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Diário da Resistência


Ciro Gomes: Temer é “desleal” e encheu o governo de “múmia paralítica”; PSDB jogou sua história na lata do lixo
Política

Ciro Gomes: Temer é “desleal” e encheu o governo de “múmia paralítica”; PSDB jogou sua história na lata do lixo


12/12/2015 - 16h53

Ciro-Gomes-002

Para ex-ministro de Lula, o vice faz dobradinha com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e PSDB ‘perdeu o pudor’

Temer é ‘desleal’ e encheu o governo de ‘múmia paralítica’, afirma Ciro

Vera Rosa, no Estadão

12 Dezembro 2015 | 07h 26

BRASÍLIA – O ex-ministro da Integração Nacional Ciro Gomes (PDT) disse que fará de tudo para ajudar a presidente Dilma Rousseff a sair da crise e derrotar o PMDB. Em jantar com Dilma e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), na quinta-feira, Ciro afirmou que o vice Michel Temer “conspira” dentro do Palácio do Planalto e faz “dobradinha” com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “O que mais me impressiona é a deslealdade do vice, que, depois de empurrar uma montanha de múmia paralítica para dentro do governo, vem com uma carta patética para Dilma”, disse Ciro ao Estado.

Ex-tucano, Ciro afirmou sentir “vergonha e pena” do PSDB, que decidiu unificar posição em favor do impeachment. “O PSDB perdeu o pudor e jogou sua história na lata do lixo. Está imitando o pior do PT”, argumentou. “Eu vou para a rua contra o impeachment.” Provável candidato do PDT à Presidência, em 2018, Ciro recomendou a Dilma que faça mudanças na economia para evitar o agravamento da crise e denuncie o “golpe”.

O senhor vai participar de uma frente anti-impeachment?

Não tenho participação em nenhuma frente, mas estou na luta contra o golpe. Vou fazer minha militância com o PDT. É preciso ajudar o povo a entender que essa quadrilha representada por Eduardo Cunha está cometendo crimes em série e quer o golpe. Michel Temer é homem do Eduardo Cunha. Eu sei o que estou dizendo.

[Assista, que não vai sair no JN: A tropa de choque de Eduardo Cunha]

O senhor está dizendo que o vice-presidente faz dobradinha com Cunha?

Michel Temer está articulando com Cunha e conspirando faz tempo. O que ele faz é desleal e desonesto. Falei com clareza isso para a presidente.

E o que ela disse?

Aí não posso comentar. A conversa pertence a ela. Nós conversamos sobre o Brasil, a economia, a política… Ela mais ouviu do que falou. Dilma está serena e disposta a lutar. Eu disse que sou voluntário para ajudar em tudo o que for preciso. Não é em defesa do governo. É da democracia. Não há razão para impeachment.

E as pedaladas fiscais?

Fernando Henrique fez pedaladas, Lula fez pedaladas. É ruim, mas é muito menos do que crime para impeachment de presidente da República.

Como o senhor avalia a posição do PSDB, que decidiu se unificar em favor do impeachment?

O PSDB perdeu o pudor e jogou sua história na lata do lixo. Está imitando o pior do PT, que, em 1999, pregou o impeachment de Fernando Henrique. Fui para a rua contra isso com a mesma convicção que tenho hoje. Eu vou para a rua contra o impeachment de Dilma. Tenho vergonha e pena do PSDB, mas o que mais me impressiona é a deslealdade do vice, que, depois de empurrar uma montanha de múmia paralítica para dentro do governo, vem com uma carta patética para Dilma.

 Leia também:

Pimenta: Já passou da hora de o STF e MPF se manifestarem contra manobras de Cunha 





28 comentários

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jose

15 de dezembro de 2015 às 17h54

QUEM TEM QUE SAIR E ESSES VAGABUNDOS DOS PMDB E PSDB QUE SAO OS MOIRES LADROES COMO ESSE AECIO NEM SI FALA.

Responder

Antonio

13 de dezembro de 2015 às 10h53

URGENTE, URGENTÍSSIMO!

O alerta de Janio de Freitas

Um julgamento escondido, por Janio de Freitas

Publicado no Blog do Nassif

O Jornal de todos Brasis
Um julgamento escondido, por Janio de Freitas

Atualizado em 13/12/2015 – 10:21

“Estamos sujeitos a uma repentina explosão de violência só imprevista porque ninguém quer pensar nela. Assim também, só para os que querem surpreender-se é inesperável um estouro urbano de violência política. Os ânimos estão prontos”

Folha de S.Paulo

Um julgamento escondido, por Janio de Freitas

Sem que figure na pauta, nem esteja sequer mencionada em uma das ações a serem julgadas na quarta feira, sobre procedimentos do Congresso em casos de impeachment, o Supremo Tribunal Federal decidirá também uma questão de grande influência. Até mais importante para o próprio país do que será para Dilma Rousseff e para seus algozes.

