VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

CPI está sendo usada como parte da estratégia de defesa da quadrilha de Cachoeira


24/05/2012 - 13h24

Wladimir Garcez se diz inocente e afirma que gravações da PF foram montadas

da Agência Câmara

Em depoimento à CPMI do Cachoeira, que investiga as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos com agentes públicos e privados, o ex-vereador Wladimir Garcez afirmou que não é criminoso e foi envolvido na suposta organização criminosa comandada por Cachoeira indevidamente, a partir de gravações “montadas” pela Polícia Federal (PF). A PF concluiu por seu envolvimento no esquema a partir de diálogos mantidos por ele com diversas pessoas quando era assessor de Cachoeira e do ex-diretor regional da empresa Delta no Centro-Oeste, Claudio Abreu, ambos presos.

Em seu depoimento, Garcez afirmou que é amigo de diversas autoridades como o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o governador de Goiás, Marconi Perillo; o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia; e até o ex-governador de São Paulo, Mário Covas, já falecido. Disse ainda que embora não sejam amigos, o senador Paulo Paim (PT-RS) ficou hospedado em uma casa de campo dele durante uma viagem. Garcez afirmou ainda que fez a campanha do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meireles.

Após expor sua argumentação por mais de 20 minutos, Garcez anunciou que não irá responder às perguntas dos parlamentares, alegando que não produzirá provas contra si próprio.

Neste momento, os integrantes da CPMI debatem se prosseguem o questionamento apesar da recusa de Garcez em responder às perguntas . O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), quer prosseguir o questionamento. “Não podemos fazer que a CPMI seja espaço para que indiciados façam sua defesa e depois não podemos questionar nada. Se o depoente não disser nada, vamos respeitar, mas se usar o espaço para se defender, tem que continuar ouvindo”, declarou Cunha.

A reunião da CPMI continua no Plenário 2 da Ala Alexandre Costa do Senado.

****

Os arapongas Dadá e Jairo Martins também ficaram calados durante a reunião de CPI de hoje.

PS do Viomundo: Além dos três acusados de envolvimento direto com Cachoeira terem se calado, um deles, o ex-vereador Wladimir Garcez, do PSDB de Goiás, desqualificou o trabalho da Polícia Federal (PF) e lançou suspeitas sobre o senador Paulo Paim (PT-RS).

Leia também:

Collor: “Mais uma tentativa de manipulação da opinião pública”

CartaCapital: A Itália já sabia de Cachoeira





31 comentários

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Milton Quadros

25 de maio de 2012 às 11h42

Calma pessoal, o silêncio de agora só valoriza o prêmio da delação premiada do primeiro que abrir o bico. Se já não abriu.

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Christina Algassay de Almeida e Silva

25 de maio de 2012 às 09h13

Mais uma CPI da vergonha….Igualzinho a do Banestado.

A oposição e a mídia criminosa Brasileira só aceitam entregar a cebeça do Perillo com permuta….

Acontece que a cabeça que PT está querendo entregar, a do Agnello, tem apenas uma citação em todas as peças apresentadas até agora e, pasmem, essa citação, o inocenta, ao contrário de incriminá-lo mas, ou se permuta ou a mídia, aproveitando-se de uma sociedade completamente analfabeta política e social, pendura o fracasso desta CPI no pescoço de Lula e do PT.

Milhares aplaudem…

Pobre Brasil….

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Elton

25 de maio de 2012 às 07h25

Acho que o direito penal deveria melhorar algumas resoluções. Tudo bem que o cidadão tenha direito de não gerar provas contra si próprio, mas creio que deveria ter uma pena para quando se descobre que o cidadão é culpado. Quero dizer, ele deveria pagar indenização na forma de pena ou dinheiro. Imagine o quanto do meu dinheiro foi usado em salários dos magistrados e de toda a equipe que envolve um depoimento como esse. Ai o cidadão diz não vou gerar provas contra mim mesmo. Esse cidadão acha o que???…que eu sou um palhaço…quem paga essa conta?

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Geralda

25 de maio de 2012 às 00h40

Mais uma vez CPI em pitzza. A onde está a seriedade deste país?

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Sérgio Ruiz

24 de maio de 2012 às 21h08

Por onde anda o tal de ” eunaosabia “, será que o mesmo tá encarcerado com o amigo cachoeira ? Revista Veja aonde vocês esconderam o eunaosabia ? Que pena, ele era um comediante e tanto ao defender a bandidagem demo-tucana.
O eunaosabia não sabia da máfia cachoeira- demóstenes- poli veja civita- globo… … o elementa realmente não sabe de nada, ou se sabe, não passa de um admirador dos corruptos demo-tucanos, mostra tua cara eunaosabia.

