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Centrais vão parar o Brasil por oito reivindicações


02/07/2013 - 13h36

Movimento e Instituição

João Guilherme Vargas Netto, no Repórter Sindical

Na vida política de uma sociedade há sempre uma tensão entre os movimentos e as instituições, assim como há uma contradição entre mercado e urna no capitalismo.

Na semana passada no Brasil, um movimento sem nome tomou conta das ruas e contestou de maneira espontânea, vibrante, indisciplinada e poderosa algumas das instituições consagradas, embora fizesse apelo ao Estado provedor e se desenvolvesse sob a égide da mais poderosa das instituições – a Constituição de 1988.

Esta semana corrente estamos vendo a busca de um reequilíbrio entre o movimento (e suas aspirações manifestadas em palavras de ordem, faixas, bandeiras e cantorias) e as instituições. Agora, o essencial é adequar o institucional aos clamores do movimento, levando-o ao atendimento das exigências dos jovens e das ruas e afastando-o dos procedimentos frios do mercado, que sempre quer tirar as castanhas do fogo com mão de gato e, sobretudo, dos inimigos da democracia.

Além das propostas e encaminhamentos dos agentes políticos que marcam essa nova etapa de reinstitucionalização, quero destacar desta fase a reunião das Centrais Sindicais e suas resoluções.

Reunidas em São Paulo, todas as Centrais Sindicais existentes (não apenas as reconhecidas por lei), o MST e a UNE, resolveram, por unanimidade, apesar das diferenças entre as diversas explicações dos acontecimentos, adotar um conjunto de reivindicações e um cronograma de lutas capaz de colocar a pauta trabalhista no centro das aspirações do movimento das ruas e orientar o seu encaminhamento institucional.

Preparando-se para reunião com a presidente da República, decidiram insistir com ela na retomada de um diálogo permanente entre os poderes da República e os poderes sindicais e exigir medidas que garantam os direitos e ampliem as conquistas dos trabalhadores – a pauta trabalhista, além de um curso produtivista e avançado para a economia.

As Centrais Sindicais unidas e os movimentos sociais reforçarão agora as pautas da Conclat do Pacaembu e da 7ª Marcha do dia 6 de março, com o DIA NACIONAL DE LUTA PELA DEMOCRACIA E PELOS DIREITOS DOS TRABALHADORES, com greves, manifestações e mobilizações no dia 11 de julho. Têm experiência acumulada para tanto.

E, desde já, preparam a 8ª Marcha a Brasília, no início de agosto, quando da retomada dos trabalhos legislativos.

Nesta etapa atual da luta em que as instituições sindicais reforçam o movimento, quem tiver mais garrafinhas para trocar se fará ouvir com mais facilidade.

João Guilherme Vargas Netto é membro do corpo técnico Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores

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46 comentários

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Rede Bahia: Ato pela democratização da mídia, dia 11, às 10h - Viomundo - O que você não vê na mídia

10 de julho de 2013 às 15h43

[…] Centrais vão parar o Brasil por oito reivindicações  […]

Responder

Marcio Dreux

03 de julho de 2013 às 17h19

Essas centrais sindicais são o sonho da direita! Não é hora de paralisação, muito menos greve geral com pauta tão ampla. Está na cara que isso só fortalecerá a direita e emparedará o Governo Dilma, que se não é o ideal, é sem dúvida o melhor possível no momento.

Responder

Urbano

03 de julho de 2013 às 16h38

A CUT engrossar fileira com uma farsa sindical da vida não é muito inteligente, não. Agora que caiu a ficha, até porque na época eu nem sabia a qual central os bancários são filiados. É que um caixa de um banco da União, até pela minha cara de zé-mané (pura babaquice e infortúnio dele), bateu pesado no Governo petista. Deu certinho pras pilhinhas do rádio dele… E mais, superando o meu analfabetismo emocional.

Responder

    Urbano

    03 de julho de 2013 às 18h16

    Analfabetismo não, burrice emocional.

Alexandre Bueno

03 de julho de 2013 às 14h20

Joga-se tudo no colo da viúva…

Fim dos leilões de petróleo…e a Petrobras, coitada, no negativo.

