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Diário da Resistência


PT denuncia: Raquel Dodge falta com a verdade ao STJ; “ódio autoritário” da PGR é “tão virulento” que DOI-CODI é fichinha
Wilson Dias/Agência Brasil
Denúncias Falatório

PT denuncia: Raquel Dodge falta com a verdade ao STJ; “ódio autoritário” da PGR é “tão virulento” que DOI-CODI é fichinha


13/07/2018 - 19h37

Raquel Dodge mente em peça ao STJ para atacar desembargador e deputados

PT na Câmara

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, mentiu – ou ignorou grosseiramente um fato público notório – na peça em que pede ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de inquérito para investigar o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e os deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ).

“Chama a atenção o fato de os impetrantes do Habeas Corpus, os Deputados Federais Wadih Nemer Damous Filho, Paulo Roberto Severo Pimenta e Luiz Paulo Teixeira Ferreira, não integrarem o grupo encarregado da defesa técnica do ex-presidente da República”, diz o texto do Pedido de Inquérito Judicial assinado pela PGR na última quarta-feira (11), omitindo o fato de Wadih Damous ser advogado constituído de Lula desde o mês de maio passado.

Os três parlamentares criticaram a iniciativa de Dodge, que determina à Polícia Federal que faça a “oitiva dos impetrantes do HC”.

Para Damous, o “ódio autoritário” de Raquel Dodge é “tão virulento” que ela ignora a procuração assinada pelo ex-presidente Lula o nomeando advogado.

“O instrumento acompanha a inicial. Mais uma impostura. Ademais, se uma questão sobre isso tivesse caído no concurso da procuradora, ela não teria sido aprovada. qualquer cidadão pode impetrar habeas corpus em favor de outro cidadão.

Em sua conta no Twitter, Pimenta compara a medida a um ato da ditadura militar encerrada em 1985.

“Chega a ser assustador a PGR achar que pode pedir à Polícia Federal que interrogue um parlamentar para saber por que motivo ele pediu na justiça que a Constituição Federal fosse cumprida”, protestou o líder do PT na Câmara.

“DOI-CODI é fichinha. Se intimidar não for possível, vão torturar ou sequestrar parentes para arrancar confissão?”, continuou Pimenta, mencionando os métodos de interrogação utilizados no regime de exceção.

Paulo Teixeira também usou o Twitter para tratar do pedido da procuradora-geral.

“Quer me ouvir sobre o habeas corpus que pedi para o presidente Lula? Eu respondo aqui. O HC surgiu em 1215 na Inglaterra contra arbitrariedades que são praticadas pelos déspotas. Denuncie o Moro por prevaricação!”, desafiou Teixeira.

A semelhança com o período ditatorial também foi apontada por Teixeira.

“Raquel Dodge, a última vez que um juiz foi cassado pela concessão de habeas corpus no Brasil foi na ditadura militar e as vítimas do arbítrio foram os ministros do Supremo Tribunal Federal Evandro Lins e Silva, Hermes Lima e Victor Nunes Leal”, lembrou o parlamentar paulista, que também é advogado.

Na avaliação do líder do PT, a procuradora-geral “quer criar no Brasil uma censura prévia dos direitos que o cidadão pode pleitear” ao Judiciário. “Os argumentos do tipo ‘eles sabiam que se Lula fosse solto voltaria’ ou ‘eles queriam causar tumulto’, e por isso a lei não foi cumprida, deixariam envergonhado um oficial da Gestapo”, afirmou Pimenta, também no Twitter.

Escalada de fascistização

Damous já tinha criticado o pedido da procuradora e o que ele considera “a escalada de fascistização em curso” no sistema de Justiça brasileiro, em discurso na sessão do Congresso Nacional da última quarta-feira (11).

“O Ministério Público, que já foi uma instituição gloriosa em nosso País, hoje está se tornando abrigo de rapazes de extrema-direita, de uma verdadeira Gestapo. E a chefe dessa Gestapo é a senhora procuradora-geral Raquel Dodge. É a Gestapo. E a Gestapo tem que ser enfrentada com as armas da democracia”, defendeu Damous.

