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Dilma e a educação pública no Brasil


12/07/2011 - 10h35

Segunda-feira, 11 de julho de 2011 às 17:32   (Última atualização: 11/07/2011 às 18:33:58)

A valorização da educação é de extrema importância

do blog do Planalto

A construção de uma sociedade mais justa passa pela oferta de uma educação de qualidade, com a valorização de alunos e educadores, defendeu a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (11/7), durante cerimônia entrega do Prêmio Anísio Teixeira, por ocasião do 60º aniversário da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Palácio do Planalto. No discurso, a presidenta Dilma deu ênfase à educação pública como principal instrumento de criação da democracia.

Na cerimônia, a presidenta Dilma destacou também o programa Ciência sem Fronteiras, que tem por objetivo a formação no exterior de 75 mil bolsistas patrocinados pelo governo federal e outros 25 mil estudantes custeados pela iniciativa privada. Dilma Rousseff disse da importância da participação dos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia no sentido de “fomentar a produção do conhecimento”.

Ainda no discurso, a presidenta falou da “herança bendita” que recebeu do governo do ex-presidente Lula. E, conforme salientou, seguirá no compromisso de “aprofundar as conquistas que o país teve ao longo dos anos” e de certa forma mais acelerada a partir do ano de 2003. Dilma Rousseff mencionou o educador Anísio Teixeira, fundador da Capes, quando dizia que “só existirá democracia no Brasil, no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública”.

“Sem sombra de dúvida que a valorização da educação é de extrema importância. A Capes tem contribuído para esse objetivo. Fico orgulhosa porque herdei uma herança… Estamos preparados para o desafio da sociedade do conhecimento. Ao lado de um programa efetivo da distribuição de renda e combate à miséria lutar por um processo sofisticado. Sem dúvida que a escola pública é fundamental nessa estratégia. Eu concordo integralmente com um grande dirigente da Capes, Anísio Teixeira, que dizia que só existirá democracia no Brasil no dia que se montar a maquina que produz democracia e essa máquina é a escola pública.”

A presidenta lembrou que recentemente lançou o Pronatec que dá ênfase ao ensino técnico. Isso, segundo afirmou, colocará o Brasil num patamar mais elevado e, por este motivo, até 2014 vai buscar implantar, pelo menos um instituto federal, em mais da metade dos municípios brasileiros.





35 comentários

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JOSE DANTAS

19 de julho de 2011 às 07h04

Aprende quem quer e não quem vai à escola.
Quando existe a vontade de aprender as oportunidades surgem e agora aos montes através da internet, entretanto o ensino de boa qualidade ainda é a melhor delas.
O problema da educação no Brasil não é somente a qualidade do ensino, contribui muito também a qualidade do aluno, que muitas vezes vê a escola como um castigo e acaba interferindo de maneira criminosa no desempenho de quem pensar diferente, criando uma espécie de ditadura onde até professores amedrontados se sentem impotentes diante desses elementos que estão no lugar errado. Escolas existem para ensinar e não para corrigir.

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SILOÉ -RJ

13 de julho de 2011 às 22h37

O GOVERNO FEDERAL até para se fazer justiça com esses ESTADISTAS, tinha que adotar a filosofia de ensino criada por DARCY RIBEIRO e LEONEL BRIZOLA, com "OS CIEPS".
ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL, voltada para os estudos , os esportes e o lazer, tirando a criançada das ruas, por conseguinte, das DROGAS.
Carinhosamente chamado de" BRIZOLÕES", FATO esse que fez com que a ANTA do moreira franco não desse continuidade a esse projeto de tamanha envergadura.
UM PROJETO COMO ESSE NÃO PODE FICAR ENGAVETADO, por favor MINISTRO DA EDUCAÇÃO, por favor PRESIDENTA DILMA, REVEJA COM CARINHO ESSA POSSIBILIDADE E ESTENDA A TODOS OS RINCÕES BRASILEIROS. Aí sim, teremos um FUTURO com QUALIDADE.

