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Diário da Resistência


Autora de pedido de impeachment, Janaína admite que “problema contábil” foi pretexto para derrubar Dilma e talvez nade rumo à fonte dos R$ 45 mil
Amargor. Reprodução
Opinião do blog

Autora de pedido de impeachment, Janaína admite que “problema contábil” foi pretexto para derrubar Dilma e talvez nade rumo à fonte dos R$ 45 mil


14/09/2019 - 11h21

Da Redação

A deputada estadual Janaína Paschial (PSL-SP) admitiu, em sua conta no twitter, que as pedaladas fiscais foram apenas um pretexto para derrubar a presidenta Dilma Rousseff em 2016.

“A gravidade dos fatos constatados não deixa dúvidas quanto à existência não de meras formalidades contábeis, mas de um autêntico atentado à Constituição”, escreveu à época o relator do caso no Senado, Antonio Anastasia, pau mandado ex-governador de Minas, Aécio Neves, derrotado por Dilma nas eleições de 2014.

Dilma derrotou Aécio com 51,45% dos votos, contra 48,36% dos votos.

Nos Estados Unidos, em 2016, Donald Trump venceu Hillary Clinton apesar de ter tipo 46,1% dos votos, contra 48,2% da oponente — graças à mágica do Colégio Eleitoral norte-americano, que distorce o voto popular.

No duro discurso que fez ao voltar ao Senado, o impuloto combatente da corrupção, Aécio Neves, disse:

Sinto nas ruas, nas conversas – e tenho certeza de que os senhores, da mesma forma, percebem isso –, nas redes sociais que o ânimo da população por uma verdadeira mudança, por um novo rumo não esmoreceu.Tenho a dizer a todos e a cada um de vocês: nosso projeto para o Brasil continua mais vivo do que nunca!

Mais tarde, ele seria flagrado em conversas pouco republicanas com o corruptor Joesley Batista, da JBS, e como receptor de dinheiro vivo em malas.

Ambos travaram diálogos edificantes:

Joesley: — Se for você pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança.

Aécio: Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho.

Janaína Batista, uma advogada praticamente desconhecida até então, pegou carona na campanha de impeachment de Dilma e atingiu o protagonismo que deu a ela hoje o cargo de deputada do partido de Bolsonaro.

Na série de tweets que disparou, ela advertiu:

Gente, os governos que caíram caíram por praticar corrupção e não por combater. Esses governos alegavam lutar contra a corrupção para se blindar, mas adotavam as piores práticas.

Quem aconselha o Presidente a “jogar o jogo”, sendo conivente com as práticas que sangraram a nação, aconselha mal. Ainda que se consigam avanços na área econômica, esses avanços serão literalmente “comidos” pela safadeza institucionalizada.

Quando eu digo que as reformas econômicas não devem ser pensadas separadamente da busca da legalidade, não digo apenas por questões morais. Digo também por saber que qualquer ganho será minado por sanguessugas.

Alguém acha que Dilma caiu por um problema contábil? As fraudes contábeis foram praticadas para encobrir o rombo gerado pelos desvios! Em outras palavras: a bonança na economia, com os peculatos contínuados, fica prejudicada!

A deputada não apresentou as provas, como cabe quando se acusa alguém de corrupção, de que a ex-presidenta Dilma tenha se envolvido pessoalmente com atos ilícitos enquanto governou.

Há fortes indícios de que o Partido dos Trabalhadores, desde 2003, montou um esquema de financiamento de campanha de partidos aliados para obter sustentação no Congresso.

Não foi o maior esquema de corrupção da História da galáxia, mas provavelmente o mais investigado.

Os esquemas do PT tiveram o seu DNA e inclusive alguns personagens herdados dos governos anteriores — Marcos Valério, para lembrar de apenas um — de Fernando Henrique Cardoso (1994-2002), que instalou na Procuradoria Geral da República o engavetador-geral Geraldo Brindeiro.

Casos de “enriquecimento pessoal” do PT comprovados incluem o do ex-secretário-geral Silvinho Pereira, que levou um Land Rover da GDK Engenharia. Um Land Rover usado.

Todos os casos envolvendo o PSDB, envolvendo milhões de reais e contas comprovadamente existentes no Exterior, permanecem praticamente impunes, a não ser o do ex-presidente nacional Eduardo Azeredo, agora desfiliado.

Janaína Paschoal utilizou sua última mensagem da série para fazer uma advertência ao presidente Jair Bolsonaro:

Escreveu:

Eu insisto que, se for verdade que o Presidente vem sendo estimulado a inviabilizar investigações, com a ilusão de estimular a economia, ele está sendo mal aconselhado. Pode até dar um gás inicial, mas não se sustenta. Os cupins comem por dentro e derrubam a bela casca.