Para ele, a investigação aberta pela PGR é “uma tentativa de intimidação contra todos os juízes que ousarem se levantar contra a República de Curitiba”.

O pedido de habeas corpus em favor de Lula foi acatado pelo desembargador Favreto, mas a ordem judicial não foi cumprida graças a um conluio envolvendo o juiz Sérgio Moro, a Polícia Federal e os desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

“Obviamente, se a decisão de Favreto fosse desfavorável ao ex-presidente Lula, ela [Raquel Dodge] não estaria representando contra ele”, ressaltou Damous.

Confira a peça encaminhada pela PGR ao STJ:

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



20 comentários

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Valdelírio Lübeck

22 de julho de 2018 às 08h44

O competente ex-ministro Eugênio Aragão afirmou, em artigo que escreveu na época em que a Dodge foi escolhida Procuradora-Geral, que ela tinha um passado correto, e podíamos ficar tranquilos quanto ao seu caráter. Eu fiquei, pois acredito no Eugênio Aragão.
Enganamo-nos todos: ela não vale nada. Se foi de mala e cuia para o lado da bandidagem. Abraçou descaradamente o lado dos golpistas, e suas atitudes provam isso claramente.
É pena. Nesses tempos bicudos, não há meio-termo: os golpistas todos se equimerdam.

Responder

João do Grão

15 de julho de 2018 às 11h19

Clarín: como o EUA usou a Lava Jato para destruir o Brasil
Moro é o centro de uma política de choque para a América Latina

publicado 15/07/2018 NO CONVERSA AFIADA
https://www.conversaafiada.com.br/mundo/clarin-como-o-eua-usou-a-lava-jato-para-destruir-o-brasil

Da Revista Forum:

Clarín: Estados Unidos manejam a Lava Jato para destruir o Brasil e a América Latina

Reportagem da versão chilena do jornal Clarín mostra como o governo norte-americano forma procuradores e influencia no fenômeno do lawfare para derrubar chefes de governo e impor novas lideranças comprometidas com as políticas de austeridade neoliberal

Por El Clarín Chile, com tradução da Carta Maior

Num discurso feito em julho deste ano, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça (porque logo o Secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, o escolheu para encabeçar a Direção de Investigação sobre Delitos Financeiros), se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato.

A unidade da Divisão Penal do DOJ que colabora com a Lava Jato é a Seção de Fraudes. De novembro de 2014 até junho de 2017, quem dirigia a Seção de Fraudes do DOJ era ninguém menos que Andrew Weissman. Ao deixar essa função, ele foi transferido e passou a formar parte do grupo de choque contra Trump encabeçado pelo Procurador Especial do FBI, Robert Mueller. Weissman tem sido, há muito tempo, o principal assessor de Mueller, e seu histórico de conduta indevida lhe valeu o apelido de “pitbull judicial de Mueller”.

Agora que se está ficando evidente o assalto judicial de Mueller contra a Presidência dos Estados Unidos, com cada vez mais membros de sua equipe ficando expostos por sua corrupção e atos ilegais, é de se esperar que sua operação latino-americana, a Lava Jato, terá a mesma sorte.

Como se sabe, Weissman foi retirado da equipe de caça às bruxas porque transcendeu à luz pública sua parcialidade a favor de Hillary Clinton. Agora cada vez que se menciona a Weissman na imprensa estadunidense é para fazer referência à profunda corrupção que inunda o Departamento de Justiça e o FBI.

As ex-presidentas do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente, denunciaram na semana passada que os líderes nacionalistas e progressistas de todo o continente estão sendo submetidos sistematicamente ao que denominam lawfare, o uso da lei como arma de guerra, com o propósito de impor mudanças de governo e instalar chefes de Estado comprometidos com as políticas de austeridade neoliberal que vão destruindo a região. O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare estão os mesmos interesses imperiais que buscam dar um golpe de Estado em seu próprio país, depor o presidente Donald Trump do seu cargo e instalar alguém ainda mais fiel aos interesses do mercado.

