VIOMUNDO

Diário da Resistência

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Política

Em todo caso, quem manda mesmo são os bancos


14/06/2011 - 12h20

De Frei Betto, em entrevista ao Estadão, sobre as consultorias do ex-ministro Antonio Palocci:

“O episódio pode ser considerado um indicativo de que o PT mudou seus ideais ao virar governo?

Exatamente. Nunca me filiei a nenhum partido político, mas ajudei a construir o PT, assessorei muitos movimentos que formaram lideranças que hoje integram o PT e a política profissional. Lamento que os dirigentes do PT hoje deem consultoria aos donos do dinheiro. Andando pelo Brasil, já não encontro esses dirigentes prestando consultoria a movimentos sociais.”

Da Carta Maior:

CREPÚSCULO DOS PARTIDOS OU ESGOTAMENTO CONSERVADOR?

O PSDB contratou uma agência de  publicidade, informa a Folha de hoje. O objetivo é  reformatar  a ‘marca’ tucana diante da opinião pública. Sucessivamente derrotado três vezes na tentativa de voltar à Presidência da República,o PSDB entende que errou  ” na comunicação”. A  agência não trabalhou direito o produto. Ou,  como quer Fernando Henrique Cardoso, não focou adequadamente o consumidor-alvo. “O partido precisa aprender a vender o peixe’, diz o grão-tucano, sem piscar diante da palidez das  guelras.

A transfiguração da linguagem política  em clichê empresarial tornou-se uma prática  suprapartidária aqui e alhures, em consonância com a supremacia da lógica financeira sobre todas as dimensões da vida social. A finança comanda e pauta a democracia, em vez de ser contrastada e regulada por esta. Os partidos sancionam a transfiguração suicida. Dissolve-se  o alicerce da participação social com descrédito consequente nas organizações políticas.

Em recente passagem pelo Brasil, o filósofo Stiván Mészáros comentou a derrocada do socialismo europeu, reduzido a um  aplicativo da ortodoxia financeira, recorrendo à observação de Gore Vidal a propósito do sistema partidário norte-americano: “um sistema unipartidário com duas alas de direita”. É nesse vazio de escolhas que avultam conclusões ligeiras, como a da recente pesquisa realizada pelo Datafolha/Box com 1.200  jovens brasileiros.

Segunda a leitura feita pelo jornal, a enquete teria demonstrado que para 71% dos entrevistados, é possível fazer política usando a rede  social da Internet sem os partidos. “Esse jovem pensa a política de forma menos hierárquica e mostra uma descrença em relações às instituições formais, como partidos ou governo”, diz Gabriel Milanez, pesquisador da Box. “Ela salta instituições”, reforçou  Fernando Henrique Cardoso.

Tudo muito coerente, sobretudo quando o raciocínio surfa na aparente eviedencia dos fatos recentes, como as mobilizações no Egito ou na Espanha. A marcha batida do funeral partidário inscrita no pensamento dominante tropeça porém em detalhes expressivos: a) na ditadura egípcia inexistiam organizações partidárias, razão pela qual a explosão popular desaguou na atual tutela militar; b) na Espanha, como disse Meszáros, campos indivisos unificam as agendas dos partidos socialistas e a dos mercados.

No caso brasileiro, talvez fosse melhor inverter a pergunta: a sociedade se afastou dos partidos ou  eles se afastaram das ruas? O PT, por exemplo. Agora sob a direção de Rui Falcão, tem a oportunidade de reverter o espectro da irrelevância com a qual a direita, na verdade, purga a saturação da agenda neoliberal. Um bom começo seria trazer os intelectuais de volta à vida da organização, rompendo a terceirização marqueteira para fazer das eleições municipais de 2012 uma virada nas formas de debater e construir um programa para a cidadania.

PS do Viomundo: O PT não é mais o partido da militância, mas do poder. Em coalizão com o PMDB. Salvo algumas raríssimas exceções, o partido não quer — ou não pode — chacoalhar o bote, por medo de afogar os parceiros e, por conseguinte, afundar junto. Quem vai fazer a banda larga “rápida”, por exemplo, é a Telefônica. Vocês acreditam que a Telefônica vá fazer uma banda larga rápida, universal e barata? Preparem-se para conversar muito com aqueles robôs da Telefônica. Já conversaram com um? Eles nunca entendem quando a gente fala “cancelamento”, sempre entendem quando a gente fala “comprar serviços”.





82 comentários

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tião medonho

16 de junho de 2011 às 15h45

Acho que me fiz entender, embora o obvio pareça sempre mais dificil de ser demonstrado ("creio porque é absurdo" sto agostinho sobre a fé em Deus).
O rodrigo.aft pegou bem a idéia: Não existe mais propriamente a esfera politica, só a economica…
acabou, zéfini, baubau, soverteu, deitou o cabelo, esfumaçou…os atores politicos são somente isso: atores.
Estão lá e são remunerados para fazer de conta que povo conta. Não conta.

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Sargarana

16 de junho de 2011 às 11h34

Tolinho, só agora você percebeu? Não leu a carta ao "povo" brasileiro de junho de 2002? Ô coitado!

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Nelson

15 de junho de 2011 às 17h33

Muito bom o PS, Azenha.
A frase "Salvo algumas raríssimas exceções, o partido não quer — ou não pode — chacoalhar o bote, por medo de afogar os parceiros e, por conseguinte, afundar junto" diz tudo.
Quanto à banda larga, o que a ala governante do PT não quer é que uma empresa pública/estatal venha a explorar um nicho de mercado que a iniciativa privada quer só para ela.
Ao que parece, essa ala passou a aceitar o mandamento maior dos neoliberais: tudo o que estiver sob controle público/estatal e estiver dando lucro ou tenha potencial para tanto, deve ser repassado para mãos privadas.
Daí não surpreender a opção pela privatização dos aeroportos, PPPs, reforma da previdência cassadora de direitos dos trabalhadores, implantação de mais pedágios nas estradas, mesmo que "baratos", entre outras medidas que vêm para "fortalecer o capitalismo brasileiro", como ja dito neste sítio pelo Zé Povinho, se não me falha a memória.

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Ronaldo Cananéia

15 de junho de 2011 às 16h43

Com a palavra o MiniCom e a Secretaria da Comunicação.

Podemos esperar alguma coisa do PT, o partido das telefônicas? De onde não se espera nada é que não vem nada mesmo.

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tião medonho

15 de junho de 2011 às 11h23

"Gostaria de fazer algumas perguntas: Se os bancos mandam tanto assim; porque Serra não é o atual presidente do Brasil ou mesmo, porque não estamos no primeiro mandato de Akckmin "
resposta mais facil do mundo: Porque para o sistema financeiro tanto faz quem ocupe a cadeira presidencial; pode ser o Tiririca ou Maluf, nada muda..e deixando o povo com a ilusão que sua escolha foi respeitada tudo fica ainda mais facil…a próxima…

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    Nelson

    15 de junho de 2011 às 17h08

    Bem, meu caro Tião. Eu crei que aí cabe uma pergunta, inevitável.
    Pode-se chamar a isso que você descreve de democracia?