Longe de o Viomundo defender Bolsonaro ou a corrupção.

Porém, temos alertado que o problema do antipetismo e da antipolítica é de não focar em questões institucionais, de longo prazo, que estas sim podem amenizar os problemas da corrupção sem desmanchar o Brasil.

É preciso instalar comarcas em todos os municípios, indicar juizes estaduais e federais, procuradores, defensores públicos, delegados de polícia civil e federal — assim como órgãos de controle para suas atividades.

É a antítese do Estado mínimo.

Um estado robusto assim depende da arrecadação de tributos e a arrecadação de tributos não existirá enquanto os pobres pagarem mais impostos que os ricos no Brasil.

Portanto, é preciso combater a sonegação fiscal, taxar as fortunas, os jatinhos, os iates e os ganhos de capital.

E extinguir a Lei Kandir, que isenta a cobrança de impostos da exportação de produtos semimanufaturados, para beneficiar a Vale do Bradesco, além de fazer uma auditoria da dívida externa para deixar de pagar duas vezes uma dívida que já foi paga ao Itaú e aos bancos internacionais.

A Janaína topa?

Com todo este dinheiro, poderemos ter um combate eficaz e verdadeiro à corrupção, sem as chanchadas diárias no Jornal Nacional, que penalizam a economia, custam empregos, deixam delatores ricos desfrutando de fortunas roubadas, prendem inimigos políticos e permitem ao Onyx e ao Guedes serem ministros.

Se a Lava Jato fosse para valer, começaria por investigar os papéis apreendidos na sede da empresa Mossack & Fonseca na avenida Paulista, em São Paulo, onde aparecem anotações com o nome de uma das herdeira do Grupo Globo, a neta preferida do “jornalista” Roberto Marinho” — sugerem que ela pagava mensalidades para manutenção de empresas fantasmas em paraísos fiscais.

Janaína, na verdade, já sentiu que Bolsonaro está tentando proteger suas ligações com milicianos e prepara-se para saltar do barco — possivelmente junto com Sergio Moro, rumo ao PSDB de João Doria.

Portanto, como sempre foi, trata-se de política disfarçada sob a capa de combate à corrupção.

O rumo faz sentido: Janaína recebeu R$ 45 mil do PSDB para elaborar seu parecer pelo impeachment de Dilma.

We rest our case.

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18 comentários

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Zé Maria

16 de setembro de 2019 às 19h46

https://www.pscp.tv/w/1dRJZLoAXorKB?t=1h11m15s#

Procuradora da Lava Jato Thaméa Danelon
[aquela mesma que convocava os Movimentos
Fascistas para manifestações nas Ruas]*
combina com Deltan Dallagnol a elaboração
da minuta de um pedido de impeachment
do Ministro do STF Gilmar Mendes, por
solicitação do Advogado M. Carvalhosa,
procurador de acionistas minoritários
da Petrobras em processos onde pedem
indenização de até R$ 80 Milhões da
Petrolífera Estatal Brasileira.

https://conteudo.imguol.com.br/blogs/278/files/2019/09/dialogodeltanthamea.jpg

Agora, cabe perguntar, quem será que verdadeiramente
minutou o pedido de Impeachment da Presidente Dilma?

Responder

Nelson

16 de setembro de 2019 às 17h32

Uma dessas entidades empresariais, Fiesp, CNI, ou outra qualquer, encomendou um estudo para saber em quanto a corrupção impacta no vida nacional. O estudo concluiu que fica em torno dos R$ 67 bilhões por ano o que o país perde com ela.

O dado é grave? Sim. Tem que haver um combate mais efetivo à corrupção. Vamos conseguir exterminá-la? Não sonhemos. Isso é quase impossível. Vamos agir para debelá-la o máximo sem que precisemos corromper o sistema judiciário como o faz a Lava Jato.

Enquanto isso, a sonegação de impostos aponta para chegar a mais de R$ 630 bilhões [*] neste ano de 2019. Uma quantia 9 vezes maior que a da corrupção. Mas, os probos e impolutos, que se dizem defensores intransigentes da moralidade, fazem de conta que a sonegação é ínfima, não constitui grave problema.

Eu não posso terminar sem dar um zoada nos paulistas. Salto alto, nariz empinado, a paulistada se acha a última bolacha do pacote. Se acham os melhores, os mais inteligentes e trabalhadores. Rivalizam nesta estupidez com nós gaúchos.

Pois, esses que se acham os mais mais já garantiram que os tucanos cheguem a 28 anos no comando do Estado de São Paulo e deram mais de 2 milhões de votos para essa coisa espúria. Detalhe. Está claro que eles se preocupam em exigir alternância no poder só dos governos do PT.