Em discurso mais recente, Blanco se jactou do papel do DOJ em toda esta farsa, durante um evento chamado Diálogo Interamericano, na palestra “Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global”. Na ocasião, Blanco deu as boas-vindas ao seu amigo Rodrigo Janot, quem foi há até pouco tempo, e durante anos, o Procurador Geral da República do Brasil, e um dos principais sicários da Lava Jato.

“É difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos, e continuamos juntos em uma série de investigações”, afirmou Blanco.

“A cooperação entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos relacionados com a Lei sobre Práticas Corruptas no Exterior (FCPA por sua sigla em inglês), ligado às empresas Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht. O caso da Odebrecht em particular é notável, devido ao seu alcance e sua extensão”, continuou Blanco, que também lembrou que “os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobras. Casos como este são os que colocaram o Brasil no topo do ranking dos países que trabalham para combater a corrupção tanto dentro quanto fora do país”.

Blanco revelou, nesse discurso, que a cooperação entre o DOJ e os procuradores brasileiros é tão grande que “operam inclusive fora dos processos formais, como nos tratados de assistência judicial mútua”, que consistem em simples ligações telefônicas de uns para outros, para trocar informações ou solicitar evidências driblando as formalidades legais quando é necessário.

Procuradores e promotores de toda a região entram e saem dos escritórios do Departamento de Justiça estadunidense (o mexicano Raúl Cervantes, quem Blanco considera um “bom amigo”, a panamenha Kenia Porcell”, e muitos outros na Colômbia, no Equador e em vários países do continente) para falar sobre as ações “contra a corrupção”, segundo o discurso do subprocurador. Embora o mesmo não tenha citado os juízes Claudio Bonadio e Sérgio Moro – responsáveis pelas condenações a Lula da Silva e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente – sabe-se que ambos também são parte desse esquadrão de elite judiciário, e figuras centrais da nova política de choque para o continente.

Em tempo: um indício fortíssimo da associação do Juiz Moro com a CIA foi a rapidez com que esse suposto imparcial Juiz entregou à Globo o grampo – captado ilegalmente – da conversa de uma Presidenta (Dilma) com um ex-presidente (Lula). O advogado de Lula, Cristiano Zanin, numa entrevista à TV Afiada, reproduz essa criminosa cronologia. Nos Estados Unidos, se um juizeco de primeira instância vazasse para a CNN uma conversa do Trump com o Obama ia para a cadeira elétrica. Aqui, quando o Conselho Nacional de Justiça (sic) ia votar esse crime telemático de Moro, a presidenta Carmem Leitão retirou da pauta! Antes, o falecido Ministro Teori, ao saber do crime do grampo, pôs o Moro de castigo ajoelhado em grãos de milho por dez minutos e mandou ele rezar dez Aves Maria. Só isso. – PHA

***

Leia mais no Conversa Afiada:

Lava Jato: Lula esfrega interferência dos EUA na cara do TRF-4

US Department of Justice gerou Murrows e dalanhóis

EUA premiam Moro pelos serviços prestados… aos americanos

Janot montou a operação clandestina com o Governo americano?

Moro e Dallagnol não passam de fantoches dos EUA

Responder

Tércio

15 de julho de 2018 às 09h13

Clarín: como o EUA usou a Lava Jato para destruir o Brasil
Moro é o centro de uma política de choque para a América Latina

Publicado 15/07/2018

Da Revista Forum:
Clarín: Estados Unidos manejam a Lava Jato para destruir o Brasil e a América Latina

Reproduzido também no Conversa Afiada

Reportagem da versão chilena do jornal Clarín mostra como o governo norte-americano forma procuradores e influencia no fenômeno do lawfare para derrubar chefes de governo e impor novas lideranças comprometidas com as políticas de austeridade neoliberal

Por El Clarín Chile, com tradução da Carta Maior

Num discurso feito em julho deste ano, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça (porque logo o Secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, o escolheu para encabeçar a Direção de Investigação sobre Delitos Financeiros), se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato.

