VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Carta Maior: Joaquim Barbosa dá voz ao 12º ministro, a mídia


13/09/2013 - 13h17

Charge de Vitor Teixeira, Pressão por carniça

de Carta Maior

Quando o 5º voto contra, declarado pelo ministro Marco Aurélio, empatou o jogo na apreciação dos embargos infringentes da AP 470, Joaquim Barbosa preferiu não arriscar.

Excepcionalmente frio e discreto, soprou o apito final da sessão e adiou o desfecho para a próxima semana, concedendo assim tempo e voz  ao 12º ministro para agir: a mídia conservadora.

Caberá a ela sacudir o cansaço da classe média com o assunto e mobilizar ‘o clamor da sociedade’ para emparedar o decisivo voto de desempate, que coube ao ministro Celso de Mello.

Em tese, não seria preciso o ardil. O decano do STF  formou com Barbosa e Gilmar o trio de detratores da política em geral e do PT, em particular, nesse desfrutável processo através do qual o conservadorismo pretendeu realizar a sua capacitação ao poder, depois de seguidamente reprovado nas urnas.

Há um constrangimento, porém, que explica a cautela do presidente do STF e magnetiza as atenções de todo o mundo do Direito. Para  que jogue a pá de cal contra os réus, Celso terá que renegar  a própria biografia jurídica, pautada pelo reconhecimento da pertinência dos embargos.

Se o fizer, despindo-se da toga para subir ao palanque –do que tentará convence-lo a mídia isenta– consumará a natureza política de um julgamento polêmico, todo ele cercado de excepcionalidades.

Rasgará não apenas a sua reputação, mas a do próprio STF, abrindo uma trinca dificilmente cicatrizável no já fragilizado abrigo da  equidistância do Direito no país. A ver.

Leia também:

Bandeira de Mello: “Espero que os embargos ajudem a mitigar injustiças”

“Segredo no inquérito 2474 vai na contramão da Lei da Transparência”





72 comentários

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Lindivaldo

15 de setembro de 2013 às 21h16

Até o “Estadão”, que é um dos cúmplices das arbitrariedades cometidas no julgamento do mensalão, reconheceu as artimanhas vergonhosas do Joaquim Barbosa e outros Ministros na última sessão.
Veja a reportagem:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,celso-de-mello-pede-para-votar-mas-barbosa-ignora-,1074206,0.htm

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Olavo

15 de setembro de 2013 às 18h19

Gostaria da saber de onde vem a raiva que o Joaquim e o Fux parecem ter do PT, o Gilmar tudo bem, foi indicado por FHC e cumpre o papel dele, mas esses dois, sinceramente não entendo. Só se no processo de escolha eles, dois, foram submetidos a um processo humilhante, e agora tentam se vingar, só pode ser isso.

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Defensores dos embargos infringentes têm novo argumento de peso - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de setembro de 2013 às 02h25

[…] Carta Maior: Joaquim Barbosa dá voz ao 12º ministro, a mídia conservadora […]

Responder

Messias Franca de Macedo

15 de setembro de 2013 às 00h17

A alma pequena dos leitores da ‘grande’ mídia

Otávio Frias Filho no Instituto Millenium
Que tipo de leitores a mídia está atraindo? Um bom exercício para responder a esta questão, como repararam amigos do Diário, é a mera leitura dos comentários deixados nos seus sites.
Tinha feito isso algumas semanas atrás com os blogs da Veja. Notei, ali, que Reinaldo Azevedo atraía leitores tão repulsivos quanto aquilo que ele escreve. O mesmo quadro vale para os outros dois colegas de Azevedo, Augusto Nunes e Ricardo Setti.
Em outros grandes títulos da mídia, não é diferente. As manifestações sobre a morte de Gushiken em sites como o da Folha e o G1 têm sido simplesmente pavorosas.
Você lê aquilo e pensa: o brasileiro tem uma alma tão grotesca? Ou é a mídia que atrai hoje um tipo de gente sem qualquer grandeza moral?
Se você avalia os brasileiros pelos leitores da mídia, é obrigado a classificá-los como mesquinhos, desapiedados, raivosos, preconceituosos e fanatizados. Para usar uma personagem de nossos dias, são o oposto de, por exemplo, o Papa Francisco.
Somos isso mesmo?
Um comentário posto no G1 simboliza a alma de seus leitores: “Bandido bom é bandido morto”. Havia centenas de outros na mesma linha.
No site da Folha, uma amostra: “Em enterro de verme só vermes participam.” Curiosamente, um comentário na Folha foi removido sob a alegação de que feria as “regras da casa”.
É difícil imaginar o que esteja fora das regras quando você lê uma coisa assim: “Desculpem a impaciência, mas … quando vão chamar o Lula? O que esse hospital deve estar gastando com produto de limpeza …”
Tenho para mim que esta é uma fração dos brasileiros, e cada vez menor. Se não fosse assim, Serra – a grande esperança branca desse tipo de gente — seria presidente da República ou, ao menos, prefeito de São Paulo. E Joaquim Barbosa seria seu sucessor, numa chapa com Gilmar Mendes. (O STF na versão inicial sob JB, aliás, representava juridicamente aquele lamentável tipo de brasileiro.)
A mídia tradicional tem sérios problemas, como o Diário vem apontando com frequência.
A atração que exerce – não à toa – sobre brasileiros de caráter ruim é um deles.

Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-alma-pequena-dos-leitores-da-grande-midia/

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Jayme Vasconcellos Soares

14 de setembro de 2013 às 22h57

Os cinco juízes, que até então votaram contra os embargos infringentes, são os mesmos que vêm adotando medidas inconstitucionais para atingir o Congresso brasileiro; eles pretendem instituir uma ditadura do judiciário, em nosso País, para atenderem os interesses das oligarquias, e exógenos, imperialistas.

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Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 18h30

Gilmar Mendes PREVARICOU [MAIS UMA VEZ], e faltou com o decoro! Julgamento cada vez mais sob absoluta suspeição!

################

TIRO SAIU PELA CULATRA
sab, 14/09/2013 – 16:13
Atentem bem para as datas.
FHC enviou o Projeto de Lei ao Congresso Nacional no ano de 1998. Nesta data o Min. Gilmar Mendes ainda era o Advogado-Geral da União, tendo sido empossado ministro do STF somente em 20 de junho de 2002, por indicação do próprio FHC.
Na última quinta-feira, dia 12/09/2013, quando o Min. Gilmar Mendes fez aquele teatro para negar a admissibilidade aos embargos infringentes a onze acusados no processo do MENTIRÃO, pelo cargo que então ocupava, ele, Gilmar Mendes, tinha pleno conhecimento da existência da rejeição da proposta de emenda aditiva à Lei 8.038/90, que derrogaria o inc. I, do art. 333, do Regimento Interno do STF.
Todavia, por velhacaria, cretinice ou má-fé, o Min. Gilmar Mendes omitiu essa informação a seus pares, o que daria novos rumos ao julgamento naquela sessão do Pleno.
Porém nem tudo está perdido, pois, na próxima sessão do STF, os ministros que votaram com o relator podem rever seus votos.
Assim, se houver correção de votos, podemos dizer que o tiro saiu pela culatra com a chicana do Min. Joaquim Barbosa de jogar para a outra sessão o voto do Min. Celso de Mello, com o fim de dar oportunidade ao PIG e aos mervais da vida para pressioná-lo a mudar seu entendimento sobre os embargos infringentes, como efetivamente está ocorrendo, chegando o esgoto Veja até a ameaçar a integridade moral do Decano, caso que vote pela admissibilidade dos ditos embargos.

Comentário postado por Gilson Raslan
em http://jornalggn.com.br/noticia/congresso-manteve-embargos-infringentes

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Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 18h11

Carmen Lúcia

Tá vendo aí ministra. Tá vendo aí.

Seus argumentos foram desmascarados pela Globo.

E a senhora sabia disso.

Em post anterior já tinha comentado sobre a cena da ministra:

“Cármen Lúcia por influência de Bizet arriscou com o seu canto enfeitiçar e seduzir a plateia, mas se perdeu quando os seus olhos demonstravam perplexidade e pavor enquanto os seus lábios tremiam ao recitar o seu ato.”

Comentário postado por Assis Ribeiro
sab, 14/09/2013 – 17:22
em http://jornalggn.com.br/noticia/congresso-manteve-embargos-infringentes

Link: http://jornalggn.com.br/noticia/a-teatralizacao-do-julgamento-da-

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Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 15h25

Os energúmenos alopraram de vez! O DEMotucano (RN) ‘aGRIPEno’ Maia reivindica que o voto do ministro Celso de Mello seja o de Joaquim! Entenda “a cabruagem”!

#############

Rejeição de recurso aliviará ‘estresse’, diz opositor
João Domingos – O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA –
(…)
Voto desempate. O presidente e líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que, em sua opinião, o Supremo Tribunal Federal deveria adotar a fórmula já usada pelos tribunais eleitorais, quando há empate em algum julgamento. “Nesse caso, já consagrado pelos TREs, quem desempata sempre é o presidente da Corte”, lembrou Agripino.
“Com todo respeito a nosso decano do STF, acho que a fórmula mais perfeita a ser adotada agora em relação aos embargos infringentes é a que é usada nos TREs: o desempate é sempre do presidente”. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, já deu o voto como relator do processo do mensalão. Ele rejeitou os embargos, por entender que não cabem os recursos.

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,rejeicao-de-recurso-aliviara-estresse-diz-opositor,1074143,0.htm

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RESCALDO: sem comentário!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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    Bonifa

    15 de setembro de 2013 às 17h31

    Agripino é um homem de muita sorte. Ao contrário do seu companheiro de partido Demóstenes, que não teve como escapar, ele conseguiu contornar o seu tremendo problema com a Justiça, já que tudo foi adiado para as calendas. Agora é aproveitar enquanto o vendaval não volta. Depois poderá vir até o dilúvio. Esta coisa de biografia, para certos políticos, é coisa de neobobos.

Haroldo

14 de setembro de 2013 às 14h55

Fux contradiz seu próprio voto

Publicado em Quinta, 12 Setembro 2013 23:53
Escrito por Daniel Pearl

Na ânsia de se mostrar obediente aos barões da mídia e seguir o presidente do STF, Joaquim Barbosa, Luiz Fux defendeu agressivamente a renovação dos embargos infringentes. Discursou fora do tom, irritado, falando alto, e fazendo referências aos votos posteriores, como se fosse um militante de uma causa, e não um juiz.

Entretanto, o Tijolaço acaba de publicar uma descoberta interessante. Fux defendeu enfaticamente embargos infringentes no ano passado.