Responder

Zé Maria

16 de setembro de 2019 às 11h02

A Verdade Histórica às vezes tarda, mas ela chega …

https://images.sul21.com.br/file/sul21site/2018/11/20181120-15426682796231-768×1046.jpg

Decisão judicial determina reparação à honra de Olívio Dutra,
ex-Governador do Estado Gaúcho de 1999 a 2003.

O jornal Zero Hora, do Grupo RBS/Globo teve de publicar
uma página inteira em reparação à honra do ex-governador
Olívio Dutra (PT), por um texto que constava na sessão ‘Apedido’,
escrito pelo advogado Paulo de Couto Silva.
Na publicação, o advogado acusava Olívio de ‘conivência e
interesse com a prática do jogo do bicho’, além de chamá-lo
de ‘um dos maiores mentirosos que já passaram pelo Estado do Rio Grande do Sul’.

A reparação ocupou toda a página 13 do jornal e trouxe
algumas partes relevantes da decisão judicial, tomada
pela 8ª Vara Cível do Foro de Porto Alegre, que apontaram
que houve ofensa e calúnia no texto escrito por Couto.
O advogado se manifestou de forma semelhante em um
programa do Canal 20, na mesma época.
‘Não há como negar que ambas as ocorrências causaram dano
na esfera moral do autor, maculando-lhe a imagem de cidadão,
quanto mais de homem público’, diz a decisão.
Em 2004, o advogado já havia sido condenado a pagar uma
indenização de 80 salários mínimos a Olívio devido às ofensas.

Couto, também entrou com um pedido de impeachment
de Olívio, então governador do RS (1999-2003), na Assembleia
Legislativa, alegando o não cumprimento de acordos feitos
no governo anterior para a implantação da Ford no Rio Grande do Sul. Ele chegou ainda a lançar um livro intitulado ‘O Impeachment de Olívio Dutra e o Estado Democrático de Direito’.

Olívio diz que lembra de ler a publicação pela primeira vez.
“Foi algo muito desqualificado, para não usar o linguajar
do texto em si.
Esse advogado representava a oposição a um projeto
de governo que deve ser contestado de forma democrática
e republicana, mas não desconstruindo o sujeito político
fora de sua atuação pública.
Foi um texto com visível desmoralização.”

“Lembro bem que, na época, em razão disso, lideranças
do partido chegaram a questionar meu nome para a disputa
de eleições futuras”, afirma o ex-governador.
Segundo ele, as declarações do advogado causaram
certo desgaste, especialmente pelo fato de não haver consequências [judiciais] imediatas após a publicação do texto.
“De certa forma, ele atingiu seu objetivo, teve o efeito que queria.
Mas é um discurso que cria barreiras baseadas em mentiras.
A decisão do processo foi importante por mostrar que devemos
apostar no processo democrático e nos três poderes
– mas, ao mesmo tempo, aperfeiçoar as instituições.”

Para Olívio, o episódio serve como exemplo para provocar discussões sobre o que deve melhorar dentro da Democracia.

“Quanto tempo levará para se ter clareza e transparência
dentro do Judiciário?”, questiona.

[Com informações da CUT/RS e Sul21]

Responder

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 15h01

As Filigranas de Deltan e os Rinocerontes no Fusca

“A narrativa adotada pelo lavajatismo gira em torno
de uma espécie de poder-dever outorgado por Deus
para que seus agentes desinfetem o Brasil da corrupção”

“Mito por mito, se a apropriação dos frutos do trabalho alheio
no capitalismo se legitima numa suposta liberdade,
o atropelo de garantias constitucionais se justifica
na missão divina de ‘limpar’ o país.”

Por Gustavo Freire Barbosa*, na Carta Capital

Ignorar revelação de sincericídio de Deltan quando da liberação ilegal dos áudios entre Lula e Dilma é mais uma árdua tarefa para lavajistas
Descolar-se da realidade é estratégia corriqueira
quando o assunto é manter as coisas como estão.

As narrativas ideológicas de sustentação da ordem social
vão da delegação divina de poderes ao soberano
(caso dos regimes feudais, escravagistas e absolutistas)
à meritocracia e às liberdades formais próprias da
apologética capitalista.
Já tivemos a oportunidade de demonstrar que,
uma vez sendo política a prisão de Lula,
sua libertação também deve se dar por essa via.

Mostramos da mesma maneira como o êxito
das disputas judiciais está diretamente relacionado
à correlação de forças “fora” do poder judiciário.

