VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Eduardo Campos-Marina Silva formam chapa competitiva para 2014


05/10/2013 - 12h17

Marina aceita ser vice de Campos, diz coordenador da Rede

Adesão da ex-senadora ao PSB do governador de Pernambuco será anunciada nesta tarde

05 de outubro de 2013 | 11h 22

Ricardo Della Coletta – Agência Estado

BRASÍLIA – O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, vai anunciar na tarde deste sábado, 5, a adesão da ex-senadora Marina Silva ao PSB, em um acordo que inclui um abrigo “transitório” aos apoiadores da Rede que queiram disputar as eleições do ano que vem.

Pelo acordo fechado diretamente entre o governador pernambucano e Marina Silva, na sexta à noite, os dois se postulariam como “pré-candidatos” ao pleito de 2014, sendo que a definição do nome principal da chapa se daria no futuro, “sem ansiedade”.

Mas o coordenador executivo da Rede, Bazileu Margarido, revelou ao Broadcast Político que a ex-senadora “se disporia” a ser vice de Campos por “reconhecer” a sua candidatura.

O anúncio da aliança ocorrerá nesta tarde, em Brasília. Segundo Bazileu, a opção pelo PSB se deu por “maior identidade programática e nos Estados”.

Agora, PSB e os partidários de Marina tentam levar para a aliança o PPS, partido que faz oposição ao governo Dilma Rousseff e que ofereceu abrigo a Marina quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de registro da sigla na última quinta-feira.

O deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP), um dos apoiadores do projeto de Marina, é o encarregado de tentar ganhar a adesão do PPS para o time.

Eduardo Campos aceitou oferecer um abrigo “transitório” aos membros da Rede Sustentabilidade.

Dessa forma, o partido não questionaria o mandato dos marineiros que chegassem a um cargo eletivo pelo PSB e decidissem migrar quando a sigla de Marina conseguir se viabilizar na Justiça.

PS do Viomundo: Eu, Azenha, havia cogitado desta possibilidade, concluindo que seria uma chapa forte para 2014, do ponto-de-vista de marketing eleitoral, por representar continuidade com juventude num quadro de esgotamento da polarização PT/PSDB.

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178 comentários

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Élida Alexandre

18 de dezembro de 2016 às 12h48

E como já era de se esperar, a Dilma ganhou!
http://cicatrizesdeacne.club

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AlvaroTadeu

29 de outubro de 2013 às 20h07

Marina é só ódio. A ex-juventude progressista embarcou naquela canoa furada de 2010, cujo objetivo era levar as eleições para o segundo turno e “fazer” a vitória do Serra. Quem colocou o abortamento nas eleições foi Marina, não foi Malafaia ou José Serra. Mônica Serra, “aposentada” do cargo de futura primeira-dama, apenas surfou na onda. Quando terminar a Copa, no ano que vem, ou o Brasil for eliminado (toc, toc, toc), saberemos a quantas andam as pesquisas. Pela cara dos mervais na TV, a gente saberá se a coisa está boa ou ruim para eles. Hoje, as chances de Dilma são de mais de 80%. No ano que vem, não sabemos. Vamos trabalhar e torcer. Mas Marina estará muito desgastada. As declarações de seus aliados (o tal que deu entrevista à revista Terra recomendando que o povo comesse menos carne e bebesse menos leito para diminuir o aquecimento global) são pólvora pura e explodirão no colo da candidata no ano que vem. NÃO CREIO em repetição dos vinte milhões de votos. Sinto um cheiro de primeiro turno no ar. Aguardemos.

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italo

17 de outubro de 2013 às 14h52

Como a globo vai consertar essa: A marina tem maiores chances contra o Eduardo e o Aécio tem maiores chances contra o Serra, num empolgante cenário que envolve 20% do eleitorado do País.

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Viktor

10 de outubro de 2013 às 18h58

Dilma não tem projeto para o Brasil. Ela tem projeto de poder junto com o PT e PMDB. Dilma acabou com o legado de Lula.

Volta Lula ou voto no Eduardo Campos

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    jose dantas bitencourt

    16 de outubro de 2013 às 21h54

    Que bom Vitor, que você representa uma gota d’água no oceano de eleitores de Dilma e Lula

    Artur Freitas

    18 de outubro de 2013 às 09h10

    Viktor,

    Eu também concordo com você. A política economica da Dilma e agora o leilão do pré-sal demonstram duas coisas, que siceramente não sei responder. Ou a Dilma mudou de lado ou se perdeu no meio do caminho. A de se colocar na balança que a mãe do PAC também largou mão das obras, que se arrastam a passos lentos pelo país.

    Ou volta o Lula, ou voto Eduardo!

    Fátima Leão

    25 de outubro de 2013 às 20h10

    Traíras quando não tem desculpas inventam.

francisco.latorre

10 de outubro de 2013 às 00h36

epa lá.

ajudando a transformar velório em batizado?..

..

pml. foi ao ponto.

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/10/06/pml-e-a-blabla-novo-que-novo-e-esse/

..

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Eduardo

07 de outubro de 2013 às 14h12

A adesão de Marina ao PSB representa uma derrota para FHC, Aécio e Serra.Para Eduardo Campos representa grande ganho” Em outras palavras Marina disse: Aécio e PSDB não estão com nada! Para Dilma, muda quase nada!Até entendo que melhorou.

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A polêmica sobre a chapa Eduardo Campos-Marina Silva - Viomundo - O que você não vê na mídia

07 de outubro de 2013 às 04h26

[…] Eduardo Campos-Marina Silva formam chapa competitiva para 2014 […]

Responder

FrancoAtirador

07 de outubro de 2013 às 00h20

.
.
MARIARDO & EDURINA: DUPLO ZERO

“Eles não têm proposta para o Brasil. São dois zeros.
O Brasil precisa de reflexão. Propostas.
O debate que está aí é alienado.
Exceto a Dilma, quais dos pré-candidatos têm propostas?
O que a Marina entende de economia?
O Brasil tem jeito e para cada desafio tem quatro soluções,
mas os candidatos não têm essas soluções. Não têm plano.”

Ciro Gomes

(http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/116935/Revoltado-Ciro-Gomes-dispara-dois-zeros.htm)

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chanceLer

06 de outubro de 2013 às 23h42

O PIG faz seus malabarismos para não admitir que quem mais perdeu com essa aliança PSB-sonhática foram os tucanos.
Agora, correm o risco de não chegarem sequer ao segundo turno.
Dilma tem de ficar esperta, há uma insatisfação geral e o Eduardo pode encarnar um novo Collor no perfil midiático. É um candidato competitivo para um segundo turno.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1352524-analise-alianca-de-ex-ministros-de-lula-impede-estrategia-do-pt.shtml

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Pedro

06 de outubro de 2013 às 22h35

Eu acho que temos obrigação de tornar claro que essa gente representa um sistema econômico e social que só tem como saída aquilo que o Pentágono prega: fazer guerras de destruição como tentativa de salvar o capitalismo. O resto é blá, blá, blá.

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Gilles

06 de outubro de 2013 às 21h39

Duas coisas.

1) Superestimam o poder da Marina porque acham que tucano é tudo a mesma coisa. Marina teve a votação que teve em 2010 em grande medida devido à rejeição ao Serra — que é alta mesmo entre aqueles que votaram no Alckmin e que votam no Aécio. Conheço gente que já votou até no Garotinho e votou na Dilma no segundo turno pra não votar no Serra, mas vota no Aécio agora — e votou no Alckmin.

As trapalhadas do Serra em São Paulo são muito problemáticas. E São Paulo são dois quintos do país.

2) Esse Eduardo Campos está me surpreendendo. Ele sabe alguma coisa que eu não sei.

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Jair de Souza

06 de outubro de 2013 às 20h44

Acho muito estranha a lógica da análise de nosso L. C Azenha. Assim como a de Rodrigo Vianna. Eles querem que entendamos que a candidatura de Eduardo Campos-Marina Silva representa algo de essencialmente novo na política brasileira atual. Em meu entender, há aí um grande equívoco.

A emplacação de Eduardo Campos-Marina Silva vai depender fundamentalmente (em condições sine qua non) do apoio que sua campanha venha ter do verdadeiro partido político do grande capital neoliberal globalizado: as máfias midiáticas. Como críticos severos desses conglomerados máfio-midiáticos, tanto Rodrigo Vianna como L. C. Azenha deveriam se lembrar da “novidade” que representava em seu momento a candidatura do “caçador de marajás” Fernando Collor.

A rede Globo e o restante das máfias midiáticas sabiam perfeitamente que se tratava de uma candidatura inexpressiva, sem substância, mas que, em vista da podridão total que imperava nas hostes de suas agremiações historicamente mais confiáveis, seria a única possibilidade real com que contavam para derrotar a ameaça concreta da eleição de Lula naquele momento. Ou será que tanto Rodrigo Vianna como L. C. Azenha passaram a acreditar que com a “genialidade” e “carisma” da dupla Eduardo Campos-Marina Silva, eles seriam capazes de representar uma verdadeira alternativa à atual polarização, da qual eles se queixam.

A verdade é que para tentar tornar-se palatável à máfias midiáticas e aos setores sociais que elas influenciam, Marina Silva já mostrou a que veio: sua missão é explorar ao máximo o ódio preconceituoso que permeia por grande parte das camadas médias. Não é à toa que seu lançamento se tenha dado com a divulgação de seu comprometimento de combater os aspectos chavistas do atual governo. O que quer dizer isto? Mais que nada, condenar o uso do Estado para toda e qualquer ação de ajuda aos setores mais humildes da sociedade. O que as camadas médias neo-udenistas (de direita declarada, ou de retórica de extrema esquerda) não aceitam de modo algum é que o Estado se dedique a apoiar pobres. Se for para respaldar grandes grupos capitalistas, tudo bem, eles nada têm a questionar. Mas, jogar dinheiro “fora” para sustentar “vagabundos” (como eles gostam de chamar os mais necessitados), isto, sim, é intolerável.

Que pode haver de novo (fora as caras dos representantes) em uma candidatura que só será viável se as máfias midiáticas decidirem assumi-la?

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    Hell Back

    24 de outubro de 2013 às 15h23

    No parágrafo onde há a seguinte oração afirmativa: “(…)Ou será que tanto Rodrigo Vianna como L. C. Azenha passaram a acreditar que com a “genialidade” e “carisma” da dupla Eduardo Campos-Marina Silva, eles seriam capazes de representar uma verdadeira alternativa à atual polarização, da qual eles se queixam.(…)”, não seria uma oração interrogativa????
    Ficando assim? “(…)Ou será (…) polarização, da qual eles se queixam???”

