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Artur Gonçalves: A transição que desafia a todos


13/06/2011 - 17h13

A Idade do Lobo

por ARTUR GONÇALVES, para o Viomundo

http://www.ted.com/talks/hanna_rosin_new_data_on_the_rise_of_women.html

Há apenas uma geração atrás se falava na Idade do Lobo, quando os homens de meia-idade contemplavam a própria Mortalidade, a sombra perturbadora da impotência, a velhice e o ocaso das próprias ilusões desfeitas na rotina do casamento e na rotina do emprego. A crise de meia-idade era representada no estereótipo do pai-de-família grisalho que comprava um automóvel de linhas esportivas, arrumava uma amante quinze anos mais jovem e, em alguns casos, buscava a separação conjugal.

Hoje em dia não se fala mais em crise de meia-idade masculina, como não se fala em homens de uma maneira geral. A mulher saiu do papel de coadjuvante da síndrome masculina para estrela da sua própria. Hoje se fala em Idade da Loba. As lobas fazem mais ou menos o que os lobos faziam, com a preocupação extra da Menopausa e a segunda grande tempestade hormonal das suas vidas,  gerada pelo implacável processo de extinção dos mesmos.

Fui ver o filme de Julia Roberts, “Comer, Rezar e Amar”, baseado em livro homônimo. A personagem central é a própria loba, no âmago da sua crise. Ela começa a estória tendo o insight de que seu casamento tornou-se existencialmente estéril. Rompido o casamento, envolve-se ligeiramente com um jovem ator, e depois parte na sua jornada de auto-descoberta, tentando injetar sangue novo, vibração nova na sua existência entorpecida pelas certezas arraigadas. É interessante ver esse tipo de jornada do ponto de vista do universo feminino.

O Homem, essa criança, quando busca a si mesmo vai se entreter com seus brinquedos civilizatórios, Filosofia, Religião, Guerra. A mulher, ser prático, ela sim o verdadeiro repositório da Razão, recupera a identidade das coisas que dormem nos detalhes, o prazer da comida, dos sabores, dos relacionamentos, da experiência religiosa como encontro pessoal e não interpretação da Existência.

O homem, quando ama, ama estabanada e desarticuladamente, o Amor não é o seu motor verdadeiramente, impulsiona a Ação pela Destruição, consome a si mesmo e ao próprio objeto, se for o caso, e se extingue com a falsa ilusão de que era um impulso da Vida, mas o Amor romântico para o Homem é quase um sequestro, está fora da vida, liga-se aos assuntos terrenos justamente na sua própria aniquilação, pela institucionalização do Casamento, pela vinculação à prole, pela obtenção de posses. A mulher, que ama para dentro de sua Vida e enxerga o Todo, conecta e reconecta o amor ao Todo, e por isso raramente se perde nas incoerências da Paixão.

O Homem, esse Consumidor desleixado, certamente faz por merecer a desatenção da Mídia, da nova dinâmica social que o exclui do papel de protagonista no drama da própria existência. Mulheres, crianças e adolescentes são os elementos de destaque nessa nova dinâmica. O Homem, desequipado de sua Força primitiva, anacrônico na sua própria constituição psico-social, procura um papel. O macho jovem atual (na casa dos vinte a trinta anos) já é uma vítima patética dessa anulação da identidade. Fraco, ególatra, mimado, obcecado pela Forma, esvaziado de conteúdo. Supérfluo como seus músculos de academia.

O vídeo do link acima é fascinante. Basicamente mostra que as mulheres nos Estados Unidos estão assumindo o comando da economia americana, com profundas influências na Cultura, estrutura familiar, Mercado. Mulheres dominam profissões mais destacadas, começam a ganhar melhor, sofreram menos os efeitos da última recessão. O mercado imobiliário detectou que mais que jovens casais, mulheres solteiras sem filhos são a parcela mais expressiva dos compradores de moradias. Mulheres têm melhor escolaridade (para cada dois homens com grau superior há três mulheres). Mulheres jovens projetam para si mesmas um futuro onde elas são as provedoras e líderes dos seus futuros lares.