Para além do limitado horizonte do idealismo
que o coloca como um terceiro responsável
por impor limites à selvageria das disputas políticas,
o judiciário não está acima do tabuleiro,
sendo ele próprio uma peça.
A essa altura do campeonato, acreditar que ministros,
juízes e procuradores não se agendam politicamente
é fechar os olhos para a realidade.

É esse o contexto no qual se insere a Lava Jato,
pródiga em utilizar artifícios ideológicos surreais
para se sustentar.
Talvez seja o messianismo a mais notória dessas artimanhas,
professada com orgulho pelo ícone do lavajatismo
Deltan Dallagnol.

Matéria da Folha de S. Paulo do dia 08 de setembro mostra
mais uma vez como a autoestima dos procuradores e do
ex-juiz Moro, autoproclamados enviados dos céus, autorizou-os
a adotar a tática do vale-tudo para inviabilizar que Lula
assumisse a Casa Civil, minando, naquele 16 de março de 2016,
a sobrevivência do governo Dilma.

É provável que as novas mensagens divulgadas pela Folha sejam as mais explosivas desde o início da série. Depois de reconhecer a fragilidade da decisão de Moro que tornou públicos os áudios das conversas entre os ex-presidentes, Deltan sintetiza o espírito do lavajatismo ao buscar justificar o desrespeito à lei afirmando que “a questão jurídica é filigrana dentro do contexto maior que é político”.

A opinião pública favorável é mencionada como um fator
que daria amparo às infrações do ex-magistrado, portador
de um cheque em branco que, certamente assinado por Deus,
o fez esconder 22 conversas de Lula que levavam abaixo
a tese de que sua nomeação para a Casa Civil tinha o foro
privilegiado como meta.
Se a Constituição não cuidou de abençoá-lo com o poder
de passar por cima da lei, foi Ele que assim o fez.

Em uma democracia liberal, atribuições de cargos e
funções públicas não costumam vir de divindades, mas da lei
e, no caso do MPF e da magistratura, da própria Constituição.
Mas esta, tendo o infortúnio de prever coisas como
o devido processo legal e a presunção de inocência,
passou a ser vista como uma inimiga em meio à guerra santa
dos procuradores.
Na queda de braço entre Deus e a lei maior, quem venceu
foi o ministro Luís Roberto Barroso, transbordante em suas
firulas interpretativas.

Mito por mito, se a apropriação dos frutos do trabalho alheio
no capitalismo se legitima numa suposta liberdade, o atropelo
de garantias constitucionais se justifica na missão divina
de limpar o país.
O mais interessante é que a democracia burguesa,
com todas suas garantias, é a legítima forma política
e institucional do modo de produção capitalista.

O que acontece é que, como expressão de suas contradições
sistêmicas, basta que princípios democráticos se tornem
circunstancialmente um obstáculo à acumulação e ao lucro
para que seu desrespeito ocorra com menos vergonha e
mais intensidade do que já acontece em condições normais
de temperatura e pressão.

Inviabilizar Lula e o projeto que representa, prendendo-o e tirando-o do jogo eleitoral, era fundamental para que a rapina que hoje se encontra em curso no país saísse do papel. Não é juridicamente que se consegue isso, para o desalento dos que alimentam o sonho de um sistema de justiça imparcial e republicano.

Tanto o golpe de 2016 como a prisão de Lula e a eleição de Bolsonaro não seriam possíveis sem um judiciário que transita entre o ativismo e a complacência. Muito menos se princípios da democracia burguesa, dos quais são os juízes os seus garantidores institucionais, tivessem sido respeitados. Encontrou-se na retórica divina o álibi perfeito para que, instaurada a inquisição moralista do tenentismo togado, nascesse o regime de exceção necessário para a implosão da tímida social-democracia brasileira.

Numa das conversas, Dallagnol celebra o apoio público
à Lava Jato, dizendo ao então juiz Moro: “Seus sinais conduzirão
multidões, inclusive para reformas de que o Brasil precisa,
nos sistemas político e de justiça criminal”.
Em abril de 2018, nos dias que antecederam a prisão de Lula,
o procurador publicou no Twitter que estaria em jejum e oração
para que o ex-mandatário fosse preso.
Ele e o atual ministro da justiça não cansam de sugerir que
criticar a Lava Jato não é apenas sinônimo de heresia,
mas de filiação às satânicas hordas corruptas
que tão heroicamente julgam combater.

Mas mesmo uma fé como a de Deltan não está a salvo de abalos.
Nos primeiros vazamentos, as mensagens mostraram
um procurador hesitante diante das provas de que dispunha
contra o ex-presidente Lula.
Chegou a se confidenciar com Moro acerca de suas incertezas,
recebendo do ex-juiz uma palavra de incentivo e amizade.
Deltan também via como incerta a tese de que o processo
deveria correr junto à vara do seu confidente e amigo.