Taiguara

06 de outubro de 2013 às 20h22

Caos mesmo vai ser conciliar, debaixo do mesmo teto, na mesma cama ou no mesmo ninho (eu até que tenho uma figura retórica mais ilustrativa da cena. Mas, deixa pra lá), Dudu “Camprilles”, Erundina, Paulo Bonhausen, Marina, Caiado, Marcio Lacerda, Malafaia. Só identifico um elemento a uní-los: A BÍLIS. Consegui, nesse imbróglio, isolar um fator positivo. Depois de mais de cinquenta anos eu pude entender o que o José Cândido de Carvalho quis dizer com o tal NINHO DE MAFAGAFES, CHEIO DE MAFAGAFINHOS.

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clodoaldo

06 de outubro de 2013 às 18h22

LCA, hoje eu estava conversando com um cidadão xenófobo, contra especificamente o PT, que disse que a não aprovação da REDE pela justiça seria culpa do PT. Agora imaginemos, partindo dessa premissa, o PT é culpado pelo aquecimento global (não importa se seja um processo natural ou, como o que dizem, um processo causado pela ação do homem, mas em todo o caso é culpa do PT); é culpa do PT a crise global de 2008, que se arrasta até agora; é culpa do PT o Aécio ser o que é (coitado dele); é culpa do PT o mensalão do PSDB e do DEMo do DF; é culpa do PT, a construção de um castelo por um político oligárquico do DEMo, que deu origem a uma operação chamada “Castelo de areia” que foi enterrada pela justiça; é culpa do PT uma operação para investigar um ou vários crimes ao setor financeiro que lesou os cofres públicos, chamada de “Operação Satiagraha”, que mesmo com “provas” não deu em nada; e por fim e não menos importante é culpa do PT o Brasil de hoje resultado de séculos de colonialismo arraigado e atraso na educação (consequentemente segurança), saúde, cultura, etc. tudo isso é culpa do PT. Ah para não esquecer, nessa linha de pensamento, o PT é culpado pelas “malditas” bolsas dadas aos que sempre pagaram a conta dessa farra toda, os pobres, que com “meros” interesses eleitoreiros melhora a vida desses oportunistas que agora com bolsa escolhem onde querem trabalhar; que bando de quadrilheiros e ladrões das grandes fortunas são esses petistas, que roubam o rico dinheiro dos grandes milionários para dar a quem somente vai votar no PT porque sua veda melhorou, que absurdo o que esse “tal” de PT faz com o Brasil.

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FrancoAtirador

06 de outubro de 2013 às 17h59

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Todos contra a Dilma

Por Emir Sader, no Blog do Emir – Carta Maior

O fenômeno tem se repetido – na Bolívia, na Argentina, no Equador, no Brasil. Setores que saem dos governos – ou que sempre tinham se oposto – supostamente pela esquerda, percorrem uma trajetória que os leva a se situarem como oposições de direita.

Evo Morales, Rafael Correa, os Kirchner, Lula e Dilma – teriam “traído”. E seriam piores que outros contendores, porque seguiriam fingindo que defendem as mesmas posições que os projetaram como grandes líderes nacionais. Por isso têm que ser frontalmente combatidos, derrotados, destruídos, sem o que os processos políticos seguiriam retrocedendo e não poderia avançar.

Foi assim que setores que eram parte integrante do governo de Evo Morales declararam que ele é o inimigo fundamental a combater, porque teria “traído” o movimento indígena. Daí a proposta de uma frente nacional contra ele, que incorporaria a todos os setores opositores, não importa quão de direita sejam.

A mesma coisa com Rafael Correa. Teria “traído” a defesa da natureza e se passado a um modelo extrativista, tornando-se o inimigo fundamental a combater. Daí que setores que se reivindicam porta-vozes dos interesses dos movimentos indignas e ecologistas, se aliam expressamente à direita, para combater a Correa.

Na Argentina, os Kirchner teriam “traído” o peronismo, daí setores que faziam uma crítica de esquerda ao governo – expressados, por exemplo, no peronista Pino Solanas – se aliam a setores de direita – como Elisa Carrió, entre outros -, para combater ao governo de Cristina Kirchner.

Poderíamos seguir com a Venezuela, com o Uruguai, porque o fenômeno se repete. Para poder operar essa transição de uma oposição de esquerda a uma de direita, é preciso demonizar os lideres desses processos, que seriam, piores do que a direita, daí a liberação para alianças com esses setores contra os governos.

No Brasil o fenômeno se deu, inicialmente, com o PSol e Heloísa Helena, que abertamente fizeram aliança com toda a oposição contra o governo Lula. Com a Globo, com os tucanos, com todos os candidatos opositores, na ação desenfreada e desesperada para tentar impedir a reeleição do Lula.

Abandonaram as críticas de esquerda – sobre o modelo econômico e outros aspectos do governo – para se somarem à ofensiva do “mensalão”, sem diferenciar-se do tom da campanha da direita.

O fenômeno teve continuidade com a Marina, que repetiu de forma mecânica a trajetória da Heloísa Helena na volúpia contra o governo Lula e a Dilma, quatro anos mais tarde.
O destempero faz parte do processo de diabolização, que se caracteriza sempre, também, pela ausência de qualquer tipo de crítica à direita – à mídia monopolista, ao sistema bancário, aos tucanos, aos EUA.

A relação desses setores com a direita tradicional é explicita: a essa ausência de críticas à direita corresponde uma promoção explícita dos candidatos que se dispõem a esse papel: Heloísa Helena, Marina, agora Eduardo Campos.
Todos contra o Evo, todos contra o Rafael Correa, todos contra a Cristina, e assim por diante. Aqui, agora, todos contra a Dilma.

Não há nenhuma duvida que o campo opositor está composto pelas candidaturas do Aécio, do Eduardo Campos, ao que se soma agora a Marina. As reuniões de Eduardo Campos com Aécio, a entrada do Bornhausen, do Heráclito Fortes, entre outros, para o PSB e o discurso “anti-chavista” da Marina, completam o quadro. Vale tudo para tentar “impedir que o PT siga apropriando-se do Estado brasileiro para seus fins particulares, impedindo que o Brasil se desenvolva livremente”.

Nenhuma palavra sobre o tipo de modelo econômico e social que desenvolveria caso ganhassem. Nenhuma palavra sobre o tipo de inserção internacional do Brasil. Nada sobre o papel do Estado. Silêncio sobre tudo o que é essencial, porque do que se trata é de tentar derrotar a Dilma.

Na verdade hoje a direita – seus segmentos empresariais, midiáticos, partidários – já se contentaria em conseguir que a Dilma não triunfasse no primeiro turno. O que vier depois disso, sera’ lucro.

Em todos os países, esses setores têm sido derrotados fragorosamente. Suas operações políticas não têm dado resultados, por falta de plataforma, de lideranças e de apoio popular.

Aqui também tem acontecido isso.
O PSol foi ferido de morte por suas atitudes em 2006.
Marina abandona a plataforma ecológica para assumir o anti-comunismo de hoje (o anti-chavismo) e se somar à política mais tradicional, sem sequer ter conseguido as assinaturas para registrar seu partido.

Termina no Todos contra a Dilma, cada um do seu jeito, mas com o objetivo comum.
Esse cenário político tem Evo, Correa, Cristina, como teve Lula e agora tem Dilma, como referência central.
Os outros são os outros, sem plataforma, sem lideranças e sem apoio popular.

(http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=1335)
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Responder

edir

06 de outubro de 2013 às 17h05

É esse é o novo coronel de Marina ?

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-moderno-coronel-que-controla-o-psb,820026,0.htm

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edir

06 de outubro de 2013 às 16h18

Se o “chavismo” instalado aqui no Brasil é ruim para Marina, para mim o chavismo é muito bom , pois este vídeo me faz crer que vale a pena o “chavismo” continuar

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4VG3zRRdFYo

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José Variani

06 de outubro de 2013 às 15h45

O Eduardo pescou uma sucuri. Vai morrer enrolado….

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Márcio Gaspar

06 de outubro de 2013 às 15h32

“PS do Viomundo: Eu, Azenha, havia cogitado desta possibilidade, concluindo que seria uma chapa forte para 2014, do ponto-de-vista de marketing eleitoral, por representar continuidade com juventude num quadro de esgotamento da polarização PT/PSDB.”

Será?!? Um discurso que se diz novo, mas com práticas velhas. Mas qual será o tempo de TV? 1;2 ou 3 minutos contra os 10 minutos de Dilma. Com um tempo de tv bem inferior ao da Dilma a tornará forte? Acho difícil. Se colocarmos a internet como meio para alavancar a dupla Marina/Campos, certamente, outros militantes também irão utilizar a internet para apoiar os seus candidatos e, certamente, confrontarão o discurso de Marina/Campos. Então, acredito, que o que poderá desequilibrar a corrida eleitoral será o tempo de tv. E neste quesito a candidatura Marina/Campos não é forte.

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Bacellar

06 de outubro de 2013 às 12h22

Não acho o PSDB essa carniça toda não. Penso que a dicotomia eleitoral da última década continuará em 2014 e o Campos conseguirá menos votos no primeiro turno que a Marina em 2010.

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Indio Tupi

06 de outubro de 2013 às 11h27

Aqui do Alto Xingu, os índios acham que, se a ex-Senadora conhecesse história, especialmente a da América Latina, saberia que Simon Bolivar dialogava com intelectuais do Iluminismo francês, da estatura de um Voltaire, por exemplo. Saberia também que, inspirados no ideal de unificação sul-americana sonhado por Bolivar, em determinado período da história da América Latina cerca de seis países foram presididos por governantes de origem venezuelana. Por outra parte, é uma brutal incoerência da ex-Senadora pretender enterrar o “Chavismo do PT” aliando-se a um partido político que até ontem era aliado do PT há nada menos que dez anos. Quanta incoerência… Quanto oportunismo… Há ainda quem acredite que esses cháles coloridos cobrem uma santa imaculada que vai “passar o País a limpo”. Faça-nos o favor…

Responder

    ricardo

    06 de outubro de 2013 às 19h13

    Desinformadíssimo Indio Tupi, o que o pobre Bolivar tem a ver com o chavismo?

Sérgio Lamarca

06 de outubro de 2013 às 09h33

Falando francamente… será que alguém acredita que esses dois vão levar alguma coisa que não seja 10% dos votos?

Responder

Ronaldo Silva

06 de outubro de 2013 às 09h21

Um soco na boca do estômago de Dilma e do PT….kkkkk Quero ver apoiar abafa em cpi agora, encher a globo de dinheiro, travar o ministério das comunicações e da justiça nas mãos de…deixa pra lá.
ps: E o Campriles vem com a mídia junto.

