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Dilma recebe centrais sindicais no Planalto


11/03/2011 - 00h56

10 de Março de 2011 – 11h21

Centrais sindicais têm várias propostas para apresentar a Dilma

do Vermelho

A presidente Dilma Rousseff convocou as seis centrais sindicais do país para uma reunião nesta sexta-feira (11) pela manhã, no Palácio do Planalto. Segundo o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, Dilma não estabeleceu pautas para a reunião. Mas os sindicalistas têm várias propostas para apresentarem à presidente Dilma.

O deputado Assis Melo (PCdoB-RS), que acompanhará as centrais sindicais na condição de integrante da executiva nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região, antecipa o que pretende levar para a mesa de discussão.

Ele quer discutir assuntos como a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais sem a redução de direitos trabalhistas; o fim do fator previdenciário; política de valorização do reajuste para aposentados e pensionistas e correção da tabela do Imposto de Renda, conforme consta em projeto apresentado pelo deputado na Câmara.

Os sindicalistas devem incluir na pauta conjunta também a desoneração da folha de pagamentos. E querem negociar com Dilma uma correção superior aos 4,5% na tabela do Imposto de Renda. A proposta das centrais é um reajuste entre 5,5% e 6%.

Os sindicalistas avaliam que parte da derrota sobre o valor do salário mínimo de 2011 – fechado em R$545,00 enquanto as centrais defendiam R$580,00 – pode ser revertida com um reajuste mais elevado na tabela do IR.

Ao todo, participarão da reunião 12 dirigentes sindicais. Dilma solicitou que cada central enviasse dois integrantes, assim, CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CGTB serão representadas por seus respectivos presidentes e secretários-gerais.

De Brasília
Márcia Xavier
Com agências





52 comentários

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Marcela Nagatani

15 de março de 2011 às 03h17

Ah sim, "agora vai".
Agora vamos acabar com a miséria, com a ajuda dos empresários, dos universitários, dos banqueiros e da Igreja.
Isso é conversa para boi dormir. Enganar pobre é feio. Chamar reforma social democrata de revolução é mais feio ainda. Mais do mesmo, sem mudança, só alternância de poder.

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O_Brasileiro

12 de março de 2011 às 11h30

Vejo que muitas das críticas que o governo recebe recaem sobre os "conselheiros" da presidente, em particular o direitista Palocci, em cuja gestão à frente do ministério da Fazenda o Brasil cresceu muito pouco, e do qual o país só se livrou graças ao caseiro Francenildo.

Não sei de quem foi o alerta para o governo sair da armadilha em que estava (ou está?) se metendo com a mídia golpista, não sei se foi do Lula, ou se foi da direção do PT, mas o recado parece ter sido dado.

Como já disse antes, a eleição foi só uma batalha, e o 1% tem em suas mãos grande parte da riqueza do país e o oligopólio das comunicações trabalhando em favor dos seus interesses nada nobres… exceto para eles, é claro!

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Mauro Abilhoa Jr.

12 de março de 2011 às 00h12

Convocou talvez não seja bem a palavra.
Pelo que li as centrais tentavam há tempo essa reunião.
E o resultado foi menos que nada: os sindicalistas foram enquadrados e saíram com as mãos mais vazias do que quando entraram, a não ser que o Paulinho da FIESP, ops…da Força Sindical, acredite mesmo que Dilma afirmar que vai "levar em alto grau" a possibilidade de uma política permanete de correção da tabela do IRPF seja uma grande conquista.
Mais uma enquadrada que leva quem vai falar com a Dilma.

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Leider_Lincoln

11 de março de 2011 às 22h40

A trollzaiada voltou com tudo!

Responder

Antoninni Antonioni

11 de março de 2011 às 22h25

Eu estaria preocupado se ela tivesse convocado o Agripino, Arruda, Serra, Afif…

Responder

Antonio

11 de março de 2011 às 21h08

Ela ja reajustou o salario minimo, abaixo da inflação , subiu a taxa de juros 2 vezes.
O que sera que a pelegada foi fazer la?