Como a bajulação acrítica, a miséria intelectual e a
fraca interdisciplinariedade são componentes pedagógicos
da formação de nossos juristas, ainda hoje não faltam especialistas que, movidos por uma devoção cega, tentam
de forma constrangedora defender os abusos da dupla.

Respondendo à matéria da Folha, o site O Antagonista, de longe o maior expoente do lavajatismo na imprensa, dedicou algumas
poucas linhas em defesa de Moro, fazendo vista grossa
à informação de que o juiz analisou e ignorou deliberadamente
as 22 conversas de Lula grampeadas após a ordem
de interrupção da escuta.
Repita-se: tais diálogos põem uma pá cal no áudio do “Bessias”, mostrando que sua vacilante intenção de assumir a Casa Civil, era, de fato, a de recolocar nos eixos a articulação política do governo Dilma, e não de obstruir a justiça.

Por mais que a cada dia fique mais nítido o fanatismo
truculento de Deltan e Moro, nada parece ser suficiente
para sensibilizar os fiéis acólitos do lavajatismo, indiferentes
à insossa resposta padrão que publicam a cada leva de
mensagens divulgadas e aos sucessivos recibos que vêm
passando acerca de sua veracidade.
Faça chuva ou sol, há sempre quem esteja disposto a tentar
colocar rinocerontes num Fusca.

*Gustavo Barbosa é Advogado, Mestre em Direito Constitucional
pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/as-filigranas-de-deltan-e-os-rinocerontes-no-fusca/

Responder

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 14h34

Jornalismo Histórico do Brasil

FERNANDO MORAIS & JOSÉ ARBEX

“Hoje, a Manipulação Midiática
é Muito Mais Sofisticada do que
foi na Ditadura Militar”

https://youtu.be/aqJ14q4ARoQ?t=706

Responder

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 13h02

GILMAR BOTA A BOCA NO TROMBONE

A cúpula da operação “lava jato” violou o Estado Democrático
de Direito e deveria assumir seus erros e sair de cena.
O Brasil precisa encerrar o ciclo dos falsos heróis.
A declaração é do ministro Gilmar Mendes,
do Supremo Tribunal Federal, em entrevista ao jornal
Folha de S.Paulo e ao site UOL deste domingo (15/9).

https://www.conjur.com.br/2019-set-15/lava-jato-deveria-assumir-erros-sair-cena-gilmar

“Vamos imaginar que essa gente [da Lava Jato]
estivesse no [Poder] Executivo. O que eles fariam?
Certamente fechariam o Congresso, fechariam o Supremo.
Esse fenômeno de violação institucional não teria ocorrido
de forma sistêmica não fosse o apoio da mídia.
Portanto, são coautores dos malfeitos.”

“Por sorte e a despeito de vir de uma fonte ilegal,
houve essa revelação [da #VazaJato do Intercept].
E parece que os colegas [do STF] hoje percebem a gravidade,
que na verdade se estava gerando o ovo da serpente.
Pessoas inexperientes que se deslumbraram, sem controle, porque não havia controle sequer dos órgãos correcionais [!!!].
Eles começaram a delirar no sentido literal do termo.”

“A gente [o Supremo] já tem precedentes,
talvez tópicos aqui e acolá,
[sobre] o uso da prova ilícita
em benefício do réu.
Quando você, por exemplo,
tem uma informação que isenta alguém
de responsabilidade por um homicídio,
ainda que tenha sido obtido ilicitamente,
deve ser de alguma forma
Esse é um debate que certamente
vamos ter na [Segunda] Turma,
se chegarmos a esse ponto da questão,
sobre o uso das informações vindas do The Intercept.
Mas aí uma curiosidade e uma observação:
quem defendia o uso de prova ilícita até ontem
eram os lavajatistas. Nas 10 Medidas” …

“O conúbio entre juiz, promotor, delegado, gente de Receita Federal
é conúbio espúrio.
Isso não se enquadra no nosso modelo de Estado de Direito.”

“A Corte [Suprema] não pode se curvar à popularidade
do hoje ministro da Justiça para tomar suas decisões.
Se um tribunal passar a considerar esse fator [popularidade],
ele que tem que fechar”
“Porque, se não, a população aplaude o linchamento,
e a nossa missão qual é?
É dizer que o linchamento é legal porque a população aplaude,
ou nós devemos dizer que o linchamento é errado?”