    Tião Medonho

    16 de junho de 2011 às 18h57

    democracia meu amigo, é uma abstração sem qualquer sentido no mundo das coisas concretas…aliás, como o próprio povo…

    rodrigo.aft

    15 de junho de 2011 às 18h02

    tião,

    sobre quem manda ou não, O GOLPE BRANCO ESTÁ EM CURSO!!!

    Seja por convicção, seja por indução, seja por omissão, seja por corrupção, é mais fácil manobrar 5, 10, 15 ou 20 pessoas, do judiciário, legislativo ou executivo, q decidem os destinos de milhões de brasileiros, ou mais importante ainda, o destino de milhões e milhões de REAIS q incitar uma revolução ou dar golpe de estado.
    Viu? Sem brigas, sem sangue, sem gastar dinheiro desnecessariamente, e com pleno domínio da "máquina".
    O Establishment pouco se importa com a ideologia ou cor partidária… o q importa, no frigir dos ovos, é manter a HEGEMONIA DECISÓRIA, através da (IN)justiça e política(?), por ex..
    Se as pessoas são corintianas, palmeirenses, são paulinas, psdbistas, petistas, homo, hétero, branca, negra, amarela, jovens, adultas ou velhas, se está do lado da lei ou do crime, NÃO IMPORTA.
    A DIREITA americana (marionete dos grandes lobbyes industriais e FINANCEIROS, PRINCIPALMENTE!!!) já descobriu esse truque faz tempo, e domina COM MAESTRIA o uso da máquina pública em benefício de um seleto grupo, q defende (para os outros, não para si) o estrito cumprimento das leis, dos contratos, da propriedade, mas aplica, no bastidores, o "motor" do capitalismo moderno: SOCIALIZAR PREJUÍZOS E PRIVATIZAR LUCROS, sob o manto protetor da (IN)justiça.
    E viva as pquenas e inúteis discussões da sociedade… enquanto a maioria discute (e perde tempo e dinheiro preciosos com isso) por futebol, política, status, ativades laboriais, e até "cultura" (tudo uma grande cortina de fumaça), os "donos do poder", não aparecem, não fazem alarde e deixam outros atores cooptados, amestrados, dominados, colonizados, enventualmente alguns ameaçados, corrompidos, e até INGÊNUOS, fazerem a defesa de seus interesses NAS 3 ESFERAS DO PODER (legistaltivo, judiciário e executivo) E NAS 3 INSTÂNCIAS DO ESTADO (união, estdo e município), com a ajuda providencial da grande mídia engajada (sim, na mão de um lobby também – seja pela propriedade do meio em si, seja pela decisão de "distribuir, dirigir" verbas publicitárias).
    Ah, sim, o establishment não atua diretamente, mas tem prepostos para acionar as marionetes… advogados, lobistas, empresas (muitas e muitas vezes em nomes de laranjas, para evitar a identificação), e pessoas em cargos-chave, como comentei anteriormente, nos 3 poderes e nas 3 esferas do estado.

    Então, não, não há GOLPE BRANCO! tudo imaginação prodigiosa…
    Sem culpa, "queime" horas e horas com tv (e "cultura" em geral, como já mencionei), com esportes (na tv ou ao vivo), no trabalho (não esqueça de somar "acordar antes", "tempo de deslocamento", permanencia no local de trabalho e "tempo de deslocamento" novamente) e com a família… sobra tempo para aglutinação social em torno da defesa de seus interesses? NÃO!!!
    (e é essa a idéia… não deixar tempo livre para conscientização pessoal e associações sociais para fazer frente aos interesses do establishment)

    E se vc não acha todo esse contexto importante, fantasioso até, não se preocupe, matar escravos livres (e hopedeiros) não é conveniente… eles te deixam vivo e o operante por bons anos, o suficiente para dar lucro na sua fase mais produtiva… e não perca o jogo de logo mais às 16 (ou 22) horas…

    (neste caso) "Don't worry, be happy"! (é uma ironia)

    Martin

    15 de junho de 2011 às 20h00

    É Fácil CONSERTAR ISSO…

    Basta acabar com a ligação UMBELICAL entre os "políticos" e os Grupos Financeiros !!

    Os novos POLÍTICOS, deputados estaduais, federais e senadores, selecionados como qualquer outro BOM FUNCIONÁRIO PÚBLICO, tendo estabilidade na função MAS PROIBIDOS de serem sócios de empresas comerciais e/ou industriais, atuando apenas como juízes das demandas nacionais, estaduais ou locais…

    É só o povo exigir !!

    Att.
    Martin

Marcelo de Matos

15 de junho de 2011 às 10h51

O PIG testou pela primeira vez a capacidade de reação do governo Dilma às campanhas difamatórias. O monitor de escândalos do UOL nem precisou ser desligado para resfriamento: foram apenas 20 dias de piloto automático. Vamos ver se, doravante, Dilma será mais firme na defesa de seus ministros. Dependerá muito, também, do PT. Não sou filiado e não conheço a estrutura interna do partido. Tenho a impressão de que há facções mais à esquerda, de coloração psolista, e uma espécie de centrão. Nesse último estariam José Dirceu e Palocci, já chamuscados pelo PIG, sem contar muitos outros, afastados pelo sectarismo interno. Elói Pietá, secretário do PT, disse que os filiados do partido não estavam satisfeitos com o enriquecimento de Palocci. É possível. Nota-se no PT e em outros partidos de esquerda certa ojeriza pela riqueza. O PIG sabe perfeitamente como capitalizar esse sentimento. Associada ao descarado moralismo de líderes políticos, como Pedro Simon, essa ojeriza forma o caldo de cultura ideal para o sucesso das campanhas difamatórias.

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ZePovinho

15 de junho de 2011 às 10h30

SACO SEM FUNDO:JURO DA DÍVIDA PÚBLICA 'COME' UM ANO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA

Está nos jornais de hoje: o ministério da Agricultura prevê que em 2011 o valor bruto da produção rural será de R$ 198,7 bilhões, 1,4% mais que o previsto em maio e 10% acima do ano passado (Valor,15-06). O novo recorde histórico reafirma o Brasil como um dos três maiores produtores de alimentos do planeta. Ao mesmo tempo, o economista Amir Khair, em recente artigo nesta página (Leia o especial ‘Desordem Financeira') demonstrou que as despesas com juros da dívida pública no ano passado atingiram R$ 195 bilhões -o equivalente a toda a produção rural prevista para esta safra. Somente no primeiro quadrimestre deste ano, os gastos com o pagamento dos juros aos rentistas da dívida pública somaram R$ 57,3 – é mais do que o valor bruto de toda a soja que será colhida pelo Brasil em 2011, que deverá atingir um recorde de R$ 55,1 bilhões,17,4% mais que em 2010. Em resumo: o Brasil gasta com juros, em quatro meses, tudo o que consegue gerar com a sojicultura que representa um terço da safra mundial.
(Carta Maior; 4º feira,15/06/ 2011)

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    luiz pinheiro

    15 de junho de 2011 às 13h10

    O nosso PIB, nos 12 meses até março, está em RS 3 trilhões e 750 bilhões. Sendo assim, é difícil imaginar que o valor bruto da produção rural seja apenas R$ 198 bilhões. Seriam pouco mais de 5% do PIB – muito abaixo do percentual histórico. Tentei acessar o valor pela internet, mas o site não permite ler a íntegra da matéria. Deixo aqui esta minha dúvida.