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Mancini

24 de maio de 2012 às 21h06

Já disse aqui Azenha, só a mobilização popular! Milhões devem ir às ruas se, tudo dará em nada! Deixem a saborosa pizza de fora desta nojeira. Ela não merece isto! Outra coisa, um jornal(eletrônico) ‘maldito’ de BH está contando a trajetória de uma figura da República, hoje agindo nos bastidores. Também linkamos alguma coisa do ex-desgovernador. Quanto a BH, sinceramente, estamos sem opção. Tá danado! http://refazenda2010.blogspot.com

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    Mancini

    24 de maio de 2012 às 21h08

    Retificando: …devem ir às ruas se NÃO, tudo dará em nada!

Murdok

24 de maio de 2012 às 19h11

Se não tiver ninguém pra ser preso por conta dessa quadrilha que quase derrubou um governo, e se precisarem de um bode expiatório, por favor, que alguém se apresente para ir pra cadeia.

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    Pedro Marques

    24 de maio de 2012 às 21h19

    Algumas razões para convocar o Siqueira Campos para depor na CPMI

    1) Siqueira Campos recebeu mais de R$ 4 milhões do esquema Cachoeira;
    2) Cachoeira mandava avião buscar o filho do governador, Eduardo Siqueira, que, segundo ele, Cachoeira, numa conversa mantida com uma prostituta que atenderia ao Eduardo, pela bagatela R$ 1.000,00, paga pelo Cachoeira, era quem mandava no governo do Tocantins.
    3) Siqueira Campos participou de reunião com o Cachoeira tendo por tema a situação de um delegado da PF;
    3) Segundo Claudio Abreu o Siqueira Campos prometeu conceder ao grupo Cachoeira/Delta a inspeção veicular do Tocantins.

    Logo, não é possível que o governador do Tocantins não seja convocado para depor na CPMI:

    Lafayete Gonçalves

    25 de maio de 2012 às 10h04

    Faltou dizer que o Governo do Tocantins celebrou contrato com a Delta para recuperações de estradas, mais R$ 14 milhões, sem licitação.

Francisco

24 de maio de 2012 às 17h23

Na boa, eles não precisam falar nada. Que falem as fitas!

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Rafael

24 de maio de 2012 às 17h06

Aos que estão debochando, continuem a rir , que está aparentemente, segundo a mídia corrupta, do jeito que lhes agrada: dá pra notar que vocês são contra essa CPI, porque devem estar a favor do Cachoeira et caterva.
Se até mesmo num julgamento com juri de crime hediondo uma pessoa não é obrigada a falar, pode permanecer em silêncio, como exigir que os criminosos se incriminem numa CPI? As principais provas que comprovam os fatos e incriminam os acusados foram produzidas pela Polícia Federal com autorização da Justiça Federal, com milhares de horas de gravações de telefonemas. Somente aqueles que apoiam os métodos da OBAN, DOI-CODI e Delegacias de Polícia que torturam e obtém confissões (não obrigatoriamente verdadeiras) dos submetidos às violências é que devem achar que Cachoeira e sua turma deveriam falar a todo custo.
A CPMI deve aprofundar essas informações da PF e, se preciso, pedir outras e ir em frente. CPMI não é Juizado de Direito nem Delegacia de Polícia e sim uma comissão parlamentar com função investigativa, “de inquérito”. Inclusive ela nem pode julgar, pois seu julgamento, que não é jurídico e sim politico, somente pode ser realizado contra um político (do legislativo, do executivo ou do judiciário) e com votação de todo o plenário do Congresso.
As CPIs contra o governo Lula somente tiveram tanto alarde porque a mídia tentando um golpe a todo custo era quem produzia os escândalos e fazia o escarcéu (de vento jurídico mas pedra midiática) com base principalmente nas arapongagens das organizações Cachoeira/Demóstenes/Veja e outros, conforme a PF agora desvendou. Nesta CPI que desvenda a associação criminosa Cachoeira/Demóstenes/Veja/Perillo e outros, a mídia, ao contrário, não apenas não vai atrás como também está escondendo todas as informações que chegam ao mesmo tempo que faz de tudo para desacreditar a CPMI e seus parlamentares, inclusive com um monte de internautas colocados estrategicamente para “comentar” negativamente e debochar nos blogs. Afinal, além de proteger seus “políticos” demotucanos também precisam eleger seus prefeitos e vereadores neste ano de 2012.
Se a CPMI seguir firme as investigações da PF, no rastro do dinheiro envolvido, com certeza obterá as provas dos malfeitos do Demóstenes e Perillo, que são os dois principais políticos sócios do esquema Cachoeira que foram eleitos por cidadãos comprovadamente ludibriados pela Revista Veja e pelo casal de procuradores públicos Roberto Gurgel e Cláudia Sampaio.
O casal Gurgel, inclusive, é totalmente passível, pela lei vigente, de ser destituído de seus cargos de confiança pelo plenário do Congresso.
Não entendi até agora porque os cidadãos goianos ludibriados não entram com alguma ação contra os procuradores e a revista, cobrando suas responsabilidades e exigindo das autoridades novas eleições, porque o suplente de Demóstenes e o vice de Perillo, com certeza pertencem à organização do Cachoeira.
Ou talvez os goianos não se sintam ludibriados, quem sabe?

