VIOMUNDO

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Carta Maior: O que falta dizer sobre o corte de gastos


02/02/2011 - 00h40

AS MEIAS VERDADES DA ORTODOXIA

da Carta Maior

A ortodoxia midiática se lambuza com ‘vazamentos’ propiciados por  círculos “muito próximos da Presidência” –afirma-se– destinados a adestrar  a opinião pública para cortes de gastos públicos a caminho. O anúncio está no forno e deve sair até meados de fevereiro. “Será forte’, salivam uns; “já está perto de R$ 40 bi”, aplaudem outros; “pode chegar a R$ 50 bi”, exultam os ventríloquos na tentativa de contagiar o ânimo do enforcado rumo ao cadafalso.

À população,  sonega-se, todavia, o fundamental: grandezas comparativas indispensáveis a uma avaliação criteriosa da pertinência desse ou daquele corte. Por exemplo, o que pensaria a opinião pública se lhe facultassem saber que a conta dos juros pagos pelo Estado brasileiro aos rentistas, detentores da dívida pública, somou a estonteante cifra de R$ 195,369 bilhões no ano passado — os maiores gastos com juros da história do país, uma elevação de 14,24% sobre o ano anterior?

Trata-se de um valor três vezes maior que a soma dos investimentos públicos previstos no orçamento deste ano (R$ 63,5 bi), e cuja plena execução é tida como inviável pelos mãos de tesoura de sempre. ‘Na área técnica’, informa o jornal Valor, ‘a avaliação é que, sem restringir os investimentos do PAC, os cortes dificilmente passariam de R$ 30 bilhões. Esse valor seria insuficiente para cumprir a meta de superávit primário (economia de recursos públicos para pagar juros), fixada em 3% do PIB este ano”.

O raciocínio ortodoxo diz que as pressões inflacionárias decorrentes da manutenção dos investimentos públicos (estamos falando de investimento, não corte de despesas inconseqüentes) forçariam novas altas dos juros, atraindo capitais especulativos com a inevitável valorização do Real e asfixia das exportações. A opção de enfrentar esse dilema com medidas como controle de capitais não cabe no repertório das meias-verdades ortodoxas.

Sobra, assim, cortar ou morrer sob um tsunami de  importações baratas, capaz de desbaratar a industrialização brasileira. O mesmo ardil das meias-verdades explica a rigidez  na definição do novo  salário mínimo em R$ 545,00. Um aumento adicional de R$ 5, soletra o dispositivo ortodoxo,  teria um impacto de R$ 1 bilhão a R$ 1,5 bilhão nas contas públicas em 2011, por conta do gasto com aposentados. De fato. Omite-se, porém, de novo, a referência incômoda às meias-verdades: essa despesa representa um valor cento e nove vezes menor que o destinado ao pagamento de  juros em 2010. Em tempo: a presidenta Dilma Rousseff repetiu três vezes esta semana que o PAC não será contingenciado. A ver.

PS do Viomundo: Seria bom começar o corte de gastos públicos pelo congelamento de todas as verbas publicitárias do governo federal e de empresas federais. Será que esse tipo de corte de gastos nossos ortodoxos topam?





57 comentários

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Antônio

02 de março de 2011 às 09h56

Fico triste por ver que o PARTIDO DOS TRABALHADORES há oito anos no poder federal e com muitos mandatos em Estados e Municípios e também nos legislativos não realiza mudanças que sempre sonhamos. Coisas simples como mudar a metodologia do cálculo de METAS DE INFLAÇÃO. O Banco Central Americano expurga dos índices a variação dos preços de alimentos e combustíveis. Nós poderíamos adotar o NÚCLEO DA INFLAÇÃO calculado pela FGV. Como pode o PT conviver com esse absurdo. Outro absurdo é a não mudança nas legislações que perpetuam os privilégios e os corporativismos.

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LuisCPPrudente

03 de fevereiro de 2011 às 21h28

Seria muito bom o Governo Federal cortar os gastos publicitários com as grandes empresas mafiosas de comunicação do PIG (em todas as mídias), mas mantivesse esses gastos com as mídias de pequeno e médio portes de todo o Brasil.

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Otaciel de Oliveira

03 de fevereiro de 2011 às 18h14

COMO O PIG FATURA COM OS NOSSOS IMPOSTOS

O tacão da ladra mídia – Jean Scharlau

O tacão corporativo da ladra mídia no nosso pescoço, enquanto saqueia nosso bolso.

Em conversa que mantive com um conhecido publicitário, a fim de me informar sobre os custos de alguns comerciais para TV, ele me disse que consegue descontos de até 85 % sobre o preço de tabela de uma das emissoras nacionais. Constatada minha surpresa diante de tão vasto desconto ele me informou ainda que uma empresa que contrate espaço publicitário em uma rede de TV para seis meses, por exemplo, e pague antecipadamente, pode obter mais de 95% de desconto sobre o preço de tabela.