Sergio F Castro

15 de junho de 2011 às 09h46

Gostaria de fazer algumas perguntas: Se os bancos mandam tanto assim; porque Serra não é o atual presidente do Brasil ou mesmo, porque não estamos no primeiro mandato de Akckmin (sucedendo ao dois de Serra que seria eleito em 2002 reeleito em 2006)? Porque a CEF e o BB não estão privatizados? Porque o Bradesco perdeu a licitação do Banco postal? Porque a SELIC não está em 50 ou 60 %? Se o PT é tão assim igual ao resto (de direita e neoliberal) porque o PiG o odeia tanto (e mais ainda ao Lula)? São estas atitudes de "ennui" e e pessimimo pseudo intelectual que me irritam profundamente em certos setores da esquerda, que parece que querem mesmo a volta do FHC (afinal ele é um deles, academico e intelectual sofsticado e "realista").

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    Aristharco

    15 de junho de 2011 às 10h52

    Mandam tanto mas não mandam tudo…

operantelivre

15 de junho de 2011 às 09h29

Como boa parte do que comentam aqui eu também me sinto triste com algumas ações do governo.
Não quero perder meus sonhos, que são parte da minha luta, por causa de algumas baixas, ou baixas ações.
Não quero, porque PRECISO dos sonhos a alimentar minhas ações a cada dia.
E só sei que preciso.

Então, quando algo ameaça me convencer de que acordei, aproveito que acordei mesmo, levanto-me da cama e olho pros meus sonhos com uma distância suficiente para que não me sejam pesadelos.

Saio prá luta com o mesmo espírito e corpo cansados que carregam meus sonhos na lida de cada dia.

Responder

Bonifa

15 de junho de 2011 às 09h15

A transformação do PT em um partido de neoliberais "emergentes", já foi discutida lá atrás, quando se chegou à conclusão de que esta transformação seria apenas uma questão de tempo, como decorrência natural do financiamento privado das campanhas políticas no Brasil. O financiamento privado, que significa na verdade a compra de votos pelos donos do dinheiro, é a principal causa da degradação dos partidos políticos e da própria democracia. Mas ainda há espaço para uma reação interna no PT, com lideranças lúcidas reunindo forças íntegras dentro do partido, para conservar um compromisso forte com seus princípios originais, pelo menos até que se institucionalize o financiamento público de campanha.

Responder

    luiz pinheiro

    15 de junho de 2011 às 12h48

    Fattou observar que o PT é a força política de peso que impulsiona a luta pelo financiamento eleitoral público.

operantelivre

15 de junho de 2011 às 09h06

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é a mesma coisa.
Não confundamos as coisas.

Responder

Carlos

15 de junho de 2011 às 07h55

Também concordo, o Eduardo é um idealista. Muito corajoso. Nunca vi ninguém ir para a frente da foia veia, pegar um megafone e denunciar. Aliás, você que mora em condomínio, alguma vez já conseguiu tirar um síndico do seu prédio por desvio de dinheiro? Não. Por que? É tão simples mudar tudo. As coisas não são bem assim. O país está vivendo um bom momento em diversas áreas. Alguns ainda querem fazer revolução; outros são aproveitadores; alguns estão pegando carona no caso Palocci e se infiltrando nos blogs chamados progressistas; e ainda há aqueles que leram as críticas feitas por esses blogueiros e acham que podem fomentar ódio contra todo o PT. É assim mesmo. É só parar de conversa fiada e ter discernimento que se percebe isso tudo. Quanto ao Azenha, também o considero uma pessoa justa.

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city

15 de junho de 2011 às 00h36

fortalecemos a indústria brasileira com o lula.
gostaria que dilma olhasse agora para a sociedade. todas as classes estão em neurose.
muitas divergências e preocupações. Seria bom ela cumprir sua promessa de campanha revolucionado, como disse, o ensino público do país.

Responder

ZePovinho

14 de junho de 2011 às 23h36

A agenda da Nova Ordem Mundial existe,eu me convenci.Ela centra-se nos bancos,no domínio da finança sobre o mundo.
Não pode ser coincidência que a planta baixa do terreno onde fica a Casa Branca tenha a forma de uma coruja-o símbolo dos Illuminati.É coincidência demais.Este vídeo tem mais de 300 partes de 10 minutos:

ILLUMINATI PROJECT part 1

[youtube rdiG4OC48LY http://www.youtube.com/watch?v=rdiG4OC48LY youtube]

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FrancoAtirador

14 de junho de 2011 às 23h27

.
.
Não se pode escolher governantes desvinculados de partidos políticos,
muito menos legisladores apartidários.

O desinteresse da população pelos partidos deveria ser motivo de preocupação,
principalmente para os políticos que se dizem de esquerda.

O que aconteceu, dias atrás, na Espanha?
Foi todo mundo para a praça criticar os partidos políticos,
dizendo que são todos farinha do mesmo saco.

Mas, na hora escolher os prefeitos das cidades,
a grande maioria dos espanhóis, que foram votar,
votou no partido da direita.

E nas eleições legislativas em Portugal, então ?
ABSTENÇÃO DE 41,1% mais 4% de brancos e nulos.

Em 35 anos de eleições para a Assembleia da República portuguesa
nunca tinha sido registada uma abstenção tão alta.
A Aliança Democrática (AD), coligação da oposição constituída
pelos partidos de direita e de extrema-direita (PPD-PSD, CDS e PP Monárquico),
obteve a maioria dos votos válidos (44,91% do total).
E os pseudo-socialistas da situação tiveram 26,65%.

É o risco maior que corre a esquerda brasileira,
quando os partidos não se definem ideologicamente.

E SE OS PARTIDOS E OS PRÓPRIOS POLÍTICOS CAEM EM DESCRÉDITO,

ACONTECE ISTO: A MAIORIA É ELEITA PELA MINORIA DE DIREITA
.
.