Responder

LEANDRO

06 de outubro de 2013 às 07h39

ahahahah…os petralhas tão com medinho…

Responder

Notívago

06 de outubro de 2013 às 05h18

É difícil entender certas mulheres. Marina, com cerca de 20% de preferência do eleitorado segundo as últimas pesquisas, cede a cabeça de chapa para um desconhecido candidato com cerca de 4% de preferência do mesmo eleitorado.

É no mínimo estranho. Será que foi uma imposição do Banco Itaú? Será que houve grana na jogada?

Responder

    Luís Carlos

    06 de outubro de 2013 às 22h05

    Concordo com você. E pergunto: pode um candidato a presidente ter 1/4 das intenções de voto do que sua candidata a vice (no momento atual) e não ser patrolado internamente por essa força política imensamente maior que ele? Marina poderá ser um pesadelo para Campos.

Maria Carvalho

06 de outubro de 2013 às 02h02

Na foto que ilustra o post, Dudú olha para Marina, de um jeito: não me traia, por favor, sua traíra!

Responder

Maria Carvalho

06 de outubro de 2013 às 01h58

Para quem dizia que tinha “tanto a fazer pelo país”, resta, agora, ser, apenas, coadjuvante de segunda categoria.

Responder

Macunaima

06 de outubro de 2013 às 00h41

Resido no nordeste. Não sei de onde saiu que a Blablarina é forte candidata. A mulher não conseguiu nem criar sua rede. No Brasil real ninguém fala nela. Pelo que sei ela é candidata das revendedoras da Natura. Em 2014 é Dilma de novo e em 2018 será outra vez Lula ou Zé Dirceu. O cara entende das coisas, foi o único que comentou previamente eu seu blog da possibilidade de Dudu e Blablarina se associarem.

Responder

ricardo

05 de outubro de 2013 às 23h04

Considerando o nível da espuma que escorre do canto da bocas petistas que comentam aí abaixo, é possível deduzir que o movimento de Marina e Campos representou um direto no queixo da candidatura Dilma. O que fica claro, apesar da já tradicional arrogância mobilizada como mecanismo de defesa, é o seguinte: estão com medinho.

Responder

    Luís Carlos

    06 de outubro de 2013 às 22h13

    Na verdade Ricardo, o primeiro prejudicado foi, sem dúvida o PSDB, pois corre o risco de ser alijado politicamente. Entenda: sem uma candidatura forte para presidência, que, por exemplo, não chegue ao segundo turno, o PSDB corre sério risco de fragilizar suas candidaturas a governos estaduais. Atualmente o PSDBZ administra estados importantes como SP, MG e PR. Se a candidatura nacional tucana não for competitiva, com capacidade de chegar disputando até o final do primeiro turno, ou não ir para o segundo turno, candidaturas tucanas nos estados perderão muito com isso e ficarão debilitadas. A candidatura nacional impulsiona candidaturas estaduais, colando suas imagens, e não somente o contrário, candidaturas estaduais sendo palanque para nacionais. PSDB tem seu pior cenário pela frente e desenrolar da eleição federal/estadual passada pode se transformar em desastre político tucano. Grande mídia acusa o golpe e parte para problematizar aliança Marina/Campos e prol de seus representantes e parceiros tucanos.

Elias

05 de outubro de 2013 às 23h02

Punho cerrado e braço erguido, não mais

Polegar para cima, não mais

Duas mãos a formar um coração, não mais

Agora são quatro dedos em forma de cerquilha

A famosa hashtag usada no Twitter, Instagram e

mais recentemente no Facebook

Esse é o símbolo de Marina que conta com as redes

Para sua Rede Sustentabilidade e seu PSB de ocasião

A vingança é um prato que se come frio

Mas pode se tornar insípida, inodora e sem nutrientes

Responder

Haroldo

05 de outubro de 2013 às 22h43

SAIU O PROGRAMA DA MARINA: ÓDIO AO PT, MAIS ESPECIFICAMENTE AO LULA POR TER PREFERIDO A DILMA

Que mulherzinha pequena e desorientada. Veja quanto ódio acumulado:

Saiu o programa da Marina. Veja qual é:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/10/05/caiu-a-mascara-blablarina-e-contra-bolivar/

Marina diz que quer acabar com a hegemonia e o chavismo do PT na Presidência da República

BRASÍLIA – Numa reunião que terminou às 4h30m da madrugada deste sábado com muito choro, a ex-senadora Marina Silva comunicou a seus seguidores que seu sonho de ser presidente da República teria que ser adiado, e que seu projeto, agora, é acabar com a hegemonia e o “chavismo” do PT no governo. Acusada pelo deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) de ter um processo de decisão “caótico”, Marina chegou à reunião dizendo que tinha tomado uma decisão sem volta: seria candidata a vice na chapa presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e sua posição era inegociável. Na reunião, ela não ouviu, só falou. Mas depois houve uma choradeira geral. Marina então relatou sua conversa com Campos ao telefone:

– Eduardo, você está preparado para ser presidente do Brasil? Eu vou ser sua vice e estou indo para o PSB – contou Marina, relatando ainda que Campos ficou mudo, mas muito eufórico.

Ela disse que ia ouvir a todos, mas que não voltaria atrás, porque estava sem alternativa. Todos ficaram contra, cada um com seus argumentos. Seu braço-direito da vida inteira, Pedro Ivo batista, seu maior conselheiro, estava por fora do acordo.

– Eu fiz esse acerto com o Eduardo Campos porque chegou a um ponto que eu não tinha outra alternativa. E o PSB é um partido sério. A minha briga, neste momento, não é para ser presidente da República, é contra o PT e o chavismo que se instalou no Brasil – disse Marina.

Responder

Fabio Passos

05 de outubro de 2013 às 22h40

Tem apoio do PiG?
Então… não presta.

Responder

Elias

05 de outubro de 2013 às 22h00

Como se fosse uma peça teatral (e é mesmo), o epílogo me fez rir muito. Ver Roberto Freire ser descartado, em menos de uma semana, por Serra e Marina foi divertido demais. DÁ-LHE DILMA!

Responder

Marat

05 de outubro de 2013 às 21h50

Amigos, ajudem-me nesta equação:
Dimenstein ajudará (de maneira sutil – ao menos ele é inteligente!) o Serra; Casoy ajudará o PSDB como um todo; Kramer apoiará o Serra; Tavinho apoiará o PSDB como um todo; Cantanhêde fará o jogo sujo de sempre: jogará suas forças nas notícias falsas contra o PT; a veja apoiará quem lhe der mais dinheiro; Mitre ficará em dúvida se apoiará Marina ou Serra; O Estado de Minas está fechado (ou lacrado?) com Aécio…
O resto do PIG, creio, apoiará o oposicionista que estiver melhor nas campanhas, ou seja, oscilará bastante!

Responder

Marat

05 de outubro de 2013 às 21h43

Agora eles colocaram o Carlinhos Cachoeira, editor da veja, numa complicada situação: Como agradá-los e agradar ao PSDB?
E o pessoal do Consulado? Vai dar a mesada maior para quem?

Responder

ccbregamim

05 de outubro de 2013 às 21h39

argh, os “limpinhos”

marina disfarçou a incompetência
inventando uma perseguição.

partido clandestino na democracia?
que piada!
o partido dela pode ser formado a qualquer momento.
ela que perdeu o sinal.
quem chega atrasado no vestibular também não entra.

ela começa qurendo ser recompensada pelo seu idealismo por sua honestidade..

também sou honesta. então posso exigir regras especiais?
se não me dão, digo que sou perseguida!

ahahaha.

Responder

Isabela

05 de outubro de 2013 às 21h36

Eu fiquei surpresa: essa mulher não me engana! Que coisa bizarra, a Erundina na mesa, junto com Marina, estaria mesmo à vontade??

Responder

Marat

05 de outubro de 2013 às 21h08

O PFL (recuso-me a chamar aquilo de “democratas”) transformou-se em Arena (o anacronismo é proposital); O PSDB já é hoje o PFL de ontem. O PPS já é o PSDB de ontem. O PSB (talvez tenham que substituir o “S” desta sigla) está em vias de transforma-se no PPS de ontem… Bem, ainda assim, prefiro que a ala petista que pensa, e que é de esquerda, enfrente um partido que ainda não está totalmente à direita… Espero que o PSDB vá para seu lugar de direito (a escória da história) e que a oposição seja civilizada, de preferência social democrata!

Responder

    lukas

    06 de outubro de 2013 às 07h49

    E o PT, Marat, defina-o. Se sobrar estômago, me diga o que sobrou de comunismo no PCdoB.

    Marat

    06 de outubro de 2013 às 17h03

    Lukas, o PT foi criado por católicos operários. Ele sempre foi isso, porém, tem algo de povo, de social, de massa não cantanhedística (ou seja, não tem o cheiro de colônias francesas…), e isso é importante. Sobre o PC do B, há bons quadros, ali, de esquerda verdadeira. Não são muitos, mas ainda os há!
    Abraços

Jose Mario HRP

05 de outubro de 2013 às 20h50

`PUTZ!, O ladrão Dantas ´parece intocavel!!!!!!!!!!!!!!!!!!

http://blogdoprotogenes.com.br/fbi-nao-quebra-criptografia-de-hds-de-daniel-dantas/

Responder

Diego

05 de outubro de 2013 às 20h30

Petistas seus dias estão terminando!! Seu projeto totalitário vai cair de podre

Responder

Lindivaldo

05 de outubro de 2013 às 20h04

A Marina é o plano B das Organizações Globo.
Com ela, encerram a ameaça da democratização dos meios de comunicação e a cobrança dos impostos sonegados da Globo.
É o novo Collor, porém muito mais dócil que o verdadeiro.
Por isto, a forte pressão exercida pelo Roberto Irineu Marinho para que ela se filiasse a algum partido.
Depois, é só a inflar, como aconteceu hoje com o super-destaque dado pela globo news a sua filiação ao PSB.

Responder

José X.

05 de outubro de 2013 às 19h44

O dilema agora sobrou para o PIG: não podem mais ficar enchendo o balão de Campos+Marina, para não prejudicar o Aécio, que, não tenho dúvidas, é o candidato dos sonhos do PIG.

Marina é desprezível: pela 2ª vez vai ser linha auxiliar do PIG/PSDB, para garantir o 2º turno. Eduardo Campos sozinho não tinha condições de garantir isso.

Responder

Lindivaldo

05 de outubro de 2013 às 19h40

Até o final do dia, quem será que o eternamente rejeitado Roberto Freire convidará para se filiar ao PPS e ser candidato à presidente?

Alguém tem que o ajudar, caso contrário o PSDB vai cancelar o contrato de locação com o PPS…

Responder

    Marat

    05 de outubro de 2013 às 21h45

    O Freire já tem boquinhas garantidas: Seu sustento (digníssimo, honestíssimo e profundamente ideológico) é pra lá de conhecido!!!