Enfim, essa pauta da esquerda é tão ruim quanto a da direita

Responder

Tiago

03 de julho de 2013 às 10h32

Queria entender qual é a oposição das centrais ao projeto de lei 4330, que trata da terceirização.

Responder

Mardones

03 de julho de 2013 às 09h47

Nada sobre financiamento público de campanha?

Nada sobre auditoria da dívida pública?

Nada sobre o lei de médios?

Acorda, centrais!!!

Responder

Eduardo

03 de julho de 2013 às 08h36

Cuidado com Aécio Neves! Chega sempre atrasado e joga combustível onde já arde o fogo!Nunca teve iniciativa mas ê um grande aproveitador das iniciativas alheias ( isto é hereditário)! É o velho político brasileiro! Daqueles que estào nos dando grande trabalho. As reaçoēs nas ruas são reflexo de séculos submetidos a politicos como êle! É preciso neutralizar estes canceres sociais e politicos! O povo não pode mais se submeter a essa humilhação! ” Adorar o Riquinho inútil” O Reizinho que herda o trono”

Responder

    Mário SF Alves

    03 de julho de 2013 às 10h09

    Ih!!! Botou o dedo bem lá no fundo da ferida que jamais cicatriza. Solução possíveis:

    1) Aguardar mais alguns séculos pela autocicatrização?
    2) Intervir massivamente na realidade máfio-política dominante e cicatrizá-la coletivamente?

José X.

02 de julho de 2013 às 22h14

Imagino a pressão que os trabalhadores na área de transportes (ônibus, trens e metrôs) devem estar sofrendo…porque “greve geral” mesmo só tem se os transportes pararem.

Responder

Valdir Benevides

02 de julho de 2013 às 21h46

O Brasil ousou aderir aos BRICS, e vai pagar caro por isso…

Não tem essa de “correlação de forças interna”, “insatisfação com queda dos juros”, nada disso…

Tudo se resume simplesmente a uma questão: é dos BRICS, ou apóia o bloco EUA – Canadá – Reino Unido?

Tudo se decide em Washington DC. E eles já decidiram que não vão aceitar essa história de BRICS nem que a vaca tussa.

A esquerda brasileira, infelizmente, não faz a mínima idéia da importância crucial que essa questão dos BRICS tem, e de como isso está por trás de tudo.

Com golpe ao estilo 1964, ou com desgaste prolongado do governo e da economia para derrotar o PT nas eleições em 2014, seja de uma forma ou de outra, os “homens” lá em Washington já decidiram que querem as rédeas de Brasília de volta, e o PT tem que cair fora.

E não se espantem se for ao estilo “Zelaya” em Honduras, com golpe “temporário”, sob os aplausos da classe média, para impor a dissolução forçada do PT e a cassação dos direitos políticos de suas principais figuras, e outorgar uma nova Constituição que favoreça a direita, antes de permitir novas eleições.

Responder

    Valmont

    03 de julho de 2013 às 01h05

    Partilho da sua visão até o penúltimo parágrafo.

    Eles não precisarão de medidas tão extremas. Apenas trarão de volta ao poder a velha dobradinha PSDB-PMDB e tudo estará nos trilhos novamente: recessão, privatizações, arrocho salarial, desemprego brutal, deixando a massa trabalhadora de joelhos a implorar por um subemprego, enfim, tudo como dantes no quartel de FHC.

    “Dependência ao norte!” Gritou o camaleão-tucano…

Lindivaldo

02 de julho de 2013 às 19h50

Cadê a “Democratização dos Meios de Comunicação”?

Responder

    Abel

    02 de julho de 2013 às 21h48

    Cadê o apoio amplo, geral e irrestrito ao plebiscito, peitado pelo PMDB (“fogo amigo”) e oposição unidos?

