é o economista achar que o que está falando, é uma Ciência Exata.
Economia, é por natureza, uma Ciência Social, que faz uso de modelos exatos. Esses modelos, muitas vezes são derrubados ou melhorados ao longo dos tempos, pois a dinâmica social e produtiva mudam.

Já dizia John Keynes e eu concordo: "Um economista deve ser filósofo, historiador, matemático e estatístico".

Responder

    EUNAOSABIA

    02 de junho de 2011 às 15h03

    Não se trata em falar como se fosse uma ciência exata, os economistas emitem suas opiniões baseados em Teoria Econômica, a teoria que está disponível foi fruto da observação de fatos empíricos da realidade, nunca será exato, mas cada um desses economistas com certeza costumam ter apego a uma ou outra escola de pensamento, uns podem ser monetaristas, outros fiscalistas, uns liberais e outros planificadores, não importa, a ferramentas teóricas são as mesmas.

    Keynes dizia que a função consumo varia de acordo com a renda disponível, outros vieram depois dele e formularam outras teses, como Milton Friedman, que trabalhou com a hipótese do consumo ser função da renda permanente e transitória, não se pode dizer qual dos dois está certo ou errado, é tudo uma questão de grau e realismo conjuntural.

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 16h00

    Milton Friedman errou e acabou transformando a economia num cassino.

    – Como achar normal transformar dívidas de pessoas em produtos e vende-las?
    – Como achar normal que pessoas que não compraram ou participaram deste jogo, pagar com seu serviço de saúde, educação e as terras da nação?
    – Como achar norma um sistema que criou o socialismo só para ricos e capitalismo selvagem para os pobres?
    – Ou seja pergunta para um grego e depois para um português o que eles acham de Milton Friedman (depois de agosto pergunte ao norte-americano).

    francisco

    02 de junho de 2011 às 16h10

    disse tudo, jorge

    Carmem Leporace

    02 de junho de 2011 às 16h25

    Concordo, disse muita besteiras mesmo, esse é o padrão desse senhor por aqui.

    Infelizmente faço uso de uma Lan House, e está lotada… volto mais tarde…

    Tchau rapaz…

    Jorge Nunes

    02 de junho de 2011 às 23h25

    Tá bom a Grécia, Chile e Portugal são os exemplos que o Brasil deve seguir. Tenho que parar de falar besteira.

    Galera nada de saúde de graça, vamos acabar com a escola pública de uma vez. Ninguém precisa de segurança pública também. Só o soldado do exercito é que representará o Estado. Na de Estado na economia.

    Banda larga só para quem pode. Nada de ajuda, computadores só para quem pode pagar e sem crédito…. Vamos voltar ao mundo maravilhoso do século XVI.

    SILOÉ -RJ

    02 de junho de 2011 às 23h31

    Como asim lotada!!! ueu, o povão tá cum dinhero, diquijeito???
    Caraca maluco!!! ainda não te pagaram não??? sinistro!!!
    Bota a boca no trombone porque a tuba já é nossa!!!

    Yes we créu !!!

    02 de junho de 2011 às 16h48

    Como eu disse ai acima, esses economistas deveriam abrir uma firma de previsao do tempo na Antartida, onde um dia faz frio e o outro tambem. Impossivel errar.

    EUNAOSABIA

    02 de junho de 2011 às 17h06

    Ei Jorge Nunes, tu acha que o saldo do teu cheque especial vem de onde velho??? tu acha que pode comprar com cartão de crédito sem um tostão na conta como????…. manja muito hein mano…

    Muchacho

    02 de junho de 2011 às 22h56

    Esse tiozinho Friedman, papa dos Chicago Boys, teve sorte de não morrer de desgosto por não ter visto a queda de wall street, se foi 2 anos antes. Muito me admira ainda ter seguidores, é claro, lá no Instit.Millenium.

    edv

    03 de junho de 2011 às 00h02

    O que todos eles esquecem é de teorizar sobre as "emoções", o fator principal a mover a economia.
    O medo, o pânico, a ganância, o prazer desmedido, o sentimento de poder, o descaso pelo outro…
    E na hora "H", o xororô do "mercado" para pedir ajuda ao "governo mínimo"…
    Patrocinado pelo "público"…

    Christiano M Silva

    02 de junho de 2011 às 16h43

    gostei de seu comentario, esta ralmente muito bom, a ciencia economica não uma ciencia exata.

