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“Paulo Bernardo e Wagner Pinheiro disseram, sim, que não negociariam enquanto estivéssemos em greve”


28/10/2011 - 18h43

James Carvalho, por e-mail

Sou carteiro em Alagoas e atualmente estou Diretor Sindical do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Alagoas-Sintect-Al, democraticamente eleito pela base.

Nós que participamos do movimento grevista que aconteceu de 14/09 a 12/10 ficamos indignados com as atitudes dos Senhores Paulo Bernardo e Wagner Pinheiro,que disseram, sim, publicamente que não negociariam conosco enquanto estivéssemos em greve.

Quando  o Viomundo postou do texto do Artur Henrique, e colocou embaixo uma observação com os nomes deles, foi corretíssimo,pois, como disse, eles endureceram as negociações.

Ficamos agora mais indignados ainda com  o esclarecimento deles, onde disseram:

“Com relação à informação publicada no dia 18 de outubro no blog “Vi o Mundo”, os Correios esclarecem que o presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, nunca afirmou que não negociaria com grevistas.”

Ora, além de eles divulgarem no Informativo Interno que não negociariam com a gente enquanto estivéssemos em greve,durante 13 dias, no próprio site dos Correios está a declaração pública do Presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, datada do dia 14/09 as 17:20, onde está dito claramente:

“Pinheiro conclamou os trabalhadores da empresa a encerrar a paralisação, frisou que a retomada das negociações sobre o acordo coletivo está condicionada ao retorno às atividades e que haverá desconto dos dias parados.”

Portanto, gostaria que, se possível, o Viomundo publicasse essa réplica dos trabalhadores , para que seus leitores vejam quem está com a razão neste caso. Eles querem passar a imagem de negociadores, o que de fato não aconteceu neste Acordo Coletivo nosso. Pode divulgar meu nome mesmo, sem problema.

Saudações,

James Magalhães
Secretário de Imprensa-Sintect-Al

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44 comentários

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Henrique

02 de novembro de 2011 às 11h10

No serviço público, as diversas tentativas, seja através de redução de salários, falta de ascensão profissional, terceirização dos serviços, falta de concursos, dentre outras inúmeras situações que impõem o modelo educacional privado importado do qual o Chile vem se ressentindo últimamente. Fazem de tudo para desqualificar o serviço público e promover sua privatização. Mas temos que resistir este é um direito nosso que querem nos alijar copiando modelos que não têm nada a ver com a nossa cultura e nossa índole. Temos que nos organizar por fora, filtrar esses petralhas e pseudo-comunistas que juntos só pensam no seus projetos de poder às custas, como sempre fizeram, do povo. Este país continua não sendo sério como disse, De Gaulle.

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Henrique

02 de novembro de 2011 às 11h09

Se formos contra as diretrizes deles, lhes afastam e os enviam para o ostracismo. De forma que está tudo dominado, a base sem uma liderança idônea começa a lutar cada m por sí, enquanto o poder dominante segue contribuido para a precarização do trabalho, seja na iniciativa privada, seja no serviço público. Na iniciativa privada tem-se o exemplo da investida da Remuneração Móvel e Variada da Mc'Donalds que impõe ao trabalhador uma semi-escravidão instalada em paises de onde é originária.

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Henrique

02 de novembro de 2011 às 11h08

Companheiros (êta terminho mais hipócrita), o problema do sindicatos de base é que não existe renovação dos quadros para empoderar outras pessoas a tomar parte na organização do trabalhador. A maioria funciona como cabos eleitorais dos seus coordenadores e do partido formando uma barreira que inibe pessoas de visão a tomar parte dessa organização. Então, permanecem os medíocres que fazem carreira como negociadores contra os interesses reais do trabalhadores. Podem observar que é assim em qualquer lugar do Brasil.

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Henrique

02 de novembro de 2011 às 11h07

Gostaria de emitir opinião baseado no fato de pertencer ao quadro de trabalhadores de nível médio da UFBA que amargam uma penúria de oito anos sem reajuste no governo de FFHC, mais quase(porque foi negociado um acordo com a FASUBRA para engolirmos 24% em três anos) oito anos no governo de LULA e caminhamos para mais dez anos, é o que propõe DILMA.