Centrais Sindicais vão parar o Brasil por oito reivindicações | Diálogos Políticos

02 de julho de 2013 às 19h42

[…] Via https://www.viomundo.com.br/ Share this:CompartilharFacebookCurtir isso:Curtir Carregando… « Gafe imperdoável: Vereadora pede um minuto de silêncio pela ‘morte’ de Mandela […]

Responder

    lourdes

    02 de julho de 2013 às 22h10

    ESSAS REIVINDICAÇÕES JÁ ESTÃO EM PAUTA E ATÉ SENDO PROVIDENCIADAS… SERÁ CHOVER NO MOLHADO… SERÁ Q NÃO ACOMPANHAM AS AÇÕES IMPLEMENTADAS PELO GOVERNO E TAMBÉM SE BASEIAM NO QUE A MÍDIA DIVULGA.

Roberta

02 de julho de 2013 às 19h23

Meu cartaz será “MÍDIA MOSTRA SUA CARA,INFORMAÇÃO OU MANIPULAÇÃO”

Responder

    renato

    02 de julho de 2013 às 21h00

    TÕ contigo e com eles.

Francisco

02 de julho de 2013 às 18h32

Todos os anos tem Grito da Terra, Grito dos Excluídos, grito disso, grito daquilo, uma gritalhada danada.

A cobertura da mídia, todos os anos, é protocolar, quase soviética:

“- Houve um Grito, ontem, em Brasília”. Ponto.

Se Essa passeata levar um cartaz, uma cartolina que seja, escrito: “Fora Dilma!”, terá toda a cobertura que sempre sonhou…

Se, no entanto, levar um bilhete, um pensamento que seja de regulação da mídia, de duas uma: ou recebe o silêncio ou o Pinheirinho vai ser pinto…

Responder

Donizeti - SP

02 de julho de 2013 às 18h18

E a democratização dos monopólios midiáticos, porque não está na pauta dessa manifestação ?

Os verdadeiros inimigos da classe trabalhadora e da maioria do povo brasileiro estão no jardim botanico do rio de janeiro – sede da rede globo; na alameda campinas em são paulo – folha de são paulo e nas margens fétidas da marginal do rio pinheiros (Veja – grupo Abril) e jornal Estadão (marginal tietê).

Parece que não é só o governo federal que é cego quanto as armações da mídia golpista brasileira, os sindicatos também.

Responder

    Donizeti - SP

    02 de julho de 2013 às 18h44

    Parece que os sindicatos e movimentos sociais também acham que controle da mídia golpista é mera questão de ” controle remoto “, aí está o golpe em marcha 24 horas na globo, estadão, folha e veja.

    Abolicionista

    03 de julho de 2013 às 00h37

    Vocês estão tomados pela paranoia governista. Cada movimento tem suas bandeiras específicas, até porqie bandeiras muito diferentes enfraquecem o movimento. A única pauta que unifica as litas é o combate ao Capital. O resto é chantagem. Recuperemos nosso horizonte de inaginação.

Eduardo

02 de julho de 2013 às 18h16

Nas próximas eleições, o bordão da Dilma será: DILMA E VOCE, TUDO A VER!!!!

Responder

jd

02 de julho de 2013 às 18h13

Poderiam substituir o fim dos leilões de petróleo por lei da mídia. Seria mais sensato.

Responder

Fabio Passos

02 de julho de 2013 às 17h43

As demandas são ótimas. Se incluir democratização da mídia fica excelente.
Um governo que foi eleito pelos trabalhadores tem o dever de trabalhar para implementar esta pauta.