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Marcos de Almeida

11 de março de 2011 às 20h23

As centrais sindicais estão chiando por o salário mínimo ser R$ 545,00 e ninguêm vai reclamar do reajuste do auxiliar preso para R$ 800,00.É muito interessante saber que bandito mata,rouba,estupra e comete qualquer crime tem direito a esse benefício que é maior que o salário mínimo, se um preso tem 5 filhos, a família dele vai receber por mês R$ 4.000,00 do INSS e se o tal crimonoso morra a família vai receber uma pensão da Estado, parece quem fez essa lei, fez para perpetuar a criminalidade nesse país e ninguêm não diz nada.Parece que o crime compensa para alguns, porque se esse bandido trabalhasse receberia um salário mínimo, mas cometendo crime ele recebe bem mais.E diz que a previdência está quebrado.

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    Gus

    11 de março de 2011 às 23h38

    Vai trabalhar e para de encher o saco!!!

    barreto

    12 de março de 2011 às 12h29

    Meu amigo, ou vc é mal informado ou mal intenconado. O auxílio reclusão é para o filhos e tem um limite legal estabelecido pela lei. para maiores informações vá no site da previdência: http://www.mpas.gov.br/conteudoDinamico.php?id=92

Carmem Leporace

11 de março de 2011 às 18h29

Parasitas da nação.

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    LuisCPPrudente

    12 de março de 2011 às 00h14

    Quem? Os banqueiros bandidos?
    O pessoal do sistema financeiro?

Sagarana

11 de março de 2011 às 16h22

A pelegada foi lá negociar umas boquinhas no governo. Enquanto isso, o salário ó!

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    Rafael

    11 de março de 2011 às 17h15

    Pelegada? Acho que seria pelego se um governo de direita que tem tradição em destruir direitos trabalhistas oferecesse cargos e os sindicalistas aceitassem aí sim seriam pelegos. Mas o governo é do PT, representante dos trabalhadores, então como dizer que são pelegos.

    sergio

    11 de março de 2011 às 18h32

    Pelegos sim. Governo que tem Pallocci como comandante é um governo de direita. Além disso, sindicato é para lutar pelos direitos dos trabalhadores, não para concordar com governos de plantão, sejam eles de que partido for. Os rentistas pressionam de todos os modos e têm ganhado todas. As centrais sindicais desmobilizaram os trabalhadores. Por quê e para quê? Sem pressão, não há avanço. E pressão é povo na rua, é gente mobilizada lutando pelos seus direitos. Mas esses senhores preferem frequentar gabinetes e legitimar arrochos, como esse do reajuste da tabela do IR (pela meta da inflação é aumento de tributação, pois os ganhos salariais estão acima disso), ou a não correção das aposentadorias acima do mínimo ou a enrolação do projeto de 40 horas semanais, e por aí vai. Parafraseando Mino Carta, só pelego chama de companheiro (ou companheira ou camarada) governo que entrega metade do orçamento federal para os rentistas e congela salário de servidor público federal.

    Sagarana

    13 de março de 2011 às 22h22

    Você é de Taubaté ou tá de gozação?

    LuisCPPrudente

    12 de março de 2011 às 00h20

    O salário está assim ó não por causa das centrais sindicais, mas sim porque a Dilma decidiu seguir o que o tucano enrustido Tony Palocci e o Mantega pediram.

    Os pelegos são outros. É ao Tony Palocci e ao Mantega que você tem que dirigir esse termo de pelegos.

Heitor Rodrigues

11 de março de 2011 às 15h01

As centrais sindicais parecem não ter aprendido nada com o recente episódio do aumento do salário mínimo.
A agenda do deputado Assis Melo deve ter sido concebida na Terra do Nunca ou em algum Centro Acadêmico da USP ou da UFRJ, durante os anos setenta. É estreita, irreal e sectária. Parece construída como uma satisfação às bases, para justificar os limites que a realidade impõe, e da qual Dilma Rousseff indica não querer se afastar. Serve também como plataforma de lançamento de candidatura à reeleição em 2014. Ou de inconformada tentativa natimorta de negar os fatos. O penúltimo parágrafo do post, indica que a reunião – do ponto de vista dele – equivale a um segundo turno da discussão sobre o salário mínimo, no qual se julga capazes de reverter a "derrota" que teria sofrido em um "primeiro".
Coitados! A Presidenta Dilma recebeu-os no Palácio do Planalto, reconheceu-lhes a importância como representantes dos trabalhadores, e transformou em lei acordo pactuado entre Lula e as centrais sindicais, que nunca teve a relevância devida, pelo tratamento de convescote – de encontro informal entre amigos – que lhes deram os jornais e telejornais do país, nas vezes em que reportaram as reuniões. Não percebem que Dilma tratou-os com a formalidade e o respeito que exige para si mesma, alçando-os à condição de interlocutores institucionais, enquanto a oposição lhes trata com bombas de gás lacrimogênio, cassetetes e tiros não letais.
Um olhar ao redor indica o quanto estão ameaçadas as mais elementares prerrogativas dos trabalhadores. Enquanto a economia vai bem aqui no Brasil, devemos nos preparar para enfrentar a nova onda de ataques promovida pelos neoliberais contra os assalariados, e que já não poupa sequer os trabalhadores nos EUA e na Europa, indicando que o aparato de Estado, mesmo nas economias avançadas, reduz-se apenas a ferramenta para fazer os ricos mais ricos.
Não tenho dúvidas de que a moda lançada em Madison chegará aqui. Só não sei se pelas mãos da São Paulo Fashion Week ou de sua similar no Rio de Janeiro.