Semi pasmo e no limiar da incredulidade, disse a ele que não entendia que sentido teria uma "tabela" como essa, tamanha a diferença dos preços praticados. A resposta dele foi singela e brutal: – a "tabela" é para o governo.

Ou seja: a mídia tem uma tabela para roubar dinheiro do povo. Mensalão? Não. O tempo na TV e no rádio é medido em segundos, portanto Cronometrão. Nos jornais e revistas, o espaço é vendido em centímetros, então a mídia tem o seu Centimetrão para roubar dinheiro do povo. Ai está um motivo pelo qual a mídia é panfleto de alguns partidos e muitos canalhas – esses, quando no governo pagam à mídia a tabela cheia, além de facilitar outros negócios afins.

As perguntas que a partir de agora não querem calar são:

1 – O "governo da frente popular" sabe disso?

2 – Sabendo, paga a "tabela"? Paga o Cronometrão e o Centimetrão para a mídia?

Caso saiba e pague não há mais perguntas, Mertíssimo.

3 – Caso saiba e não pague, porque não denuncia publicamente e não faz vigorar a lei?

Caso não saiba (possibilidade remota) e esteja pagando, impera a necessidade para ontem de uma investigação – que é simplíssima de fazer. Basta medir o tempo e centimetragem total de comercias diários veiculados pelas emissoras, multiplicar pelo valor que o governo paga por eles e comparar com o faturamento declarado pelas mesmas emissoras de TV, rádio, revista e jornal. Caso o faturamento declarado seja muito menor que o valor que seria faturado caso todos os comercias fossem vendidos ao governo, significa que o governo (portanto o povo) está pagando Segundão e Centimetrão para a Mídia, ou que a Mídia está sonegando.

Não, não adianta fazer CPI para entrevistar publicitários e divulgar os implantes capilares de deputados. O implante do Código de Defesa do Consumidor é mais adequado e possivelmente suficiente. E fazer os conglomerados de mídia devolverem o que cobraram a mais. Isso seria um bom começo.

Obs: matéria completa no blog do Fausto Wolff.

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Gustavo Borges

03 de fevereiro de 2011 às 11h16

Caro jornalista, se contingenciar a verba publicitária como o "projeto" irá sobreviver?! De folhetins?! Alcançará os rincons deste país a divulgação das meias verdades (se é que isso existe)?!

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Gerson Alves

03 de fevereiro de 2011 às 09h57

Excelente artigo. Muito bom que se comece a fazer essa discussão sobre a dívida pública, sem histeria e nem estereótipos (como o de que quem quer discutir a dívida é "radical"). Aliás, porque a mídia não divulga a existência da CPI da Dívida Pública? Aliás, vocês sabiam que foi instalada uma CPI da Dívida Pública na Câmara dos Deputados, em 2009? Não, né… NINGUÉM sabe disso. A mídia boicotou completamente a existência dessa CPI. Foi solenemente ignorada. Mas ela existe. Pesquisem por "CPI da Dívida Pública" no Google e vocês verão que ela existe.

É preciso aumentar o volume da discussão sobre esse tema na sociedade. Não é possível continuar comprometendo 190 bilhões de reais por ano com pagamento de juros, e o pior: SEM DIMINUIR O VALOR DO PRINCIPAL DA DÍVIDA. Se esses 190 bilhões tivessem servido para reduzir o principal da dívida, de forma que um dia ela chegasse a ser quitada, ainda vá lá que dava para engolir. Mas o montante principal da dívida não pára de aumentar! Já está quase em 2 trilhões de reais! Isso significa que os juros vão incidir sobre um montante cada vez maior, resultando que o pagamento anual de juros será também cada vez maior. Onde isso vai parar?

É preciso uma atitude firme de repactuação da dívida mobiliária federal. Afinal, quando um consumidor está afogado até o pescoço com o pagamento de juros de uma dívida de cartão de crédito ou financiamento, ele vai até o banco e faz uma renegociação. Por que o governo não pode fazer o mesmo? Por que o governo não pode renegociar?

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Jairo_Beraldo

02 de fevereiro de 2011 às 23h54

Falta dizer que o CURINTIA foi eliminado da LIBERTADORES, tal qual CACHORRO, como foi ROUBADO o meu arqui-rival CRUZEIRO no brasileiro que o GOIAS vingou empatando no brasileiro.

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Roberto Rodrigues

02 de fevereiro de 2011 às 23h23

Não entendo esta "vinalização" dos gastos públicos (concordo só com a redução dos juros), No príncipio da demanda efetiva os gastos do governo são importantíssimos. Se é para criticar a visão neoclássica que se critique plenamente. Não existe essa de gasto bom e gasto ruim, todo tipo de gasto (não é transferência de renda) cria renda. Além disso, realizar gasto em investimento significa, no período seguinte, aumentar gasto em custeio. O governo Dilma não deveria entrar na pilha de redução de gastos públicos.
Abraço.

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    daniel

    09 de fevereiro de 2011 às 09h14

    O problema, como foi escrito no artigo, é que o pagamento de juros já é 3 vezes maior do que o investimento anual do governo. Na minha opnião deveria ser o inverso!

