VIOMUNDO

Diário da Resistência


Opinião do blog

Os “genéricos” do Lula (não olhe o que tem dentro da caixa)


05/05/2010 - 12h22

por Luiz Carlos Azenha

Tudo muito previsível até aqui na campanha eleitoral de 2010.

A notícia que não sai é sobre o extraordinário protagonismo que a própria mídia está jogando na campanha.

Um esforço que começou mais cedo, é muito melhor articulado e disseminado do que em 2006, por exemplo.

O padrão básico é o de desconhecer, demonizar ou associar a ex-ministra Dilma Rousseff a gafes, tropeções, erros e factóides. E o de dar ênfase aos “avanços” do ex-governador José Serra — na aliança com o PSC, com Marina Silva no Rio de Janeiro e assim por diante, se vocês me entendem.

Só a articulação com a mídia permitiu à oposição criminalizar o Instituto Sensus e lançar dúvidas sobre a credibilidade do Vox Populi, uma estratégia que permitiu ao Jornal Nacional anunciar que só divulgará os números de dois institutos “amigos”, o Ibope e o Datafolha.

A truculência digital que marcou as primeiras semanas de campanha na rede teve, em minha opinião, o objetivo de amedrontar a blogosfera que floresceu à margem das grandes empresas, além de transferir a matriz do debate para factóides e questões secundárias. Até nos comentários do blog notei a presença de novatos cujo objetivo parece ser o de “mudar de assunto” em relação ao conteúdo dos posts, de questionar o autor com ataques pessoais, etc.

Nada que me surpreenda: acompanhei a campanha eleitoral mais recente nos Estados Unidos e testemunhei o emprego dessas mesmas táticas.

Constatei pessoalmente a sujeição da política ao trabalho dos marqueteiros. O “produto” é colocado no mercado com o objetivo de enfatizar algumas características dele, deixando em segundo planos as mais desagradáveis. A máquina de moer carne dos republicanos fez um trabalho eficaz para reapresentar John McCain, um político de bastidores de Washington, como “independente”, um “outsider” — ou seja, para descolar McCain do legado desastroso do partido na economia e na política externa. Ao fim e ao cabo, McCain ainda conseguiu 45% dos votos.

Voltando ao protagonismo da mídia, nos Estados Unidos a Fox News, de Rupert Murdoch, fez muito mais que acompanhar a disputa eleitoral. Ela foi cabo eleitoral ativo, dando repercussão às notícias mais bizarras sobre Obama, como o fato de o democrata ter estudado em uma escola religiosa quando criança, na Indonésia, o fato de Obama fumar e a falsa polêmica sobre se Obama tinha mesmo nascido nos Estados Unidos. Lá tinha “outroladismo”, sim, mas recolocado da seguinte forma: um republicano lançando suspeições sobre a certidão de nascimento de Obama e um democrata dizendo que era tudo um tremendo absurdo. Assim era a cobertura “justa e equilibrada” da Fox.

Muito embora essa tática pareça bizarra aos olhos de quem tem senso de ridículo, não é. As notícias que surgiam em tablóides ou fofocas ganhavam ampla repercussão nacional através da Fox e, em seguida, alimentavam a rede nacional de programas de rádio de inclinação republicana. E, assim, o debate sobre questões políticas — quem John McCain representa, por exemplo — foi desfocado para características pessoais de Barack Obama.

No Brasil, em relação a 2006, quando a mídia também foi protagonista, algo mudou: a rápida expansão da internet e da telefonia celular. Hoje é raro encontrar algum jovem brasileiro que esteja completamente desconectado. Se você acha que já viu o pior da campanha de 2010, aguarde: em breve, teremos as chamadas feitas por robôs e as mensagens de texto via celular.

Há outra diferença crucial entre os Estados Unidos e o Brasil, neste campo. Lá, o processo de esgotamento da proposta política e econômica representada por George W. Bush e os neocons resultou numa militância dos democratas como há muito não se via, especialmente mas não apenas na internet. No Brasil, não se pode dizer que os últimos oito anos tenham sido marcados pela politização da sociedade. A ênfase foi em promover um desenvolvimentismo dissociado da política: mais vagas, mais geladeiras, mais automóveis.

O presidente Lula, ao buscar uma eleição plebiscitária, propôs circunscrever o debate ao “quem fez mais pelo país”. Na atual conjuntura econômica, talvez tenha acertado. Conta especialmente com os votos daqueles milhões que ascenderam socialmente durante seus dois mandatos.

O problema está no fato de que essas pessoas não necessariamente relacionam sua ascensão social a um projeto de governo. Talvez associem à figura do presidente da República que, como se sabe, não concorre.

Os eleitores despolitizados são os mais vulneráveis ao marketing eleitoral e à reprodução de padrões de pensamento aos quais não chegaram por conta própria. Às vezes, um eleitor machista que não queira ver uma mulher no Planalto só precisa de uma desculpa socialmente aceitável para se decidir. Dizer abertamente que não quer uma mulher na presidência não é socialmente aceitável. “Dilma terrorista”, por exemplo, é muito conveniente, ainda que historicamente falso.

Deriva daí a proposta da oposição de apresentar o ex-governador José Serra como “genérico” de Lula. E propor aos eleitores que não se trata de avaliar e escolher entre dois projetos políticos distintos, mas de encontrar o “melhor genérico” para substituir o presidente da República.

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



130 comentários

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ANTONIO ATEU

06 de maio de 2010 às 21h38

Robert Kurz

TEMPOS DE CRISE DOURADOS?

"Receamos pelo nosso dinheiro!": as manchetes da imprensa sensacionalista falam ao povo, mais uma vez, a partir da sua alma da mercadoria. Ontem era o choque da queda do imobiliário e da crise financeira global subsequente, agora é o choque da falência do Estado grego, ao pé da porta, que aumenta a incerteza geral. Com cada novo caso vai-se revelando o encadeamento do crédito malparado, o qual vai tão longe que, mesmo a grande distância, há vítimas. Não é por acaso que o agudizar das contradições se concentra no dinheiro, como meio e fim em si mesmo da “riqueza abstracta" capitalista (Marx). Isso levanta novamente a questão há muito tempo reprimida da substância e da ancoragem institucional do próprio dinheiro. Até à Primeira Guerra Mundial não havia qualquer problema, por causa da vinculação de todas as moedas centrais ao ouro. Nas economias de guerra e na crise económica mundial teve que ser cortado esse vínculo. Da necessidade fez-se virtude; Keynes chamou ao ouro "relíquia bárbara".

Após a Segunda Guerra Mundial, o sistema monetário de Bretton Woods foi inicialmente ancorado ao dólar, como dinheiro mundial, pois este era a única moeda ainda convertível em ouro. Desde que esta última ligação também foi revogada, em 1973, o sistema monetário mundial entrou em livre flutuação das moedas, com incerteza crescente nos câmbios. O keynesianismo desfez-se numa inflação antes conhecida apenas como resultado das economias de guerra. A doutrina monetarista do neoliberalismo ainda prometeu uma estrita limitação da oferta monetária, mas mesmo esse compromisso puramente formal foi liquidado desde a virada do século, sob o impacto do estouro das bolhas financeiras e, de facto, substituído por uma “política de taxa de juros zero” dos bancos centrais. Agora, a inundação de dinheiro, com que foram alimentadas as conjunturas de deficit, desagua numa crise aos solavancos dos mercados financeiros e das finanças públicas. Entre os economistas há cada vez mais vozes namoriscando com uma “remonetarização” do ouro para, numa espécie de golpe libertador, restabelecer a estabilidade monetária.

Mas não se pode fazer o relógio andar para trás. Como já Marx mostrou no segundo volume de O Capital, a produção de ouro como base do sistema monetário constitui um encargo improdutivo, que hoje representaria cerca de 5 por cento do produto interno bruto; aproximadamente da mesma ordem de grandeza que o complexo militar-industrial, igualmente improdutivo do ponto de vista capitalista. Mas o problema é mais profundo. O desacoplamento do dinheiro da sua substância de valor corresponde ao desacoplamento das mercadorias da sua substância de trabalho. O sistema de preços já é apenas formal e paira, por assim dizer, no ar. Esta é apenas outra maneira de dizer que as forças produtivas não mais podem ser representadas na forma do valor, como Marx previra. Depois de um longo período de incubação, desde 1973, esta situação repercute-se agora à superfície, como crise do meio que é o dinheiro. Não por acaso a crise passou rapidamente dos mercados financeiros para os garantes estatais da moeda. Os elos mais fracos da cadeia quebram primeiro, como sempre, mas o problema é comum. Como, presentemente, um socialismo para além da lógica da valorização e do seu meio próprio parece inconcebível para a consciência pública, as medidas de emergência desencadearão apenas novas contradições, que se farão sentir cada vez mais rapidamente. O regresso da "relíquia bárbara" não conseguiria dourar os tempos de crise, mas apenas trazer o carácter fetichista do modo de produção dominante à sua derradeira reconhecibilidade

Responder

Rodrigues

06 de maio de 2010 às 20h53

Olhem que absurdo! A revista (in)Veja tem um contador para o fim do governo Lula: http://veja.abril.com.br/complementos-materias/co

Responder

igor DF

06 de maio de 2010 às 19h10

Só acho que o PT está demorando muito pra combater essa imprensa ridícula, esse PIG.