Responder

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 12h11 Responder

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 11h42

“Monetizar a Lava Jato é Corrupção”
Gilmar Mendes
Ministro do STF
Entrevista ao UOL

https://www.uol.com.br/mov/videos/?id=exclusivo-gilmar-fala-sobre-atuacao-de-moro-vaza-jato-e-cpi-da-lava-toga-04024D1B3570E4B16326

Responder

    Zé Maria

    16 de setembro de 2019 às 13h57

    Zé Maria

    16 de setembro de 2019 às 14h50

    https://pbs.twimg.com/media/EBjIlKkW4AEgAiu.jpg
    https://twitter.com/i/status/1173228295082643456

    https://twitter.com/UOLNoticias/status/1173227816420302851
    https://twitter.com/lenacasagrande/status/1159897466394861570
    https://twitter.com/UOL/status/1173228295082643456

    “Procure Evitar a Monetização da Lava Jato, ainda que Indireta”.
    […]
    Como a Folha e o Intercept revelaram em julho (*),
    Deltan chegou a cogitar a criação de uma empresa de palestras para lucrar com a fama alcançada na Lava Jato e projetou ganhos de R$ 400 mil com a atividade no ano passado.

    Os diálogos entre o procurador e Hindemburgo [Chateaubriand,
    Corregedor Geral do Ministério Público Federal (MPF)] apontam
    que eles também acertaram extraoficialmente em agosto de
    2017 que Deltan não iria apresentar formalmente à Corregedoria
    a lista de empresas para as quais deu palestra remunerada, para
    evitar a repercussão negativa da eventual indicação dos
    contratantes.

    *(https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/07/deltan-montou-plano-para-lucrar-com-fama-da-lava-jato-apontam-mensagens.shtml)

    Em outra conversa fora dos autos de um processo, Deltan perguntou a Hindemburgo se ele gostaria de ver, de forma antecipada, as informações que iria prestar ao próprio corregedor-geral em uma apuração, e abriu espaço para que a autoridade orientasse a resposta dele.

    O episódio da promoção da palestra feita por Deltan teve início quando o procurador fez uma publicação em sua página pessoal no Facebook em 1º de julho de 2017.

    O post convidava para um evento intitulado “Operação Lava Jato – Passado, presente e futuro – A Lava Jato na visão de quem está no olho do furacão”, que seria realizada na Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) na noite de 4 de julho daquele ano.

    Na lista de palestrantes estavam Deltan e outros quatro procuradores da Lava Jato. O ingresso para o evento custava R$ 80 e a renda seria revertida para a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Curitiba, segundo a divulgação.

    Porém o post de Deltan trazia a promessa da revelação de informações inéditas sobre a Lava Jato: “Venha conhecer pessoalmente os procuradores da Lava Jato em Curitiba e ficar por dentro do que está acontecendo na operação – em primeira mão!!”.

    Esse texto gerou polêmica no Ministério Público, e o procurador Vladimir Aras chegou a enviar a Deltan uma lista com críticas de outros colegas.

    “Virou atração circense A Corregedoria devia suspender
    Os tentáculos da vaidade e do estrelismo podem agarrar
    os colegas sutilmente (ou nem tão sutilmente assim)”,
    afirmou um dos procuradores.

    “Se eu estivesse do outro lado do balcão faria a festa com esse “Xow do Deltan”!”, escreveu outro crítico.

    Após reproduzir os ataques ao colega, Aras então aconselhou a Deltan:

    “Sei que o evento é beneficente e vc tem o melhor propósito.
    Mas procure evitar a monetização da Lava Jato, ainda que indireta”.

    Alguns dos procuradores chegaram a contatar o corregedor-
    geral para reclamar. Na tarde do dia marcado para a palestra,
    Deltan foi avisado que Hindemburgo estava muito irritado com o teor da divulgação e foi aconselhado a ligar para o fiscal dos procuradores.

    Após falar por telefone com Hindemburgo, Deltan escreveu ao corregedor-geral no Telegram:
    “Hindemburgo, falei aqui, o pessoal vai acatar pq vem de Vc,
    mas ng concordou.
    O exemplo que comentaram aqui é: é muito pior quando vamos
    falar sobre a Lava Jato de graça em qualquer faculdade privada.
    A faculdade cobra dos alunos e lucra um monte. Nesse caso
    vamos ao evento da APAE e o lucro vai para uma causa pública”.

    Apesar de dizer que a equipe da Lava Jato discordava da posição do corregedor, Deltan disse que ela seria obedecida.

    “De todo modo, vinda de Vc, seguiremos a recomendação de cautela”, afirmou.

    O coordenador da Lava Jato então fez duas alterações na publicação.
    Em primeiro lugar, apagou o trecho “em primeira mão” e substituiu-o por “em contato direto, a partir, é claro, de informações públicas!!”.

    Deltan também adicionou um texto para dizer que a palestra
    seria genérica sobre casos de corrupção e não iria abordar
    só a Lava Jato.