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Leonardo

12 de julho de 2011 às 21h59

"Menor confessa assassinato e diz que tem certeza da impunidade"
http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2011/0

Brasil, país da impunidade.

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Carlos Noel Mazia

12 de julho de 2011 às 17h43

Carlos Mundim não seria a implantação da escola em periodo integral um fator que muito ajudaria a melhorar a educação? Sou professor de Física na rede estadual e como vou trabalhar história e filosofia da ciência com apenas duas aulinhas por semana? Ou isto não é importante?

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    mundim

    13 de julho de 2011 às 05h47

    Prezado Carlos Mazia, obrigado pelo seu comentario.

    Concordo plenamente que escola em periodo integral e o primeiro, o mais importante fator para a melhoria da educacao e por esta razao mencionei o caso do CIEPs na epoca do Brizola e a destruicao dos mesmo no governo daquele que hoje e ministro da Dilma, o da quota do Jobim.

    Infelizmente acabei nao explicitando o mais importante ponto do meu pensamento sobre uma melhor educacao no Brasil e muito agradeco o sua intervencao.

    Um grande abraco e parabens pela coragem de ser professor, hoje, no Brasil. Creio, baseado nos muitos dos comentarios que ouvimos por ai, que nao deve ser nada facil seguir a sua profissao. Mas tenho a certeza que a nossa sociedade, ate mesmo pela pressao da competitividade global, ira um dia acordar e reconhecer o valor da sua classe profissional, e so peco aos poderes divinos que a sociedade acorde cedo pois se deixarmos somente nas maos dos nossos governantes e elites, o Brasil continuara sendo o gigante senao o adormecido o sonolento de sempre.

    Carlos Noel Mazia

    13 de julho de 2011 às 12h51

    Pois é meu caro amigo, fico muito triste com a interrupção do projeto do governo Leonel Brizola para a educação no estado do RJ. Eu acredito se os governos sucessores tivessem dado continuidade, o Rio não estaria passando pelo que passa hoje. O que você colocou no seu post reflete muito bem a realidade que estamos vivenciando. Um abraço.

    eunice

    22 de julho de 2011 às 17h59

    Os poucos que enxergam devemliderar a luta de cegos. Mais dinheiro sim. Mas a questão principal é o ensino de filosofia desde a mais tenra idade, mesmo que isso tenha outro nome. Uma enorme mudança na grade curricular é necessária. Antigamente tínhamos a ruim "Moral e Cívica" , hoje quase nada temos. Embora eu ache Haddad uma pessoa incrivelmente diferente das heranças malditas, penso que ele foi travado por alguma causa secreta e não pode modificar a estrutura, ainda. Defendo-o para a Educação, e não para a Prefeitura de S. paulo. A educação precisa dele.

Carlos Noel Mazia

12 de julho de 2011 às 17h40

Sebastian, apesar do Lula não ter uma cultura erudita como o seu querido FHC, foi o presidente que mais criou instituições de ensino superior e técnico ultimamente. Quantas universidades federais o senhor FHC criou?

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JOSE DANTAS

12 de julho de 2011 às 16h29

Não há milagres na administração pública, principalmente quando existe uma democracia onde tudo é questionado simplesmente pelo fato de o comando estar nas mãos do grupo político adversário, ou o empreendimento não estar de acordo com o meio ambiente, ou apenas porque algum desafeto pode se beneficiar de algum recurso, mesmo de maneira legal e por aí vai.
Nos tempos da ditadura, o governo cismava de fazer qualquer coisa e não precisava pedir autorização a ninguém, no outro dia já se dava andamento ao projeto.
Na administração tucana, apesar de não existir a ditadura, o País parou porque faltava vontade, pois o governo tinha maioria no Congresso e apoio total da mídia. Nem "verdes" apareciam para contestar, ou se contestavam a imprensa não divulgava e ficava por isso mesmo. Existia praticamente uma unanimidade por absoluta falta de espaço para alguém se posicionar contra qualquer coisa. Agora é o contrário, o Brasil emperra numa liberdade que cerceia as ações do poder executivo em todos os níveis. Tudo esbarra na justiça e quando o assunto chega a ser decidido no STF o mundo já não é mais o mesmo.