Paulo Marcel

02 de fevereiro de 2011 às 22h25

Caso estes cortes da verba publicitária fossem na época de FHC, a Globo faliria!!!
http://todeolhomalandragem.blogspot.com

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Pall Kunkanen

02 de fevereiro de 2011 às 22h11

A musa do "cansei" está sendo investigada por sonegação……. rico não paga imposto por que é rico ou é rico porque não paga imposto? http://terratv.terra.com.br/Noticias/Celebridades

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Valdir

02 de fevereiro de 2011 às 20h37

Prezado Azenha: Que acha de dar uma lida no capítulo VIII do Livro O PODER SECRETO, de Armindo Abreu. O título deste capítulo é " Mas o que é, afinal, um banco central privado e independente ou autônomo " ? Ali tem umas boas perguntas e respostas sobre o poder dos juros e quem são os " heróis ! " desta história.

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Carta Maior: O que falta dizer sobre o corte de gastos « Blog do EASON

02 de fevereiro de 2011 às 20h03

[…] publicado no Vi O Mundo de Luiz Carlos Azenha […]

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Evaristo

02 de fevereiro de 2011 às 18h03

O Programa Renda Máxima beneficia 20.000 famílias mais ricas do Brasil, que possuem cerca de 80% dos títulos do governo federal. É um programa reverso, pois é retirado dinheiro da população mais pobre, via impostos regressivos, que vão para as famílias mais ricas, via pagamento de juros da dívida pública. Isso o PIG não comenta, pois se beneficia dessa sangria que prejudica o Brasil.

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João Carlos

02 de fevereiro de 2011 às 17h16

Se quiserem saber coisas inacreditáveis sobre a agiotagem internacional, que pressiona pelo "corte de gastos" que na verdade são INVESTIMENTOS, não deixem de ler "Economia bandida", de Loretta Napoleoni. É de estarrecer, como diriam os nossos políticos.

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    Carlos Cruz

    02 de fevereiro de 2011 às 18h46

    Estranho o MUNDO não agir como querem os rentistas brasileiros… Lá baixam-se os juros para que a economia não morra e o pais prospere… Aqui AUMENTAM-SE os juros para que a economia não morra e o pais prospere… Lá diminui-se o imposto sobre a população para que haja mais consumo, então mais empregos, então mais arrecadação pelos estados, e o país prospere. Aqui não corrigem a tabela do IR (mais imposto), aumenta-se o IPTU, o ICMS e todos os outros impostos, para sacrificar o trabalhador, haja desemprego, pro país prosperar e o governo aumentar a arrecadação…Quem está errado? O mundo ou o Brasil? O MUNDO, claro…

liz maria

02 de fevereiro de 2011 às 17h12

"Boa Jonh"… cortar os gastos c/ verbas publicitárias, principalmente se deixassem de colocar anúncios na veja, estadão, folha, na globo…seria muito bom…

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Latini

02 de fevereiro de 2011 às 16h39

Os cortes públicos podem ser o primeiro passo de uma ação singela, no entanto, significativa. Pois mesmo com a "tesoura" em ação, sabemos que ainda existirá muito, mas muito dinheiro para o que é realmente necessário. Claro, que boa parte desse montante, hoje, desaparece nos becos da corrupção… quem sabe, futuramente, este seja o segundo passo… limpar tais becos! Assinado: o Otimista.

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Pedro Luiz Paredes

02 de fevereiro de 2011 às 15h06

Tem muito lombo orgânico nessa feijoada, rs
Os investimentos públicos podem ser cortados a vontade que a situação só seria amenizada.
A Dilma sabe disso e duvido que ela vá estagnar a economia real para favorecer mais ainda o sistema financeiro. ("mais ainda")
Os investimentos públicos se concentram no PAC, e se não houver cortes no PAC não vai haver cortes o suficientes para colaborar com a ideia dos "ortodoxos".
Ela aposta na reforma trabalhista e tributária para aumentar a arrecadação inclusive previdenciária.
Ela aposta também no superávit comercial de comodites, matéria prima.
A inflação já esta abaixando e não há com que se preocupar "agora".
Deve acreditar piamente na melhora das condições de crédito para os micros, pequenos e médio, dando fôlego para o sistema financeiro; e que quando da recuperação dos EUA e outros países em desenvolvimento, as coisas vão melhorar na questão do câmbio.
Acho que ela não tem peito para fazer a revisão da dívida, ainda mais mostrando toda essa animosidade para com o setor virtual, financeiro, como queiram.
Do mais, deixa o mercado avançar.

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Edmundo Bernardo

02 de fevereiro de 2011 às 14h47

Cortar Verbas Publicitárias principalmente para as Organizações Globo ( Rádios, Jornais e TVS.). Chamar os Presidentes do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás e pedir corte de 50% em verbas publicitárias para o PIG.

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Hans Bintje

02 de fevereiro de 2011 às 12h57

O Azenha deve ter sarna.

O Luis Nassif, catapora.