    “Falaremos sobre corrupção em geral, casos pretéritos
    que resultaram em impunidade, reformas necessárias
    e, inclusive, sobre a Lava Jato, que entra nesse contexto”,
    acrescentou ao post.

    A palestra foi realizada à noite e na abertura do evento Deltan
    fez um agradecimento a Rosangela Wolff Moro, mulher de
    Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato em Curitiba.

    Rosangela é procuradora jurídica da Federação Nacional das Apaes.
    O próprio Moro, hoje ministro do governo Jair Bolsonaro,
    já havia realizado duas palestras em prol da Apae
    naquele mesmo ano.

    Na madrugada seguinte à palestra, Deltan escreveu
    a Hindemburgo para avisar que as orientações dele, corregedor-geral, tinham sido seguidas.

    “A entrevista foi transmitida ao vivo no facebook, de modo gratuito.
    Creio que isso também afasta qualquer preocupação em relação à repasse oneroso ou exclusivo de informações.
    Cuidamos para não citar nomes de investigados também.
    Todos que quiserem podem ter tido ou ter acesso gratuitamente.
    Obrigado mais uma vez pela preocupação externada e pelo cuidado”.

    Em resposta, Hindemburgo voltou a criticar a conduta
    de Deltan, dizendo que o tema havia sido abordado
    em uma reunião da qual tinha participado.

    “Ao contrário de vcs [integrantes da Lava Jato], todos q se
    encontravam na reunião discordaram da atitude. É éramos vários. Além deles, recebi de outras pessoas tb em tom de
    severa crítica.
    Lembre-se q vcs falam na condição de interessados.
    O q eu lhe disse é q do jeito q estava apresentado o post,
    o anúncio era o da venda de informações em primeira mão
    sobre a lava jato.
    Era o mesmo q chamar uma entrevista coletiva e cobrar entrada,
    pouco importa a destinação do dinheiro.
    Isso para mim seria bastante grave, independentemente
    do q vcs pensam”, disse o corregedor-geral.

    “Qd vc me explicou q era diferente do q o post literalmente dizia,
    apenas pedi q esclarecesse melhor.
    Confesso q li a modificação e, embora pense haver sido
    descaracterizada qualquer possível irregularidade, não acho
    adequado o tom q vcs adotam, mas isso é uma opinião pessoal
    minha”, comentou.

    Por fim, o corregedor-geral arrematou:
    “PS: a faculdade cobra não pelo evento específico,
    mas pelo curso ministrado.
    Se cobrasse com a anuência de vcs pelo evento específico
    no qual fossem informar em primeira mão sobre a lava jato,
    seria totalmente irregular”.

    https://twitter.com/folha/status/1159388614805065728
    https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/08/corregedor-da-procuradoria-viu-conduta-grave-de-deltan-mas-nao-abriu-apuracao.shtml
    https://www.brasildefato.com.br/2019/08/08/corregedor-ignorou-conduta-grave-de-dallagnol-por-consideracao/
    https://www.redebrasilatual.com.br/destaques/2019/08/corregedor-do-mpf-deu-bronca-mas-perdoou-conduta-grave-de-dallagnol/
    https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/08/corregedor-do-mpf-alertou-dallagnol-sobre-conduta-em-palestras-mas-nao-abriu-apuracao-diz-jornal-cjz2tlscn00jw01pa6o3yayyc.html

Zé Maria

15 de setembro de 2019 às 10h50

Em entrevista à Folha, Gilmar Mendes diz que Lava Jato
ameaça democracia, e popularidade de Moro é irrelevante

Para ministro da Suprema Corte Brasileira,
cúpula da Operação Lava Jato violou
o Estado democrático de Direito

STF teria que fechar se considerasse popularidade de Moro:

“se um tribunal passar a considerar esse fator [popularidade],
ele que tem que fechar, porque ele [o Tribunal]perde o seu grau
de legitimidade”. “Se é para sermos assim legitimados,
entregamos a função ao Ibope”

https://revistaforum.com.br/politica/gilmar-mendes-diz-que-lava-jato-ameaca-democracia-e-popularidade-de-moro-e-irrelevante/
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/09/stf-teria-que-fechar-se-considerasse-popularidade-de-moro-ao-julga-lo-diz-gilmar.shtml