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    LuisCPPrudente

    12 de março de 2011 às 00h26

    Quando você escreveu o primeiro e o segundo parágrafo, talvez fosse você que estava na Terra do Nunca!

    As centrais sindicais estão defendendo algo real que não é nem estreito e nem sectário.

LuisCPPrudente

11 de março de 2011 às 14h19

Espero que apresidenta Dilma dê alguma coisa aos trabalhadores agora, pois deu muitas coisas aos banqueiros bandidos ao permitir a subida dos juros que colocam milhões e milhões de reais por dia nos bolsos dos bandidos banqueiros.

A presidenta Dilma poderia bancar a redução da jornada de trabalho para 40 horas e reajustar o índice da tabela do imposto de renda para os valores pretendidos pelas centrais sindicais.

Responder

O_Brasileiro

11 de março de 2011 às 11h22

Ufa!
Que se retorne ao caminho correto.
Os aliados do governo são o povo.
O resto, os 1%, são só uns interesseiros, falsos, aproveitadores!!!

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Ramalho

11 de março de 2011 às 11h08

Não resta a menor dúvida de que é um bom sinal, mas, apenas isto, um bom sinal. Vamos aguardar.

Responder

Avelino

11 de março de 2011 às 11h02

Se fosse o $erra chamaria a tropa de choque para negociar com as centrais sindicais, igual fez com o magistério e com os policiais.

Responder

Marcelo Fraga

11 de março de 2011 às 11h01

Quem realmente precisava de um dinheiro extra está fora do cálculo, já que o reajuste do IR só beneficia quem declara.

Pelo menos diminuam a jornada semanal, já que pelo visto esse é um dos poucos benefícios que quem realmente precisa vai ter dessa reunião.

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Abelardo Maringá

11 de março de 2011 às 10h59

Alguém aqui falou que o SIMPLES – Programa de formalização de Micro Empresas foi idealizado no desgoverno do Príncipe da Gália, Diplomando Henrique Cardoso, e não pelo “analfabeto do Lula”.
Mas por quê diabos este benefício só saiu do papel, 15 anos depois, nos governos do NUNCA DANTES da SILVA?
É que estavam ocupadíssimos desmontando e vendendo o país, arrebentando com seu povo!

Responder

    Rand

    11 de março de 2011 às 12h42

    Duplo engano.
    Nem foi FHC que criou e já existe "no papel e fora dele" desde que foi criado.
    Por Itamar Franco, não de moto próprio, mas forçado por uma emenda maluca do Sarney que aumentava limites de isenção total a microempresas a valores compeltamente inexequíveis.

beattrice

11 de março de 2011 às 10h47

A correlação de forças se move Azenha.
Uma reunião um pouquinho atrasada, considerando que já houve várias visitas aos patronais, representados dignamente pelo PiG, mas antes tarde do que nunca.
Quanto à pauta, a redução da jornada de trabalho deve ser estabelecida com urgência, não somente pela melhoria que certamente acarreta à saúde do trabalhador e no aumento da oferta de postos de trabalho, mas também para que a agenda trabalhista avance.
No capítulo previdenciário creio que a extinção do fator previdenciário deve ser prioritária, pois acarreta prejuízos a todas as categorias profissionais.