Leia o que disse Fux, em voto pronunciado em fevereiro de 2012:

“A respeito do tema, está previsto no parágrafo único do artigo 609 do Código de Processo Penal o cabimento de embargos infringentes e de nulidade, quando em apelação ou recurso em sentido estrito, por maioria, for proferido julgamento desfavorável ao acusado. No âmbito do Supremo, a matéria está disciplinada no regimento interno, admitindo-se os infringentes como via adequada para impugnar decisão condenatória, não unânime, proferida em ação penal, quando julgada improcedente a revisão criminal e, ainda, em face do desprovimento de recurso criminal ordinário (RISTF, artigo 333, incisos I a III e V). ”

Esse julgamento dá cada vez mais provas de ser um julgamento de exceção. É constrangedor. O que pensam esses juízes, e os setores que pressionam para que se atropelem leis, regimentos, tradição, princípios legais? Que os réus serão condenados e tudo ficará por isso mesmo? Que não vai haver debate sobre a ilegalidade das decisões, e demandas por revisão?

Fonte: O Cafezinho.

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Haroldo

14 de setembro de 2013 às 14h16

Fux contradiz seu próprio voto

Publicado em Quinta, 12 Setembro 2013 23:53
Escrito por Daniel Pearl

Na ânsia de se mostrar obediente aos barões da mídia e seguir o presidente do STF, Joaquim Barbosa, Luiz Fux defendeu agressivamente a renovação dos embargos infringentes. Discursou fora do tom, irritado, falando alto, e fazendo referências aos votos posteriores, como se fosse um militante de uma causa, e não um juiz.

Entretanto, o Tijolaço acaba de publicar uma descoberta interessante. Fux defendeu enfaticamente embargos infringentes no ano passado.
Leia o que disse Fux, em voto pronunciado em fevereiro de 2012:

“A respeito do tema, está previsto no parágrafo único do artigo 609 do Código de Processo Penal o cabimento de embargos infringentes e de nulidade, quando em apelação ou recurso em sentido estrito, por maioria, for proferido julgamento desfavorável ao acusado. No âmbito do Supremo, a matéria está disciplinada no regimento interno, admitindo-se os infringentes como via adequada para impugnar decisão condenatória, não unânime, proferida em ação penal, quando julgada improcedente a revisão criminal e, ainda, em face do desprovimento de recurso criminal ordinário (RISTF, artigo 333, incisos I a III e V). ”

Esse julgamento dá cada vez mais provas de ser um julgamento de exceção. É constrangedor. O que pensam esses juízes, e os setores que pressionam para que se atropelem leis, regimentos, tradição, princípios legais? Que os réus serão condenados e tudo ficará por isso mesmo? Que não vai haver debate sobre a ilegalidade das decisões, e demandas por revisão?

Fonte: O Cafezinho.

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Abelardo

14 de setembro de 2013 às 14h05

O judiciário brasileiro, liderado pelo STF, caminha a passos largos para o esgoto, para a deprevação, para superar os políticos e ser a instituição mais desacreditada e mais rejeitada pela população. Está, marginalmente, abusando, de modo traiçoeiro, de seus poderes e principalmente de seus deveres cívicos, éticos e morais. Não tenho como esconder esse sentimento de desprezo, de revolta e condenação a essa instituição que mais parece um cartel de serviçais da elite despudora e malfeitora, que comando esse país po séculos e séculos.

Responder

Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 12h23

MEMORIAL TELEVISIVO! ENTENDA

O doutor Rafael Mafei, emérito professor de Teoria do Direito da USP, proferiu uma aula magistral acerca da admissibilidade dos embargos infringentes no STF.

programa ‘Entre Aspas’, GloboNews, edição de 12/09/13.

http://globotv.globo.com/globonews/entre-aspas/t/veja-tambem/v/decisao-sobre-recursos-no-julgamento-do-mensalao-divide-stf/2821159/

NOTA: durante o programa, a âncora Mônica Valdvogel apresentou o vídeo no qual o decano ministro Celso de Mello defende, enfaticamente, a admissibilidade dos embargos infringentes! Defesa proferida durante o mesmo julgamento, o julgamento da Ação Penal 470. E propugna ainda a mudança do Relator do processo!

Respeitosamente,

Saudações democráticas,

Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 11h05

… Quem diria, “o supremo” Joaquim Barbosa viverá e morrerá ‘imortalmente (sic) chicaneiro’!… A vida e as suas lições emblemáticas!…

NOTA FÚNEBRE: um segundo(!) de silêncio, por favor!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

14 de setembro de 2013 às 09h43

CERREM-SE AS CORTINAS À IDADE MÉDIA! ENTENDA

#####################

‘VEJA MANDA UM RECADO: PODE CRUCIFICAR O DECANO

Foi exatamente para isso que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, conduziu uma chicana nas últimas sessões da corte, contando com a ajuda dos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello; os três queriam que houvesse uma capa de Veja no caminho do ministro Celso de Mello antes da decisão sobre os embargos; na última quinta-feira, ele pretendia votar, mas foi impedido pelo trio, na esperança de que o decano sucumbisse à pressão midiática; isso comprova que o jogo da mídia na Ação Penal 470, com a colaboração de alguns ministros do STF, é absolutamente imoral
14 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 06:38

FONTE: determinado órgão de imprensa nacional
##################
LÁ VEM O MATUTO COM ‘O DIÁRIO DO MENTIRÃO &$ DE OUTRAS MENTIRAS’ NAS MÃOS ‘SUJAS’!
Providências: ingresso no STF de uma Ação exigindo a imediata suspensão do julgamento da Ação Penal 470, objetivando:
A restauração da ordem democrática e do respeito absoluto ao Estado Democrático e de Direito;
A ação deverá exigir ainda punição severa aos agentes externos ao Poder judiciário que teimam, descaradamente, em influenciar a conduta dos membros da Suprema Corte Nacional. Ademais, a queixa crime deverá apresentar cabalmente as ingerências facciosas de setores engajados da mídia brasileira, cerceando e tentando pautar a consciência dos juízes e das juízas do mais elevado tribunal do país, tradução de um inaceitável acinte e deplorável ‘achicalhamento’ da ordem jurídica e processual Penal;
A Ação deverá reivindicar também à observância plena às garantias individuais asseguradas por múltiplos tratados internacionais;
O processo deverá ser publicizado, objetivando levá-lo ao conhecimento da sociedade brasileira.