A unidade da Divisão Penal do DOJ que colabora com a Lava Jato é a Seção de Fraudes. De novembro de 2014 até junho de 2017, quem dirigia a Seção de Fraudes do DOJ era ninguém menos que Andrew Weissman. Ao deixar essa função, ele foi transferido e passou a formar parte do grupo de choque contra Trump encabeçado pelo Procurador Especial do FBI, Robert Mueller. Weissman tem sido, há muito tempo, o principal assessor de Mueller, e seu histórico de conduta indevida lhe valeu o apelido de “pitbull judicial de Mueller”.

Agora que se está ficando evidente o assalto judicial de Mueller contra a Presidência dos Estados Unidos, com cada vez mais membros de sua equipe ficando expostos por sua corrupção e atos ilegais, é de se esperar que sua operação latino-americana, a Lava Jato, terá a mesma sorte.

Como se sabe, Weissman foi retirado da equipe de caça às bruxas porque transcendeu à luz pública sua parcialidade a favor de Hillary Clinton. Agora cada vez que se menciona a Weissman na imprensa estadunidense é para fazer referência à profunda corrupção que inunda o Departamento de Justiça e o FBI.

As ex-presidentas do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente, denunciaram na semana passada que os líderes nacionalistas e progressistas de todo o continente estão sendo submetidos sistematicamente ao que denominam lawfare, o uso da lei como arma de guerra, com o propósito de impor mudanças de governo e instalar chefes de Estado comprometidos com as políticas de austeridade neoliberal que vão destruindo a região. O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare estão os mesmos interesses imperiais que buscam dar um golpe de Estado em seu próprio país, depor o presidente Donald Trump do seu cargo e instalar alguém ainda mais fiel aos interesses do mercado.

Em discurso mais recente, Blanco se jactou do papel do DOJ em toda esta farsa, durante um evento chamado Diálogo Interamericano, na palestra “Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global”. Na ocasião, Blanco deu as boas-vindas ao seu amigo Rodrigo Janot, quem foi há até pouco tempo, e durante anos, o Procurador Geral da República do Brasil, e um dos principais sicários da Lava Jato.

“É difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos, e continuamos juntos em uma série de investigações”, afirmou Blanco.

“A cooperação entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos relacionados com a Lei sobre Práticas Corruptas no Exterior (FCPA por sua sigla em inglês), ligado às empresas Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht. O caso da Odebrecht em particular é notável, devido ao seu alcance e sua extensão”, continuou Blanco, que também lembrou que “os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobras. Casos como este são os que colocaram o Brasil no topo do ranking dos países que trabalham para combater a corrupção tanto dentro quanto fora do país”.

Blanco revelou, nesse discurso, que a cooperação entre o DOJ e os procuradores brasileiros é tão grande que “operam inclusive fora dos processos formais, como nos tratados de assistência judicial mútua”, que consistem em simples ligações telefônicas de uns para outros, para trocar informações ou solicitar evidências driblando as formalidades legais quando é necessário.

Procuradores e promotores de toda a região entram e saem dos escritórios do Departamento de Justiça estadunidense (o mexicano Raúl Cervantes, quem Blanco considera um “bom amigo”, a panamenha Kenia Porcell”, e muitos outros na Colômbia, no Equador e em vários países do continente) para falar sobre as ações “contra a corrupção”, segundo o discurso do subprocurador. Embora o mesmo não tenha citado os juízes Claudio Bonadio e Sérgio Moro – responsáveis pelas condenações a Lula da Silva e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente – sabe-se que ambos também são parte desse esquadrão de elite judiciário, e figuras centrais da nova política de choque para o continente.