Responder

ZePovinho

14 de junho de 2011 às 22h55

A ARMADILHA RENTISTA

"…no período de inflação alta, os ativos financeiros foram indexados à taxa diária de juros, de modo que sua variação mantinha os seus preços constantes. Além disso, com alta inflação, toda a dívida pública (LFTs) era refinanciada diariamente no overnight, pagando a taxa de juros Selic …O Banco Central mantém esse sistema monetário, que era funcional no período de hiperinflação, até hoje….pagando ainda hoje a taxa de juros Selic, que corrige os títulos públicos de longo prazo (isso)aprisionou toda poupança nacional no mercado de moeda de curtíssimo prazo. As conseqüências dessas regras operacionais são devastadoras. O sistema bancário, para competir com o Banco Central, tem que pagar aos seus depositantes, taxas de juros mais elevadas que a Selic e ainda garantir também liquidez… O Tesouro Nacional (em contrapartida) tem um concorrente que paga a mesma taxa de juros Selic nas operações overnight, mas que ainda garante liquidez imediata aos bancos. Diante desse concorrente (o governo) não conseguirá alongar o prazo da sua dívida pública, mesmo que venha a ter superávits sistematicamente. Diante desse quadro, o BC aprisiona, na ponta curta da curva de taxa juros, praticamente toda a poupança financeira do país (…) O mercado de títulos privados de longo prazo também não tem como prosperar (…) para reduzir a taxa de juros no Brasil é preciso desmontar esse …verdadeiro entulho herdado do período de hiperinflação' (Ioshiaki Nakano; Valor).
(Carta Maior; 4ºfeira,15/06/ 2011)

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enio

14 de junho de 2011 às 22h52

Eis o PT novamente no alvo do PIG, dos intelectuais e agora dos blogs. Há uma novidade nisso. O PIG que transformou o PT em geni da políticas brasileira pelo menos é mais honesto pois faz isso há 30 anos, desde que o PT foi fundado.E nunca arredou o pé. Os intelectuais brasileiros são um safra de atacantes formados pelos que aderiram o neoliberalismo durante o governo FHC, por aqueles que misturam o imediatismo com a arrogância acadêmica (que é hoje a maioria nas universidades) e o pior deles o intelectual ressentido que achou que chegando ao poder poderia fazer tudo o que sempre pregou nas ideias e nos papéis, que como todos sabem, aceitam tudo. Ou então nem foi convidado para qualquer cargo. Esse tripé é o que mais o PIG tenta e com sucesso cooptar. Mas a novidade agora são os blogs que descobriram que acredita que o PT é responsável por todos os erros da sociedade e dos políticos brasileiros. Esse partido comete erros e pode sim acabar como os outros, mas não reconhecer os avanços proporcionados por suas conquistas é jogar na má fé que muitos estão pregando.

Responder

luiz pinheiro

14 de junho de 2011 às 22h03

"Saltar" as instituições é um risco: pode desobrigar o cidadão da difícil luta por transformá-las.

Responder

Helio Aguiar Filho

14 de junho de 2011 às 21h27

Alguem ainda lembra de Lenin? Por mais que pareca ultrapassado, merecera ser relido,
criticamente, ao menos no que se refere ao processo de subversao de um regime.
Quem acha que a Internet, um extraordinario veiculo de agit-prop, pode substituir um
partido e se transformar em agente de mudancas efetivas deveria reler um pouco da historia
das revolucoes.
Movimentos expontaneos de massas? Nao dao em nada sem vanguarda (fala aqui o velho
militante estudantil), como ocorreu no Egito e, creio, ocorrera na Espanha.
O problema e que quem poderia formular o esboco de um novo programa, reformista
ou revolucionaro, esta contando (ou protegendo) o vil metal.
(Desculpem o texto sem acentos nem cedilhas, ainda estou no Sec. XX)

Responder

    FrancoAtirador

    14 de junho de 2011 às 22h50

    .
    .
    E alguém lembra de Marx ?

    Perdão, ainda estou no Século 19.

    Como disse Vitor Ramil, em "Indo ao Pampa",
    na obra "Ramilonga – A Estética do Frio":

    "…de repente avanço
    a mil e oitocentos e trinta e oito.
    Eu digo avanço, porque é claro
    que os homens por ali
    estão pra lá dos homens do ano 2.000…"
    .
    .

    Helio Aguiar Filho

    15 de junho de 2011 às 10h13

    E Verdi dizia sobre a opera italiana no final do Sec. XIX:
    – Voltar ao passado ja seria um grande progresso

walter melo

14 de junho de 2011 às 21h24

sou um brizolista de coração. sempre votei no brizola, mas tinha muito medo, e até uma vez falei para minha esposa que me perguntou em quem votar :"vou votar no brizola por convicção, mas tenho medo de que ele seja eleito e não possa fazer nada". todo esse preâmbulo é para dizer que nunca me filiei ao pdt ou a qualquer partido. as pessoas e os fatos mudam e dão o tom do momento político e eu não sou tão maleável assim. no jogo político SEMPRE HAVERÁ COOPTAÇÕES E TRAIÇÕES DE IDÉIAS (PROGRAMAS) E PESSOAS.
então, esses tipos de posicionamentos não me estranham, mas É NECESSÁRIO, ATÉ IMPOSITIVO, COMBATÊ-LOS E SANA-LOS.

Responder

ZePovinho

14 de junho de 2011 às 21h23

É a FIOFÔNICA em ação………..

Responder

LULA VESCOVI

14 de junho de 2011 às 21h09

O PT deixou de ser o PT desde o primeiro governo do LULA,com Meirelles e afins,antes mesmo do mensalão.A ficha demorou a cair.

Responder

    Aristharco

    15 de junho de 2011 às 10h54

    Falcão, Rui é a tua hora… assume homem!

Antonio Luiz

14 de junho de 2011 às 20h54

Azenha,
Você colocou o editorial da Carta Maior para engrandecer o óbvio que se esperava de Frei Betto. Aliás, não sei do que ele reclama se na eleição passada apoiou Marina e parece que ela não vai bem, também. Parece que o cara é pé frio. Devia estar preocupado com seu último apoio, ao PV.
Agora, faça-me o favor. Não queira confundir a Carta Maior com Frei Betto.
E depois, quando Palocci vai à Globo se explicar é motivo de maior celeuma. Agora o frei vai no Estadão e você acha normal. Coerência, meu.
E mais, desconfio muito desses caras que se metem a falar de política, mas que estufam o peito para dizer que nunca se filiou a nenhum partido, que nenhum deles presta. Aponte o seu, assuma seu lado. Ou ele acha que só ele tem lado, ou que só ele pode estar certo? Não condiz com sua idade avançada. Isso na esquerda ou direita chama-se autocrítica.
O que acho dessas pessoas é que elas deviam buscar a verdadeira causa de suas angústias. Ou então, que vá encher o saco de outro. Xô Urubu!!!!!

Responder

    operantelivre

    15 de junho de 2011 às 08h58

    Me disponho a trabalhar psicologicamente com enlutados a preços módicos.
    Mas já aviso que não aceito cartão de débito ou crédito.
    E não esperem que lhes tire a tristeza também.

Djalma

14 de junho de 2011 às 20h34

COM ESTA SITUAÇÃO, CONCLUI-SE QUE O POVO PRECISA É SE REVOLTAR. SEM ISTO NINGUÉM ACORDARÁ.

Responder

Bertold

14 de junho de 2011 às 20h22

Meu velho amigo Frei Beto de tempos dos movimentos populares (Anampos -década de 80) sempre teve dificuldades com as idéias de revolução e dificuldades de definir seu socialismo. mas o pior que depois de tanto tempo ainda não entendeu que partidos, na história, por mais bem intencionados e organizados que sejam sempre será meio e não um fim em sí mesmo. Tem que se abrir e ir adiante pelo menos com suas idéias chaves. O PT não perdeu isso.