NOTA: a Ação deverá incluir e questionar as chicanas protelatórias encampadas pelo atual presidente do STF e relator da Ação penal 470, especificamente em relação aos fatos graves atinentes à suspensão das últimas sessões que poderiam já ter definido a querela: aceitação ou não dos embargos infringentes – e constantes no Regimento Interno do STF (sic)…

RESCALDO: em não havendo a propugnada Ação Judicial, a nação brasileira estará sendo conivente com o regresso à Idade Média, e abonando um lastimável e degradante processo Inquisitório e fascista…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

juma

14 de setembro de 2013 às 06h56

Ex-presidente do STF, Nelson Jobim adere ao “abraço-assinado” em apoio a Genoino
http://www.genoino.org/?p=1033

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Gilles

14 de setembro de 2013 às 02h44

O Globo já se posicionou a favor dos embargos, em matéria de grande destaque da sua home page:

http://oglobo.globo.com/pais/em-1998-congresso-decidiu-manter-embargo-infringente-9959255

Manchete enganosa; a CCJ (e não o grande plenário) decidiu manter a ambiguidade sobre o assunto, sem definições na letra da lei. Mas bem, é um artigo de opinião que aparece lado a lado de furos de notícia. É tomada de posição.

Responder

Augusto

13 de setembro de 2013 às 23h48

Pelo amor de Deus, basta dessa palhaçada! Cadeia aos marginais!

Responder

FrancoAtirador

13 de setembro de 2013 às 23h25

.
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Os Tucanalhas estão tão desesperados com a possibilidade do ministro Celso de Mello

votar pela admissibilidade dos embargos infringentes no Supremo Tribunal Federal

que já ultrapassaram as raias da má-fé e estão beirando a Psicose Maníaco-Depressiva.
.
.

Responder

cassio

13 de setembro de 2013 às 22h57

Se a elite e o PIG acreditam que realmente os réus do “mensalão” são culpados, por que tanto medo?

Responder

Lindivaldo

13 de setembro de 2013 às 22h10

Ontem, no plenário do STF, o Ministro Marcos Aurélio votou contra a admissibilidade dos embargos infringentes.

Opondo-se a um legítimo recurso de defesa do indivíduo contra o Estado, de origem secular, constante dos regimentos internos do STF, e que vem sendo manejado há décadas por condenados, o Ministro zangou-se com quem supôs tratar-se de casuísmo.

Não explicou como os embargos infringentes, tão usualmente aceitos no STF, tornaram-se, de repente, algo obsoleto, incompatível, justamente às vésperas do desfecho de um dos julgamentos mais questionados do século!

Como advogado do indefensável, o Ministro fez uma defesa longa e oca, com voz aveludada, gestos ensaiados, mas sempre de olho nas câmaras de TV.

Não disse que a supressão do recurso era um mal necessário, como o foi, para ele, o golpe de 64 e suas torturas, preferiu optar por o enquadrar como uma questão de isonomia com outros colegiados, retrabalho, superposição, e outros babados…

E, por fim, apelou e falou de um novo STF, sincronizado com o povo, que
surge implacável com a corrupção!

Era a ética seletiva, a velha pauta da direita em ação.

Ai, trêmulo de emoção, entra em cena o aparte do Gilmar Mendes, cheio de um velho ódio, político e partidário, a sacudir seus maxilares e lábios, inaugurando-se, naquela histórica sessão, um novo STF.

Com vigência, é claro, a partir dos réus do mensalão!

Onde tudo se fez novo desde o começo da ação…

Se não havia prova, bastou uma teoria, seja de quem ou de onde for, ou, até mesmo, uma denúncia da Globo, da Veja, da Folha!

E haja inquérito paralelo, desmembramento, seletividade de laudo, sigilo, cerceamento da defesa, e, principalmente, celeridade e muita celeridade!

Pois, de agora em diante, o que vale é a algema, a prisão; afinal, o símbolo é tudo!

Que se dane o Diário da Justiça; e se publique no Globo ou na Veja!

Que fiquem para trás o velho STF e seus fantasmas: o mensalão tucano, a operação satiagrara, o castelo de areia, cachoeiragate, e tantos outros processos incômodos que estão caducando!.

Porém, o anúncio do novo, em velha voz, costuma destoar!

Pois, quando o “novo” Ministro Marcos Aurélio foi contraditado, na mesma sessão, pelo Ministro Barroso; e, não encontrando argumento, apelou para a velha tradição: chamou-o de “novato da corte”.

O sentido do “novato “, na interpretação “Aureliana”, significa que a velha prática está correta e vai permanecer, dependendo apenas da conveniência…

Ademais, há três dias, o novo marcos Aurélio foi ao Rio para homenagear seus velhos amigos.

Como convidado, prestigiou a posse do “imortal” FHC na Academia de Letras ao lado do tucanato de alta plumagem, tais como, o Serra, o Aécio, o Alckmin.

No entanto, o Fernando Henrique, seu velho amigo, não pode ser citado como exemplo ética para o “novo” Marco Aurélio.