Os blogueiros sujos, como o nome diz, são nojentos.

A frase continua atual: "No silêncio do governo, fica valendo a versão do PIG".

Até agora, não vi nenhum interlocutor autorizado pela Dilma prestar esclarecimentos aos leitores dos blogs sujos, gente que apoiou e ajudou a eleger a presidenta.

Portanto, como diz o artigo, "a ortodoxia midiática se lambuza".

Tem todos os motivos para isso!

Enquanto isso, ao invés de conversar com o Luis Nassif, a ministra Ana de Hollanda passeia nas páginas do caderno "Ilustrada" na Falha de São Paulo de 02/02/2011.

Afinal, foi o Otavinho Ditabranda que ajudou a eleger a Dilma, não foi?

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    rodrigo.aft

    03 de fevereiro de 2011 às 01h31

    Hans,

    Bem colocada sua argumentação, e por favor, não encare como "dar bronca" de minha parte, mas já q o post é no Viomundo, posso sugerir uma outra forma de postar? Vc poderia ter sido mais "respeitoso" e ter redigido o seu penúltimo parágrafo assim: "… ao invés de conversar com o Luiz Carlos Azenha, a ministra Ana de Hollanda…", pois ficou uma conversa tipow…. vc empresta o carro do seu colega (Azenha), e qdo vai devolver, fica elogiando o carro do outro (Nassif). Uééé? Se o carro do Nassif é melhor, por que emprestou o carro do Azenha?

    Ou então, q citasse os dois, mas colocasse, tbém por "educação" o nome do Azenha 1o., por estar postando no blog dele, tipow: "… ao invés de conversar com o Luiz Carlos Azenha e com o Luis Nassif, a ministra Ana de Hollanda…".

    eu já cheguei a postar comentários do Nassif aqui, mas sempre começo com algo do tipo: "Azenha e colegas, peço licença para postar um comentário q já fiz no Nassif sobre este assunto e acho q tem a ver com a discussão" e coloco todo meu comentário entre aspas, para indicar q está sendo uma cópia.

    outro exemplo, é qdo saíamos a trabalho em equipe, e mesmo q eu tivesse a liderança do grupo, sempre falava, numa apresentação ou conversa, os outros nomes, depois o meu, e também não misturava apelidos e nomes; ou falava todos os nomes e depois o meu, ou todos os apelidos e depois o meu.

    o q estou falando não vai salvar a humanidade, nem melhorar a distribuição de renda, e a maioria dos brasileiros não é muito atenta às nuances da boa edução (parte do meu legado cultural) e acho q ajuda muito no quesito RP (relações públicas), pois abre MUITAS portas.
    "O homem justo trata o forte e o fraco com igual respeito".

    desculpe-me se esta observação foi prolixa ou incoveniente, mas como sou anarquista "light", não pude deixar de comentar (perco o amigo, mas não perco a deixa… rsrs).
    um abraço eslavo pro pessoal neerlandês.

    rodrigo.aft

    03 de fevereiro de 2011 às 01h59

    AZENHAAAAA (gritando… rsrs),

    mto boa a deixa do Hans, vc já havia convidado a ministra pra falar sobre o assunto das licenças aqui no blog?

    faça o convite. seria um ápice do bom jornalismo ter a ministra tbém opinando; se já fez, ela aceitou, não aceitou, ignorou?

    de resto, parabéns ao Azenha e aos comentadores, foi um dos melhores posts para construção de conhecimento q já li. Muito dedicados e solidários a maioria dos comentário (lógico q alguns postando por interesses pessoais, mas não deixa de ter valor tbém).

    tomara q o post sirva de base para outras discussões sobre o tema, mas precisa ser organizado em tópicos (por ex., por tipo de licença) para depois ter os tópicos confrontados (pq certa licença é melhor ou pior q outra), resumidos e concluído.
    Do jeito q ficou, é preciso garimpar os prós e contras dispersos no meio de muitos comentários, e às vezes, numa discussão de alto nível, pequenos detalhes despercebidos, fazem grande diferença na hora de negociar ou argumentar.

    vlw!

monge scéptico

02 de fevereiro de 2011 às 12h56

VI O MUNDO!. Isso daí eles não topariam. Mesmo assim gostaria de ver cortes nesse
setor, para ver como eles se comportariam.
O caso dos rentistas, é algo criminoso, sobre o qual a população pouco sabe. A torcida
para que os juros subam sempre, visa premiar esse dinheiro ocioso, todos sabem con-
certar isso é o maior desafio que temos pela frente. dar um jeito nisso baixando os juros
numa penada, é que quero ver. Veremos?.

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fernandoeudonatelo

02 de fevereiro de 2011 às 12h35

Se tornou uma dinâmica viciante, pois no Brasil os gastos com juros, encargos e amortizações da dívida pública alcançaram quase 18% do orçamento da União em 2010, enquanto que na média anual, os investimentos diretos da União, foram menos de 1,5%.