Responder

Avelino

14 de junho de 2011 às 20h22

Caro Azenha
Ainda acredito que o Brasil,via PT, esteja sendo um grande laboratório para o capital ficticio."Distribuindo renda" sem alterar a estrutura.
Saudações

Responder

Augusto

14 de junho de 2011 às 20h14

O pior é quando a gente quer cancelar mas não tem alternativa. Isso é que é o pior! Se eu cancelo, vou ter de ficar sem internet, porque vou por quem no lugar do speedy???

Responder

A Voz da Liberdade

14 de junho de 2011 às 19h18

Do filósofo grego Platão, em A República, dizia que os governantes das cidades-estado não deveriam possuir bens, exceto aquilo de essencial que um cidadão precisa para viver. Que deveriam ter o ouro e a prata apenas na alma, porque se fossem proprietários de terras, casas e dinheiro, de guardas que eram da sociedade se transformariam em mercadores…
Estou começando a achar que fomos enganados… A Banda Larga tão cantada e decantada pelo Lula já não será mais tocada pela Telebras nos moldes que nos foram repassados. A Dilma não vai mais pedir urgência na votação para abertura dos documentos secretos. Algo está fora da ordemmmmmmm!!!!!

Responder

Antonio

14 de junho de 2011 às 18h43

A Telefonica vai fazer a Banda Larga Pública? Então vai ser Banda Curta. Vai ser o fim da Banda.
Entregar as galinhas à raposa zoada, obsoleta e faminta de lucros sem fim é o pior caminho.

Agora, o PSDB pode trocar de Agência, pode aprender a vender peixe, pode mudar o nome do Partido, pode até trocar tucano por rato que não vai adiantar. Vai para o buraco, liquido e certamente. É o fim do neoliberalismo, que não rima com democracia. Neoliberalismo está próximo de neocolonialismo, neocoronelismo, neocorrupção, enxame de gafanhoto que arrasa tudo.

PSDB e Tortura, Nunca Mais.

Responder

    Aristharco

    15 de junho de 2011 às 11h05

    A ANATEL foi execrada ontem numa comissão da Câmara – o presidente Roberto Pinto, de cabeça baixa levou bordoada de todo lado sem saber como se defender, e o nome da opus dei Telefonica nem foi mencionado…
    Se ela, a opus dei Telefonica for premiada pelo Governo maIs uma vez, o bicho vai pegar… é a campeã de reclamações no Procon de SP, mesmo assim segue impávida ganhando na manha, surrupiando sem dó o consumidor até mesmo o que nada consome… mas tem que pagar "assinatura" (????).
    Mãos ao alto!

Scan

14 de junho de 2011 às 18h21

Quase nunca concordo com Mirabeau, mas há que se guardar suas palavras: "Jacobinos, quando ministros, não são ministros jacobinos."
É o retrato do PT hoje.

Responder

Marcelo de Matos

14 de junho de 2011 às 18h12

Teclando num frio de 16º, vou por partes, como o açougueiro, já pensando no próximo churrasco: 1) Ao Frei Beto: “Lamento que os dirigentes do PT hoje deem consultoria aos donos do dinheiro”. Nem todos os dirigentes do PT dão consultoria. Para isso é necessário ter competência, renome e conhecimentos técnicos. Palocci, José Dirceu, Rui Falcão, por exemplo, preenchem esses requisitos. É claro que só se dá consultoria aos donos do dinheiro. Só presta consultoria a movimentos sociais quem vive de dízimos ou subvenções estatais; 2) À Carta Maior. Setores da esquerda estão comemorando a saída de Palocci, como comemoraram a de Dirceu. Parecem prever um avanço das facções psolistas do PT. Mas é preferível manter a “terceirização marqueteira” do PT que transformá-lo em mais um partido nanico; 3) Ao Viomundo: você tocou no ponto nevrálgico da questão. Tudo indica que Palocci caiu em meio à guerra promovida pelos lobies das teles. Quem será o homem forte desse setor no governo? Mamãe, quando crescer quero ser lobeiro!

Responder

carlos saraiva

14 de junho de 2011 às 18h10

Frei Betto, não só ajudou na construção do PT, trabalhou e trabalha junto aos movimentos sociais que deram origem ao PT, foram e continuam sendo em sua maioria por petistas. Frei Betto, conhece toda a trajetória de Lula, acompanha o trabalho feito por Lula no movimento sindical, no movimento social, na construção do partido e em sua consolidação como uma das grandes lideranças populares mundiais. Frei Betto, fez parte do governo Lula. Sabe muito bem o papel do PT, na luta contra a ditadura, no fortalecimento de nossa Democracia. Frei Betto assistiu de perto, a grande revolução silenciosa que o PT e Lula fizeram nesse país. Frei Betto, sabe o legado que Lula deixou para Dilma. Frei Betto é um petista, como eu sou, desde a fundação do partido. O ser filiado ou não é apenas uma questão cartorial. Frei Betto sabe muito bem as concessões que o PT, teve de fazer, em uma sociedade complexa como a nossa, com uma elite, sempre de costas para o povo e o próprio país. Sabe do esforço feito por Lula para infundir um "espirito de nação" em uma sociedade desigual. Frei Betto sabe, todo esforço que Lula e o PT, fizeram para que o povo se sentisse partícipe e capaz de construir uma contrahegemonia transformadora. Frei Betto sabe, as dificuldades porque passam todas as esquerdas no mundo, em um capitalismo, que sobrevive na barbarie. Frei Betto sabe e já sofreu na pele, o quão dificil é ser um militante de esquerda. Por isso, Frei Betto deve saber , a superficialidade, de dizer que o PT, trocou ou mudou "seus ideais", pois tambem sabe que os petistas, como ele, continuam seus trabalhos junto aos movimentos sociais. Frei Betto tambem sabe que Lula é sem dúvida nenhuma a maior liderança de esquerda mundial. Frei Betto, sabe , e como nós, continua o sonho. Os desvios pessoais, as dificuldades, os obstáculos, devem ser, combatidos, criticados e transpostos, mas como diz Galeano, o importante é continuar a caminhada.

Responder

Margarida

14 de junho de 2011 às 18h00

Banco é banco, banqueiro é banqueiro. plante um banco e vc colhera muito dinheiro. È assim que o mundo capitalista ver os bancos. O povo é só uns bestas que acreditam em rentabilidade. O caixão dos banqueiro deve ter gavetas iguais dos faraois.

Responder

Lucas

14 de junho de 2011 às 17h54

Texto interessante do Mark Weisbrot em http://www.cepr.net/index.php/other-languages/por…. Análise importantíssima, leiam a íntegra. Segue alguns trechos:

"A economia brasileira cresceu entre 2004 e 2010 a uma média anual de 4,2%, mais de duas vezes o índice em que crescera entre 1999 e 2003 e mais de duas vezes seu crescimento anual entre 1980 e 2000. Isso a despeito da recessão mundial de 2009, que deixou o país sem crescimento nesse ano.