Responder

    jaf

    06 de maio de 2010 às 19h27

    Igos tambem to achando.

    bira

    26 de maio de 2010 às 18h43

    Se fizer isso a mídia cairá matando. Acho que o PT deveria arregimentar a sua militância para fazer isso. A internet está aí mesmo. Sempre que posso saio catando artigos ou coisas equivaventes que demonstrem as atitudes nocivas da mídia. É o que penso.

laura

06 de maio de 2010 às 19h07

Não, a campaha do serra vai imitar a campanha do Kassab, já está.
Fazendo o papel de bonequinho debilóide simpático. Nada mais despolitizador e subliminar. Acho que temos que parar de discutir o serra e a tática do serra e expor e impor a nossa tática. COLOCAR a DILMA na RUA e abrir canais midiáticos com OUTRAS notícias. Não aguento mais essa de reverberar a Grande Mídia, mesmo que criticando-a. Quero ver OUTRA mídia com outras notícias. As reais. Por exemplo: CADE A GREVE DOS PROFS DE MINAS? 80% dos Profs mineiros, parados. Vcs acham que vão votar no Anastácia, no Serra? Acho que nhão, não? Essas greves de Professores merecem uma análise. Afinal, são os Professores de certa forma os operarios da sociedade do conhecimento. E estão MUITo insatisfeitos sob os governos do PSDB. Algo está acontecendo e esse silencio não pode continuar. Chega de Serra , já basta a invasão dele pela grande mídia, não aguento mais essa baboseira ! Notícias de nosso mundo o novo mundo e das misérias do mundo sob o tacão deles, o real.

Responder

    francisco.latorre

    06 de maio de 2010 às 21h52

    no mundo real serra chutou os professores o mercosul o funcionalismo os fumantes os ateus as mulheres a agricultura familiar a petrobrás os bancos públicos os sindicatos os alagados o bolsa-família o itamarati.. e mais um enoorme etcétera.

    abraçou sim o usamerika as petroleiras os pedágios os concessionários as empreiteiras.

    vai bem o zé entulho.

    ..

    beattrice

    06 de maio de 2010 às 23h55

    E o palanque dele é próprio trem fantasma.

Mc_SimplesAssim

06 de maio de 2010 às 21h58

Fiquei sabendo pela imprensa que Dilma Roussef, J. Serra e Marina Silva participaram de um debate cordial hoje em Minas Gerais.

Isso porque sequer são candidatos ainda…vejam só.

Responder

Milton Hayek

06 de maio de 2010 às 20h56

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/05/06/nao-aceite-imitacoes-haddad-e-itamar-criaram-os-genericos/

Não aceite imitações: Haddad e Itamar criaram os genéricos

Por sugestão da amiga navegante Fernanda Serpa, via twitter. Veja quem foram os verdadeiros criadores dos genéricos:

Decreto nº 793, de 5 de abril de 1993

Altera os Decretos n°s 74.170, de l0 de junho de 1974 e 79.094, de 5 de janeiro de 1977, que regulamentam, respectivamente, as Leis n°s 5.991, de 17 de janeiro de 1973, e 6.360, de 23 de setembro de 1976, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição,

DECRETA:……………………………………..

Responder

    beattrice

    06 de maio de 2010 às 23h57

    O ZÈ SERRA adora propagandear que ele é o pai dos genéricos e do programa anti-AIDS, nem uma coisa nem outra.
    Os genéricos são iniciativa do Jamil Haddad e o PN-DST/AIDS da Lair Guerra e do Jatene.
    É o mestre da apropriação indébita.

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 10h33

    Mestre não, DOUTOR!

Rodrigues

06 de maio de 2010 às 20h53

Olhem que absurdo! A revista (in)Veja tem um contador para o fim do governo Lula: http://veja.abril.com.br/complementos-materias/co

Responder

Melinho

06 de maio de 2010 às 17h46

"No Sul, Serra diz que não é oposição nem situação". É como disse Paulo Henrique Amorim: Serra é um ET.

Responder

    beattrice

    06 de maio de 2010 às 23h58

    Serra é um conjunto vazio.

Carlos

06 de maio de 2010 às 17h43

"Baixaria" chamar o Serra de "derivativo" do FHC?

Responder

Eduardo Lima

06 de maio de 2010 às 20h22

Se o PT perder a oportunidade de dizer no horário eleitoral gratuito que a Mídia, principalmente a globo, está fazendo campanha para o Serra vai ser muita burrice. Material para demostrar isso não falta.

Responder

Ivan Arruda

06 de maio de 2010 às 13h57

Lula teve sorte até mesmo quando seu primeiro ministro teve que ser afastado e a gerentona assumiu. Apesar dos percalços, turbinou o crescimento econômico e o desenvolvimento social do País. Creio que há uma percepção sobre as diferenças que os grupos do Lula e do FHC representam. Estagnação, endividamento e baixa renda x desenvolvimento, aumento da renda, dos lucros e das reservas.
Quem definirá essas eleições, será o vice. De Dilma. Que deverá ser do tipo José Alencar, se é que isso seja possível. Com Michael, sem carisma também, será muito difícil.

Responder

    Andre Felipe

    06 de maio de 2010 às 15h06

    Meu Caro Ivan Arruda,
    Me permita discordar em parte. Sorte e competência são duas coisas completamente distintas e, na grande maioria das vezes não se aplicam a questões de gestão. Penso que Lula é competente, e foi ao escolher a equipe que o cercava. Concordo com voce em relação ao vice, da importância, mas não em relação ao carisma, uma vez que Itamar, Marco Maciel e José Alencar, não são modelos de figuras carismáticas. O que importa no vice é tempo na televisão e a possibilidade de penetração junto ao eleitorado onde o adversário é forte, e nesse caso, Michel Temer em São Paulo e muito bem aceito.

    beattrice

    07 de maio de 2010 às 00h00

    O Michel Temer é um ALTO risco, quercista de carteirinha, picareta profissional.
    Nem de longe ele assegura a estabilidade do José Alencar, está mais para fábrica de crises estilo Itamar Franco.

Mário José Costa

06 de maio de 2010 às 13h30

Lendo alguns comentários, existe certa indignação de alguns internautas e com razão, de que o PT não faz nada contra a mídia (PIG). Ledo engano. O governo LULA está apostando na comunicação de massas com a implantação da PNBL – Plano Nacional de Banda Larga. Sairá dos 12 milhões para 40 milhões de domicílios até 2014, expandindo este acesso para as classes C e D, praticamente a todos os brasileiros, num processo de inclusão digital a um preço acessível girando em torno de R$ 15,00, através da “reativação” da Telebrás. As empresas de comunicação já estão “berrando”, mas não vão levar porque a DILMA não vai deixar, apesar do “temer” como vice.

Responder

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 15h58

    Leio num jornal que a BL poderá custar apenas R$ 15, e que a meta do governo é atingir 28 milhões de domícílios até 2014.

    José Silva

    06 de maio de 2010 às 16h23

    Até 1/3 disso acontecer a eleição já passou faz tempo. A hora é agora, DILMA NELES!!!

André

06 de maio de 2010 às 13h04

Azenha eu acredito que devemos fazer desta campanha o mesmo espírito que nos foi colocado em 89, tenho 28 anos por isso não posso expressamente dizer e afirmar o tão quanto foi importante 89, entretanto sei que para este momento precisamos re-acender o espírito de luta de norteou toda aquela campanha.
O PIG sempre vai tentar dissociar ao máximo esta campanha plebiscitária, pois sabe que para este argumento não tem retórica, deste modo irá sempre colocar em pauta a famosa "experiência do candidato".
Acredito que a Blogosfera terá um papel primordial nesta campanha. "Nunca na história deste país" estava-mos nós debatendo política a esta altura do campeonato, quem nos proporcionou foram vcs, militantes virtuais. Enfim como diria nosso comandante "A Luta continua companherada"

Responder

Fernando Trindade

06 de maio de 2010 às 13h02

Perfeito. Sem comentário.
A questão que fica em aberto é: qual dev ser a tática eleitoral de Dilma para enfrentar a tática eleitoral da coligação PIG-PSDB-DEM-PPS?

Responder

    Jose Francisco

    06 de maio de 2010 às 17h30

    Pra mim a tática é simples: às mentiras, responder com os fatos (verdades), mesmo porque todos estamos cansados de sermos enganados pela midia, políticos, etc. (seria ponto positivo pra Dilma); comparar sempre que possível os governos FHC e Lula, dizendo, para aqueles que gostam do atual governo, mas tem reservas contra ela por ser mulher ou não ter experiência, que, se o próprio Lula está apostando todas as fichas nela é porque ela está plenamente capacitada para tal tarefa e vai dar prosseguimento à política do presidente com firmeza, etc. Outro ponto que deve ser explorado é o da experiência do Serra como ministro, governador, etc. Por exemplo, a grande experiência com o alagamento de São Paulo ou com os professores ou com as polícias ou a estação do metro (,etc.) que ele tem mostra claramente quão competente ele é: se foi incapaz de resolver tantas questôes de sua alçada, o que fará como presidente do Brasil? A resposta a essa pergunta, pra mim, é obvia: esse cara é uma fraude, um fiasco. É isso o que quero pra presidente?

Luiz

06 de maio de 2010 às 15h26

Acredito que seja novidade pra vocês como foi para mim. Filiado no PSDB (colega de trabalho) diz que não vota em Serra de jeito nenhum. Para ele, melhor com Lula. Então, acho que devemos manter o nível para que eles não se sintam incomodados se votarem em Dilma para presidenta.

Responder

    José Silva

    06 de maio de 2010 às 16h21

    Desconfio, porque o mesmo conforme sua declaração diz – para ele melhor com Lula, e eu digo – para mim melhor com DILMA!!!

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 15h54

    Beleza!
    Devemos rebater argumentos – e "argumentos" – mas não podemos entrar no jogo das baixarias, dos insultos.

Alan

06 de maio de 2010 às 12h26

Para mim o José Será(?) de São Paulo sempre será o José Será(?)

ele não chega lá

Responder

valdir

06 de maio de 2010 às 10h43

Prezado Azenha: o valdir que mandou a mensagem sobre Clawsevitz não é o mesmo que enviou a mensagem sobre o senador que deseja capital privado na embrapa, embora concorde com a opinião do 2°valdir e discodo totalmente do senador.