Como comparação na Inglaterra o pagamento de juros, foi responsável por apenas 5% das despesas do governo em 2004. Diante disso, os recursos que sobraram para pagamento das despesas sociais alcançaram mais da metade do orçamento (58,8%), sem incluir aí despesas com benefícios previdenciários.

No Brasil, os ditos gastos sociais representaram apenas 14,5%, nesse período. Mesmo incluindo os gastos com o pagamento dos benefícios da previdência, benefícios estes de caráter contributivo, que alcançaram 38,2% das despesas em 2004, ainda assim não alcançaríamos o patamar de gastos sociais da Inglaterra, que é um país considerado como o berço do liberalismo econômico.

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Roberto Locatelli

02 de fevereiro de 2011 às 11h53

Querem cortar o PAC, ou seja, cortar a Aleceração do Crescimento. Mas nem mencionam os quase R$ 200 bi de pagamento de juros da dívida pública, ou seja pagamento ao Capital Financeiro.

Esta é a situação do capitalismo em sua fase de decadência: o sistema precisa que se corte investimentos produtivos para "honrar" débitos com os bancos.

Todo sistema econômico tem seu prazo de validade. Foi assim com a economia agrícola primitiva, depois com o feudalismo. E agora, o mesmo ocorre com o capitalismo. Ele precisa ser urgentemente substituído por um sistema mais justo. Eu sugiro socialismo.

[youtube neyMdjrbM18&playnext=1&list=PLC55F7085B79307C8 http://www.youtube.com/watch?v=neyMdjrbM18&playnext=1&list=PLC55F7085B79307C8 youtube]

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Durvaldisko

02 de fevereiro de 2011 às 11h50

Se ousarem , a vingança "sará maligna" ! PIG não perdoa :cobra com juros.

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rodrigo.aft

02 de fevereiro de 2011 às 11h48

Azenha, meu véio (de guerra),

pergunta besta! rsrs

faça o q eu digo, mas não faça o eu faço!

é assim q agem algumas minorias e, lógico, os veículos de comunicação.

falando nisso, a rede bobo, PARA DAR UM BOM EXEMPLO de cidadania e lisura, já devolveu os 24 milhões pro governo do rio?

alguém perguntou para o Cabral de onde (e como) ele tirou a idéia de doar dinheiro público para uma fundação de empresa privada pra fazer museusinho? VAI FICAR POR ISSO MESMO?

já está em 800 o número de MORTOS e uns 200 DESAPARECIDOS?
vcs estão entendendo? pessoas poderiam ter sido salvas, mas MORRERAM pra colocar ar condicionado e outras perfumarias lá no Museu do Amanhã, da fundação roberto marinho.

QUANTAS VIDAS SERIAM SALVAS POR 24 MILHÕES???
(essas notícias, como dessa doação e a indicação do Fux, amigo e indicado pelo Cabral, passando por cima de pessoas mto mais qualificadas, me deixam de mto mal humor)
"qualidades" do fux: http://www.brasilianasorg.com.br/blog/adir-tavare

dados sobre a doação dos 24 paus (não consegui achar um link específico aky no viomundo): http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/dinheirohttp://www.conversaafiada.com.br/pig/2011/01/13/d

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Luiz Conceição

02 de fevereiro de 2011 às 11h30

Bingo! Azenha. Queria ver o humor da mídia sem os investimentos publicitários bancados pelo Governo que, diante do mau humor dos colonistas (PHA) econômicos e outros especialistas (todos somos técnicos de futebol) deveria receber miçangas ou espelhos…

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Farpa

02 de fevereiro de 2011 às 11h23

Eu faria mais do que isso, criaria uma lei de abrangencia nacional que proibiria qualquer orgão público, incluindo os tres poderes, de efetuar qualquer gasto em publicidade enquanto não fossem cumpridas as responsabilidades contitucionais básicas. Exemplo: Municípios, Estados e a União enquanto não cumprissem os gastos previstos constitucionalmente para saúde, educação e segurança, não poderiam gastar um centavo em verbas publicitárias.

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    LuizCarlosDias

    03 de fevereiro de 2011 às 18h22

    Essa ideia deveria ser posta em todos os meios, mesmo sabendo que sejam podados por uns, mas orkut, e-mails, blogos, cartas etc etc, é uma luz, é uma esperança, faça isso não fique so na intenção, vamos romper, quebrar as amarras, cortar as propagandas a todos os meios de governo por um ano, com previsão de ser 2 anos, isso sim o povo vai entender, o PIG vai espernear, vomitar fogo, vai taxar como censura.
    Já pensou a petrobras sem divulgar nadinha na globo e em seus tentaculos? VIVA o Brasil

Alexandre

02 de fevereiro de 2011 às 10h47

Quando escuto "corte de gasto"eu me preoculpo isso sempre sobra para os mais pobres porque o estado não corta nos salarios do politicos,extinção do Senado,cidades com menos de 100 mil habitantes vereadores sem salarios,e um novo pacto federativo qual a função dos estados ?hj municipalizaram tudo Governador hj mais simbolico mal cuidam da segurança atenção POLITICOS BRASILEIROS OLHJAM O EXEMPLO DOS IRMÂOS ARABES O POVO NÂO ESTA MAIS SUPORTANDO ISSSO CUIDADOS!