O Supremo pode estabelecer medidas que cessem, ou ao menos diminuam muito, a bestialidade vigente na Câmara. Nem seria difícil fazê-lo. As “lacunas na legislação do impeachment”, como alegam por aí, são no máximo frestas, que não resistem à leitura séria dos artigos específicos da Constituição, e um pouco de lógica. Não seria preciso decorrer daí o fim do problema de Dilma para que, depressa, a recuperação de alguma ordem desanuviasse o ambiente geral.

É para esta direção que apontam os breves comentários públicos do ministro-relator Luiz Edson Fachin sobre o principal a ser julgado. Nada, porém, insinua que a maioria do Supremo tenha a mesma visão. Chamado de “líder da oposição”, tamanha a incontinência de sua agressividade verbal contra Dilma, Lula e o PT, o ministro Gilmar Mendes disse que o tribunal precisa “deixar a questão para o Congresso”. Em sua concepção particular, a frase já significou engavetar por ano e meio a proibição, embora já com votos a aprová-la, de financiamento eleitoral por empresas.

Será apenas normal que Gilmar Mendes peça vista da ação e retenha a decisão até fevereiro, depois das férias a começarem no próximo fim de semana. E não será anormal que Celso de Mello, ou Carmen Lúcia, ou Luiz Fux, por exemplo, adote o pedido de vista e adie a decisão.

Em tal caso, a probabilidade é de um interregno mais quente do que o verão. Diz Nelson Jobim, como faziam os do seu velho tempo, que “os deputados vão voltar do recesso com a faca nos dentes”. É a ideia de que as bancadas voltam a Brasília como reflexos do que lhes impingem nas suas regiões eleitorais. O que requer dos oposicionistas, para resultados relevantes, propósitos agitadores elevados.

A movimentação de bastidores de Michel Temer e de alguns de seu grupo, pelos Estados, não vai desativar-se com o recesso. O plano é o oposto: agitar as ruas para preservar a pressão até fevereiro, e para pressionar os próprios parlamentares. Mas aos opositores do impeachment não resta nada diferente. O seu primeiro problema é que não contam com TV e imprensa para conclamações. O segundo é que os chamados movimentos sociais e os sindicatos não controlados por dinheiro patronal parecem o que há de mais preguiçoso até quando se trata do seu interesse. Caso, porém, o governo consiga despertá-los, como pretende, estará complementada a difusão do clima de efervescência mútua. E, quem sabe, frontal.

Em situação assim, mais do que continuar a fermentação, o potencial de circunstâncias violentas é alto, em qualquer tempo. Mas o Brasil vive tempos especiais de violência. Nesse sentido, a verdade é que em todos os níveis, em múltiplas formas de ação e por toda parte, nem as poucas políticas de contenção podem dizer-se com razoável controle sobre as manifestações da violência.

Estamos sujeitos a uma repentina explosão de violência só imprevista porque ninguém quer pensar nela. Assim também, só para os que querem surpreender-se é inesperável um estouro urbano de violência política. Os ânimos estão prontos.

Mas deixar Eduardo Cunha fora dessa equação seria, antes de tudo, injustiça. A menos que deixe de continuar isentado pela Lava Jato, por força de algum mau humor curitibano, Eduardo Cunha tem muito como contribuir para a deterioração ainda maior do sistema político. E, a depender dele, não deixaria de fazê-lo durante o recesso. É muito o que tem e o que sabe, e sabe usar.

Não há sinal de que isto entre em questão, mas o Supremo Tribunal Federal vai decidir também se o Brasil receberá um ambiente mais distenso ou novas formas de ameaça às instituições e à pretensão de democracia.

Responder

Zanchetta

13 de dezembro de 2015 às 10h46

Zé Aldo perde em 13 segundos e PT vê manobra para enfraquecer ainda mais o partido….kkkkkkkkkk

Responder

odair

13 de dezembro de 2015 às 10h42

Queria entender,quero ajuda para entender!
As ditas pedaladas já foram analisadas pelo senado?
entaõ é golpe!
O governo não pode entrar no STF,questionando esse fato

Responder

Luís CPPrudente

13 de dezembro de 2015 às 10h34

A presidenta Dilma tem que isolar o amigo da onça Michel Temer e transformá-lo novamente num vice decorativo e sem função alguma.