Responder

Carlos

06 de maio de 2010 às 13h29

Aos chargistas: que ser surgiria da cruza de FHC com Serra?

Responder

francisco.latorre

06 de maio de 2010 às 04h50

Notícias que a imprensa brasileira não publica

O "Financial Times" publica hoje e adiantou ontem no site um editorial sobre a "boa recuperação" do Brasil. Abre dizendo que agora "a América Latina está com ares de superioridade [swagger]. Na última semana, a revista "Time" escolheu Lula o líder mais influente do mundo. Manmohan Singh, o Bric mais próximo de Lula, foi 19º. Mesmo Obama só veio em quarto".

Abrindo uma foto com os dois presidentes, o "El Mercurio" deu longo relato sobre como Lula bancou a escolha do Chile para a instalação do maior telescópio do mundo, financiado pela União Europeia -e que a Espanha queria nas ilhas Canárias.

..

Responder

Flávio

06 de maio de 2010 às 03h08

Saiu na Maria Frô.
http://mariafro.com.br/wordpress/?p=2241
Adoro este vídeo!!

Responder

Glecio_Tavares

06 de maio de 2010 às 03h05

Hoje peguei um onibus lotado. Umas senhoras reclamaram da falta de onibus, e eu logo lasquei a politica no meio da multidão. Disse para todos : A culpa é nossa meu povo. Quando o Kassab disse que não ia aumentar a passagem de onibus ele foi eleito pois pensamos no bolso e esquecemos que sem investimento não tem retorno. Agora ele aumentou a passagem de 2,30 para 2,70 e não colocou um onibus a mais na rua. Vota errado dá nisso. Precisamos de plano de governo para ampliar, não para estagnar ou diminuir. A maioria dos passageiros ficou boquiaberto e captou a mensagem.
Lembrem-se o Kassab anda de helicóptero.

Responder

    beattrice

    07 de maio de 2010 às 00h02

    E o Serra também.
    E quem paga?
    Nós, os paulistas.

francisco.latorre

06 de maio de 2010 às 03h03

sem chance.

o despolitizado vota pela continuidade. fácil.

e o genérico esse.. falta combinar com o lula né?..

..

Responder

dbramusse

06 de maio de 2010 às 02h50

um detalhe que vai pesar nesta eleição e que o PMDB apesar dos pesares tem quase 3000 ou mais prefeituras neste brasilzão, e vai fazer uma campanha ferrenha da dilma pois é de total interesse o vice é deles, acho que vai fazer uma diferença na campanha do interior .

Responder

    Geraldo Siqueira

    06 de maio de 2010 às 04h25

    Não é só isso.
    O governo tem mantido relação direta com as prefeituras.
    De todos os partidos.A midia não pode mudar isso, apenas mentir sobre isso.
    Mas os prefeitos sabem.
    Alem disso, o extremismo furioso da midia acaba por unificar a militancia, que deixa as diferenças de lado diante da truculência. Isso já está acontecendo.
    Participo de uma lista de quase 300 pessoas desde 2005, a maioria egressa de militancia a muitos anos.
    Antes havia questionamento das denuncias de parcialidade da midia como uma maneira de varrer para debaixo do tapete os erros e deficiências do governo e do PT, agora há indgnação.

valdir

06 de maio de 2010 às 01h52

Caro Azenha,
Falando em jeito tucano de governar, hoje vi na TV Senado o Sr. Dulcidio Amaral (PT-MT), comentar que é favorável a abertura da EMBRAPA para o capital privado!!! Socorro….
Alguém já publicou algo a esse respeito? Alguém já comentou algo a respeito?

Responder

    Daniel Francelino

    06 de maio de 2010 às 02h21

    É Delcídio do Amaral, e é PT-MS. Não MT.

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 11h13

    Delcídio foi diretor da Petrobrás na época do FHC e compactuou com tudo, inclusive com a venda de ações da empresa.
    É tucano (mal) enrustido…

Nilson Moura Messias

06 de maio de 2010 às 00h08

Caro Azenha, não devemos subestimar os golpistas da vejinha. da folhinha, do estadão e da famigerada globo. Tenho muitas,
mas muitas, dúvidas mesmo, sobre os poderes destes pilantras de eleger um poste novamente, exemplo Collor de Melo. Em
2002 e 2006, tentaram e, não conseguiram. Fiquemos de olho, não custa nada. Dilma, Presidente e Temer, infelizmente vice.

Responder

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 14h08

    Nilson,
    Veja em que ponto chegou o PT. Convidou o Temer e ele ainda não aceitou porque precisa da anuência do PMDB. Eles vão se reunir e decidir sobre isso. Traduzindo, o Lula não queria o Temer, preferiria o Meirelles, mas perdeu essa parada.
    O PMDB vai ameaçar não fazer alianças estaduais com o PT para conseguir mais ministérios em caso de vitória da Dilma, embora improvável. Já imaginou um vice que tem mais poder que o presidente?
    O povo já percebeu que o idealismo do PT foi embora junto com os verdadeiros petistas e que esse Partido está acabado. Também percebe claramente o povão que o PMDB é um partido de aluguel.
    Resumindo, partidos não contam. O povo vai votar em candidatos. Nisso o Serra leva grande vantagem sobre a noviciada em eleições e invenção do Lula. E antes que os petistas de plantão se arvorem a afirmar que a diferença é a indicação do Lula, gostaria de lembrar que na eleição passada, Lula x Alkimin, Lula levou só no segundo turno, apesar das pesquisas estavam indicando Lula com 70% de popularidade. Assim, popularidade não se traduz em votos. Há pessoas que aprovam o governo mas votam em outro candidato.

    Leider_Lincoln

    06 de maio de 2010 às 16h05

    Brilhante como sempre, Ubaldo. Tegiversou, tegiversou e acabou tegiversando. Claro que há pessoas que aprovam o governo mas votam em outro candidato. A questão, meu brilhante comentarista, defensor do fim ou da diminuição do salário-maternidade, do fim do "malefício" do bolsa família, da tese das "realizações do governador paulista" eterno paladino da questão da dívida pública, que não falou um pio sobre os 30 bilhões que São Paulo deve é: essas pessoas votam na Nêmesis do Lula, que no caso seria o Serra?
    A sua conclusão, "Assim, popularidade não se traduz em votos" é uma pérola da lógica do cachorro doido. Como assim, popularidade não se traduz em votos? De onde você tirou isso? Quer dizer que os eleitores preferem políticos impopulares? Explique-nos sua tese jenial, Ubaldo. Dê-nos este prazer!

Glecio_Tavares

06 de maio de 2010 às 03h07

Mais um pouco de idéias progressistas?
Com voces Brizola Neto! http://www.tijolaco.com/?p=14028
Negócio da China só vale para empresários?
maio 5th, 2010 às 17:47

Um leitor mandou para o blog, hoje, o link para a foto que reproduzo acima, de uma campanha da Firjan contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Estendida na fachada da sede da federação, no Centro do Rio, uma faixa diz que com a medida os empregos dos brasileiros vão parar na China. Não sabia que a Firjan falava agora em nome do trabalhador brasileiro, logo ela que em 2006 defendeu a importação de trabalhadores chineses para a construção de uma siderúrgica da alemã ThyssenKrupp no Rio de Janeiro. Na verdade, a pretensão era trazer nada menos de três mil, mas o Ministério do Trabalho só permitiu um sexto disso, para funções especializadas.
O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, disse à época que entendia a estratégia da empresa de tornar o investimento o “mais barato possível”. Quer dizer que para baratear o custo do empresário, o trabalhador brasileiro pode ser ignorado e mão-de-obra ser trazida da China. Mas para reduzir a jornada de trabalho e permitir ao trabalhador mais uma horinha com a família é o emprego dele que vai parar na China?
A Firjan precisa abrir os olhos que o capitalismo moderno não existe sem um trabalhador respeitado e qualificado. Esse ano já ficou contra a adoção do salário mínimo regional para todas as categorias profissionais, e agora contra a redução da jornada de trabalho.
Isso me faz lembrar de uma história contada por meu avô sobre as semanas em que visitou a Austrália. Ao conversar com uma senhora, na rua, ela lhe disse que lá, o povo amava os seus empresários porque as empresas geravam emprego, salários e progresso social.
Será que não é hora dos brasileiros terem motivos para amar seus empresários? Mas como, se são tratados assim? Uma redução de 4 horas na jornada de trabalho, depois de 22 anos de veloz avanço da tecnologia e da produtividade, pode ser tanto assim para justificar ir para o outro lado do mundo? Como, se a mesma Firjan defendeu ir para lá, tirar empregos dos brasileiros.
A elite brasileira precisa parar de falar em modernidade e praticá-la. E ser moderno não é tratar o trabalhador como simples mercadoria, diante da qual só interessa o menor preço. Aliás, menor preço como único critério é uma coisa que não vale mais nem para mercadoria, o que dirá para seres humanos.