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Guillermo

02 de fevereiro de 2011 às 10h39

Quem vai pagar a conta é servidor público federal.
Deveríamos ganhar uma estátua.

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augustinho

02 de fevereiro de 2011 às 10h10

E simples, quando o mantega, a min do planejamento ou a propria Dilma ouvir em entrevista alguma pergunta envolvendo pressão sobre 'corte de gastos', ele-ela reagiria assim:
"Olha, vamos fazer o seguinte, voce pode me colocar agora aqui na linha (telefonica) o diretor comercial de sua emissora (empresa) e a gente discute na hora com ele a reduçao significativa da tabela de preços publicitaria nos anuncios governamentais da administraçao direta e indireta. Isso ai ja daria um bom empuxe no desejado 'corte de gastos publicos', não acha?
Alguem apóia ? Entao esperar a deixa deles que ela vai vir.

Responder

Mário Salerno

02 de fevereiro de 2011 às 10h01

Azenha, melhor que congelar as verbas publicitárias seria adotar uma política macroeconômica menos baseada em idéias ortodoxas. Em primeiro lugar, uma política monetária e fiscal que desmontasse essa lógica que se baseia num sistema tributário regressivo (que cobra mais de quem tem menor renda) e que transfere anualmente, sob a forma de juros, mais de 7% do PIB para os rentistas. E compare-se isso aos gastos com programas de transferência de renda: o gasto com o Bolsa Família em 2010 foi de aproximadamente R$ 13 bilhões.

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    Douglas da Mata

    02 de fevereiro de 2011 às 20h01

    Mário,

    Grande sacada. Princípio da capacidade contributiva consagrado na CRFB, e tornado letra morta. Quem pode mais, paga mais. Do outro lado, controle na entrada de capitais e quarentena de permanência. Corte na taxa de juros.

    Controle do consumo com mexida da expansão do crédito com aumento no compulsório.

ebrantino

02 de fevereiro de 2011 às 09h37

Acredito, Azenha, que a sugestão colocada pelo seu post scriptum, atingiu a mosca (ou seriam "as moscas" ?) e poderiam representar uma boa economia de verbas, sem prejudicar em nada, absolutamente, a divulgação do trabalho do governo e das estatais. Claro que não pode ser medida para vigorar ad aeternum mas estabelecida por um breve interregno ( sou bondoso, sugiro até o fim de 2011, ) vai ajudar bastante, e, de quebra, pode propiciar uma boa ocasião para melhor avaliação das reais necessidades dessa publicidade. Não sei porque é preciso convencer, por exemplo, em propaganda caríssima, e muito bem feita, que "o sonho de consumo dos carros é a gasolina Petrobrás. Pergunta : Há outra no Brasil? – Outra pergunta, será que parando com essa BESTEIRA, que serve apenas para inflar o ego de alguns, e subornar o Pig – sem resultado algum -o povo vai abandonar os postos Petrobrás? Não o creio. Entre subornar o PIG e continuar sofrendo ataques dele, e sofrer ataques sem suborná-lo, o bom senso aconselha a segunda hipotése. Não sou publicitário, nem jornalista, e apenas pratiquei marketing prático, mas ofereço-me graciosamente ( de graça mesmo, isto é, sem remuneração, nem cargo, nem recompensa alguma, salvo a minha consciência – também não sou e nunca fui candidato a nada e nunca recebí um tostão de cofres públicos salvo a minha "ENORME" aposentadoria do INSS, eu dizia ofereço-me de graça a mapear os anúncios e propagandas absolutamente inócuas, quando não ridiculas ou prejudiciais, certamente pagas a peso de ouro, repito, APENAS PARA SUBORNAR O PIG E AFAGAR O EGO DE DIRIGENTES DE ESTATAIS E OUTRAS INSTITUIÇÕES. Caso não queiram aceitar esta minha disposição de trabalho voluntário, permito sugerir : ATENÇÃO sr JOHANPETER, (GERDAU), você é alguem que muito admiro, e se vai trabalhar levando sugestões de gestão à presidencia, e como Voce, certamente está convencido, até pela sua posição, da necessidade de fazer economia (eu também) leve à Presidenta, pessoa prática e decidida, a ideia de suspender por um ano toda a publicidade, salvo, talvez as campanhas da SAUDE, e pouquissíma coisa mais. Neste periodo poderia ser consolidado um plano de otimização das verbas de publicidade e divulgação. SR. GERDAU, tenho absoluta certeza que algo de muito bom sairia disso, assegurando mais um louro à sua já enorme contribuição à nossa pátria, que nós gauchos, tanto prezamos.
Azenha amigo, pegando o seu gancho, deixei aí, à guisa de comentário, duas sugestões práticas, sem custo, e, acredito, bastante pertinentes e tempestivas. Estendo essas sugestões ao governador do meu Estado, RGS.