Afinal, ao FHC atribui-se, com vasta provas, a compra de 150 deputados, ao preço de R$ 200 mil por cabeça, para a compra de sua reeleição.

Ainda contra o mesmo constam várias denúncias nos Livros “A Privataria Tucana” e no “O Príncipe da Privataria”.

E com todos essas denúncias, o velho FHC, eternamente inimputável, nunca foi incomodado nem pela imprensa, nem pela PGR, e muito menos pelo ministros do STF, incluído o velho Marcos Aurélio, ou seja, pelo antigo STF.

Responder

anac

13 de setembro de 2013 às 21h23

o STF subverte a finalidade formal que devia justificar sua função. Ao invés de uma instância “superior, independente e imparcial” destinada a zelar pelas garantias constitucionais, temos o cenário, subalterna e midiaticamente tutelado, da judicialização da política e dos conflitos democráticos.
GLOBO a quarta ponta do triangulo.
“Os Estados Democráticos de Direito adotam a concepção de que o sistema processual (para que se tenha um processo justo), deve supor uma relação triangular entre acusação, defesa, Juiz e, ainda, garantir o desinteresse pessoal do juiz, a respeito do que está em jogo no processo.
A pressão exercida de forma massificante pela mídia para a condenação dos réus da Ação Penal 470 introduziu uma quarta ponta neste triângulo.
O “partido nazista” nos processos judiciais da Alemanha de Hitler e o “partido stalinista” na velha URSS eram a “quarta ponta do triângulo” nas suas respectivas épocas históricas”

Responder

oziel f. albuquerque

13 de setembro de 2013 às 20h53

Eu não tem ilusão, o ministro Celso de Melo vai votar para agradar a globo.

Responder

    anac

    13 de setembro de 2013 às 21h31

    Também tenho essa impressão. Até pelo fato do decano já ter mudado seu entendimento para agradar a mídia.

Marat

13 de setembro de 2013 às 20h46

Desde a Suprema Chicana do Supremo Ministro, até o presente momento, os celulares e os e-mails do Ministro Celso provavelmente já devem ter recebido mais de mil mensagens da impren$$$a, prometendo-lhe 12.874 matérias favoráveis, com direito a odes, versos, elogios etc., e outros prêmios de maior monta. Além da mídia burguesa, instituições do nível de um Instituto Millenium e Institutos FHCs da vida, provavelmente também já lhe prometeram títulos e mais títulos, especialmente o de cidadão honorário do Brazil (ou do Brasil do B). Ele certamente será entrevistado por Jôs e outros assimilados, e será eternamente ovacionado por esta turma, se ele, digamos, fizer o que eles desejem… Lógico que o julgamento da História levará mais de 50 anos, e, até lá, talvez nem haja mais vida na terra…, portanto, creio que o Ministro deverá agir como todo bom burguês: Carpe Diem…
Mas esse não é o mais legal da história. Os mensalões do PSDB e do “DEM”, se é que sejam julgados, o serão como uma tertúlia, e todos pegarão no máximo 15 dias de cana, que poderá ser abrandada, pelos bons antecedentes da turma!

Responder

ricardo silveira

13 de setembro de 2013 às 20h22

Os juízes do atual STF não surpreendem mais ninguém, todos os brasileiros sabem do que são capazes e, por isso, será uma surpresa muito agradável se o voto do decano for pelo acolhimento dos embargos infringentes. É torcer para que isso aconteça, pois o Brasil precisa de Justiça.

Responder

Rodrigo Leme

13 de setembro de 2013 às 18h53

Parabéns para o ministro Barroso, cujo escritorio de advocacia ganhou uma concorrência com dispensa de licitação no valor de R$ 2 mi da União. É muita sorte para uma pessoa so, não é? Certamente isso não tem nada a ver com nada.

http://www.implicante.org/noticias/escritorio-novato-stf-recebeu-dispensa-licitacao-r-2-milhoes-uniao/

Responder

    Bonifa

    14 de setembro de 2013 às 09h35

    Parabéns pelo empenho, você e sua turma vão longe. “Escritório ligado ao ministro” não é escritório do ministro. Dispensas de licitação, totalmente legais, também, são mais comuns que licitações. Não implica que sejam mamatas. Implicações deste nível de comprometimento não são a mesma coisa que receber de Daniel Dantas um contrato milionário para seu escritório, como sucedeu ao gênio criador do Mensalão, procurador Antonio Fernando, logo que deixou o comando da PGR.

    renato

    14 de setembro de 2013 às 17h50

    Com propriedade.
    Não a material, as palavras.
    Se você diz Bonifa, tá dito.

    Rodrigo Leme

    14 de setembro de 2013 às 19h55

    “Ligado ao ministro” é ótimo. O escritorio tem o nome dele, tanto no contrato social como na razão social.

    Dizer que ele é só “ligado” é como dizer que seu pai é seu “conhecido”.

    E sim, dispensas de licitação são comuns, apesar que elas exigem condições de valores irrisórios (não é o caso) ou conhecimentos / serviços únicos sem semelhante no mercado. Eu tenho curiosidade em saber o que é, vc não?

    Claro, sem contr o timing da coisa. Em coisa de 2 meses, Barroso assume o STF e ganha contrato de 2 mi com a União? Vou pedir a ele os números da Sena.