Responder

Glecio_Tavares

06 de maio de 2010 às 03h07

Mais um pouco de idéias progressistas?
Com voces Brizola Neto! http://www.tijolaco.com/?p=14028
Negócio da China só vale para empresários?
maio 5th, 2010 às 17:47

Um leitor mandou para o blog, hoje, o link para a foto que reproduzo acima, de uma campanha da Firjan contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Estendida na fachada da sede da federação, no Centro do Rio, uma faixa diz que com a medida os empregos dos brasileiros vão parar na China. Não sabia que a Firjan falava agora em nome do trabalhador brasileiro, logo ela que em 2006 defendeu a importação de trabalhadores chineses para a construção de uma siderúrgica da alemã ThyssenKrupp no Rio de Janeiro. Na verdade, a pretensão era trazer nada menos de três mil, mas o Ministério do Trabalho só permitiu um sexto disso, para funções especializadas.
O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, disse à época que entendia a estratégia da empresa de tornar o investimento o “mais barato possível”. Quer dizer que para baratear o custo do empresário, o trabalhador brasileiro pode ser ignorado e mão-de-obra ser trazida da China. Mas para reduzir a jornada de trabalho e permitir ao trabalhador mais uma horinha com a família é o emprego dele que vai parar na China?
A Firjan precisa abrir os olhos que o capitalismo moderno não existe sem um trabalhador respeitado e qualificado. Esse ano já ficou contra a adoção do salário mínimo regional para todas as categorias profissionais, e agora contra a redução da jornada de trabalho.
Isso me faz lembrar de uma história contada por meu avô sobre as semanas em que visitou a Austrália. Ao conversar com uma senhora, na rua, ela lhe disse que lá, o povo amava os seus empresários porque as empresas geravam emprego, salários e progresso social.
Será que não é hora dos brasileiros terem motivos para amar seus empresários? Mas como, se são tratados assim? Uma redução de 4 horas na jornada de trabalho, depois de 22 anos de veloz avanço da tecnologia e da produtividade, pode ser tanto assim para justificar ir para o outro lado do mundo? Como, se a mesma Firjan defendeu ir para lá, tirar empregos dos brasileiros.
A elite brasileira precisa parar de falar em modernidade e praticá-la. E ser moderno não é tratar o trabalhador como simples mercadoria, diante da qual só interessa o menor preço. Aliás, menor preço como único critério é uma coisa que não vale mais nem para mercadoria, o que dirá para seres humanos.

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Julio Silveira

05 de maio de 2010 às 23h57

Azenha, saiba que voce está certissimo, ainda mais contando com uma certa leniencia do próprio partido da candidata Dilma. O PT tem usado uma candura incompriensivel na hora de marcar posição contra a midia oposicionista.
Parece temê-la, evitam confrontá-la com a demonstração de que explicitamente ela tem lado, que não é isenta nem pratica a liberdade de expressão com ética.
Acho que se faz hora de desmascarar a midia no seu território.

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José Pelegrino

05 de maio de 2010 às 23h56

Infelizmente ainda há pessoas dita como politizadas que acreditam nesses meios de desinformação e enganação como a Revista VEJA, e outros. Pessoas que acreditam que a venda do Brasil fez bem ao país. Pessoas que acreditam que o governo Lula é apenas a continuidade do FHC, e que se estes ainda estivessem no poder faria igual ao que o Lula está fazendo, mesmo já terem sido provadas as diferenças entre a Esquerda e a Extrema Direita camuflada de PSDB.

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    Gersier

    06 de maio de 2010 às 00h50

    E como.E o pior,são teimosos, não aceitam contestação.Conheço alguns cuja a vida melhorou,mas teimam em não enxergar o porque.

    jose marinho

    06 de maio de 2010 às 10h59

    Concordo plenamente com voce e constestam ser ter embassamento politico, porém financeiro alto, tendo feito viagens ao exterior e com filhos fazendo coisas fora do pais não dante feitas, porém devido a a isso, oassunto politicia não é conversado para não haver stress pois seu mercurial e defendo mesmo.

João do Rio

05 de maio de 2010 às 23h44

Estão querendo adiantar o trabalho para as eleições. Não esqueçam que ainda temos Copa do Mundo, o que quer dizer que quase ninguém vai prestar atenção nas eleições. Depois sim teremos realmente a disputa pelo eleitorado e aí é que a militância tem que entrar, e o Lula atacar a oposição deixando a Dilma livre para a campanha, e lembrando que debates tem que ter regras muito rígidas, inclusive o que vai ser produzido e noticiado pela mídia sobre o debate.

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Cláudio

05 de maio de 2010 às 23h33

Azenha, você matou a charada é exatamente isso que está acontecendo, o mais engraçado é que o Serra é o primeiro que a parece para elogiar o Lula, em qualquer ato.

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Alberto F. P. Ferraz

05 de maio de 2010 às 22h28

O PT nunca disputou uma eleição com uma base de apoio tão ampla. A candidata Dilma é o braço direito e o braço esquerdo do governo Lula. De um governo que tem mais de 80% de aprovação.

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Franco Atirador

06 de maio de 2010 às 01h20

.
Tá bom!

O PT TEM O GENUÍNO
O PSDB TEM O ALCKIMISTA
.

Responder

Alberto F. P. Ferraz

05 de maio de 2010 às 22h19

A maioria do povão está vacinado contra a imprensa demotucana, já foi assim em 2002 com o Serra, e em 2006 com o Alckmin. Ambos, juntamente com a imprensa foram derrotados.

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laura

05 de maio de 2010 às 21h49

Acho que não podemos olhar a "videoscape"- paisagem digital- como o real. vale a pena ver este artigo do vermelho sobre as forças que apoiam Lula. Claro que a mídia e sua muralha sobre o real são fatos do real, mas temos mais é que remover a cortina de fumaça que tenta encobrir a realidade em vez de tomar a cortina como a realidade. É um dos aspetos da realidade. http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia

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luiz pinheiro

05 de maio de 2010 às 21h31

Azenha, acho que o seu conceito de politização cai meio no abstrato. O objetivo político de um governo por acaso não deve ser justamente o progresso da Nação como um todo, o desenvolvimento economico e social, mais empregos, mais salários, mais luiz elétrica, mais educação, mais casa própria, mais alimentos, mais geladeiras, e mais automóveis também? Política não é discurso, não é blá-blá-blá, política com P maiúsculo é melhorar a vida do povo de modo sustentado, quer dizer, que pode continuar ao longo do tempo, acompanhando o desenvolvimento da economia nacional. É o que estamos começando a viver no Brasil.

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    Marta

    05 de maio de 2010 às 22h08

    Luis, no meu entender, politizar não é bl´´a, blá, blá. Mas, é fazer o povo relacionar as políticas públicas com a sua própria condição de cidadão. Ele entenderá a relaçaõ entre seu emprego, seu salário e sua crescente condição de consumir pelo menos o básico, como resultados de políticas e não de esmolas que vez ou outra um governante "dá" aos governados. Para isso é necessário que o poder público tenha um projeto de país, tenha objtivos a curto, médio e longo prazos. Assim ele entenderá também, porque as coisas não podem acontecer tão rapidamente quanto ele desejaria.

    luiz pinheiro

    05 de maio de 2010 às 23h48

    Marta, 1) de que esmola voce está falando? 2) voce acha que Lula não tem um projeto de país?

marcus

05 de maio de 2010 às 21h29

Acho que boa parte das pessoas que ascenderam à classe média podem acabar votando no Serra, como forma de serem aceitas no novo meio social em que se inseriram… seria uma grandíssima tristeza.

Responder

Augusto Gasparoni

05 de maio de 2010 às 23h53

Azenha, você matou a pau!! Ainda que as consequências não sejam estas, está a tempo de tomar providências para desmontar a estratégia dos calhordas. Mostrar à larga parcela da população vulnerável e volúvel, beneficiária das conquistas sociais (poucas que foram, mas existiram – e pela primeira vez na história desse país), que isso foi derivado de um plano de governo, e que isso teve atores principais.

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valdir

05 de maio de 2010 às 20h49

Prezado Azenha : Parece que foi Clausewitz no seu livro Guerra – A arte da estratégia que disse: " Os exércitos marcham sobre os estômagos", ou seja, soldado com fome não tem ânimo para o combate.Quem saiu da miséria e deixou de ver o seu filho passar fome não esquecerá de votar no candidado de LULA em outrubro.Lembre-se AZenha ai foi Getúlio Vargas que disse" quando a fome bater a vossa porta, sentireis a energia para lutar por vós e vossos filhos" A luta é no dia a dia que está sendo travada, é o povo contra o PIG e a vitória dar-se-á no dia 3 de outubro. Aguarde, fique nervoso o que é natural mas não se desespere.Um abraço

Responder

Gerson Carneiro

05 de maio de 2010 às 20h29

“Deriva daí a proposta da oposição de apresentar o ex-governador José Serra como 'genérico' de Lula”.

A oposição não tem coragem de apresentar o criador desse “genérico”; tampouco com tanta enfase quanto este costuma empregar a si quando alega autoria de projeto dos… genéricos.

Responder

    RPLopes

    06 de maio de 2010 às 17h53

    Ah, mas a oposição é expert em roubar boas idéias, veja só o Plano Real (instituído durante a presidência do Itamar pelo ministro Rubens Ricupero), os genéricos (instituídos pelo Jamil Haddad)…eles podem perfeitamente ter a cara-de-pau de apresentar o Serra como legítimo herdeiro do Lula (que, segundo eles, só deu continuidade ao governo do FHC)

ANTONIO ATEU

05 de maio de 2010 às 20h00

O Washington Post 'agora está vendendo a revista' Newsweek '
O presidente do grupo disse que as perdas da semana "é do disco"

POZZI MICHAEL – Nova York – 05/05/2010

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A tentativa de salvar Newsweek, Mudando radicalmente sua concepção, não. A revista não atrai leitores em um mundo dominado pela Internet. E as perspectivas não são boas, ao contrário, porque em 2010 continua no vermelho. Portanto, o seu senhorio por quase meio século, o editor O Washington PostConsidera que a venda pela melhor oferta.

A notícia em outros sites

* Sites em espanhol
* em outros idiomas

"Estamos explorando todas as opções para resolver o problema", anunciou hoje em um comunicado de imprensa terse Donald Graham, presidente da mídia, admitindo que os esforços feitos até agora superior a três anos de perdas não foram suficientes. Então queria saber se a situação actual, a revista não se encaixa melhor em outro lugar. "

Newsweek Nascido em 1933, com as réplicas da Grande Depressão, tornando a economia vacilar. Oito décadas depois, em meio à maior crise financeira desde a revista está passando por sérias dificuldades. A circulação caiu 41% no final de 2009 e de estabilização das receitas visto nos jornais impressos neste segmento não coalhar.