Responder

ZePovinho

11 de março de 2011 às 10h30

ORTODOXIA ERRA A MÃO DE NOVO:

Alta dos juros no país provoca ingresso recorde de capitais especulativos. Só no primeiro bimestre foram US$ 24,3 bi, mais que no ano de 2010 inteiro. Valorização do real ameaça indústria e emprego.Exemplo: China está abocanhando encomendas do pré-sal que deveriam impulsionar indústrialização brasileira. LEIA análise da economista Daniela Prates, da Unicamp, nesta pág. LEIA também 'Crise mostrou limites do regime de metas para inflação', de Philip Arestis, da University of Cambridge, especial para Carta Maior. E Luiz Fernando de Paula sobre o desafio dos juros.
(Carta Maior; 6º feira, 11/03/2011)

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    beattrice

    11 de março de 2011 às 15h31

    Quem quiser enviar agradecimentos pela invasão de capitais especulativos, dirija-se ao guichê intitulado "TONY PALOCCI".

Moésio Nogueira

11 de março de 2011 às 10h19

Espero que a redução da jornada para 40 horas semanais seja priorizada nesta reunião.

Este projeto de lei está há 2 anos esperando para ser votado no plenário da Câmara, depois de passar por todas as comissões.

É uma reivindicação importantíssima, com potencial para criar mihões de empregos e impactar positivamente a saúde do trabalhador, reduzindo os gastos do Estado com tratamento de doenças.

Responder

    André

    11 de março de 2011 às 11h50

    Já estamos a pleno emprego.
    Manter-se ocupado e em atividade é positivo para a saúde física e mental.

    Carmem Leporace

    11 de março de 2011 às 12h22

    """"Já estamos a pleno emprego."""""

    Você tem pelo menos noção do que diz???? baseado em que essa sua afirmação????

    André

    11 de março de 2011 às 14h51

    Não é da sua conta, Carmem.
    Moésio, alimentar os animais em zoológicos é atitude que o Sr. não deve ensinar a seus filhos.
    Há veterinários lá para cuidar deles.

    Moésio Nogueira

    11 de março de 2011 às 16h54

    É que ele considera camelô e vendedor de pipoca como estando "empregado".

    Só queria lembrar a ele que a redução da jornada para 40 horas vai gerar milhões de empregos COM CARTEIRA ASSINADA, segundo estimativa do DIEESE.

    Moésio Nogueira

    11 de março de 2011 às 12h52

    Você é patrão, né?

    Eu prefiro me manter "ocupado e em atividade" durante 40 horas por semana do que durante 44 horas.

    Porque não posso ter a manhã de sábado livre para levar meu filho ao Jardim Zoológico pra dar pipoca aos macacos?

    Ah, e segundo essa pesquisa científica, trabalhar mais de 40 horas por semana faz mal à saúde:

    http://www.sjweh.fi/show_abstract.php?abstract_id

    beattrice

    11 de março de 2011 às 15h32

    Já ouviu falar em "ócio criativo" ?

    LuisCPPrudente

    12 de março de 2011 às 00h30

    Com certeza este tal de André é um neo-liberal, defensor de pessoas como o pianista homenageado pela Vai-Vai e Daniel Dantas.

    Precisamos de mais empregos com uma jornada de trabalho menor, o que garantirá mais saúde para os trabalhadores.

    Roberto Locatelli

    11 de março de 2011 às 12h01

    Concordo, Moésio.

    Estamos num período de desenvolvimento tecnológico no qual o capitalismo, cada vez mais, substitui o trabalho humano por máquinas e robôs. É fundamental reduzir a jornada, já prevendo que, no futuro, esse número de horas terá que se reduzir ainda mais.

waleria

11 de março de 2011 às 09h51

Vamos ver o que vai dar.

Espero que se entendam, e que caminhemos adiante.

Responder

    Carmem Leporace

    11 de março de 2011 às 12h19

    Basta que lhes alimentem com dinheiro público e eles ficam dóceis como meu pudou.

    Querem dinheiro e nada mais, não servem mais ao trabalhodor, só pensam em si mesmo.