Liz Almeida

05 de outubro de 2013 às 19h38

O fato dos irmãos Marinhos apoiarem desesperadamente uma chapa dessas, me faz crer que devem ser minha última opção de voto.

Responder

José BSB

05 de outubro de 2013 às 19h35

Marina passou 8 anos no PT esquentando a cadeira no ministério do meio ambiente sofrendo todo tipo de ataques e desqualificações desse grupelho de reaças que hoje lhe rendem elogios e bajulações. Largou o cargo e virou oposição para combater o “chavismo petista”.
Agora, so falta o Arruda se candidatar a vice do aécio neves.
todos unidos contra o bolivarianismo lulopetista

Responder

Bertold

05 de outubro de 2013 às 19h29

Não se assanhe Azenha, forte nada, mas que será bastante inflada pela mídia com certeza. Afinal, são seus neo representantes pois os demotucanos estão jogados no lixo. Aqui com meus botões estou tranquilo, todo “centrista” brasileiro que quiser representar à direita contra Dilma ou Lula em 2014 vão comer poeira e acumular prejuízos político de longo prazo… pobre psb.

Responder

Roberto Locatelli

05 de outubro de 2013 às 19h10

Como disse o PHA, o PSB é o novo PSDB.

Responder

joel miranda

05 de outubro de 2013 às 18h50

Amigos, Marina subiu no trapezio, sem a rede!

Responder

    Maria Carvalho

    06 de outubro de 2013 às 02h00

    Joel disse tudo!

jõao

05 de outubro de 2013 às 18h44

color teve apoio dos banqueiros
fhc dos banqueiros

Lula da classe operaria
Dilma da classe operaria
dudu dos banqueiros
nos operários somos a maioria
a maioria faz a diferença

Responder

Luís Carlos

05 de outubro de 2013 às 18h40

Mariana teria dito que “devemos acabar com chavismo do PT”. Esse chavismo que Marina quer derrotar inclui, entre outras coisas o Mais Médicos. Marina terá apoio de entidades médicas completamente conservadoras que atacaram o Mais Médicos e tentaram impedir que população brasileira tivesse assistência médica. Marina se aliará às entidades médicas que defendem reserva de mercado e falta estruturante de médicos no Brasil? Terá entre seus apoiadores o ex-presidente do CRM/MG? Já tem o apoio de Borhausen e Heráclito Fortes dois defensores da ditadura militar e contrários à Comissão da Verdade, por exemplo. Aliás, Borhausen é o que queria “exterminar aquela raça”.

Responder

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 18h24

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Tuitada do Dia:

Camilinha Victor ‏@AlimacVic 25 min

“Você não foi caçada. Você foi INCOMPETENTE #Marina”
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Responder

Hélio Pereira

05 de outubro de 2013 às 18h14

Marina com 18% se filia ao PSB de Eduardo Campos,que tem 4%.
Somando 4% de um com 18% da outra,o resultado sera 11% e olhe la!

Responder

    Fernando Trindade

    05 de outubro de 2013 às 20h18

    E quando sai o primeiro artigo do Merval insinuando a troca do Eduardo pela Marina na cabeça de chapa do PSB?

    Já amanhã ou após a próxima rodada de pesquisas?

    A verdade é que Eduardo fez uma manobra de risco para o seu projeto pessoal, alto risco.

Luís Carlos

05 de outubro de 2013 às 18h12

Com Marina o Brasil viveria uma teocracia absolutamente conservadora. Direitos reprodutivos, liberdades civis se esfarelariam em Estado governado por Marina e seus ideólogos religiosos conservadores. Trocará a Constituição Federal pela Bîblia, e a intepretação fundamentalista da mesma. O Estado laico iria para as cucuias, se é que um dia o vivemos verdadeiramente. Escolas públicas com aulas de religião? Proibição de distribuição de preservativos e anticoncepcionais no SUS? O movimento LGBT seria criminalizado ou declarado pelo Estado como “coisa do diabo”? Creio que com Marina de vice o Brasil passaria por experiência que jogaria o país na idade média, pois Felicianos teriam “passe livre” para atuar. Ou será que não?

Responder

    Luís Carlos

    05 de outubro de 2013 às 18h50

    Mesmo porque, nesse momento, Marina teria o triplo de intenções de voto de Campos. Se essa chapa vencesse, seria, talvez, a primeira vez em que teríamos a vitória de uma chapa com presidente com menos votos do que seu vice. Caso isso ocorresse de fato, Marina teria grande peso no governo, emplacando suas convicções religiosas conservadoras, fazendo do Brasil uma teocracia extremamente conservadora.

    R Godinho

    05 de outubro de 2013 às 19h14

    Luis Carlos, os votos são do presidente ou da chapa, nunca do vice. E já tivemos vice com mais voto que presidente, no tempo em que se amarrava cachorro com linguiça: Jango teve mais voto que Jânio, mas naquele tempo se votava separadamente.

    Luís Carlos

    06 de outubro de 2013 às 22h24

    Exato. No tempo de Jango a votação não era na chapa, mas no candidato a presidente e no candidato a vice, o que é brutalmente diferente do que ocorre hoje. Por isso Godinho, pergunto o que realmente pode acarretar a situação de intenções de voto atual, de Marina e de Campos?

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 17h46

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Heloísa Helena apóia Marina: “Na política não se agrada a todos”

Ex-candidata a presidente, e hoje vereadora de Maceió,
Heloísa Helena disse que “entende o momento” de Marina

Diário de Pernambuco

Por meio do perfil na rede social Facebook, a atual vereadora de Maceió, Heloísa Helena (PSOL-AL), comunicou que entende o momento pelo qual Marina Silva está passando e suas escolhas políticas.

A vereadora ainda ressaltou que na política nem sempre é possível agradar a todos.

“Muitos atacarão a decisão que ela tomar, afinal nem Jesus, Buda, Maomé, Gandhi ou qualquer outro dos chamados Iluminados na história da humanidade foi capaz de agradar a todos ao mesmo tempo”,
escreveu Helena na rede social junto a uma foto de Marina ajudando crianças a plantar uma muda de árvore.

(http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/10/05/interna_politica,466216/heloisa-helena-apoia-marina-na-politica-nao-se-agrada-a-todos.shtml)

Responder

Jonas Silva

05 de outubro de 2013 às 17h30

O PSDB está desesperado, veja:

www.platodocerrado.blogspot.com.br

Responder

Regina Braga

05 de outubro de 2013 às 17h29

Foi construída a dupla do nada e quase nada…Nada importa,só a derrota do PT.Aécio não decola e Cerra não chega…Quem perde de fato e de direito é o psdb.O PT pode ter seus defeitos mas viabilizou o Eduardo,que agora, deu um tiro no pé.Bláblá vai ter que responder,como vai governar o Brasil?Com a direita tea party ou com o psol “chama acesa”?Enfim.a dupla pode ter sido muito providencial para Brazil mas vai ser infernal para o Brasil.Viva a rainha e o Cameron!!!

Responder

Arthur

05 de outubro de 2013 às 17h29

O PSB lança novo produto de mercado em 2014: é o partido absorvente ou Marina care !

Responder

    NPFREITAS

    05 de outubro de 2013 às 22h48

    Essa foi ótima! Espalhemos por aí.

MANREL

05 de outubro de 2013 às 17h16

Quando começar a sair as pesquisas, a boca vai esquentar.
Se perceberem que um atrapaha o outro, vai sobrar farpas pra todo lado.

Responder

Hell Back

05 de outubro de 2013 às 17h11

Santo Deus! Isso é o mesmo que ver o demônio se aliando com Deus.

Responder

Maur

05 de outubro de 2013 às 16h51

e, na Rede PSB, o inspetor Heráclito conduz os alunos Eduardo e Marina à primeira aula do Tio Bornhausen: “Como acabar com a raça petista” …. espetáculo deprimente dos dois, que, a cada dia, se apequenam mais e mais!

Responder

lulipe

05 de outubro de 2013 às 16h50

Vejo muita preocupação e medo no ar…..

Responder

    Luís Carlos

    07 de outubro de 2013 às 12h54

    Sim. Você tem razão. Os tucanos estão a um passo do desastre e extinção política. Com a candidatura CampoS/Marina podem sequer ir para segundo turno na eleição presidencial, e ecoando essa fragilidade para eleições estaduais, podendo perder suas administrações em SP, MG, PR e GO.
    Há de fato muito medo no ar, ou melhor, no ninho.

joana

05 de outubro de 2013 às 16h49

Belo desserviço, hein Marina? No carnaval, você vai sair de globeleza?

Responder

    Marat

    05 de outubro de 2013 às 22h02

    Pô Joana, tá de brincadeira – rsrsrsrsrs – só se for Glofeiúra – rsrsrsrs

    José Variani

    06 de outubro de 2013 às 15h52

    Já estão dizendo que vai ser capa da Playboy.

    Marat

    06 de outubro de 2013 às 17h04

    Pô, Variani – rsrsrsrs… você está fazendo lobby para os mestres do Photoshop!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Alemao

05 de outubro de 2013 às 16h46

Beleza! Só falta o PMDB dar um pé na bunda do PT, colocar a Kátia Abreu de vice do PSDB e a eleição vai ficar excelente!

Responder

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 16h45

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E não é que a Marina tinha mesmo um Plano Bob.

O mesmo de Bob Marinho, Bob Jefferson, Bob Gurgel, Bob Freire…

De Bob Esponja…

Responder

IVAN NOGUEIRA DE MORAIS

05 de outubro de 2013 às 16h32

Olá Meu Caro Azenha:
A Marina pagou com traição a quem sempre lhe estendeu a mão.Não vislumbrem esperança de mudanças sem reforma política; pois isto certamente não ocorrerá. Aliás, se a população se interessar mesmo pela política a ponto de analisar com consciência a atuação de cada parlamentar/governante, poderemos sonhar com mudanças.Mas, para isto acontecer precisa ter cuidado para não ser manipulada pela grande mídia.Eu acredito no BRASIL !!! Eu acredito na DEMOCRACIA !!!
Respeitosamente,
Ivan Nogueira de Morais

Responder

Zanchetta

05 de outubro de 2013 às 16h31

Já ganharam meu voto!!!

Responder

Walter

05 de outubro de 2013 às 16h17

E ainda sou obrigado a votar.
Eu quero um candidato que olhe pelas pessoas.Pelas necessidades das pessoas. Pelos contribuintes.

De pensar que o menos pior é a reeleição do NeoPT privatista , arrocheiro, mensaleiro, vaccarezzo…Sinceramente dá arrepios.