Assim, os proprietários opt-out do futuro Newsweek nas mãos do New York empresa Allen & Company, responsável por dirigir a eventual venda. É o caminho seguido BusinessWeek, A sede de quem foi vendida no outono passado pela McGraw-Hill à Bloomberg grupo de mídia de cinco milhões de dólares para se encarregar da sua dívida.

Washington Post e em dezembro anunciou a venda da sua revista de viagens Budget Travel um investimento de New York empresa Flectche Asset Management. Os jornais impressos negócio de mídia registrou um prejuízo operacional de 29,3 milhões de euros, quase o dobro de 2008. Perdas continuam em 2010, porque a competência da rede de informação constante é voraz.

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Boquinha

05 de maio de 2010 às 22h31

Minha gente, se avexe não, quando o programa eleitoral começar,e, o nosso bom e sempre companheiro Sr. José Inacio Lula da Silva,( mais conhecido e aprovado pela maioria esmagadora do povo brasileiro ) como Lula, com aquele jeito que nenhum jornalista da globo nem de revista ou jornal desse país tem, aí meus irmãos o bicho vai pegar, nada que do eles estão fazendo, nada do que eles póderão fazer, vai adiantar, o povo vai com Lula, com quem ele for, ou seja Dilma. Continuemos com o nosso trabalho, esse trabalho dos blogs é muito importante no combate a pré campanha que a midia tucana anda fazendo, tenho certeza que o presidente Lula sabe muito bem o que faz, Lula vai ac abar com todos eles de uma só vêz, aguarde e verão. DILMA PRESIDENTE.

Responder

    Maralina Matoso

    05 de maio de 2010 às 22h44

    José? Que José? Terá sido um ato falho seu?

    boquinha

    06 de maio de 2010 às 00h53

    Realmente, perdoe-me, é que na verdade eu queria mesmo era xingar o José Serra.

carlos saraiva

05 de maio de 2010 às 19h08

Azenha muito interessante este texto. Gostaria apenas se me permitires, fazer algumas considerações. A "despolitização" não me parece resultado de um projeto meramente desenvolvimentista, descolado da politica. O governo e sobretudo Lula, fez e continua fazendo politica desde o inicio de seu governo. A politica interna, com um desenvolvimento voltado para um mercado de massas. O fortalecimento do protagonismo popular, com um dialogo aberto e franco com os movimentos sociais. A integração sul-sul , a nova participação na geopolitica internacional. O estimulo para consolidação de um forte espirito nacional, com um internacionalismo solidário. Isto tudo é fazer politica e mais construir uma nova hegemonia. A dita "despolitização", à meu juizo, foi uma clara "politização" da grande mídia como opositora cínica e dissimulada ao governo e seu projeto. Outro fator que contribuiu para a dita "despolitização" foi o retraimento de uma parte da "esquerda"que levou até para a oposição e a falta de militancia de muitos ditos "intelectuais" de "esquerda.

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Otaciel de Oliveira

05 de maio de 2010 às 18h58

Concordo 100%, Azenha.

A briga e agressões até agora na internet envolve somente gente relativamente politizada, que define seu candidato em função de um "suave" ou aprofundado perfil ideológico. Muitos desses eleitores têm uma consciência bem aguçada do que Dilma representa. Mas alguns deles me dizem que a Dilma, no programa do Datena, usou muito a expressão "eu acho"., quando o que é importante é o que ela representa e pretende fazer de fato com relação ao que Serra pretende destruir. Ainda existe um arraigada dicotomia entre o conteúdo e à forma com que as coisas são apresentadas e as pessoas apreciam bastante a forma das coisas. Aprendemos isso com a rede Globo: é na forma com que a mensagem é colocada que eles vendem até veneno de rato como se fosse dietético.

E as pessoas discutem muito mais calorosamente uma gafe do que um programa sério de governo.

Considerando o que você está falando sobre as eleições americanas, em todo lugar do mundo aparentemente é assim.

Daí a importância de uma coligação com um partido do tamanho do PMDB, com prefeitos e ou vereadores em tudo que é cidade desse país. Engana-se quem acha que as eleições são decididas apenas no horário eleitoral gratuito e na internet. Viajo muito pelo interior do Nordeste e sei da importância do cabo eleitoral. É inacreditável que isto ainda exista, mas está lá. O político que quer eleger o irmão deputado federal não vai sair à toa falando mal do Lula. Se conseguirmos colar a imagem da Dilma no Lula a coisa poderá funcionar de maneira satisfatória. Agora, Lula precisa mudar de ideia: não vai ser fácil derrotar o PIG; ele também tem diretórios (TVs, rádios, jornais, revistas, etc.) do Oiapoque ao Chuí e é o MAIOR partido político que já existiu no Brasil em todos os tempos.

Não subestimem as declarações de dona Judith e as decisões dos senhores do Millenium. A batalha está só começando.

Responder

Ubaldo

05 de maio de 2010 às 18h49

"O problema está no fato de que essas pessoas não necessariamente relacionam sua ascensão social a um projeto de governo. Talvez associem à figura do presidente da República que, como se sabe, não concorre." Azenha

Nunca na história deste país se viu um presidente tão envolvido na campanha de um sucessor. Há dois anos que o Lula já anunciou que a Dilma seria sua preferida para a presidência e desde lá não desce do palanque, faz costuras com políticos execrados como Sarney, Collor, Renan e Temer, passa por cima da legislação eleitoral fazendo campanha antecipada e dedica muito tempo só pensando e tentando eleger a Dilma.
Com esse empenho todo o que vem logo à mente é que ele quer esconder algo que fez durante sua gestão ou que ele quer continuar governando e fazer de Dilma uma simples marionete.
Não seria muito mais condizente com o cargo de presidente da Nação, que ele apoiasse alguém indicado pelo seu Partido e se mantivesse mais íntegro, transgredindo menos a liturgia do cargo, fazendo menos acordos politiqueiros como o qual fez com Sarney e se mantivesse mais focado em suas funções?
Lula acabou com o PT idealista, atropelou o Congresso, passou por cima da lei muitas vezes, inventou uma candidata que diz ser ótima para o Brasil.
Não acho que o povo brasileiro é bobo!

Responder

    graciliano

    05 de maio de 2010 às 19h21

    Quando se tem um projeto, testado, aprovado e em pleno andamento, o nome do líder importa menos. Não é um campeonato de esporte individual, mas coletivo. O time do Lula escalou a Dilma prá jogar a prorrogação. Vale a camisa, meu caro.
    Já o adversário não tem projeto (a menos que se chame o desastre administrativo em SP de projeto para o Brasil, Deus livre os brasileiros!), nem time. É um jogador chamando para si toda a responsabilidade.
    O povo já decidiu para que lado quer ir. Quem vai encabeçar o time importante menos, desde que o time seja o mesmo que tem vencido até agora – aliás, dando um show de bola.
    O resto é o tesão do Serra, que ele saberá resolver…

    Carlos

    05 de maio de 2010 às 19h21

    Desmoralizado/pulverizado o discurso das "missões comerciais aos EUA", o verdadeiro Ubaldo aparece…

    Em qualquer país que adotou o presidencialismo, presidentes buscam eleger o sucessor – mas só fazem isso os que tem serviço a apresentar, já que alguns têm mais é que se esconder, né?
    Lula defendeu e o PT aprovou Dilma.
    Lula faz o que o cargo exige: conhecer pessoalmente os problemas do país, dialogar com a população e seus líderes locais, e paraisso tem mais é que viajar – ou você preferia um burocrata no gabinete em Brasília?
    Lula dialoga com os partidos representados no Congresso, com lideranças eleitas nas regiões/estados.
    Lula não tem nada a esconder, e Dilma tem luz própria – não subestime as mulheres, Ubaldo….
    Falar em integridade, transgressão à liturgia do cargo, atropelo ao Congresso, passar por cima da lei etc, é conversa mole – inútil – de quem pretende prender o Lula em Brasília, intimidá-lo, tirá-lo da cena política, sufocar o maior líder popular de nossa história…
    https://www.viomundo.com.br/politica/a-nova-geogra
    Por que você fugiu de lá, Ubaldo?

    Ubaldo

    05 de maio de 2010 às 21h50

    Carlos,
    Primeiramente gostaria dizer que preferia debatar com você quando ainda debatia num tom desapaixonado e sem agressões. Espero que volte.
    Quanto a tentativa de colocar palavras em minha boca, também não dá. Eu nunca disse ou fiz menção em subestimar mulheres, muito menos a sua candidata. Substimar mulheres é próprio de machistas e não é o meu caso. Talvez haja realmente pessoas, homens e mulheres, menos esclarecidos que são machistas e estão querendo argumentos para não votar na Dilma.
    Não diga que é conversa mole o fato comprovado que Lula foi multado, por enquanto, por duas vezes pelo TRE por fazer campanha antecipada da Dilma. Ele deveria de se envergonhar disso, pois como presidente da Nação deveria ser o primeiro a respeitar e fazer respeitar as leis.
    Com relação ao presidente Lula, gostaria de reproduzir o que falou o Comparato em matéria de entrevista divulgada aqui neste blog, conforme o link:https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/comparato-na-car...
    " Mas o Lula não enfrentou os grandes problemas nacionais. E não o fez porque ele põe em primeiro lugar o seu poder e o seu prestígio. Ele é o maior talento demagógico que o Brasil já conheceu, muito superior ao de Jânio Quadros. Dificilmente, na história do Brasil nunca houve um governante que tivesse uma tal aprovação popular e ao mesmo tempo que tivesse toda a confiança dos proprietários, dos empresários, dos poderosos. Sob o aspecto de poder pessoal ele é um sucesso absoluto." Comparato

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 11h36

    Contestar é "agredir"?
    Afirmar que Lula "inventou" a Dilma revela que subestimas as mulheres, sim – que dizer: "ela não foi escolhida pelos seus méritos, não tem luz própria."