Algumas afirmações são desafiadoras. As mulheres estão melhor equipadas, evolutivamente falando, para viver no mundo moderno. Sua ascensão segue a mudança do paradigma industrial para o novo paradigma baseado no fornecimento de serviços, Informação e Comunicação. A Economia torna-se software, e as mulheres são inerentemente mais software. Até mesmo seus impulsos sexuais não são hormonalmente comandados por uma ditadura de testosterona, mas nascem primariamente do intelecto, da psiquê. Tamanho e Força não são mais diferenciais no mundo pós-economia industrial.

Linguagem, capacidade de Comunicação, capacidade de ouvir e dominar detalhes em atividades simultâneas e paralelas são vantagens competitivas. Sendo as mulheres a parcela mais expressiva e ativa entre os consumidores, é compreensível que o Capitalismo aprecie essa transição do papel de protagonista na dinâmica sócio-econômica. A nova mulher, com sua nova renda e assegurada autonomia, comanda a Produção e comanda o Consumo. The Man é uma gíria americana  para a figura da autoridade opressiva no tecido social.

Pois muito bem: Women are the Man, now! Um aspecto interessante disso tudo é que mulheres também servem melhor às instituições. O Homem primitivo dentro de nós, marmanjos, que ao mesmo tempo que constrói instituições se rebela contra elas, é um estorvo. O homem é mais propenso a combater The Man.

É imperativo constatar tudo isso, e viver de acordo, da melhor forma possível. Há uma transição em curso, motivada por transformações econômicas e culturais. Papéis estão sendo redefinidos. Surge uma era da supremacia feminina e não é a Era de Aquarius da contra-cultura dos anos 60. É um mundo ideal para corporações e mercados globais. Um mundo de Racionalidade onde a Humanidade pode prosperar em relativa Paz, refreados os impulsos guerreiros primitivos dos brucutus que somos nós, machos, mal escondidos dentro de ternos e gravatas. Talvez seja chegado o momento de transcender sexismos culturais. Nesse Matriarcado moderno, construir um modelo novo, onde as diferenças reais entre os sexos sejam apreciadas, e as diferenças falsas e arbitrárias deixem de ser barreiras à compreensão mútua.

PS do Viomundo: O artigo é publicado no dia em que  se reuniram, em Brasília, para decidir os rumos do governo,  a presidenta Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann e a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.





26 comentários

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CC.Brega.mim

20 de junho de 2011 às 23h50

Eu acho que é isso aí. Virou a direção e a mulher está mesmo tomando conta.
Mas desconfio de suas qualidades para criar esse paraíso matriarcal…
Não, lutemos por um mundo de homens e mulheres, mulheres e homens.
Não desejo viver num deserto de covardes e cães domésticos…
Não deixemos que as mulheres reduzam a nada
o homem.

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operantelivre

14 de junho de 2011 às 17h20

Na minha casa já cedi demais. Aqui quem manda sou eu.
E elas…elas desobedecem. Desisti de ser obedecido.
Mas ainda me deixam emitir ordens. São tão boazinhas.
Serão meus hormônios ou certos encostos arquetípicos?
Ou será que as coisas têm sido assim desde antes de meus avós?

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Bonifa

14 de junho de 2011 às 16h17

A análise ia ótima. Perdeu-se quando imaginou que mulheres poderão, por sua natureza feminina, mudar a natureza do sistema vigente e construir um mundo sem guerras. Esta noção de natureza feminina pertence ao referido mundo masculino que está sumindo e não é lícito transportá-la intacta para o novo mundo que nasce. Para se perder no vandalismo caótico da competição desenfreada, do egoísmo levado aos últimos limites, tanto faz que sejam homens, andrógenos ou mulheres. Apenas, talvez, no último caso, a crueldade venha a ser mais requintada.