Responder

Mário SF Alves

13 de dezembro de 2015 às 09h22

A quem interessar possa ou, muito particularmente, um recado aos integrantes do movimento pró-impeachment:

1) Posto que democraticamente é incabível e absurda a hipotese de que os fins justicam os meios, especialmente em se tratando de fins ocultos, ainda que ocultos sob a chancela de (improváveis) razões de um Estado Democrático;

2) Posto que a fundamentação e a admissão ou acatamento do presente processo de deposição da presidenta Dilma pela Câmara dos Deputados resulta de casuísmos, inconsistências jurídicas e sobretudo de monobras inconstitucionais/regimentais, autoritariamente conduzidas pelo atual presidente da Câmara, tal processo é, portanto, por si só, e já de início, caracterizadamente, um golpe contra a Democracia;

3) Considerando que independentemente da índole, história pregressa ou reputação de quem preside a referida Câmara e, sobretudo, posto que não existe absolutamente nada que justifique a deposição da presidenta Dilma, cumpre ir além das aparências e analisar as reais intenções por trás deste atual movimento golpista. Neste sentido, o melhor ponto de partida é um simples questionamento:

3.1) Ainda que admitida a excrecência antidemocrática de que os fins os meios, estamos diante do mais completo absurdo uma vez que tais fins – e eles existem, lógico – jamais sforam ou seriam publica, constitucional ou democraticamente defensáveis ou justificáveis;

3.2) Basta isso, e apenas isso, pra se ter ideia da natureza do golpe e uma antevisão do horror que pode advir desta famigerada aventura contra a presidenta Dilma e acima de tudo contra a Democracia brasileira.

Saudações radicalmente democráticas.

Responder

Butchmo

13 de dezembro de 2015 às 04h55

Parece que Reinaldo Azevedo, jornalista que gosta de palpitar sobre tudo e todos, não escreveu nem uma linha sobre a brincadeira machista de José Serra em Kátia Abreu em jantar de fim de ano na casa de Eunício Oliveira, líder do PMDB.

https://medium.com/nota-bene/quando-a-amizade-prejudica-o-jornalismo-4c339c81bcbc#.ebxgnkaaz

Responder

Cláudio

13 de dezembro de 2015 às 04h16

:

: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando:

POEMA DOS TUCANUS DE QUATRO

* 1 * 2 * 13 * 4

*************

… .

Uns poemas (acrósticos) de autoria de Cláudio Carvalho Fernandes (poeta anarcoexistencialista) para Dilma Rousseff, a depenadora de tucanus, e Lula, o comedor de tucanus :
.:.
D uas vezes contra o espectro atro
I nscreveu já seu nome na história
L utando contra mídia venal & Cia e seu teatro
M ulher forte de mais uma vitória
A deixar tucanus na ó-posição de quatro !!!! de quatro !!!! de quatro !!!! DE QUATRO!!!!
.:.
L uz do povo brasileiro
U m digno e fiel lutador
L astreando com real valor
A honra do Brasil inteiro.
.:.
D ilma, os conscientes te agradecem
I nfinitamente por tua digna história
L utando por todos que reconhecem
M ais a vida no bem comum de fazer na glória
A grande pátria-nação que os brasileiros merecem
.:.
L ivrando da pobreza absoluta 40 milhões de brasileiros
U m feito sem igual que por si só já bastaria
L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia
… .
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* * * * * * * * * * * * *
* * * *

Ley de Medios Já ! ! ! ! Lula 2018 neles ! ! ! !

* * * *
* * * * * * * * * * * * *
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Responder

Cláudio

13 de dezembro de 2015 às 04h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando:
.
POEMA DOS TUCANUS DE QUATRO
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* 1 * 2 * 13 * 4
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Uns poemas (acrósticos) de autoria de Cláudio Carvalho Fernandes (poeta anarcoexistencialista) para Dilma Rousseff, a depenadora de tucanus, e Lula, o comedor de tucanus :
.:.
D uas vezes contra o espectro atro
I nscreveu já seu nome na história
L utando contra mídia venal & Cia e seu teatro
M ulher forte de mais uma vitória
A deixar tucanus na ó-posição de quatro !!!! de quatro !!!! de quatro !!!! DE QUATRO!!!!
.:.
L uz do povo brasileiro
U m digno e fiel lutador
L astreando com real valor
A honra do Brasil inteiro.
.:.
D ilma, os conscientes te agradecem
I nfinitamente por tua digna história
L utando por todos que reconhecem
M ais a vida no bem comum de fazer na glória
A grande pátria-nação que os brasileiros merecem
.:.
L ivrando da pobreza absoluta 40 milhões de brasileiros
U m feito sem igual que por si só já bastaria
L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia
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Ley de Medios Já ! ! ! ! Lula 2018 neles ! ! ! !
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Marat