E que Do outro lado, o inefável PSDB. E o mauricinho do agreste fazendo dupla com a cabocla do bem , escudados por bornhausen e heraclito fortes, antológicos ambientalistas do bem.

Realmente, estamos vendidos e vencidos.

Entregues a Nova Ordem Mundial.

Responder

klaus

05 de outubro de 2013 às 16h15

Tenho pena da Luiza Erundina com esse PSB que está se formando.

Responder

    lulipe

    05 de outubro de 2013 às 22h09

    Bom mesmo é o PT não é klaus????

    Abel

    06 de outubro de 2013 às 14h34

    Melhor que o PSDB!!!!

Pelika

05 de outubro de 2013 às 15h53

Dudu Traíra e Blablarina bagres, uma piracema política.

Responder

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 15h20

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A SANTA SUSTENTABILIDADE VINGATIVA ANTIPETISTA

REDE GLOBO CONVERTE ‘DOÇURA E PUREZA’ DE MARINA

EM ‘SUSTENTÁVEL RANCOR E VINGANÇA’ “ANTICHAVISTA”

Marina diz que quer acabar com a hegemonia e o chavismo do PT na Presidência da República

Ex-senadora será vice na chapa presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos

SIMONE IGLESIAS
MARIA LIMA

BRASÍLIA – Numa reunião que terminou às 4h30m da madrugada deste sábado com muito choro, a ex-senadora Marina Silva comunicou a seus seguidores que seu sonho de ser presidente da República teria que ser adiado, e que seu projeto, agora, é acabar com a hegemonia e o “chavismo” do PT no governo. Acusada pelo deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) de ter um processo de decisão “caótico”, Marina chegou à reunião dizendo que tinha tomado uma decisão sem volta: seria candidata a vice na chapa presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e sua posição era inegociável. Na reunião, ela não ouviu, só falou. Mas depois houve uma choradeira geral. Marina então relatou sua conversa com Campos ao telefone:
– Eduardo, você está preparado para ser presidente do Brasil? Eu vou ser sua vice e estou indo para o PSB – contou Marina, relatando ainda que Campos ficou mudo, mas muito eufórico.
VEJA TAMBÉM
Marina Silva acerta filiação ao PSB
Indefinição de Marina esfacela grupo de aliados da Rede, avaliam cientistas políticos
PT comemora decisão do TSE e torce para que Marina não seja candidata

Ela disse que ia ouvir a todos, mas que não voltaria atrás, porque estava sem alternativa. Todos ficaram contra, cada um com seus argumentos. Seu braço-direito da vida inteira, Pedro Ivo batista, seu maior conselheiro, estava por fora do acordo.

– Eu fiz esse acerto com o Eduardo Campos porque chegou a um ponto que eu não tinha outra alternativa. E o PSB é um partido sério. A minha briga, neste momento, não é para ser presidente da República, é contra o PT e o chavismo que se instalou no Brasil – disse Marina.

– Mas você sabe que se fizer isso vai ter que abrir mão do sonho de ser presidente – ponderou Pedro Ivo.

– Esse sonho vai ficar para outro momento. Vou ser vice do Eduardo e acabar com essa hegemonia do PT na Presidência – disse Marina, mostrando ressentimento com o que considera que foi feito para barrar a criação do Rede.

Ela disse que a combinação é para que a coligação seja PSB/Rede, para que o Rede se incorpore tão logo seja criado. Marina reclamou muito de perseguição dentro do governo e do PT contra ela. Disse que seria muito pior se fosse para um nanico como o PEN ou PMN.

– Eu seria desossada com muito mais facilidade. Seria tratorada. Eu sei que tem mais de duas mil pessoas pagas com dinheiro público para acabar comigo nas redes sociais – disse Marina.

O anúncio formal da chapa deverá acontecer na tardes deste sábado, às 15h30m, no salão azul do Hotel Nacional, em Brasília. Eduardo Campos, pego de surpresa, não esconde o nervosismo nas conversas com interlocutores.

(http://oglobo.globo.com/politica/marina-diz-que-quer-acabar-com-hegemonia-o-chavismo-do-pt-na-presidencia-da-republica-10265200#ixzz2gsA8uuf6)
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Responder

    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 16h11

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    A QUARTA VIA NA MARCHA RÉ

    Marina quer destruir ‘o chavismo do PT’, declarou.
    Eis a sua causa.
    A sua, a de Campos, Aécio, Serra, Freire
    e a da plutocracia em busca de uma ‘terceira via’
    para derrotar o ‘lulismo’.

    Carta Maior
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    .

    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 18h05

    .
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    Marina acaba de afirmar
    ao repórter Kennedy Alencar
    que não usou a expressão
    ‘chavismo do PT’.

    Assim, temos que
    OU A GLOBO MENTIU
    OU MENTIU MARINA…
    .
    .

    Mário SF Alves

    06 de outubro de 2013 às 14h47

    “Marina acaba de afirmar
    ao repórter Kennedy Alencar
    que não usou a expressão
    ‘chavismo do PT’.

    Assim, temos que
    OU A GLOBO MENTIU
    OU MENTIU MARINA…”

    ____________________________________
    Que o PiG usa viseira e sinetas de égua madrinha disso a gente já sabe faz tempo.
    ____________________________________________
    Porém se Marina mente, eternamente, seria mais um integrante a comandar o time do ESQUEÇAM. Só que desta vez seria o “esqueçam tudo o que vivi”.
    _________________________________________________
    E quanto ao chavismo: ah, se o PT tivesse tido oportunidade para dar chavezada nessa realidade torta da pior elite do mundo que há séculos humilha e suga as esperanças e as energias do povo deste país. Quem dera. Uma chavezadinha que fosse. Uma leizinha de imprensa que fosse. Uma reforma agrariazinha que fosse.

    MARCOS F.L.

    05 de outubro de 2013 às 19h14

    A OBAMA DE SAIS MOSTROU QUEM NA VERDADE É!!! O ÚNICO OBJETIVO DE SAIR CANDIDATA EM 2010 E AGORA COMO VICE É DERROTAR O PT COM CIÚMES PORQUE NÃO FOI ESCOLHIDA A CANDIDATA.

Fabio

05 de outubro de 2013 às 15h10

Na CBN papagaios de pirata de Merval Pereira, revelaram que o tiro pode sair pela culatra para Aécio Neves.
De um animado apoio de Aécio a candidatura de Marina, uma união em chapa única entre Eduardo e Marina teria mais chances de brigas por votos anti-petistas e tiraria Aécio de um suposto segundo turno.
Será que é por isso que o PPS não aceita EDUARDO-MARINA, MARINA-EDUARDO?

Responder

Douglas da Mata

05 de outubro de 2013 às 14h55

Chapa forte? Não sei, sinceramente, não sei.

Há diversos ingredientes que os comentaristas parecem desconsiderar (para o bem e para o mal), vamos a eles:

01- O efeito novidade: Em 2010, tanto Dilma quanto marina, a joana d’arc da floresta, eram novidades na disputa presidencial, se bem que Dilma era o que se considerava um poste…marina já estava na cena política há tempos, no senado e no ministério, e com sua longa militância pelo ecologismo corporativo, tipo natura e itaú…

02- Neste contexto, há de se considerar o efeito eleitoral da inflexão conservadora que o eleitorado fez quando apresentado a temas como aborto e religiosidade, e neste quesito marina soube drenar parte do capital político do psdb, com total cumplicidade dos demotucanalhas, que viram nela a chance de levar ao segundo turno(como se fato foi), e reunir os dois campos na batalha final.

03- Estas condições de temperatura não se repetem, a mesmo com a invernada deste ano, não foi marina que foi beneficiada, ao menos não diretamente.

04- Seu nome possui um recall considerável, mas submetido a campanha, vai ter que enfrentar uma candidata que É presidenta, que mal ou bem, tem o que apresentar, além de um discurso evasivo sobre modos e costumes políticos.

05- Não se sabe como o seu eleitor enxergou sua tentativa de dar uma “carteirada” no tse, e agora, o desembarque no psb, junto ao neo-oligarquismo pernambucano, justamente aquilo que ela disse que veio para combater…Sua capacidade de se apresentar como “novidade” está se esfarelando cada vez mais, e tende a continuar nesta toada até as eleições…

06- Outro problema é conciliar na mesma plataforma estas duas deformidades: o pentecostalismo verde com o neo-oligarquismo nordestino.

Em suma, acho que é um tremendo de abraço de afogados, onde eduardo campos vai colocar a blablarina de bucha para expandir sua base nacional, colocando-a para mais uma derrota…

Em 2014, mais uma eleição ‘tá no papo…Periga Dilma levar no 1º turno com a concentração, haja vista que os demotucanalhas foram jogados ao mar pelo PIG e pelas elites…

Responder

Silvio I

05 de outubro de 2013 às 14h52

Eles cavarão sua própria sepultura!

Responder

Maria Rita

05 de outubro de 2013 às 14h42

Não quero ser estraga prazeres. Essa foi a primeira vez que a direita juntou os descontentes e jogou o xadrez político. Ninguém entendeu ainda que Aécio não será candidato a presidente (talvez queira ser governador de novo). O PSDB dirá que o plano foi dele, desde as primeiras movimentações de Serra, FHC e Eduardo Campos, os tais do campo democrático. Ninguém ainda entendeu o recado de Serra. Ele fica para destruir o PT. Marina entrou tarde para registrar o partido e cedo para fazer campanha. O entra e sai de cena foi tudo meticulosamente calculado. Isso é jogo. E mudou muito. A máquina pesada do dinheiro está com PSDB,DEM, PIG, Solidariedade e o partido que foi sem nunca ter sido A REDE. Até o GOOGLE está se mexendo fazendo censura a quem fala de Aécio. O jogo está pesando e só começou. Vai ser diferente.Vamos acordar e entender. E botar o bloco na rua, na Internet e no páreo. Vai ser apertado.

Responder

Dario

05 de outubro de 2013 às 14h27

Finalmente, é Dudu e Marina ou Marina e Dudu? Marina com 16% das intenções de voto contra 5% de Dudu vai abdicar da cabeça de chapa? Que marineiro vai entender a “lógica” desse acordo?
A briga está só começando.

Responder

francisco niterói

05 de outubro de 2013 às 14h25

ha um evidente escandalo no troca troca partidario (balcao de negocios de tempo de tv, por ex.) e ninguem esta fazendo as devidas correlacoes.

Todos devem se lembrar da acao do PSB que fez o gilmar “impedir” o congresso de votar lei que moralizaria este costume pois o tempo de tv seria aquele que o eleitor escolheu, ou seja, a bancada que cada partido conseguiu na eleicao.