    Bonifa

    15 de setembro de 2013 às 17h44

    Barroso se desligou do escritório para assumir o Supremo. Você garante que ele continua atuando no escritório? Isto sim, seria muito grave, e aí você teria uma verdadeira denúncia, que seria assim: “Ministro Barroso, apesar de assumir no Supremo, continua trabalhando em escritório de advocacia”. Esta sim, seria a sua “bomba”. Porque a que você apresentou, não passa de um traque vencido.

    Rodrigo Leme

    15 de setembro de 2013 às 20h42

    Poda vida, é verdade! Ele não advoga mais no escritorio (que é dele). Mas que azarado, não? Não vai poder trabalhar neste contrato que a empresa (que é dele) vai receber.

    Quanto azar.

    Francisco

    14 de setembro de 2013 às 19h53

    Foi esse tipo de noticia que levou ao mensalão, mas não fez a Alston ser investigada mais cedo.

    Foi esse tipo de “jornalismo” que fez as pessoas da Escola Parque sumirem do mapa.

    Ou tem prova concreta ou não passa de um reles Joaquim Barbosa qualquer…

    J Fernando

    14 de setembro de 2013 às 21h56

    Parabéns pela pesquisa. Depois a gente debate esta sua descoberta.
    Mas, vamos ao que interessa: praticamente TODOS os ministros já votaram anteriormente a favor dos embargos. Você concorda em mudar as regras do jogo agora, como eles estão fazendo?

    Rodrigo Leme

    15 de setembro de 2013 às 12h24

    Acho que os embargos deveriam ser aceitos sim. Mas até ai eu tbm achava que ex-advogado do acusado deveria se excluir de ser juiz do caso. Eu acreditava que juízes indicados durante o julgamento por partido interessado no resultado não deveriam participar da revisão do caso.

    Enfim, porque algumas distorções são inaceitáveis e outras são? Melhor: pq algumas são atacadas nesse site e outras são ignoradas, como se não existissem?

    Marcilio Serrano

    15 de setembro de 2013 às 16h40

    Rodrigo,

    Segundo sua linha de suposições quanto pode ter custado o HC do Cacciola e do Daniel Dantas?

    Por estas e outras que sempre falo que seus comentários são dignos de risadas, sempre na linha da infantilidade.

    Falta seriedade nos seus comentários….

    Rodrigo Leme

    15 de setembro de 2013 às 20h38

    Sua opinião é muito importante para nós. Por favor aguarde na linha mais alguns instantes.

Cairbar

13 de setembro de 2013 às 18h20

Tenho certeza de que o Ministro Celso de Melo votará pelos réus. Ele é lúcido , consciente e decente.

Responder

Catimba de ministros e manobra de Barbosa impedem Mello de votar - Viomundo - O que você não vê na mídia

13 de setembro de 2013 às 18h00

[…] Carta Maior: Joaquim Barbosa dá voz ao 12º ministro, a mídia conservadora […]

Responder

Preto Velho

13 de setembro de 2013 às 17h34

Um amigo me disse: “Se as opiniões estão divididas, é porque ambas têm argumentos fortes para defendê-las. Logo, o último voto não será técnico, porque tudo o que já poderia ter tecnicamente dito já fora. O último voto terá peso político”.

Dou razão.

Responder

Silvio I

13 de setembro de 2013 às 17h31

Este processo tem todas as condições para ir para as Cortes Internacionais. Sô o problema do bancário que foi julgado ai já tem matéria para ser discutido na OEA. Isto sem entrar nos outros casos, que são peludos.Ai o STF e o Brasil vão a ficar mal parados.

Responder

Messias Franca de Macedo

13 de setembro de 2013 às 16h23

ÀS CORTES INTERNACIONAIS DO DIREITO E DOS DIREITOS HUMANOS!

A discussão era técnica: os embargos infringentes – constantes no regimento interno da Casa [o STF] – devem ou não ser aceitos? Bastam os advogados dos réus apresentarem o vídeo do destempero grotesco do Gilmar Mendes, vociferando aspectos do mérito do julgamento – e aproveitando para achincalhar ainda mais os condenados -,… E bimba! Revisão do processo criminal! E desmoralização ainda maior do Judiciário brasileiro!… Simples assim!…
… Mãos à obra!

Pano rápido! Limpa as sujeiras “cheirosas e supremas”!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

13 de setembro de 2013 às 16h23

MEMORIAL TELEVISIVO! ENTENDA

O doutor Rafael Mafei, emérito professor de Teoria do Direito da USP, proferiu uma aula magistral acerca da admissibilidade dos embargos infringentes no STF.
Vale a pena assistir a participação do catedrático professor no programa ‘Entre Aspas’, GloboNews, edição de 12/09/13.

NOTA: ao ser indagado pela âncora do programa acerca do que faria se estivesse no lugar do ministro Celso de Mello, o professor Rafael Mafei afirmou, peremptório: “No lugar dele, eu não teria coragem de renegar o meu entendimento acerca da admissibilidade dos embargos infringentes! Mesmo porque a manifestação enfática do ministro se deu no bojo desse mesmo julgamento!”

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Batista Neto, Jose

    13 de setembro de 2013 às 17h40

    Caro Messias. Quando essas “Excelências” urdiram esse plano de desempenhar o papel de militantes políticos em favor daqueles que lhes propuseram, ou impuseram, devem ter tramado em bastidores sombrios certos de que a garantia oferecida de cobertura midiática estrondosa lhes garantiria o encobrimento das manipulações necessárias. Convencidos de que, com um contorcionismo retórico competente e citações em latim e outros idiomas, jamais seriam desmascarados. Esqueceram-se, ou não se deram conta, de que hoje existe a blogosfera suja que dissemina e multiplica os fatos que a grande mídia esconde de forma lenta mas eficiente. Estão ai os fatos a demonstrar que a FRAUDE não se sustentará por mais um ano.