12 de dezembro de 2015 às 23h24

Se a impren$$$a porca do Brasil não fosse tão provinciana, tão burra e tão poodle dos terroristas estadunidenses, o Brasil não estaria mais no Terceiro Mundo!

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de dezembro de 2015 às 18h51

ESCÂNDALO JORNALÍSTICO! Abominável! *Inaceitável!…
A pré-Idade Média nas masmorras das redações e gráficas da nossa contemporaneidade midiática
[*Vamos processar a ‘Folha’?!]

As delinquências da ‘Folha’ dos Frias da ‘ditabranda’ desonram o jornalismo – e não tem pudor/decoro, muito menos limites!
Adrede e CRIMINOSAMENTE, os canalhas querem imputar ao eterno presidente Lula uma acusação à honrada presidente Dilma Rousseff!
“As técnicas da redação IMUNDA”: tira uma vírgula ali, coloca um aposto ali, retira um ponto acolá… Mistura o monturo a muita safadeza e perversidade monstruosa ‘vazada’ dos porões da indigência intelectual, coloca o produto para (re)quentar (sic) no prelo sórdido da pré-Idade Média – não esquecendo de, antes, deixar a patifaria em infusão numa panela repleta de enxofre…

ENTENDA A MALDADE NO SENTIDO MAIS BRUTO, TORPE, CAPCIOSA E COVARDE

################################

Lula diz que medida provisória alvo da PF foi editada no governo Dilma

(…)
“A medida provisória em questão foi editada e aprovada pelo Congresso em 2013, quando ele não era mais presidente da República”, informa o texto.
(…)

CACHOEIRA – perdão, ato falho -, FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/12/1718271-lula-diz-que-medida-provisoria-alvo-da-pf-foi-editada-no-governo-dilma.shtml

Dileto(a) leitor(a), na manchete, a citação ao nome Dilma [Rousseff]!
No corpo da matéria, pasme, nenhuma [nenhuma!] vez aparece o nome Dilma [Rouseff]!
Nem citado pelo eterno presidente Lula ou por outrem!
Nem mesmo pelo(a) safado(a) jornalista ‘amigo(a) [sic)] dos patrões Frias’!
Aliás, a matéria não é assinada!
Medo de um processo?
(…)
Antro de bandidos, gangsteres, mafiosos da pior extração…

Responder

Sidnei Brito

12 de dezembro de 2015 às 17h49

O Estadão colocando a palavra golpe ente aspas.
É golpe sem aspas.
E o Estadão é golpista desde sempre. Sem aspas.

Responder

Urbano

12 de dezembro de 2015 às 17h38

2 em 1: e em algum momento esteve acima do ponto geográfico do seu eterno habitat?

Responder

FrancoAtirador

12 de dezembro de 2015 às 17h27 Responder

FrancoAtirador

12 de dezembro de 2015 às 17h14

.
.
Não dá mais pra Tapar o Sol com a Peneira.
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As Instituições da Democracia Representativa
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não possuem qualquer Legitimidade Popular.
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Chegou a Hora do Referendo e do Plebiscito.
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TEM DE APROVEITAR O MOMENTO POLÍTICO
.
PARA PROPOR A REFORMA DA LEI ELEITORAL
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VIA ASSEMBLEIA CONSTITUINTE EXCLUSIVA.
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As Demais Reformas Legislativas Necessárias
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também devem ser Submetidas ao Crivo Popular,
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condicionadas à Aprovação da Maioria, sejam:
.
1ª) A Reforma do Sistema de Comunicação Empresarial,
com a Quebra do Oligopólio, em Regime de Urgência.
.
2ª) A Reforma Tributária com Progressividade do Percentual
de Cobrança de Impostos, de Forma Direta e Simplificada.
.
3ª) A Reforma Federativa, para alterar Competências dos Entes
principalmente na Administração do SUS e da Rede de Ensino.
.
4ª) A Reforma Urbana, com a Aplicação do Orçamento Participativo.
.
.

Responder

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