Lembram da campanha da midia? Que era tudo pra impedir o partido da marina. E a marina usou este mote. JA houve na epoca a dobradinha marina/ duddu campos.

E agora temos a p*t*ria comendo solta n congresso e ninguem cobra o conglomerado midia / marina /dudu a responsabilidade. Qual a nova politica que a marina defendeu na epoca? Esta que estamos vendo agora no troca troca.

Responder

ED VORENUS

05 de outubro de 2013 às 14h25

Creio que o jogo agora ficou competitivo. Não acredito em 1º turno, não. Vai haver 2º turno, sim. Eduardo Campos se mostrou um adversário a não ser subestimado. A sorte é que o PT tem Lula, o maior gênio político do Brasil. Vai ser interessante ver esse duelo. Quanto a Dilma, creio que ela terá que se reinventar pra valer para chegar no segundo turno com pelo menos 10% de vantagem sobre o Eduardo campos, senão corre o risco sim de perder.

Responder

Hildermes José Medeiros

05 de outubro de 2013 às 14h06

Tudo bem, não se pode dizer que a chapa Marina/Eduardo ou Eduardo/Marina (lembra Táxi Carrara ou Carrara Táxi) não seja competitiva, porque, tendo em conta os personagens, o é. Agora essa de esgotamento da disputa PT x PSDB, só se for para os opositores, e que já viram que por aí, no voto, não dá. Não é uma simples a empreitada, que se ganha no bico, sem nada de concreto apresentar, mesmo que o Brasil perca a Copa. Só se a economia desandar,e muito, e não indicações que vá ocorrer. Não vai ser fácil o povão trocar o certo pelo duvidoso. A mídia e sua aliada a classe média, há muito não ganha eleições, não faltam exemplos nos últimos anos.

Responder

Linu

05 de outubro de 2013 às 14h05

será que a corja PTzada cai?

Responder

Bonifa

05 de outubro de 2013 às 14h00

É uma chapa aparentemente forte, mas corre diversos riscos que só o andamento da campanha poderá esclarecer. É possível que o eleitorado continue não entendendo quem é Campos e a que se propõe. E é possível que entendam que a Marina desceu um degrau, foi rebaixada, de candidata titular a candidata a vice. Também o inchamento precoce do PSB com estofo pesado de direita, vai comprometer o discurso, até mesmo quando se basear na “ética” udenista. Apoio a dupla terá, das tradicionais financiadoras, mas haverá uma divisão de apoios importante com o PSDB. Talvez o espectro oposicionista como um todo, venha a se dar mais mal que na eleição passada, quando Marina teve excelente votação e havia ainda um forte apoio de outras siglas. Não acreditamos que a oposição queira que o PPS faça parte desta coalizão. Será mais vantajoso para eles que o PPS tenha candidatura própria, talvez novamente o Freire, para que possa fazer na televisão o jogo mais sujo que, se feito diretamente, comprometeria a imagem tanto do Aécio (ou Serra) quanto do PSB. Uma coisa é certa: podemos agora ver o PSB como um partido integralmente de direita. A presença de Marina, longe de dar cores esquerdistas ao PSB, deu-lhe a indelével marca da direita.

Responder

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h13

    Marina é Marina, acima do bem e do mal. Nem esquerda, nem direita, muito pelo contrário…

    Mário SF Alves

    06 de outubro de 2013 às 16h25

    Se fosse ainda continuasse católica seria tratada como a própria virgem reencarnada.
    ____________________________
    Acima do bem e do mal e com discurso a anos luz acima da real. Mas joga, inefável, o jogo que prepararam para ela. Até quando não sei. Duas duas uma: ou ela é ingênua ao acreditar em mérito próprio na chuvarada de votos recebidos em 2010, ou se faz de desentendida. Não sei o que seria pior.
    ______________________________________

    Jairo Medeiros

    05 de outubro de 2013 às 18h19

    Bonifa, a mudança de ares da Marina p/ o psb foi devidamente calculado. Há interesses poderosos atentos e não jogarão novamente p/ perder.
    Haja vista os aforos psdbistas, longos, casuístas, sem expressão e eco na nova conjuntura política e social, pois é tudo do mesmo, sem novidades.
    É necessário renovar, a qualquer custo. Um jornalão e a istoé estão, em conta gotas, então homeopáticas, diluindo o fel represado.
    Denunciam agora o sempre visto e nunca esclarecido papel dos egressos mdbistas, de oposição a governantes por longos 8 anos; e deu no que deu.
    Os lobos com bolsos cheios, agora ávidos pelo ouro negro, próximo a jorrar em verdinhas mil, o consumo aquecido, obras a perder de vista não
    lograrão numa frente apenas. Seu olhar aguçado, apesar de combalidos após pleitos adversos, achincalhados em prosa e verso, estão a sonhar,
    junto à “massa cheirosa”, céu de brigadeiro, frutos a amadurecer por décadas, prontos p/ serem colhidos.
    Será uma guerra essa próxima eleição, a anterior foi o ensaio. O psb vendeu sua alma ao diabo e ele irá cobrar. Não darão trégua e as mais
    vis inverdades serão propagandeadas pelos antes aprisionados e agora alforriados Campos e Marina. Não perderão essa chance e irão usá-la.
    Campos já insinuou nas propagandas políticas e Marina já desempenhava tal papel na eleição passada. Terão coro na mídia em horário nobre,
    o eleitor será lembrado incessantemente, incansavelmente, dos furos governamentais e da maneira Dilma de gerenciar o Brasil. Já mostraram o
    lado leve o solto, igual ao do Lula e que deu certo. Tudo clean, tudo suave, tudo novo.
    O psdb sempre será a primeira opção, ainda com a mesmice do Aecio ou com o aloprado do Serra, isso não tem como mudar. Mas o serviço de
    informar, mesmo a conta gotas, poderá sempre aumentar a dose do fel as vésperas da eleição e a polarização esquerda e ex-esquerda dará um nó
    no eleitor, o que já é esperado.
    O pavão emplumado travestido de fenix agora esverdeado será vendido nos moldes do Collor e o fazer mais e melhor será tema até de novela…

ricardo silveira

05 de outubro de 2013 às 13h58

O discurso do pode-se fazer mais tem que demonstrar por que não se faz mais, mas sem mentiras, porque se mentiras já não eram suficientes, agora menos ainda. Os factoides se esgotaram no esgoto da Veja. A grande mídia monopolizadora do espaço público não influencia mais e na internet não está menos difícil.

Responder

    Flávio Batista

    05 de outubro de 2013 às 16h23

    Pode-se fazer mais? Então porque o Eduardo Campos não “fez mais” em Pernambuco, como governador? Porque Pernambuco, que tinha o segundo maior IDH do Nordeste no PNUD 2003 agora CAIU para a terceira posição do Nordeste em IDH? É assim que Eduardo Campos “faz mais”? É esse o “milagre” de Eduardo Campos em Pernambuco, fazer o seu estado perder uma posição no ranking nordestino do IDH?

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 13h56

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Mídia Bandida se rearticula no Millenium para levar PSDB ao 2º turno

PPS diz a Marina que não aceita apoiar projeto com PSB

Presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), disse à Marina que a escolha de ir para o PSB será um “desastre” para ela e a aconselhou a ingressar no PPS

Agência Estado

O PPS reagiu mal à decisão da senadora Marina Silva de formar uma frente de apoio à candidatura de Eduardo Campos num cenário com ela ingressando no PSB.

Os dirigentes do partido, que participaram de reunião com Marina, não aceitaram um acordo nesse sentido.

A reportagem apurou que o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), disse à Marina que a escolha de ir para o PSB será um “desastre” para ela e a aconselhou a ingressar no PPS, onde teria liberdade de tocar o projeto de apoiar Campos, mas de forma independente e não “amarrada”.

A ex-senadora teria ponderado, no encontro, que ao optar pelo PSB daria uma resposta ao Palácio do Planalto e aos seus críticos de que seu projeto é sair candidata a qualquer custo.

No PSB, ela demonstraria que não sairá candidata à Presidência e que seu projeto é político.

No encontro, Marina citou, várias vezes, Madre Teresa de Calcutá – por seu trabalho missionário.

Conforme integrantes do PPS, “o projeto dela com a legenda está inviabilizado”.

Freire afirmou a Marina que esse gesto dela será aplaudido apenas no primeiro mês, mas depois será considerado um suicídio político.

(http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?id=1414396)

Responder

Gerson Carneiro

05 de outubro de 2013 às 13h49

A festa open bar do PSB está bombando.

Bornhausen, Heráclito Fortes, Roberto Freire e Ronaldo Caiado no salão e Marina Silva ao microfone falando sobre “o novo” e ética.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de outubro de 2013 às 13h55

    Festa estranha com gente esquisita.

    lukas

    05 de outubro de 2013 às 14h34

    A festa do PT tem Maluf, Collor, Sarney, Calheiros… Vamos fingir que é muito diferente.

    Hélio Pereira

    05 de outubro de 2013 às 18h23

    Gerson eu acho que isto não é festa,mas sim uma despedida da esquerda e do legado de Chico Mendes.
    O PSB se despede da esquerda e a Marina se despede dos ensinamentos de Chico Mendes e com isto TRAI o Povo da Floresta,que a elegeu Senadora pelo Acre.

    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 20h56

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    Ai, qui sôdade di ôcê, Osmarina !

    Nascida em 1958 na comunidade Seringal Bagaço, zona rural de Rio Branco (AC), a historiadora Marina Silva foi companheira de luta do líder sindical e ambientalista Chico Mendes.
    Então católica, Marina ajudou a fundar, ao lado de Mendes, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Acre, em 1984.
    Iniciou a carreira política filiada ao PT, em 1986, quanto tentou se eleger deputada federal.
    Ela seria eleita apenas em 1988, como vereadora, pelo partido em Rio Branco.
    Eleita para o Senado Federal pela primeira vez em 1994, Marina adotou bandeiras em defesa do meio ambiente, da redução na emissão de gases do efeito estufa. Também atuou como parlamentar pelo desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste do Brasil, sobretudo da Amazônia.
    Em 2002, Marina seria reeleita para mais oito anos de mandato.

    Fonte: VEJA/ABRIL
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    SAVIO SOBREIRA

    05 de outubro de 2013 às 16h15

    E Sobre o Desmatamento…

    Alemao

    05 de outubro de 2013 às 16h44

    Parece que vc não tem espelho em casa…

Gerson Carneiro

05 de outubro de 2013 às 13h44

Eu, Gerson Carneiro, não vislumbro chapa forte nessa composição.