(…)

O mais importante foi o fato de o governo ter permitido uma política fiscal mais expansionista, incluindo o aumento dos investimentos públicos. Isso ajudou especialmente a conservar em grau mínimo os prejuízos advindos da recessão global e permitiu uma recuperação mais rápida. Resta, contudo, outro problema significativo de política macroeconômica: o Banco Central vem elevando o valor do real quase continuamente, há anos, para poder alcançar sua meta de inflação.

(…)

O Brasil guarda semelhanças com os Estados Unidos, sob alguns aspectos, nas origens de seus erros de política macroeconômica: o setor financeiro é poderoso demais.
Assim como Wall Street contribuiu maciçamente para a crise financeira e para a Grande Recessão nos EUA, o setor financeiro brasileiro luta com êxito demasiado por políticas que sufoquem o desenvolvimento industrial do país para promover seus interesses próprios."

Responder

mello

14 de junho de 2011 às 17h50

Depois do filme Inside Job ainda se espantam que os conglomerados financeiros deteem o poder no mundo ocidental? E tem gente que acha que os intelectuais ou as extremas esquerdas é que vão resolver nossos problemas? Preferem as alianças demotucanas, estão com saudade? Sonham com a aliança psdb/dem/pps/psol no poder? Seria melhor?

Responder

Remindo Sauim

14 de junho de 2011 às 17h44

O PT chegou ao poder para tirar 30 milhões da miséria e nos próximos oito anos vai tirar o resto dos brasileirinhos desta condição. Parece que a ALGUNS antigos petistas mais interessa o discurso inflamado a favor dos pobres do que acabar com a pobreza. A idéia central do discurso petista do início da década de 80 era dividir o bolo, agora que isto começou a ser feito acham ruim. Tenham dó gente, todos estes que falam contra os bancos lá tem suas continhas e suas poupanças. Estou sendo pragmático em demasia, ou apenas realista.

Responder

robledo duarte

14 de junho de 2011 às 17h21

Qual o livro mais atual que existe? Com certeza é a revolução dos bichos. Se enquadra muito bem na história de qualquer partido popular no mundo inteiro. O que acaba qualquer sonho é poder e dinheiro.

Responder

operantelivre

14 de junho de 2011 às 16h53

Abaixo alguns trechos do ensaio de Dirk Kurbjuweit na Der Spiegel (íntegra traduzida no UOL/Jornais/Internacional/Der Spiegel em 13/06/2011).
Embora o autor esteja tratando do monoteísmo econômico na zona do Euro, mais especificamente na Alemanha, parece que nos serve também.

Dignidade e democracia: escapando das garras dos mercados financeiros

Na Europa de hoje, as pessoas não estão mais no controle. Em vez disso, os políticos se tornaram escravos das instituições financeiras e dos mercados. Em parte a culpa é nossa — e são necessárias mudanças urgentes para restabelecer a saúde da democracia europeia

Não, nós também somos cidadãos e participantes de uma sociedade democrática. Como tal, não temos motivos para celebrar. Em vez disso, deveríamos estar tristes e indignados. A democracia, afinal, não está indo esplendidamente bem, nem mesmo bem. Ela está gradualmente se tornando uma vítima da crise financeira.

Isto é o que é mais perturbador em relação à atual situação: o fato de os políticos parecerem tão impotentes e desamparados. Eles agora têm um novo mestre, e não somos nós, o povo, que tendemos a intervir de formas mais brandas. Em vez disso, são os cruéis mercados financeiros. Os mercados levam os políticos a viverem com mais ansiedade, fraquezas, incapacidade e mentiras. Aqueles que nos governam estão sendo governados pelos bancos. Esta é a situação

Mas por que os políticos se permitem ser controlados e dirigidos? Por que eles simplesmente não se livram da dominação hostil dos mercados financeiros? A resposta é que eles não podem porque o mundo político depende dos bancos, e só podem culpar a si mesmos por isso.

Assim, não são só os bancos os culpados pelo atual desastre. Os políticos também têm sua parcela de culpa. Mas esta tampouco é a história inteira. Nós, cidadãos, também somos culpados. Nós não esperávamos altos retornos das instituições financeiras, e não esperávamos uma pequena taxa de impostos do governo enquanto recebíamos subsídios generosos e benefícios sociais?

público está começando a desconfiar dos políticos. Os cidadãos se sentem tratados injustamente quando os políticos satisfazem os desejos dos bancos com bilhões em resgate enquanto ignoram os desejos dos cidadãos.

A economia tem todas as vantagens. As empresas financeiras não estão obrigadas a servir ao bem comum. Elas não estão sob pressão para legitimar suas ações, elas operam de forma secreta, e perseguem um objetivo claro que estão determinadas a atingir: lucros altos.

Os bancos e firmas de investimento agora desempenham o papel que antes era dos deuses. Dificilmente alguém ousa criticá-los, e o medo de sua ira guia o comportamento dos políticos. Muitos relutam em falar francamente, enquanto outros buscam refúgio nas mentiras

A tarefa agora é reconquistar a primazia da política – um trabalho para todos.

Responder

Paulo

14 de junho de 2011 às 16h46

O PT virou PTMDB!

Responder

    Aristharco

    15 de junho de 2011 às 11h08

    E o Temer babando…

josé

14 de junho de 2011 às 16h43

oportunidade de deixar um bom recado pro governo em http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/06/12/neg...

Responder

@_taw_

14 de junho de 2011 às 15h49

Não tenho dúvidas que o PT chegou ao poder por causa da insatisfação da classe trabalhadora com a manifestação prática da ideologia neoliberal do PSDB. Mas se consegue se manter onde está, é pelos próprios méritos, e não mais desméritos da oposição.

Na minha limitada visão, em termos de partidos políticos, não vejo o PT como um partido de esquerda na PRÁTICA. Parece-me bem ideologicamente diversificado, daí sua força, na minha opinião. Se não houver um partido, também com essa característica, e que se oponha às soluções propostas e/ou fortalecidas pelo PT, o único "partido" capaz de se opor será a mídia comercial e o partido que ela escolher, seja PV, PSDB ou mesmo PMDB, que, oficialmente, ainda tem se mantido "amiguinho" do maior partido do país.

Quanto ao conflito classe trabalhadora vs burguesia [banqueiros, empresários, etc] também acho que o PT deixou um vácuo partidário que entre em defesa sólida e constante do proletariado, mas o que não falta é partido capaz de ocupar tal vazio, falta mesmo é partido disposto a comprar essa responsabilidade, seja por falta de recursos, seja por contrariar seus intere$$es.

Responder

Hans Bintje

14 de junho de 2011 às 15h41

Sobre o "PS do Viomundo":

Quando o professor Emir Sader disse que a Ministra da Cultura é "meio autista", o pessoal pensou que fosse ofensa. Não é.

Para muitos – de qualquer partido, seja de Direita ou de Esquerda – é uma delícia ficar isolado no ministério, vivendo o dia-a-dia da corte.