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Elisabeth

14 de junho de 2011 às 15h41

Juro, que quase chorei ao ler isso: "O Homem, desequipado de sua Força primitiva, anacrônico na sua própria constituição psico-social, procura um papel. O macho jovem atual (na casa dos vinte a trinta anos) já é uma vítima patética dessa anulação da identidade"
Fiquei morrendo de pena dos homens…rs
Agora sério, acredito que novo HOMEM virá por causa da MULHER. Não é questão apenas de diferenças de gêneros… E sobre novos modelos que queremos construir.Formas que vai ser necessário para esta nova sociedade. Acho que mulheres aprenderam a cuidar de si mesmas e dos outros.Esta características de cuidados como o OUTRO e de ser mais pelo convencimento das idéias do que pela disputa ,pode mudar o paradigma de ser HOMEM

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mundimveloso

14 de junho de 2011 às 13h34

Eu parei de ler o texto quando ele citou o filme razo e cheio de clichês, "Comer, rezar e amar".

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zelia

14 de junho de 2011 às 10h55

Apesar de concordar com alguns comentarios, gostaria de ressaltar que as mudanças são mais gerais. Paradigmas de nova percepção do mundo trazem a necessidade do cuidado e da sensibilidade e intuição caracteristicas antes atribuidas as mulheres. O que precisamos ressaltar é o feminino, uma nova forma de perceber a realidade que não é´caracteristica apenas das mulheres Precisamos deixar de maniqueismo e visões fragmentadas do mundo. Não me agradam os modelos femininos mostrados, que parecem machos mal acabados.A realidade precisa ser vista de forma integrada e compartilhada,só assim conseguiremos viver em um mundo tão competitivo., Homens e mulheres, juntos em um processo de construção coletiva, Obrigada pelo espaço

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tião medonho

14 de junho de 2011 às 09h36

se é verdade que as mulheres são as responsaveis pela cara que o mundo tem hoje…e parece que isso é mesmo verdade, principalmente no quesito hiper-institucionalização da existencia, com toda a vida humana condicionada e enlatada por instituições opressoras de todo tipo (empresas, escolas, estado, igrejas, corporações de oficio, associações, clubes e o escambau) ..elas tem de suportar nos ombros uma responsabilidade que nao quero pra mim de jeito nenhum…

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    Lucas

    14 de junho de 2011 às 17h40

    As mulheres não são responsáveis pelo mundo de hoje. Só recentemente é que elas estão conseguindo, com muita luta, conquistar seu direito de influenciar o mundo.

Klaus

14 de junho de 2011 às 08h41

No dia em que as mulheres tomarem o poder, o mundo será tão ruim quanto é hoje. Ou tão bom quanto. Não existe essa que mulheres são melhores que homens. Quem já teve chefe mulher sabe: elas são tão boas ou tão ruins quantos os homens.

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mario hen

14 de junho de 2011 às 01h03

Texto ridiculo…. ja fui feminista e hoje acho apenas que a sociedade ocidental decandente é reflexo do ascenção feminina , as mulheres são incapazes de serem lideres, pois mesmo com a revolução sexual, artes, ciencias, filosofia, guerra e politica são feitas apenas por homens , homens
são o motor da humanidade, a mulher não passa de um ser hedonista a busca de um cafageste alpha pra enche-la de emoções , enquanto o homem atual abandnou sua essencia , em busca de academias, comesticos, e carros pra pleteiar a oportunidade de ser objeto da egoncentria delas… o mundo feminista corrompe os homens , e não oferece nada melhor no lugar… mulheres não tem valores … e desde que o mundo ocidental deu poder a elas o homens tambem largaram seus valores que moviam o mundo ou como disse o colega: "deixa ver se entendi: quer dizer que o mundo moderno, tal como se apresenta, urbano, emparedado, amedrontador, degradado, corrompido,irracional, decadente e sórdido, tem a cara feminina, é uma construção das mulheres…e ele – o tal autor considera que está homenageando, está sendo benevolente com a femea da especie…é..eu sou burro mesmo…" é eu acho que é isso mesmo…
ps votei em Dilma. nessa esfera ela concerteza é mulher exceção

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João Francisco

13 de junho de 2011 às 23h03

Não acho que o texto é "feminista", como parece que alguns interpretaram. Vi o vídeo do link e, sinceramente, o mundo que ele mostra me assusta. Por enquanto é uma realidade americana, mas que já se sente mundo afora e aqui também. Como marmanjo das antigas que sou, fico no mínimo desconfortável. Acho que é esse desconforto que o autor tenta passar. O texto não "comemora" nada, apenas constata.