Em tempo: um indício fortíssimo da associação do Juiz Moro com a CIA foi a rapidez com que esse suposto imparcial Juiz entregou à Globo o grampo – captado ilegalmente – da conversa de uma Presidenta (Dilma) com um ex-presidente (Lula). O advogado de Lula, Cristiano Zanin, numa entrevista à TV Afiada, reproduz essa criminosa cronologia. Nos Estados Unidos, se um juizeco de primeira instância vazasse para a CNN uma conversa do Trump com o Obama ia para a cadeira elétrica. Aqui, quando o Conselho Nacional de Justiça (sic) ia votar esse crime telemático de Moro, a presidenta Carmem Leitão retirou da pauta! Antes, o falecido Ministro Teori, ao saber do crime do grampo, pôs o Moro de castigo ajoelhado em grãos de milho por dez minutos e mandou ele rezar dez Aves Maria. Só isso. – PHA

***

Responder

Irineu

15 de julho de 2018 às 08h56

Bom dia!
Todas as armas( instituições) apontam para o PT, para os políticos do PT.
Querem extingui-lo, assim como Hitler fez.
** Já fiz alertas sobre isso.
*** A mídia bate dia e noite como o PT fosse uma doença contagiosa é isso contamina “todos”.
O fascismo crescer até nas classes pobres.
É muito bombardeio.
O PT precisa contra atacar urgente.
É guerra , ou estão cegos?

Irineu sp

Responder

Julio silveira

15 de julho de 2018 às 08h17

Preferencia do golpista corrupto, esperar o que?

Responder

carlos

14 de julho de 2018 às 19h08

Essa além de ser incompetente, ilegítima porque não foi eleita e nomeada por um presidente ilegitimo, que cometeu vários crimes no exercício da função.

Responder

    O JUIZ

    15 de julho de 2018 às 11h31

    Perfeito Carlos.
    Porque será que até agora ninguém pergunto à essa … como ela se sente tendo sido indicada ao cargo, por uma ladrão.
    Daí se conclui que todas suas medidas são mentiras, porque não tem compromisso com a verdade quem foi promovida por uma ladrão e defende um governo de bandidos.
    Muito cara de pau e desqualificada para uma função importante e republicana como deveria ser essa.
    Definiram essa velha como sendo a chefe da Gestapo brasileira.
    Tá de bom tamanho.

Izaías Almada

14 de julho de 2018 às 14h37

Todas as críticas feitas à PGR e, em particular à Sra. Dodge, são pertinentes, mas dizer que o que foi feito é ‘fichinha” perto do DOI-CODI, me desculpe o deputado Pimenta, mas é um exagero de quem não passou por lá. Eu diria até um desrespeito aos que morreram dentro de alguns DOI-CODIS no Rio e em São Paulo.

Responder

Livio

14 de julho de 2018 às 14h29

Sinceramente eu nao sei o que pobre de direita ganha apoiando essa turma do golpe. Eu nao consigo entender a cabeça de gente que nao tem nada apoiar a direita que nao gosta de pobre. Sera puxassaquismo ou lesera mesmo ?
Ta todo mundo desempregado ou ganhando menos do que ganhava ha 5 anos e o cara insiste em apoiar o psdb, mdb, dem – partidos notadamente pró-mercado, ou seja, pró-banqueiros.

Responder

Jose carlos lima

14 de julho de 2018 às 08h16

Vai pra Raquel DOJ…Carmem Lucia….Laurita…e cia…

Vai malandra!

Laurita Vaz, ministra do STJ, como juiza plantonista, através da concessão de habeas corpus, soltou vários presos, dentre eles corruptos, assassinos, traficantes e estupradores, jå tendo participado de campanha de desencarceramento e ė a favor de regime aberto e semi aberto para réus, em especial para réus primários……tudo bem, sou a favor do desencarceramento….mas no entendimento da malabaris contorcionista, dar direito liquido e certo a Lula, o suposto “criminoso do triplex”, gera “insegurança juridica”….o problema é que o STJ juntamente com STF, TCU, Globo, DOJ, Legislativo, MPF e Executivo formam um só bolo fecal e, para eles, Lula, preso do Impėrio, ė inimigo e não cidadão: objetificado, aplique-se ao réu o Direito Penal do Inimigo: a Shell e os EUA agradecem…

Vai malandra!

https://www.conjur.com.br/2017-jan-11/reu-primario-condenado-trafico-cumprir-pena-regime-aberto

Responder

Admar

14 de julho de 2018 às 00h21

Qual é a dúvida? Estamos vivendo o Fascismo Judicial!!!