Responder

Douglas da Mata

02 de fevereiro de 2011 às 09h18

Azenha,

Eu não entendo nada de economia. Mas para entender a História, basta olhar os fatos: Ué, na octaéride fernandista (esse termo é do Delfim)havia nenhum ou quase nenhum investimento, crescimento inercial e demanda anêmica, e lá estavam: inflação disparada e juros estratosféricos.

Ué, se a história que se repete é farsa, como recomendar a mesma profilaxia que não deu nada certo quando as condições eram "as ideais"?

Como a permanência dos investimentos aumentará a valorização da moeda, se o que dizem querer controlar com seu corte é, justamente, a inflação, que no meu leigo entender é corrosão dessa mesma moeda?

Por que não falam o que tem que ser dito:

Sem controle da entrada de capital especulativo e controle do câmbio e, talvez, mudança da direção da expansão do crédito para o setor de bens de capital, não haverá como sair dessa equação de resolução improvável:

Somos alvo da cobiça especulativa porque estamos bem, e não o contrário. Logo, é preciso afastar a cobiça, e não ficarmos mal.

Um abraço.

Responder

Klaus

02 de fevereiro de 2011 às 08h35

O PT deveria seguir conselhos como este. De que adianta assumir o poder e seguir a cartilha neoliberal demo-satânico-tucana que tanto combate. Corte nos juros já! O que o PT conseguiu seguindo a cartilha neoliberal? Tá certo, o país cresceu como nunca, houve distribuição de renda, milhões saíram da linha da pobreza, temos as maiores reservas da história, não devemos nada ao FMI, Lula saiu do governo com 96% de aprovação e conseguiu eleger sua sucessora, uma até então desconhecida. Mas fora isto, o que seguir a cartilha neoliberal do governo FHC trouxe de bom ao país? Nada. Melhor teria ter seguido as idéias como esta do artigo, que fazem jus ao pensamento petista. As vezes eu me pergunto: porque o PT no governo há oito anos e com mais pelo menos quatro pela frente não seguem estas ideias? O que os impede? Bom senso?

Responder

    Felipe

    02 de fevereiro de 2011 às 14h20

    Os petistas são malandros, não burros…

    Falam uma coisa e continuam seguindo as diretrizes econômicas deixadas pelos tucanos.

    Bom para o Brasil.

    Douglas da Mata

    02 de fevereiro de 2011 às 19h56

    Ué, Felipe, se os petistas fazem o que os tucanos fazem, como explicar resultados tão díspares? Veja: a taxa de juro tucana era o dobro em 2002, inflação acima de 15%, reserva cambial em menos de U$20 bi, dólar a 3.97 de real, desemprego recorde, crescimento nanico, fundamentos macroeconômicos destroçados, confiança quase-zero, dívida externa, FMI com Malan no cabestro, etc, etc, etc.

    Bom, eu nem vou perguntar sobre o tamanho da crise que enfrentamos em 2008/09, se compararmos com o soluço de 99 e 2001, onde alguns países asiáticos e o México sofreram ataques especulativos rotineiros que devastaram nossa economia, ou seja, até a "crise" tucana foi refresco, mas a economia do país quebrou assim mesmo.

    Então, eu pergunto de novo: será que os "deuses" conspiraram contra os tucanos?

    Klaus

    02 de fevereiro de 2011 às 21h03

    Douglas, em rápidas palavras, quais foram as diferenças entre PT e PSDB na economia?

    Alan

    03 de fevereiro de 2011 às 11h38

    Klaus,a diferença entre o PSDB e o PT na economia podem ser notadas no próprio papel que o estado teve na gestão tucana e no governo petista.Os tucanos seguiram os príncipios do estado mínimo,com a crença de que a economia se auto-regula,as privatizações são exemplo do desmonte que os tucanos estavam fazendo na economia e no estado brasileiro.No governo Lula por outro lado,o desmonte do estado foi contido e o governo petista passou há aumentar e a fortalecer o papel do estado na economia,ou seja,o estado brasileiro passou a ser um dos principais indutores do crescimento econômico.Outra diferença entre o PT e o PSDB está nos investimentos em infra-estrutura,enquanto no governo tucano praticamente não houve investimentos do estado em Infra-estrutura,no governo Lula o estado retomou esse papel e fez grandes investimentos,o que contribuiu para dinamizar a economia e gerar milhões de empregos com carteira assinada.continua…

    Alan

    03 de fevereiro de 2011 às 11h56

    continuando…outra diferença entre o PT e o PSDB e esta:enquanto os tucanos tiveram baixo crescimento econômico e houve aumento da concentração de renda nas mãos de poucos,no governo Lula a economia cresceu distribuindo renda e diminuindo a desigualdade social.Outra grande diferença esta na geração de empregos com carteira assinada:enquanto nos 8 anos de governo Lula foram gerados mais de 15 milhões de empregos,no governo FHC foram criados apenas 5 milhões.As diferenças na economia entre o PT e o PSDB e bem grande,e uma prova está na comparação dos indicadores econômicos de 2002 com os de 2010.