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Ernesto Aguiar

12 de julho de 2011 às 15h31

Espero que a Dilma não permita a aprovação da proposta do Arthur Virgílio, que "flexibiliza" a exigência de mestrado e doutorado para ser professor universitário. Se ela deixar essa proposta passar todo discurso em prol da educação deixará de fazer sentido.

Responder

Gerson Carneiro

12 de julho de 2011 às 15h30

Exatamente hoje, 12/07, em São Paulo, os professores da rede pública estadual prestaram prova na parte da manhã para tentar conseguir aumento salarial naquele plano mirabolante do Çerra e do finado Paulo renato Sousa. Detalhe: não basta passar na prova, há uma série de critérios que precisam ser preenchidos como não ter tirado licença médica. E quem prestou e conseguiu aumento na última prova há dois anos atrás tem que aguardar por três anos para tentar novamente.

Conheço uma professora que na última prova obteve nota 10 em redação. Mas não obteve aumento salarial porque a prova foi realizada no mês de janeiro e essa professora completaria três anos na mesma escola no mês de fevereiro. Ou seja, no mês seguinte após a realização da prova. E o Çerra faz propaganda que "o aumento é por mérito".

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    rita

    12 de julho de 2011 às 19h36

    apenas uma correção: a prova será amanha, dia 13 de julho.

    rita

    12 de julho de 2011 às 19h39

    nova correção: as provas de merito em sp acontecem nos dias 11, 12 e 13 de julho. amanha é o ultimo dia.

Leonardo

12 de julho de 2011 às 13h49

Aliado do PT manda jogar spray em professores:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/0

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    Julio Silveira

    12 de julho de 2011 às 15h56

    Leonardo, mesmo que fosse irmão, ainda não seria o próprio. Tentar jogar a responsabilidade pela pratica de um aliado para cima de outro seria o mesmo que atribuir a todos aos apóstolos o beijo dado por judas em jesus.
    Mas que a politicalha não gosta de professor, isso é histórico. Talvez por que o professor seja a unica categoria com poder para iluminar as mentes e transparecer sobre suas possibilidades após o esclarecimento e a libertação. Isso poderia desnudar muitos dessa politicalha, mas não faço distinções como você.

    Leonardo

    12 de julho de 2011 às 18h49

    Mas eu não tentei jogar nada pra ninguém.

    Eu disse que o um governo aliado do PT mandou jogar spray nos professores.

    Onde está o erro?

    Bruno

    13 de julho de 2011 às 14h35

    Você escolhe seus aliados.

Manuel

12 de julho de 2011 às 13h35

Qual é mesmo a política pública da Dilma para melhorar a educação? Qual foi mesmo a do Lula?
nos ultimos 8 anos quanto melhorou a educação básica? Depois ainda falam de herança…..

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Seger

12 de julho de 2011 às 12h12

Enquanto isso, em SC os professores em greve perdem direitos historicamente adquiridos e, além disso, não têm o seu Piso Nacional garantido. E o governo da presidenta segue emprestando dinheiro e autorizando captação de recursos no exterior ao governo que desde 2003 já desviou mais de 1 bi do Fundeb (segundo TCE de SC). Percebe-se o interesse em resolver os problemas da educação.

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    Jairo_Beraldo

    12 de julho de 2011 às 15h27

    Acho que os governos federal, estaduais e municipais estão preocupados em resolver a situação da educação sim…dando mais chances para criarem UNESQUINAS como a Estácio de Sá, excelsa formadora de canalhas para bagunçar mais ainda o mercado de trabalho com péssimos profissionais. É este o Brasil que voce quer deixar para seus netos?

