AO VIVO, 21h: Mendonça implementa o golpe em 2026? Luciana Bauer, Gisele Agnelli e Rey Aragon analisam a tempestade chegando
Tempo de leitura: 2 minHOJE, 21H
Por Código Aberto
O Brasil entrou em uma das horas mais perigosas de sua história institucional recente.
O que parecia, há poucos dias, uma disputa interna do Supremo Tribunal Federal começa a adquirir outra dimensão. A crise se espalha pelo STF, alcança a Polícia Federal, atravessa a Procuradoria-Geral da República, coloca o governo Lula diante de decisões cada vez mais difíceis e acontece justamente quando o país se aproxima da eleição presidencial de 2026.
E talvez seja exatamente aqui que esteja o verdadeiro perigo.
Nesta live especial, vamos discutir uma hipótese grave: estamos assistindo apenas a uma crise entre ministros ou aos primeiros movimentos de uma ruptura institucional capaz de contaminar todo o processo eleitoral brasileiro?
André Mendonça tornou-se uma das figuras centrais dessa crise. Suas decisões, seu confronto com Alexandre de Moraes e agora o choque aberto com a direção da Polícia Federal deslocaram a disputa para dentro das estruturas responsáveis pela estabilidade institucional do Estado brasileiro.
Mas a crise brasileira não acontece isoladamente.
Há meses, o Código Aberto acompanha a formação do que temos chamado de uma “tempestade perfeita” contra o Brasil.
Uma tempestade que pode nascer da convergência entre crises reais dentro das instituições brasileiras e instrumentos de pressão disponíveis fora delas.
Apoie o VIOMUNDO
- Washington
- Pressão econômica e financeira
- Sanções e lawfare
- Plataformas digitais e poder algorítmico
- Operações psicológicas e guerra informacional
- Vazamentos e produção de escândalos
- Fratura das instituições
- E, no horizonte, a eleição presidencial de 2026.
Nenhum desses elementos, isoladamente, demonstra a existência de um comando único. Essa não é a questão.
A questão é muito mais inquietante: o que acontece quando todos esses vetores começam a convergir ao mesmo tempo?
A crise não precisa criar a arma. Ela pode simplesmente entregar munição nova a armas que já estavam carregadas.
E quando o ponto de ruptura passa a estar dentro do próprio Supremo Tribunal Federal, a capacidade brasileira de absorver pressões externas, conter campanhas de desestabilização e proteger a legitimidade das eleições pode ser drasticamente reduzida.
É por isso que esta não será uma live comum.
Vamos discutir golpe, soberania, STF, Polícia Federal, Washington, guerra híbrida, lawfare, operações informacionais e eleições de 2026.
Vamos perguntar quem ganha com a fragmentação do Supremo.
Quem ganha com uma Polícia Federal enfraquecida.
Quem ganha quando autoridades passam a combater umas às outras.
Quem transforma uma crise brasileira em argumento internacional contra o próprio Brasil.
E, sobretudo: o Estado brasileiro ainda possui força institucional suficiente para atravessar a tempestade que está se formando?
CONVIDADAS
Luciana Bauer
Gisele Agnelli
TRANSMISSÃO SIMULTÂNEA
@TV Código Aberto
TV Travessia
Rádio e TV Atitude Popular
Canal Satélite de Ideias
Visão Caleidoscópica
HOJE, 8 DE SETEMBRO, ÀS 21 HORAS
Porque talvez a pergunta decisiva de 2026 já não seja apenas quem vencerá a eleição.
Talvez seja: em que condições institucionais o Brasil chegará até ela?




Comentários
Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!