1. Pelo desgaste na imagem produzido pela própria Marina nessa novela da coisa que não era partido depois passou a ser;

2. Pelo vazio de projetos convincentes além do marketing político anunciado com pompa como “Nova Política” mas que ao findar se juntou a velhas raposas como Bornhausen, Heráclito Fortes, e Ronaldo Caiado.

No desespero, Marina Silva tentou dar carteirada no TSE.

Sua ideia de grife política não deu certo.

Agora terá que conviver com a realidade de ser apenas mais uma figurante.

Marina Silva fracassou.

Responder

    lukas

    05 de outubro de 2013 às 14h44

    Para sabermos o quão forte será esta chapa teremos que observar quanto os blogs progressistas (e seus comentaristas) baterão nela de agora em diante.

    Caso cheguem ao segundo turno e o PSDB não, creio que terão o apoio dos tucanos. O contrário seria mais difícil.

    Para Dilma, é mais fácil vencer os tucanos num segundo turno do que Campos/Marina apoiados pelos tucanos.

    Prevejo tempos difíceis para a dupla Campos/Marina por aqui.P

    ricardo

    05 de outubro de 2013 às 23h30

    Na mosca Lukas. Essa é a razão da maré de medo, disfarçado com desdém arrogante, que vem tomando a militância virtual petista. Eles sabem que um eventual segundo turno contra o PSB, que herdará cada um dos votos tucanos (o contrário realmente é improvável) pode sepultar o sonho do poder eterno.

    Fernando

    05 de outubro de 2013 às 15h56

    Marina aprendeu direitinho com Lula, que se aliou com Maluf, Sarney, Barbalho, Renan…

    renato

    05 de outubro de 2013 às 18h42

    Concordo, Marina ficará na posição do MUDO neste quadro, se este branco ( branco não é ofensivo) de olho azul do Nordeste, falar.
    Se ele não falar poderá ser então o SURDO.
    Agora se os dois tentarem falar, nem quero VER!

    lulipe

    05 de outubro de 2013 às 19h08

    Depois de ler isso vindo de mais um “expert” em política, é bem capaz capaz de Marina desistir de concorrer às eleições.É esperar pra ver!!!

FrancoAtirador

05 de outubro de 2013 às 13h41

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Víxi!

Agora, sim, completou a Massaroca Partidária Anti-Ideológica.

Era a batata quente que faltava p’ra encher o saco de farinha…

Ou seria o balaio de [email protected] que a confraria dos ratos agradece…

Este será o epitáfio da Democracia Representativa no Brasil:

“Aqui jaz, sob a camada pré-sal, um gigante dorminhoco.”

Pobre País… Pobre Povo BraSileiro… Não merecia isso…
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Responder

    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 13h49

    .
    .
    Lá vêm eles, de novo, com o velho e surrado

    ‘BraZil Pré-Lula’ travestido de ‘Pós-Lula’.

    A frente do retrocesso já está na quarta via.
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    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 17h11

    .
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    Cara!

    Os políticos aderiram definitivamente ao movimento surrealista

    Olha só o exemplo da situação surreal na Bahia:

    ACM Neto é o mais fortalecido com a dança das cadeiras nos partidos

    Por Raul Monteiro, na Tribuna da Bahia

    A filiação mais intrigante da semana na Bahia é obra exclusiva do prefeito ACM Neto (DEM).
    O ingresso do deputado estadual Bruno Reis, um dos parlamentares mais ligados a ele, no PMDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima, se tornou o assunto preferido ontem dos meios políticos.

    Uma indicação de que Geddel seria o preferido de ACM Neto para a sucessão de 2014? Ou um ato do prefeito destinado a sensibilizar o peemedebista a apoiar o candidato do Democratas no ano que vem?

    A segunda opção, sem dúvida, é a mais provável.
    Bruno não tomaria a decisão sem combiná-la antes nos mínimos detalhes com Neto.
    Sua ligação com o prefeito é profunda e permite, portanto, que Neto solicite a ele a filiação ao PMDB.
    E deve ter sido o que o prefeito fez.

    Com isso, Neto deu uma demonstração de magnanimidade [SIC], fato cada vez mais raro na política.
    O prefeito cumpriu uma promessa ao se eleger. Nos primeiros meses, mergulharia exclusivamente na gestão e se afastaria da política determinado a reverter o quadro financeiro caótico em que encontrou a Prefeitura. Ficou assim por cerca de 250 dias até tirar uma semana para lançar-se ao jogo das articulações, negociações e, principalmente, do convencimento.
    Num prazo de menos de sete dias, promoveu intensamente seu partido como pouso seguro para inúmeras lideranças potenciais e consolidadas.
    E arranjou um número significativo de novos filiados para o DEM, alguns ainda nem revelados ao público.
    Mas não queria ser acusado de ajudar apenas o seu partido, virando as costas para as demais legendas que o apoiam e, pelo visto, pretende liderar na base da inteligência e da sedução enquanto for prefeito.

    Por este motivo, escolheu dois quadros para colocar no PMDB – Bruno Reis e a deputada Graça Pimenta, mulher do amigo Tarcízio Pimenta, ex-prefeito de Feira de Santana –, ajudou na escolha do seu líder na Câmara, vereador Joceval Rodrigues, à presidência estadual do PPS, colaborou para conter a ida de Marcell Moraes do PV para o oposicionista Solidariedade e ainda fisgou o PROS, cuja disputa venceu com o governo do Estado, dando-o a seu secretário Maurício Trindade (Ação Social).

    Com as demonstrações que deu ao grupo de sete partidos aliados – além dos citados acima, PTN e PSDB também estão com ele –, Neto se livra do estigma do individualismo que o acompanhava desde a eleição para deputado, em 2010, harmoniza as relações com todos para o jogo que deve ser iniciado na sucessão estadual de 2014, mas, sobretudo faz uma espécie de pré-arrumação da casa para 2016, quando vai tentar se reeleger, quem sabe, como uma liderança de espectro bem maior.

    (http://www.tribunadabahia.com.br/2013/10/05/acm-neto-o-mais-fortalecido-com-danca-das-cadeiras-nos-partidos-politicos)

    FrancoAtirador

    05 de outubro de 2013 às 17h18

    .
    .
    REDE DO SURREALISMO PARTIDÁRIO EXPLÍCITO

    Só no Congresso Nacional, mais de 50 parlamentares

    trocaram de partido político nos últimos 10 dias.
    .
    .

Abel

05 de outubro de 2013 às 13h40

Parece uma reedição da chapa Lula-Brizola de 1998, que no fim, não impediu a reeleição de FHC em primeiro turno…

Responder

    Luís Carlos

    05 de outubro de 2013 às 16h08

    Talvez. Mas nem Campos, nem Marina têm a estatura política de Lula e Brizola.

    renato

    05 de outubro de 2013 às 18h44

    Verdade!

Rubens

05 de outubro de 2013 às 13h35

Espero que não seja ato de revanchismo por parte da MARINA.

Quanto ao Governador de Pernambuco?… esperem…Vai pagar um preço altíssimo.

Responder

Osorio

05 de outubro de 2013 às 13h24

Marina a fisiológica. Falou bem é pura construção de marketing. Nada q vá além.

Responder

Ozzy Gasosa

05 de outubro de 2013 às 13h13

Quem perdeu, realmente, é o PSDB.
E a REDEPSB perde no segundo turno.
Isso é uma aventura e o povo na hora “H” não entrará nessa canoa furada.
Em tempo: o Traíra do
Eduardo Campos aceitou ser vice.
Mas não queria ser candidato a presidente?

Responder

trombeta

05 de outubro de 2013 às 13h13

A chapa dos traíras representa uma vetusta tradição latino-americana: apresentar o velho com embrulho novo.

Campos e Marina encarnam as velhas forças políticas que andavam órfãs na última década, o objetivo comum de todos acabar com o ciclo de conquistas populares e entregar o poder à elite colonizada e entreguista.

Mais do mesmo.

Responder

edir

05 de outubro de 2013 às 13h05

Acomodar os marineiros provisóriamente,essa é de chorar. Que apelacäo pelo poder. O Lula nomeou Marina para o Ministério, sem ele Marina seria hoje nada, o Lula indicou Barbosa para o STF, sem Lula o que seria Barbosa hoje? nada, um desconhecido. Lula ajudou Dudu, sem Lula Dudu hoje näo seria nada. O Lula só deu nota fora.

Responder

Cícero

05 de outubro de 2013 às 13h02

Eu enxergo, neste arranjo de última hora do PSB com Eduardo Campo e Marina ou Marina e Eduardo Campos é a morte definitiva do PSDB (FHC, Serra, Alkmin, Aécio) e do PPS. E junto com eles a ideologia neoliberal.

Responder

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h11

    Pois é. O vice agora vai ser o Eduardo Campos (ou a Marina). Bye-bye, Aécio…

Geraldo Galvão

05 de outubro de 2013 às 13h01

É pouco provável essa composição prosperar. Osmarina tem – nas pequisas – entre 20 e 22 % dos votos; O Dudu 5%. Pago pra ver!

Responder

    Solando

    05 de outubro de 2013 às 15h36

    Uma correção… na última pesquisa que vi Marina tinha 16% e Eduardo 4%, não se esquecendo que era Ibope, com certeza não chegarão a metade disso.

Marcio

05 de outubro de 2013 às 13h00

O PSDB vai ficar de fora dessa briga, já era Aécio…

Responder

MARCOS AUGUSTO

05 de outubro de 2013 às 12h58

E tem mais: a Marina, a meu ver, se lascou pro resto da vida nessa! Se ganhassem (não vejo hipótese da Dilma perder), ela não seria mais que uma vice. E se perder, como tudo indica, vai sepultar sua carreira, com rede ou sem rede…

Responder

mello

05 de outubro de 2013 às 12h57

Recursos para a chapa não faltarão….Com o reforço da Natura e do Itau, além do apoio da mídia suja….O psol deve se “ajuntar”…também….
Ficou feio pra tucanagem…..Xi aecinho…

Responder

    Rodrigo Leme

    05 de outubro de 2013 às 14h29

    Itau é um dos 3 maiores investidores de Dilma. Só dizendo…

    Marcilio Serrano

    05 de outubro de 2013 às 19h09

    Rodrigo,

    Voltastes… finalmente deu o ar da graça com os seus cometários psdbistas e previsíveis….???

    Até agora não vi seus comentários sobre o Matarazzo…(aliás você pode explicar como FHC conseguiu um apartamento no Champs Élysées… e depois o ladrão é o Genoino que mora a 32 anos no mesmo lugar) ainda estas zonzo com os embargos infringentes???

    Só faltava esta agora ….quer dizer que o Roberto Setubal é Petista…

    Somente rindo dos seus comentários…aliás sempre procuro por eles e percebi que ficaram escassos.