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Diego Rafael - DF

29 de outubro de 2011 às 18h13

Não gosto do Paulo Bernardo pra nada. Ley de Medios, cadê? Internet barata para todos, cadê?
Por outro lado, uma coisa que a gente aprende na Justiça é o seguinte: O acordo é sempre o melhor caminho, a decisão judicial não costuma agradar nenhuma das duas partes. Os trabalhadores dos Correios quiseram pagar pra ver… E pagaram, até demais.

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Herminio(O velho)

29 de outubro de 2011 às 17h58

Quero deixar aqui a minha opinião como carteiro e comprometido com a empresa e também com os trabalhadores, o problema é que temos muitos dirigentes sindicais irresponsáveis que passam o ano todo fomentando greve, esses dirigentes não estão preocupados nem com os correios e muito menos comos trabalhaores. Eles dos sindicatos passam o ano todo indo a Brasilia a passeio com desculpas de que estão negociando e os patetas da base que são os carteiros ficam cheios de esperanças vãs (não todos) e quando chega na época da data base entram em uma greve que poderia ser evitada e ao final aceitam a proposta inicial da empresa e com perdas dos dias parados e logo em seguida o sindicato começa tudo de novo com outros personagens, porque os de antes ja alcançaram o objetivo ou seja: um cargo na empresa. Por isso queeu acho que eles não são sérios nos representando e olha quenão sou contra sindicalista assumir cargo na direção da empresa, desde que tenha competência e eu concordo com os diretores da empresa e sou contra esse jogo político dos sindictos, deixando os desavisados sempre em último plano.

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Roberto Locatelli

29 de outubro de 2011 às 17h07

A verdade é que os funcionários dos Correios ganham mal, muito mal. E trabalham num ambiente decadente que são as agências e centrais dos correios. Quem vai remeter alguma encomenda logo percebe a iluminação precária, paredes sujas, teto com teias de aranha.

O PT já foi conectado ao movimento sindical. Mas isso é passado. Agora o PT é liderado por gente como esse ministro das comunicações, que não negocia com os trabalhadores e, por outro lado, entrega bilhões para as teles fazerem uma suposta banda larga.

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ivomar

29 de outubro de 2011 às 14h56

ocês querem que nos, ecetistas fiquemos parados com: o inchaço de apadrinhados politicos na empresa? ( na poratica não existem concursos), atraque aos trabalhadorews com tranferências ate de dirigentes sindicais, cipeiros etc, cancelamento de gratificações de ativistas do movimento dos trabalhadores, comissão atem em compra de cafezinho. Ou como diz um gerente de meu Estado " nmão qtenho o que discutir com vocês, vão a justiça do trbalho". Voces sabem por acaso o quanto a ECT disponibilisou nos ultimos para indenisar clientes e funcionarios assediados moralmente. Vocês sabem o que é trabalhar em uma agencia dos Correios, ser assaltado 6,7 vezes no ano e ouvir piadinhas da area de segurança da empresa, vocês sabem o que é um trabalhador depis de mais de 12 anos na empresa preferir ficar desmpregado a levar um tiro e não ter a menor assistência.? na Paraiba já são 48 agencias assaltadas este ano.

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Daniel Alves

29 de outubro de 2011 às 14h52

É incrível como se consegue colocar trabalhador contra trabalhador, assalariados contra assalariados.
Sempre os grevistas são tratados como vándalos, intransigentes, gananciosos, pois ganham bem e querem mais ainda, traidores da pátria.
O Patrão sim, esse é um empresário preocupado com os destinos da nação, empreendedor conciente de seus compromissos sociais, comprometido com a sustentabilidade do meio ambiente.
Como conseguimos ser tão idiotas??

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ivomar

29 de outubro de 2011 às 14h47

Defender negociações ate o ultimo caso é uma coisa. Monologo é outra coisa.