    Douglas da Mata

    03 de fevereiro de 2011 às 12h05

    Klaus, você quer debate ou frase de efeito? Eu poderia começar pelo fim, afinal, se os efeitos das políticas econômicas são tão diferentes, como supor que essas poíticas são siamesas?

    Ou seja: se agora deram certo, e no passado deram tão errado, os tucanos escolheram mal hora de aplicá-las, e se governar é fazer escolhas, logo…

    Mas se você quer palavras rápidas aí vão: Taxa de juros é a metade, inflação controlada e maior inclusão social da história, com aumento brutal da capacidade de consumo do mercado interno. Reflexo óbvio na taxa de emprego. A menor de todos os tempos, mesmos em tempos de desemprego mundial.
    Reservas cambiais que permitiram enfrentar a maior crise desde 1929, somada às medidas anti-cíclicas, que tornaram o país exemplo para o mundo.

    Talvez a gestão dos fundamentos macroeconômicos, pautados pela ortodoxia e pelos "sacerdortes do deus-mercado", como a política monetária seja o ponto em comum entre as administrações, mas o diferencial é POLÍTICO. Quer dizer: O governo do peão teve sensibilidade e escolheu POLITICAMENTE o desenvolvimento com viés social forte.

    Não há respostas rápidas, mas uma olhada rápida permite a qualquer um entender que tanta diferença não pode ser obra do acaso.

    Um abraço.

    Ⓐnti

    02 de fevereiro de 2011 às 19h55

    O Klaus andou lendo Kropotkin…

    ZePovinho

    03 de fevereiro de 2011 às 00h00

    É simples,Klaus.Já postamos artigo aqui dizendo que existe uma massa de capital especulativo(bastante em empresas e em títulos da dívida pública) que equivale a 3 vezes o valor das reservas em dólar que o país tem.Mesmo assim,a taxa de juros no final de 2002 era de 25,5% e agora está em 11,75%.O PT fez muito,mas cavalo de pau não faz parte do repertório.

Daniel Campos

02 de fevereiro de 2011 às 08h24

Que tal tomar o caminho mais racional e fazer uma bela auditoria nessa dívida para ver o que de fato é devido e o que é invenção? E fazer como a Argentina, "pagamos 20%, aceite ou fique de mãos vazias"?

Basta de rentistas sugando o país até a morte como _literais_ parasitas.

Responder

    Klaus

    02 de fevereiro de 2011 às 21h04

    Apoio totalmente. Façamos um abaixo assinado. Onde eu assino?

    Sagarana

    03 de fevereiro de 2011 às 09h16

    Eu também. Vai Dilma, resgata os compromissos históricos do PT. Coragem!

Luiz Rogerio

02 de fevereiro de 2011 às 08h17

Isso mesmo Azenha, chega de ver o PIG metendo o pau no governo e na página seguinte os anunciantes serem empresas, ministérios etc.. do próprio governo.

Queremos um basta nisso, manda o PIG sobreviver com as empresas particulares da vida…

Responder

Sagarana

02 de fevereiro de 2011 às 07h03

PS do Sagarana: Seria melhor começar o corte de gastos públicos pelo congelamento de todas as verbas de corrupção. Será que esse tipo de corte de gastos nossos heterodoxos topam?

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Niveo Roberto Campos

02 de fevereiro de 2011 às 05h44

E as verbas publicitárias destinadas ao PIG e seus asseclas?
Qual foi o valor já gasto por estes anos a fora?

Niveo Campos e Souza

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Lucas Cardoso

02 de fevereiro de 2011 às 00h20

Eu estou preocupado com esses cortes. O Brasil tem que investir mais, e não menos. Se falta dinheiro, então faça-se a reforma tributária com taxação progressiva. Corte de gastos desestimula a economia. Espero que a mídia esteja exagerando.

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ZePovinho

02 de fevereiro de 2011 às 01h10

E essa massa de quase 200 bilhões de reais na mão de 20 mil famílias de rentistas???Isso não causa inflação não??Se a quantidade de moeda aumenta no mercado…..
No fim é tudo papo furado.O maior gastador é o Banco Central,quisto de bandidos rentistas que desviam bilhões de reais dos cofres públicos para alimentar escravocratas financeiros que não querem produzir.Querem ficar nas casas-grandes,embolsar lucros de,no mínimo,30%(como no tráfico de escravos,naquele livro "Barão de Mauá-empresário do Império") sem dar no batente.
Privatizaram o Estado e o transformaram numa fazenda de café.

Responder

Julio Cesar

02 de fevereiro de 2011 às 01h09

Idéia genial! Vou propor lá no site da Dilma!

Responder

Marcilio

02 de fevereiro de 2011 às 01h08

o que esperamos é ver estes cortes resultarem em uma tributação mais maneira!

Responder

Fabio SP

02 de fevereiro de 2011 às 00h56

É bom cortar msm. A dívida pública já passou de 1,3 Tri… É bom pegar de volta o dinheiro que emprestamos para o FMI, né não.

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