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Cartas de Minas
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Tentativa de Alckmin de barrar pesquisa é para evitar “ultrapassagem” de Haddad

06 de setembro de 2018 às 13h41

Facebook do Haddad

Da Redação

Geraldo Alckmin tenta barrar, no TSE, uma pesquisa Datafolha com divulgação prevista para a semana que vem.

O motivo alegado é que Fernando Haddad, apresentado como candidato do PT ao Planalto no questionário, ainda não foi oficializado como cabeça de chapa.

Mas, a motivação pode ser outra: considerando o potencial de transferência de votos, Haddad pode aparecer adiante de Alckmin no levantamento.

O sinal mais evidente disso foi “escondido” pela mídia ao divulgar a mais recente pesquisa Ibope.

Nela, sem Lula, Alckmin tem 9% e Haddad, 6%.

Mas o levantamento também revelou que o potencial de transferência de votos entre Lula e Haddad saltou 9% em duas semanas.

A notícia foi dada discretamente pelo Estadão.

39% dos entrevistados disseram que votariam com certeza ou poderiam votar em Haddad apoiado por Lula.

53% não votariam de jeito nenhum.

O texto enfatiza que “os porcentuais se referem ao universo total de entrevistados”.

Ou seja, mesmo considerando apenas os 22% que com certeza votarão em Haddad apoiado por Lula, o ex-prefeito de São Paulo empataria, hoje, com Jair Bolsonaro, que apareceu com 22% no Ibope, mais ou menos 2% da margem de erro.

O trecho da nota do Estadão sobre o assunto:

A parcela que, nessa hipótese, votaria “com certeza” no ex-prefeito subiu nove pontos porcentuais, de 13% para 22%, desde 20 de agosto, quanto o Ibope fez pela primeira vez essa pergunta.

E os que “poderiam votar” passaram de 14% para 17%.

Os porcentuais se referem ao universo total de entrevistados, não apenas aos que simpatizam com Lula.

Os que não votariam em Haddad apoiado por Lula em nenhuma hipótese ainda são a maioria absoluta do eleitorado, mas essa parcela caiu de 60% para 53% em duas semanas.

Potencial de crescimento de Haddad é maior no Nordeste

Em termos geográficos, o local com maior potencial de crescimento para Haddad é o Nordeste: lá, cerca de um terço do eleitorado declara intenção de votar nele “com certeza” quando é citado como o candidato de Lula.

Se essa transferência de votos se concretizar, os adversários que mais terão a perder serão Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Seis em cada dez eleitores de Ciro admitem seguir a orientação de Lula e votar em Haddad .

No caso de Marina, metade de seu apoio poderia migrar para o petista.

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