    TSE multa o Lula – recorreu? – e silencia ante a campanha do Serra. (Por falar no Judiciário, lembra quem presidia o TSE nas eleições de 1989? E que cargo tal pessoa passou a ocupar no governo do eleito?)

    Comparato sempre mereceu respeito, mas tenho comigo que está ressentido – magoadíssimo – por não ter sido chamado para o Ministério da Justiça – claro que posso estar sendo leviano, mas as palavras dele revelam ressentimento.

    Volte lá na "geografia comercial".

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 19h01

    Carlos,
    O fato de mencionar que o Lula inventou a candidata Dilma, é verdade. Ele provavelmente indicaria o José Dirceu se ele não fosse obrigado a se demitir da Casa Civil. Lula poderia ter inventado outro candidato, homem e eu não diria que ele preferiria os homens às mulheres e que ele subestima-as por isso.

    Marcos

    06 de maio de 2010 às 19h37

    Ubaldo, essa declaração do Comparato foi simplesmente ridícula. Que estupidez é essa de que o Lula não enfrentou os grandes problemas nacionais?! Quer dizer que gerar crescimento econômico com distribuição de renda não é enfrentar e resolver (ou começar a resolver) os grandes problemas nacionais? Que dizer que levar mais de 30 milhões de brasileiros a ascenderem à classe média não é enfrentar e começar a resolver os grandes problemas nacionais? O governo Lula vem promovendo enormes avanços em praticamente todas as áreas de atividade humana. Respeito o professor Comparato, mas nesse caso ele falou uma grande e evidente bobagem. Seria bem melhor que tivesse ficado calado. (Continua)

    Marcos

    06 de maio de 2010 às 20h27

    (Continuação) Quer dizer, então, que agora ser competente, ser honesto, trabalhar muito, governar com mestria, ser um hábil negociador, ser humanista, ser carismático e amável, ser um verdadeiro democrata e acabar agradando tanto o povão como os os grandes empresários e a maioria dos poderosos é ter um talento demagógico?! Eta dor-de-cotovelo, hein, professor Comparato!!! Comparato certamente está, como alguém já disse, com o ego (eta, EGO danado, que o diga o Caetano Veloso!) muito ferido por não ter sido convidado pelo presidente Lula para participar do seu governo como ministro da justiça e/ou por algum outro motivo de ordem pessoal.

    Ubaldo

    05 de maio de 2010 às 21h50

    Carlos,
    Primeiramente gostaria dizer que preferia debatar com você quando ainda debatia num tom desapaixonado e sem agressões. Espero que volte.
    Quanto a tentativa de colocar palavras em minha boca, também não dá. Eu nunca disse ou fiz menção em subestimar mulheres, muito menos a sua candidata. Substimar mulheres é próprio de machistas e não é o meu caso. Talvez haja realmente pessoas, homens e mulheres, menos esclarecidos que são machistas e estão querendo argumentos para não votar na Dilma.
    Não diga que é conversa mole o fato comprovado que Lula foi multado, por enquanto, por duas vezes pelo TRE por fazer campanha antecipada da Dilma. Ele deveria de se envergonhar disso, pois como presidente da Nação deveria ser o primeiro a respeitar e fazer respeitar as leis.
    Com relação ao presidente Lula, gostaria de reproduzir o que falou o Comparato em matéria de entrevista divulgada aqui neste blog, conforme o link:https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/comparato-na-car...
    " Mas o Lula não enfrentou os grandes problemas nacionais. E não o fez porque ele põe em primeiro lugar o seu poder e o seu prestígio. Ele é o maior talento demagógico que o Brasil já conheceu, muito superior ao de Jânio Quadros. Dificilmente, na história do Brasil nunca houve um governante que tivesse uma tal aprovação popular e ao mesmo tempo que tivesse toda a confiança dos proprietários, dos empresários, dos poderosos. Sob o aspecto de poder pessoal ele é um sucesso absoluto." Comparato

    Leider_Lincoln

    06 de maio de 2010 às 16h07

    O Fernando Henrique Cardoso enfrentou, Ubaldo? Diga-nos!

Marcos Santos

05 de maio de 2010 às 18h23

duas coisas importantes citadas: O aumento da conexão de parte da população brasileira na rede(celular inclusive) e como a população interpreta a melhoria de vida no pais.

No caso da conectividade, hoje as operadoras de telefonia celular, fazem tremendo spam de ofertas do tipo, envie uma mensagem para o telefone tal e ganhe isso ou aquilo, passaram a invadir meu celular da Oi, Um inferno ! Quem duvida que essas empresas não serão utilizadas para invadir minha privacidade e de outros brasileiros com mensagem baixo nível contra a dilma ?

No caso da interpretação das melhorias de vida, tendo a concordar que parte da população não vincula a melhoria com o governo. Mas isso ocorre em particular com parcelas altas da classe média, com seu arrivismo social congênito.
Junto à população pobre que se beneficia dessa melhoria, existe um vinculação dela ao governo, ao Lula. Isso é o que os Tucanos gostariam de quebrar. Vão jogar pesado, fiquem certos

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Ramon

05 de maio de 2010 às 17h49

Serra está mais para veneno que para genérico. É o anti-Lula, vejamos o conceito de genérico:
"O medicamento genérico é aquele que: contém o mesmo fármaco, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento considerado como referência no País, apresentando a mesma segurança e eficácia clínica."
Vamos ao conceito de veneno:
"Um veneno consiste em qualquer tipo de substância tóxica, seja ela sólida, líquida ou gasosa, que possa produzir qualquer tipo de enfermidade, lesão, ou alterar as funções do organismo ao entrar em contato com um ser vivo, por reação química com as moléculas do organismo.
A diferença entre uma substância venenosa e uma substância farmacêutica ou mesmo nutricional é a dose administrada ou acumulada no corpo mas, em geral, um veneno é mortal em determinada dose e sem qualquer função terapêutica. Dois exemplos são o flúor e o iodo: ambos são extremamente venenosos, mas têm aplicações terapêuticas em mínimas doses, sendo o iodo indispensável e o flúor um bom fármaco contras as cáries"

Qual a dosagem de dependência estadunidense de um governo Serra? Qual a dosagem de privatizações e desmantelamento do aparato estatal? Qual o nível planejamento? Quanto de investimento na área social?
A sequência é enorme, mas estes exemplos já demonstram que Serra e os governos tucanos estão mais para veneno que para genérico. As similaridades são superficiais, mas o foco é absolutamente diferente. O governo Lula foi direcionado a uma maior atenção à área social, já o dos tucanos só agradam aos 1% da população mais abastada.
Certamente Serra é o anti-Lula, o veneno neo-liberal e submisso aos interesses dos EUA para destruir os avanços sociais e a independência da política interna e econômica nacional.
Como diz a música de Chico:
"Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Ese silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

De muito gorda a proca já não anda
De muito suada a faca já não corta
Como é difícilo, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontgade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça"

Responder

Igor Tkaczenko

05 de maio de 2010 às 17h37

Azenha, o texto tem relevância, mas discordo que seja capaz de promover a balança fiel na decisão final nessas eleições. Os apontamentos são de fato relevantes – como já disse -, porém, o diferencial será a decisão da consciência mais crítica e politizada no Brasil. O fundamento dessa consciência está na pergunta: Estado mínimo ou Estado mais atuante? E isso, o governo do PT dá a entender que é mais competente enquanto Estado atuante, ao contrário do PSDB. Esse pensamento sim, será o fiel da balança.

Responder

    dukrai

    05 de maio de 2010 às 19h27

    O texto do Coimbra aqui no blog "Um pássaro na mão ou dois voando" diz exatamente o contrário, "Para a vasta maioria da população, a eleição pouco (ou nada) tem a ver com algo tão distante quanto a escolha de um modelo de capitalismo (“Estado ingerente X Estado básico”)."
    Para Coimbra, neste e em outros artigos, o eleitor vai escolher se muda ou continua, com base nas suas condições materiais, o que o Azenha questiona das condições políticas desse eleitor de fazer esta opção passando ileso pelo marketing político, o que parece arriscado para um projeto de governo que pretende continuar.

    Igor Tkaczenko

    05 de maio de 2010 às 20h13

    Concordo plenamente com o Coimbra sobre o conservadorismo em seu artigo, porém, esse mesmo conservadorismo político (apenas na ideia de se manter "o time que está ganhando") contempla, também, a ideia de Estado mais atuante, que é, exatamente, a diferença entre um grupo político passado (PSDB) e um novo (PT), e que o eleitorado sabe reconhecer. A sociedade deu a chance para que o ideal de Estado mínimo fosse aplicado na maneira de governar dos tucanos, isso não é novidade ao eleitorado, ou seja, como governam os tucanos e como governam os petistas. Ficou claro isso nas eleições de 2006, quando entrou em pauta a questão das privatizações, o PSDB perdeu feio, ficando muito na defensiva, e Alckmim teve até que se fantasiar de carteiro para tentar convencer que não iria vender as estatais (Correios) brasileiras, e, claro, com o amplo apoio e divulgação dessa imagem (Alckmim fantasiado) e dessa promessa pela velha mídia. O resultado? Não convenceram que o Estado brasileiro não seria diminuído. Lula sim, no debate (não lembro qual exatamente), quando afirmou que até o avião presidencial Alckmim já queria vender, mostrou bem a posição e o ideal tucano de governar. O eleitorado brasileiro aposta num estado mais atuante, conhece a diferença, e quer conservar isso. PS.: Não foi a mídia o fundamental para que houvesse segundo turno em 2006. Um dos fundamentos para isso foi o fato de Lula não ter ido ao debate na globo. Lula é um político extraordinário, e não ordinário, por isso, jamais poderia ter faltado ao debate. Pegou muito mal. Como ele mesmo falou: "todos podem errar, menos eu". A cobrança sobre ele é muito maior, por ser, como já disse, um político extraordinário, oriundo verdadeiramente de classes mais populares. Lula deu crédito a uma má assessoria nesta ocasião. Escrevi um artigo sobre isso, alguns petistas têm, se é que guardaram.

    jbmartins

    05 de maio de 2010 às 17h51

    Eu concordo com Azenha, eles estão minando a popularidade de Lula, apos isto colocarão Dilma como sem competência e dirigirão o voto a Ze Pedagio, espero que o Povo tenha conciência e maturidade suficiente para não cair nisto, mais terá que ter um trabalho das pessoas que sabem desse "golpe midiatico" e da oposição fragilizada(por seus desgovernos), eu, voce e nos teremos o dever de esclarecer este golpe.