A Bélgica levou isso ao extremo. Da BBC ( http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/06/… ):

"A Bélgica completou nesta segunda-feira um ano de impasse político que levou o país a ficar sem governo.

Um governo provisório está no controle do país desde junho de 2010. Trata-se do período mais longo em que os belgas fica sem um governo real desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945."

O "desagradável" é lidar com as "massas fedidas".

É um trabalho "ruim", mas que tem que ser feito.

A Bélgica conseguiu. Ainda no texto da BBC:

"Enquanto isto, no dia-a-dia, o país continua funcionando bem. Sua economia está crescendo, as exportações estão em alta, o investimento estrangeiro continua, a presidência do país da União Europeia em 2010 foi considerada um sucesso (…)

Isto ocorre em parte pelo fato de que os funcionários públicos são eficientes, mas também pelo fato de que muitos poderes já foram devolvidos para os governos regionais e comunidades linguísticas da Bélgica."

Conclusões:

1) Seja em Brasília ou em Bruxelas (capital da Bélgica), boa parte dos "líderes máximos" são "meio autistas";

2) Para contornar esse problema, a sociedade belga investiu na profissionalização do serviço público e na regionalização da administração pública;

3) Tanto no Brasil quanto na Bélgica, é bobagem conversar com os "meio autistas", que podem deixar um país sem governo durante anos sem se importarem com isso;

4) A ação política belga é exigir ótimo desempenho de quem deve lidar diretamente com as "massas fedidas". Funciona.

Responder

tião medonho

14 de junho de 2011 às 14h50

"quem nao é de esquerda na juventude não tem coração…quem não é de direita na maturidade não tem juizo"
GB Shaw, o grande..
"o poder é como o violino, a gente pega com a esquerda e toca com a direita" J. Sarney, o não tão grande…

Responder

    M. S. Romares

    14 de junho de 2011 às 17h48

    Que coisa medonha, tião.

FrancoAtirador

14 de junho de 2011 às 14h48

.
.
Telebrás não vai oferecer banda larga no varejo, diz Paulo Bernardo

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, ministro das Comunicações diz que trocou presidente da Telebrás porque seria "insensato" estatal "ter aspiração" de atuar de porta em porta.
Para ele, início efetivo do Plano Nacional de Banda Larga já permite pensar em "universalização" com subsídios. Estratégia para enfrentar "interesses poderosos" contra marco regulatório da mídia segue indefinida.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Responder

Elisabeth

14 de junho de 2011 às 14h37

Bem, eu ainda tenho entusiasmo… Talvez tenho a "Poliana" entronizada dentro de mim. ACREDITO NAS MUDANÇAS DOS PARTIDOS! As coisas irão mudar com pressão da sociedade e organizações civis e com a mobilização da sociedade civil. E quer saber,PT não é partido de base há muito TEMPO…Talvez por ser do Rio onde a parte do PT mais democrático saiu. Grandes nomes e fundadores do PT estão no PSOL e PV. PT quer apenas filiados e militantes para fazer campanha para eles e não para debater e haver diálogos! Nenhum partido faz DEBATES apenas discussão de verbas para eleições e quem indicações de nome para cada estado… PARTIDOS POLITICOS estão longe da SOCIEDADE. Por isso eu adorei ver o nome de Gelici e Ideli, são dois nomes que acenderam politicamente no PT com grandes apoios da base militante! As duas são representantes de movimentos de políticas estudantis e sindical. E há grande parte de militantes do PT interessado em dialogar mudanças no partido. Eu acredito que vem uma revolução no PT!

Responder

Marcelo de Matos

14 de junho de 2011 às 14h29

Eh, eh, eh. Acho que cai na malha fina.

Responder

Filipe Rodrigues

14 de junho de 2011 às 14h19

Curioso é que foi o próprio PT que cansou do Palocci…

Responder

ZePovinho

14 de junho de 2011 às 13h58

Vamos ser estruturalistas.Vejam com o JP Morgan,o laranja dos Rothschild(sionistas) mandam no FED e estão lucrando com os títulos da dívida pública do Brasil:

Em primeiro lugar aqui estão os bancos que foram autorizados a operar com títulos da dívida pública do Brasil:
http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=217

Veja a relação dos dealers de mercado aberto, grupo dos primários:
Nome da Instituição
BANCO ABN AMRO REAL S.A.
BANCO BRADESCO S.A.
BANCO DE INVESTIMENTO CREDIT SUISSE FIRST BOSTON GARANTIA S.A.
BANCO DO BRASIL S.A.
BANCO ITAÚ S.A.
BANCO PACTUAL S.A.
BANCO SAFRA S.A.
UNIBANCO-UNIÃO DE BANCOS BRASILEIROS S.A.
BANCO SANTANDER BRASIL S.A.
BANCO VOTORANTIM S.A.
BANKBOSTON BANCO MULTIPLO S.A.
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Veja a relação dos dealers de mercado aberto, grupo dos especialistas:
CM CAPITAL MARKETS CORRETORA CAMBIO TIT VAL MOB LTDA
RENASCENÇA DTVM LTDA
BANCO ITAÚ S.A.
BANCO J. P. MORGAN S.A.
BANCO VOTORANTIM S.A.
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
BANCO BRADESCO S.A.
BANCO CITIBANK S.A.
BANCO CRUZEIRO DO SUL S.A.
BANCO DO BRASIL S.A.

Depois a história das famílias que controlam a empresa privada FED,o banco central dos EUA:

"….O BIS é propriedade do Federal Reserve, do Banco de Inglaterra, do Banco da Itália, do Banco do Canadá, do Banco Nacional Suíço, do Banco da Holanda, do Bundesbank e do Banco da França.

"…..O historiador Carroll Quigley(foi professor e preceptor de Bill Clinton) escreveu no seu livro épico ' Tragedy and Hope' que o BIS foi produto de um plano, "para criar um sistema mundial de controlo financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo no seu todo… para ser controlado de modo feudal pelos bancos centrais mundiais, actuando concertadamente através de acordos secretos".
Aqui estão os livro de Carrol Quigley: http://pt.scribd.com/doc/50987666/Carrol-Quigley-
http://pt.scribd.com/doc/50628835/CarrollQuigleyA
http://resistir.info/crise/henderson_01jun11_p.ht

O cartel do Federal Reserve: As oito famílias
por Dean Henderson [*]

Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.

De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores accionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500. [1] [NT 1]

Então quem são os accionistas destes centros bancários de dinheiro?

Esta informação é um segredo muito bem guardado. As minhas indagações junto das agências reguladoras da banca, no que se refere aos proprietários das acções dos 25 maiores bancos norte-americanos que possuem companhias, foram respondidas ao abrigo da Lei da Liberdade de Informação, antes de serem recusadas com base na "segurança nacional". O que é bastante ridículo, na medida em que muitos dos accionistas da banca residem na Europa.