Messias Franca de Macedo

13 de setembro de 2013 às 16h22

[UM POUCO] MAIS SOBRE “O SUPREMO” QUE AFIRMOU: “ A DITADURA MILITAR NO BRASIL FOI UM MAL NECESSÁRIO!”…

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Marco Aurélio: a arte de pesar a mão depende da ocasião
Por Luis Nassif
sex, 13/09/2013 – 08:31

A pressão do Ministro Marco Aurélio de Mello sobre seus colegas, na votação do AP 470, traz uma indagação: quem é Marco Aurélio?
Ora, apresenta-se como o polêmico “voto-vencido”, o Ministro que investe contra a maioria, contra o efeito-manada, contra a voz das ruas. Ora, como acontece agora, invoca a voz das ruas para constranger colegas.
É importante confrontar os dois personagens. Ao longo de sua história, a imagem do lutador solitário, do homem contra a manada, garantiu a Marco Aurélio a blindagem necessária para amenizar uma série enorme de decisões polêmicas. Tudo tinha uma explicação simples: Marco Aurélio é o lutador solitário, que investe contra as maiorias que prejudicam os direitos individuais.
Conquistou a admiração de muitos, inclusive a minha, que o defendi em inúmeras oportunidades.
Ontem, ao invocar as maiorias e o efeito-manada, caiu a máscara. Ou, no mínimo o álibi fica sob suspeita.
À luz do novo Marco Aurélio, relembremos alguns episódios polêmicos do antigo Marco Aurélio:
1. Durante plantão, em julho de 1999, concedeu liminar ao empresário Luiz Estevão (do caso TRT-SP) suspendendo as investigações por quatro meses. Meses atrás, outra liminar impediu o Tribunal de Contas da União de investigar as ligações entre a Incal e o grupo OK, de Luiz Estevão.
2. Ordenou a libertação de Rodrigo Silveirinha, acusado de remessa ilegal de US $ 34 milhões para a Suiça.
3. Concedeu habeas corpus a Salvatore Cacciola, seu vizinho em condomínio no Rio de Janeiro. Graças ao HC, Cacciola foi libertado e pode fugir, em seguida, para a Itália.
4. Deu sentença favorável a um estuprador de 35 anos sob a alegação de que a vítima, de 12 anos, tinha discernimento suficiente sobre sua vida sexual.
5. Em 2007 concedeu habeas corpus a Antônio Petrus Kalil – o Turcão – acusado de explorar caça-níqueis. Isso após duas prisões seguidas de Turcão pela PF, pelo mesmo crime.

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/marco-aurelio-a-arte-de-pesar-a-mao-depende-da-ocasiao

Responder

Messias Franca de Macedo

13 de setembro de 2013 às 16h21

O DECANO CELSO DE MELLO PEDIU PARA VOTAR, MAS [JOAQUIM] BARBOSA FEZ CHICANA

Celso de Mello pede para votar, mas Barbosa ignora

Por jornalista Felipe Recondo – Jornal ‘O Estado de S.Paulo’

BRASÍLIA – Ministros do Supremo contrários ao novo julgamento fizeram ontem “catimba” para adiar o voto de desempate de Celso de Mello. A cartada final foi do presidente do tribunal, Joaquim Barbosa, que interrompeu a sessão mesmo com o pedido do decano para votar.
A tendência de Celso de Mello era votar pelos embargos infringentes. Os ministros contrários, porém, estenderam o quanto puderam a sessão. Queriam adiar a decisão para, eventualmente, obter uma mudança de posição até a próxima quarta-feira, quando o caso será retomado. A estratégia foi revelada por um ministro antes do intervalo da sessão de ontem. A intenção, disse esse ministro, é fazê-lo “repensar”. Gilmar Mendes expôs seu voto contrário aos infringentes por mais de uma hora. Marco Aurélio Mello, que seria o penúltimo a falar, também. A ideia era mesmo interromper a sessão depois disso.
A realização de uma reunião do Tribunal Superior Eleitoral – do qual alguns ministros fazem parte – foi o argumento oficial para a interrupção antes do voto do decano. Às 18h30, porém, Celso de Mello havia se levantado, ido ao ouvido de Barbosa e dito que queria falar: tinha voto pronto, que o resumiria a 5 minutos para evitar que o caso se estendesse. Sabia que estava sendo envolvido na manobra de parte dos colegas. O presidente do STF ignorou o pedido. Celso de Mello ainda fez um gesto para intervir e tentar votar, mas a sessão foi encerrada.
Os ministros, então, correram para o decano. Os primeiros a chegar foram Luiz Fux e Barbosa, ambos contrários ao novo julgamento.
Em seguida, chegou Ricardo Lewandowski, favorável aos infringentes. Ele deu um abraço em Celso de Mello e disse: “Bom fim de semana”.

13 de setembro de 2013 | 2h 08

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,celso-de-mello-pede-para-votar-mas-barbosa-ignora-,1074206,0.htm

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Ione

13 de setembro de 2013 às 16h18

Você acha que se houvesse algo, o Joaquim não levari um xerox pra Globo mostrar às 8, 30 exatinho? Assim como coloca o Jabur todo dia e hora certa para fazer a propaganda?