Carlos Mundim

12 de julho de 2011 às 11h58

Será que ficaremos somente no eterno discurso de ensino público de qualidade e esta é mais uma cerimonia das muitas que estamos cansados de ver e ouvir dos nossos governantes, à séculos, ou será que este governo irá realmente avancar na politica educacional brasileira e capacitar os nossos cidadões a competir no mundo da era digital?

As iniciativas do Governo Lula foram muito importantes, mas para alcancar o futuro que o nosso povo merece teremos que parar de discursos, arregacar as mangas da camisa e ir para a batalha, nao podemos ter mais falsos comecos como os CIEPS, as boas politicas além de serem implantadas precisam de continuidade e aprimoracão dos governos seguintes e não, vide CIEPS e outras boas iniciativas, serem canceladas em nome de politica partidária.

Ser membro de partido politico é ser parte de uma organizacão, e a educacão pública (junto com a saude) é um direito alienável do cidadão e deveria ser tratada com tal e não ao sabor das eleicões e dos partidos.

Para uma educacão de qualidade precisamos:

1) Escolas públicas bem equipadas – com banda larga (larga no sentido de velocidade/bandwidth e nao 500 Kbps)

2) Professores bem preparados e muito bem remunerados – eles estão preparando/ensinando o futuro do Brasil.

3) Curriculo de qualidade, preparando lideres e empreendedores para a nova era digital, e não conformistas para o mass market do trabalho.

4) Inclusão total do aluno no período extra classe (e de sua familia) na era da informacão com banda larga (larga no sentido de velocidade/bandwidth maior do que 2 Mbps) e barata (no sentido de custo de R$ 15 mensais e uncapped para todos na zona urbana e rural) – Não haverá educacão de qualidade com a banda larga das telefonicas – PRECISAMOS DO PNBL JÁ!

5) Garantia de orcamento continuo e politica de educacao pública de qualidade e longo prazo, elaborada com a participacao de toda a sociedade, blindando estas politicas com para que amanhã as mesmas não sejam mudadas ao gosto do governante do dia.

O Brasil precisa de um projeto de Brasil. O que vemos atualmente são politicas classe partidárias, que podem até serem excelentes mas que sempre correrão o perigo de serem descontinuadas ao sabor do governante do dia exatamente por nao pertecerem e/ou terem a participacao da sociedade como um todo.