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Cunha

13 de junho de 2011 às 19h48

Assim como foi necessário um operário, um homem do povo, ser eleito presidente e MOSTRAR COMO É QUE SE GOVERNA COM COMPETÊNCIA, está sendo necessário as mulheres virem a campo e MOSTRAR COMO QUE SE TRABALHA CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE.

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strupicio

13 de junho de 2011 às 19h22

deixa ver se entendi: quer dizer que o mundo moderno, tal como se apresenta, urbano, emparedado, amedrontador, degradado, corrompido,irracional, decadente e sórdido, tem a cara feminina, é uma construção das mulheres…e ele – o tal autor considera que está homenageando, está sendo benevolente com a femea da especie…é..eu sou burro mesmo…

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Cláudia

13 de junho de 2011 às 19h17

"A mulher precisa tanto de um homem, quanto um peixe precisa de uma bicicleta."

Adoro essa citação. E o pior é que é verdade. A gente não PRECISA, apenas GOSTA (ainda, moçada…)

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    Nanda

    13 de junho de 2011 às 22h47

    Que comentário mais preconceituoso e desagradável! Minha indignação seria a mesma se um comentário semelhente fosse dirigido a nós, mulheres. Mesmo que seja uma brincadeira, o comentário da Cláudia só perpetua clichês divisões e diferenças. Como mulher, não me considero representada pelo comentário acima.

Marcelo Rodrigues

13 de junho de 2011 às 19h15

Terrível esta possibilidade das mulheres virem a desempenhar o papel reacionário de salvadoras do capitalismo. Prefiro que sejamos todos, sem diferença de gênero, estorvos às instituições.

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El Cid

13 de junho de 2011 às 19h11

Azenha, Dom Bergonzini apronta mais uma vez:

"Bispo de Guarulhos afirma que mulheres dificilmente são violentadas sem consentimento"
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_n

trecho da reportagem:

"A pressão do religioso contra o PT intensificou-se durante o governo Lula. Em 2005, o Ministério da Saúde editou uma norma técnica para os casos de aborto permitidos por lei e determinou que a vítima de estupro não precisaria apresentar um Boletim de Ocorrência (BO) para fazer o aborto, com base no Código Penal. Para o bispo, foi uma ação para flexibilizar a prática e tornou-se uma brecha.

"Vamos admitir até que a mulher tenha sido violentada, que foi vítima… É muito difícil uma violência sem o consentimento da mulher, é difícil", comenta. O bispo ajeita os cabelos e o crucifixo. "Já vi muitos casos que não posso citar aqui. Tenho 52 anos de padre… Há os casos em que não é bem violência… [A mulher diz] 'Não queria, não queria, mas aconteceu…'", diz. "Então sabe o que eu fazia?" Nesse momento, o bispo pega a tampa da caneta da repórter e mostra como conversava com mulheres. "Eu falava: bota aqui", pedindo, em seguida, para a repórter encaixar o cilindro da caneta no orifício da tampa. O bispo começa a mexer a mão, evitando o encaixe. "Entendeu, né? Tem casos assim., do 'ah, não queria, não queria, mas acabei deixando'. O BO é para não facilitar o aborto", diz.

O bispo continua o raciocínio. "A mulher fala ao médico que foi violentada. Às vezes nem está grávida. Sem exame prévio, sem constatação de estupro, o aborto é liberado", declara, ajeitando o cabelo e o crucifixo.

O religioso conta de uma ação para dificultar o aborto em Guarulhos. Sua mobilização fez com que o Ministério Público notificasse o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e o sindicato dos profissionais de saúde de Guarulhos, Itaquaquecetuba e Mairiporã sobre a proibição da prática sem o BO, inquérito policial e autorização judicial.