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    Grilo

    24 de maio de 2012 às 22h07

    Em Goiás, como no Brasil todo, a midia venal e putrefata ainda domina a mente do povo mais simples. Então, não esperemos reações populares como as que gostaríamos de ver.

    Thelma Oliveira

    25 de maio de 2012 às 10h23

    Certíssimo você. E tenho visto gente boa cair nessa esparrela. Acenha, não dá pra subir esse comentário como post com destaque? Acho que é isso que precisa ser dito e replicado neste momento, e não a descrença geral que a mídia vem implantando sorrateiramente.

joão33

24 de maio de 2012 às 16h22

somente o povo , em um grande ato de civismo para por ordem na casa , se os parlamentares envolvidos com o crime sentirem -se intimidados por essa estratégia do intimidar própria dos bandidos do psdb ,citando os amigos , e não levarem a sério esta cpmi doa a quem doer , A SOCIEDADE CIVIL TEM QUE NOMEAR CLARAMENTE PARA O POVO , QUEM É QUEM E SUAS AÇÕES , O DESCARAMENTO É TOTAL , DO PIG , DO PMDB COM TEMER E A SUA TURMA , ATANÇÃO DO POVO NOMEANDO QUEM É QUEM E CHAMANDO OS POLITICOS AS FALAS , E COBRANDO AÇÃO TAMBEM DO MINISTÉRIO PUBLICO , SE O POVO NÃO AGIR VAI FICAR DESMORALIZADO E VAI DAR CARTA BRANCA PARA O PMDB BANDA PODRE , MIDIA , E A QUADRILHA PSDB/DEM/PPS MAIS AGREGADOS A FAZEREM O QUE QUIZER DESTE PAIS , ONDE ESTÁ A UNE , OAB , INTELECTUAIS DAS UNIVERSIDADES , OS BONS DA NOSSA SOCIEDADE?

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trombeta

24 de maio de 2012 às 16h21

Ver a turma do DEM fazendo discurso moralista é dose, é clara a estratégia da direita de esculhambar com a CPMI para dar manchete para seus compadres da mídia dizerem que tudo vai acabar em pizza.

Tem que chamar a gangue da veja para depor e deixar as gazelas tucanas histéricas.

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Weyll

24 de maio de 2012 às 15h51

Quando acuados pela verdade os tucanos latem alto.

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LEANDRO

24 de maio de 2012 às 15h39

O PT evitou que o proprietário da Delta Construções, Fernando Cavendish, que tem ligações estreita com Cabral, fosse convocado para depor na CPI.

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    Rafael

    24 de maio de 2012 às 17h35

    Você poderia me dizer onde ou quando o governador do Rio é citado, nessas milhares de horas de gravações da quadrilha Cachoeira feitas pela Polícia Federal com autorização judicial? Então, porque chamá-lo agora? O mais certo é esperar ele aparecer nas investigações.
    Já o prefeito de São Paulo é mencionado explicitamente nos diálogos entre os quadrilheiros como tendo “triplicado o contrato”.
    O governo do estado do Rio de Janeiro teve e ainda tem muitos contratos com a Delta, assim como o do estado de São Paulo (cerca de R$ 1 bilhão, contando a reforma da Marginal em 2009/2010) e o responsável pela Delta em São Paulo está foragido da polícia após investigações do Ministério Público em São Paulo.
    http://www.istoe.com.br/reportagens/204066_O+ESQUEMA+CACHOEIRA+E+O+GOVERNO+SERRA

    Thelma Oliveira

    25 de maio de 2012 às 10h26

    IG???? Quem acredita? Lula sentiu, pensou, acredita, espera, almeja. Sabem tudo o que ele sente, com riqueza de detalhes.

lulipe

24 de maio de 2012 às 14h11

Eu avisei anteriormente, a CPMI tá melhor do que muito programa humorístico.Deveria passar ao vivo nos canais abertos e em horário nobre.E viva o Brasil!!!