Responder

    Mário SF Alves

    03 de julho de 2013 às 11h01

    É possível que máfia global [com o aval da local] já tenha roído além da conta as resistências do Governo que elegemos, prezado Fábio. É bem possível. E não seria consequência direta disso a resistência que temos visto quando o assunto é a democratização da mídia.
    ___________________________________
    Fato: O Lula pegou a direita, essa mesma máfia travestida de oposição política, de calças curtas. De início esperavam que o governo dele caísse pelas próprias pernas. O subestimavam e subestimaram. Depois disso apostaram todas as fichas no boicote. Tentaram a todo custo estigmatizá-lo, mediante a crudelíssima pecha de analfabeto e outras. Tentaram a todo custo desgastá-lo na questão daquele acidente aéreo em Congonhas-SP. Não conseguiram. Tentaram aterrorizar a opinião pública na questão da crise econômica mundial e mais uma vez falharam. O Governo saiu ileso e o Lula fazendo o contra-terrorismo espalhando aos quatro cantos do mundo a parábola da marolinha. Por fim, após uma década de jejum de votos e afastados do Governo, e já no desespero partiram para o tudo ou nada e repetiram a velha e requentada tática udenista – antes usada contra Vargas e Juscelino – de colar no Lula a pecha de corrupto. Veio a público a estória do mensalão. Instituiu-se a farsa e a espetacularização do julgamento da AP 470. Desta vez ficou clara a questão do “por quem os sinos dobram”. Como era de se esperar, dobraram contra o PT; tudo contra o PT e só contra o PT.
    _____________________________
    E agora, no Governo Dilma, o que acontece? O tempo e a oportunidade de pegar de surpresa as forças da reação passou. Elas, como sempre, se rearticularam. Entao, qual a estratégia? Qual a saída encontrada pelo Governo para seguir adiante rumo à superação do maldito subdesenvolvimento e subserviência que historicamente assolam e humilham o povo em “nosso” País? Era de fato chegada a hora de consolidar as conquistas pela via da infra-estrutura produtiva? Era a hora e a vez do PAC?
    A presidenta Dilma deu provas mais do que suficientes de sua capacidade técnica. E isso ainda quando ministra do Governo que a antecedeu. Disso não resta dúvida.
    É do conhecimento de todos e mais do que aceita a tese de que o poder corrompe. Refere-se aqui ao poder de fato; ao poder que elege os congressistas e ao poder que mantém impagável a dívida pública interna e que eleva as taxas de juros. Ao poder, que, inclusive, retroalimenta os interesses externos estranhos ao interesse do povo brasileiro. Mas, e nesse meio tempo, coisa doze anos à frente do Governo Federal e sob pressão constante do mais drástico poder corruptor do mundo? Isto é, do primeiro governo Lula até a presente data, qual o grau de comprometimento do Governo? É significativo? É este o problema?

Edgar Rocha

02 de julho de 2013 às 16h42

Acho que não vai colar. Primeiro, há uma clara tentativa de cooptar o público que participou das manifestações nestes últimos dias, desconsiderando a natureza do movimento (de repulsa às instituições representativas e sua prática) e colocando a manifestação sindical e sua pauta como continuidade ou consequência natural do ocorrido anteriormente. Nada mais inverídico e oportunista (talvez menos que a Globo, enfim). Segundo, “quem tiver mais garrafinhas para trocar se fará ouvir com mais facilidade”… que frase infeliz! Remete ao histórico “toma lá, dá cá” e à política de bastidores e coação,justamente o ponto central das práticas políticas que fomentam um anseio já demonstrado desde a “Era Collor” e negligenciado pelo fisiologismo geral: o da ética na política. No tocante à esquerda, a política sindical é talvez a que menos evoluiu e a que mais gera desconfiança, ao contrário do discurso histórico da esquerda sindical de que são as organizações campesinas as que menos merecem confiança. Com esse fedor de pinga com limão no ar, de manipulação pelo discurso cueca-apertada das frases de efeito carrancudas, nem a esquerda se convence, que dirá a classe média cuja pauta é, entre outras coisas, a tarifa zero e a redução da maioridade penal, embora hipocritamente carnavalesca. É preciso rever certas práticas (já que estas já se superaram), a começar pelo saudosismo da luta idealizada, retomar sobretudo, a credibilidade institucional, com atitudes assertivas e autocríticas. Não me odeiem pelo que vou dizer: fazer como o Papa Chico. Combater as atitudes contrárias aos princípios (mesmo que os agentes da contradição sejam companheiros históricos); posicionar-se diante dos fatos que denigrem as instituições, tais como a corrupção, ou a peleguice no caso dos sindicatos; reunir de novo aqueles que realmente acreditam na possibilidade de mudança e, orbitar em torno destes anseios, não em torno de lideranças carcomidas pela vaidade e pelo centralismo.