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Alberto F. Barbosa

29 de outubro de 2011 às 13h30

Como ex-sindicalista, defendo que as negociações sempre seja o primordial no conflito trabalhista. Negociar sempre, até esgotar todas as possibilidades. E aí, só então, deve ser convocada uma assembléia para decidir sobre a greve. Uma vez a greve decretada, as negociações devem ser interrompidas. As partes não tem como prosseguir sozinhas com as negociações. Precisam de uma terceira parte. Por este motivo é que entra em cena no TST. E a negociação prossegue intermediada. A diretoria dos Correios tem toda razão em não negociar com os sindicatos depois que suas propostas foram rejeitadas por diversas vezes. Sem falar que a interferência partidária interferiu bastante, pois os sindicatos são ligados a Partidos que não formam a base aliada do governo: Causa Operária, PSTU e PSOL. Duvido que estes sindicalistas continuassem negociando com o governo. O exemplo foi que mesmo o TST adotando uma proposta intermediada, os sindicatos rejeitaram a proposta. Ficou claro que o interesse público fica abaixo do corporativismo. Primeiro o interesse sindical, depois o povo. Não dá para aceitar isso de modo algum. Precisamos de uma lei para regulamentar o direito de greve do setor público e com foco nas negociações.

Responder

    ivomar

    29 de outubro de 2011 às 14h38

    Você é desinformado ou pilantra mesmo? A base sindical dos correios é formada por 90% de militantes do PT e do PC do B. Esses pequenos partidos não tem força para iniciar uma greve. Querer usar esse argumento éw ou de uma desinformação ou de um mal caratismo extremo. Um exemplo sou eu com 21 anos de militância petista e votei a favor da greve que foi declarada de um dia para o outro e sim depois de um monologo.

Eunice

29 de outubro de 2011 às 12h50

Otavinho também é o cara que nem conhece Marsalis e vai a um boteco de jazz no Conjunto Nacional para ver se fica chique. Já Rafinha é o carinha sem escrúpulos, de ética nihilista. Toda a classe média paulistana – alguns de boas faculdades mas que cresceram sem familia e adquiriram valores de competição para o mercado, unicamente, e os aplicam na vida social.

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Eunice

29 de outubro de 2011 às 12h47

Vocês jamais postaram um comentário meu. Sou maior, tenho RG.

Responder

Eunice

29 de outubro de 2011 às 12h47

Otavinho é carinha nascido na elaite paulistana e que adquire cultura na Veja. E vai a Paris pra ver se fica chique.

Responder

Eunice

29 de outubro de 2011 às 12h45

A quem interessa tanto lucro nos Correios? Correios é propriedade nacional e serviço público e fim.
Quem quiser, que abra empresa de encomendas. Já há muitas. Mas elas estão dando grossas propinas a políticos para que detonem os Correios (assim como a Infraero) e elas abocanhem a logística dos correios, sem pagar nada, assim como foi feito pelo Banespa, não sem antes engordar. Saibamos votar da próxima vez, e saiamos às ruas com os empregados de correios.

Responder

Marcos W.

29 de outubro de 2011 às 12h40

Imaginemos que o Executivo ceda à pressão do Judiciário e conceda o reajuste de 56% que o Poder está pedindo.Onde vamos parar?!É mais dinheiro que os desvios da corrupção!

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Marcos W.

29 de outubro de 2011 às 12h37

Para tudo e para todos deve haver limites,inclusive e principalmente para servidores públicos!No Brasil,país sui generis,até juízes,membros de poder,fazem greve.É mais ou menos como se congressistas,ou a presidente da República,resolvessem parar de trabalhar por melhores salários.Aliás,não fazem greve mas usam de outros métodos para manter e aumentar seus privilégios!Que as cartas cheguem aos seus destinos o mais breve possível!

Responder

Carlos Nunes

29 de outubro de 2011 às 11h21

Se nem com a paralisação obtiveram ganhos na negociação, imagina se retornassem ao trabalho.
Estariam até hoje com a negociação sendo empurrada com a barriga.
Esse argumento de que nao negocia com grevista além de beirar ao policiesco, ignora o contexto de toda uma negociação que se desenvolveu até chegar num impasse e a greve. Do contrário a greve seria um ato isolado e sentido, como se os trabalhadores de um dia pro outro decidissem – ah nao vou trabalhar hj pq nao to a fim…

Responder

    Paulo Guedes

    29 de outubro de 2011 às 12h35

    Não chegaram perto do que queriam por dois motivos:
    1. Por incompetencia dos sindicalistas;
    2. Porque querem jogar a opinião pública contra o "patrão", no caso o governo.
    Qdo os sindicalistas aprenderem que na mesa de negociações não basta o "nós queremos", mas se apresentarem com dados e informações economico-financeiras da empresa e análise conjuntural, ai vão conseguir muito mais.
    E mais, essa conversa de que "porque foram sindicalistas e chefiaram greves" tem que ceder mostra bem o grau de desinformação da classe.