Douglas O. Tôrres

11 de março de 2011 às 08h45

Votei na Dilma ,pois queria continuidade,critiquei e ainda acho que algumas atitudes dela criaram um clima de tensão e descomfiança.Sinto que este encontro com as centrais,talvez seja fruto deste clima etenha havido lógicamente pressões.Agora receber as centrais é uma coisa,atender parte ou o todo é outra coisa.E é isto que eu quero ver,como muitos ´,creio eu,o dia seguinte,ela tem que mostrar em atos porque foi escolhida por Lula,e por quem enfrentamos a mais baixa campanha eleitorla para elege-la.Por enquanto prefiro aguardar.

Responder

    beattrice

    11 de março de 2011 às 10h40

    Faço minhas suas palavras, disputar este governo é a prioridade.

Pedro Fernandes

11 de março de 2011 às 08h37

Compensar o rejauste do salário mínimo com um reajuste maior na tabela do IR é ultrajante! No final a conta do ajuste vai ficar para os mais pobres? Aqueles que ganham salários baixos e que não chegam a ser tributados pelo IR? Onde fica a justiça social, que todo mundo diz defender?

Responder

José Sestelo

11 de março de 2011 às 08h18

Também gostaria de ver na pauta das centrais sindicais a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) com garantias ao seu financiamento. Quem sabe a recomposição do Orçamento da Seguridade Social (OSS) , torpedeado nos anos 90 e o fim do financiamento público a empresas privadas de planos e seguros de saúde !
As centrais precisam pular fora desse barco furado de planos de saúde para todos. Basta dar uma olhada para o que está acontecendo lá nos EUA e botar as barbas de molho!

Responder

Heber

11 de março de 2011 às 04h43

Que se utilize parte da disparada de preços dos commodities que está só iniciando, para bloquear a inflação de alimentos, retirando este ítem da formação de preços, já que somos auto suficientes, Como meio expressivo de redução da vergonhosa Selic.

Responder

    Carmem Leporace

    11 de março de 2011 às 12h09

    Genial, você está sugerindo a mesma coisa que o então arki inimigo do PT fazia antes, Delfim Neto (hoje amigão de Lula e dos petistas), mas o que Delfim fazia era isso mesmo, ele mascarava os índices de inflação a fim de conceder menores reajustes aos trabalhadores, isso rebaixou e muito os salários naquela época.

    Rapaz, ou você é muito inocente (eu acredito nessa hipótese), ou é mais um fanático que não pensa duas vezes em inventar todo o tipo de sandice em defesa desse medíocre governo.

Alexei Alves

11 de março de 2011 às 02h41

Muito bem.
É conversando que a gente se entende

Responder

SILOÉ

11 de março de 2011 às 02h28

Seria uma boa também, se pudéssemos colocar na pauta contribuição sindical facultativa visto que tem um montão de sindicatos que não faz jus ao dinheiro que recebe.

Responder

    Carmem Leporace

    11 de março de 2011 às 12h02

    Sei, quer matar os pelegos mamateiros de inanição???? esses parasitas da nação vivem disso.

Mirian Silvestre

11 de março de 2011 às 01h49

Maravilha. A pauta econômica está ótima, mas me sentiria bem mais confortável se tivesse a certeza que as centrais vão conseguir falar com a Dilma também sobre proteção à saúde dos trabalhadores e sobre seguridade social. A título de exemplo: a Associação Nacional dos Médicos Peritos prepara um seminário direcionado aos peritos do INSS. No programa, a palavra que mais se lê é "simulador", ou seja, o INSS, que deveria compor a seguridade social no páis, está colocando um forte foco na exclusão de possíveis simuladores, ao invés de cuidar de identificar os locais de trabalho que estão gerando adoecimento e incapacidade para que as causas sejam sanadas. Isso é lógica de seguradora privada. Será por acaso? Será que a Dilma está a par disso?

Responder

@sventura_sp

11 de março de 2011 às 01h30

Dilma vai mostrando que é a legítima sucessora do Presidente Lula, e para aqueles que estavam em dúvida sobre sua relação com os trabalhadores, tenho certeza que sempre será a melhor possível, pautada na ética e no respeito, assim como na valorização do trabalho.
É cedo para dizermos isso, mas os colegas da blogosfera não precisam se preocupar, Dilma sabe do esforço feito por todos no processo eleitoral e certamente irá reconhecê-lo em breve, um abraço.

Responder

    Carmem Leporace

    11 de março de 2011 às 12h00

    É mesmo, é?

    SILOÉ

    11 de março de 2011 às 21h27

    É sim, e tenho certeza de que no fundo do seu coração você sente isso também.


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