Dom Bergonzini acha que "a pessoa que se julga vítima" tem de fazer o BO e apontar o nome do agressor. "Filha, não existe nada debaixo do sol que não seja conhecido. É muito difícil. Se a pessoa fizer questão mesmo, vai fazer exame de espermatozoide, etc, vai descobrir [quem é agressor]. A Justiça tem de ir atrás." Para o bispo, com essa ação em Guarulhos, a igreja "deu um passo à frente, embora, mesmo nesses casos, o aborto seja inaceitável".

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Lucas

13 de junho de 2011 às 18h49

Sinceramente, esse texto…sou extremamente à favor das mulheres conseguirem seu espaço, principalmente lugares de chefia, tanto que votei na Marina e depois na Dilma. Mas esse texto nada mais é do que uma coleção de lugares-comum, falando de uma determinação biológica hormonal que não influencia tanto quanto as pessoas pensam.

Ainda por cima, acha que obedecer cegamente às instituições e procurar experiências religiosas místicas são características positivas (não que mulheres, em geral, sejam piores nesse aspecto que os homens. Como disse, o texto está lotado de clichês um tanto sexistas). Acha que a desindustrialização que ocorre na Europa e EUA e a busca do marketing pelos mercados infanto-juvenil e feminino são coisas boas.

Por fim, gostaria de adicionar que Comer, Rezar, Amar é um dos piores filmes que já vi. :)

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Ericson

13 de junho de 2011 às 18h29

Não sei de onde nosso amigo escritor tirou tanto otimismo. A realidade, meu caro, se impõe e esta é dominada pela lógica do capital, que, devemos destacar, não tem pátria ou sexo. Mulheres e homens irão se comportar da mesma forma, funcionários do capital e de sua expansão. Margareth Thatcher e Hillary Clinton que o digam. O mundo não melhorará ou se tornará mais humano porque as mulheres estão deixando a "escravidão" no passado. Inobstante minha felicidade por tal conquista (e que ela se aprofunde), se as nossas esperanças por um mundo melhor se limitarem a isto…, bem… estamos perdidos!

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    CC.Brega.mim

    20 de junho de 2011 às 23h53

    é isso!
    não é o sexo ou o gênero
    é o ser humano.

José Carlos JC

13 de junho de 2011 às 18h20

Mas, as mulheres, apesar de terem todo esse perfil, quando querem agir de forma contrária, sai de baixo! Mas, enfim, as mulheres são os homens, agora!

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José Carlos JC

13 de junho de 2011 às 18h05

Mas, as mulheres, apesar de terem todo esse perfil, quando querem agir de forma contrária, sai de baixo! Mas, enfim, as mulheres são os homens, agora!

But women, despite all this profile, when they want to act contrary, get down! Anyway, women are men, now!
Nada contra, muito pelo contrário.
Abraços, JC

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edson

13 de junho de 2011 às 17h44

A lógica matriarcal mudará os rumos da civilização. Creia.
Quem de nós não possuímos o sobrenome pátrio em nossos nomes… até a esposa tinha que mudar de nome…

Hoje com a nova lógica matriarcal levará a mudanças… quem sabe nossos filhos não terão os sobrenomes de nossas mulheres… ou quem sabe, resgatar os sobrenomes de nossas mães…

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Mari

13 de junho de 2011 às 17h32

Meio confuso. Não entendi quase nada. Qaul matriarcado moderno, hein cara-pálida?
Alguém, por favor, pode traduzir? O Arttur faz constatações mirando o próprio umbigo, ou vai mais além? E de que lado está?

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ZePovinho

13 de junho de 2011 às 17h27

Eu posso confirmar minha intuição em comentário anterior,mizifio Azenha.Eu já vivo em um matriarcado(a Conceição Oliveira viu).Aqui elas mandam em tudo e eu,o famigerado ZePovinho,fiquei com a função de ler os manuais dos novos eletrodomésticos:blu-ray,televisão HD,etc,etc.
Não é ruim,não.Afinal de contas,Maria Bonita mandava mais no bando do que muita gente sabe.

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Archibaldo S Braga

13 de junho de 2011 às 17h24

Acho que agora o Homem vai chegar a conclusão que passamos da fase do rugido para entrarmos na da inteligencia!!! Braga

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