Responder

Valcir Barsanulfo

02 de julho de 2013 às 16h32

Interessante que as centrais sindicais não reclamem contra a SONEGAÇÃO, e justifique uma fiscalização rigorosa contra os sonegadores. A SONEGAÇÃO é a mãe de toda CORRUPÇÃO.
Porque as Centrais não inclui em seu pedido a democratização dos meios de informação., não exigem também um menor gasto com propaganda do governo.
A verdade é que o CAPITALISMO é muito perverso, aliena as pessoas, e cada qual se individualiza mais e mais, e puxa a sardinha só para seu prato.
Centrais Sindicais pelegas e desmoralizadas.

Responder

Carlos Ribeiro

02 de julho de 2013 às 16h30

“Na semana passada no Brasil, um movimento sem nome tomou conta das ruas e contestou de maneira espontânea,…” Tudo o que se sabe sobre esse movimento, é que é de extrema direita. Estréia no próximo dia 11/07, “Movimentos Sociais, a vingança”. 2014 é agora.

Responder

abolicionista

02 de julho de 2013 às 16h29

Já não nos interessam os caminhos da modernização, é preciso parar o trem.

Responder

    Mauro Assis

    02 de julho de 2013 às 17h12

    ?

    Francisco

    02 de julho de 2013 às 18h26

    ??

    abolicionista

    02 de julho de 2013 às 19h20

    O desenvolvimentismo é uma das ideologias mais perversas da era Moderna, e dizer isso se tornou um tabu a ponto de sua crítica soar como nonsense.Deixemos as planilhas de lado por um momento meus senhores, nem tudo consta nelas. A modernização é o capitalismo em marcha, não nos enganemos. E a marcha do capitalismo é uma marcha de destruição cujo rastro ecoa pelos séculos. Deixemos de hipocrisia e apoiemos os trabalhadores. E, sim, façamos isso contra o governo.

    renato

    02 de julho de 2013 às 21h04

    Entendo, mas se não conseguimos ter do nosso lado um vizinho com no mínimo um fogão a gás, para cozinhar, então estamos danados!
    Fogão a gás?…
    E o dia que acabar o gás?….
    Estou te entendendo…

    Abolicionista

    03 de julho de 2013 às 00h22

    É bem por aí, meu caro. Nosso tribunal de pequenas causas pode virar farelo. Sejamos razoáveis e peçamos o impossível, diziam os jovens de 68, inspirados pelas frases surrealistas. Hoje é possíbel percener que deveriam ter levadi a frase mais a sério…

    lulipe

    02 de julho de 2013 às 22h05

    Acho que você esqueceu de tomar o remédio hoje, acertei???

    Abolicionista

    03 de julho de 2013 às 00h31

    Em todo caso, só a loucura explicaria perguntar a um louco sobre sua loucura, não concorda? Afinal, o que um louco teria a dizer que não sua própria loucura? Lulipe, não incite meu tédio, peço- encarecidamente…

FrancoAtirador

02 de julho de 2013 às 15h04

.
.
E Democratização dos Meios de Comunicação, nada?

Ah, sei.

Estão esperando que Globo, Folha, Estadão e Veja

deem repercussão positiva ao movimento sindical.

Boa sorte…
.
.

Responder

    Julio Silveira

    02 de julho de 2013 às 16h19

    Concordo contigo, aliás acho até que esse é o mais fundamental, conseguindo esse os demais tendem a vir mais facilmente. Muita gente da luta ainda não entende que a força do poder esta na palavra, eles aplicam, mas não observam.

    abolicionista

    02 de julho de 2013 às 19h23

    Achei sua crítica injusta, caro FrancoAtirador. Vamos condenar os trabalhadores por não portarem nossas bandeiras? Por acaso nós portamos as deles? A contra a rede Globo é parte da luta contra o capitalismo e sua irracionalidade destrutiva.

Mário SF Alves

02 de julho de 2013 às 14h44

Pensado, ponderado, avaliado e… APROVADO!
____________________________
É agora ou nunca mais.
_______________________________________

Se fosse o caso e tempo houvesse, só sugeriria mais algumas outras poucas bandeira como pontos de pauta:

I- Priorizar, estimular financeiramente, apoiar tecnicamente e espacializar geograficamente a constituição de cooperativas de consumo e trabalho direcionada a todos trabalhadores brasileiros.

II- Auditar e, se necessário, interditar todas as concessões públicas que fazem parte de monopólios de comunicação.