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Analise da Silva

12 de julho de 2011 às 11h48

Eita… Eu estou entendendo errado? Ou a juventude, antes vulnerável, depois sujeito de direitos que nos DEMOS, agora é a responsável pelo desenvolvimento do país? É por isso que tem tanta escola técnica brotando? Os jovens pobres, negros, sem Educação Superior vão pagar a conta coletiva de novo? É isso?
Então, pesquiso, estudo e milito com a questão da juventude, com os recortes de raça (os negros), de gênero (os rapazes) de classe social (os pobres), de escolarização (os da EJA).
Sabemos que a década de 80 revelou um boom de nascimentos, motivos n, dentre eles o final da ditadura, liberdades sociais e tal.
Estes jovens foram nomeados inicialmente como os "em situação de vulnerabilidade" – década de 80;
Depois como os "sujeitos de direitos" – década de 90, mas somente aqueles deles que estavam organizados nos movimentos sociais foram chamados ao debate e mesmo assim subalternamente;
Nomeios de "os 29", pois numa turma de 35, temos 6 que estão engajados em movimentos sociais e minha lida é com os outros "os 29";
São eles que morrem e que matam; são os que não estão engajados; são os para quem não existe política pública NENHUMA; são os que nos dizem "fessora, o Estado que chega aqui é o gambé e o rabecão".
Agora, esse jovem que não está na escola em idade regular, porque a “universalização” da escola não considerou a qualidade social da escola, é o que vai pro curso profissionalizante.
Me fiz entender?
E se ele quiser fazer Medicina? Filosofia? Belas Artes?
Que faça depois?
Política para pobre…
Política pobre / para pobre…
Para pobre não existe política… Existe imposição… Se quiser bem… se não quiser amem!!!
Talvez o destino destes Projetos, porque POLIÍTICA PÚBLICA ainda não se propôs, tenha sido traçado no nascedouro quando os sujeitos do processo não foram ouvidos. Significa, na minha leitura, os processos sem inserir "os 29" vai continuar não dando em nada que seja significativo para eles.
Quando o governo federal apresentou a proposta do Projovem, por exemplo, ( onde já trabalhei como supervisora e avaliadora na região sudeste, centro-oeste e Tocantins e trabalho como coordenadora da formação em BH) só perguntou o que fazer a pesquisadores, militantes e jovens "dos 6". Percebe-se o equívoco de origem? Mas o MEC só conversa com quem tem nome, fama e publicação, então… paciência! Afinal, são ordens da CAPE. Mas os jovens pobres, negros, homens, sem escolaridade e sujeitos do Projovem continuam sem ser ouvidos. Daí a evasão MONSTRO em TODO o país. É verba pública indo pelo ralo. Espero ter conseguido explicitar alguns dos motivos de minha indignação?
Observe-se que no documento base da Conferencia Nacional da Juventude, aprovado pelo Conselho Nacional da Juventude, onde o governo tem acento majoritário, o que cabe às Juventudes Presentes na EJA é isso: EIXO 1. Direito ao desenvolvimento integral

1.1 Juventude e Educação

20 – Na última década, o Brasil colocou a universalização do acesso à educação básica como
prioridade máxima da política educacional. Porém, persistem ainda graves problemas quanto ao
financiamento, à qualidade do ensino, disparidades regionais, índices significativos de evasão
escolar e analfabetismo entre a juventude.

21 – Segundo o estudo Juventude e Políticas Sociais no Brasil (2009), do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (IPEA), existem cerca de 1,5 milhões de analfabetos no país, e a maior parte
deles são jovens. A erradicação do analfabetismo é um desafio geracional a ser enfrentado e
vencido pela sociedade brasileira no século 21. Para isso, é preciso uma combinação coordenada de
políticas de acesso, qualificação do ensino e do ambiente, incentivo à permanência na escola e
articulação entre os programas de alfabetização com os cursos de Educação de Jovens e Adultos
(EJA).

22 – Para além do acesso e alfabetização, o desafio que se coloca é qualificar a permanência da
juventude no ambiente escolar. No caso da educação básica, especialmente no Ensino Médio,
predomina ainda a disparidade entre idade e série escolar, o que prejudica a formação e coloca
obstáculos para a permanência e progressão no sistema educacional.

Responder

Bruno

12 de julho de 2011 às 11h26

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Lamentável.

Responder

Marcelo de Matos

12 de julho de 2011 às 11h11

Claro que a educação não deve voltar-se, unicamente, para o ensino técnico e científico. É importante valorizar todas as áreas, inclusive o ensino da língua portuguesa, cada vez mais precário. Países orientais, como a China, o Japão e a Coréia investiram maciçamente na educação técnica e científica e, por essa razão, têm situação econômica privilegiada. Investir em educação não significa, apenas e tão somente, botar mais dinheiro no ensino. É preciso encontrar formas de resolver graves distorções como a indisciplina, o desinteresse, a violência, a não participação dos pais no processo, etc.

Responder

Sebastian

12 de julho de 2011 às 10h59

A herança bendita do Lula, é o Pagot, o Waldemar, o Nascimento, o cara do turismo… ou seja, a herança bendita do Lula é toda essa sorte de incompetentes e corruptos que não fazem outra coisa a não ser trampa para roubar o herário nacional…. ô herança bendita essa do Padim…

Ou eu tô errado?