    Leider_Lincoln

    05 de maio de 2010 às 20h36

    Mas há quantos anos eles estão "minando" a popularidade do Lula? Sete anos? Com que sucesso? Que tal, nenhum? Ou alguém acha que o que diz os paulistanos ou a gente das praias do Rio representa o que o brasileiro médio comum pensa? Se a audiência fosse medida nos outros 5.800 municípios do Brasil, se não achassem que a cidade de São Paulo espelha bem o Brasil, vocês teriam uma surpresa muito grande, meus senhores…

    Rodrigo Prado

    06 de maio de 2010 às 11h35

    Espero que você esteja certo.
    Porém o jogo da mídia ficará cada vez mais sujo.
    Só vai faltar o Serra aparecer na Tv para comentar jogo da seleção na copa do mundo…

    Lima

    05 de maio de 2010 às 19h24

    Não subestime o "poder" da mídia. Eles "conseguiram" promover um segundo turno em 2006 e ajudaram a eleger Collor em 1989 graças a uma edição de debate (que o Collor "ganhou" porque disse que o Lula tinha em casa um aparelho de som que nem ele – dono de rádio e emissora de TV – teria) – ridículo mas: é a estratégia do MEDO. Não é sem razão que todo e qualquer programa de TV, cinema ou mesmo propaganda são emotivos: é mais fácil controlar quem não tem tempo ou tem MEDO de pensar

    Lucas Cardoso

    05 de maio de 2010 às 21h19

    O brasileiro médio, como o estadunidense médio, não entende de política. Simples assim. Vagamente acredita saber o que é esquerda ou direita, gosta dos governantes obreiros, e quer "gente honesta" no governo. Só.

    As elites, que temos acesso à Internete e a uma educação razoável, nos preocupamos com outas coisas. O brasileiro médio quer saber se vai ter emprego pra ele amanhã. O brasileiro médio não gosta de comunista por algum motivo nebuloso. O brasileiro médio acha que polícia matar ladrão é normal (e muitos não vêem o mal nisso). O brasileiro médio não liga se é Estado atuante, Estado mínimo, Estado comunista ou Estado de Calamidade Pública (apesar de ser vagamente contra privatizações em massa, por motivos também nebulosos).

    E o brasileiro médio obtém suas poucas informações com a Globo. O que é importante sempre lembrar, por motivos óbvios.

Gerson Carneiro

05 de maio de 2010 às 20h29

“Deriva daí a proposta da oposição de apresentar o ex-governador José Serra como 'genérico' de Lula”.

A oposição não tem coragem de apresentar o criador desse “genérico”; tampouco com tanta enfase quanto este costuma empregar a si quando alega autoria de projeto dos… genéricos.

Responder

Carlos

05 de maio de 2010 às 17h27

Ótima notícia sobre o PNBL: http://www.conversaafiada.com.br/economia/2010/05

Responder

Thiago

05 de maio de 2010 às 17h00

Azenha, há um artigo ótimo na Carta maior sobre Lula e o tratamento da imprensa brasileira que merece ser reproduzido em todos os sites.

É do Francisco Carlos Teixeira e chama Lula, as elites e o vira-latas. Segue o link:
http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost

Responder

Thiago

05 de maio de 2010 às 17h00

Azenha, há um artigo ótimo na Carta maior sobre Lula e o tratamento da imprensa brasileira que merece ser reproduzido em todos os sites.

É do Francisco Carlos Teixeira e chama Lula, as elites e o vira-latas. Segue o link:
http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost

Responder

Arthos

05 de maio de 2010 às 17h00

O raio do PT é muito devagar parece que não dá conta da situação… tinha que estar no comando, ou melhor, no front da batalha peitando os trolhas e assemelhados do partido do Zé dos pedágios.

Responder

Alexandre Tambelli

05 de maio de 2010 às 16h56

Será que a população, sem ser os 30% tradicionais que votam na esquerda, não irá votar pelo BOLSO "Azenha"? Eu fico imaginando os milhões de brasileiros que abriram crediários, compraram seus carros e tevês em numerosas prestações, estão se associando ao Minha Casa, Minha Vida e penso que estes, na hora de decidir seu futuro, e ter segurança, de que poderão arcar com a dívida adquirida vão dar o voto pelo BOLSO, independente de qualquer manipulação da mídia. Este voto tenderá a ser da DILMA, como também o do grande empresariado e dos banqueiros, que a cada dia ganham mais com o Governo LULA! E isto me parece visível: é raro entrevistas com empresários e banqueiros sobre o Governo LULA. A mídia nem os procura, para não ouvir o que não quer. Quem têm o benefício do Prouni, da Escola Técnica, da Universidade Pública, do bolsa-família, quem trabalha em obras do PAC, os trabalhadores de classe média que têm os salários valorizados, neste governo, tenderão a votar na DILMA, o motivo: o BOLSO! O LULA amarrou seu novo eleitorado pelo BOLSO!

Responder

Evandro

05 de maio de 2010 às 16h49

Azenha, antes da propaganda eleitoral na TV e no rádio, tudo é mera especulação. A coisa só vai tomar um rumo quando a campanha eleitoral começar pra valer. Vamos ver como os candidatos serão apresentados, como serão as provocações e etc.

Quando Lula aparecer na propaganda de TV esculhambando com o PSDB e dizendo que Dilma é a sua candidata, aí vamos ver se os marqueteiros de Serra terão sangue frio pra vender o genérico deles.

Responder

Dias Melhores

05 de maio de 2010 às 19h38

Muito bom Azenha.
Quero acrescentar 2 tópicos que julgo importantes, como :
1) Dar visibilidade à Dima, que até agora não foi feito (já mencionado acima por um companheiro);
2) Associar o PT ao Estado que faz, ou melhor, o PT é um partido político que faz o Estado funcionar, trabalhar para à sociedade.

Responder

Ferraz

05 de maio de 2010 às 16h36

"Nada que me surpreenda: acompanhei a campanha eleitoral mais recente nos Estados Unidos e testemunhei o emprego dessas mesmas táticas."
Mas o Obama ganhou.

Responder

ana

05 de maio de 2010 às 16h32

ao ler seu post não tenho como discordar e acho um tremendo equivoco o pt jogar todas as fichas no advento da internete como substituta do corpo a corpo (coisa que a militancia faz bem), ta demorando demais pra botar o bloco na rua . E ai pode-se correr o seguinte risco "perder o que já tava ganho" . abraços

Responder

    Carlos

    05 de maio de 2010 às 17h31

    Sabe como é,… trabalho de rua, porta de fábrica, ponto de ônibus etc, é cansativo…
    E tem dirigente que supõe que todos os trabalhadores já "tuitam" várias vezes por dia, todos os dias…

    Clarivaldo

    05 de maio de 2010 às 17h46

    Como ex-militante de porta de fábrica, de porta de escola, de feiras-livres, imagino que é muito cedo, as eleições estão longe. Acho que o PT tem que adotar algumas posições para não deixar a manada disparar, mas só jogar com a militância um pouco mais próximo das eleições, para que a mensagem de agora não se perca até as eleições.
    Sinceramente, o debate neste momento serve mais para azeitar a militânica, imagino.

    Abç

    francisco.latorre

    06 de maio de 2010 às 22h01

    concordo.

    a hora vai chegar.

    ..

trombeta

05 de maio de 2010 às 16h27

Caro Azenha, a RBS, a globo do RS, tá devendo, veja texto resumido extraído do RS urgente:

Em janeiro deste ano, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), tribunal administrativo que decide sobre autuações da Receita Federal, confirmou uma multa de R$ 286 milhões ao grupo RBS, por manter, em 1999, uma sociedade com a Telefônica por apenas 50 dias. O CARF avaliou que a sociedade foi uma simulação conhecida como “casa-separa”, onde, para escapar da tributação sobre a venda de um ativo, a empresa compradora se torna sócia da empresa vendedora temporariamente, por meio de um aporte de capital. Pouco tempo depois, a empresa deixa a sociedade, levando o ativo, em vez do dinheiro.

O caso teve origem em 1996, quando a Nutec Informática associou-se a RBS para a criação do provedor ZAZ. Em 1999, a RBS associou-se à Telefônica que assumiu o controle da Nutec. Cerca de dois meses depois, a RBS deixou a sociedade. Em 2001, a receita multou a RBS em R$ 286 milhões por entender que a associação com a Telefônica foi uma estratégia para não pagar o imposto incidente sobre a venda da participação acionária na Nutec. A RBS recorreu, alegando que se tratava apenas de “uma sociedade que não deu certo”. Em 2008, a empresa obteve uma decisão favorável que suspendeu a multa. No início de 2010, porém, um novo recurso ajuizado pela Delegacia da Receita Federal de Porto Alegre acabou revertendo essa decisão de 2008.