Responder

Brasil da Silva

13 de julho de 2018 às 23h07

Essa turma do golpe nao tem vergonha na cara. Sao uns dissimulados, falsos.
Me recuso a imaginar o que essa senhora fez com o senhor presidente para conseguir esse cargo de procuradora.
Moro é imparcial ?
Deve ser pq ele tira fotos só com tucanos.

Responder

Sebastião Farias

13 de julho de 2018 às 22h13

avaliação das manifestações e dos procedimentos do Ministério Público na atualidade, em relação às demandas jurídicas divulgadas pela imprensa, foco ao que se refere o caput do Artigo 127, da Constituição Federal de 1988, conforme o que consta abaixo:
Nós, representantes do povo “brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.”

Responder

Olavo

13 de julho de 2018 às 22h02

As pessoas precisam de emprego, a luta ideológica não existe para a maioria que só se interessada em ter seu emprego e esse governo do Golpe não dá isso às pessoas, por isso acredito que só a união entre todos (camisas vermelhas e amrelas) é que dará solução à essa pendenga. Deixar Lula preso injustamente não vai resolver também. os Procuradores e Juizes não se dão conta de que em quebrando o País, todos perdem, inclusive eles. As Empreiteiras estão todas quebradas e os mais de 500 mil empregos diretos foram para o espaço. Deixar um País de de 200 milhoes de habitantes dirigido por uma Rede de Televisão é injusto.

Responder

David

13 de julho de 2018 às 21h54

Se forem verdadeiros que os argumentos usados pela PGR no pedido ao CNJ são os que estão descritos na matéria, fica claro que a “dotôra” carece de conhecimentos básicos sobre pedidos de HC.
Na verdade é uma tentativa de intimidação.

Responder

Stella Pacheco Pimenta

13 de julho de 2018 às 21h30

Eu só gostaria de saber o que move a atual Procuradora Geral da República para não adotar a mesma postura com relação a Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes,por exemplo. Algum interesse pessoal ou sentimento especial? Será?

E por que ainda não abriu procedimento para investigar as denúncias do Sr. Rodrigo Tacla Duran com relação à indústria da delação premiada na Lava Jato?

Com a palavra, Raquel Dodge.

Responder

Olavo

13 de julho de 2018 às 21h19

São tres coisas que me atormentam:

Por que o PT insiste em defender Lula nos tribunais do Golpe;
Por que o PT e a Assessoria de Lula deixaram ele entrar na Cadeia do Golpe;
Por que não existe ninguém nesse país que até agora tenha tido coragem de chamar o povo às ruas.

Olavo

Responder

    JOHN JAHNES

    14 de julho de 2018 às 12h46

    O berrante da mídia corrupta e conivente toca muito alto e manipula grande partes das mentes fracas e mal formadas, do povo idiotizado por elas e que tenta desqu7alificar quem faz justiça e GLOOOOOOORIFICANDO QUE FAZ ILEGALIDADES E INJUSTIÇAS, TRABALHANDO CONTRA A CONSTITUIÇÃO DO PAÍS PRA TER MAIS DINHEIRO E MAIS PODER, APOIANDO BANDIDOS DE TOGAS E B BANDIDOS DA POLÍTICA.

    Esses vídeos precisam viralizar nas mídias sociais e blogs, para que o mundo todo tome conhecimento da realidade e de tudo que está acontecendo no nosso podre, fétido, judiciário nacional;
    BANDIDOS DE TOGAS: https://www.youtube.com/watch?v=wHKIErwmG-4
    ELIANA CALMON E O JUDICIÁRIO: https://www.youtube.com/watch?v=l2QhigH5iUM
    ELIANA CALMON E A LAVA JATO: https://youtu.be/Ya1VdnrqG8E
    DEGRADAÇÃO DO JUDICIÁRIO: por Dalmo de Abreu Dallari: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0805200209.htm

    Lukas

    14 de julho de 2018 às 13h16

    Que povo?

assim falou Golbery

13 de julho de 2018 às 20h52

todo eleito tem automaticamente procuração para defender todo cidadão. Desconhecer isso é nos colocar em situação pior do que o nazismo.

Responder

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