Responder

Eugenio Arima

14 de setembro de 2019 às 20h06

A dimensão do Estado é sempre um problema delicado. O que se faz notar mais facilmente, é que o Estado é um fim em si mesmo. Entretanto, o Estado faz ecoar de certo modo a ideia que Churchill alimentava sobre a democracia. Fiscalizar o Estado é caro e improdutivo, é mais ou menos o mesmo problema que hoje tem as empresas com compliance: não gera um tostão a mais, ao contrário, mas se faz em nome da “transparência”. Tanto para a iniciativa privada, quanto para a pública, o problema é o mesmo de sempre: faltam homens de caráter. Esta displicência com a ética é que abriu caminho para gente desqualificada e mal intencionada. Parece pueril, mas é a única forma de uma sociedade sobreviver: buscar um caminho ético, no qual a firmeza de propósitos e a qualidade do caráter, implicam em bem comum. Daí para a frente, discutir esquerda ou direita é mais uma questão de método. Enquanto se permanecer nesta disputa entre dois carecas por um pente sem dentes, ficaremos aqui, patinando, sem futuro, sem esperança. Cadê o velho Diógenes para acender a lanterna e procurar as pessoas honestas, ou mesmo ver a diferença entre seus ossos.

Responder

Zé Maria

14 de setembro de 2019 às 19h07

Fachin homologou delação depois que Raquel Dodge
arquivou denúncias de propina a ministros do TCU e STJ

Por Jeferson Miola: https://t.co/4epmQQeTum

O ministro do STF Edson Fachin homologou em 13 de setembro
o acordo de delação que o empresário Léo Pinheiro, da OAS,
negociava com a Lava Jato havia 2 anos.

O pedido de homologação do acordo dormitava no gabinete
de Raquel Dodge há 5 meses.

Reportagem do jornal O Estadão assinala que a proposta
de acordo só foi remetida ao STF depois que Bolsonaro
indicou o sucessor de Dodge; ou seja, quando ela viu sua
pretensão sepultada.
O jornal assinala também que “Toffoli e Maia articularam
nos bastidores uma possível recondução de Raquel ao cargo”.

Na proposta encaminhada a Fachin, Dodge retirou anexos
nos quais o empreiteiro revela pagamentos de propinas da OAS
a políticos e a autoridades do judiciário.

Na denúncia original do empreiteiro, constam como beneficiários
de propina o presidente da Câmara Rodrigo Maia;
um irmão do presidente do STF Dias Toffoli;
o ministro do STJ e atual vice-presidente do Tribunal e
corregedor nacional de justiça Humberto Martins;
o ministro do STJ Benedito Gonçalves,
e o atual presidente do TCU, José Múcio Monteiro.

Não é de se duvidar que o único anexo que Raquel Dodge
possa ter mantido no acordo seja, coincidentemente, aquele
em que Léo Pinheiro, desesperado para sair da prisão
e pressionado por procuradores, mudou versões e depoimentos
e fabricou falsidades encomendadas por Sérgio Moro
e pela gangue da Lava Jato para prender Lula.

O Intercept revelou mensagem do procurador Januário Paludo
em que ele fala aos comparsas que é necessário torturar
o empreiteiro com prisão para obter falsa confissão contra Lula:
“tem que prender o Léo Pinheiro. Eles falam pouco”!

https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1172968998046261250
íntegra:
https://jefersonmiola.wordpress.com/2019/09/14/fachin-homologou-delacao-depois-que-raquel-dodge-arquivou-denuncias-de-propina-a-ministros-do-tcu-e-stj/

Responder

Herbert

14 de setembro de 2019 às 17h03

Todos sabemos que foi uma farsa, inclusive ela, mas de que adianta agora dizer isto. Nada. Talvez ela fale isto, porque começou a perceber que o Brasil virou um caldeirão; mas não nos enganemos com essa senhora não; ela continua a mesma, com o mesmo ódio ao PT e ao Lula.

Responder

DIRLEI FATIMA DOS SANTOS

14 de setembro de 2019 às 13h03

Enquanto a corrupção não for combatida nas bases de todos os partidos, o país vai continuar ladeira abaixo.

Responder

Zé Maria

14 de setembro de 2019 às 12h55

A “Janaína 45k” surfou na Onda Fascista de Bolsonaro
e mais de 2 Milhões de Paulistas Otários votaram nela.
Na realidade a Janá 45k nunca deixou de ser Tucana.
Via só se desfiliar do PSL e formalizar a Filiação ao PSDB.
A ‘Múúúsa do Impíxi’ é uma Oportunista de Carreira.

Responder

    Zé Maria

    16 de setembro de 2019 às 16h52

    Como diz mesmo o ditado?
    “Na briga entre a Janaína Paschoal e o Olavo de Carvalho,
    eu torço pela briga”.
    É isso?
    [mas sem violência, hein?]

    Margarida Salomão, Professora, ex-Reitora da UFJF,
    Deputada Federal (PT=MG)
    https://twitter.com/JFMargarida/status/1173676302794199041


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