Responder

    Cecéu

    05 de maio de 2010 às 20h39

    Não há como reverter mais. O caso citado foi uma patifaria grosseira, de quem confiava abusivamente no "Estado fraco" e na supremacia da impunidade.

    valmont

    05 de maio de 2010 às 23h38

    É assim que os ricos esquivam-se dos impostos e deixam cair a carga pesada nas costas dos assalariados: SONEGAÇÃO.
    Embora previsto no Código Penal, esse crime, no Brasil, não leva ninguém à cadeia. O sonegador paga e livra-se instantaneamente da punição. Algo que precisa mudar urgentemente na legislação deste país.
    O problema é que os grandes sonegadores têm voz ativa (e falam alto) na Casa das Leis.

JOAQUIM

05 de maio de 2010 às 16h22

Como este Serra mente e o pior apoiado pela grande imprensa golpista, é uma coisa que chega a dar náuseas.

Responder

Paulo

05 de maio de 2010 às 16h19

Acho que no fim da campanha eleitoral, vai ficar provado que o Serra é o genérico do FHC.

Responder

    beattrice

    06 de maio de 2010 às 03h38

    Acredito mais que o fhc seja o genérico do Serra.
    O segundo é bem pior que o primeiro.

    Vou reiterar opinião que já expressei antes Azenha, é preciso desenterrar as posições do Serra em 2002, quando, embalado pelos 8 anos do fhc, ele declarava explicitamente suas opiniões.
    Agora ele brinca de biruta de aeroporto e isso confunde os incautos.

jose

05 de maio de 2010 às 16h15

Caro Azenha, cabe a esta massa que e a blogsfera, destruir as mentiras que todos os dias aparece na mídia como , verdade, sabemos que daqui pra frente vai ser assim. em 2006 a blogsfera não tinha tanto impacto como tem hoje. e o Lula esmagou o alckmin, porque a população percebeu, acredito e faço minha parte, que e de enviar todos os amigos as verdade que são publicada aqui e em outros blogs,. o povo vai perceber a grande farça que se chama zé serra.

Responder

JOÃO PROTA

05 de maio de 2010 às 16h09

Será, realmente, um feito espetacular se os marqueteiros conseguirem apagar do inconsciente coletivo do povo brasileiro o fato de que Serra é do partido que entregou o Brasil a preço de banana, terceirizou o ser público e desprestigiou o contrato de trabalho.

Responder

Carlos

05 de maio de 2010 às 16h08

Quanto aos EUA, desconheço os fatos; quanto anós, concordo com tua avaliação, Azenha.

Responder

@HeLLWAR

05 de maio de 2010 às 16h08

Sugestão ao VIOMUNDO: usar ohttp://migre.me para encurtar a URL e aparecer na pagina principal e ter mais RTs.

Responder

Marcos Soares

05 de maio de 2010 às 15h57

Boa Tarde Azenha,

Eu penso diferente, imagino que a mobilização espontânea (típica do pt) ira fazer a diferença… Digo isso por mim, sempre gostei de política mas não participava ativamente pois meu tempo era exclusivo para meu trabalho, estudos …Hoje posso praticar a política seria sem sair do meu escritório, ou sem ter que "gastar tempo e dinheiro" e te garanto, não vou ser "passivo" nesta eleição e tenho outros amigos que também ja tomaram esta decisão, de ser um multiplicador de informações…

No mais, quero dar lhe os parabéns pelo otimo blog…

Abraços

Responder

@HeLLWAR

05 de maio de 2010 às 15h55

Esse Serra covarde usa Grande mídia para enganar os "Homers do Bonner". É uma lástima ter um político assim.
E viva a internet.

Responder

jotaí de oliveira

05 de maio de 2010 às 15h49

Na veia, Azenha!

Responder

Cecéu

05 de maio de 2010 às 15h49

Muito bem colocado, prezado Azenha. Mas acredito que no Brasil o que define realmente uma eleição presidencial ainda são as alianças, o trabalho dos políticos aliados, dos vereadores, dos candidatos a deputado, junto às suas bases eleitorais. Não é por outra razão que os tucanos estão tentando agora investir contra o apoio do PP e do PTB à candidata governista. Estes partidos têm razoável penetração pelo interior. Segurar seus aliados,esta é a principal missão da alinça governista, neste prelúdio da campanha.

Responder

@marisps

05 de maio de 2010 às 15h38

Nesse caso fico com o original e seu "derivado" verdadeiro. nada de genérico que o que estão tentando vender é de má qualidade, não chega aos pés do original e pode fazer muito mal pra "saúde"!

Responder

Supertramp68

05 de maio de 2010 às 17h55

Grande contribuição a internet dará nas Eleições 2010!! Num pais onde a inclusão digital não aconteceu, onde temos a banda larga mais cara do planeta e à velocidades mediocres. A Telebras vai resolver o problema (pelo menos da Star Overseas vai). Quanto a Dilma, organizadora de assaltos e sequestros, terrorista sim igual seu assessor Fernando Pimentel (esta no blog do Mainardi). Se perder não será por ser mulher, mas porque o povo receou dar a chave do galinheiro as raposas (de novo). Ainda não vi ninguem comemorando nosso oitavo lugar no PIB per capita. Somos melhores que o Haiti.

Responder

jose carlos lima

05 de maio de 2010 às 17h04

Dilma está sendo vítima de bullying praticado po Serra,,lamentável que o MPE não obrigue a Globo concessionaria de serviço publico e por isso submetida a regras, portanto que ela seja obrigada pela justiça a divulgar sim os dados do Sensus e Vox..a não ser que a Globo prove que o lindo par de olhos do Civita são lindos de morrer

Responder

ferrera13

05 de maio de 2010 às 17h04

E tem aquela tática midiática de primeiro expor um factóide, uma invenção que domoniza a candidata do Lula, remoendo por toda a semana para, na semana seguinte, publicar no rodapé ou dizendo algumas palavrinhas para retificar o dito, quando o estrago já está feito e quando as desculpas em nada recupera do absurdo. Talvez por isso digam que a internet funcionará como equalizadora das comunicações, porque, aqui, ainda encontram-se os que veiculam a verdade desmascarando os que deturpam os fatos.

Responder

Yuri

05 de maio de 2010 às 16h53

Há algo que ninguém pode prever e que será decisivo na campanha: O uso do tempo no horário eleitoral gratuito. Quando a campanha começar oficialmente, a chapa do governo, e o próprio presidente, terá oportunidade de "desfazer" alguns factóides e direcionar a campanha para o lado desejável.
Até agora, a Dilma não deu sinais que vai bater diretamente na mídia; talvez ela terceirize essa tarefa a outros ou talvez até ao presidente, o que seria o fim para a mídia e para a oposição. Mesmo após a reunião do instituto milenium e esses ataques da mídia que parecem orquestadros, quando vistos de longe, mostram a situação caótica em que a oposição se meteu. Há um contraste MUITO GRANDE entre as notícias e o que acontece no mundo real. E está aí a oportunidade, sob regras mais rígidas da justiça eleitoral, como as concessões públicas serem obrigadas a dar o mesmo espaço e tempo para as candidaturas, além do próprio horário eleitoral, da campanha da Dilma desfazer as "notícias" mal-intencionadas e mostrar a que(m) servem.

Responder

Antônio

05 de maio de 2010 às 16h25

Ibope realiza pesquisa (por telefone) em Belfort Roxo e Duque de Caxias.

Responder

Carlos

05 de maio de 2010 às 16h23

Uma sacada o título e a análise quanto aos fatos aqui – sobre os EUA, nada poderia acrescentar.

Responder

Geraldo Chaves

05 de maio de 2010 às 16h21

Entendo e apoio perfeitamente a colocação.
A mídia (ou PIG) nogenta está fazendo, e tudo fará, para fazer a cabeça dos "despolitizados".
Se não tomarmos cuidado, a reação via Horário Politico Obrigatório poderá ser tardia…

Responder

Hans Bintje

05 de maio de 2010 às 16h20

Azenha:

Me desculpe, mas é muito idiota quem pensa que a turma que apoia o José Serra iria oferecer belas rosas perfumadas e sem espinhos para os adversários.

A coordenação da campanha da Dilma é um desastre. A candidata deveria ter sido entrevistada por sites como o Viomundo, ter a chance de mostrar suas qualidades, mas estão escondendo a mulher!

O mesmo vale em relação à política externa. Por que não permitem que os gringos, como este leitor de nome e sobrenome enrolados (risos), digam o que pensam sobre o governo Lula e dialoguem com a candidata?

Se essa estratégia burra continuar, a versão divulgada pela Plural Imprensa Gloriosa (o PIG do nobre professor doutor Hariovaldo) vai prevalecer.

E você, broer Azenha, vai ficar "chorando as pitangas" em seu site!

Responder

Tweets that mention Os “genéricos” do Lula (não olhe o que tem dentro da caixa) | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

05 de maio de 2010 às 13h08

[…] This post was mentioned on Twitter by VIOMUNDO, Roni Souza, Roni Souza, Antonio Arles, Vladimir Oliveira and others. Vladimir Oliveira said: RT @VIOMUNDO: Os "genéricos" do Lula – http://tinyurl.com/28vcjrd (via @viomundo) […]

Responder

Glecio_Tavares

05 de maio de 2010 às 15h44

Azenha, agora com Maluf, Quercia, Roriz e Garotinho no barco da direita, ele com certeza naufraga em diversas camadas sociais. O palanque do Serra ja contava com o FHC como ancora, não tem como flutuar. Acho que até aqui em SP o PT vai levar. Mas como voce mesmo esclarece, precisamos botar o plano de governo na rua. Mostrar que os interesses do povo estão em jogo. União das esquerdas. Não é a toa que o coração é do lado esquerdo.
Dilma é a sintonia do futuro, do passado queremos distancia.

Responder

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