    ivomar

    29 de outubro de 2011 às 14h43

    Quem liderou a grave foi a base. Base esta que passou por cima de diretorias sindicais ligadas ao governo. Se vocês tem a falta de carater para tentar acusar o movimento dos trabalhadores em correios de massa de manobra de A ou B, vão escrever para revista VEJA e para a FOLHA que é o seu lugar. Tenho que conviver desde o ano passado com uma unidade de trabalho que teve o numero de funcionarios aumentada em 50% de apradrinhados de deputados A e B com concursados esperando para ser convocados. Tenha paciencia que isso ou é desinformação ou mal-caratismo.

    Herminio

    29 de outubro de 2011 às 18h05

    Base burrapor sinal. só pra destacar, eu sou da base.

    ivomar

    29 de outubro de 2011 às 21h31

    Eu não tenho culpa se você se diz burro.

broz

29 de outubro de 2011 às 10h48

Paulo Bernardo, quem te viu, quem te vê.

Responder

josaphat

29 de outubro de 2011 às 10h36

PT na condição de patrão é assim. A única diferença com a velha direitona é que não manda a PM bater.

Responder

    José Silva

    30 de outubro de 2011 às 09h44

    Por enquanto!

trombeta

29 de outubro de 2011 às 10h02

Bernardo é um dos piores ministros do governo Dilma omelete, bem comportado é preservado pelo noticiário do PIG, não enfrenta nada, boicotou o bom trabalho de seu antecessor Franklin Martins, tá fazendo um programa de banda larga meia boca pra não desagradar ninguém.

Bernardo e o líder do governo Candido Vacarezza, o vaselina, morrem de medo das manchetes do PIG, é a cara do governo medroso da "companheira" Dilma que entrega a cabeça de seus ministros numa bandeja de prata e chama torturador de democrata só pra fazer média.

Responder

Gilberto Silva

29 de outubro de 2011 às 09h29

De minha parte concordo com PInheiro e Bernardo.
Foi dada uma opção , retornem e conversamos, vamos chegar a um acordo.
Acordo , quer dizer que nenhum dos lados conseguiu o que queria.
Greve prejudica muita gente, portanto apesar de ser um direito , é injusto com a população.
Sou a favro de greves , sim , mas sem abuso de qualquer uma das partes , e em determinado momento o governo deve sim endurecer para retomar o controle da situação.

Responder

    CLAUDIO LUIZ PESSUTI

    29 de outubro de 2011 às 12h05

    Eu negativo e mostro a cara.Este tipo de argumento e aquele que chamamos de "vaselina": você diz:"sou favorável a greve, mas sem abuso" ora, isto SEMPRE e colocado pelo patronato, para eles SEMPRE a greve e abusiva e havia possibilidade de "acordo".Para quem conhece o assunto, sabe que este atual governo e campeão em "embromation" em negociações salariais.

Sagarana

29 de outubro de 2011 às 07h38

é craro mano, elis agora é patrão.

Responder

Marcos W.

29 de outubro de 2011 às 07h29

Quem está com a razão,sem sobra de dúvida,é o povo,titular de todo e qualquer serviço público ou de utilidade pública,e que sustenta a parafernália toda em seu proveito(deveria),pois se não,em proveito de quem seria?!A partir dessa constatação,os demais atores,sempre coadjuvantes,que se entendam,sem prejudicar àqueles que pagam seus salários!Não existem santos na história,a não ser nas estorinhas da igreja.

Responder

    CLAUDIO LUIZ PESSUTI

    29 de outubro de 2011 às 12h09

    Nao existem santos em nenhum lugar , nem os da igreja são "santos" no real sentido do termo.O problema não e de santidade ou maldade.O problema e que sem greve não tem aumento decente, simples assim.Toda essa cantinela de "povo" e sempre utilizada por aquelas que são , SEMPRE, contra a luta dos trabalhadores.Posso te garantir, se houvesse um minimo de respeito pelos trabalhadores , nunca haveria greve.O trabalhador , em sua massacrante maioria, não quer fazer greve NUNCA, só fazendo porque se ficar parado, vê seu poder de renda corroído.E a empresa sempre alegara "dificuldades", "redução de margens de lucro" , "crise internacional" e outras embromações.Negativo e justifico.