Responder

    josaphat

    12 de julho de 2011 às 11h36

    Lula precisou fazer alianças com essa turma para ter governabilidade. Você está sendo injusto. O PMDB é que um partido calhorda que até a oposição critica por vender voto no congresso em troca de benesses pessoais.

    Bruno

    13 de julho de 2011 às 14h32

    Ah, ele "precisou"… conta outra! Ele achou conveniente, e você sabe disso.

    Carlos Mundim

    12 de julho de 2011 às 12h43

    Sebastian, você está errado nos posting, aqui estamos discutindo educacão e o futuro do Brasil.

    Como contribuicão ao debate eu diria que de certo o seu comentário reflete a necessidade que temos de aprimorar a educacão no Brasil, não somente a pública mas também a privada, que pela qualidade do ensino e pelo preco pago pelas familias brasileiras poderiamos chama-la de educacão de latrina, isto mesmo,

    Hoje gracas a pessoas com a sua linha de (falta de) raciocino, desviando o debate do que realmente interessa através de comentários de carater partidário, barato e apelativo, o Brasil está criando os porcos que estão alimentando a revolucão digital asiatica (a realidade constatada pelo Azenha e assinada em baixo por todo ser pensante que interessa pelo bem do Brasil).

    Acho importante todos terem vozes para os assuntos que realmente interessam ao desenvolvimento do Brasil, precisamos de debates intensos e sem conformismo ou paixão politico-partidária. Acredito que com um ensino público de qualidade conseguiremos aprimorar o QI dos Sebastians desta vida, fazendo-os humanos e libertando-os da ignorancia que o mundo Troll lhes condena.

    Agora,se você quer realmente participar deste debate, poste um comentário decente, mostre que que seus pais não gastaram dinheiro a toa com a sua educacao. Em vez de ser mais um Troll torne-se um brasileiro de verdade e deixe uma contribuicao positiva para o debate, mostre os seus argumentos sobre o que devemos fazer para ter uma educacão melhor.

    Certamente o assunto sobre o Pagot, Waldemar, Nascimento e as herancas do Lula irão aparecer em um outro posting e lá você terá a oportunidade de expor o seus pensamentos. Agora, o assunto discutido neste posting é muito sério e dele depende o futuro do Brasil, não é momento para perder tempo com Trolls.

    Gabriel

    12 de julho de 2011 às 15h31

    Parabéns Mundim, quanta elegância, eu infelizmente não tenho essa paciência mas a admiro. seus comentários são sempre sensatos, otimistas sem deixar de ser realista, parabéns mesmo.

    mundim

    13 de julho de 2011 às 08h55

    Muito obrigado Gabriel, sinto-me muito honrado com o seu comentário sobre a minha humilde visão neste debate tão importante que é o futuro do nosso país. Nem mesmo as minhas falhas no nosso rico idioma, talvez provocada pela distancia de mais de 30 anos do meu amado país ou pela qualidade do ensino público que sempre frequentei, diminuiram o meu amor e entusiasmo pelo Brasil e o nosso lindo e bravo povo.

    Acredito piamente que a nossa sociedade como um todo precisa sair destas amarras politico-partidaria e pensar no país e no povo antes de tudo, debater e criar um projeto para o Brasil do futuro, discutindo todos os pontos que estrangulam o nosso desenvolvimento economico e humano. Debates politico-partidario são muito importantes, mas enquanto todos falam que o gigante brasileiro acordou por causa de politicas deste ou daquele partido politico, o que na realidade estamos a presenciar é um país que está ficando para trás na competição entre as nações, somente agora com o governo Lula e que saímos do século XIX em material de inclusão social, mas continuamos dois séculos atrás quando comparados com os meios/ferramentas que libertarão de vez o nosso povo de sua escravatura, aquela que ninguém fala, mas que passa na Rede Globo e além de ibope traz um lucro inimaginável para os donos do país.