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    Gustavo Pamplona

    24 de maio de 2012 às 14h54

    Amigo… a Ana Paula Padrão no JR esta semana disse que o Congresso Nacional é uma “fauna”. (Veja o final do vídeo)

    http://noticias.r7.com/videos/desfile-de-miss-agita-os-bastidores-do-depoimento-de-carlinhos-cachoeira/idmedia/4fbc3fa0b61cee096ca37d53.html

    Foi no dia que rolou aquele desfile de misses enquanto deputados/senadores estavam supostamente arguindo de maneira séria (será?) um contraventor que não respondia as perguntas.

    É galera… Este é o Brasil Esculhambação total!!! hahahhaha

    —-
    Desde Jun/2007 esculhambando Brasis no “Vi o Mundo”! ;-)

    Rafael

    24 de maio de 2012 às 16h17

    Você nada mais faz do que ecoar ativamente a cantilena do PIG e do IG, de desvalorizar a CPMI, que está no caminho certo possível. Não se esqueça de que o STF é quem está garantindo o direito de convocado nada dizer na CPI.

    Gil Rocha

    24 de maio de 2012 às 18h16

    Está errado amigo.
    Quem garante o silêncio
    dos acusados é a Constituição.

adonias marques

24 de maio de 2012 às 14h10

Está faltando Siqueira Campos

Na próxima reunião da CPMI serão votados requerimentos para convocar governadores. Pelo que percebi são objetos desses requerimentos o governadores Marconi, Agnelo e Cabral, por proposta da Kátia Abreu. Entretanto, malandramente, a senadora É a convocação dos Siqueira, em que pese este estar enrolado até os cabelos nesse caso Cachoeira, considerando que este financiou 40% da campanha do Siqueira Campos e várias intercepções aparece o nome do Siqueira e do seu filho Eduardo, inclusive com a contração de garota de programa para o Eduardo, programa pago pelo Cachoeira.
Será que PT vai colaborar na blindagem dessas pessoas?

Responder

    Pedro Tavares

    24 de maio de 2012 às 16h31

    De fato, o governador do Tocantins também há que ser convocado para prestar esclarecimentos: é milionária a fortuna que o grupo Cachoeira destinou à campanha do Siqueira Campos, R$ 4 milhões, fora os pagamentos feitos à prostitutas para servirem o seu filho Eduardo.

Gil Rocha

24 de maio de 2012 às 14h05

Eu não concordo sobre suspeitas
ao senador Paim.
Com toda a investigação da Polícia
Federal, nada contra o senador foi
encontrado.
A intenção do depoente por certo, foi
de desestabilizar ou tentar provar que
tem muitos políticos como conhecidos.
Mas a CPMI não deveria autorizar a nenhum
acusado, fazer discurso de defesa e depois
dizer que não vai responder nenhuma pergunta.
Se não vai responder, que não leia discursinho
se defendendo e ainda por cima jogando suspeitas
a quem quiser.
A CPMI foi ingênua em achar que alguém falaria.
Acho que a única saída para que alguns rasguem o verbo,
seria a delação premiada.

Responder

Marcelo de Matos

24 de maio de 2012 às 13h49

Quem é o autor intelectual do esquema Cachoeira? Pergunto isso porque a Veja já colocou o Dirceu na capa dizendo que ele era o mentor do mensalão. Um jornal mineiro, o Novojornal, indica o suposto “pai” do Cachoeiragate: “O secretário do Governo de Minas Gerais, Danilo de Castro (PSDB-MG), pai do esquema Cachoeira, viabilizado através de criminoso processo licitatório que permitiu a entrada no país da multinacional de jogos Gethec, quando exercia no governo tucano a presidência da Caixa Econômica Federal (fato amplamente comprovado na CPMI dos Bingos)”. “Comprovado ficha suja, Danilo de Castro se mantém no governo mesmo após edição, pelo governador, de lei proibindo sua permanência”.

Responder

    Marcelo de Matos

    24 de maio de 2012 às 13h54

    E.T.: se o Novojornal estiver certo, é mais um esquema concebido em Minas, já que o valerioduto, vulgo “mensalão”, em sua primeira versão, foi idéia de Clésio Andrade e Eduardo Azeredo.

Mardones Ferreira

24 de maio de 2012 às 13h42

Essa estratégia é velha: desqualificar os trabalhos da PF e tentar intimidar outros políticos. Daniel Dantas usou o mesmo expediente e só se livrou da cadeia por causa do ex-presidente do STF, Ministro Gilmar Dantas.

Ou seja, não vai adiantar tentar embaralhar o jogo. As escutas foram autorizadas pela justiça e são válidas. Sem contar o restante da documentação que ainda não foi avaliada.

E ainda tem a quebra de sigilo.

Responder

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