Luiz Rogerio

02 de junho de 2011 às 12h56

Eu não consigo rir, pois se trata de um assunto muito sério, pedem para o "Budalocci" abrir as contas dele, mas quanto de dinheiro esses "economistas" não ganham inventando tudo isso? Falam mal de uma empresa, cai a cotação dessa empresa na bolsa, as raposas de plantão compram essas ações e depois esses "economistas" falam bem da empresa, daí elas disparam na bolsa, e no "bolso" dos "economistas" quanto vão??? Como vive a Miriam Porcão? Só com o salário da Globo ela não conseguiria manter aquele cabelo horrível que ela usa (ô cabelhinho ruin…), Jabour (que não é "economistas", entra nesta onda também…) entre outros…

Responder

Elisabeth

02 de junho de 2011 às 12h40

Bom dia!!! Dois de junho hoje é data! Dilma ta assinando decreto! To vestindo a camisa do " Brasil sem miseria" convido a todos fazer o mesmo. Agora que os economistas vão quebrar cabeça!

Responder

ZePovinho

02 de junho de 2011 às 12h18

Me permitam colaborar com o post relembrando uma passagem do livro "Um mundo assombrado por demônios" do meu ídolo de infância/adolescência Carl Sagan.Cai como uma luva quando pensamos nos argumentos desses macumbeiros monetaristas:

O Dragão Na Minha Garagem – de Carl Sagan

[youtube 107NOt8aHTY http://www.youtube.com/watch?v=107NOt8aHTY youtube]

Descanse em paz,Carl Sagan.Foi um privilégio aprender a gostar de ciência com seus programas.

Responder

Marcelo de Matos

02 de junho de 2011 às 12h07

O leitor Carlos JD está de parabéns por sugerir esse post. Também penso que os economistas, algumas vezes, erram em seus comentários. Alguns deles batem seguidamente na tecla da desindustrialização, mas, há setores importantes da economia que nem sabem o que é industrialização. Sempre viveram da importação. É o caso dos medicamentos, dos fertilizantes, dos defensivos agrícolas, dos automóveis, das telecomunicações e tantos outros. O Brasil continua a ser um país exportador de commodities agrícolas e do setor mineral. Essa não é uma opção do governo, mas, da sociedade, entendida essa como os detentores de capitais. Nenhum governo mudará isso se não houver um comprometimento de toda a sociedade.

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Marcelo Fraga

02 de junho de 2011 às 12h00

O cabeludo do Roda Morta, às vezes, tem um relâmpago de coerência.

Responder

FrancoAtirador

02 de junho de 2011 às 11h56

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A decepção com os dados de emprego nos Estados Unidos.

Os investidores voltaram as atenções para os dados do mercado de trabalho nos EUA.
Foram gerados menos empregos que o esperado.
O setor privado não agrícola americano adicionou 38 mil postos de trabalho entre abril e maio, com ajuste sazonal, mostra pesquisa da ADP, empresa que processa folha de pagamentos. Em abril, houve geração de 177 mil empregos. nos EUA"
(Tatiana Schnoor | Valor)
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Brasil gera mais de 270 mil empregos em abril

Resultado está acima da média dos últimos quatro anos. No quadrimestre foram gerados cerca de 880 mil empregos com carteira assinada, terceiro melhor desempenho

Brasília, 17/05/2011 – O Brasil criou 272.225 novas vagas de emprego com carteira assinada em abril de 2011, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado está acima da média dos últimos quatro anos, que ficou em torno de 250 mil empregos celetistas. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (17), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

"O mercado de trabalho brasileiro vem crescendo há alguns anos em todos os setores e em todas as regiões. Isso acontece porque o Brasil precisa mesmo crescer, como vem ocorrendo, de forma sustentável e equilibrada.
Em abril tivemos um resultado muito bom, e maio será melhor ainda", afirmou Lupi.

Confira os dados completos do Caged:

O resultado de abril foi oriundo de 1.774.378 admissões e 1.502.153 desligamentos, ambos os maiores para o mês. O desempenho foi gerado com a expansão generalizada do emprego entre os setores, com Serviços e Comércio registrando saldo recorde para o mês, com 114.434 e 41.587 novos postos, respectivamente. Entre os 25 subsetores, seis obtiveram saldo recorde para o mês e quatro o segundo melhor saldo. Apenas a Indústria Mecância registrou queda, com o fechamento de 407 postos.

"Os setores seguirão crescendo: temos muitas obras grandes começando em todo o Brasil, que demandam muita mão-de-obra, principalmente por conta da Copa do Mundo. Temos também o PAC 2 e o 'Minha Casa, Minha Vida' em execução. Há muitas intervenções municipais e estaduais saindo do papel. E, como sempre, Comércio e Serviços mantém a liderança na geração de empregos", avaliou o ministro.