    Enquanto governos com muito menos recursos do que o Brasileiro, ingressam no século XXI, na era da informação, debatendo e finaciando a implementacão de redes NGN e GPON (Gigabit passive optical network), em que velocidade é contada em Gbps(Gigabit por segundo) e a ultima milha é planejada para ser entregue através de FTTH/FTTB (fibra ótica até a casa/edificío), nós voltamos o nosso olhar para o Brasil e realizamos que ainda estamos no século XIX da era da informacão, sonhando com internet uncapped de 1 Mbps de velocidade e mensalidade de USD 20 ou R$ 35.

    O que me deixa perplexo é que o nosso governo nunca tem orcamento suficiente para educacão integral e de qualidade, para projetos sociais que realmente libertarão o nosso povo das amarras do subsdesenvolvimento, e mesmo a miséria que representa a Bolsa Familia para o orcamento federal é mostrada muitas da vezes com uma fortuna e um trementdo esforco do governo para suprir os mais humildes de um minimo de dignidade. Realmente não consigo entender quando este governo dito popular diz que não existe orcamento para um projeto decente de inclusão digital ou para politicas mais agressivas nas áreas social, de saúde e educação, mas que sempre tem dinheiro para pagar o juros clamados pelo Boletim FOCUS. Humildemente reconheco que esta é uma visão simplista, mas simples também é o fato.

    A educacão é como o meu sofrido português, se não usar enferruja e acabamos por perder o nosso lugar ao sol na corrida competitiva que é o mundo atual. A inclusão digital através de uma internet de qualidade e democratica é a arma que manterá milhões de brasileiros fora da linha de pobreza, é a complementação mais importante de qualquer projeto de educacão sério. Dinheiro, emprego, namoradas, casa, partida de futebol e eleicão de nossos candidatos, nós podemos perder, mas o conhecimento jamais.

    Somente os mais completos alienados idiotas é que não conseguem ou não querem ver a realidade brasileira atual, talvez estejam satisfeitos com os seus salários, as férias no exterior e a praia do final de semana, talvez não estejam vendo a transformacão de nosso país em uma grande fazenda chinesa, talvez prefiram acreditar que estão vivendo o sonho do primeiro mundo, acreditando que as favelas vistas das suas janelas sejam apenas uma pintura de uma realidade distante.

    … como a minha esposa sempre fala: “você não sabe expressar um paragrafo sem antes escrever um livro”. Por esta razão peco desculpa por este longo, que era para ser curto, comentário.

    Somente gostaria de agradecer novamente as suas carinhosas palavras.

    Jairo_Beraldo

    12 de julho de 2011 às 15h28

    Está certo sim…mas voce não esqueceu do brindeiro Gurgel, da AGU???

Sebastian

12 de julho de 2011 às 10h53

Não precisa estudar, a maior prova é o Lula…

Ou eu tô errado?

Responder

    Jorge Nunes

    12 de julho de 2011 às 18h02

    Engraçado que foi o governo do cara que "não estudou" que mais avançou em educação. Eu estudei na escola pública do tempo do cara que "estudou" e conheço bem a diferença.

    SILOÉ -RJ

    13 de julho de 2011 às 21h57

    Tem que estudar sim Sebastiana, nem todos tem a cabeça e a visão privilegiada do Lula não é não???
    Taí você que não me deixa mentir.

Rodrigo

12 de julho de 2011 às 10h49

Enquanto o sistema educacional brasileiro continuar atrelado ao tecnicismo introduzido no final dos anos 60, sinto muito mas não tem tem nada de solidificação daquilo a que os gringos espalharam ser democracia durante o século XX inteiro.
A Democracia é um conceito humano, necessita vivência e não é num dicionário, muito menos numa pós-graduação que qualquer pessoa venha saber o que seja…

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