    Marcos W.

    29 de outubro de 2011 às 12h30

    Trabalhador ou não,quanto mais melhor.Ninguém é capaz de se dar limites tão facilmente,muito menos sevidor público!

mara suzan

29 de outubro de 2011 às 04h03

A injústiça que eles cometeram com o Correio foi lamentável, mas tem outras eleições.

Responder

Sr.Indignado

29 de outubro de 2011 às 02h33

Quando a mentira será penalizada neste país? A palavra dada por governos vale alguma coisa?

Responder

João-PR

29 de outubro de 2011 às 02h06

Acho que estes senhores (Paulo Bernardo e Wagner Pinheiro) deveriam rever sua posição. Afinal, a greve é um direito dos trabalhadores que deve ser respeitado.

Quanto a não negociar com grevistas, isso me cheira a chantagem.

Para os que pensarem em me criticar por essa mensagem, informo que fiz campanha e votei no Lula e na Dilma. Mas, esse fato não impede que meu cérebro continue a funcionar.

Responder

Mello

29 de outubro de 2011 às 01h51

O PT no poder, age exatamente como os neoliberais de FHC, contra os trabalhadores.

Bando de traíras!!!!

Acrescente nesse bolo, um ex-bancário do BB: Ricardo Berzoini.

Traíras, traíras, traíras!!!

Responder

Leo V

29 de outubro de 2011 às 00h18

Parabéns ao Viomundo mais uma vez. Rabo preso com ninguém. Amplificador da voz dos debaixo.

Responder

cicero

28 de outubro de 2011 às 23h24

Sou servidor da UFRJ, o Ministro Haddad fez a mesma coisa, usou até a mesma frase e nós ficamos sem aumento até 2013. somos o pior piso e o pior teto do serviço publico federal.

Responder

John

28 de outubro de 2011 às 22h42

Quem ocupa um cargo Executivo e não sabe o que se passa com seus subordinados ou é incompetente ou é conivente.
Todo time que espera o adversário passar a bola para começar jogar, perde o jogo, além de ficar muito feio e cair em desgraça com seus torcedores.
Quem quer honestidade e transparencia corre atrás, não espera o outro dar o recado.
Acho bom o governo correr atrás de onde está indo o dinheiro dos ministérios, porque a oposição tem muita experiencia em malfeitos, que nos anos dourados de FHC nunca foram combatidos e lhes deu experiencia impar e continuam fazendo pós-graduação nos municipios e estados que governam.(vide ALESP).

Responder

Rasec

28 de outubro de 2011 às 22h37

Paulo Bernardo é o tipo de político que quer agradar ao chefe e exagera! Muita coisa com o funcionalismo negociada na mesa era negada por Paulo Bernardo. Precisava o Lula intervir diretamente, ligar pra ele pro negócio andar. Senta em cima do dinheiro como se fosse dele! Não tem histórico de vida sindical!
Nesse caso, acredito nos trabalhadores pelo histórico do Paulo Bernardo à frente do Ministério do Planejamento no Governo Lula.

Responder

CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

28 de outubro de 2011 às 22h27

Opa, e agora hein "patrulhinha digital"??O que vocês tem a dizer?Na verdade, o que o colega dos Correios está dizendo, pra quem está negociando reajuste com o PT , nada mais esperado.Estes caras trairam TUDO o que defenderam a vida inteira.Viraram patrões, e dos piores.Quero ver agora algum babaquinha chamar o colega de "Otavinho".Vamos la patrulhinha, justifiquem os carguinhos!

Responder

    herminio

    29 de outubro de 2011 às 18h02

    Não se aproveita que não ti diz respeito, fica no teu time que deve ser o do psdb/demos, o pt tem responsabilidade de governo, o que o teu partido não teve ou tevemuito desmandos nos 8anos de desgovernos seu…

Julio Silveira

28 de outubro de 2011 às 21h28

De minha parte acredito nos trabalhadores.
Esses que estão na politica em nome exclusivamente do poder, esquecem a quem devem suas posições. Isso não é incomum.
Por outro lado os trabalhadores também são culpados, devem escolher melhor em quem acreditar dentro de suas parcerias. Um grande numero de votos que grupos de trabalhadores podem proporcionar geram muitas falsas parcerias, burgueses travestidos de progressistas, carreiristas no pior sentido.

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