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Coronel Helcio de Almeida, da ONG Força Brasil, diz que não jantou com Dominghetti, mas foto mostra encontro dos dois: “Era almoço”; acompanhe ao vivo
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Coronel Helcio de Almeida, da ONG Força Brasil, diz que não jantou com Dominghetti, mas foto mostra encontro dos dois: “Era almoço”; acompanhe ao vivo


10/08/2021 - 13h13

Da Redação

O presidente da ONG Instituto Força Brasil, Helcio Bruno de Almeida, teria sido elo entre a Davati Medical Supply e o Ministério da Saúde para a compra de vacinas contra a covid 19.

A Davati, apesar de ter prometido vacinas da AstraZeneca aos intermediários, jamais foi autorizada pela fabricante a vender vacinas.

Helcio é tenente-coronel reformado do Exército.

Ele está depondo hoje na CPI da Pandemia.

Ele tem se recusado a responder à maioria das perguntas, alegando que segue orientação de seus advogados — depois de ter obtido habeas corpus do STF.

“O presidente da República é meu contemporâneo de academia militar”, disse sobre Jair Bolsonaro.

“Em 2016, quando ele manifestou que estaria concorrendo ao cargo de presidente da República, eu o visitei para oferecer ajuda”, afirmou.

Também disse que entrevistou Bolsonaro durante a campanha de 2018 e fez uma visita ao ocupante do Planalto depois da posse, em 08 de maio de 2019.

Durante seu depoimento, Helcio disse que jamais jantou com o PM mineiro Luiz Paulo Dominghetti.

Porém, foi exibida uma foto em que Helcio aparece, entre outros, com o reverendo Amilton Gomes de Paula (na cabeceira da mesa) e o PM Dominghetti (à direita).

O coronel Helcio aparece ao fundo, de camisa branca e gravata, com um prato na mão.

“Era almoço”, ele disse depois de a foto ter sido exibida.

“Não me lembro nem de quem ele é”, afirmou Helcio sobre Dominghetti. Ele afirmou que foi ao almoço convidado pelo reverendo Amilton.

Helcio disse que depois do almoço não se envolveu mais com intermediação de vacinas.

Foi a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, quem concedeu ao militar reformado o direito de ficar calado — depois do Instituto Força Brasil ter pregado a destituição da ministra.





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