MARCOS AUGUSTO

05 de outubro de 2013 às 12h55

Era uma das hipóteses esperadas para tentar vencer a Dilma. Porém, como disse o nosso Lulinha, “podem juntar quem eles (“oposição”) quiserem que nós vamos reeleger a Dilma”. E Lulinha falou tá falado. Ainda mais agora que a Presidenta Dilma não é mais um “poste”, conforme as “oposições” raivosas sempre falam!

Responder

Gerson

05 de outubro de 2013 às 12h53

E o pior é que os aprendizes de feiticeiro do Planalto acabaram fabricando um monstro: teria sido muito mais fácil enfrentar Eduardo Campos e Marina separadamente do que unidos.

Agora, com um ano de antecedência, as candidaturas viáveis já estão reduzidas a três, tornando inevitável o segundo turno. E eu não tenho dúvidas de que será o PSB, e não o PSDB, o grande adversário do PT.

Faz muito tempo que eu não vejo um tiro pela culatra produzir tamanho estrago. Bem feito!

Análise do Celso Lungaretti do blog Náufrago da Utopia

Responder

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h16

    Bem feito pro PSDB, você quer dizer. Aqui começa o seu caminho rumo à obscuridade, onde já o aguarda o DEM.

Taddei

05 de outubro de 2013 às 12h51

Perdedor maior é aécio, talvez nem dispute a eleição, abrindo espaço para o cerra perder de novo. Não acredito que Marina possa transferir as intenções de votos, o que favorece Dilma. De qualquer forma, as indicações dão conta de que o psdb levou um “fora” de Eduardo Campos. Esperar pra ver.

Responder

Luis Roberto

05 de outubro de 2013 às 12h46

Eduardo Campos e Marina. O PSB se torna uma união de TRAÍRAS E BAGRES. Falta o Roberto Freire, aquele que “opera” pelo Cerra fora do PSDB. Acho que todos tem motivos para ficar com as costas na parede. rs

Responder

t tonucci

05 de outubro de 2013 às 12h45

Virgem Maria; Bornhausen no palanque de Marina, viva a coerencia.

Responder

juca

05 de outubro de 2013 às 12h43

Agora vem a briga do Serra e do Aécio pra quem não vai ser o candidato. O Aécio disse que não tem nada resolvido, e o Serra queria a qualquer custo, vai sobrar pro Serra perder de novo. kkkkk, esse cara é uma piada, só tiro no pé. Ele não acerta uma. O psdb vai ficar atrás até do Emael.

Responder

J Souza

05 de outubro de 2013 às 12h43

Chapa de Eduardo Campos e Marina Silva para 2014: PSB, PPS (Serra?) e PSDB de São Paulo!
O Eduardo Campos já ganhou!

Responder

    SAVIO SOBREIRA

    05 de outubro de 2013 às 16h20

    Experiência.

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h18

    Em São Paulo? Muito provavelmente…
    Quanto ao restante do Brasil, há controvérsias :)

    J Souza

    05 de outubro de 2013 às 19h38

    2014, o ano de se unir contra o PT!
    Já estão na fila promotores, procuradores, médicos, petroleiros e boa parte dos professores, que viram a farsa do tal piso nacional, que não foi cumprido em muitos estados, nem por governos do PT.

    Deve ter sido isso que o Lula ensinou à Dilma, “como conseguir mais adversários”.
    A batalha contra os procuradores e os promotores ela já perdeu. As outras, veremos…
    Mas, o mais engraçado, é o PT, com “telhado de vidro”, criticar os adversários.

    Os banqueiros estão manipulando as moedas no mundo todo, e entre elas o Real. Um governo enfraquecido por desonerações de ocasião, e forçado a gastar mais para comprar aliados políticos e para mais uma vez enrolar o povo com propaganda é presa fácil destes banqueiros!

    O PT não vai ter o prestígio que o Cabral tinha no Rio. O PT não vai empatar em MG. E duvido que o PT esteja agradando no RS. E ainda podemos falar de PE, BA e AM, entre outros. As eleições municipais do ano passado mostraram isso.

    Abel

    06 de outubro de 2013 às 14h36

    Pule de um precipício, meu caro. Voo de galinha não costuma ir muito longe…

    J Souza

    07 de outubro de 2013 às 08h51

    … Nem os ÍNDIOS vão votar no PT!

Téo Lucas

05 de outubro de 2013 às 12h42

Não tenho certeza se será competitiva, tenho muitas dúvidas, muitas.

Há um certo perfil no eleitorado de Marina que embarcou na ideia de que esta fosse o bastião da ética e da moralidade.

Marina firmou um discurso rejeitando os partidos políticos tradicionais (esses todos iguais ao PSB), tanto que tá tentando fazer um partido que não se chama partido (uhh, que esquizofrênico).

Minha dúvida sobre a competitividade deriva de duas questões:

Minha dúvida sobre a competitividade deriva de duas questões:

1 – Campos para não ter asas para decolar;

2 – Mariana agora passa a lidar com a vida real, com as contradições, já enfrenta a primeiras delas. E na contradição, ah na contradição é que são elas.

Mas o maior drama de tudo isso é que nenhuma dessas movimentações deixa o debate mais a esquerda, não tem nada de consistente saindo dessa chapa ai, o que pode fazer da Dilma uma presidenta mais à Direita ainda.

De repente to até achando que Marina deu um tiro no pé.

Responder

    Gil

    05 de outubro de 2013 às 15h26

    Você levantou a questão que de longe é a mais importante que são os rumos do debate e do próprio país, que é historicamente muito resistente as mudanças e ao avanços sociais, pois não se trata de analisar um campeonato de futebol ou de F1, ou seria um campeonato de habilidade política e marketing.
    A dificuldade de levar o Brasil mais a esquerda, mesmo uma esquerda moderadamente reformista é muito grande.
    Como vc colocou pode fazer da Dilma uma presidenta mais à Direita ainda, e logo agora que como reação as grandes passeatas fez o MAIS MÉDICOS
    Desde a eleição de Lula em 2002, nós temos um governo em disputa, entre avançar e conciliar com o conservadorismo
    Lula foi empurrado para a esquerda, como reação do mesmo a crise do mensalão, e também pela crise econômica mundial de 2008, na verdade demos é sorte com ambos, ou PT seria hoje isso que representam Marina Silva e Eduardo Campos, um tucanismo comum um verniz de esquerda, e santas passeatas, ou Dilma teria levado seu governo sei lá para onde
    Eu sei para os coxinhas as manifestações foram deles, mas para mim o tiro saiu pela culatra, não é atoa que a mídia caiu fora, abandonou o movimento, se é que podemos chamar assim.
    Mas do nunca tenho que lamentar o enfraquecimento dos movimentos sociais por razões diversas que não caberia aqui, porque essa não é uma luta apenas eleitoral, é mais profunda que requer uma ação no dia a dia, e não apenas de 4 em 4 anos
    Não faz muito tempo que elegemos o Prefeito de São Paulo, o Hadad, e derrotando ninguém menos que Serra, o ícone deste caras, seja o que isso represente, todavia sempre há alguém, quase sempre da “esquerda” para levar o Brasil para a direita, esta sem aspas.
    Quanta a Marina ter dado um tiro no pé, que se dane, o que interessa é nosso povo.

    Mariza

    05 de outubro de 2013 às 16h15

    E de BAZUCA. Dilma 2014, primeiro turno kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eneágono Glutão

05 de outubro de 2013 às 12h39

Com certeza parece uma chapa forte. Se bem que a Marina perderia respeitabilidade ao se unir a Heráclito Fortes e ao filho do Bornhausen, recém filiados ao PSB. Não combina com a mensagem que a Rede apregoava. Parece mais a aliança neoliberal que o PSDB fez com esses mesmos personagens em 94 para se opor às esquerdas mais radicais da época.

Responder

    Mário SF Alves

    06 de outubro de 2013 às 15h16

    Antes de mais nada é bom não perder de vista que aquela Marina lá do PV é a Marina cuja densidade política (Oops! política não) de pelo menos uns 65% proveniente das maracutais do PiG. A rede gloebbels de enganação e demais associados viam-na unicamente como estratégia, como peça de tabuleiro no xadrez desenhado para impedir a vitória do PT. Claro, e com isso trazer de volta o desgraçado “BraZil Um País de Poucos”.
    __________________________
    Bom, mas seja como for o PiG já voltou à carga e vai inflá-la ainda mais daqui por diante.

J Souza

05 de outubro de 2013 às 12h35

<>

Responder

    Fátima

    05 de outubro de 2013 às 12h44

    Blá, blá, blá + o quê mesmo eu posso fazer mais? X Nunca Dantes e Super Dilma. Sem chance para os candidatos suplentes do PIG….

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h10

    Legenda: “Tô bolada! Não vou poder chamar o Aécio de vice!”

J Souza

05 de outubro de 2013 às 12h35

<>

Responder

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 13h41

    Legenda: “Que alívio! Não vamos mais apanhar sozinhos!”

De Paula

05 de outubro de 2013 às 12h32

União gestada nos laboratórios de engenharia política da Millenium para forçar segundo turno, mas que no fim não dará em nada.

Responder

    paulo p

    05 de outubro de 2013 às 12h49

    É a candidatura dos banqueiros: Itau e Opportunity (veja o voto do Gilmar Mendes)

    Lukas

    05 de outubro de 2013 às 12h56

    Torcida?

Álvares de Souza

05 de outubro de 2013 às 12h26

Azenha, sua opinião deprecia a capacidade de dicernimento da juventude brasileira. Qual é o projeto? Desconstruir a obra de Lula e Dilma?

Responder

Luiz Carlos

05 de outubro de 2013 às 12h23

Quem perdeu foi a direita e o P.I.G. Quem ganhou a sociedade,porque agora teremos um outro partido progressista para disputar a eleição com o PT.
Para Dilma também não é de todo mal, porque agora espero, que num eventual segundo turno o debate seja de propostas para o Brasil, e não a besteirada que foi em 2010, com propostas homofóbicas, e contra o aborto.

Responder

    J Souza

    05 de outubro de 2013 às 12h42

    Pois é, propostas homofóbicas e contra o aborto como as do ministério da saúde…

    Abel

    05 de outubro de 2013 às 17h12

    … de FHC :)

    Jossimar

    05 de outubro de 2013 às 14h34

    Partido progressista com Heráclito Fortes e Borhausen? e ainda financiado pelo ITAU(representante dos rentistas) e Natura(representante dos biopiratas).
    Assim não pode, assim não dá.

    Pensando bem, acho que os traíras morrerão abraçados e de lambuja levarão o PSDB junto.

    SAVIO SOBREIRA

    05 de outubro de 2013 às 16h22

    Não vai ter segundo turno não, cara !!!


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