III- Auditar e, se necessário, interditar todas as concessões públicas que encarecem o custo de vida da população pela exorbitância na cobrança de pedágios. E, se necessário, substituí-las por trabalhadores (as)organizados(as) em cooperativas.

IV- “Reeditar” a Lei de crimes contra a economia popular, punindo inclusive pessoas jurídicas e donos de igrejas que, comprovadamente, sonegarem o imposto sobre a renda.

V- Reeditar a “CPMF” em valores mínimos e só para efeito de balizamento e inibição da referida sonegação de impostos.

VI- Apresentar e submeter a plebiscito a instituição do “imposto único”.

VII- Democratizar os meios de comunicação de massa no Brasil.

VIII – Baratear o custo e aumentar a capacidade de fluxo de dados da internet banda larga.

Responder

    Mário SF Alves

    03 de julho de 2013 às 08h53

    Sugestão:
    Vamos fazer reforma agrária para satisfazer interesses de quem sempre virou as costas para o Brasil? Vamos fazer reforma agrária para abrir ainda mais mercado para as multinacionais corporativas dos agroquímicos e transgênicos?
    ________________________
    Por quê?
    ___________________________________
    Ora, temos claro que nem o totalitarismo de direita teve poder para alterar a estrutura fundiária brasileira. Exemplo disso é o Estatuto da Terra, um plano considerado de alto nível técnico, elaborado sob encomenda desde mesmo regime totalitário e que bem poderia ter contribuído na suavização das gravíssimas distorções antissociais e anti econômicas da estrutura fundiária brasileira e que “sequer” saiu da gaveta. Por quê?
    _____________________________________________
    1- Não seria mais razoável envidar esforços na implantação do referido Estatuto?
    2- Não seria mais razoável, acrescido a isso, encaminhar a luta na direção do zoneamento agroecológico e consequentemente estimular-se a agroecologia?
    ____________________________________________________
    Enfim, dadas as circunstâncias, a questão que fica é: reforma agrária pra quem? Vale a pena levantar esta bandeira agora? Vale a pena dar mais munição à reação antipovo que historicamente vem assolando este País?

Josélio farias

02 de julho de 2013 às 14h13

….e o fim da privatização dos recursos da saúde???? (nem precisa de mais recursos, é só aplicar direito o que já existe)

….e o abandono dos hospitais universitários??????

…..e a criação da empresa pública de sáude para privatizar os recursos da saúde??????

….e a realização de amplo concurso público para a área da saúde pública em todos os níveis(federal, estadual e municipal), com salários e equipamentos dignos?????
…não sabem nem pedir…………

Responder

Isnard Carvalho

02 de julho de 2013 às 13h48

Bom,tenho a impressão que a direita vai ganhar a briga.Dilma ficará por um fio e teremos muito ainda a lamentar.O que começou e,ao que tudo indica,terminaria como uma revolta sem lideranças,lícita,mas,sem maiores consequencias,terminará reforçando os ideais da diretona que ´visa somente a derrubada do governo trabalhista.Uma pena mas,vão entregar o jogo.

Responder

    Coutinho

    02 de julho de 2013 às 17h37

    Concordo plenamente. Quem vive desde a década de 1950 já viu esse filme muitas vezes. A maioria dos que agora foram à rua não tem conhecimento do que gerou os golpes a que assistimos. E o pior é que grupos de esquerda dissidentes entram no jogo, favorecendo a direita. Se os sindicatos entrarem nesse jogo, vão ter muito trabalho depois para se libertarem de uma ditadura. A direita está lambendo os beiços e babando.

    Valmont

    03 de julho de 2013 às 01h26

    Ditadura explícita não está em voga no Império. O modelo é “soft”: golpe suave e ditadura do “Mercado” disfarçada de democracia. Apenas o PT será alijado do poder e a velha mídia se encarregará dos fogos de artifício.

    A minha única esperança é que, nesse resto de governo, se consiga aprovar mais vebas para educação. Talvez uns cem anos de educação na veia possa melhorar o nível de nossa consciência política, que se mostrou sofrível nos últimos episódios.

    A plutocracia reassume o pleno poder e o “resto” volta para a senzala.


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