Um importante repositório da riqueza da oligarquia global que é dona destas companhias na posse da banca é a US Trust Corporation – fundada em 1853 e actualmente propriedade do Bank of America. Um recente director e curador honorário da US Trust Corporate foi Walter Rothschild. Outros directores incluíram Daniel Davison do JP Morgan Chase, Richard Tucker da Exxon Mobil, Daniel Roberts do Citigroup e Marshall Schwartz do Morgan Stanley. [2] ……………………………………………….
CONTINUA NO SITE RESISTIR.INFO

Responder

operantelivre

14 de junho de 2011 às 13h52

Acho que estamos ficando sem utopias. Aí só nos restarão abraçar discursos religiosos fundamentalistas, abraçar árvores ou tentar fazer dos filhos um CEO. Triste.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    14 de junho de 2011 às 13h58

    Eu opto pela CFO…

    P A U L O P.

    14 de junho de 2011 às 15h20

    Desculpe, o retardado aqui não sabe o significado destas siglas…. eh eh eh…

    poderia esclarecer…

    operantelivre

    15 de junho de 2011 às 09h05

    Entra no Google e tecla CFO e CEO

    operantelivre

    15 de junho de 2011 às 18h56

    Claro, como não pensei nisto antes!
    Até porque sem pequenas empresas de produção, só nos restarão os bancos mesmo, que serão os sócios majoritários das grandes empresas a transformar dignidade humana em grana.

    @_taw_

    14 de junho de 2011 às 15h59

    Tanto a militância da esquerda quanto os fundamentalistas religiosos tem sua própria força pra buscar seus anseios, conforme seus interesses, mas se os militantes de esquerda não fossem tão preconceituosos com os fundamentalistas religiosos, veriam que têm mais causas comuns do que adversárias, e mesmo nas causas que se opõem, com diálogo superariam, sem que qualquer subordinação ideológica, tanto de um lado, quanto do outro, considerando a manutenção da Constituição vigente.

    Eu não sei o que é CEO ou CFO. Mas prefiro os fundamentalistas, enquanto respeitarem a democracia.

    :P

oswaldo j. baldo

14 de junho de 2011 às 13h40

O governo Dilma está me assustando, não vejo as ações que tanto lutamos para elege-la.
Parece que só fica na medição de coalizão de forças mas ir pra cima nada, pelo contr´rio estamos tomando bolas nas costas.
Espero estar errado ou que ainda seja muito cedo para ter essa visão desse novo governo.
Agora se ruim com Dilma muito pior com tucano.

Responder

    Felipe Martins

    14 de junho de 2011 às 16h52

    Calma lá! Há alternativa, camarada! Existem diversos partidos, movimentos sociais, intelectuais, que estão à esquerda do PT, mas que não conseguem se mostrar para as massas justamente porque são ofuscadas pelo PT, que ainda é considerado de esquerda.

Nilson Moura Messias

14 de junho de 2011 às 13h38

Infelismente, existe algumas verdades no texto. Mas, este PT, o atual, que é, o menos ruim partido brasileiro, está se encaminhando para algo parecido, como os supostos partidos de esquerda. Mas, enquanto este "quase" não se concretiza, continuo votando, apoiando e torcendo para que o velho PT de guerra, lembre se e volte as massas e aos movimentos sociais e esqueçam o vil metal.

Responder

fernandoeudonatelo

14 de junho de 2011 às 13h30

Essa da banda larga, não me faz rir, pois é um projeto estratégico inclusive usado na campanha eleitoral, que vai pro ralo, minguando até chegar o operacional.

O Minicom parece que já falou, que não vai colocar a Telebras para oferecer a última milha da banda larga em regiões pouco ramificadas e logisticamente desassitidas como o Norte, porque não tem funcionários.

É nesse momento que se vê como a capacidade de planejamento e coordenação nacional do setor público federal ainda não foi recuperada, e os encargos com pessoal técnico e concursado são necessários.

Responder

Niveo Campos e Souza

14 de junho de 2011 às 13h28

Entendo que se o PT cair na mesmice e na mão dos partidos cheios de espertlhões, o povo brasileiro deve jogá-lo pelo ralo, bueiros,etc.
O povo já está cansado de ser enrolado ou então, vai virar "Povinho".

Niveo Campos e Souza

Responder

Marcelo de Matos

14 de junho de 2011 às 13h16

Teclando num frio de 17º, vou por partes, como o açougueiro, já pensando no próximo churrasco: 1) Ao Frei Beto: “Lamento que os dirigentes do PT hoje deem consultoria aos donos do dinheiro”. Nem todos os dirigentes do PT dão consultoria. Para isso é necessário ter competência, renome e conhecimentos técnicos. Palocci, José Dirceu, Rui Falcão, por exemplo, preenchem esses requisitos. É claro que só se dá consultoria aos donos do dinheiro. Só presta consultoria a movimentos sociais quem vive de dízimos ou subvenções estatais; 2) À Carta Maior. Setores da esquerda estão comemorando a saída de Palocci, como comemoraram a de Dirceu. Parecem prever um avanço das facções psolistas do PT. Mas é preferível manter a “terceirização marqueteira” do PT que transformá-lo em mais um partido nanico; 3) Ao Viomundo: você tocou no ponto nevrálgico da questão. Tudo indica que Palocci caiu em meio à guerra promovida pelos lobies das teles. Quem será o homem forte desse setor no governo? Mamãe, quando crescer quero ser lobeiro!

Responder

P A U L O P.

14 de junho de 2011 às 13h07

Com a BOLSA BANQUEIRO daria para fazer Bolsa Família em toda América Latina e ainda sobrava uns bilhõesinhos de troco…

Responder

elisa

14 de junho de 2011 às 13h05

O PT continua no poder enquanto houver emprego e a inflação não comer o salário no mesmo dia que se recebe, do contrário ele vai se juntar ao psdb.

Responder

David de Vasconcelos

14 de junho de 2011 às 13h01

Daqui a pouco, aparece o Eduardo Guimaraes aqui dando chilique, dizendo que vc é de direita e q faz parte do PIG.. ahaha

Responder

    nalia

    14 de junho de 2011 às 15h56

    O Eduardo Guimarães não dá CHILIQUE! Ele é um aliado, defensor do que ele acha que está certo e tem todo o direito de dizer pq tem muito crédito com seus leitores, muito mais que a maioria dentro dos partidos de esquerda, ele não ganha NADA para apoiar o que que ele acredita ser justo, é um idealista, eu e muitos temos a MAIOR admiracão pelo Eduardo!

    El Cid

    14 de junho de 2011 às 18h26

    uma coisa eu tenho certeza, meu caro: Eduardo não posa de imparcial…

    Vania Costa

    14 de junho de 2011 às 18h35

    Assinando embaixo do que a Nália disse.
    Eduardo Guimarães é coerente com o que pensa e diz.
    Valeu Nália!

    Aristharco

    15 de junho de 2011 às 11h12

    Chilique? Corram, corram todos, o Vasconcelos começou…

Rei das Citações

14 de junho de 2011 às 12h46

Tem que ser muito ingênuo para ainda acreditar no PT. Seus quadros viraram o ornitorrinco que o chico de oliveira tão bem descreveu. Comprovaram a frase de que não há socialista que resista ao primeiro gole de romanée conti.

Responder

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