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Ione

13 de setembro de 2013 às 16h17

O processo não diz que ele se meteu em nada. Mas diz, ligando isso com aquilo, e com aquele outro, ele seria um da quadrilha…Aí está o problema,

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Francisco

13 de setembro de 2013 às 16h15

Por mim, Celso de Melo, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, podem fazer o que quiserem nesse julgamento do mensalão do PT. Condenem a regime fechedo, a prisão perpetua, a morte, mandem para o pau de arara…

Pouco se me dá.

O que sei é que os magistrados vão precisar de proteção policial das (três) Forças Armadas para o resto da vida se não fizerem, detalhe por detalhe, exatamente o mesmo com TODOS (repito: TODOS) os inúmeros escandalos do PSDB.

Detalhe por detalhe.

Pequeno-burguês é borracha fraca…

“Black Block” do bom é o da classe operária.

Pergunta pros milico…

PS. Detalhe por detalhe, milimetro por milimetro, até o talo. I-so-no-mia.

Responder

    Batista Neto, Jose

    13 de setembro de 2013 às 17h50

    Essa é uma verdade. Em alguns fogareiros por esses rincões do país o chá deles está se coando devagarinho!!! kkkkkkk

Ione

13 de setembro de 2013 às 16h15

Rodrigo Leme de volta? Oras!

O que tem mesmo a haver cotas e gay e Zé Dirceu?!

Você agora se traiu, colega,

Responder

João

13 de setembro de 2013 às 16h11

Joaquim Barbosa demonstra toda a sua frustração e ódio contra o PT. Pensa que ele é o único negro de valor….Acima dele, cito inúmeros,tais como: Pelé, Gilberto Gil, Dom José Maria Pires, LIma Barreto, Lázaro Ramos, etc…Só que´, nenhum desses precisou de Lula pra fazer sucesso.

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Mauricio -

13 de setembro de 2013 às 15h39 Responder

bira

13 de setembro de 2013 às 15h37

O mentirão ficará na história da Justiça brasileira, infelizmente.

Responder

Urbano

13 de setembro de 2013 às 15h03

Beleza…

Responder

Marcelo

13 de setembro de 2013 às 14h56

O Celso de Mello já subiu ao palanque mudando de entendimento na AP 470 quando espinafrou o congresso (conflito com Marco Maia e outros). Não custa mudar de novo. Já não me surpreendo.

Responder

juma

13 de setembro de 2013 às 14h41

Ih, gente, ainda tem alguém lendo a velha midia caduca?…
Quanto ao mais, acho que já aprendemos a distinguir o juiz sério, responsável, ponderado, justo, do juiz autoritário, destemperado, prepotente e canastrão.
Ou tem alguém aí que ainda não aprendeu?…

Responder

Pedro Antão

13 de setembro de 2013 às 14h30

Ficou mais do que claro a desfaçatez de alguns do STF. Sem ardis e à luz do dia.
O fato é que se em nosso país está referendado condenar sem provas, meu problema não tem nada a ver com Zé Dirceu e outros condenados, mas com cidadãos comuns, as maiores vítimas da decisão estapafúrdia do STF

Responder

Rodrigo Leme

13 de setembro de 2013 às 14h21

Roberto Barroso vota a favor de quem lhe deu o cargo,e nem por isso a Carta Maior fala dele.

A Carta Maior não gosta de lembrar ninguém que o advogado de um dos acusados está lá, julgando seu ex(?)-cliente.

A Carta Maior não discute a conveniência de dois juízes indicados pela presidente pertencente a partido interessado na jogada estarem votando dentro do que o partido deseja.

Não, não, o que importa é se juiz vota de acordo com “desejo da grande mídia” que, veja você, é a vontade de 74% da população: http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/74-querem-prisao-imediata-de-reus-do-mensalao-diz-pesquisa.html

Responder

    Pedro Antão

    13 de setembro de 2013 às 14h34

    Ora Rodrigo, não brinca cara! Há ministros do STF que têm brios, não é o caso de muitos. O ministro Barroso tem brios.

    José Ferreira

    13 de setembro de 2013 às 15h51

    Tem brios, mas não tem culhões.

    Fratta

    13 de setembro de 2013 às 14h40

    Se for assim, fala também a favor de quem deu o Carga a Joaquim Barbosa.

    Pensamento limito irrita.
    Entrar na questão jurídica, jamais; suas missão é apenas reverberar retórica vazia.

    Rodrigo Leme

    13 de setembro de 2013 às 15h24

    Pensamento jurídico? O que menos importa pra quem defende Dirceu é o pensamento jurídico. Se fosse assim, não o defenderia.

    É engraçado que os juízes pré-conveniência (antes de Baroosos) eram maravilhoso, decidindo a favor das cotas, casamento gay…mas cometeram o PECADO MORTAL de colocar Dirceu para ser julgado. Aí não prestam mais.

    Marcilio Serrano

    15 de setembro de 2013 às 18h13

    Frata,

    Os argumentos do Rodrigo Leme são infantis e de uma fragilidade ímpar é mais um troll a reverberar as baboseiras do PIG e ainda se acha o máximo intercalando os seus comentários com citações em Latim. Já mostrei por A mais B que quando são artigos relacionados ao seu Partido PSDB ele simplesmente se esconde ou melhor se finge de morto. Portanto não podemos levá-lo a sério.

    von Narr

    13 de setembro de 2013 às 18h52

    Se é a vontade da população o que conta, então por que os intermediários? Da próxima vez, o julgamento será decidido por voto popular direto.

Urbano

13 de setembro de 2013 às 14h15

O samba com todos os ingredientes…

Responder

Luís Carlos

13 de setembro de 2013 às 14h15

Depois que declararam dinheiro da VISANET como público, nada me surpreenderá.

Responder

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