Entre as Unidades de Federação, 23 tiveram aumento no nível do emprego, com Rio de Janeiro e Amazonas registrando saldo recorde para o mês, com a geração de 25.756 e 4.346 novos empregos celetistas, respectivamente. Outros seis estados apresentaram o segundo melhor resultado para o período.

Quadrimestre – Entre janeiro e abril deste foram gerados 880.711 postos de trabalho formal, incorporando as declarações fora do prazo. O resultado, equivalente a um crescimento de 2,45% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010, é o terceiro melhor do Caged no período de 2003 a 2011, sendo menor que o ocorrido em 2010, quando foram gerados 962.327 postos de trabalho, e 2008, com 848.962. Nos últimos 12 meses, o montante de empregos gerados atingiu 2.294.809 postos de trabalho, correspondendo ao aumento de 6,65% em relação ao estoque de trabalhadores.

http://portal.mte.gov.br/imprensa/noticias.htm

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M. S. Romares

02 de junho de 2011 às 10h26

Se voce ainda não percebeu que os economistas podem tornar sua vida um inferno, é porque não tem prestado muita atenção ao que acontece à sua volta. Alguns deles são tão patéticos que só tem ereção quando a bolsa sobe.

Responder

operantelivre

02 de junho de 2011 às 10h10

Economia não é ciência strictu sensu.

Responder

    M. S. Romares

    02 de junho de 2011 às 12h20

    Por que não tem objeto de estudo? Então seria, no máximo, uma arte: a arte de enganar com os outros dando uma roupagem de seriedade pelo (escasso) uso da matemática. Uma arte feita com a mão esquerda (sem qualquer conotação política). Seria isso?

operantelivre

02 de junho de 2011 às 10h08

Gosto de comparar economistas com comentaristas esportivos.
Prestem atenção como os comentaristas esportivos mudam de opinião conforme o jogo muda.
Eles se limitam a profetizar e se a coisa muda, mudam suas profecias.
Às vezes confundimos econometria com economia. Nenhuma das duas é economia.

Responder

    ZePovinho

    02 de junho de 2011 às 12h09

    KKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!Valeu,operalivre!!

dukrai

02 de junho de 2011 às 09h53

é uma desgraça só. pra falha de sp e abEstadão. pros atucanados e ex-Dem. pra direitona do Tip Top e da Pedro II.
pra nosotros, só o começo.

Responder

Maurício

02 de junho de 2011 às 08h11

O Paulo Moreira Leite é um dos melhores comentaristas do Brasil, super moderado e racional. Se o Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes e outros da turma "radical" fossem como ele o Brasil seria muito melhor, ou seja, criticar e elogiar com argumento e razão, e não usar viés partidário em tudo ou seguir a linha "quanto pior melhor".

Responder

Marroni

02 de junho de 2011 às 08h02

Não existem economistas, por assim dizer, genéricos. Os que "erram" recorrentemente são aqueles vinculados aos interesses do mercado financeiro. São monetaristas em sua maioria, seguidores da escola de Chicago, que tem na PUC-Rio seu mais conhecido ninho. Para a mídia não interessa ouvir economistas das outras escolas, com exceção talvez do keynesiano Luiz Gonzaga Belluzo. Esses "erros" são na verdade a manifestação dos desejos do capital financeiro tentando influenciar a política econômica do governo.
É a política, estúpido!

Responder

SILOÉ -RJ

02 de junho de 2011 às 03h49

Os PGs só convidam para entrevista os que pensam como eles, de vez em quando um tiro sai pela culatra: alguém discorda e elogia o governo , Aí, coitado!!! Não volta mais!!!
Vide a forçassão de barra da Miriam Leitão, em cima da "inflação desenfreada", "fora de controle", só para lancar o livro dela sobre o assunto que já estava mofando no prelo e continua mofando nas prateleiras.
Vendeu bem só para os globais, no lançamento "VERNIZAGEM" da cara de pau.

Responder

Elisabeth

02 de junho de 2011 às 01h09

Estou rindo muito! rs Confesso que divirto me muito com economistas ! Ainda mais quando suas teorias de fim do mundo para o dia não se confirma. Também me divirto muito com Paulo Moreira leite. Ele esta muito irritado com economistas, no ultimo programa do Roda Viva na tv Cultura desta semana , ele esta impagável! Quase chama aos "nomes" O Eduardo Gianetti. Dizendo: Você afirmou varias vezes que economia do Brasil seria decepcionante e o Brasil só tem melhorado! Era como : Você me prometeu recessão, desemprego e agora temos que assistir o sucesso do governo… hahaha

Responder

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